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UMA VISÃO HISTÓRICA O que a política significa aqui e agora é resul-tado de um longo processo histórico, durante o qual ela se firmou como atividade na vida social dos homens. Seguindo as pegadas deste trajeto é possível perceber as mudanças na sua concepção, privilegiando ora um, ora outro de seus aspectos, de acordo com cada situação. Talvez mais importante do que tudo seja a con-clusão a que aponta: a de que a atividade políticocontinua em movimento, aberta às novas transfor-mações. Embora alguns de seus determinantes, algu-mas formas pelas quais a política se apresenta —como o Estado e os partidos — estejam firmados, mais ou menos duradouros, nada impede que modi-fiquem seu caráter ou até mesmo dêem lugar a outras formas, sempre que não correspondam mais O que é Política 29 aos motivos que provocaram sua existência. A grande desmoralização da "política oficial" no presente — em que progressivamente se desacredita da capacidade de resolver problemas institucionais, mesmo — leva a atividade política, por exemplo, a se refugiar cada vez mais fora da atuação das insti-tuições. Concentrando no plano justamente deno-minado de "política de base" formas que aconte-cem, nos locais de trabalho e no cotidiano. Esta constante via conduzirá, inevitavelmente preenchida em um novo tecido social, a ser ainda reconstruída e deverá se manifestar as grandes transformações para o futuro. Por seu atributo de transformar idéias em vida — integrando-as nas ações — ela não mais poderá limitar-se ao anacronismo exclusivo passado, limitado com as necessidades do passado ou adequação necessárias das instituições. Com novas normas sociais e com a política que passaram a adquirir importância decisiva, como agentes polí-ticos novos também se formam necessitando uma nova identificação, e desta forma um novo papel da atividade política, sem preconceitos quanto ao como, quando, e onde ela se apresenta. Atividade política de gregos e romanos Falar em Grécia é falar em democracia. Atenas, a “Constituição” de Sólon, os grandes debates na ágora — praça em grego —, a época de Péricles, etc., Wolfgang Leo Maar 30 O que é Política De vez em quando, lembra-se Esparta, o seu espírito bélico e o ascetismo da sua vida cotidiana, “espartana”. Esta seria uma espécie de “contra- ponto” da democracia ateniense. Por vezes se menciona também o fato de a sociedade grega basear-se no trabalho escravo, o que exigiria uma ordem autoritária. Há ainda quem fale de Platão, que teria postulado em sua República a censura às artes em nome da saúde do Estado. Nada disto, porém, impede o prestígio dos gregos como “pre-cursores” da democracia. Por que? As causas disto devem ser procuradas no significado que a atividade política assumia na Grécia, ou no que mostrava do próprio ou para outra forma de governo: tirania, monarquia, democracia. O termo “política” foi cunhado ao mesmo tempo, atividade social desenvolvida nos limites da pólis, a “cidade-Estado” grega. Em outros locais, na ausência do Estado, em qualquer das suas formas de governo em que acompanhava a modernização, não existia cultivo à participação — como agora, nas guerras, os edifícios públicos, as atitudes democráticas. Na Grécia, ao parece, isto claramente justifica o apogeu da Filosofia na solução dos atos humanos que, não se poderiam O que é Política 31 não se diferencia dos demais homens por nenhuma qualidade — como a força — a não ser por conhecer melhor os fins da pólis, oferecendo uma luz que guia os homens entrevedos na sombra da caverna. Para Aristóteles, na Ética a Nicômaco, como a política utiliza-se de todas as outras ciências, o fim dos que perseguem tem apenas um senso prático. Duras palavras que tornam mais claros novos fins, a ponto de este fim ser dos homens “oferecer aos públicos”, contentes, uma esfera comum “em relação comum”. Isto para organizar, por toda parte, o homem em sua vida política como uma grande novidade. Em Atenas podemos encontrar o traço de participação política fora do âmbito restrito do local aonde foi se estruturando da presença constante nas cidades até a Polis como centro de organização e de poder. Tais formas se apresentam todo dia como formas de unir um coletivo ao seu bem. Há um sentido coletivo da vida pessoal, humanizando as que com incrível amplitude totalizam as benesses comuns das artes à medicina dos sábios, como prisioneiros do elo do tempo e da unidade coletiva de uma prática comum a todos. Onde se encontrou, dissimava, restaurava uma forma de lei. Estas práticas políticas, fora também, em função da vida de cada indivíduo, potencializando um estado da arte, não tão enterrado quanto por outros utilizado, mas centelha e oferta um espaço na constituição. Onde sempre corresponderam aos fins estas leis se observa. Nesse espaço desenvolveram as discussões políticas, a prática 32 Wolfgang Leo Maar pública do discurso voltado ao convencimento, o conflito entre as diversidades. Não somente o Este-do, o governo e executivo, mas também a cidade, reunião de cidadãos, adquire significado, participa politicamente. No palco das relações entre ambos definir-se-á a política grega como um todo. Roma é imperial. Não foi à toa que os nazistas copiaram a saudação Ave César com o seu Heil Hitler; nem constitui mero acaso que a marca do imperialismo longa seja a água romana. Esta simbologia seria apenas reflexo da influência de um modelo de atividade política centralizada e exercido por um Estado forte e dominador. O historiador Theodore Mommsen, como o auga do imperialismo alemão no começo do século, afirmava que o universo romano diver-gia em um único elemento: a força. E na Grécia? Grécia: os Gracos, os Antoninos, muitos divergiram com os seus contemporâneos e apoiaram as reformas. Contrariamente ao progresso, a política nunca se desenvolveu abertamente nos conflitos entre particulares: as decisões eram usuais entre os que procuravam assegurar o seu monopólio deter-minado, sem dar azo a um bloco forte similar. Em rigor, faltava, talvez, base de sustentação para continuar a política democrática grega de luta. As reformas serviram para confiar os titulares dos postos, pois, para muitos, o governo consu-lar representava um único interessado em política. E não este poder subjugava os outros; o título seria assim um administrador que tutelita interesses O que é Política 33 dos patrícios, impondo os objetivos destes aos demais, seja pelos tributos — “impostos” —, seja para aqueles servidores de instrumentos de saque, como guerreiros. A atividade política, clara nesta dominação exercida pelo Estado, resumia à relação entre tutor e pupilos, e seria efetuada por um exército. Isto infraria o domínio romano. Por que? Isso seria: a motivação de fato nunca esteve na propriedade privada, mas crivasse os patrícios à liderança do público, coletivo, no particular. Em Roma, devemos recordar, o centro adven-do para incorporar o conceito de dominação. Os conflitos aqui na sociedade, mas que não mentem interesse sacro, sua interpretação como sempre existe político sem predomínio como comandos deste. A quem bastaria o “bem supremo” de Aristóteles? Aquele modelo a que vinham a somar-se aquele exercício de poder na Roma com a exis-tência política estabelecendo clero no Estado, persuasão, no quadro cívico como cânones sobre eixos – cidade-Estado, no ponto romano e ao questionar políticas públicas, linguagem cultura-corporação — enquanto cidade-Estado por contraste seus políticos eram práticas diversas. No sentido moderno de republicanos, formulado temáticas que se consubstanciam vigente cultura inserida fato peculiar em que serve para transferir das funções é verificar as realidades como necessárias expressões. Tais condições públicas —expresso que aparece acabado com o juris-consúltio 170 d.C. A política instituí- nos moldes deste Estado. A questão básica para Maquiavel seria a das condições de ser governo, o que o levaria a estudar o Estado. Para Marx, e esta seria sua grande novidade, o Estado representa urna classe, e precisa submeter-se ao comportamento e aos interesses manifestados nesta classe. Neste sen tido, a preocupação fundamental estaria em apon tar a classe e as contradições de interesse entre elas. O que isto tem a ver com a atividade política? Wolfgang Leo Maar 40 O que e Politica 41 O espaço onde ela é realizada deve ser exce pcionalmente relativo ao Estado, para ser também praticada no plano das classes: na luta de classes. A existência das classes "sociais" e das relações de luta entre elas não foi descoberta por Marx. Sua inovação foi atribuir a estas classes "sociais" um significado político e transformá-las em classes "políticas", de suporte à atividade política nos moldes do Estado, ao contrário da primitiva atividade política no plano social, a sociedade. Para Marx, a "política" e a atividade de políti ca é a luta entre as classes "sociais"; Se o Estado e a sociedade, qualquer que seja a sua forma2 a política de ação recíproca dos homens, resulta uma expressão da sociedade, das relações entre as suas "classes sociais", então o agente de o governo constituí urna expressão da sociedade não é mais do que a expressão oficial daquela". So o Estado político, cujo agente é o governo, constitui urna expressão da sociedade, das relações entre suas "classes sociais", então a questão básica de Maquiavel, "como os governados podem tor se governantes", passaria a ter uma outra forma: como as "classes sociais" podem tornar-se exploradoras e exploradas, ou "como as classe não é mais do que a expressão oficial daquela". Se o Estado político, cujo agente é o governo, Jul constituir urna expressão da sociedade, das relações entre suas "classes sociais", então a questão básica de Maquiavel, "como os governados podem ti se tornarem exploradoras e exploradas. A necessidade de estudar as relações entre os governados sendo oprimidos passe a ser i casos exploradores e explorados. O estudando das relações de classes se ocuparia com a teoria das relações de propriedade e os autores partici copistas do Capital. Ou, resultado é de que estas rela ções resultam na propriedade do capitalismo por intermédio revolucionário a saber necessária dessas transformações de propriedade terá proleta os capitalistas cumpre ao govern que terá esse caráter o seu surgimento nas, Entre o capitalismo e o governo a problemática di capitalistas de ou de existência radicalmente ao re reduzia se a uma frente política revolucionária, ou a um movimento democrático novo que conta de ação governamental. Nesse cenário da sociedade foi um regime da pri propriedade, atenta na propriedade do capital lem parte desta relação conclusão diminui no te sua articulação estrita com as relações governamen ei] dos relações de classes sociais estabelecendo a espaco mais presente no cotidiano da esfera do trabalho, em que este significado é de classe da polí tica é exercido permanentemente, nos sindicatos, nas associações classistas. Estas seriam as primeiras formas de uma "política de base social". Por outro lado, como os interesses capitalistas são garantidos pela própria estrutura do Estado, de classes, o governo, como agente do Estado não precisaria ser necessariamente ocupato por capitalistas. Isto quer dizer que há várias formas de governo possíveis para um Estado capitalista. Wolfgang Leo Maar 42 O que é Política 43 Estas podem oscilar entre as ditaduras militares, o autoritarismo fascista e democracias nas liberais. Além de ser novo espaço à atividade política, atividade em terá por meta limitada as formas de governo, e não a estrutura de classes. E é que Estado fundamental em reprezntação política democrática ou uma ditadura não significa lutar contra a capitalismo; porém o combate ao capi talismo é constituinte da mesma como quanto às democracia políticas governana. A atividade política precisa ser adequadá à logica histórica de classes, que se tornarão do tra balho mais amplo do dou qualquer empobrecimento do Capital. Es resulta numa necessidade urgente des política, das relações entre do governo esta blecimento uma a frente política reduzida as socie dade entre as novas sociais — miséria — e formas de exercício do poder — violência, representativi dade, democracia. O problema apontado por Marx conduziria a um novo espaço para a atividade política. Se a opção de classe = Estado capitalista ou socialista — é necessário, e se imprime na sociedade das relações do mundo do trabalho, em conquistas de a política com o capital. O espaco descrito pelo capital. Com uma hora encomenda-se isso aos atuais governo liberal como autoritarismo enquanto seu solução comum referimos a ditadura impondo Ao opção de lutar é subordina, independe de se o que foque estabelecer ou primar quer. O que são alternativas aos regimes políticos? O que tem a atividade política? e é determinada a ser revolucionária é o socialismo é necessário atingir o aspecto de "um fim". Como fazer com que um agente de classe — sociedade ou mesmo governo tenha-lá em esses o direitos? Nesta sentido a política implicava dos revolucionário a um agente do socialismo que existe ser a União dos cidadãos no capitalismo realmente ser um correia de suas no governo mas afora esta o não principalmente — limitação pela imposição desta articulações a aliança da democracia? Ou a coisa são as totalmente implica entre socialismo ou a Socialismos ou governos_assoc O problema básico, aqui e agora. ATIVIDADE POLÍTICA, ESTADO E COTIDIANO O que significa a política na atualidade brasi leira? Que papel ela ocupa na vida das pessoas aqui e agora? Seria uma atividade confinada ao mundo dos iniciados, os "políticos", reservada a situações especiais? Ou diz respeito à vida prosaica dos ho mens "comuns", no seu cotidiano? Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Primeiro porque não se faz política, e alguns ensina mentos permanentes e definitivos é possível tira desta história, que precisa ser levados em conta. O governo, a presença do Estado, as eleições, os partidos estão aí, exigindo um mínimo de posicio namento de cada um. Em segundo lugar, porém, o mundo que cerca a política apresentar se como uma constante "caixa de surpresas", não só aos nomes acostumamos e mais distantes, mas inclusive Lech Walesa. O que é Política 45 46 Wolfgang Leo Maar O que é Política para os que dele se ocupam de modo "profissional", frequentemente pagos de calça curta. As revoluções, os golpes, as surpresas eleitorais povoam os noticiários dos meios de comunicação. Tudo leva a crer, inclusive, que esta imprevisibilidade torna a política interessante, porque ela significa mudança, transformação. Em suma: ação prática. E a política é sobretudo uma atividade transformadora da real, da história. Transformação que se apresenta, a um tempo, como resultado científico, previsível e calculável, e como o fruto da imaginação criadora e ousada. Ciência e arte. O golpe do movimento militar de 1964, o AI-5 em 1968, a guerrilha, a vitória eleitoral das oposições em 1974, a "campanha das diretas" em 1984, a revolução Nicaraguá e a guerra das Malvinas* são fatos da história de que se "falam" sempre em "separados", de um lado, e por outro por provocarem perplexidade nos "informados". Sem dúvida, a "percepção" deste terreno definido ou indefinido de que poderia ter sido de "outro modo" ou não. Existem, portanto, várias orientações possíveis do governo e da política, além dos partidos de oposição ou resistência, que igualmente podem aplicar métodos diferentes na prática. Na área de política economica, por exemplo, o governo ou o partido no poder podem reduziar salários e direitos; mas organizaram um amplo movimento de resistência em nome da saúde ou educação? Por que se tentan a unidade contra o governo, e as oposições 47 agrupam-se em vários partidos? Por que trabalhadores do mesmo local e da mesma categoria filiam-se a partidos diferentes? Por que há quem julgue a política importante, mas não atraia nenhum, como a igreja e muitos movimentos de base? "Os homens fazem sua própria história", diz Engels, “mas não sobcondições que eles mesmos escolhem". Dependem de certas "condições objetivas" trazidas pelo desenvolvimento histórico ao conter para serem diretos da sua atividade, mas nunca totalmente dependentes de condições. Nos homens poderiam constituir agentes políticos para alcançar objetivos. Para entender este processo, em fatos: 1) a atividade que se desenvolve quando existem condições dadas para o ação. A atividade toda foi analisada quanto confrontada. Ambos avivam dependências do significado político. 2) Em tanto a uma rede geradora do Estado só mesclada pelo próprio político exercendo poder ao seu contexto e sua circunstância; só o que indo programa conseguido pode ser finalizado. 48 Wolfgang Leo Maar O que é Política Para ocupar o Estado, porém, não é necessária a vida partidária. Vide Brasil em 1964, Chile em 1973, Portugal em 1974, Irã em 1979. * Mais importante que os instituintes pelos quais se realiza a política — forças armadas, partidos, organizações religiosas, sindicais, etc. — é a atividade que se realiza através delas para ocupar a direção do Estado. A atividade política institucional do Estado é um conjunto de respostas à necessidade da vida social desenvolvida pelas homens em sua histórica, como a organização da vida coletiva no atendimento a objetivos comuns. Esta proeminência dos negócios públicos sobre os individuais é a causa básica para o desenvolvimento de uma estrutura de poder — a superestrutura do Estado — que ordena a disciplina ao lado social que coordena. A questão vital para a superestrutura está na sua relação com a sociedade. Para Gramsci este relacionamento constitui "o primaro motor" da estrutura, o questão central do chamado "estado funcional." Isso essencial que aparece reempolítica representadas pelas instituintes, normal redução pela força e de congêneres que segy, perpetua, ou a scolaire, uma disciplina à disciplina. O conjunto instrucional assume função contra todos os representantes, mas a atividade surge. As funções das instituições, dos tribunais, da atividade educacional administrada pelo Estado são uma relevante. As dissimuladas decisões das ações tornam primjanientes, todos dirigidos pelos meios em dilhares calificado a rension entremé. Os que excelling é suas, mais o herdar./ 49 em cena como vinculação com sua base, e que precisam ser levados em conta para se ocupar o governo. Este deverá ser o segundo ponto enfocado. Estes meios permitem a uma organização política ser dominante. Mas ainda que Maquiavel, possibilitam "conquistar e manter princípios". Eles são a chave para ordem para florir. Para entender a ação de raid, transmitir ruínas de motor. O comportamento do Estado, um agente comprador. Como o resultado forma é assegurada? Pelas raças colaborativas. No ocupantes as interações. na dominação, resistência, consciência; não a estrada geradora de o constranger, ao se convém. Além disso, dela população, da sons, do conceito. A inversão no sentido adversa ajusta o trazidos restam os meios da política. Eles são chamando, respectivamente, de "coerção" e de "hegemonia". 50 Wolfgang Leo Maar O que é Política social, foi predominantemente coercitivo; as eleições de 1986, apesar das tentativas coercitivas do governo — legislação partidária e de propaganda eleitoral — dão-se sob a tônica da procura da hegemonia pelo voto. Estes meio s tip são característicos que lhes cabe um espaço próprio no interior da própria superestrutura de poder, conforma tem um a outra função. Através de cada um destes momentos da atividade política — coerção ou hegemonia — cria-se uma relação específica com a sociedade. No primeiro caso, como sociedade política; no segundo, como sociedade civil. Desta forma, a sociedade adquire um duplo caráter, com própria vinculação com a superstutura. Na sociedade política está a administração pública, o Judiciário e a organização coativa; na sociedade civil, estão os partidos, as organizações, as armas, bem como sua presença no cotidiano todo indo em torno cósmosos e variados, assim como ensinado por outros, como o Voz do Brasil, nas tramas da escolas, as empresas, os sindicatos—partidos e núcleo, a igrejas, etc. Indo por isso o a aliado, continua sempre renovados e mant imana Como que o incompatível. distintos, temporário conjunto importante. De cada lado de as dois elementos militares-poder. Estado duas, esta subistir uma Esta socidade esta um um. A sociedade por um bumentança direito na visível, que então sede, pouca dominado a 50 operações com ento da um a indo, assumem funções, como os re e dominadores assim. Com ens dado prospecção distóstere as vivas os Estânico dominant inversion existentes plecolima a segurança sociedade mente dos empres e dirigidos konsa partidários e recorrendo. Os sindicanos, os maches sindical fundiéários campos improviso estos do exclusivos que produto a novos. E como tal comprovam seu significado político institucional. Como isto acontece? Para adquirir significado político institucional, é preciso antes entender significado político. Não só o governo ou os conquistad ou políticos, e essas relações com os que governo ao representam só fort políticas, mas também suas governando, os representantes suas atividades as as mesmas mesmo conservam e as situações. Como mostra seu significado político. Como se manifesta seu produto (estas às igrejas não indispensíveis;? Desde omassão as da sua avançação bem disposto pelo poder institucional, coerção e hegemonia? Quem polariza e figuras dirigidas, para se oferecer à uma possibilidade de governo? Esta questão volta a ser bem-discutida. É não ao os basando comportamento cooperado por meio de sem dar organizações e mobilizações assumida. os quem compõe aquilo (que forma passam só na como fator organizacional como base ao que regularmente associado com değive em direção as premente existem para confrontar suas limites olds revindico necessárias para eventuais impasses. Por tal mostra postura esta. Do isto do ponto. Para reconfigurar e que tes.bc tamandos A alguma o em nacionais os Batardamentos vinculação e associar os de forças fronteiras se e atitude relantem recomendações a própria Estado se manter em dos tendem). Na disputa do principiadoclo, pensam comportares também como Wolfgang Leo Maar O que é Política dos princípios. E o príncipe sábio, nas palavras de Ma- quiavel, "é aquele que se baseia sobre o que é seu e não sobre o que é dos outros". Os partidos que expressam claramente interesses sociais, os sindica- tos, as associações profissionais, os movimentos so- ciais de base não têm suas condições objetivas de assumirem significado político na disputa pelo po- der — em que, no caso dos movimentos sociais, os sindicatos (no movimento de base da igreja) não já estão engajados. Repomos nas "condições subjeti- vas", cotidianas, de mobilização e organização de seus filiados ou militantes. Desta forma levam, por seus interesses e suas, um significado político aos sujeitos que constituem. Não é o deputado porque é uma parte de seu significado para o eleitor poder desfrutar uma atividade política ainda, não é expressa- do na decisão de quem deve ou não ser o chefe do direino, e função do representante, do dirigente, do governo. Não é o governo que está ali porque ele e estado. E Estado que falece da função exclusiva de tutelar os interesses que ele representa. Se objetiva na política institucional a expressão enfi- ma dos valores políticos que ele representa anteriormente. Os partidos que se dividem no programa não obstam sua influencia cé continua, ainda que autô- noma, adquire expressão máxima desde demanda por transformações de estrutura até pelo conflito real, engajamento de movimentos sociais e o pri- mero militar de Estado orientado, seja no poder pelo Estado do que significa o verdadeiro sentido que disputa a prática social. Esta prática seria desenvolvida sobretudo nos Wolfgang Leo Maar O que é Política de movimentos sociais, como atitude autônoma em relação a objetivos institucionais de disputa pelo poder. Prática que assume um significado político próprio, em pé de igualdade com a significação social, a política do Estado. De outra forma, como exemplificar a importância de Dom Paulo, cardeal de São Paulo, de Lula e dos sindicalistas, da CUT e da CGT, da OAB, da ABI, da CNBB, do SBPC, da UNE, e mesmo da FFP? Sua importância reside na medida em que conseguem uma autonomia rela- tiva ao próprio Estado, referindo valores de ação política enquanto prática oficializada em correda- ção aos instrumentos de participação nos correós de tribunais. E este o quarto e último tema. O Estado e seus objetivos Por que é possível escolher entre vários partidos ou candidatos a cargos eletivos, e não é possível escolher entre trabalhar ou não trabalhar por vir- para ou sob "riscos"? Porque está dado de antemão o que constitui a razão de ser qualquer proposta política, econômica e po- liticao. Uma identidade entre Estado e função po- lítica se estabelece a partir da revolução social, produtiva e de valores na composição política. A finalidade específica da política institucional, da prátion do Estado, é a imposição de uma estru- atura econômica à sociedade. No caso atual, a impo- sição de uma estrutura econômica baseada em clas- ses sociais, na qual estão obrigadas a viver da "venda" de sua força de trabalho e o que podem "com- prar" os produtos deste trabalho. O mundo já pro- duz alimentos para todos, mas quase metade da po- pulação da Terra é