Texto de pré-visualização
Referênci a PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Local Laboratório de Biologia Molecular Título do Document o UTILIZAÇÃO CORRETA DA BALANÇA DE PRECISÃO Emissão 12102025 Próxima revisão Versão 2 1 OBJETIVOS 11 Estabelecer o procedimento correto para o uso calibração e conservação da balança de precisão utilizada no laboratório de Biologia Molecular garantindo a exatidão dos resultados obtidos nas análises 2 RESPONSABILIDADE ABRANGÊNCIA 21 Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB Responsável técnico assegurar a manutenção e calibração periódica da balança Usuários seguir corretamente o procedimento descrito neste POP e registrar o uso do equipamento 3 SIGLAS 31 EPI Equipamento de Proteção Individual 32 CSB Cabine de Segurança Biológica 33 FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico 34 BPL Boas Práticas Laboratoriais 35 NB2 Nível de Biossegurança 2 4 DESCRIÇÃO 41 METODOLOGIA Balança de precisão equipamento utilizado para medir massas com elevada exatidão sensibilidade e estabilidade Calibração ajuste e verificação da exatidão do equipamento Antes do uso Certificarse de que a balança está nivelada e em superfície firme Ligar o equipamento e aguardar estabilização aprox 15 min Garantir ambiente sem correntes de ar e vibrações Verificar se o prato está limpo e seco Durante o uso Ligar a balança e pressionar TARE antes de cada pesagem Utilizar papel vidro relógio ou recipiente limpo e seco Não tocar amostras ou pesos com as mãos Evitar apoiar objetos sobre a balança quando não estiver em uso Após o uso Limpar com papel toalha levemente umedecido em álcool 70 Desligar o equipamento e cobrir com proteção Registrar o uso em planilha de controle 42 ORGANIZAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE Evitar pesagem de substâncias voláteis ou corrosivas sem proteção adequada Em caso de derramamento limpar imediatamente e comunicar o responsável técnico Calibração interna diária antes do início das atividades Calibração externa semestral por técnico autorizado Registro obrigatório em planilha de controle de calibração 43 Descarte de Resíduos Resíduos sólidos e papéis utilizados devem ser descartados em lixo comum Amostras contaminadas devem seguir o plano de gerenciamento de resíduos do laboratório 5 REFERÊNCIAS MINISTÉRIO D SAÚDE BIOSSEGURANçA EM LABORATÓRIOS BIOMÉDICOS E DE MICROBIOLOgIA sl sn Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologia pdf Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Chemicals Information about safety health and evironment Part 4 Safety data sheet for chemicals SDS sl sn Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th Edition Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml ELABORADOR Gabriel de Lima Garcia Leandro APROVADOR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira Item Price Quantity Total AMC Book AMC Service Support Services in Europe for Cisco Secure Access Security Appliance SMA 1110 5766340 3 17299020 Item Price Quantity Total AMC Book AMC Service Support Services in Europe for Cisco Secure Access Security Appliance SMA 1110 5766340 3 17299020 Item Price Quantity Total AMC Book AMC Service Support Services in Europe for Cisco Secure Access Security Appliance SMA 1110 5766340 3 17299020 Renew your Amazon Prime membership Pay One Month now and save 15 by paying for 12 months upfront Start your membership from 17th June 2023 to keep enjoying unlimited fast delivery exclusive entertainment and delicious food deliveries Continue membership for Rs 179 per month after the 30day free trial period Prime benefits include Unlimited Free Fast Delivery Video Streaming Music Streaming Reading Prime Exclusive Deals and more By joining Amazon Prime you agree to the terms and cancellation policy Enjoy all these benefits and more with Amazon Prime Lambda Compute Learn more wwwprimecomindia Prime membership fees subject to GST and applicable taxes You can cancel anytime Keep enjoying fast free delivery and exclusive entertainment when you continue with your membership at Rs 179month after the free trial Ultra Priority Delivery available in select pin codes Terms Conditions apply PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPBPL001 VERSÃO 01 PÁGINA 3 3 REVISAO 0 TÍTULO BOAS PRÁTICAS LABORATORIAIS E BIOSSEGURANÇA DATA DA EMISSÃO 09102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR Estagiária Biomedicina Layane de Souza dos Santos Biomédica Coordenado de Estágio Drª Márcia Maria C M Silveira BiomédicaCoordenadora Drª Márcia Maria C M Silveira 1 OBJETIVO Estabelecer as diretrizes e procedimentos para garantir a qualidade segurança e integridade nas atividades realizadas em ambiente laboratorial promovendo a adoção de boas práticas laboratoriais BPL e medidas de biossegurança que visem à proteção do profissional do ambiente e da comunidade 2 RESPONSABILIDADE Responsável Técnico Assegurar o cumprimento deste POP supervisionar o treinamento da equipe e garantir o fornecimento de equipamentos de proteção individual EPIs adequados Profissionais e Estagiários de Laboratório Cumprir as normas descritas neste documento participar de treinamentos e comunicar qualquer incidente ou não conformidade Gestão da Qualidade Garantir o monitoramento contínuo das práticas laboratoriais e revisar periodicamente este POP 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todas as atividades realizadas nos laboratórios de análises clínicas microbiologia parasitologia urinálise hematologia bioquímica imunologia e setores correlatos abrangendo todos os colaboradores docentes discentes e visitantes autorizados 4 DEFINIÇÕES 41 Boas Práticas Laboratoriais BPL Conjunto de princípios que asseguram a qualidade e a rastreabilidade das análises laboratoriais 42 Biossegurança Conjunto de ações voltadas à prevenção minimização ou eliminação de riscos que possam comprometer a saúde humana animal ou o meio ambiente 43 EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais 44 Risco Biológico Probabilidade de exposição a agentes infecciosos que possam causar doenças 45 Desinfecção Processo que elimina microrganismos patogênicos em superfícies inanimadas 46 Autoclave Equipamento utilizado para esterilização de materiais e meios de cultura sob pressão e temperatura elevadas 5 SIGLAS E ABREVIATURAS BPL Boas Práticas Laboratoriais EPI Equipamento de Proteção Individual EPC Equipamento de Proteção Coletiva NR Norma Regulamentadora RDC Resolução da Diretoria Colegiada ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária OMS Organização Mundial da Saúde 6 DESCRIÇÃO METODOLOGIA 61 CONDUTA PESSOAL 611 Utilizar jaleco fechado limpo e de mangas longas durante todo o período de permanência no laboratório 612 Cabelos presos barbas aparadas e sem uso de adornos anéis brincos pulseiras relógios PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPBPL001 VERSÃO 01 PÁGINA 3 3 REVISAO 0 TÍTULO BOAS PRÁTICAS LABORATORIAIS E BIOSSEGURANÇA DATA DA EMISSÃO 09102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR Estagiária Biomedicina Layane de Souza dos Santos Biomédica Coordenado de Estágio Drª Márcia Maria C M Silveira BiomédicaCoordenadora Drª Márcia Maria C M Silveira 613 É proibido comer beber fumar ou utilizar o celular dentro do laboratório 614 Higienizar as mãos antes e após qualquer procedimento 62 USO DE EPI 621 Utilizar obrigatoriamente jaleco luvas máscara e óculos de proteção conforme o tipo de atividade 622 Substituir EPIs sempre que apresentarem danos ou após procedimentos de risco 623 Realizar o descarte correto dos EPIs descartáveis em local apropriado 63 ORGANIZAÇÃO E LIMPEZA 631 Manter bancadas limpas e organizadas antes durante e após os procedimentos 632 Identificar corretamente reagentes e amostras com data conteúdo e responsável 633 Realizar limpeza e desinfecção diária com solução desinfetante álcool 70 hipoclorito ou outro agente adequado 634 Evitar o acúmulo de materiais nas bancadas e nos corredores do laboratório 64 MANIPULAÇÃO DE AMOSTRAS 641 Manipular amostras com cuidado para evitar contaminação cruzada 642 Utilizar técnicas assépticas em todos os procedimentos 643 Identificar as amostras imediatamente após a coleta 644 Descartar amostras e resíduos conforme o tipo de risco biológico 65 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS 651 Seguir a RDC nº 2222018 ANVISA sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde 652 Separar os resíduos conforme o grupo Grupo A biológicos materiais contaminados sangue amostras lâminas e ponteiras Grupo B químicos reagentes soluções corantes e conservantes Grupo D comuns papéis e materiais não contaminados Grupo E perfurocortantes agulhas lâminas e pipetas 653 Utilizar coletores rígidos e devidamente identificados 66 CONDUTAS EM CASO DE ACIDENTES 661 Interromper imediatamente o procedimento 662 Comunicar o responsável técnico e o setor de segurança 663 Lavar a área afetada com água corrente e sabão e aplicar antisséptico 664 Preencher ficha de notificação de acidente de trabalho CAT 67 DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO 671 Esterilizar materiais reutilizáveis em autoclave 121C por 15 a 30 minutos 672 Desinfetar bancadas antes e após o