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RELATÓRIO Remoção de lesão cariosa sob restauração de amálgama de prata e restauração classe 2 OD com resina composta elemento 25 Etapas clínicas 1 A paciente ao entrar na clínica devemos pedir para a paciente realizar bochecho com clorexidina 012 por 1 minuto De posse da paciente na cadeira odontológica promover o afastamento interproximal com cunhas de madeira para melhor visualização da lesão e auxiliar no preparo cavitário e restauração Com pasta profilática e escova Robinson acoplada à caneta de baixa rotação retirar o biofilme de todas as superfícies dos dentes do quadrante inferior esquerdo 2 Seguese para a escolha da cor do material restaurador baseada na escala VITA avaliando o matiz variante entre A B C e D e cromas intermediários A3 B3 C3 e D3 com a cervical do canino como referência e o croma sendo esses 1 2 3 35 ou 4 na região a ser restaurada Além disso a avaliação do tipo de resina a ser utilizado sendo dentes posteriores temse maior preocupação com a resistência mecânica do material optando em primeira escolha pelas nanoparticuladas Z350XT e como segunda opção as microhíbridas Z100Z250 Em relação a profundidade da cavidade em caso de uma cavidade rasa optase por uma camada de resina translúcida esmalte já em cavidades profundas a alternativa é pela primeira camada de resina opaca dentina e outra camada superficial mais translúcida esmalte 3 Depois antes de seguir a etapa do isolamento do campo operatório conferir os contatos interproximais com fio dental e em caso de haver pontas que rasguem o fio ajustar a interproximal com tiras de aço abrasiva 4 Adiante conferir oclusão com papel de carbono e pinça muller com o acculfilm marcando a oclusão em azul e os movimentos de lateralidade e protrusão em vermelho e realizar o registro fotográfico 5 Realizar o BNASM e BNPM do lado direito com lidocaína 2 com epinefrina 1100000 Posteriormente para um campo limpo seco e com menor contaminação realizar o isolamento absoluto Para isso adaptar o lençol de borracha ao arco de Young esticandoo e prendendoo às garras do arco A seguir posicionar conjunto lençolarco na boca do paciente de maneira a marcar sobre os dentes a serem isolados Devese perfurar o lençol respeitando a demarcação e os furos do perfurador de Ainsworth para logo em seguida testar o grampo Para o caso testaremos os grampos 200 a 205 para o molar superior ipsilateral e 212L ou 210 a 212 para o canino contralateral ambos seguros por amarrias Finalizado o teste e confirmado tais grampos o próximo passo é aplicar um lubrificante hidrossolúvel na região interna nos orifícios do lençol para facilitar o deslizamento do dente por entre eles e adaptar os grampos escolhidos aos elementos correspondentes Após isso usar um fio dental eou cureta de dentina para a invaginação do lençol respectivamente na interproximal e no sulco gengival 6 O próximo passo é a remoção do amálgama de prata Com o dente 25 protegido por cunhas metálicas interproximais na distal usase a broca esférica 1012 ou 1013 sob alta rotação Com a completa remoção partir para a remoção da lesão cariosa Definindo o acesso à lesão por ser uma oclusodistal conseguimos iniciar pela face oclusa O preparo cavitário deve ser minimamente invasivo acessando a lesão pela remoção de esmalte com ponta diamantada em alta rotação e refrigeração já a remoção em dentina é realizada com broca esférica em baixa rotação eou com cureta de dentina Para o acabamento do preparo cavitário realizase a remoção dos prismas de esmalte fragilizados com brocas em baixa rotação recortadores de margem gengival específicos para cada caixa proximal ou tiras de lixa metálicas na face distal A limpeza da cavidade é feita com seringa tríplice com jato de água e secagem com jato de ar e pequenos pedaços de papel filtro inserida na cavidade 7 O condicionamento com ácido fosfórico à 37 por 30 segundos em esmalte e 15 segundos em dentina seguido de lavagem abundante da área por aproximadamente 1 minuto e secagem com papel absorvente estéril ou bolinha de algodão em área de dentina Em relação ao sistema adesivo podendo ser o convencional de 2 passos aplicase com o microbrush uma primeira camada da solução 2 em 1 remove o excesso suaves jatos de ar auxiliam na evaporação do solvente e fotopolimerização por 40 segundos Ou o universal aplicando o sistema adesivo universal friccionando por 20 segundos volatilização do solvente com jatos de ar por ao menos 5 a 10 segundos e fotopolimerização por 40 segundos Com o conjunto matriz metálica não pode ser a mesma do preparo