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França: A França foi uma das maiores potências coloniais na África, com um vasto império que incluía países como Argélia, Marrocos, Tunísia, Mali, Senegal, Costa do Marfim, Burkina Faso, Benin, Níger, Chade, República Centro-Africana, Gabão, Congo (Brazzaville), e Djibouti, entre outros.
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Reino Unido: O Império Britânico também teve uma presença significativa na África, controlando territórios como Egito (em condomínio com a França até 1914), Sudão (também em condomínio com a França até 1956), Gâmbia, Serra Leoa, Nigéria, Gana (Costa do Ouro), Camarões (em parte, após a Primeira Guerra Mundial), Quênia, Uganda, Tanzânia (incluindo Zanzibar), Malawi (Nyasaland), Zâmbia (Rodésia do Norte), Zimbábue (Rodésia do Sul), Botsuana (Protetorado da Bechuanalândia), África do Sul (controlada indiretamente através da União Sul-Africana), e Namíbia (Sudoeste Africano, administrado pela África do Sul após a Primeira Guerra Mundial).
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Portugal: Portugal foi uma das primeiras potências coloniais na África e manteve vastos territórios, incluindo Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe.
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Bélgica: A Bélgica controlava o vasto território do Congo Belga, que mais tarde se tornou a República Democrática do Congo.
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Itália: A Itália tinha colônias menores em comparação com as outras potências, mas ainda assim controlava a Líbia, Eritreia, e a Somália Italiana.
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Espanha: A Espanha tinha um império colonial menor na África, que incluía o Saara Ocidental, a Guiné Equatorial, e pequenas possessões como Ifni e o protetorado no norte de Marrocos.
Estes países dividiram a maior parte do continente africano entre si durante o período conhecido como Partilha da África, que ocorreu principalmente entre o final do século XIX e o início do século XX. A descolonização da África começou após a Segunda Guerra Mundial e se estendeu até a década de 1970, levando à independência da maioria das colônias africanas.