uso 673 Controlar periodicamente o funcionamento dos equipamentos de esterilização 68 TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO 681 Todos os colaboradores devem passar por treinamento anual em BPL e biossegurança 682 Registros de treinamento devem ser arquivados e atualizados PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPBPL001 VERSÃO 01 PÁGINA 3 3 REVISAO 0 TÍTULO BOAS PRÁTICAS LABORATORIAIS E BIOSSEGURANÇA DATA DA EMISSÃO 09102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR Estagiária Biomedicina Layane de Souza dos Santos Biomédica Coordenado de Estágio Drª Márcia Maria C M Silveira BiomédicaCoordenadora Drª Márcia Maria C M Silveira 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3ª ed Brasília MS 2010 ANVISA RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde OMS Organização Mundial da Saúde Guidelines on Laboratory Biosafety Manual 4th edition Geneva 2020 ISO 151892022 Requisitos de Qualidade e Competência para Laboratórios Clínicos CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO COLETA DE SANGUE DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento padronizado para a coleta de sangue periférico garantindo a correta preparação do paciente a técnica adequada de punção venosa o manuseio apropriado dos materiais e amostras bem como a aplicação rigorosa das normas de biossegurança 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a capacitação da equipe envolvida na coleta de sangue periférico supervisionar a execução do procedimento validar a conformidade com as normas de biossegurança vigentes e garantir a disponibilidade e a integridade dos materiais necessários Zelar pelo correto registro identificação e encaminhamento das amostras Usuários Realizar a coleta de sangue periférico conforme descrito neste POP utilizando técnica asséptica EPIs adequados e práticas seguras Garantir a correta identificação do paciente e da amostra registrar todas as informações pertinentes e comunicar ao responsável técnico qualquer intercorrência durante o procedimento 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os profissionais habilitados incluindo docentes discentes estagiários e técnicos responsáveis pela realização da coleta de sangue periférico nos setores assistenciais ambulatoriais e laboratoriais vinculados ao curso de Biomedicina do UNIFEB Este procedimento abrange todas as etapas da coleta venosa desde a identificação do paciente até o encaminhamento adequado das amostras ao laboratório clínico 4 DEFINIÇÕES 41 EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais 42 EDTA anticoagulante utilizado em tubos de tampa roxa indicado para exames hematológicos e para preservação celular em sangue total 43 Tubo SST tubo com gel separador e ativador de coágulo utilizado exclusivamente para obtenção de soro análises bioquímicas sorológicas e hormonais 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual EDTA Ácido etilenodiamino tetraacético SSTSerum Separator Tube CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos materiais para a coleta Algodão hidrófilo Álcool etílico a 70 Agulha e seringa descartável Sistema a vácuo suporte tubo e agulha descartável Tubos de ensaio com tampa Etiquetas para identificação de amostras Caneta Garrote Recipiente com a boca larga com paredes rígidas e tampa para o descarte de material perfurocortantes Estantes para tubos Curativo Estante para os tubos Escalpe descartável com dispositivo de segurança III Higienizar as mãos IV Conferir os dados do paciente e passar para o tubo de coleta V Orientar o paciente e posicionálo confortavelmente VI Aplicar o garrote para selecionar a veia de preferencia a antecubital 62 Antissepsia I Limpar a pele com álcool 70 em movimento circular II Aguardar secar completamente METODOLOGIA DA COLETA A VACUO 63 Punção Venosa e Coleta 631 Instalação do sistema I Rosquear a agulha no adaptador II Introduzir a agulha na veia com bisel voltado para cima 632 Se houver mais de um tubo a Tubo SST para separar soro b Tubo EDTA para hemograma e demais exames hematológicos 633 Coleta no Tubo EDTA I Inserir o tubo EDTA no adaptador até perfurar o tampão II Permitir enchimento automático até o volume indicado III Soltar o garrote antes de retirar a agulha IV Comprimir o local com gaze estéril V Não agitar apenas inverter suavemente 5 a 8 vezes para evitar hemólise não agitar VI Descartar a agulha imediatamente no coletor de perfurocortantes 634 Coleta no Tubo SST quando necessário I Inserir o tubo SST após o tubo EDTA somente quando necessário CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira II Permitir enchimento automático até a marca indicada III Inverter 8 a 10 vezes não agitar IV Manter o tubo na posição vertical por 2030 minutos para coagulação V Centrifugar conforme rotina METODOLOGIA DA COLETA COM SERINGA 64 Coleta Utilizando Seringa e Agulha A coleta com seringa deve ser utilizada apenas em situações específicas tais como dificuldade de punção veias colapsadas pacientes pediátricos idosos ou em casos em que o sistema a vácuo não seja adequado 641 Preparo da Seringa I Utilizar seringa estéril de 5 mL ou 10 mL conforme necessidade clínica II Acoplar a agulha estéril à seringa sem violar a esterilidade do conjunto III Eliminar o ar interno mantendo o êmbolo na posição inicial 642 Punção Venosa I Posicionar a agulha com o bisel voltado para cima II Introduzir na veia III Trazer o êmbolo lentamente para trás aspirando o sangue suavemente para evitar hemólise IV Aspirar apenas o volume necessário para os exames 643 Transferência da amostra para os tubos I Após a coleta retirar a agulha da veia II Descartar a agulha sem reencapar diretamente no coletor de perfurocortantes III Acoplar ao tubo o dispositivo transferidor de seringa sem perfurar o tubo diretamente com a agulha usada IV Transferir o sangue para o tubo conforme a solicitação do exame V A transferência deve ser feita sem pressão deixando o sangue entrar por gravidade ou fluxo suave do transferidor evitando hemólise 644 Homogeneização I EDTA inverter 8 a 10 vezes II SST inverter 5 a 8 vezes 65 Finalização I Descartar a agulha imediatamente no coletor de perfurocortantes sem reencapar as agulhas II Registrar eventuais intercorrências III Higienizar as mãos antes e após a coleta 66 Armazenamento e Transporte I EDTA manter à temperatura ambiente 1525 C análise preferencial em até 24h CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira II SST manter vertical antes da centrifugação após separação armazenar soro entre 28 C 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANÁLISES CLÍNICAS SBAC Manual de Coleta de Sangue Venoso São Paulo SBAC sd REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO PREPARO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO NaOH DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Padronizar o preparo e a diluição de soluções de NaOH garantindo segurança reprodutibilidade e rastreabilidade 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar o cumprimento deste POP supervisionar o treinamento da equipe e garantir o fornecimento de equipamentos de proteção individual EPIs adequados Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais Solução estoque maior concentração Diluição tornar solução mais fraca Fórmula C1V1 C2V2 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Reunir verificar todos os materiais para a realização da diluição beckers balões volumétricos provetas pipetas balança analítica pHmetro funil bastão de vidro II Organizar NaOH PA água destilada III Verificar balança usar capela EPIs registrar lote data e concentração IV Paramentação com EPIs e seguir recomendações de BPL 62 Procedimento I Preparo da solução estoque 1 molL 1 L REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira Massa molar 40 gmol m M V 1 1 40 g de NaOH II Pesar 40 g adicionar a 500 mL de água dissolver resfriar transferir ao balão de 1 L completar rotular III Preparo de 01 molL diretamente m 01 1 L 4 g de NaOH IV Diluição C1V1 C2V2 Estoque 1 molL 01 molL 100 mL V1 10 mL do estoque completar para 100 mL V Identificar a vidraria da solução diluida com as seguintes informações data da diluição lote massa pesada concentração responsável validade VI Manter armazenado em frasco fechado protegido de luz e calor 63 Após o procedimento I Avaliar se luvas jaleco protetor facial ou óculos sofreram danos II Limpar imediatamente gotículas respingos ou áreas que tiveram contato com a base III Neutralizar resíduos com solução fraca de ácido acético ou ácido cítrico quando apropriado IV Descartar segundo o PGRSS e a RDC nº 2222018 V Substituir equipamentos que tenham sido contaminados 7 REFERÊNCIAS BRASIL Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília ANVISA 2018 Disponível em httpswwwingovbrmateriaassetpublisherKujrw0TZC2Mbcontentid10234761 Acesso em 28 nov 2025 BRASIL Ministério da Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS Brasília Ministério da Saúde sd Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrassuntosnoticiasultimas noticiasplanodegerenciamentoderesiduosdeservicosdesaude Acesso em 28 nov 2025 WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ Hidróxido de Sódio Sl sn sd Disponível em