O ser humano é adaptável. A gente tem que se adaptar àquilo que a vida nos oferece no momento, não é só a moradia, a palafita, não é só a madeira, certas vezes é o mau cheiro da maré, a água contaminada, é você tendo que manter seu barraco mais limpo possível para evitar que rato entre”, disse Douglas Fernando, mais conhecido como Playboy, morador de palafita no Beko Capui, bairro do Pina, Zona Sul do Recife. De acordo com ele, o ‘morar em palafita’ não se resume apenas às péssimas condições e estrutura. “Muitas vezes até o próprio tamanho da moradia contribui muito no estresse. Por ser pequeno, muita gente dentro de casa, pouco espaço para transitar. São crianças”.
O drama e a esperança pelo outro dia melhor dos moradores das palafitas do Pina (Rafael Bandeira/LeiaJáImagens)
Fonte: ‘Pai, por que a gente mora aqui?’: O enredo das palafitas | LeiaJá (leiaja.com)
A respeito das características da vulnerabilidade socioambiental das palafitas do bairro de Pina, assinale as duas alternativas corretas.
as boas condições de moradia, em quer se encontram soluções baseadas na esperança de dias melhores.
o perigo de morar em áreas de risco, enfrentando o mau cheiro e a força das marés.
os fatores que contribuem para a boa vizinhança como o pouco espaço para o trânsito das crianças.
a qualidade de vida por manter o barraco limpo e livre de pragas, como os ratos.
os riscos sociais e ambientais causados pela água contaminada e o estresse de morar em um espaço pequeno e com muita gente.