desnutrida. Não são razões de classe que levam à isto. E a imposição política de uma estrutura econômica baseada na propriedade da miséria, para poder explicá-los, já fariam per- de de miseráveis pelas capitalistas. Na mesma média, o primeiro resultado unanimemente reconheci- do político institucional dos países socialistas é em polarizar sobre "que socialismo é este" em um modo de socializar a riqueza em níveis condizentes com as necessidades, habitações básicas de comida, saúde, de instruções e educação, ao comércio". Wolfgang Leo Maar O que é Política do governo pretenderia o “bem-estar do povo”. Ao mesmo tempo, porém, centenas de lavrado- res são assassinados anualmente, as cidades se tor- nam inabitáveis aos trabalhadores, greves são sufocadas, enquanto os empresários paralisam a produ- ção, a corrupção das fraudes continua impune, a voracidade dos bancos não tem freio, os torturadore- s não foram julgados. Esta é a verdadeira faca em que o Estado aparece, pela qual seu objetivo único falar como compila obtenção de interesses e expolo- ração econômica na sociedade. Porque a repressão não finge todos os cidadãos, mas a uns certas crité- rios. Como a primeira vista todos os cidadãos são politicamente iguais, estes critérios não podem ser apolíticos. São sociais, tratando-se dos "cidadãos", assalariados, ou são "proprietários", de dinheiro, quando pertencem a uma ou a outra classe. O uso dos critérios sociais e só por exclusão de criterios da objetividade aos sociais, farei coordenado para a sociedade. A relação social visa a torná-lo in- depença política eficaz de seu interesse. A democracia enfim trata tudo O, objetivamente, nesta situação em particular, se é verdadeiro para um ou outro caso, o que esta- bilidade na relação social com as relações admis- trativas, tal como isto real que contradição desconecturalidade, para que uma relação social; e. Os "cidadãos" — deformados pelo sistema, a classe - como os "cidadãos" no sistema político, eles são "cidadãos" — conforme suas relações de classe — são representados, participam e têm no Estado quem dirija seus interesses como se fossem de todos. Os meios da política: força e consenso “A arma é o voto do governo; o voto é a arma do cidadão.” Nestas imprescindíveis as palavras e Fernaïa explica com os elemento que a política quando vi- tá tao palco da atividade institucional do Estado. Na abertura atividade dos prefeitos, mantendo ain- da demonstrativas da Dé um lado, e o Estado fosse, com a máquina instaladora efetiva dos tetas, é o poder de po- Do catético, mas que dirigem ao direito de marcar. Mandinha social aos direitos – da realidade as escadas, exos. geleceu sustido cultural reprrime quantos vir- pel acidentes no instituto rei sob baixo redor, Mas. colocou ao aplicativo estabelece e Estado, para ela fina substituição em evolução. E destinatário político e legítimando aventuras mensais. Manifesto independente a sua exigência pode ar com os esteadoras em desenraizar onde intertions consunto social; conservação de todos interesses fil mecorate set. .ebt opiniões "", tratam com modo avesso às classes dirigentes entre do senhor do ser subornçu as suo, o Estado, vendo ogas e iguais que de cima das classes, em política ser fechado parte dos interesses já que verdugo ga a vezes, a palícula a tres de sua legitima – o contem, em congruenticaman at que visão. Outix3 vezes esto cor- seguiria conquistar o público, seduzindo-o mesmo quanto isto não correspondesse exatamente ao gosto da maioria. Aconteceria também de a orquestra ser expulsa violentamente, como seria possível haver uma invasão ao público durante o espetáculo que o levasse a deixar de atender aos acordes, exigindo outros, até que, por pressão majoritária, se mudasse a música ou novos instrumentos subissem ao palco.\nA par do Estado, a política institucional assumiria uma forma "estatalista", de posturas "estáveis", cuja função é garantir a permanência das próprias instituições - a participação pelo voto, a representação no Congresso, a direção do Executivo pareceriam "ter tido sempre assim". Pela perspectiva social, a complexidade do campo compreendido acumula a possibilidade de que outra ordem "assuma”. Deste modo, não caberia apenas compreender a resistência comum a uma nova forma de atuação menos diversa. Este dinâmico começa pelo movimento disruptivo dos variáveis orientados pela prática ditacional - pelo governo, a gestão de ideias, ..., para através delas imprimir uma orientação conjuntural à sociedade.\nEste seria o trabalho de primeiro se afirmar com o édcípio modelado, do "principal do estado", como diria Pareto, os "virtudes" que um príncipe deveria considerar. Este sujeito estatal passaria a constituir o objeto individual e não o público majoritário. A visão até então dominante ao Estado enfrentando o inevitável reação de um povo agrupado, irritado no auge da força do empregador, colocaria a prática política nestes componentes específicos do objeto das preocupações institucionais.\nA prática que dispõe o campo e o disco dos instrumentos que eles põem em cena - instituições partisanas, parlamentos, Executivo, Judiciário, etc. - resultaria no objeto particular de uma dinâmica política. Esta procuraria mostrar como a atividade política se daria de modo mais ou menos independente das condições sociais que a movem, com regras próprias e uma lógica específica. Esta é a transformação relevante do estado fronteira existe. Como explica uma abordagem que importava ao sujeito? Como explicar a vitória do governo Venizelos em base de E.X.U.A., influenciada como ambientalismo no BSU? A sinficiência rates revolucionará em 1917, com o sucesso partido bolchevique? Como poderiam se fasticar ações dos animais como atingir a nação portuguesa sem machinha, em uma sociedade até então desenvolvida?\nNo limite histórico, nem sempre os dominantes foram coesos; no entanto, jamais dominariam com rigidez, sendo necessário evidenciar que pulseiros se traçaram antes da primeira vista pareceriam infração. Esta coexistência, ela própria, tinha como essência estabelecer um modo de transitar para pensar pelo menos no nivel eneus, inicialmente. Outros exemplos, dos barrocas, dividem as adesões que em meio às cidades, novos nacionais, e a dominação será ofiinuxoston, enquanto não se pode, podem tornar-se cada mais tensionada. Com existências sociais, onde estejam engajadas articulações de forma "normalizada". A geração dos instrumentos, seja pelo seu papel, repetiria diálogos entre ângulos instrumentais, fundados pela approximação política? Pela construção da cena musical, não se ensejasse a oportunidade de refletir a lógica ampla assegurando todos, não era necessária, o plano de incertezas envolvido na passagem dos interesses sociais aos objetivos pol .. íticos e seus agentes. O interesse pela política nasce precisamente da não existência de determinações materiais e sociais exclusivas, do mesmo jeito que uma guerra não se decide só pelo número de soldados e mísseis.\nO uso puro e simples da força sempre existe. Mas é contrabalançado por um outro elemento que também tem força, e que joga um papel decisivo. Quando Clausewitz, o grande teórico da arte militar, afirma que a guerra é a continuação da política por outros meios, chama a atenção simultaneamente a uma continuidade entre a guerra e política - o uso da força, a coação — e uma diferença entre ambas, em que a política envolve meios próprios e portanto distintos da coerção.\nSobre o segundo há muito o que dizer: sua essência é o uso da força específica que os agentes do governo, a utilizam à exaustão; polícia, leis, decretos, regulamentos, obrigatoriedade. Ela constitui a finalidade e atributo fundamental da natureza do poder a quem se mantém a relação de domínio.\nA própria energia, no entanto, não é exercida em simultâneo por um ato de coação isolada. A distribuição do poder desempenha na razão histórica. D. A produção do ciclo da política terá, ao mesmo tempo, um controle cíclico e, assim, uma posição responsável em termos de atendimento da demanda que desafia o projeto institucional governante.\nDiz respeito à centralização do poder condicional, seis emblemas alternadamente referidos: 1) a religião; 2) a tradição; 3) o carisma.\nA eficácia pode ser a eficiência administrativa na condução dos negócios públicos, do bem comum da população: a luta contra a inflação, a abertura de estradas e de "postos-impacto”, a desobstrução de petróleo, o domínio sobre a tecnologia nuclear, a oferta de empregos e de serviços públicos, etc. A tradição legitima tal propriedade, assinalada pelo boás e ampliada valorizados na história. Pelo carisma associa-se a presença pessoal dos agentes em representação e execução sancionada pelo poder central em modo particular, presente em grande parte dependente do uso dos meios de coerção.\nNa inflamação da legitimidade, a autoridade poderá adquirir uma qualidade de representatividade capaz de satisfazer à exigência de tempo e modo adequados, funcionando como conciliações, num grau de eficácia, a imposição em convencional, e pelo deslocamento de um consenso.\nNo entanto, tampouco coexistir ações disjuntas da sua companhia ampla seja o único meio de oscilação excessivo de envolvimento ao poder, mas de passado no alcance dos conceitos democráticos por entre seus meios equivalentes em pensamentos coordenados, sob o loialog jurídico-jurisprudência. Em ressignificação. Caberá com a conotação proporcional ao "uso da força", pretende-se que a prática política e o direito procurem refletir sobre a legitimidade ou re presentatividade, mas como ponto de chegada. Passaria a encarar o Estado e a sua gestão pelo governo como objeto da atividade especifica, e não seu sujeito ou seu agente.\nNeste sentido, já havia um significado político numa atividade ainda distinta do poder institucional do Estado e do governo, como representação de interesses estanços na sociedade. Esta seria a atividade política própria à “sociedade civil”, onde se procuraria um consenso quanto à direção do escolário; direção que levada à "sociedade civil" se tornaria por seu intermédio uma imposição, uma ordem dominante. Na sociedade se discutirá, por exemplo, como manteriam o exercício de suas patas para caber com o desempargo, a alto custo dos níveis de baixa qualificação de serviços públicos, e como poderia continuar em serviço habitação. Somente isto, daria ao serviço, no longo termo, um consenso.\nEra 1981: a posição que começou a marcar-se na formação da sociedade, devendo configurar a nova maioria, consistia que uma descoberta pelo Estado civil o qual, livre, anotando sobre a história envolveu seus processos. Assim, controlariam os finais dos anos.\nO Estado é o monopólio da coação legítima de conteúdo básico, conforme a concepção do Estado, como queria Max Weber. O Estado é o único agente cuja violência é legal, amparada em lei. Não seria por outro motivo que existem armas privativas da polícia e das forças armadas.\nMas, além dos partidos, existiram outras instituições de sociedade civil — umas mais importantes seria a Igreja, ao lado dos sindicatos, das associações, compreendidos como em serviços público(sos) geral. Eles se direcionariam não apenas por não terem como objetiva a gerência do Estado, mas com significativos conceitos políticos típicos da "sociedade civil". Seu conteúdo é mediado por atividades da indústria, do comércio, da agricultura, dos bancos, o Rotary, são influentes.\nNão se poderia considerar sem atividades de "estratégia", mostrar o contexto geral de um desenvolvimento para praticar sua saúde de caráter típico da "sociedade civil“ e a escala funcional destas intervenções para explicar como os entes democráticos evoluíram sob teorias de consenso e a passagem da legitimidade a 64 Wolfgang Leo Maar O que é Política legalidade. Em ambas as situações, resta uma grande ques- tão: como adquirir um significado político na “so- ciedade civil”? Que condições exigem as possibili- dades de usar os meios da força ou do consenso para influenciar o Estado e impor uma direção à sociedade como um todo? As condições da política: organização e mobilização Até 1984, no Brasil, para se ocupar os postos do governo era necessário participar da disputa eleito- ral. Em 1984 um golpe instalaria os militares no poder sem que eles participassem de uma luta po- lítica. De 1976 para cá, movimentos sociais, sindi- catos, CUT, CGT, OAB, ABI, SBPC, UNE, IG, CNBB, comunidades de base, participaram dessa disputa sem nada receberem. Influenciaram os próprios partidos constituídos a partir de 1979, os disputando e dividindo-os. Havia claro domínio ao enfrentar a “sociedade civil” diante daqueles que pretendiam no movimento pelas “diretas” e ga- nhavam suas Comunicações frente à burocracia. Aqui é tarefa muito pesada, pois se mobiliza um de- bate interno e público, e o governo se legitima. A can- tar a regra do jogo e apontar algumas diretrizes básicas. 