httpsww3icbuspbrwp REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira contentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO DE CLORETO DE SÓDIO NaCl DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Descrever o procedimento padronizado para realizar a diluição de soluções de NaCl em diferentes concentrações garantindo precisão reprodutibilidade e segurança no preparo de soluções utilizadas em análises laboratoriais 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar o cumprimento deste POP supervisionar o treinamento da equipe e garantir o fornecimento de equipamentos de proteção individual EPIs adequados Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis que frequentam o Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais Solução estoque maior concentração Diluição tornar solução mais fraca Fórmula C1V1 C2V2 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Reunir verificar todos os materiais para a realização da diluição NaCl PA cloreto de sódio água destilada ou deionizada balão volumétrico becker pipetas graduadas ou micropipetas bastão de vidro II Paramentação com EPIs jalecoluvasóculos e seguir recomendações de BPL 62 Durante o procedimento I O preparo da diluição segue a relaçãoC₁ V₁ C₂ V₂ II Preparar NaCl 09 a partir de 10 REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira III Calcular o volume da solução concentrada C₁10 C₂09V1C2V2C1 IV Pipetar 9 mL da solução 10 V Transferir para balão volumétrico de 100 mL VI Completar com água destilada até o menisco VII Homogeneizar VIII Identificar a vidraria da solução diluida com as seguintes informações data da diluição lote massa pesada concentração responsável validade IX Manter armazenado em frasco fechado protegido de luz e calor 63 Após o procedimento I Avaliar se luvas jaleco protetor facial ou óculos sofreram danos II Descartar segundo o PGRSS e a RDC nº 2222018 III Substituir equipamentos que tenham sido contaminados 7 REFERÊNCIAS BRASIL Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília ANVISA 2018 Disponível em httpswwwingovbrmateriaassetpublisherKujrw0TZC2Mbcontentid10234761 Acesso em 28 nov 2025 BRASIL Ministério da Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS Brasília Ministério da Saúde sd Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrassuntosnoticiasultimas noticiasplanodegerenciamentoderesiduosdeservicosdesaude Acesso em 28 nov 2025 WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ Hidróxido de Sódio Sl sn sd Disponível em httpsww3icbuspbrwp contentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO UTILIZAÇÃO DA BALANÇA DE PRECISÃO DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento correto para o uso calibração e conservação da balança de precisão utilizada no laboratório de Biologia Molecular garantindo a exatidão dos resultados obtidos nas análises 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a manutenção e calibração periódica da balança além de supervisionar o uso do equipamento pelos estagiários Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais 42 Balança de precisão Equipamento utilizado para medir massas com elevada exatidão sensibilidade e estabilidade 43 Calibração Ajuste e verificação da exatidão do equipamento 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Antes do uso I Certificarse de que a balança está nivelada e em superfície firme II Ligar o equipamento e aguardar estabilização aprox 15 min III Garantir ambiente sem correntes de ar fechando portas e janelas e vibrações sem centrífugas na mesma bancada IV Verificar se o prato está limpo e seco V Paramentação com EPIs CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 62 Durante o uso I Ligar a balança e pressionar TARE antes de cada pesagem II Utilizar papel vidro relógio ou recipiente limpo e seco III Não tocar amostras ou pesos com as mãos IV Evitar apoiar objetos sobre a balança quando não estiver em uso 63 Após o uso I Limpar com papel toalha levemente umedecido em álcool 70 II Desligar o equipamento e cobrir com proteção III Registrar o uso em planilha de controle 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília 2018 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Sl sn 2009 Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO EXTRAÇÃO DE DNA DA MUCOSA ORAL DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Padronizar o procedimento para extração de DNA genômico a partir de células epiteliais da mucosa oral garantindo integridade pureza e quantidade adequadas para análises posteriores como PCR eletroforese sequenciamento e outros ensaios de biologia molecular 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos Usuários Realizar a coleta de células da mucosa oral e extração de DNA conforme descrito neste POP utilizando EPIs adequados e Boas Práticas Laboratoriais Garantir a correta identificação do paciente e da amostra registrar todas as informações pertinentes e comunicar ao responsável técnico qualquer intercorrência durante o procedimento 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os profissionais habilitados incluindo docentes discentes estagiários e técnicos responsáveis pela coleta da mucosa oral e pela realização dos procedimentos de extração de DNA no âmbito dos laboratórios vinculados ao curso de Biomedicina do UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 EPI Equipamento de Proteção Individual utilizado para proteção contra riscos ocupacionais 42 Pellet Material precipitado no fundo do microtubo após centrifugação 43 Sobrenadante Fração líquida que permanece após sedimentação celular 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais TE Tampão TrisEDTA CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 6 DESCRIÇÃO 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos reagentes Solução salina NaCl 09 ou água estéril tampão de lise celular SDS 05 ou 1 NaCl 5M ou solução de força iônica baixa proteinase K 20 mgmL etanol absoluto 100 e a 70 tampão TE TrisEDTA ou água livre de DNase III Separação dos materiais copo estéril microtubos pipetas e ponteiras estéreis centrífuga banho maria vortex microondas 62 Coleta da Mucosa Oral I Solicitar ao paciente que enxágue a boca com água para remover resíduos II Fornecer 1015 mL de solução salina ou água estéril III O paciente deve bochechar vigorosamente por 60 segundos IV Coletar o líquido no copo estéril V Transferir 1 a 2 mL da amostra para um microtubo estéril identificado com os dados do paciente 63 Centrifugação e Separação Celular I Centrifugar a amostra por 2 a 5 min a 10000 rpm II Descartar o sobrenadante cuidadosamente III Ressuspender o pellet celular com 500 µL de solução salina estéril IV Centrifugar novamente por 2 min V Descartar o sobrenadante 64 Lise Celular I Adicionar ao pellet 200 µL de tampão de lise 1020 µL de SDS 10 µL de proteinase K II Homogeneizar em vortex III Incubar a 56 C por 3060 minutos até completa lise celular IV Após incubação homogeneizar novamente 65 Precipitação do DNA I Adicionar igual volume de etanol absoluto 200300 µL II Misturar por inversão suave não vortexar e nem agitar III O DNA deverá se tornar visível como um filamento ou nuvem branca IV Centrifugar 5 min a 12000 rpm V Descartar o etanol cuidadosamente CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 66 Lavagem do DNA I Adicionar 500 µL de etanol 70 ao pellet II Centrifugar por 2 min III Descartar o etanol por livre inversão pois o pellet estará aderido a parede do microtubo IV Deixar o tubo aberto por 510 min para secagem completa 67 Solubilização do DNA I Adicionar 50100 µL de TE ou água livre de DNase II Homogeneizar delicadamente III Armazenar a 20C 68 Controle de Qualidade I Avaliar pureza do DNA por espectrofotometria II Avaliar integridade por eletroforese em gel de agarose 69 Armazenamento da Amostra I DNA extraído 20 C curto prazo e 80 C longo prazo II Amostras de mucosa oral manter refrigerado 28 C por até 24 h antes da extração 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANÁLISES CLÍNICAS SBAC Manual de Coleta de Sangue Venoso São Paulo SBAC sd CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO PREPARO DE GEL DE AGAROSE DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Padronizar o preparo de géis de agarose utilizados na separação eletroforética de fragmentos de DNA garantindo qualidade reprodutibilidade e segurança no procedimento 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 Gel de agarose matriz utilizada para separação de fragmentos de DNA por tamanho molecular 42 Tampão de corrida TAETBE solução eletrolítica que mantém pH e condutividade adequados durante a migração eletroforética 43 DNA Ladder padrão molecular utilizado como referência para estimar o tamanho dos fragmentos 44 Loading dye corante misturado às amostras que facilita o carregamento nos poços e acompanha o deslocamento da corrida 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais TAETBE Tampões de corrida padrão 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos reagentes agarose tampão de corrida TAE 1X ou TBE 1X corante intercalante DNA Ladder III Separação dos materiais e equipamentos balança analítica erlenmeyer microondas forma de eletroforese cuba pente para formação de