Peste negra: a maior pandemia

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos!

Peste negra: a maior pandemia

Saiba tudo sobre a Peste negra, a maior pandemia da história que devastou e moldou a evolução humana. Continue a leitura.

Também conhecida como peste bubônica ou grande praga, a peste negra foi uma doença altamente contagiosa, causada pela bactéria Yersinia pestis. Essa bactéria era encontrada nas pulgas de ratos contaminados.

Sintomas, Transmissão e Tratamento

O termo “bubônica” e “negra” vem do grego, e são referentes aos seus principais sintomas. Bubônica significa “virilha”, e se refere aos gânglios linfáticos inchados, provocados pela doença. Por outro lado, “negra” é devido aos tecidos que ficavam gangrenados.

Portanto, os principais sintomas eram:

  • Cansaço excessivo;
  • Febre alta;
  • Gânglios inflamados (no local da picada da pulga); 
  • Dores fortes de cabeça;
  • Manchas escuras na pele (causada pelo tecido gangrenado, necrosando o tecido do nariz, dedos dos pés e mãos);
  • Dificuldade de respirar;
  • Dor no peito;
  • Tosse constante, em alguns casos contendo sangue.  

Sua propagação consistia no contato com as pulgas contaminadas. Uma vez infectado, a transmissão se dava pelo contagio da secreção de gotículas lançadas pela tosse ou espirro. Nesse sentido, as condições precárias de insalubridade e falta de saneamento básico da época impulsionaram a sua propagação.

Na época não existia antibiótico (criada por Flemming em 1928). Curandeiros cristãos, médicos e alquimistas tentavam aliviar os sintomas dos enfermos, sem muito sucesso. Sua principal função era isolar o paciente para evitar a propagação. Além disso, davam o prognóstico e os assistiam, sem muito contato para não arriscar sua própria vida.

Os médicos usavam a famosa mascara em formato de bico de pássaro. Naquele tempo, acreditava-se que a doença era passada por miasma, o odor fétido do tecido em putrefação.

Portanto, a função do bico era a de evitar que o profissional respirasse o odor e se contaminasse. Assim, ele era preenchido com Teriaga, considerada como um antídoto com mais de 55 ervas.

Pandemias

As pessoas relacionam a peste negra somente com a pandemia que ocorreu no final da idade média. No entanto, ocorreram três pandemias durante a história: a Praga de Justiniano (541 a 544), a grande pandemia (1347 e 1351) e a terceira peste (1855). A estimativa total de óbitos é de 75 a 200 milhões de pessoas.

A primeira pandemia foi a Praga de Justiniano, que se manifestou no Império Bizantino durante o reinado do Imperador Justiniano. Estima-se a causadora da morte de 25 a 50 milhões de pessoas no século VI.

Estudos genéticos apontam que a bactéria surgiu na China. Posteriormente, foi transmitida pelas pulgas, que vieram junto com os ratos em navios mercantes. 

Como o próprio nome diz, a maior pandemia foi a segunda, que causou a morte de cerca de no mínimo 1/3 da população europeia do século XIV. Os números são imprecisos, mas giram em torno de 25 a 100 milhões de óbitos.

Por sua vez, a terceira e ultima grande peste surgiu no século XIX e matou mais de 12 milhões de pessoas na Índia, e principalmente Iunã, China, durante o quinto ano do imperador Xianfeng da dinastia Qing.

Gostou do artigo “Peste negra: a maior pandemia”? Confira o nosso artigo sobre as 5 pandemias mais mortais da humanidade Clicando aqui!

Outros Artigos

Entre para nossa lista e receba conteúdos exclusivos!

contato@meuguru.com

CNPJ 42.269.770/0001-84

Nos siga nas redes!