A Teoria Contingencial surgiu por volta de 1967 e aponta que não é possível alcançar a eficácia organizacional através de uma única teoria ou uma única fórmula, uma vez que as organizações têm objetivos diferentes e os ambientes em que elas estão inseridas também são diferentes. Para essa teoria, tudo é relativo, tudo varia, tendo como modelo organizacional, a estrutura em redes e em equipes. A abordagem contingencial explica que existe uma relação funcional entre as condições do ambiente e as técnicas administrativas apropriadas para o alcance eficaz dos objetivos da organização. As variáveis ambientais são variáveis independentes, enquanto as técnicas administrativas são variáveis dependentes dentro de uma relação funcional. Na realidade, não existe uma causalidade direta entre essas variáveis independentes e dependentes, pois o ambiente não causa a ocorrência de técnicas administrativas. Em vez de relação de causa e efeito entre as variáveis do ambiente (independentes) e as variáveis administrativas (dependentes), existe uma relação funcional entre elas. A Teoria contingencial nasceu a partir de uma série de pesquisas feitas para verificar quais os modelos de estrutura organizacionais mais eficazes em determinados tipos de indústrias. Essas pesquisas e estudos foram contingentes na medida em que procuravam compreender e explicar o modo pelo qual as empresas funcionavam em diferentes condições. A Teoria da Contingência valoriza a tecnologia de forma que ela passou a ter um importante papel na estrutura da organização. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à Elsevier, 2003. Adaptado. Teoria Geral da Administração. 7.ed. rev. e atual. Rio de Janeiro: A partir do contexto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas. 1. Para a Teoria Contingencial é o ambiente que condiciona a organização. PORQUE II. A organização é um sistema composto de subsistemas definido por limites. A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA. A) As asserções I e II são proposições verdadeiras, e a II é uma justificativa da I. B) As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a II não é uma justificativa da 1. proposição falsa. C) A asserção I é uma proposição verdadeira, e a II é uma D) A asserção I é uma proposição falsa, e a II é uma proposição verdadeira. E) As asserções I e II são proposições falsas.
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Eduardo
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