poços pipetas e ponteiras CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 62 Procedimento para o preparo do Gel I Definir a concentração do gel II Cálcular o peso da agarose 621 Preparo do gel I Pesar a agarose II Transferir para o erlenmeyer III Adicionar o volume correspondente de tampão TAE ou TBE 1X IV Homogeneizar V Aquecer no microondas em intervalos de 1020 segundos agitando entre os ciclos VI Retirar quando a solução estiver totalmente transparente VII Aguardar esfriar até ficar com a temperatura morna 622 Moldagem do gel I Encaixar as laterais da cuba II Posicionar o pente na cuba a 12 cm da borda III Despejar o gel lentamente para evitar a formação de bolhas IV Aguardar solidificação por 2030 minutos V Remover cuidadosamente o pente 66 Biossegurança I Agarose solidificada lixo comum II Nenhum produto deve ser despejado diretamente na pia III Tampão contaminado com DNA e corante recipiente apropriado de resíduos químicos 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília 2018 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Sl sn 2009 Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 POP Eletroforese em Gel de Agarose para Análise de DNA 1 Título Eletroforese em Gel de Agarose para Separação de Fragmentos de DNA 2 Objetivo Estabelecer o procedimento padronizado para realização de eletroforese em gel de agarose para separação visualização e análise de fragmentos de DNA provenientes de PCR digestão enzimática extração genômica ou outros métodos de amplificação e manipulação de ácidos nucleicos 3 Campo de Aplicação Este POP se aplica aos laboratórios de Biologia Molecular Genética Microbiologia Forense e Diagnóstico Molecular que utilizam eletroforese como etapa de análise de integridade tamanho e pureza de moléculas de DNA 4 Responsabilidades Executor realizar todas as etapas conforme descrito garantindo precisão e integridade da amostra SupervisorResponsável Técnico supervisionar validar e monitorar a execução do procedimento Estagiários realizar apenas sob supervisão 5 Materiais Reagentes e Equipamentos Reagentes Gel de agarose 07 a 2 Tampão de corrida o TAE 1X ou TBE 1X Corante intercalante o GelRed SYBR Safe BlueGreen preferencial DNA Ladder marcador de peso molecular Loading dye corante de carregamento Materiais Microtubos 05 mL ou 15 mL Ponteiras estéreis Pipetas automáticas Equipamentos Fonte de eletroforese 80120 V Cubas de eletroforese Plataforma UV ou luz azul transiluminador Balança analítica Microondas Agitador vortex 6 Procedimento 61 Preparação do Gel de Agarose Se o gel ainda não estiver pronto se já estiver pule para a seção 62 1 Selecionar a concentração adequada de agarose conforme o tamanho do fragmento Concentração Fragmentos 07 1000 bp 1 Uso geral 15 100700 bp 2 200 bp 2 Preparar o gel com tampão TAETBE 1X 3 Dissolver no microondas até solução transparente 4 Adicionar corante intercalante 5 Despejar na cuba com pente e aguardar solidificação 2030 min 62 Preparação das Amostras 1 Misturar o DNA com loading dye na proporção o 12 µL de loading volume da amostra 2 Homogeneizar sem gerar bolhas 3 Se necessário quantificar o DNA previamente 63 Montagem da Cuba 1 Posicionar o gel solidificado na cuba 2 Adicionar tampão TAETBE 1X até cobrir todo o gel 23 mm acima 3 Garantir que os poços fiquem voltados para o polo negativo preto 64 Carregamento do Gel 1 Pipetar cuidadosamente as amostras nos poços 2 Carregar o DNA Ladder no primeiro ou último poço 3 Evitar tocar o gel com a ponteira 4 Evitar gerar bolhas dentro do poço 65 Corrida Eletroforética 1 Conectar os cabos da cuba à fonte de energia o Vermelho polo positivo o Preto polo negativo 2 Configurar tensão entre 80 e 120 V 3 Tempo estimado 30 a 50 minutos dependendo do tamanho do gel 4 A corrida termina quando o azul de bromofenol corante do loading atingir 70 80 do comprimento do gel 7 Visualização do DNA 1 Após a corrida desligar a fonte 2 Transferir o gel para o transiluminador UV ou luz azul 3 Visualizar e fotografar as bandas 4 Analisar o Intensidade das bandas o Tamanho relativo comparado ao ladder o Presença de fragmentos inespecíficos o Degradação ou smear arrasto 8 Cuidados e Precauções Não ultrapassar 120 V para evitar superaquecimento e difusão das bandas Nunca olhar diretamente para a luz UV usar protetor facial ou câmara fechada Usar luvas sempre que manipular agarose com corante intercalante Garantir que o tampão esteja na concentração correta não usar água Se o gel quebrar preparar novamente Géis muito quentes derretem a cuba sempre resfriar antes de despejar 9 Problemas Comuns e Soluções Problema Possível causa Solução Bandas borradas voltagem alta reduzir para 80100V Bandas fracas pouco DNA aumentar volume ou concentração Gel derrete despejou quente aguardar esfriar Smear rastro DNA degradado revisar extração e armazenamento Poços tortos pente mal encaixado reposicionar e repetir Sem migração polaridade invertida reposicionar cabos 10 Armazenamento Géis prontos podem ser mantidos por até 48 h na geladeira envoltos em filme plástico Tampão TAETBE pode ser reutilizado mas deve ser trocado após 34 corridas 11 Biossegurança Jaleco luvas e óculos obrigatórios Corantes intercalantes devem ser tratados como potencialmente mutagênicos Descartar tampões usados em frascos de resíduos químicos Não descartar agarose líquida quente no ralo 12 Referências Sambrook Russell Molecular Cloning A Laboratory Manual Green Sambrook The Condensed Protocols from Molecular Cloning Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology SBAC Manual Técnico de Eletroforese POP Preparo de Gel de Agarose 1 Título Preparo de Gel de Agarose para Eletroforese de DNA 2 Objetivo Padronizar o preparo de géis de agarose utilizados na separação eletroforética de fragmentos de DNA garantindo qualidade reprodutibilidade e segurança no procedimento 3 Campo de Aplicação Aplicável aos laboratórios de Biologia Molecular Genética Microbiologia e Diagnóstico Molecular que utilizam eletroforese para análise de DNA 4 Responsabilidades Profissional executor preparar o gel conforme descrito Responsável técnico assegurar a qualidade dos reagentes e equipamentos Estagiários realizar sempre com supervisão 5 Materiais Reagentes e Equipamentos Reagentes Agarose Tampão de corrida um dos abaixo o TAE 1X o TBE 1X Corante intercalante um deles o GelRed o SYBR Safe o BlueGreen o Evitar EtBr em ambiente acadêmico devido à toxicidade DNA Ladder marcador de peso molecular Materiais e Equipamentos Balança analítica Erlenmeyer Microondas ou placa aquecedora Forma de eletroforese cuba Pente para formação de poços Pipetas e ponteiras Luvas óculos jaleco Fita adesiva resistente a calor 6 Procedimento 61 Definir a concentração do gel A concentração depende do tamanho dos fragmentos Concentração Aplicação 07 Fragmentos grandes 1000 bp 1 Uso geral PCR eletroforese padrão 15 Fragmentos menores 100700 bp 2 Fragmentos muito pequenos 200 bp 62 Cálculo da agarose Usar a fórmula gramas de agaroseconcentracao desejada volume do gel mL100 extgramas de agarose frac extconcentração desejada volume do gel mL 100gramas de agarose100concentracao desejada volume do gel mL Exemplo Gel 1 de 100 mL 11001001 g1 100 100 1 ext g11001001 g 63 Preparo do gel 1 Pesar a agarose 2 Transferir para o erlenmeyer 3 Adicionar o volume correspondente de tampão TAE ou TBE 1X 4 Homogeneizar Dissolução da agarose 5 Aquecer no microondas em intervalos de 1020 segundos agitando entre os ciclos 6 Retirar quando a solução estiver totalmente transparente sem partículas 7 Aguardar esfriar até 60C morno não quente demais para evitar deformação da bandeja 64 Adicionar corante Adicionar 12 µL de GelRed ou SYBR Safe a cada 50100 mL de gel Misturar levemente para não formar bolhas 65 Moldagem do gel 1 Encaixar as fitas laterais da cuba se necessário 2 Posicionar o pente na cuba a 12 cm da borda 3 Despejar o gel lentamente para evitar bolhas 4 Aguardar solidificação por 2030 minutos 5 Remover cuidadosamente o pente 7 Preparação da corrida 1 Posicionar o gel na cuba de corrida 2 Adicionar tampão TAETBE 1X até cobrir completamente o gel 3 Certificarse de que os poços estão voltados para o eletrodo negativo preto 4 Carregar as amostras com mix marcador de peso molecular 5 Iniciar a corrida entre 80120 V por 3050 min dependendo do tamanho do fragmento 8 Cuidados e Precauções Gel muito quente derrete a cuba deixar esfriar até 60C Nunca pipetar corantes sem luvas Evitar formação de bolhas no gel Não ultrapassar tensão máxima recomendada pela cuba Manter tampões sempre em concentração correta não usar água Usar máscara facial se houver EtBr no laboratório idealmente não usar EtBr 9 Descarte Agarose solidificada lixo comum Tampão contaminado com DNA e corante recipiente apropriado de resíduos químicos Nenhum produto deve ser despejado diretamente na pia 10 Problemas Comuns e Soluções Problema Causa Solução Gel quebradiço muita agarose diminuir a concentração Bandas borradas voltagem muito alta reduzir voltagem Gel derrete foi despejado quente demais esperar esfriar Testemunhos tortos pente mal posicionado nivelar a cuba 11 Armazenamento Géis prontos podem ser armazenados na geladeira por 48 h envoltos em filme plástico Nunca congelar 12 