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A Lei nº 12.403/2011 ampliou o uso da monitoração eletrônica no Brasil. Em que contexto a monitoração eletrônica foi classificada como uma medida cautelar? Escolha uma opção: a. Como uma alternativa inicial à prisão preventiva, antes de qualquer outra medida. b. Como a última alternativa a ser utilizada, após análise das demais medidas menos restritivas. c. Como uma punição adicional a ser aplicada juntamente com a prisão preventiva. d. Como uma medida obrigatória para todos os indivíduos em prisão domiciliar.

C

Cintia

30/03/26

Resposta do Guru IA

Resposta

Letra b

A Lei nº 12.403/2011 promoveu uma reforma significativa no Código de Processo Penal brasileiro, introduzindo diversas medidas cautelares alternativas à prisão (Art. 319, inciso IX), fundamentadas nos princípios da necessidade, adequação e proporcionalidade.

Análise da Alternativa Correta

A alternativa b está correta porque, no sistema jurídico brasileiro, a prisão preventiva é considerada a extrema ratio (última razão). Segundo o Art. 282, § 6º do CPP, a prisão preventiva somente será determinada quando não for cabível a sua substituição por outra medida cautelar. Nesse cenário, a monitoração eletrônica é aplicada preferencialmente como uma alternativa menos gravosa que o cárcere, devendo o juiz analisar se as demais medidas (como o comparecimento periódico em juízo ou a proibição de contato) são suficientes antes de decretar a medida de monitoramento ou a própria prisão.

Por que as outras alternativas estão incorretas?

  • a. Incorreta: A monitoração não é necessariamente a "alternativa inicial". O juiz deve escolher a medida mais adequada ao caso concreto entre o rol do Art. 319, começando pelas menos restritivas.
  • c. Incorreta: As medidas cautelares visam substituir a prisão preventiva, e não serem aplicadas "juntamente" com ela como uma punição adicional. Se o indivíduo está preso preventivamente em unidade prisional, o monitoramento perde seu objeto lógico de fiscalização externa.
  • d. Incorreta: Embora a monitoração seja frequentemente associada à prisão domiciliar, ela não é obrigatória em todos os casos. O magistrado possui discricionariedade para decidir, com base nos riscos do processo, se a vigilância eletrônica é indispensável para aquele réu específico em domicílio.
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