cavitário porta matriz e cunha de madeira preferencialmente antes do condicionamento ácido e sistema adesivo sendo posicionado por vestibular busca garantir adequado contorno proximal contatos proximais e melhor adaptação do material restaurador junto a margem cervical Iniciase a inserção do compósito resinoso pela caixa proximal dista Assim transformase a Classe II em Classe I promovese a inserção do incremento pela técnica incremental oblíqua a qual dita que o incremento de no máximo 2 mm de espessura deve ser comportado na parede de fundo e uma parede circundante reduzindo forças de tensão e evitando gaps eou fraturas pela contração da resina e assim fotopolimerizalo pelo tempo determinado pelo fabricante e a fotoativação final sendo feita pelo dobro do tempo e podendo ser usado o gel bloqueador de O2 sendo necessário fotoativação na face distal após remoção da cunha de madeira e matriz metálica com aplicação da luz pela vestibular e pela palatina Ao final do procedimento restaurador e antes da fotoativação final checar com a sonda exploradora se há falta de resina composta em todo o ângulo cavossuperficial e com o fio dental a região próximocervical Caso haja falta de material restaurador complementar com mais um incremento de resina composta Remoção do isolamento absoluto com auxílio de uma tesoura Em seguida realizase o ajuste oclusal com o papel de carbono accufilm e pinça muller com marcação azul a oclusão e marcação vermelha os movimentos de protrusão e lateralidade comparar os contatos oclusais com o registro fotográfico Para o acabamento da parede proximal e crista marginal devese usar tiras de lixa de granulação média fina em movimento de S e também lâmina de bisturi nº 12 E o acabamento nas superfícies oclusais vestibulares e palatinas devese usar pontas diamantadas F ou FF tipo e formato variando de acordo com a região a ser trabalhada em alta rotação e refrigeração O acabamento final é realizado na próxima vinda da paciente sendo feito de forma semelhante ao acabamento anteriormente realizado definindo detalhes anatômicos e o polimento final são utilizados com borrachas e discos abrasivos em ordem decrescente de granulação finalizando com discos de feltro e pasta para polimento na superfície proximal fio dental com pasta diamantada
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RELATÓRIO Remoção de lesão cariosa sob restauração de amálgama de prata e restauração classe 2 OD com resina composta elemento 25 Etapas clínicas 1 A paciente ao entrar na clínica devemos pedir para a paciente realizar bochecho com clorexidina 012 por 1 minuto De posse da paciente na cadeira odontológica promover o afastamento interproximal com cunhas de madeira para melhor visualização da lesão e auxiliar no preparo cavitário e restauração Com pasta profilática e escova Robinson acoplada à caneta de baixa rotação retirar o biofilme de todas as superfícies dos dentes do quadrante inferior esquerdo 2 Seguese para a escolha da cor do material restaurador baseada na escala VITA avaliando o matiz variante entre A B C e D e cromas intermediários A3 B3 C3 e D3 com a cervical do canino como referência e o croma sendo esses 1 2 3 35 ou 4 na região a ser restaurada Além disso a avaliação do tipo de resina a ser utilizado sendo dentes posteriores temse maior preocupação com a resistência mecânica do material optando em primeira escolha pelas nanoparticuladas Z350XT e como segunda opção as microhíbridas Z100Z250 Em relação a profundidade da cavidade em caso de uma cavidade rasa optase por uma camada de resina translúcida esmalte já em cavidades profundas a alternativa é pela primeira camada de resina opaca dentina e outra camada superficial mais translúcida esmalte 3 Depois antes de seguir a etapa do isolamento do campo operatório conferir os contatos interproximais com fio dental e em caso de haver pontas que rasguem o fio ajustar a interproximal com tiras de aço abrasiva 4 Adiante conferir oclusão com papel de carbono e pinça muller com o acculfilm marcando a oclusão em azul e os movimentos de lateralidade e protrusão em vermelho e realizar o registro fotográfico 5 Realizar o BNASM e BNPM do lado direito com lidocaína 2 com epinefrina 1100000 Posteriormente para um campo limpo seco e com menor contaminação realizar o isolamento absoluto Para isso adaptar o lençol de borracha ao arco de Young esticandoo e prendendoo às garras do arco A seguir posicionar conjunto lençolarco na boca do paciente de maneira a marcar sobre os dentes a serem isolados Devese perfurar o lençol respeitando a demarcação e os furos do