Referências Sambrook Russell Molecular Cloning A Laboratory Manual Green Sambrook The Condensed Protocols from Molecular Cloning Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology SBAC Procedimentos Operacionais de Biologia Molecular POP Extração de DNA da Mucosa Oral 1 Título Extração de DNA Genômico de Células da Mucosa Oral 2 Objetivo Padronizar o procedimento para extração de DNA genômico a partir de células epiteliais da mucosa oral garantindo integridade pureza e quantidade adequadas para análises posteriores como PCR eletroforese sequenciamento e outros ensaios de biologia molecular 3 Campo de Aplicação Este POP se aplica aos laboratórios de Biologia Molecular Genética Microbiologia e Diagnóstico Molecular que realizam extração de DNA humano para fins educacionais clínicos ou de pesquisa 4 Responsabilidades Profissional executor biomédico técnico ou aluno supervisionado realizar todas as etapas conforme descritas Responsável técnico garantir a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos 5 Materiais Reagentes e Equipamentos Reagentes Solução salina NaCl 09 ou água estéril Solução de lise celular o SDS 05 ou 1 detergente o NaCl 5M ou solução de força iônica baixa o Proteinase K 20 mgmL Etanol absoluto 100 Etanol 70 Tampão TE TrisEDTA ou água livre de DNase Materiais Copo descartável estéril Microtubos de 15 mL ou 2 mL Pipetas e ponteiras estéreis Centrífuga Banhomaria ou incubadora 56 C Vortex EPI jaleco luvas óculos de proteção 6 Procedimento 61 Coleta da Mucosa Oral 1 Solicitar ao paciente que enxágue a boca com água para remover resíduos 2 Fornecer 1015 mL de solução salina ou água estéril 3 O paciente deve bochechar vigorosamente por 60 segundos 4 Coletar o líquido no copo estéril 5 Transferir 1 a 2 mL da amostra para um microtubo estéril 62 Centrifugação e Separação Celular 1 Centrifugar a amostra por 2 a 5 min a 10000 rpm 2 Descartar o sobrenadante cuidadosamente 3 Ressuspender o pellet celular com 500 µL de solução salina estéril 4 Centrifugar novamente por 2 min 5 Descartar o sobrenadante 63 Lise Celular 1 Adicionar ao pellet o 200 µL de tampão de lise o 1020 µL de SDS o 10 µL de Proteinase K 2 Homogeneizar em vortex 3 Incubar a 56 C por 3060 minutos até completa lise celular 4 Após incubação homogeneizar novamente 64 Precipitação do DNA 1 Adicionar igual volume de etanol absoluto 200300 µL 2 Misturar por inversão suave não vortexar 3 O DNA deverá se tornar visível como um filamento ou nuvem branca 4 Centrifugar 5 min a 12000 rpm 5 Descartar o etanol cuidadosamente 65 Lavagem do DNA 1 Adicionar 500 µL de etanol 70 ao pellet 2 Centrifugar por 2 min 3 Descartar o etanol sem remover o pellet 4 Deixar o tubo aberto por 510 min para secagem completa 66 Solubilização do DNA 1 Adicionar 50100 µL de TE ou água livre de DNase 2 Homogeneizar delicadamente 3 Armazenar a 20C 7 Controle de Qualidade Avaliar pureza do DNA por espectrofotômetro 260280 o Esperado 16 a 19 Avaliar integridade por eletroforese em gel de agarose 1 Usar controles positivos e negativos em experimentos posteriores 8 Biossegurança Utilizar EPI completo durante todo o procedimento Considerar saliva como material potencialmente contaminado Descartar resíduos em recipiente de risco biológico Evitar gerar aerossóis durante pipetagem 9 Problemas Comuns e Soluções Problema Possível causa Solução Baixa concentração de DNA Pellet pequeno coleta fraca Repetir coleta aumentar tempo de bochecho DNA degradado Armazenamento inadequado Usar TE evitar DNases Falha na PCR Inibidores presentes Repetir extração aumentar etapa de lavagem DNA não aparece Falha na lise Aumentar SDS ou tempo de Proteinase K 10 Armazenamento da Amostra DNA extraído 20 C curto prazo 80 C longo prazo Amostras de mucosa oral manter refrigerado 28 C por até 24 h antes da extração 11 Referências Sambrook J Russell D Molecular Cloning A Laboratory Manual Green Sambrook The Condensed Protocols from Molecular Cloning Manual de Biologia Molecular SBAC Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology 6 Procedimento Coleta a Vácuo Método Preferencial 61 Preparação 1 Higienizar as mãos e colocar EPIs 2 Conferir nome completo data de nascimento e pedido médico 3 Orientar o paciente e posicionálo confortavelmente 4 Aplicar o garrote por no máximo 1 minuto 5 Selecionar a veia geralmente antecubital 62 Antissepsia 1 Limpar a pele com álcool 70 em movimento circular 2 Aguardar secar completamente 63 Punção Venosa e Coleta 1 Rosquear a agulha no adaptador 2 Introduzir a agulha na veia com o bisel para cima 3 Inserir o tubo SST no adaptador até perfurar o tampão 4 Permitir enchimento automático até o volume ideal 5 Aguardar o fluxo cessar e retirar o tubo 6 Inverter suavemente 5 a 8 vezes não agitar 7 Soltar o garrote antes de retirar a agulha 8 Pressionar o local com gaze limpa 64 Finalização 1 Descartar a agulha imediatamente no coletor de perfurocortantes 2 Etiquetar o tubo ainda na presença do paciente 3 Acomodar o SST na posição vertical para facilitar separação do soro 7 Procedimento Coleta por Seringa Quando o sistema a vácuo não é recomendado Indicações Veias frágeis Pacientes idosos Veias colabadas Coleta difícil Hemólise recorrente em vacutainer 71 Etapas 1 Realizar preparo e antissepsia iguais ao método a vácuo 2 Aspirar o sangue lentamente evitando pressão excessiva 3 Retirar a agulha e comprimir o local 72 Transferência para Tubo SST Nunca transferir o sangue diretamente da seringa para o SST empurrando o êmbolo Isso causa hemólise Método correto 1 Utilizar dispositivo de transferência transfer adapter 2 Conectar a seringa no dispositivo 3 Introduzir o tubo SST no conector e deixar encher pelo vácuo 4 Inverter de 5 a 8 vezes suavemente 8 Cuidados Importantes para o Tubo SST Não agitar apenas inverter Preencher o tubo até a marcação indicada Manter na posição vertical por 20 a 30 min para formação do coágulo Centrifugar entre 1300 a 1800 g por 10 minutos Não congelar antes da separação do soro SST não pode ser usado para exames hematológicos 9 Possíveis Falhas e Correções Problema Causa Ação corretiva Hemólise aspiração forte tubo mal preenchido agitação coletar lentamente encher até a marca inverter suavemente Coágulo inadequado inversão insuficiente inverter 58 vezes Volume insuficiente coleta incompleta repetir coleta Vazamento tubo perfurado incorretamente trocar tubo 10 Armazenamento e Transporte Manter o SST em temperatura ambiente até centrifugação Após separação manter o soro refrigerado 28C Identificação obrigatória nome data horário e coletador 11 Segurança EPIs obrigatórios Descarte imediato de perfurocortantes Nunca reencapar agulhas Higienizar as mãos antes e após a coleta 12 Referências CLSI Clinical and Laboratory Standards Institute GP41A7 SBAC Manual de Coleta de Sangue Venoso WHO Guidelines on Drawing Blood POP Preparo de Solução de Hidróxido de Sódio NaOH 1 Título Preparo de Solução de Hidróxido de Sódio NaOH 2 Objetivo Padronizar o procedimento para preparo de soluções de NaOH em diferentes concentrações garantindo segurança precisão e qualidade no uso desta solução altamente corrosiva em rotinas laboratoriais 3 Campo de Aplicação Aplicável a laboratórios de análises clínicas biologia molecular microbiologia química e setores correlatos onde o NaOH é utilizado para padronização titulação preparo de tampões ajuste de pH e limpeza química 4 Responsabilidades Profissional executor seguir rigorosamente o procedimento devido ao caráter corrosivo do NaOH Responsável técnico supervisionar o processo e validar o preparo Estagiários realizar o procedimento apenas com acompanhamento 5 Materiais Reagentes e Equipamentos NaOH PA em pérolas pastilhas ou escamas Água destilada ou deionizada Becker Balões volumétricos 50 mL 100 mL 250 mL 500 mL 1 L Bastão de vidro Funil Balança analítica Pipetas graduadas ou micropipetas se necessário Agitador magnético opcional Frasco âmbar para armazenamento EPI obrigatório jaleco luvas nitrílicas óculos de proteção máscara 6 Procedimento Atenção antes de começar O NaOH é altamente corrosivo aquece ao dissolver e pode respingar Sempre adicionar o NaOH na água e nunca o contrário para evitar liberação de calor descontrolada 61 Cálculo da Massa Necessária Utilizar a fórmula g de NaOHMolaridadePM do NaOH 40 gmolVolume L extg de NaOH textMolaridade imes extPM do NaOH 40 gmol imes extVolume Lg de NaOHMolaridadePM do NaOH 40 gmolVolume L Exemplo Preparar 1 L de NaOH 1 M 140140 g1 imes 40 imes 1 40 extg140140 g 62 Preparo da Solução 1 Colocar EPI completo 2 Medir cerca de 50 do volume final de água destilada em um Becker resistente 3 Pesar a quantidade necessária de NaOH na balança analítica 4 Adicionar o NaOH lentamente à água mexendo com bastão de vidro o A solução vai aquecer isso é normal 5 Aguardar a solução esfriar à temperatura ambiente 6 Transferir o conteúdo para um balão volumétrico usando funil 7 Completar com água destilada até o menisco 8 Homogeneizar 9 Etiquetar o frasco com o NaOH o Concentração o Data de preparo o Validade o Responsável 63 Exemplos de Preparo NaOH 1 M 100 mL 140014 g1 imes 40 imes 01 4 extg140014 g Pesar 4 g Dissolver Completar para 100 mL NaOH 01 M 1 L 014014 g01 imes 40 imes 1 4 extg014014 g Pesar 4 g Preparar