Para resolver este problema, vamos usar as equações do movimento uniformemente acelerado. Vamos considerar a aceleração devido à gravidade (g) para baixo como positiva, e vamos definir o sistema de coordenadas com a origem (y=0) no solo e y aumentando para cima.
Seja H a altura total do prédio, vB a velocidade inicial da bola B para cima, e t o tempo até a colisão. No momento da colisão, a posição das duas bolas será a mesma. Podemos escrever as equações de movimento para cada bola como segue:
Para a bola A (movendo-se para baixo a partir do topo do prédio):
yA=H−21gt2
Para a bola B (movendo-se para cima a partir do solo):
yB=vBt−21gt2
No ponto de colisão, yA=yB, então:
H−21gt2=vBt−21gt2
Isso simplifica para:
H=vBt
Agora, vamos considerar as velocidades das bolas no ponto de colisão. Dado que a velocidade da bola A é o dobro da velocidade da bola B no ponto de colisão, temos:
vA=2vB
A velocidade da bola A no ponto de colisão (descendo) é:
vA=gt
E a velocidade da bola B (subindo) é:
vB=vB−gt
Mas sabemos que vA=2vB, então substituímos vA=gt:
gt=2(vB−gt)
gt=2vB−2gt
3gt=2vB
Substituindo 2vB=3gt em H=vBt, obtemos:
H=(23gt)t=23gt2
Agora, vamos encontrar a fração da altura do prédio onde a colisão ocorre. A altura y no momento da colisão para qualquer uma das bolas é:
y=H−21gt2
Substituindo H=23gt2:
y=23gt2−21gt2=gt2
A fração da altura do prédio onde a colisão ocorre é dada por Hy:
Hy=23gt2gt2=32
Portanto, a colisão ocorre a 32 da altura do prédio a partir do solo.