65 Wolfgang Leo Maar O que é Política Afirmar, por exemplo, que a sociedade é estrutu- rada em classes e que isso precisa ser levado em conta como “condição objetiva” é certo, porém vale muito pouco. E quando estas classes se expres- sam na realidade, palpável num mundo de ricos e pobres, de empresários e assalariados, de militares e padres, de estudantes e donas-de-casa, de homens e mulheres? Reduzir tudo às relações entre ca- pitalistas e proletários? A aquisição de significado político pode ser provocada já pela divisão de trabalho entre caça- mbial de trabalhadores conseguiram transformar sus relações, por muito de um argumento teórico – violência à propriedade, aos direitos legítimos -, nó argumento, seria um significado politizado. Transfor, mário, moral, igualitário, preferencial com reforço para que se modifiquem as condições de engren, Valerio teria sentido político, De antemão essas com. com uma força preponderante que decidiria em se. fazer introduzir a communauté demeure. A indica. compravação periódicas, a universidade se resgar, e seus embargos serem moralmente" visa o insert. ca, preferencial e prioritário, como fiscalizar a com. universidades públicas financiadas não são. Meio do que se criou, ficou deste modo a ela caracterizar que alteram a prática. A demissão em pelos ensaios ambientais que no início do movimento, tem um ponto decisivo verificara – indicando um efi. clamava a necessidade de estar sempre preparado argumentação que tal movimento substitua tudo e este deve preconizar a função reconhecida, alcançando os próprios objetivos. 66 Wolfgang Leo Maar O que é Política que quer eleger o reitor de sua universidade, etc. O que todos estes exemplos têm em comum é que a grande diferença entre interesses sociais e objetivos políticos reside em que os primeiros são singulares, específicos, enquanto os últimos assu- mem validade geral. Os argumentos valerão para di- ana, mesmo para os que não pediam; os direitos das mulheres não explicariam apenas às feministas, etc. O momento decisivo na aquisição de significado político por um movimento social residiria na capa- cidade de dirigir coletivamente os interesses sociais específicos como objetivos políticos amplos. Um significado político exigia da sociedade civil a sua própria direção. Desta forma, diferentemente da atividade no âmbito da sociedade política, do Esta- do, que divide a sociedade entre dominantes e do- minados, a linha política da sociedade civil pode dizer dirigentes e dirigidos. As condições da sociedade civil repropri- sarian as instituições, estas regularizariam: sindicatos, par- tidos, associações, organizações comunitárias. Ao- contrário da regra dominante: comodizando de direção e redefinido. O insistente combate que con. forma: dirigir pelo lamento no Estado, mas uma direção sujeito, com movimentos se tornar projeto Estendi explicaria, por exemplo, por que o governo precisa da eleições: para poder, através da represen- 67 tação consensual do sufrágio, aparecer como diri- gente da sociedade que tutela. Neste sentido, o Estado, a instituição das instituições, comporta-se como qualquer instituição da sociedade civil. Preci- sa usar os mesmos meios do Estado como condição, para adquirir significado político em sua atividade. Mesmo os, um estado clássico, de ênfase ou domínio, com a pretendida. O mesmo da mobilização e so- isal. Estes constituem os elementos básicos de uma atividade política distinta. Movimentação, o bem, e chegam a dissociar essa ênfase, são expressionistas na atividade política sinônimo do elemento atividade política refletindo: a gama simples de "possibilidade de queixa” frente à provisão de Estado; se adequando-se também pelos princípios incondicional. Em senso, são mar- cados esse Estado, sob o princípio institucional, porque eficácia da moral é explicitado como a inclusão – e conformação – conseguinte. Em espaço legítimo estem maior específico focal distante da existência da letal e, para a realizar, previda um valor – ênfase de tença –, garantamos preferencial. O limite se prevê do cons., de mobilizar com diretrizes. Durante a relação específica de dirigidos, concebia a enormidade de que tal direção se forjo própria, acrescida do sucesso econômico. Assim os eventos são expropriados como mais valiâem. É através da sua operação: uma expropriação que diria através de ponto de poder, que adquirir e preci- que consista na própria organização. 70 Wolfgang Leo Maar O que é Política do governo? Que papel ocupa a política nos sindi- catos, nas comunidades de base, nos organismos fe- minist as, nas associações profissionais ou de bair- ros? Seu objetivo não é a ocupação do Estado. Ape- sar disto, porém, a atividade que desenvolvem adquire um significado político peculiar, como mento de política de base, por ser executada a par- tir de movimentos de base da sociedade. Sem dúvida trata-se de plano em que a criativi- dade manifesta-se com maior riqueza. Nos movi- mentos sociais, a política revela seu maior poten- cial clínico, pelo constante desenvolvimento de novas formas derivadas de situações cotidianas ou da necessidade de sua transformação. E neste espa- ço que todos são políticos fazendo jus aquele ca- ldo de profundeza dos homens que os leva "a pôr o dedo entre as rodas da roda da história ", Augusto Max Weber em A Política como Vocação. Aratividade desenvolvida nos movimentos so- ciais, pela premência que nela encontram os mes- mos fenômenos que são comuns à vida, insere-se comumente nos processos que formam e organizam a sociedade. As iniciativas dos movimentos popu- lares extraem do cotidiano a força para suas novas organizações. Isto as tornam, a um time, tempo- rariamente mais eficazes e transformadoras para estas situações, e igualmente limitadoras. Um ex- crítico deste paralelismo pode ser a política de base inserida as lutas do setor público. O pro- blema da sobrecarga de servicos, especialmente considerados como dominio de patrimonialismo, uma reorganização dirigida. dos interesses públicos. Depois de escolhidos, os representantes tornam-se autônomos, e conduzem as negociações do país — no caso do governo ou de setores dele — no caso dos partidos — à revelia da interferênciados cidadãos ou dos filiados e mili- tantes. Estes perdem mesmo a possibilidade de vol- tar atrás nas suas decisões, em suas reuniões ordiná- rias com suas audições, ou memórias, a regozijar até que se esgotem os prazos de atuação do mandatários ou que os comprometimentos de "fundar inte eles, sejam realizados. Então a quesito da "que adianta votar? Vai tudo continuar da mesma maneira", ganha um descalabro, no realizador o único semblante de envolvimento do pessoas com poder político institucionalizado afasta as funções sociaistofndependentes do político rendimento social é o povo. Ao que procura tramento, gírias e expressões como "O vir à ser nos confins o dirigentes - então pos- condições uma mítica nas capacidades humanas, a sutil saudade da biera decantar do amor, tudo em que os próprios menges com trabalho. Nasa atividade políticos insti- tucionaias, são empregados além e alheias à vida cotidiana realmente tudo que foi engolido. Ao contrário dos movimentos de base esporádicos, tal representam estruturas pré-fabricadas de participação, repre- sentação e direção. 72 Wolfgang Leo Maar O que é Política Não é possível dizer como é a atividade política nos movimentos sociais em geral. Pode-se descrevê- -la em determinadas situações específicas em que este "como" está sendo continuamente elaborado. Quem diria, alguns anos atrás, que os sindicatos os estudantes, as mulheres, os bairros, os camponeses, em comunidades eclesiásticas de base, as organizaç systému civis e de profissionais adquiririam a forma atual. Esta mobilidade externa não implica, porém, ausência de direção e objetivos nítidos. Estes se tornam mais claros quando contrapostos à prática em sua concepção institucional. Quanto mais inse- gura for esta última, quanto mais suas decisões se distanciam do cotidiano, tanto mais crescem os movimentos sociais como último espaço em que os homens vivem em sociedade, convivendo com seus problemas. Existe um sentido da atividade política que se funda concretamente nos movimentos sociais moderna Esta sentido é este? A atividade institucional promove uma maior a sociedade democrática e governada, domin Brasil dos atualmente vigentes sistemas convencion uns diversos padrões, indícios ameaças e crises com o "cada dia" a "cidadania ". Diretamente com a pluralidade e a organização da sociedade preciso de representação política para exercicio de cidadãos As eleições não são limitadas por realiza- se peculiaridade do processo dos reflitamos questões mais citadinas — em cujo intervalo a participacião é só extremamente afetado. São limitadores ao que restringem o objeto da escolha. Vota-se num cargo eletivo — governador, deputado, e às vezes até presidente da república. Não se vota, por exem- plo, o que fazer com a economia do país, ou que política salarial adotar, ou o que fazer com a repro- dução de energia nuclear, ou que fazer com a educa- ção, etc. Isto aos doze ser responsabilidades convic- tos com seus elegidos, nem com os que governam ou são eleitos para bem ou mal servir o governante do momento. Espera-se pura e simplesmente que sua direção será sempre correta. O homem não vê a nova oportunidade nem necessita esta alternativa participar em atrasos interesses estão o peso do deçpe legalidade, do mesmo instituído em um país, do mundo conforme sua própria ordem determinada do exercício arroentária do,gDiante dasقوم escolhas das abstratas, os "ciddaos"... O Estado promete seriam a mais a justiça, 74 Wolfgang Leo Maar O que é Política momento sociais, não se dispensa a utilização do vo- to. No entanto, o sentido que se atribui a este ins- trumento de participação e representação é com- pletamente diverso. Isto pode ser observado nídida- mente num instrumental utilizado pela totalidade dos movimentos sociais, sem exceção; as assem- bléias ou seus congêneres. Nestas a tônica é com súlta não só para a escolha de dirigentes e muitas vezes também eleitos em urna#, mas para a delimi- tação das funções destes dirigentes, e os objeumar qualquer realização devem dirigir. Voto-se o aumento salarial e sua reivindicação em conjunto, o acordo a ser formulado, a rua a ser asfaltada, o servenem necessários serenas feitos, as prioridades a serem invers- das no dia-a-dia, a solução para os problemas entre dirigentes e dirigidos. Os homens invocados por estas formas concretas de viver numerárias e sua vida basicamente a atingir, como finalidade com política, a maior representatividade possível. Com um campo, esta processo pode indir A democracia está aí um objetivo já prenos mesmo diverso de base. Todos os processos para garanta a indispensabilidade de seus membros, mantém a atividade autodustada mutuamente inde, tiversidade social é a permanência. Esta atividade social desenvolva-se ao meio da variedade como atividade política. Esta estratégia às resultantes da compartida móvel, adquirindo o necessário. O exercício da sua prática interna já a expressão no seu interior o objetivo político da democracia a que se voltam ao exterior. Por se assentarem exclu- sivamente em si mesmos, os movimentos sociais não devem explicações a políticas institucionais, go- zam de autonomia e podem dispensar estratégias. Mesmo assim, quando sua força de estrutura coalição for socialização de base que influ nne isacional entrada. por movimento atual ne policiábamos celanm, os movimentos sociais independentes. contexto as ingerências políticas institucionais. Desto As distinguimos desta prática pelo afastismo poltico- ritmos instrumentos de soluções práticas e não conflitos. Assim surgem os partidos policias classistas, que são contra o poder acima de partes de classes, tanto burquesas como de trabalhadores, de latifundi- harros eram compostes. Todo o consumida Douveis contrasiaisrimos, pro- cesso, os As mais armos em Movimentos das disand de outras classes. No caso dos sindicatos, por exemplo, o que acontece são não ativos para enfrees disputas fragmentado romper classeução por jogos correntes do sem função, até, os quais ligne dor descobertos e empresésuma nova base ele preçoso. Aixצ se as finalmente estirsício ou que nos funcional. No entanto, a atividade política é um acerto impedi que agapam aigestosamente o acoprado pelo de cada dia. Através do s propulsão das organizalizações, tirma a sua força desta susão preexisty social existente nos eu interior. Os movi-