e completar para 1 L NaOH 05 500 mL 05 05 g por 100 mL Para 500 mL 25 g 7 Cuidados e Precauções Nunca adicionar água diretamente ao NaOH sólido Dissolver sempre com agitação lenta e contínua Evitar uso de frascos plásticos frágeis NaOH ataca alguns tipos Armazenar em frasco âmbar ou resistente hermeticamente fechado Se houver respingo lavar imediatamente com água corrente Se houver névoa ou cheiro irritante ventilar o ambiente 8 Armazenamento e Validade Armazenar ao abrigo da luz tampado e longe de fontes de CO o NaOH reage ₂ formando carbonato Validade sugerida 30 dias podendo variar conforme rotina do laboratório Se formar cristais turbidez ou depósito branco carbonato descartar 9 Referências IUPAC Recommendations for Laboratory Chemical Procedures Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology SBAC Manuais Técnicos de Procedimentos Lehninger Principles of Biochemistry POP Diluição de Solução de NaCl 1 Título Diluição de Solução de Cloreto de Sódio NaCl 2 Objetivo Descrever o procedimento padronizado para realizar a diluição de soluções de NaCl em diferentes concentrações garantindo precisão reprodutibilidade e segurança no preparo de soluções utilizadas em análises laboratoriais 3 Campo de Aplicação Este POP se aplica a atividades realizadas no laboratório de análises clínicas biologia molecular bioquímica e áreas correlatas que utilizam soluções de NaCl para preparo de reagentes tampões ou controles 4 Responsabilidades Biomédicos técnicos e estagiários seguir rigorosamente este POP Responsável técnico supervisionar e assegurar que o procedimento seja executado conforme descrito 5 Materiais e Reagentes NaCl PA cloreto de sódio Água destilada ou deionizada Balão volumétrico 10 mL 50 mL 100 mL 500 mL ou 1 L Becker Pipetas graduadas ou micropipetas Bastão de vidro Equipamentos de proteção individual EPI jaleco luvas óculos 6 Procedimento 61 Princípio da Diluição A diluição segue a relação C V C V ₁ ₁ ₂ ₂ Onde C ₁ concentração inicial V ₁ volume a ser pipetado da solução concentrada C ₂ concentração final desejada V ₂ volume final da solução diluída 62 Preparo da Solução de NaCl 1 M opcional Para preparar solução concentrada Pesar 5844 g de NaCl Transferir para balão volumétrico de 1 L Completar até o menisco com água destilada Homogeneizar 63 Exemplo de Diluição Preparar NaCl 09 a partir de 10 1 Calcular o volume da solução concentrada C 10 C 09 ₁ ₂ V1C2V2C109100109 mLV fracC V C frac09 10010 9 ₁ ₂ ₂ ₁ text mLV1C1C2V210091009 mL 2 Pipetar 9 mL da solução 10 3 Transferir para balão volumétrico de 100 mL 4 Completar com água destilada até o menisco 5 Homogeneizar 64 Procedimento Geral 1 Identificar o volume final e a concentração desejada 2 Calcular o volume necessário da solução concentrada utilizando a fórmula C V ₁ ₁ C V ₂ ₂ 3 Pipetar o volume calculado e transferir ao balão 4 Adicionar água destilada até o volume final 5 Homogeneizar a solução 6 Etiquetar com o Nome da solução o Concentração o Data de preparo o Validade o Nome do responsável 7 Cuidados e Precauções Utilizar sempre água destiladadeionizada Garantir que vidro e pipetas estejam limpos e secos Homogeneizar bem a solução após completar o volume Descartar se houver turbidez precipitado ou alteração de cor Registrar o preparo no cadernolivro de controle do laboratório 8 Validade da Solução NaCl diluído 30 dias em temperatura ambiente ou geladeira dependendo do uso Caso haja contaminação aparente descartar imediatamente 9 Referências SAMB Sociedade Brasileira de Análises Clínicas Manuais de Procedimentos Operacionais Lehninger A Principles of Biochemistry Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology POP Preparo e Diluição de Soluções de Hidróxido de Sódio NaOH 1 TÍTULO Preparo e Diluição de Soluções de Hidróxido de Sódio NaOH 2 CÓDIGO POPQLNaOH001 exemplo 3 VERSÃO DATA Versão 01 Data de emissão 4 SETOR Laboratório de Análises Clínicas Biologia Molecular Ensino 5 OBJETIVO Padronizar o preparo e a diluição de soluções de NaOH garantindo segurança reprodutibilidade e rastreabilidade 6 ABRANGÊNCIA Aplicase a todos os colaboradores autorizados do laboratório 7 RESPONSABILIDADES Responsável técnico manter POP atualizado Equipe executar conforme descrito e registrar dados 8 DEFINIÇÕES NaOH base forte corrosiva e higroscópica Solução estoque maior concentração Diluição tornar solução mais fraca Fórmula C1V1 C2V2 9 MATERIAIS E REAGENTES Beckers balões volumétricos provetas pipetas balança analítica pHmetro funil bastão de vidro Reagentes NaOH PA água destilada EPIs jaleco óculos luvas 10 PROCEDIMENTO 101 Cuidados iniciais Verificar balança usar capela EPIs registrar lote data e concentração 102 Preparo da solução estoque 1 molL 1 L Massa molar 40 gmol m M V 1 1 40 g de NaOH Passos pesar 40 g adicionar a 500 mL de água dissolver resfriar transferir a balão de 1 L completar rotular 103 Preparo de 01 molL diretamente m 01 1 L 4 g de NaOH 104 Diluição C1V1 C2V2 Exemplo estoque 1 molL 01 molL 100 mL V1 10 mL do estoque completar para 100 mL 105 Armazenamento Manter fechado protegido de luz evitar exposição ao ar 11 BIOSSEGURANÇA Usar EPIs lavar em caso de contato não pipetar com a boca seguir plano de emergência 12 DESCARTE Neutralizar com HCl diluído até pH 7 e descartar conforme normas internas 13 REGISTROS Data lote massa pesada concentração responsável validade 14 REFERÊNCIAS FISPQ do Hidróxido de Sódio Manuais de biossegurança institucionais CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO ELETROFORESE EM GEL DE AGAROSE DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento padronizado para realização de eletroforese em gel de agarose para separação visualização e análise de fragmentos de DNA provenientes de PCR digestão enzimática extração genômica ou outros métodos de amplificação e manipulação de ácidos nucleicos 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 Gel de agarose matriz utilizada para separação de fragmentos de DNA por tamanho molecular 42 Tampão de corrida TAETBE solução eletrolítica que mantém pH e condutividade adequados durante a migração eletroforética 43 DNA Ladder padrão molecular utilizado como referência para estimar o tamanho dos fragmentos 44 Loading dye corante misturado às amostras que facilita o carregamento nos poços e acompanha o deslocamento da corrida 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais TAETBE Tampões de corrida padrão 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos reagentes gel de agarose tampão de corrida TAE 1X ou TBE 1X corante DNA ladder III Separação dos materiais e equipamentos microtubos pipetas e ponteiras fonte de eletroforese cubas de eletroforese plataforma UV balança analítica microondas agitador vortex CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 62 Procedimento para o preparo do Gel I Definir a concentração do gel II Cálcular o peso da agarose 621 Preparo do gel I Pesar a agarose II Transferir para o erlenmeyer III Adicionar o volume correspondente de tampão TAE ou TBE 1X IV Homogeneizar V Aquecer no microondas em intervalos de 1020 segundos agitando entre os ciclos VI Retirar quando a solução estiver totalmente transparente VII Aguardar esfriar até ficar com a temperatura morna 622 Moldagem do gel I Encaixar as laterais da cuba II Posicionar o pente na cuba a 12 cm da borda III Despejar o gel lentamente para evitar a formação de bolhas IV Aguardar solidificação por 2030 minutos V Remover cuidadosamente o pente 623 Preparação das amostras I Misturar o DNA com loading dye na proporção 12 µL de loading volume da amostra II Homogeneizar sem gerar bolhas 624 Montagem da Cuba I Posicionar o gel solidificado na cuba II Adicionar tampão TAETBE 1X até cobrir todo o gel III Garantir que os poços fiquem voltados para o polo negativo 63 Carregamento I Pipetar cuidadosamente as amostras nos poços II Carregar o DNA Ladder no primeiro ou último poço III Evitar tocar o gel com a ponteira IV Evitar gerar bolhas dentro do poço 64 Corrida Eletroforética I Conectar os cabos da cuba à fonte de energia II Configurar tensão adequada da fonte III Aguardar o tempo da corrida que depende do da concentração do gel 65 Visualização do DNA CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira I Após a corrida desligar a fonte II Transferir o gel para o transiluminador UV ou luz azul III Visualizar fotografar e registrar as bandas 66 Biossegurança I Corantes intercalantes devem ser manipulados como potencialmente mutagênicos II Descartar tampões usados em frascos de resíduos químicos III Não descartar agarose líquida quente no ralo 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília 2018 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Sl sn 2009 Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025
Texto de pré-visualização
