(CP2 2017) Isabela, de cinco anos, estava com febre e muita tosse. Ana, sua mãe, resolveu levá-la ao pediatra, que prescreveu o seguinte tratamento:
- xarope “A”, de dez em dez horas, somente enquanto a tosse persistisse;
- antitérmico “B”, de seis em seis horas, apenas enquanto a febre perdurasse;
- antibiótico “C”, de oito em oito horas, durante dez dias ininterruptos.
Sua mãe, muito precavida, logo após comprar toda a medicação, começou o tratamento, dando à menina uma dose (simultânea) dos três medicamentos, às 16 horas do dia 01/10/2016.
Ana também elaborou uma tabela, em que ia anotando todos os horários em que a filha tomava cada um dos remédios. Sabe-se que a febre desapareceu ao final do terceiro dia completo de tratamento (72 horas), mas a tosse só acabou definitivamente após cinco dias inteiros de uso do xarope.
Sendo assim, podemos afirmar que, no dia 03/10/2016, às 16 horas, a menina tomou, simultaneamente, os medicamentos:
Código: 5dde871905370107d3fe41e9
a) A, B e C.
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b) A e B.
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c) B e C.
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d) A e C.