COVID-19 e os pacientes não infectados

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COVID-19 e os pacientes não infectados

Desde a pandemia de COVID-19 que assolou 2020, muitas consequências vieram a tona. Dentre elas, os pacientes de doenças crônicas e/ou comorbidades. Mesmo que muitos não tenham se contaminado, acabaram sofrendo com as dificuldades para seus tratamentos padrões durante a crise sanitária.

Assim, os pacientes que precisaram de acompanhamento ambulatorial regular, acabaram tendo dificuldades de realizar suas consultas e exames de rotina.

Diante disso, o artigo publicado no “The New England Journal of Medicine” (NEJM), em 2020, trouxe uma reflexão sobre esses cenários. Logo, permitiu-se pensar como estão estes pacientes durante as dificuldades da pandemia, e quais as consequências para suas vidas.

Portanto, vamos entender um pouco desse assunto!

O Artigo e sua Relevância na temática da COVID-19

Sempre existiu uma busca incessante para o tratamento de doenças crônicas. Porém, devido a pandemia, muitas ficaram atrasadas ou foram suspensas para a busca de soluções para a COVID-19.

Mas qual o motivo?

Bem, podemos listar os seguintes acontecimentos:

  • Recrutamento de médicos e profissionais de saúde para reforço à assistência na pandemia;
  • Deslocamento de investimentos;
  • Esforços centrados nas vacinas.

Ainda, alguns pontos levaram a redução de pacientes com doenças crônicas nas emergências:

  • garantir a proteção de pacientes com doenças crônicas;
  • preservar a capacidade de leitos do hospital para a demanda da pandemia.

Portanto, durante a pandemia, muitos pacientes com fatores de risco devido doenças crônicas e que manifestaram sinais/sintomas, se recusaram a procurar um hospital.

Por que?

Simples! Devido ao medo de procurar o serviço de saúde, temendo adquirir a covid.

No entanto, a demora do paciente em procurar o hospital, faz com que apresente uma forma grave ou urgente do seu quadro clínico.

COVID 19: Queda no fluxo de pacientes na emergência

Ao longo da prática médica, as emergências durante a pandemia, perderam o número de pacientes ligados a outros quadros, como:

  • infarto agudo do miocárdio;

  • síndromes aórticas;

  • pneumonias bacterianas;

  • e outras situações clínicas.

Mas a questão é: realmente diminuiu esses quadros clínicos por causa da pandemia?

Não! Infelizmente.

Diante dessa realidade, o que realmente aconteceu foi que os pacientes estão apreensivos em procurar uma emergência médica, devido ao medo de se contaminarem com o vírus. Ainda, os médicos também estão temerosos em enviar seus pacientes para atendimento nas emergências.

Em suma, pode-se afirmar que existe motivo racional para essa decisão: a proteção dos pacientes da infecção pelo Covid-19. Estes grupos de comorbidades e doenças crônicas são caracterizados como risco, isto é, maior facilidade de agravamento do quadro, se contaminados pela covid.

Todavia, acaba-se enfrentando um cenário caótico: uma situação importante é ignorada e acabando piorando o quadro.

COVID-19 e o aumento do óbito em casa

Infelizmente, ao longo da pandemia, houve uma tendência enorme ao aumento do número de mortes em casa, a nível global. Este aspecto mostra a relevância da discussão do artigo comentado!

Como resolver?

Primeiramente, o Sistema de Saúde precisa se adequar à nova realidade, para conseguir cumprir as demandas de atendimento. Desse modo, deverá buscar formas que não arrisquem a saúde dos pacientes que possuem doenças crônicas ou comorbidades.

Ainda mais, com o implemento da telemedicina, a normalização de seu uso poderá auxiliar as avaliações e acompanhamento dos pacientes. Os pacientes serão encaminhados para a emergência apenas quando necessário.

Sendo assim, é essencial que pensemos em soluções para adequar não apenas os pacientes do novo coronavírus, mas também pacientes com doenças anteriores a pandemia.

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