Referênci a PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO Local Laboratório de Biologia Molecular Título do Document o UTILIZAÇÃO CORRETA DA BALANÇA DE PRECISÃO Emissão 12102025 Próxima revisão Versão 2 1 OBJETIVOS 11 Estabelecer o procedimento correto para o uso calibração e conservação da balança de precisão utilizada no laboratório de Biologia Molecular garantindo a exatidão dos resultados obtidos nas análises 2 RESPONSABILIDADE ABRANGÊNCIA 21 Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB Responsável técnico assegurar a manutenção e calibração periódica da balança Usuários seguir corretamente o procedimento descrito neste POP e registrar o uso do equipamento 3 SIGLAS 31 EPI Equipamento de Proteção Individual 32 CSB Cabine de Segurança Biológica 33 FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico 34 BPL Boas Práticas Laboratoriais 35 NB2 Nível de Biossegurança 2 4 DESCRIÇÃO 41 METODOLOGIA Balança de precisão equipamento utilizado para medir massas com elevada exatidão sensibilidade e estabilidade Calibração ajuste e verificação da exatidão do equipamento Antes do uso Certificarse de que a balança está nivelada e em superfície firme Ligar o equipamento e aguardar estabilização aprox 15 min Garantir ambiente sem correntes de ar e vibrações Verificar se o prato está limpo e seco Durante o uso Ligar a balança e pressionar TARE antes de cada pesagem Utilizar papel vidro relógio ou recipiente limpo e seco Não tocar amostras ou pesos com as mãos Evitar apoiar objetos sobre a balança quando não estiver em uso Após o uso Limpar com papel toalha levemente umedecido em álcool 70 Desligar o equipamento e cobrir com proteção Registrar o uso em planilha de controle 42 ORGANIZAÇÃO E CONTROLE DE QUALIDADE Evitar pesagem de substâncias voláteis ou corrosivas sem proteção adequada Em caso de derramamento limpar imediatamente e comunicar o responsável técnico Calibração interna diária antes do início das atividades Calibração externa semestral por técnico autorizado Registro obrigatório em planilha de controle de calibração 43 Descarte de Resíduos Resíduos sólidos e papéis utilizados devem ser descartados em lixo comum Amostras contaminadas devem seguir o plano de gerenciamento de resíduos do laboratório 5 REFERÊNCIAS MINISTÉRIO D SAÚDE BIOSSEGURANçA EM LABORATÓRIOS BIOMÉDICOS E DE MICROBIOLOgIA sl sn Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologia pdf Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Chemicals Information about safety health and evironment Part 4 Safety data sheet for chemicals SDS sl sn Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th Edition Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml ELABORADOR Gabriel de Lima Garcia Leandro APROVADOR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira Item Price Quantity Total AMC Book AMC Service Support Services in Europe for Cisco Secure Access Security Appliance SMA 1110 5766340 3 17299020 Item Price Quantity Total AMC Book AMC Service Support Services in Europe for Cisco Secure Access Security Appliance SMA 1110 5766340 3 17299020 Item Price Quantity Total AMC Book AMC Service Support Services in Europe for Cisco Secure Access Security Appliance SMA 1110 5766340 3 17299020 Renew your Amazon Prime membership Pay One Month now and save 15 by paying for 12 months upfront Start your membership from 17th June 2023 to keep enjoying unlimited fast delivery exclusive entertainment and delicious food deliveries Continue membership for Rs 179 per month after the 30day free trial period Prime benefits include Unlimited Free Fast Delivery Video Streaming Music Streaming Reading Prime Exclusive Deals and more By joining Amazon Prime you agree to the terms and cancellation policy Enjoy all these benefits and more with Amazon Prime Lambda Compute Learn more wwwprimecomindia Prime membership fees subject to GST and applicable taxes You can cancel anytime Keep enjoying fast free delivery and exclusive entertainment when you continue with your membership at Rs 179month after the free trial Ultra Priority Delivery available in select pin codes Terms Conditions apply PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPBPL001 VERSÃO 01 PÁGINA 3 3 REVISAO 0 TÍTULO BOAS PRÁTICAS LABORATORIAIS E BIOSSEGURANÇA DATA DA EMISSÃO 09102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR Estagiária Biomedicina Layane de Souza dos Santos Biomédica Coordenado de Estágio Drª Márcia Maria C M Silveira BiomédicaCoordenadora Drª Márcia Maria C M Silveira 1 OBJETIVO Estabelecer as diretrizes e procedimentos para garantir a qualidade segurança e integridade nas atividades realizadas em ambiente laboratorial promovendo a adoção de boas práticas laboratoriais BPL e medidas de biossegurança que visem à proteção do profissional do ambiente e da comunidade 2 RESPONSABILIDADE Responsável Técnico Assegurar o cumprimento deste POP supervisionar o treinamento da equipe e garantir o fornecimento de equipamentos de proteção individual EPIs adequados Profissionais e Estagiários de Laboratório Cumprir as normas descritas neste documento participar de treinamentos e comunicar qualquer incidente ou não conformidade Gestão da Qualidade Garantir o monitoramento contínuo das práticas laboratoriais e revisar periodicamente este POP 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todas as atividades realizadas nos laboratórios de análises clínicas microbiologia parasitologia urinálise hematologia bioquímica imunologia e setores correlatos abrangendo todos os colaboradores docentes discentes e visitantes autorizados 4 DEFINIÇÕES 41 Boas Práticas Laboratoriais BPL Conjunto de princípios que asseguram a qualidade e a rastreabilidade das análises laboratoriais 42 Biossegurança Conjunto de ações voltadas à prevenção minimização ou eliminação de riscos que possam comprometer a saúde humana animal ou o meio ambiente 43 EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais 44 Risco Biológico Probabilidade de exposição a agentes infecciosos que possam causar doenças 45 Desinfecção Processo que elimina microrganismos patogênicos em superfícies inanimadas 46 Autoclave Equipamento utilizado para esterilização de materiais e meios de cultura sob pressão e temperatura elevadas 5 SIGLAS E ABREVIATURAS BPL Boas Práticas Laboratoriais EPI Equipamento de Proteção Individual EPC Equipamento de Proteção Coletiva NR Norma Regulamentadora RDC Resolução da Diretoria Colegiada ANVISA Agência Nacional de Vigilância Sanitária OMS Organização Mundial da Saúde 6 DESCRIÇÃO METODOLOGIA 61 CONDUTA PESSOAL 611 Utilizar jaleco fechado limpo e de mangas longas durante todo o período de permanência no laboratório 612 Cabelos presos barbas aparadas e sem uso de adornos anéis brincos pulseiras relógios PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPBPL001 VERSÃO 01 PÁGINA 3 3 REVISAO 0 TÍTULO BOAS PRÁTICAS LABORATORIAIS E BIOSSEGURANÇA DATA DA EMISSÃO 09102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR Estagiária Biomedicina Layane de Souza dos Santos Biomédica Coordenado de Estágio Drª Márcia Maria C M Silveira BiomédicaCoordenadora Drª Márcia Maria C M Silveira 613 É proibido comer beber fumar ou utilizar o celular dentro do laboratório 614 Higienizar as mãos antes e após qualquer procedimento 62 USO DE EPI 621 Utilizar obrigatoriamente jaleco luvas máscara e óculos de proteção conforme o tipo de atividade 622 Substituir EPIs sempre que apresentarem danos ou após procedimentos de risco 623 Realizar o descarte correto dos EPIs descartáveis em local apropriado 63 ORGANIZAÇÃO E LIMPEZA 631 Manter bancadas limpas e organizadas antes durante e após os procedimentos 632 Identificar corretamente reagentes e amostras com data conteúdo e responsável 633 Realizar limpeza e desinfecção diária com solução desinfetante álcool 70 hipoclorito ou outro agente adequado 634 Evitar o acúmulo de materiais nas bancadas e nos corredores do laboratório 64 MANIPULAÇÃO DE AMOSTRAS 641 Manipular amostras com cuidado para evitar contaminação cruzada 642 Utilizar técnicas assépticas em todos os procedimentos 643 Identificar as amostras imediatamente após a coleta 644 Descartar amostras e resíduos conforme o tipo de risco biológico 65 GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS 651 Seguir a RDC nº 2222018 ANVISA sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde 652 Separar os resíduos conforme o grupo Grupo A biológicos materiais contaminados sangue amostras lâminas e ponteiras Grupo B químicos reagentes soluções corantes e conservantes Grupo D comuns papéis e materiais não contaminados Grupo E perfurocortantes agulhas lâminas e pipetas 653 Utilizar coletores rígidos e devidamente identificados 66 CONDUTAS EM CASO DE ACIDENTES 661 Interromper imediatamente o procedimento 662 Comunicar o responsável técnico e o setor de segurança 663 Lavar a área afetada com água corrente e sabão e aplicar antisséptico 664 Preencher ficha de notificação de acidente de trabalho CAT 67 DESINFECÇÃO E ESTERILIZAÇÃO 671 Esterilizar materiais reutilizáveis em autoclave 121C por 15 a 30 minutos 672 Desinfetar bancadas antes e após o uso 673 Controlar periodicamente o funcionamento dos equipamentos de esterilização 68 TREINAMENTO E CAPACITAÇÃO 681 Todos os colaboradores devem passar por treinamento anual em BPL e biossegurança 682 Registros de treinamento devem ser arquivados e atualizados PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPBPL001 VERSÃO 01 PÁGINA 3 3 REVISAO 0 TÍTULO BOAS PRÁTICAS LABORATORIAIS E BIOSSEGURANÇA DATA DA EMISSÃO 09102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR ELABORADO POR REVISADO POR APROVADO POR Estagiária