Estudos traçam um cenário preocupante para a biodiversidade recifal nas próximas décadas, com possível perda de espécies e mudanças ecossistêmicas profundas. Pesquisas indicam que o aquecimento global esteja interferindo nos recifes de corais australianos, por exemplo. Cerca de 13% do recife reduziu desde 1990.
O excesso de gás carbônico produzido por atividades humanas pode:
Reduzir a camada de ozônio e intensificar a entrada de raios UV nos oceanos. Esses raios devem causar danos nas células dos corais e provocar a morte deles.
Intensificar a eutrofização nos oceanos e diminuir a taxa de gás oxigênio dissolvido na água. Isso provoca a morte dos corais.
Reagir com gases sulfídricos e formar a chuva ácida. A mudança no pH da água provoca a destruição dos endoesqueletos dos corais.
Ser absorvido pelos oceanos e formar o ácido carbônico, que pode dissolver o esqueleto dos corais. Isso ocasionará a perda da sustentação do animal.
Aumentar a temperatura da água e, com isso, as células do animal começam a se desintegrar e não conseguem manter o esqueleto de fosfato de cálcio resistente.