(FCC - DPE/RS, 2017, adaptada) Em novembro de 1983, sob os auspícios da Unesco, reuniram-se em Paris várias organizações representando mais de 400 mil profissionais de imprensa. Os Princípios Internacionais da Ética no Jornalismo aprovadas em 1983 reconhecem que: a. a informação jornalística é um bem social, mas tem um valor de mercado. b. a imagem da realidade disseminada pelo jornalista deve ser subjetiva. c. a natureza da profissão exige que o jornalista promova o acesso do público à informação. d. o jornalista deve respeitar a propriedade intelectual, mas socializá-la quando o interesse público necessitar. e. o sigilo da fonte tem como limite a necessidade social e jurídica de seu conhecimento.
E
Elaine
Resposta do Guru IA
Resposta
Alternativa C
Os Princípios Internacionais de Ética no Jornalismo, estabelecidos sob a égide da UNESCO em 1983, consolidaram a visão do jornalismo como um compromisso social e democrático.
- Acesso à Informação: O Princípio II destaca o papel do jornalista em promover o acesso do público à informação. Segundo este preceito, a missão do jornalista é garantir que o cidadão receba uma imagem fidedigna da realidade, permitindo-lhe exercer o seu direito humano fundamental de ser informado de forma objetiva.
- Responsabilidade Social: O documento enfatiza que a informação é um bem social e não uma simples mercadoria, o que impõe ao profissional o dever de atuar em prol do interesse da coletividade, facilitando a participação social por meio do esclarecimento dos fatos.
Por que as outras alternativas estão incorretas?
- Alternativa A: Embora o jornalismo possua uma dimensão econômica, os Princípios da UNESCO (especificamente o Princípio III) reforçam que a informação é, acima de tudo, um bem social e não uma mercadoria sujeita apenas às leis de mercado.
- Alternativa B: O Princípio I estabelece que a tarefa primordial do jornalista é fornecer uma "imagem objetiva da realidade", combatendo a manipulação e a subjetividade distorcida.
- Alternativa D: O documento defende o respeito à propriedade intelectual e o combate ao plágio como normas éticas universais, mas não estabelece a "socialização" compulsória da propriedade intelectual nos termos descritos.
- Alternativa E: O sigilo profissional é tratado como um direito fundamental do jornalista para garantir a proteção de suas fontes e a liberdade de informar, sendo um pilar da autonomia profissional, e não algo a ser quebrado por mera "conveniência jurídica".
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