Energia de fusão nuclear: energia limpa das estrelas

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Energia de fusão nuclear

Saiba tudo sobre um dos acontecimentos mais impressionantes do século 21. A energia de fusão nuclear, baseada na reação de energia das estrelas que a produz de forma limpa e abundante. Continue a leitura para saber mais.

Criar uma energia sustentável é sem dúvidas um grande desafio. Para isso, por mais de 60 anos, os físicos quebram a cabeça para conseguir aproveitar a fusão nuclear, a reação de fonte de energia das estrelas.

Pela primeira vez, no dia 5 de Dezembro de 2022, o laboratório Nacional Lawrence Livermore (Califórnia, EUA) conseguiu gerar uma reação de fusão nuclear que liberou mais energia do que consumiu.

Em resumo, a fusão nuclear é o processo onde dois ou mais núcleos atômicos leves são forçados a se unirem para formar um núcleo de maior numero atômico, ou seja, mais prótons. Com isto, é capaz de liberar uma fonte quase ilimitada de energia limpa sem detritos, como é o caso da fissão.

Experimento da Energia de Fusão Nuclear

Para este feito histórico, a Instalação Nacional de Ignição (NIF) do laboratório utilizou uma minúscula cápsula contendo uma pastilha de deutério e trítio congelados (formas mais pesadas de hidrogênio).

Posteriormente, inflamaram a pastilha com um conjunto de 192 lasers contendo amplificadores. O conjunto de lasers aqueceram e dispararam 2,05 megajoules de energia na cápsula, a uma incrível temperatura de 100 milhões de graus Celsius.

Por fim, a pastilha comprimiu e gerou temperaturas e pressões suficientes para causar a fusão do hidrogênio. O resultado foi uma pequena chama que durou menos de um bilionésimo de segundo. No entanto, os núcleos atômicos em fusão liberaram 3,15 megajoules de energia. Isso corresponde a um aumento um pouco maior que 50% do que foi utilizado para aquecer a pastilha.

Isso significa que o NIF mostrou na prática que é possível atingir a ignição, o estado da matéria que é capaz de sustentar a reação de fusão.

Contudo, ainda há um longo caminho a percorrer para que a fusão seja o futuro da energia limpa. O grande desafio para os cientistas é desenvolver uma tecnologia que consiga:

  • Atingir o estado de ignição;
  • Obter ganho líquido de energia (o chamado equilíbrio científico);
  • Ser de fácil comercialização (gastar menos energia para gerar o ganho energético).

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