O grande no das negociações para baixar as barreiras ao comercio no mundo de hoje é a agricultura. Durante anos, as rodadas multilaterais – aquelas que reúnem grande número de países – conseguiram reduzir os impostos de importação de produtos industrializados, o forte das nações ricas. O pleito dos países em desenvolvimento sobre mudanças no setor em que são competitivos, o agrícola, sempre foi colocado de lado, e continua a sê-lo: os produtos do campo enfrentam impostos de importação quatro vezes maiores que os aplicados aos manufaturados – sem contar os mais de 300 bilhões de dólares por ano que as nações ricas dão em subsídios aos seus agricultores e pecuaristas. No texto acima, admite-se que É por estes e por outros fatores dessa natureza que o Brasil tem assumido posturas intransigentes nas negociações da ALCA.