Leia o inicio da entrevista que Emicida concedeu ao jornal Folha de S. Paulo. Brasil não lida bem com pluralidade, em especial com a de pretos, diz Emicida
Músico lança livro infantil que discute o medo e fala sobre como a leitura foi negada \( a_{\epsilon} \) racismo e a nova geração đa luta negra
Marina Lourenço
São Paulo Dias após ser indicado a duas categorias - melhor álbum e melhor cançāo em língua portuguesa - do Grammy Latino 2020, o rapper Emicida, de 35 anos, lançou neste mês seu terceiro livro, "E Foi Assim Que Eu e a Escuridão Ficamos Amigas".
A obra, direcionada ao público infantil - ou "aos pequenos" como diz o autor - tem como tema um sentimento existente em muitas pessoas, o medo do escuro. Repleto de ilustraçōes de Aldo Fabrini, o livro personifica emoçōes humanas e dispensa maniqueismos ao retratar o que há por trás do medo e da coragem.
Em 13 de outubro, Emicida anunciou o documentário "AmarElo - É Tudo Pra Ontem", que tem estreia prevista para 8 de dezembro na Netflix. O filme mescla momentos históricos do país com o épico show do músico no Theatro Municipal de São Paulo, em novembro do ano passado.
Ele fala agora sobre sua relação com a literatura, o que tem feito em meio à pandemia do novo coronavirus, a explosão do movimento Lives Matter em 2020 e a polêmica em que esteve envolvido em junho, quando publicou um vídeo de sete minutos dizendo o porquê de nâo comparecer aos atos antirzacistas.
a) O título da entrevista e a nota que aparece após ele já anunciam dois assuntos que serão tratados no decorrer da conversa. Quais são eles?