No cenário normativo da atividade de Contrainteligência, a Política Nacional de Inteligência de Segurança Pública (PNISP) emerge como um referencial fundamental. Esta política abrange uma série de instrumentos destinados a aprimorar a eficácia da inteligência e contrainteligência no contexto da segurança pública. Quanto ao contexto normativo da atividade de Contrainteligência, a Política Nacional de Inteligência de Segurança Pública (PNISP) estabelece dentre seus instrumentos:
a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico no âmbito da inteligência e da contrainteligência de segurança pública.
a inteligência de sinais e identificação como ferramenta para identificar fatos ou situações que representam ameaças, riscos ou oportunidades que possam impactar na atuação dos órgãos que integram o SUSP.
a inteligência cibernética como ferramenta de proteção da atividade de inteligência de segurança pública e os seus ativos.
a inteligência financeira como ferramenta de enfrentamento ao crime organizado, a lavagem de dinheiro e a corrupção.
a inteligência cibernética e de sinais, como ferramenta de enfrentamento ao crime organizado e às áreas de interesse da segurança pública, no espaço cibernético por meio dele.