O que é o Placebo?

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O que é o Placebo?

O que é o Placebo? Você com toda certeza já ouviu falar em placebo. Sendo um nome comumente encontrado em notícias e informativos médico, esse efeito possui um importante uso para a ciência. Ficou curioso? Saiba mais.

O que é o Placebo?

A princípio, utiliza-se o placebo nos testes de avaliação e estudos de remédios, tratamentos e terapias. Também, atua diretamente na comparação da eficácia de uso em tratamentos clínicos. Porém, existem muitos aspectos éticos envolvidos nesses tratamentos, como:

  • aumento da fragilidade nas relações médico-paciente. Muitas vezes, os pacientes não são informados que estão sendo receitados com placebo;
  • Avanço de uma doença existente.

Em suma, descobriu-se o chamado “Efeito Placebo” por volta de 1950. Cientistas descobriram melhorias nos quadros de pacientes que receberam uma terapia/tratamento inerte, resultando em melhorias inexplicáveis.

Ficou interessado? Leia mais: História da Medicina: o Efeito Placebo

Para que serve?

Eventualmente, o placebo vem sendo utilizado em muitas doenças emocionais, alergias e até fobias e síndrome. Assim, o efeito placebo já é utilizado com sucesso no tratamento de vários problemas como:

  • Depressão;
  • Alterações do sono;
  • Síndrome do intestino irritável;
  • Menopausa;
  • Dor crônica;
  • Alergias;
  • Dores ligadas ao câncer.

Porém, o efeito placebo pode não funcionar, causando até reações colaterais que o paciente sentiria com um remédio normal, como enjoo, dores de cabeça, agitação, e outros. Portanto, seu funcionamento ocorre quando usado sem que a pessoa, que espera o efeito, saiba que o está a tomar.

O que é o Placebo? Estudos sobre

Inesperadamente, quando descoberto, mostrou a importância do fator psicológico para o funcionamento do efeito placebo. Assim, durante o estudo de pacientes diagnosticados com Parkinson, viram que o nível de liberação de dopamina, importante neurotransmissor relativamente ausente nesses pacientes, havia aumentado, aliviando as dores, tremores e rigidez.

Primeiramente, esses participantes foram notificados que seriam induzidos ao tratamento por medicação ativa numa proporção de 25%, 50%, 75% ou 100% de chance de recebimento (sendo que estavam, na verdade, sendo tratados por placebo). No grupo que acreditou 75%, observou-se aumento significativo na secreção de dopamina. O que ocorreu foi a ativação do sistema de recompensa cerebral, conforme a tomografia e o trabalho da General Archives of Psychiatry.

Como funciona?

A saber, podemos separar o funcionamento do placebo em quatro características determinantes:

  • Confiança no tratamento: Os mecanismos de ação responsáveis pelo placebo não são conhecidos, como mencionados anteriormente. Desse modo, os pacientes acabam por gerar expectativas quanto ao sucesso do tratamento, sendo determinante para a garantia do seu efeito. Portanto, a relação com o médico também é essencial: se houver empatia e confiança estabelecida, poderá obter mais sucesso no tratamento.
  • Preço e tamanho: O custo também influencia nos efeitos. Estudos evidenciaram que os remédios caros e os tratamentos complexos são mais eficientes de modo que, pequenos comprimidos mas com evidência de marca funcionam melhor. Também, o tipo de administração (parental = injeções) possui melhor resultado, se comparado ao uso oral.
  • Cor do remédio: Por incrível que pareça, muitos estudos evidenciaram que comprimidos azuis causam um efeito sedativo melhor, enquanto laranjas e vermelhos são estimulantes; amarelos antidepressivo; verdes diminuem a ansiedade e os brancos a dor.

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