Imunologia: Porque tão importante?

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A imunologia é o ramo da ciência que estuda os mecanismos de defesa do corpo humano. O principal foco deste estudo é de como as células e órgão atuam para nos defender de agentes invasores. A atividade imunológica quando funciona corretamente protege-nos de vários causadores de patologia tais como os vírus, parasitas, bactérias e outros elementos nocivos à saúde.

Atuação do sistema imune, fonte: https://www.todamateria.com.br/sistema-imunologico/.

Importância da imunologia.

            O estudo da imunologia é uma ramificação de outra ciência importante, a hematologia. Por apresentar estudo de alta dedicação, essa foi separada afim de facilitar o seu entendimento. Contudo, o sistema imune é complexo pois envolve uma gama de reações fisiológicas e bioquímicas capazes de eliminar os causadores de doença. Já estes no campo da imunologia são chamados de antígenos, ou seja, toda molécula ou ser vivo capaz de deixar a gente doente.

Antígeno.

            Os antígenos, definidos como pedaços ou substâncias inteiras que são reconhecidas pelo sistema imune capazes de fazer algum malefício. Sendo assim, os mesmos em primeiro contato com o organismo que nunca foi exposto a tal antígeno, causam as doenças imunológicas. Portanto, em um segundo contato com o corpo humano, a imunologia entra em ação e reconhece o agente maléfico para a sua eliminação. Logo, após o reconhecimento da primeira interação do corpo humano com antígeno é feito pelo o anticorpo.

Papel dos anticorpos.

            Os anticorpos são glicoproteínas que tem como função principal combater os agentes infecciosos e nos livras das doenças. Desse modo, são chamadas de imunoglobulinas, e possuem ações específicas contra os diversos antígenos. São produzidas pelos plasmócitos que são células derivadas do linfócito B, um subtipo de leucócito. Os anticorpos, encontrados no plasma sanguíneo, em alguns tecidos, e até no leite materno. Portanto, após produzidos os mesmos agem como patrulheiros afim de buscar os patógenos para a sua posterior eliminação.

            Na imunologia, os anticorpos, classificados em cinco isotipos diferentes mas que desempenham papel semelhante. São eles:

  • Imunoglobulina A
  • Imunoglobulina D
  • Imunoglobulina E
  • Imunoglobulina G
  • Imunoglobulina M

A imunoglobulina G, tem como função primordial informar que o corpo já sofreu infecção e é capaz de reconhecer o antígeno com maior facilidade. Sendo assim, a imunoglobulina M é capaz de transmitir a informação de que no atual momento está sendo acometido pela patologia. Desse modo, a IgG tem a capacidade de informar que organismo já teve uma doença enquanto a IgM informa que o corpo está doente.

Falha na imunologia.

Contudo, como em todo processo fisiológico podem ocorrer falhas, as quais o sistema imune perde a capacidade de enfrentar os antígenos. Sendo assim, quando este processo acontece isso nos diz que a produção de anticorpos está diminuída, seja por deficiência na sua produção ou por supressão medicamentosa.

Quando ocorre a diminuição do sistema imune, causada pelo déficit na produção de glóbulos brancos ou leucócitos.

Na situação farmacológica, causada pelo uso exagerado de uma classe de remédio chamada corticóides, o qual tem como efeito adverso a eliminação das células de defesa.

            Portanto, no processo de falha de produção que pode ocorrer na imunologia, necessário o aumento de anticorpos de forma aplicada. Essa aplicação é feita através do uso de vacinas, que são uma forma segura e eficaz de aumentar o sistema imune frente as patologias. Existem diversos tipos de vacinação, as quais explicarei nos próximos artigos sobre sua importância e aplicabilidade.

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