perfurador de Ainsworth para logo em seguida testar o grampo Para o caso testaremos os grampos 200 a 205 para o molar superior ipsilateral e 212L ou 210 a 212 para o canino contralateral ambos seguros por amarrias Finalizado o teste e confirmado tais grampos o próximo passo é aplicar um lubrificante hidrossolúvel na região interna nos orifícios do lençol para facilitar o deslizamento do dente por entre eles e adaptar os grampos escolhidos aos elementos correspondentes Após isso usar um fio dental eou cureta de dentina para a invaginação do lençol respectivamente na interproximal e no sulco gengival 6 O próximo passo é a remoção do amálgama de prata Com o dente 25 protegido por cunhas metálicas interproximais na distal usase a broca esférica 1012 ou 1013 sob alta rotação Com a completa remoção partir para a remoção da lesão cariosa Definindo o acesso à lesão por ser uma oclusodistal conseguimos iniciar pela face oclusa O preparo cavitário deve ser minimamente invasivo acessando a lesão pela remoção de esmalte com ponta diamantada em alta rotação e refrigeração já a remoção em dentina é realizada com broca esférica em baixa rotação eou com cureta de dentina Para o acabamento do preparo cavitário realizase a remoção dos prismas de esmalte fragilizados com brocas em baixa rotação recortadores de margem gengival específicos para cada caixa proximal ou tiras de lixa metálicas na face distal A limpeza da cavidade é feita com seringa tríplice com jato de água e secagem com jato de ar e pequenos pedaços de papel filtro inserida na cavidade 7 O condicionamento com ácido fosfórico à 37 por 30 segundos em esmalte e 15 segundos em dentina seguido de lavagem abundante da área por aproximadamente 1 minuto e secagem com papel absorvente estéril ou bolinha de algodão em área de dentina Em relação ao sistema adesivo podendo ser o convencional de 2 passos aplicase com o microbrush uma primeira camada da solução 2 em 1 remove o excesso suaves jatos de ar auxiliam na evaporação do solvente e fotopolimerização por 40 segundos Ou o universal aplicando o sistema adesivo universal friccionando por 20 segundos volatilização do solvente com jatos de ar por ao menos 5 a 10 segundos e fotopolimerização por 40 segundos Com o conjunto matriz metálica não pode ser a mesma do preparo cavitário porta matriz e cunha de madeira preferencialmente antes do condicionamento ácido e sistema adesivo sendo posicionado por vestibular busca garantir adequado contorno proximal contatos proximais e melhor adaptação do material restaurador junto a margem cervical Iniciase a inserção do compósito resinoso pela caixa proximal dista Assim transformase a Classe II em Classe I promovese a inserção do incremento pela técnica incremental oblíqua a qual dita que o incremento de no máximo 2 mm de espessura deve ser comportado na parede de fundo e uma parede circundante reduzindo forças de tensão e evitando gaps eou fraturas pela contração da resina e assim fotopolimerizalo pelo tempo determinado pelo fabricante e a fotoativação final sendo feita pelo dobro do tempo e podendo ser usado o gel bloqueador de O2 sendo necessário fotoativação na face distal após remoção da cunha de madeira e matriz metálica com aplicação da luz pela vestibular e pela palatina Ao final do procedimento restaurador e antes da fotoativação final checar com a sonda exploradora se há falta de resina composta em todo o ângulo cavossuperficial e com o fio dental a região próximocervical Caso haja falta de material restaurador complementar com mais um incremento de resina composta Remoção do isolamento absoluto com auxílio de uma tesoura Em seguida realizase o ajuste oclusal com o papel de carbono accufilm e pinça muller com marcação azul a oclusão e marcação vermelha os movimentos de protrusão e lateralidade comparar os contatos oclusais com o registro fotográfico Para o acabamento da parede proximal e crista marginal devese usar tiras de lixa de granulação média fina em movimento de S e também lâmina de bisturi nº 12 E o acabamento nas superfícies oclusais vestibulares e palatinas devese usar pontas diamantadas F ou FF tipo e formato variando de acordo com a região a ser trabalhada em alta rotação e refrigeração O acabamento final é realizado na próxima vinda da paciente sendo feito de forma semelhante ao acabamento anteriormente realizado definindo detalhes anatômicos e o polimento final são utilizados com borrachas e discos abrasivos em ordem decrescente de granulação finalizando com discos de feltro e pasta para polimento na superfície proximal fio dental com pasta diamantada