Principais avanços da medicina em 2022

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Principais avanços da medicina em 2022

Confira os principais avanços da medicina em 2022, com os feitos inéditos e/ou revolucionários na área da saúde.

Estudo de vacinas contra Cânceres

Cientistas da Universidade de Oxford (Reino Unido) iniciaram testes de uma vacina experimental contra os cânceres de pulmão, próstata e ovários.

A vacina possui como alvo atacar a survivina, uma proteína liberada pelas células cancerígenas e consequentemente inibe a apoptose (morte celular programada) destas células.

Nesse sentido, as farmacêuticas Moderna e MSD estão avançando no desenvolvimento de uma vacina contra o melanoma, o tipo de câncer de pele mais agressivo. O imunizante foi desenvolvido com a tecnologia de RNA mensageiro (RNAm), da mesma forma da vacina desenvolvida pela Moderna e Pfizer contra a Covid-19. A dose é personalizada para o paciente.

Diabetes controlado sem insulina

A FDA aprovou o primeiro tratamento que retarda a diebetes tipo 1, o Tzield. Trata-se de um anticorpo humanizado anti-CD3, capaz de reduzir a destruição das células β-pancreáticas.

Da mesma forma, pesquisadores da Escola de Medicina de Yale conseguiram controlar a doença em animais apenas com o uso de ultrassom para estimular as vias neurometabólicas do corpo, sem a necessidade do uso da insulina.

Além disso, outro avanço é a recém-descoberta molécula FGF1, capaz de regular os níveis de glicose no sangue. No entanto, ainda não testada em humanos.

Terapias gênicas

Já conhecida em estudos para o tratamento do câncer, os cientistas agora estão expandindo a terapia gênica para outras doenças.

O primeiro tratamento foi aprovado para pacientes com hemofilia B, nos EUA. Trata-se do Hemgenix, que atua reprogramação das células do paciente por meio da modificação de seus genes.

Além disso, também estão disponíveis para talassemia beta e atrofia muscular espinhal (AME).

Sangue feito em laboratório

Hemácias já estão sendo produzidas em laboratório a partir de células-tronco por pesquisadores do Serviço Nacional de Saúde (NHS) no Reino Unido. Embora a produção seja atualmente pequena, os ensaios clínicos já começaram a rastrear a aceitabilidade no corpo. No futuro, o método pode ajudar indivíduos que buscam transfusões com tipos sanguíneos incomuns, como o dourado (Rh nulo).

Mini-orgãos

Os cientistas criaram mini-órgãos humanos (ou organoides) para analisar eventos complicados dentro do organismo. O método permite a produção de modelos 3D que são mais parecidos com órgãos humanos do que o crescimento celular em uma placa de Petri (2D).

Eles foram aplicados este ano para compreender os efeitos das doenças cardíacas e do COVID-19. Desse modo, pode diminuir consideravelmente a necessidade de experimentação animal no futuro com modelos cada vez mais realistas.

Posteriormente, pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, deram um passo adiante e transplantaram tecido cerebral humano para o cérebro de camundongos. O intuito é compreender melhor doenças cerebrais, como autismo e esquizofrenia.

Transplante de coração de porco geneticamente modificado

É isso mesmo, o coração de um porco foi transplantado com sucesso para um homem por cientistas da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos.

O paciente, que estava em estado terminal antes da operação, faleceu alguns meses depois. Contudo, abre precedentes para estudos futuros.

Cura do HIV

A cura de 4 pessoas com HIV positivo foi anunciado ao longo do ano de 2022. Doadores de medula óssea com uma mutação única resistente ao HIV tornou o tratamento viável.

Os pacientes também tinham câncer e passou pelo procedimento com células-tronco ou transplante de medula óssea para tratar ambas as condições.

No entanto, o procedimento tem gerado debate na comunidade científica em casos de pacientes que não estão em câncer terminal, pois podem resultar na morte do paciente.

Recuperação do movimento

Com a ajuda de um dispositivo colocado na medula espinhal, três paraplégicos conseguiram recuperar a capacidade de andar este ano. Graças aos esforços de cientistas da Swiss Federal University of Technology em Lausanne, a notável realização foi possível.

Um marca-passo instalado na região do abdômen opera o mecanismo. Em seguida, é gerenciado por um software de inteligência artificial que reativa os neurônios. O italiano Michael Roccati, 29 anos, tornou-se a primeira pessoa no mundo a recuperar a capacidade de andar após um terrível acidente que resultou no rompimento de sua medula espinhal.

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