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A linguagem da brincadeira é tratada como um conteúdo que deve ser ensinado. O objetivo principal ressaltado para essas “atividades” é ensinar a brincadeira, mas não necessariamente brincar. DEBORTOLI, J. A. O. Brincadeira. In: GOMES, C. L. (org.). Dicionário Crítico do Lazer. Belo Horizonte: Autêntica, 2004. Analisando o fragmento de texto exposto acima, pode-se afirmar que diz respeito à: Alternativas Alternativa 1: Brincadeira pedagógica. Alternativa 2: Brincadeira dirigida. Alternativa 3: Brincadeira recreativa. Alternativa 4: Brincadeira livre. Alternativa 5: Brincadeira de aprender.

L

Laura

10/04/26

Resposta do Guru IA

Resposta

Alternativa 1

O fragmento de texto refere-se à brincadeira pedagógica, ou à pedagogização do brincar no ambiente escolar.

Explicação Passo a Passo:

  1. A Instrumentalização do Brincar: O texto de Debortoli discute como, muitas vezes, a escola e os professores utilizam a brincadeira apenas como uma ferramenta ou "veículo" para o ensino de conteúdos acadêmicos ou comportamentais. Nesse cenário, o foco não é a experiência lúdica em si (o prazer de brincar), mas sim o alcance de objetivos didáticos pré-estabelecidos.
  2. Ensinar a Brincadeira vs. Brincar: Quando o objetivo passa a ser "ensinar a brincadeira" como um conteúdo formal, a atividade perde sua característica de gratuidade e espontaneidade. Ela se torna um recurso pedagógico estruturado onde a criança é conduzida a aprender uma regra ou conceito, transformando o ato de brincar em um "trabalho" disfarçado de diversão.
  3. Contexto do Autor: Debortoli critica a visão funcionalista da brincadeira na escola, onde a linguagem lúdica é "pedagogizada", ou seja, submetida estritamente às normas do currículo escolar, o que pode esvaziar o sentido original do brincar como expressão de liberdade.

Por que as outras alternativas estão incorretas?

  • Alternativa 2 (Brincadeira dirigida): Embora a brincadeira pedagógica seja muitas vezes dirigida, o termo "dirigida" refere-se especificamente à mediação direta do adulto na condução da atividade, enquanto o texto foca na transformação da brincadeira em um conteúdo/objetivo de ensino (pedagogização).
  • Alternativa 3 (Brincadeira recreativa): A brincadeira recreativa foca no entretenimento, no lazer e na diversão imediata, não necessariamente na obrigatoriedade de ensinar um conteúdo específico ou na linguagem como conteúdo.
  • Alternativa 4 (Brincadeira livre): É o oposto do que o texto descreve. Na brincadeira livre, a criança detém o controle sobre o tempo, o espaço e as regras, sem a imposição de um objetivo de aprendizagem formal.
  • Alternativa 5 (Brincadeira de aprender): Este não é um termo técnico consolidado na literatura citada para definir a categoria de tratamento do conteúdo lúdico na escola, tratando-se de uma expressão genérica.
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