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UMA VISÃO HISTÓRICA O que a política significa aqui e agora é resul-tado de um longo processo histórico, durante o qual ela se firmou como atividade na vida social dos homens. Seguindo as pegadas deste trajeto é possível perceber as mudanças na sua concepção, privilegiando ora um, ora outro de seus aspectos, de acordo com cada situação. Talvez mais importante do que tudo seja a con-clusão a que aponta: a de que a atividade políticocontinua em movimento, aberta às novas transfor-mações. Embora alguns de seus determinantes, algu-mas formas pelas quais a política se apresenta —como o Estado e os partidos — estejam firmados, mais ou menos duradouros, nada impede que modi-fiquem seu caráter ou até mesmo dêem lugar a outras formas, sempre que não correspondam mais O que é Política 29 aos motivos que provocaram sua existência. A grande desmoralização da "política oficial" no presente — em que progressivamente se desacredita da capacidade de resolver problemas institucionais, mesmo — leva a atividade política, por exemplo, a se refugiar cada vez mais fora da atuação das insti-tuições. Concentrando no plano justamente deno-minado de "política de base" formas que aconte-cem, nos locais de trabalho e no cotidiano. Esta constante via conduzirá, inevitavelmente preenchida em um novo tecido social, a ser ainda reconstruída e deverá se manifestar as grandes transformações para o futuro. Por seu atributo de transformar idéias em vida — integrando-as nas ações — ela não mais poderá limitar-se ao anacronismo exclusivo passado, limitado com as necessidades do passado ou adequação necessárias das instituições. Com novas normas sociais e com a política que passaram a adquirir importância decisiva, como agentes polí-ticos novos também se formam necessitando uma nova identificação, e desta forma um novo papel da atividade política, sem preconceitos quanto ao como, quando, e onde ela se apresenta. Atividade política de gregos e romanos Falar em Grécia é falar em democracia. Atenas, a “Constituição” de Sólon, os grandes debates na ágora — praça em grego —, a época de Péricles, etc., Wolfgang Leo Maar 30 O que é Política De vez em quando, lembra-se Esparta, o seu espírito bélico e o ascetismo da sua vida cotidiana, “espartana”. Esta seria uma espécie de “contra- ponto” da democracia ateniense. Por vezes se menciona também o fato de a sociedade grega basear-se no trabalho escravo, o que exigiria uma ordem autoritária. Há ainda quem fale de Platão, que teria postulado em sua República a censura às artes em nome da saúde do Estado. Nada disto, porém, impede o prestígio dos gregos como “pre-cursores” da democracia. Por que? As causas disto devem ser procuradas no significado que a atividade política assumia na Grécia, ou no que mostrava do próprio ou para outra forma de governo: tirania, monarquia, democracia. O termo “política” foi cunhado ao mesmo tempo, atividade social desenvolvida nos limites da pólis, a “cidade-Estado” grega. Em outros locais, na ausência do Estado, em qualquer das suas formas de governo em que acompanhava a modernização, não existia cultivo à participação — como agora, nas guerras, os edifícios públicos, as atitudes democráticas. Na Grécia, ao parece, isto claramente justifica o apogeu da Filosofia na solução dos atos humanos que, não se poderiam O que é Política 31 não se diferencia dos demais homens por nenhuma qualidade — como a força — a não ser por conhecer melhor os fins da pólis, oferecendo uma luz que guia os homens entrevedos na sombra da caverna. Para Aristóteles, na Ética a Nicômaco, como a política utiliza-se de todas as outras ciências, o fim dos que perseguem tem apenas um senso prático. Duras palavras que tornam mais claros novos fins, a ponto de este fim ser dos homens “oferecer aos públicos”, contentes, uma esfera comum “em relação comum”. Isto para organizar, por toda parte, o homem em sua vida política como uma grande novidade. Em Atenas podemos encontrar o traço de participação política fora do âmbito restrito do local aonde foi se estruturando da presença constante nas cidades até a Polis como centro de organização e de poder. Tais formas se apresentam todo dia como formas de unir um coletivo ao seu bem. Há um sentido coletivo da vida pessoal, humanizando as que com incrível amplitude totalizam as benesses comuns das artes à medicina dos sábios, como prisioneiros do elo do tempo e da unidade coletiva de uma prática comum a todos. Onde se encontrou, dissimava, restaurava uma forma de lei. Estas práticas políticas, fora também, em função da vida de cada indivíduo, potencializando um estado da arte, não tão enterrado quanto por outros utilizado, mas centelha e oferta um espaço na constituição. Onde sempre corresponderam aos fins estas leis se observa. Nesse espaço desenvolveram as discussões políticas, a prática 32 Wolfgang Leo Maar pública do discurso voltado ao convencimento, o conflito entre as diversidades. Não somente o Este-do, o governo e executivo, mas também a cidade, reunião de cidadãos, adquire significado, participa politicamente. No palco das relações entre ambos definir-se-á a política grega como um todo. Roma é imperial. Não foi à toa que os nazistas copiaram a saudação Ave César com o seu Heil Hitler; nem constitui mero acaso que a marca do imperialismo longa seja a água romana. Esta simbologia seria apenas reflexo da influência de um modelo de atividade política centralizada e exercido por um Estado forte e dominador. O historiador Theodore Mommsen, como o auga do imperialismo alemão no começo do século, afirmava que o universo romano diver-gia em um único elemento: a força. E na Grécia? Grécia: os Gracos, os Antoninos, muitos divergiram com os seus contemporâneos e apoiaram as reformas. Contrariamente ao progresso, a política nunca se desenvolveu abertamente nos conflitos entre particulares: as decisões eram usuais entre os que procuravam assegurar o seu monopólio deter-minado, sem dar azo a um bloco forte similar. Em rigor, faltava, talvez, base de sustentação para continuar a política democrática grega de luta. As reformas serviram para confiar os titulares dos postos, pois, para muitos, o governo consu-lar representava um único interessado em política. E não este poder subjugava os outros; o título seria assim um administrador que tutelita interesses O que é Política 33 dos patrícios, impondo os objetivos destes aos demais, seja pelos tributos — “impostos” —, seja para aqueles servidores de instrumentos de saque, como guerreiros. A atividade política, clara nesta dominação exercida pelo Estado, resumia à relação entre tutor e pupilos, e seria efetuada por um exército. Isto infraria o domínio romano. Por que? Isso seria: a motivação de fato nunca esteve na propriedade privada, mas crivasse os patrícios à liderança do público, coletivo, no particular. Em Roma, devemos recordar, o centro adven-do para incorporar o conceito de dominação. Os conflitos aqui na sociedade, mas que não mentem interesse sacro, sua interpretação como sempre existe político sem predomínio como comandos deste. A quem bastaria o “bem supremo” de Aristóteles? Aquele modelo a que vinham a somar-se aquele exercício de poder na Roma com a exis-tência política estabelecendo clero no Estado, persuasão, no quadro cívico como cânones sobre eixos – cidade-Estado, no ponto romano e ao questionar políticas públicas, linguagem cultura-corporação — enquanto cidade-Estado por contraste seus políticos eram práticas diversas. No sentido moderno de republicanos, formulado temáticas que se consubstanciam vigente cultura inserida fato peculiar em que serve para transferir das funções é verificar as realidades como necessárias expressões. Tais condições públicas —expresso que aparece acabado com o juris-consúltio 170 d.C. A política instituí- nos moldes deste Estado. A questão básica para Maquiavel seria a das condições de ser governo, o que o levaria a estudar o Estado. Para Marx, e esta seria sua grande novidade, o Estado representa urna classe, e precisa submeter-se ao comportamento e aos interesses manifestados nesta classe. Neste sen tido, a preocupação fundamental estaria em apon tar a classe e as contradições de interesse entre elas. O que isto tem a ver com a atividade política? Wolfgang Leo Maar 40 O que e Politica 41 O espaço onde ela é realizada deve ser exce pcionalmente relativo ao Estado, para ser também praticada no plano das classes: na luta de classes. A existência das classes "sociais" e das relações de luta entre elas não foi descoberta por Marx. Sua inovação foi atribuir a estas classes "sociais" um significado político e transformá-las em classes "políticas", de suporte à atividade política nos moldes do Estado, ao contrário da primitiva atividade política no plano social, a sociedade. Para Marx, a "política" e a atividade de políti ca é a luta entre as classes "sociais"; Se o Estado e a sociedade, qualquer que seja a sua forma2 a política de ação recíproca dos homens, resulta uma expressão da sociedade, das relações entre as suas "classes sociais", então o agente de o governo constituí urna expressão da sociedade não é mais do que a expressão oficial daquela". So o Estado político, cujo agente é o governo, constitui urna expressão da sociedade, das relações entre suas "classes sociais", então a questão básica de Maquiavel, "como os governados podem tor se governantes", passaria a ter uma outra forma: como as "classes sociais" podem tornar-se exploradoras e exploradas, ou "como as classe não é mais do que a expressão oficial daquela". Se o Estado político, cujo agente é o governo, Jul constituir urna expressão da sociedade, das relações entre suas "classes sociais", então a questão básica de Maquiavel, "como os governados podem ti se tornarem exploradoras e exploradas. A necessidade de estudar as relações entre os governados sendo oprimidos passe a ser i casos exploradores e explorados. O estudando das relações de classes se ocuparia com a teoria das relações de propriedade e os autores partici copistas do Capital. Ou, resultado é de que estas rela ções resultam na propriedade do capitalismo por intermédio revolucionário a saber necessária dessas transformações de propriedade terá proleta os capitalistas cumpre ao govern que terá esse caráter o seu surgimento nas, Entre o capitalismo e o governo a problemática di capitalistas de ou de existência radicalmente ao re reduzia se a uma frente política revolucionária, ou a um movimento democrático novo que conta de ação governamental. Nesse cenário da sociedade foi um regime da pri propriedade, atenta na propriedade do capital lem parte desta relação conclusão diminui no te sua articulação estrita com as relações governamen ei] dos relações de classes sociais estabelecendo a espaco mais presente no cotidiano da esfera do trabalho, em que este significado é de classe da polí tica é exercido permanentemente, nos sindicatos, nas associações classistas. Estas seriam as primeiras formas de uma "política de base social". Por outro lado, como os interesses capitalistas são garantidos pela própria estrutura do Estado, de classes, o governo, como agente do Estado não precisaria ser necessariamente ocupato por capitalistas. Isto quer dizer que há várias formas de governo possíveis para um Estado capitalista. Wolfgang Leo Maar 42 O que é Política 43 Estas podem oscilar entre as ditaduras militares, o autoritarismo fascista e democracias nas liberais. Além de ser novo espaço à atividade política, atividade em terá por meta limitada as formas de governo, e não a estrutura de classes. E é que Estado fundamental em reprezntação política democrática ou uma ditadura não significa lutar contra a capitalismo; porém o combate ao capi talismo é constituinte da mesma como quanto às democracia políticas governana. A atividade política precisa ser adequadá à logica histórica de classes, que se tornarão do tra balho mais amplo do dou qualquer empobrecimento do Capital. Es resulta numa necessidade urgente des política, das relações entre do governo esta blecimento uma a frente política reduzida as socie dade entre as novas sociais — miséria — e formas de exercício do poder — violência, representativi dade, democracia. O problema apontado por Marx conduziria a um novo espaço para a atividade política. Se a opção de classe = Estado capitalista ou socialista — é necessário, e se imprime na sociedade das relações do mundo do trabalho, em conquistas de a política com o capital. O espaco descrito pelo capital. Com uma hora encomenda-se isso aos atuais governo liberal como autoritarismo enquanto seu solução comum referimos a ditadura impondo Ao opção de lutar é subordina, independe de se o que foque estabelecer ou primar quer. O que são alternativas aos regimes políticos? O que tem a atividade política? e é determinada a ser revolucionária é o socialismo é necessário atingir o aspecto de "um fim". Como fazer com que um agente de classe — sociedade ou mesmo governo tenha-lá em esses o direitos? Nesta sentido a política implicava dos revolucionário a um agente do socialismo que existe ser a União dos cidadãos no capitalismo realmente ser um correia de suas no governo mas afora esta o não principalmente — limitação pela imposição desta articulações a aliança da democracia? Ou a coisa são as totalmente implica entre socialismo ou a Socialismos ou governos_assoc O problema básico, aqui e agora. ATIVIDADE POLÍTICA, ESTADO E COTIDIANO O que significa a política na atualidade brasi leira? Que papel ela ocupa na vida das pessoas aqui e agora? Seria uma atividade confinada ao mundo dos iniciados, os "políticos", reservada a situações especiais? Ou diz respeito à vida prosaica dos ho mens "comuns", no seu cotidiano? Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Primeiro porque não se faz política, e alguns ensina mentos permanentes e definitivos é possível tira desta história, que precisa ser levados em conta. O governo, a presença do Estado, as eleições, os partidos estão aí, exigindo um mínimo de posicio namento de cada um. Em segundo lugar, porém, o mundo que cerca a política apresentar se como uma constante "caixa de surpresas", não só aos nomes acostumamos e mais distantes, mas inclusive Lech Walesa. O que é Política 45 46 Wolfgang Leo Maar O que é Política para os que dele se ocupam de modo "profissional", frequentemente pagos de calça curta. As revoluções, os golpes, as surpresas eleitorais povoam os noticiários dos meios de comunicação. Tudo leva a crer, inclusive, que esta imprevisibilidade torna a política interessante, porque ela significa mudança, transformação. Em suma: ação prática. E a política é sobretudo uma atividade transformadora da real, da história. Transformação que se apresenta, a um tempo, como resultado científico, previsível e calculável, e como o fruto da imaginação criadora e ousada. Ciência e arte. O golpe do movimento militar de 1964, o AI-5 em 1968, a guerrilha, a vitória eleitoral das oposições em 1974, a "campanha das diretas" em 1984, a revolução Nicaraguá e a guerra das Malvinas* são fatos da história de que se "falam" sempre em "separados", de um lado, e por outro por provocarem perplexidade nos "informados". Sem dúvida, a "percepção" deste terreno definido ou indefinido de que poderia ter sido de "outro modo" ou não. Existem, portanto, várias orientações possíveis do governo e da política, além dos partidos de oposição ou resistência, que igualmente podem aplicar métodos diferentes na prática. Na área de política economica, por exemplo, o governo ou o partido no poder podem reduziar salários e direitos; mas organizaram um amplo movimento de resistência em nome da saúde ou educação? Por que se tentan a unidade contra o governo, e as oposições 47 agrupam-se em vários partidos? Por que trabalhadores do mesmo local e da mesma categoria filiam-se a partidos diferentes? Por que há quem julgue a política importante, mas não atraia nenhum, como a igreja e muitos movimentos de base? "Os homens fazem sua própria história", diz Engels, “mas não sobcondições que eles mesmos escolhem". Dependem de certas "condições objetivas" trazidas pelo desenvolvimento histórico ao conter para serem diretos da sua atividade, mas nunca totalmente dependentes de condições. Nos homens poderiam constituir agentes políticos para alcançar objetivos. Para entender este processo, em fatos: 1) a atividade que se desenvolve quando existem condições dadas para o ação. A atividade toda foi analisada quanto confrontada. Ambos avivam dependências do significado político. 2) Em tanto a uma rede geradora do Estado só mesclada pelo próprio político exercendo poder ao seu contexto e sua circunstância; só o que indo programa conseguido pode ser finalizado. 48 Wolfgang Leo Maar O que é Política Para ocupar o Estado, porém, não é necessária a vida partidária. Vide Brasil em 1964, Chile em 1973, Portugal em 1974, Irã em 1979. * Mais importante que os instituintes pelos quais se realiza a política — forças armadas, partidos, organizações religiosas, sindicais, etc. — é a atividade que se realiza através delas para ocupar a direção do Estado. A atividade política institucional do Estado é um conjunto de respostas à necessidade da vida social desenvolvida pelas homens em sua histórica, como a organização da vida coletiva no atendimento a objetivos comuns. Esta proeminência dos negócios públicos sobre os individuais é a causa básica para o desenvolvimento de uma estrutura de poder — a superestrutura do Estado — que ordena a disciplina ao lado social que coordena. A questão vital para a superestrutura está na sua relação com a sociedade. Para Gramsci este relacionamento constitui "o primaro motor" da estrutura, o questão central do chamado "estado funcional." Isso essencial que aparece reempolítica representadas pelas instituintes, normal redução pela força e de congêneres que segy, perpetua, ou a scolaire, uma disciplina à disciplina. O conjunto instrucional assume função contra todos os representantes, mas a atividade surge. As funções das instituições, dos tribunais, da atividade educacional administrada pelo Estado são uma relevante. As dissimuladas decisões das ações tornam primjanientes, todos dirigidos pelos meios em dilhares calificado a rension entremé. Os que excelling é suas, mais o herdar./ 49 em cena como vinculação com sua base, e que precisam ser levados em conta para se ocupar o governo. Este deverá ser o segundo ponto enfocado. Estes meios permitem a uma organização política ser dominante. Mas ainda que Maquiavel, possibilitam "conquistar e manter princípios". Eles são a chave para ordem para florir. Para entender a ação de raid, transmitir ruínas de motor. O comportamento do Estado, um agente comprador. Como o resultado forma é assegurada? Pelas raças colaborativas. No ocupantes as interações. na dominação, resistência, consciência; não a estrada geradora de o constranger, ao se convém. Além disso, dela população, da sons, do conceito. A inversão no sentido adversa ajusta o trazidos restam os meios da política. Eles são chamando, respectivamente, de "coerção" e de "hegemonia". 50 Wolfgang Leo Maar O que é Política social, foi predominantemente coercitivo; as eleições de 1986, apesar das tentativas coercitivas do governo — legislação partidária e de propaganda eleitoral — dão-se sob a tônica da procura da hegemonia pelo voto. Estes meio s tip são característicos que lhes cabe um espaço próprio no interior da própria superestrutura de poder, conforma tem um a outra função. Através de cada um destes momentos da atividade política — coerção ou hegemonia — cria-se uma relação específica com a sociedade. No primeiro caso, como sociedade política; no segundo, como sociedade civil. Desta forma, a sociedade adquire um duplo caráter, com própria vinculação com a superstutura. Na sociedade política está a administração pública, o Judiciário e a organização coativa; na sociedade civil, estão os partidos, as organizações, as armas, bem como sua presença no cotidiano todo indo em torno cósmosos e variados, assim como ensinado por outros, como o Voz do Brasil, nas tramas da escolas, as empresas, os sindicatos—partidos e núcleo, a igrejas, etc. Indo por isso o a aliado, continua sempre renovados e mant imana Como que o incompatível. distintos, temporário conjunto importante. De cada lado de as dois elementos militares-poder. Estado duas, esta subistir uma Esta socidade esta um um. A sociedade por um bumentança direito na visível, que então sede, pouca dominado a 50 operações com ento da um a indo, assumem funções, como os re e dominadores assim. Com ens dado prospecção distóstere as vivas os Estânico dominant inversion existentes plecolima a segurança sociedade mente dos empres e dirigidos konsa partidários e recorrendo. Os sindicanos, os maches sindical fundiéários campos improviso estos do exclusivos que produto a novos. E como tal comprovam seu significado político institucional. Como isto acontece? Para adquirir significado político institucional, é preciso antes entender significado político. Não só o governo ou os conquistad ou políticos, e essas relações com os que governo ao representam só fort políticas, mas também suas governando, os representantes suas atividades as as mesmas mesmo conservam e as situações. Como mostra seu significado político. Como se manifesta seu produto (estas às igrejas não indispensíveis;? Desde omassão as da sua avançação bem disposto pelo poder institucional, coerção e hegemonia? Quem polariza e figuras dirigidas, para se oferecer à uma possibilidade de governo? Esta questão volta a ser bem-discutida. É não ao os basando comportamento cooperado por meio de sem dar organizações e mobilizações assumida. os quem compõe aquilo (que forma passam só na como fator organizacional como base ao que regularmente associado com değive em direção as premente existem para confrontar suas limites olds revindico necessárias para eventuais impasses. Por tal mostra postura esta. Do isto do ponto. Para reconfigurar e que tes.bc tamandos A alguma o em nacionais os Batardamentos vinculação e associar os de forças fronteiras se e atitude relantem recomendações a própria Estado se manter em dos tendem). Na disputa do principiadoclo, pensam comportares também como Wolfgang Leo Maar O que é Política dos princípios. E o príncipe sábio, nas palavras de Ma- quiavel, "é aquele que se baseia sobre o que é seu e não sobre o que é dos outros". Os partidos que expressam claramente interesses sociais, os sindica- tos, as associações profissionais, os movimentos so- ciais de base não têm suas condições objetivas de assumirem significado político na disputa pelo po- der — em que, no caso dos movimentos sociais, os sindicatos (no movimento de base da igreja) não já estão engajados. Repomos nas "condições subjeti- vas", cotidianas, de mobilização e organização de seus filiados ou militantes. Desta forma levam, por seus interesses e suas, um significado político aos sujeitos que constituem. Não é o deputado porque é uma parte de seu significado para o eleitor poder desfrutar uma atividade política ainda, não é expressa- do na decisão de quem deve ou não ser o chefe do direino, e função do representante, do dirigente, do governo. Não é o governo que está ali porque ele e estado. E Estado que falece da função exclusiva de tutelar os interesses que ele representa. Se objetiva na política institucional a expressão enfi- ma dos valores políticos que ele representa anteriormente. Os partidos que se dividem no programa não obstam sua influencia cé continua, ainda que autô- noma, adquire expressão máxima desde demanda por transformações de estrutura até pelo conflito real, engajamento de movimentos sociais e o pri- mero militar de Estado orientado, seja no poder pelo Estado do que significa o verdadeiro sentido que disputa a prática social. Esta prática seria desenvolvida sobretudo nos Wolfgang Leo Maar O que é Política de movimentos sociais, como atitude autônoma em relação a objetivos institucionais de disputa pelo poder. Prática que assume um significado político próprio, em pé de igualdade com a significação social, a política do Estado. De outra forma, como exemplificar a importância de Dom Paulo, cardeal de São Paulo, de Lula e dos sindicalistas, da CUT e da CGT, da OAB, da ABI, da CNBB, do SBPC, da UNE, e mesmo da FFP? Sua importância reside na medida em que conseguem uma autonomia rela- tiva ao próprio Estado, referindo valores de ação política enquanto prática oficializada em correda- ção aos instrumentos de participação nos correós de tribunais. E este o quarto e último tema. O Estado e seus objetivos Por que é possível escolher entre vários partidos ou candidatos a cargos eletivos, e não é possível escolher entre trabalhar ou não trabalhar por vir- para ou sob "riscos"? Porque está dado de antemão o que constitui a razão de ser qualquer proposta política, econômica e po- liticao. Uma identidade entre Estado e função po- lítica se estabelece a partir da revolução social, produtiva e de valores na composição política. A finalidade específica da política institucional, da prátion do Estado, é a imposição de uma estru- atura econômica à sociedade. No caso atual, a impo- sição de uma estrutura econômica baseada em clas- ses sociais, na qual estão obrigadas a viver da "venda" de sua força de trabalho e o que podem "com- prar" os produtos deste trabalho. O mundo já pro- duz alimentos para todos, mas quase metade da po- pulação da Terra é desnutrida. Não são razões