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vinicius

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Estudos Gerais04/10/2025

1. No caderno, transcreva, da primeira parte do poema, os el...

  1. No caderno, transcreva, da primeira parte do poema, os elementos que indicam o desconhecimento da mãe sobre o futuro do filho.

a) Explique o que, segundo o eu lírico, seria melhor que essa mãe fizesse pelo filho. b) O que a mãe ensina ao filho por ignorar seu destino como escravo?

  1. Na segunda parte do poema, os ensinamentos que o eu lírico aconselha que a mãe do filho são diferentes da primeira parte. Que ensinamentos são esses? Por que são necessários?

a) Por meio desses conselhos, quais aspectos do cotidiano da escravidão são apresentados? b) Explique que visão sobre a escravidão o eu lírico revela ao enumerar esses aspectos.

  1. Releia.

Ensina-lhes as dores de um fero trabalho... trabalho que pagam com pútrido pão. Depois que os amigos acorrem ao trono... Depois que adormece o cão de um cão.

Criança — não trema dos transe de um mártir! Mancebo — não sonhe delírios de amor! Marido — que a esposa conduza sorrindo Ao leito devasso do próprio Senhor...

a) Qual é a imagem do senhor de escravos que pode ser identificada nessas estrofes?

b) A escravidão era vista de forma negativa pela sociedade do século XIX? Por quê?

O texto a seguir refere-se às questões 4 a 7.

Texto 2

Adormecida

A visão de uma jovem que dorme é a inspiração para este poema de amor.

Uma noite eu me lembro... Ela dormia Numa rede encostada lentamente... Quase aberto o roupão, — só o cabelo E o pé descalço do tapete rente.

‘Slava aberta a janela. Um cheiro agreste Exalavam as silvas da campina. E ao longe, num pedaço do horizonte, Via-se a noite plácida e divina.

De um jasminheiro os galhos encurvados, Indiscretos entravam pela sala.

  1. O poema descreve uma cena presenciada pelo eu lírico: sua amada adormecida em uma rede. a) Como a jovem é caracterizada? b) Essa caracterização sugere uma imagem de mulher mais sensual, diferente daquela apresentada pelos poetas da segunda geração romântica. Justifique, exemplificando suas afirmações com expressões do texto.

  2. Além do moço, outra “personagem” aparece: o jasmeiro. Que papel ele desempenha?

Transcreva no caderno as expressões que indicam a personificação desse elemento da natureza.

  1. A personificação do jasmineiro e as reações da jovem aos seus “beijos” contribuem para reforçar a sensibilidade da cena. Explique por quê.

  2. Releia.

“Ó flor! — tu és a virgem das campinas! ‘Virgem! — tu és a flor de minha vida...’

De que maneira, nesses versos, o eu lírico estabelece um paralelo de identificação entre a mulher e a natureza?

Question image: 1. No caderno, transcreva, da primeira parte do poema, os elementos que indicam o desconhecimento da mãe sobre o futuro do filho.

a) Explique o que, segundo o eu lírico, seria melhor que essa mãe fizesse pelo filho.
b) O que a mãe ensina ao filho por ignorar seu destino como escravo?

2. Na segunda parte do poema, os ensinamentos que o eu lírico aconselha que a mãe do filho são diferentes da primeira parte. Que ensinamentos são esses? Por que são necessários?

a) Por meio desses conselhos, quais aspectos do cotidiano da escravidão são apresentados?
b) Explique que visão sobre a escravidão o eu lírico revela ao enumerar esses aspectos.

3. Releia.

Ensina-lhes as dores de um fero trabalho...
trabalho que pagam com pútrido pão.
Depois que os amigos acorrem ao trono...
Depois que adormece o cão de um cão.

Criança — não trema dos transe de um mártir!
Mancebo — não sonhe delírios de amor!
Marido — que a esposa conduza sorrindo
Ao leito devasso do próprio Senhor...

a) Qual é a imagem do senhor de escravos que pode ser identificada nessas estrofes?

b) A escravidão era vista de forma negativa pela sociedade do século XIX? Por quê?

O texto a seguir refere-se às questões 4 a 7.

Texto 2

Adormecida

A visão de uma jovem que dorme é a inspiração para este poema de amor.

Uma noite eu me lembro... Ela dormia
Numa rede encostada lentamente...
Quase aberto o roupão, — só o cabelo
E o pé descalço do tapete rente.

‘Slava aberta a janela. Um cheiro agreste
Exalavam as silvas da campina.
E ao longe, num pedaço do horizonte,
Via-se a noite plácida e divina.

De um jasminheiro os galhos encurvados,
Indiscretos entravam pela sala.

4. O poema descreve uma cena presenciada pelo eu lírico: sua amada adormecida em uma rede.
a) Como a jovem é caracterizada?
b) Essa caracterização sugere uma imagem de mulher mais sensual, diferente daquela apresentada pelos poetas da segunda geração romântica. Justifique, exemplificando suas afirmações com expressões do texto.

5. Além do moço, outra “personagem” aparece: o jasmeiro. Que papel ele desempenha?

Transcreva no caderno as expressões que indicam a personificação desse elemento da natureza.

6. A personificação do jasmineiro e as reações da jovem aos seus “beijos” contribuem para reforçar a sensibilidade da cena. Explique por quê.

7. Releia.

“Ó flor! — tu és a virgem das campinas!
‘Virgem! — tu és a flor de minha vida...’

De que maneira, nesses versos, o eu lírico estabelece um paralelo de identificação entre a mulher e a natureza?
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