De acordo com os estudos sobre diferenças entre os sexos no Transtorno do Espectro Autista (TEA), assinale a alternativa INCORRETA:
Pesquisas com análises de estudos populacionais de grande escala, apontam para uma frequência de autismo duas a três vezes maior no sexo masculino, independentemente do nível intelectual.
Na Coreia do Sul, a frequência estimada é de 0,7% entre crianças do sexo feminino e de 1,5% nas do sexo masculino.
Pode ser que ocorram fatores de proteção específicos ao sexo feminino e que meninas precisem de maior carga de condições genéticos e ambientais para alcançar o limite do diagnóstico.
Há que se considerar, entretanto, que o reconhecimento possa ser menor e mais tardio entre meninas, principalmente naquelas de alto funcionamento cognitivo. Estereótipos de gênero e critérios diagnósticos de comportamentos mais facilmente identificados no sexo masculino, podem estar envolvidos nessa diferença.