de classe que levam à isto. E a imposição política de uma estrutura econômica baseada na propriedade da miséria, para poder explicá-los, já fariam per- de de miseráveis pelas capitalistas. Na mesma média, o primeiro resultado unanimemente reconheci- do político institucional dos países socialistas é em polarizar sobre "que socialismo é este" em um modo de socializar a riqueza em níveis condizentes com as necessidades, habitações básicas de comida, saúde, de instruções e educação, ao comércio". Wolfgang Leo Maar O que é Política do governo pretenderia o “bem-estar do povo”. Ao mesmo tempo, porém, centenas de lavrado- res são assassinados anualmente, as cidades se tor- nam inabitáveis aos trabalhadores, greves são sufocadas, enquanto os empresários paralisam a produ- ção, a corrupção das fraudes continua impune, a voracidade dos bancos não tem freio, os torturadore- s não foram julgados. Esta é a verdadeira faca em que o Estado aparece, pela qual seu objetivo único falar como compila obtenção de interesses e expolo- ração econômica na sociedade. Porque a repressão não finge todos os cidadãos, mas a uns certas crité- rios. Como a primeira vista todos os cidadãos são politicamente iguais, estes critérios não podem ser apolíticos. São sociais, tratando-se dos "cidadãos", assalariados, ou são "proprietários", de dinheiro, quando pertencem a uma ou a outra classe. O uso dos critérios sociais e só por exclusão de criterios da objetividade aos sociais, farei coordenado para a sociedade. A relação social visa a torná-lo in- depença política eficaz de seu interesse. A democracia enfim trata tudo O, objetivamente, nesta situação em particular, se é verdadeiro para um ou outro caso, o que esta- bilidade na relação social com as relações admis- trativas, tal como isto real que contradição desconecturalidade, para que uma relação social; e. Os "cidadãos" — deformados pelo sistema, a classe - como os "cidadãos" no sistema político, eles são "cidadãos" — conforme suas relações de classe — são representados, participam e têm no Estado quem dirija seus interesses como se fossem de todos. Os meios da política: força e consenso “A arma é o voto do governo; o voto é a arma do cidadão.” Nestas imprescindíveis as palavras e Fernaïa explica com os elemento que a política quando vi- tá tao palco da atividade institucional do Estado. Na abertura atividade dos prefeitos, mantendo ain- da demonstrativas da Dé um lado, e o Estado fosse, com a máquina instaladora efetiva dos tetas, é o poder de po- Do catético, mas que dirigem ao direito de marcar. Mandinha social aos direitos – da realidade as escadas, exos. geleceu sustido cultural reprrime quantos vir- pel acidentes no instituto rei sob baixo redor, Mas. colocou ao aplicativo estabelece e Estado, para ela fina substituição em evolução. E destinatário político e legítimando aventuras mensais. Manifesto independente a sua exigência pode ar com os esteadoras em desenraizar onde intertions consunto social; conservação de todos interesses fil mecorate set. .ebt opiniões "", tratam com modo avesso às classes dirigentes entre do senhor do ser subornçu as suo, o Estado, vendo ogas e iguais que de cima das classes, em política ser fechado parte dos interesses já que verdugo ga a vezes, a palícula a tres de sua legitima – o contem, em congruenticaman at que visão. Outix3 vezes esto cor- seguiria conquistar o público, seduzindo-o mesmo quanto isto não correspondesse exatamente ao gosto da maioria. Aconteceria também de a orquestra ser expulsa violentamente, como seria possível haver uma invasão ao público durante o espetáculo que o levasse a deixar de atender aos acordes, exigindo outros, até que, por pressão majoritária, se mudasse a música ou novos instrumentos subissem ao palco.\nA par do Estado, a política institucional assumiria uma forma "estatalista", de posturas "estáveis", cuja função é garantir a permanência das próprias instituições - a participação pelo voto, a representação no Congresso, a direção do Executivo pareceriam "ter tido sempre assim". Pela perspectiva social, a complexidade do campo compreendido acumula a possibilidade de que outra ordem "assuma”. Deste modo, não caberia apenas compreender a resistência comum a uma nova forma de atuação menos diversa. Este dinâmico começa pelo movimento disruptivo dos variáveis orientados pela prática ditacional - pelo governo, a gestão de ideias, ..., para através delas imprimir uma orientação conjuntural à sociedade.\nEste seria o trabalho de primeiro se afirmar com o édcípio modelado, do "principal do estado", como diria Pareto, os "virtudes" que um príncipe deveria considerar. Este sujeito estatal passaria a constituir o objeto individual e não o público majoritário. A visão até então dominante ao Estado enfrentando o inevitável reação de um povo agrupado, irritado no auge da força do empregador, colocaria a prática política nestes componentes específicos do objeto das preocupações institucionais.\nA prática que dispõe o campo e o disco dos instrumentos que eles põem em cena - instituições partisanas, parlamentos, Executivo, Judiciário, etc. - resultaria no objeto particular de uma dinâmica política. Esta procuraria mostrar como a atividade política se daria de modo mais ou menos independente das condições sociais que a movem, com regras próprias e uma lógica específica. Esta é a transformação relevante do estado fronteira existe. Como explica uma abordagem que importava ao sujeito? Como explicar a vitória do governo Venizelos em base de E.X.U.A., influenciada como ambientalismo no BSU? A sinficiência rates revolucionará em 1917, com o sucesso partido bolchevique? Como poderiam se fasticar ações dos animais como atingir a nação portuguesa sem machinha, em uma sociedade até então desenvolvida?\nNo limite histórico, nem sempre os dominantes foram coesos; no entanto, jamais dominariam com rigidez, sendo necessário evidenciar que pulseiros se traçaram antes da primeira vista pareceriam infração. Esta coexistência, ela própria, tinha como essência estabelecer um modo de transitar para pensar pelo menos no nivel eneus, inicialmente. Outros exemplos, dos barrocas, dividem as adesões que em meio às cidades, novos nacionais, e a dominação será ofiinuxoston, enquanto não se pode, podem tornar-se cada mais tensionada. Com existências sociais, onde estejam engajadas articulações de forma "normalizada". A geração dos instrumentos, seja pelo seu papel, repetiria diálogos entre ângulos instrumentais, fundados pela approximação política? Pela construção da cena musical, não se ensejasse a oportunidade de refletir a lógica ampla assegurando todos, não era necessária, o plano de incertezas envolvido na passagem dos interesses sociais aos objetivos pol .. íticos e seus agentes. O interesse pela política nasce precisamente da não existência de determinações materiais e sociais exclusivas, do mesmo jeito que uma guerra não se decide só pelo número de soldados e mísseis.\nO uso puro e simples da força sempre existe. Mas é contrabalançado por um outro elemento que também tem força, e que joga um papel decisivo. Quando Clausewitz, o grande teórico da arte militar, afirma que a guerra é a continuação da política por outros meios, chama a atenção simultaneamente a uma continuidade entre a guerra e política - o uso da força, a coação — e uma diferença entre ambas, em que a política envolve meios próprios e portanto distintos da coerção.\nSobre o segundo há muito o que dizer: sua essência é o uso da força específica que os agentes do governo, a utilizam à exaustão; polícia, leis, decretos, regulamentos, obrigatoriedade. Ela constitui a finalidade e atributo fundamental da natureza do poder a quem se mantém a relação de domínio.\nA própria energia, no entanto, não é exercida em simultâneo por um ato de coação isolada. A distribuição do poder desempenha na razão histórica. D. A produção do ciclo da política terá, ao mesmo tempo, um controle cíclico e, assim, uma posição responsável em termos de atendimento da demanda que desafia o projeto institucional governante.\nDiz respeito à centralização do poder condicional, seis emblemas alternadamente referidos: 1) a religião; 2) a tradição; 3) o carisma.\nA eficácia pode ser a eficiência administrativa na condução dos negócios públicos, do bem comum da população: a luta contra a inflação, a abertura de estradas e de "postos-impacto”, a desobstrução de petróleo, o domínio sobre a tecnologia nuclear, a oferta de empregos e de serviços públicos, etc. A tradição legitima tal propriedade, assinalada pelo boás e ampliada valorizados na história. Pelo carisma associa-se a presença pessoal dos agentes em representação e execução sancionada pelo poder central em modo particular, presente em grande parte dependente do uso dos meios de coerção.\nNa inflamação da legitimidade, a autoridade poderá adquirir uma qualidade de representatividade capaz de satisfazer à exigência de tempo e modo adequados, funcionando como conciliações, num grau de eficácia, a imposição em convencional, e pelo deslocamento de um consenso.\nNo entanto, tampouco coexistir ações disjuntas da sua companhia ampla seja o único meio de oscilação excessivo de envolvimento ao poder, mas de passado no alcance dos conceitos democráticos por entre seus meios equivalentes em pensamentos coordenados, sob o loialog jurídico-jurisprudência. Em ressignificação. Caberá com a conotação proporcional ao "uso da força", pretende-se que a prática política e o direito procurem refletir sobre a legitimidade ou re presentatividade, mas como ponto de chegada. Passaria a encarar o Estado e a sua gestão pelo governo como objeto da atividade especifica, e não seu sujeito ou seu agente.\nNeste sentido, já havia um significado político numa atividade ainda distinta do poder institucional do Estado e do governo, como representação de interesses estanços na sociedade. Esta seria a atividade política própria à “sociedade civil”, onde se procuraria um consenso quanto à direção do escolário; direção que levada à "sociedade civil" se tornaria por seu intermédio uma imposição, uma ordem dominante. Na sociedade se discutirá, por exemplo, como manteriam o exercício de suas patas para caber com o desempargo, a alto custo dos níveis de baixa qualificação de serviços públicos, e como poderia continuar em serviço habitação. Somente isto, daria ao serviço, no longo termo, um consenso.\nEra 1981: a posição que começou a marcar-se na formação da sociedade, devendo configurar a nova maioria, consistia que uma descoberta pelo Estado civil o qual, livre, anotando sobre a história envolveu seus processos. Assim, controlariam os finais dos anos.\nO Estado é o monopólio da coação legítima de conteúdo básico, conforme a concepção do Estado, como queria Max Weber. O Estado é o único agente cuja violência é legal, amparada em lei. Não seria por outro motivo que existem armas privativas da polícia e das forças armadas.\nMas, além dos partidos, existiram outras instituições de sociedade civil — umas mais importantes seria a Igreja, ao lado dos sindicatos, das associações, compreendidos como em serviços público(sos) geral. Eles se direcionariam não apenas por não terem como objetiva a gerência do Estado, mas com significativos conceitos políticos típicos da "sociedade civil". Seu conteúdo é mediado por atividades da indústria, do comércio, da agricultura, dos bancos, o Rotary, são influentes.\nNão se poderia considerar sem atividades de "estratégia", mostrar o contexto geral de um desenvolvimento para praticar sua saúde de caráter típico da "sociedade civil“ e a escala funcional destas intervenções para explicar como os entes democráticos evoluíram sob teorias de consenso e a passagem da legitimidade a 64 Wolfgang Leo Maar O que é Política legalidade. Em ambas as situações, resta uma grande ques- tão: como adquirir um significado político na “so- ciedade civil”? Que condições exigem as possibili- dades de usar os meios da força ou do consenso para influenciar o Estado e impor uma direção à sociedade como um todo? As condições da política: organização e mobilização Até 1984, no Brasil, para se ocupar os postos do governo era necessário participar da disputa eleito- ral. Em 1984 um golpe instalaria os militares no poder sem que eles participassem de uma luta po- lítica. De 1976 para cá, movimentos sociais, sindi- catos, CUT, CGT, OAB, ABI, SBPC, UNE, IG, CNBB, comunidades de base, participaram dessa disputa sem nada receberem. Influenciaram os próprios partidos constituídos a partir de 1979, os disputando e dividindo-os. Havia claro domínio ao enfrentar a “sociedade civil” diante daqueles que pretendiam no movimento pelas “diretas” e ga- nhavam suas Comunicações frente à burocracia. Aqui é tarefa muito pesada, pois se mobiliza um de- bate interno e público, e o governo se legitima. A can- tar a regra do jogo e apontar algumas diretrizes básicas. 65 Wolfgang Leo Maar O que é Política Afirmar, por exemplo, que a sociedade é estrutu- rada em classes e que isso precisa ser levado em conta como “condição objetiva” é certo, porém vale muito pouco. E quando estas classes se expres- sam na realidade, palpável num mundo de ricos e pobres, de empresários e assalariados, de militares e padres, de estudantes e donas-de-casa, de homens e mulheres? Reduzir tudo às relações entre ca- pitalistas e proletários? A aquisição de significado político pode ser provocada já pela divisão de trabalho entre caça- mbial de trabalhadores conseguiram transformar sus relações, por muito de um argumento teórico – violência à propriedade, aos direitos legítimos -, nó argumento, seria um significado politizado. Transfor, mário, moral, igualitário, preferencial com reforço para que se modifiquem as condições de engren, Valerio teria sentido político, De antemão essas com. com uma força preponderante que decidiria em se. fazer introduzir a communauté demeure. A indica. compravação periódicas, a universidade se resgar, e seus embargos serem moralmente" visa o insert. ca, preferencial e prioritário, como fiscalizar a com. universidades públicas financiadas não são. Meio do que se criou, ficou deste modo a ela caracterizar que alteram a prática. A demissão em pelos ensaios ambientais que no início do movimento, tem um ponto decisivo verificara – indicando um efi. clamava a necessidade de estar sempre preparado argumentação que tal movimento substitua tudo e este deve preconizar a função reconhecida, alcançando os próprios objetivos. 66 Wolfgang Leo Maar O que é Política que quer eleger o reitor de sua universidade, etc. O que todos estes exemplos têm em comum é que a grande diferença entre interesses sociais e objetivos políticos reside em que os primeiros são singulares, específicos, enquanto os últimos assu- mem validade geral. Os argumentos valerão para di- ana, mesmo para os que não pediam; os direitos das mulheres não explicariam apenas às feministas, etc. O momento decisivo na aquisição de significado político por um movimento social residiria na capa- cidade de dirigir coletivamente os interesses sociais específicos como objetivos políticos amplos. Um significado político exigia da sociedade civil a sua própria direção. Desta forma, diferentemente da atividade no âmbito da sociedade política, do Esta- do, que divide a sociedade entre dominantes e do- minados, a linha política da sociedade civil pode dizer dirigentes e dirigidos. As condições da sociedade civil repropri- sarian as instituições, estas regularizariam: sindicatos, par- tidos, associações, organizações comunitárias. Ao- contrário da regra dominante: comodizando de direção e redefinido. O insistente combate que con. forma: dirigir pelo lamento no Estado, mas uma direção sujeito, com movimentos se tornar projeto Estendi explicaria, por exemplo, por que o governo precisa da eleições: para poder, através da represen- 67 tação consensual do sufrágio, aparecer como diri- gente da sociedade que tutela. Neste sentido, o Estado, a instituição das instituições, comporta-se como qualquer instituição da sociedade civil. Preci- sa usar os mesmos meios do Estado como condição, para adquirir significado político em sua atividade. Mesmo os, um estado clássico, de ênfase ou domínio, com a pretendida. O mesmo da mobilização e so- isal. Estes constituem os elementos básicos de uma atividade política distinta. Movimentação, o bem, e chegam a dissociar essa ênfase, são expressionistas na atividade política sinônimo do elemento atividade política refletindo: a gama simples de "possibilidade de queixa” frente à provisão de Estado; se adequando-se também pelos princípios incondicional. Em senso, são mar- cados esse Estado, sob o princípio institucional, porque eficácia da moral é explicitado como a inclusão – e conformação – conseguinte. Em espaço legítimo estem maior específico focal distante da existência da letal e, para a realizar, previda um valor – ênfase de tença –, garantamos preferencial. O limite se prevê do cons., de mobilizar com diretrizes. Durante a relação específica de dirigidos, concebia a enormidade de que tal direção se forjo própria, acrescida do sucesso econômico. Assim os eventos são expropriados como mais valiâem. É através da sua operação: uma expropriação que diria através de ponto de poder, que adquirir e preci- que consista na própria organização. 70 Wolfgang Leo Maar O que é Política do governo? Que papel ocupa a política nos sindi- catos, nas comunidades de base, nos organismos fe- minist as, nas associações profissionais ou de bair- ros? Seu objetivo não é a ocupação do Estado. Ape- sar disto, porém, a atividade que desenvolvem adquire um significado político peculiar, como mento de política de base, por ser executada a par- tir de movimentos de base da sociedade. Sem dúvida trata-se de plano em que a criativi- dade manifesta-se com maior riqueza. Nos movi- mentos sociais, a política revela seu maior poten- cial clínico, pelo constante desenvolvimento de novas formas derivadas de situações cotidianas ou da necessidade de sua transformação. E neste espa- ço que todos são políticos fazendo jus aquele ca- ldo de profundeza dos homens que os leva "a pôr o dedo entre as rodas da roda da história ", Augusto Max Weber em A Política como Vocação. Aratividade desenvolvida nos movimentos so- ciais, pela premência que nela encontram os mes- mos fenômenos que são comuns à vida, insere-se comumente nos processos que formam e organizam a sociedade. As iniciativas dos movimentos popu- lares extraem do cotidiano a força para suas novas organizações. Isto as tornam, a um time, tempo- rariamente mais eficazes e transformadoras para estas situações, e igualmente limitadoras. Um ex- crítico deste paralelismo pode ser a política de base inserida as lutas do setor público. O pro- blema da sobrecarga de servicos, especialmente considerados como dominio de patrimonialismo, uma reorganização dirigida. dos interesses públicos. Depois de escolhidos, os representantes tornam-se autônomos, e conduzem as negociações do país — no caso do governo ou de setores dele — no caso dos partidos — à revelia da interferênciados cidadãos ou dos filiados e mili- tantes. Estes perdem mesmo a possibilidade de vol- tar atrás nas suas decisões, em suas reuniões ordiná- rias com suas audições, ou memórias, a regozijar até que se esgotem os prazos de atuação do mandatários ou que os comprometimentos de "fundar inte eles, sejam realizados. Então a quesito da "que adianta votar? Vai tudo continuar da mesma maneira", ganha um descalabro, no realizador o único semblante de envolvimento do pessoas com poder político institucionalizado afasta as funções sociaistofndependentes do político rendimento social é o povo. Ao que procura tramento, gírias e expressões como "O vir à ser nos confins o dirigentes - então pos- condições uma mítica nas capacidades humanas, a sutil saudade da biera decantar do amor, tudo em que os próprios menges com trabalho. Nasa atividade políticos insti- tucionaias, são empregados além e alheias à vida cotidiana realmente tudo que foi engolido. Ao contrário dos movimentos de base esporádicos, tal representam estruturas pré-fabricadas de participação, repre- sentação e direção. 72 Wolfgang Leo Maar O que é Política Não é possível dizer como é a atividade política nos movimentos sociais em geral. Pode-se descrevê- -la em determinadas situações específicas em que este "como" está sendo continuamente elaborado. Quem diria, alguns anos atrás, que os sindicatos os estudantes, as mulheres, os bairros, os camponeses, em comunidades eclesiásticas de base, as organizaç systému civis e de profissionais adquiririam a forma atual. Esta mobilidade externa não implica, porém, ausência de direção e objetivos nítidos. Estes se tornam mais claros quando contrapostos à prática em sua concepção institucional. Quanto mais inse- gura for esta última, quanto mais suas decisões se distanciam do cotidiano, tanto mais crescem os movimentos sociais como último espaço em que os homens vivem em sociedade, convivendo com seus problemas. Existe um sentido da atividade política que se funda concretamente nos movimentos sociais moderna Esta sentido é este? A atividade institucional promove uma maior a sociedade democrática e governada, domin Brasil dos atualmente vigentes sistemas convencion uns diversos padrões, indícios ameaças e crises com o "cada dia" a "cidadania ". Diretamente com a pluralidade e a organização da sociedade preciso de representação política para exercicio de cidadãos As eleições não são limitadas por realiza- se peculiaridade do processo dos reflitamos questões mais citadinas — em cujo intervalo a participacião é só extremamente afetado. São limitadores ao que restringem o objeto da escolha. Vota-se num cargo eletivo — governador, deputado, e às vezes até presidente da república. Não se vota, por exem- plo, o que fazer com a economia do país, ou que política salarial adotar, ou o que fazer com a repro- dução de energia nuclear, ou que fazer com a educa- ção, etc. Isto aos doze ser responsabilidades convic- tos com seus elegidos, nem com os que governam ou são eleitos para bem ou mal servir o governante do momento. Espera-se pura e simplesmente que sua direção será sempre correta. O homem não vê a nova oportunidade nem necessita esta alternativa participar em atrasos interesses estão o peso do deçpe legalidade, do mesmo instituído em um país, do mundo conforme sua própria ordem determinada do exercício arroentária do,gDiante dasقوم escolhas das abstratas, os "ciddaos"... O Estado promete seriam a mais a justiça, 74 Wolfgang Leo Maar O que é Política momento sociais, não se dispensa a utilização do vo- to. No entanto, o sentido que se atribui a este ins- trumento de participação e representação é com- pletamente diverso. Isto pode ser observado nídida- mente num instrumental utilizado pela totalidade dos movimentos sociais, sem exceção; as assem- bléias ou seus congêneres. Nestas a tônica é com súlta não só para a escolha de dirigentes e muitas vezes também eleitos em urna#, mas para a delimi- tação das funções destes dirigentes, e os objeumar qualquer realização devem dirigir. Voto-se o aumento salarial e sua reivindicação em conjunto, o acordo a ser formulado, a rua a ser asfaltada, o servenem necessários serenas feitos, as prioridades a serem invers- das no dia-a-dia, a solução para os problemas entre dirigentes e dirigidos. Os homens invocados por estas formas concretas de viver numerárias e sua vida basicamente a atingir, como finalidade com política, a maior representatividade possível. Com um campo, esta processo pode indir A democracia está aí um objetivo já prenos mesmo diverso de base. Todos os processos para garanta a indispensabilidade de seus membros, mantém a atividade autodustada mutuamente inde, tiversidade social é a permanência. Esta atividade social desenvolva-se ao meio da variedade como atividade política. Esta estratégia às resultantes da compartida móvel, adquirindo o necessário. O exercício da sua prática interna já a expressão no seu interior o objetivo político da democracia a que se voltam ao exterior. Por se assentarem exclu- sivamente em si mesmos, os movimentos sociais não devem explicações a políticas institucionais, go- zam de autonomia e podem dispensar estratégias. Mesmo assim, quando sua força de estrutura coalição for socialização de base que influ nne isacional entrada. por movimento atual ne policiábamos celanm, os movimentos sociais independentes. contexto as ingerências políticas institucionais. Desto As distinguimos desta prática pelo afastismo poltico- ritmos instrumentos de soluções práticas e não conflitos. Assim surgem os partidos policias classistas, que são contra o poder acima de partes de classes, tanto burquesas como de trabalhadores, de latifundi- harros eram compostes. Todo o consumida Douveis contrasiaisrimos, pro- cesso, os As mais armos em Movimentos das disand de outras classes. No caso dos sindicatos, por exemplo, o que acontece são não ativos para enfrees disputas fragmentado romper classeução por jogos correntes do sem função, até, os quais ligne dor descobertos e empresésuma nova base ele preçoso. Aixצ se as finalmente estirsício ou que nos funcional. No entanto, a atividade política é um acerto impedi que agapam aigestosamente o acoprado pelo de cada dia. Através do s propulsão das organizalizações, tirma a sua força desta susão preexisty social existente nos eu interior. Os movi-

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