Biomedicina Layane de Souza dos Santos Biomédica Coordenado de Estágio Drª Márcia Maria C M Silveira BiomédicaCoordenadora Drª Márcia Maria C M Silveira 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3ª ed Brasília MS 2010 ANVISA RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde OMS Organização Mundial da Saúde Guidelines on Laboratory Biosafety Manual 4th edition Geneva 2020 ISO 151892022 Requisitos de Qualidade e Competência para Laboratórios Clínicos CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO COLETA DE SANGUE DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento padronizado para a coleta de sangue periférico garantindo a correta preparação do paciente a técnica adequada de punção venosa o manuseio apropriado dos materiais e amostras bem como a aplicação rigorosa das normas de biossegurança 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a capacitação da equipe envolvida na coleta de sangue periférico supervisionar a execução do procedimento validar a conformidade com as normas de biossegurança vigentes e garantir a disponibilidade e a integridade dos materiais necessários Zelar pelo correto registro identificação e encaminhamento das amostras Usuários Realizar a coleta de sangue periférico conforme descrito neste POP utilizando técnica asséptica EPIs adequados e práticas seguras Garantir a correta identificação do paciente e da amostra registrar todas as informações pertinentes e comunicar ao responsável técnico qualquer intercorrência durante o procedimento 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os profissionais habilitados incluindo docentes discentes estagiários e técnicos responsáveis pela realização da coleta de sangue periférico nos setores assistenciais ambulatoriais e laboratoriais vinculados ao curso de Biomedicina do UNIFEB Este procedimento abrange todas as etapas da coleta venosa desde a identificação do paciente até o encaminhamento adequado das amostras ao laboratório clínico 4 DEFINIÇÕES 41 EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais 42 EDTA anticoagulante utilizado em tubos de tampa roxa indicado para exames hematológicos e para preservação celular em sangue total 43 Tubo SST tubo com gel separador e ativador de coágulo utilizado exclusivamente para obtenção de soro análises bioquímicas sorológicas e hormonais 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual EDTA Ácido etilenodiamino tetraacético SSTSerum Separator Tube CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos materiais para a coleta Algodão hidrófilo Álcool etílico a 70 Agulha e seringa descartável Sistema a vácuo suporte tubo e agulha descartável Tubos de ensaio com tampa Etiquetas para identificação de amostras Caneta Garrote Recipiente com a boca larga com paredes rígidas e tampa para o descarte de material perfurocortantes Estantes para tubos Curativo Estante para os tubos Escalpe descartável com dispositivo de segurança III Higienizar as mãos IV Conferir os dados do paciente e passar para o tubo de coleta V Orientar o paciente e posicionálo confortavelmente VI Aplicar o garrote para selecionar a veia de preferencia a antecubital 62 Antissepsia I Limpar a pele com álcool 70 em movimento circular II Aguardar secar completamente METODOLOGIA DA COLETA A VACUO 63 Punção Venosa e Coleta 631 Instalação do sistema I Rosquear a agulha no adaptador II Introduzir a agulha na veia com bisel voltado para cima 632 Se houver mais de um tubo a Tubo SST para separar soro b Tubo EDTA para hemograma e demais exames hematológicos 633 Coleta no Tubo EDTA I Inserir o tubo EDTA no adaptador até perfurar o tampão II Permitir enchimento automático até o volume indicado III Soltar o garrote antes de retirar a agulha IV Comprimir o local com gaze estéril V Não agitar apenas inverter suavemente 5 a 8 vezes para evitar hemólise não agitar VI Descartar a agulha imediatamente no coletor de perfurocortantes 634 Coleta no Tubo SST quando necessário I Inserir o tubo SST após o tubo EDTA somente quando necessário CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira II Permitir enchimento automático até a marca indicada III Inverter 8 a 10 vezes não agitar IV Manter o tubo na posição vertical por 2030 minutos para coagulação V Centrifugar conforme rotina METODOLOGIA DA COLETA COM SERINGA 64 Coleta Utilizando Seringa e Agulha A coleta com seringa deve ser utilizada apenas em situações específicas tais como dificuldade de punção veias colapsadas pacientes pediátricos idosos ou em casos em que o sistema a vácuo não seja adequado 641 Preparo da Seringa I Utilizar seringa estéril de 5 mL ou 10 mL conforme necessidade clínica II Acoplar a agulha estéril à seringa sem violar a esterilidade do conjunto III Eliminar o ar interno mantendo o êmbolo na posição inicial 642 Punção Venosa I Posicionar a agulha com o bisel voltado para cima II Introduzir na veia III Trazer o êmbolo lentamente para trás aspirando o sangue suavemente para evitar hemólise IV Aspirar apenas o volume necessário para os exames 643 Transferência da amostra para os tubos I Após a coleta retirar a agulha da veia II Descartar a agulha sem reencapar diretamente no coletor de perfurocortantes III Acoplar ao tubo o dispositivo transferidor de seringa sem perfurar o tubo diretamente com a agulha usada IV Transferir o sangue para o tubo conforme a solicitação do exame V A transferência deve ser feita sem pressão deixando o sangue entrar por gravidade ou fluxo suave do transferidor evitando hemólise 644 Homogeneização I EDTA inverter 8 a 10 vezes II SST inverter 5 a 8 vezes 65 Finalização I Descartar a agulha imediatamente no coletor de perfurocortantes sem reencapar as agulhas II Registrar eventuais intercorrências III Higienizar as mãos antes e após a coleta 66 Armazenamento e Transporte I EDTA manter à temperatura ambiente 1525 C análise preferencial em até 24h CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira II SST manter vertical antes da centrifugação após separação armazenar soro entre 28 C 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANÁLISES CLÍNICAS SBAC Manual de Coleta de Sangue Venoso São Paulo SBAC sd REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO PREPARO E DILUIÇÃO DE SOLUÇÕES DE HIDRÓXIDO DE SÓDIO NaOH DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Padronizar o preparo e a diluição de soluções de NaOH garantindo segurança reprodutibilidade e rastreabilidade 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar o cumprimento deste POP supervisionar o treinamento da equipe e garantir o fornecimento de equipamentos de proteção individual EPIs adequados Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais Solução estoque maior concentração Diluição tornar solução mais fraca Fórmula C1V1 C2V2 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Reunir verificar todos os materiais para a realização da diluição beckers balões volumétricos provetas pipetas balança analítica pHmetro funil bastão de vidro II Organizar NaOH PA água destilada III Verificar balança usar capela EPIs registrar lote data e concentração IV Paramentação com EPIs e seguir recomendações de BPL 62 Procedimento I Preparo da solução estoque 1 molL 1 L REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira Massa molar 40 gmol m M V 1 1 40 g de NaOH II Pesar 40 g adicionar a 500 mL de água dissolver resfriar transferir ao balão de 1 L completar rotular III Preparo de 01 molL diretamente m 01 1 L 4 g de NaOH IV Diluição C1V1 C2V2 Estoque 1 molL 01 molL 100 mL V1 10 mL do estoque completar para 100 mL V Identificar a vidraria da solução diluida com as seguintes informações data da diluição lote massa pesada concentração responsável validade VI Manter armazenado em frasco fechado protegido de luz e calor 63 Após o procedimento I Avaliar se luvas jaleco protetor facial ou óculos sofreram danos II Limpar imediatamente gotículas respingos ou áreas que tiveram contato com a base III Neutralizar resíduos com solução fraca de ácido acético ou ácido cítrico quando apropriado IV Descartar segundo o PGRSS e a RDC nº 2222018 V Substituir equipamentos que tenham sido contaminados 7 REFERÊNCIAS BRASIL Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília ANVISA 2018 Disponível em httpswwwingovbrmateriaassetpublisherKujrw0TZC2Mbcontentid10234761 Acesso em 28 nov 2025 BRASIL Ministério da Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS Brasília Ministério da Saúde sd Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrassuntosnoticiasultimas noticiasplanodegerenciamentoderesiduosdeservicosdesaude Acesso em 28 nov 2025 WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ Hidróxido de Sódio Sl sn sd Disponível em httpsww3icbuspbrwp REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira contentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO DILUIÇÃO DE SOLUÇÃO DE CLORETO DE SÓDIO NaCl DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Descrever o procedimento padronizado para realizar a diluição de soluções de NaCl em diferentes concentrações garantindo precisão reprodutibilidade e segurança no preparo de soluções utilizadas em análises laboratoriais 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar o cumprimento deste POP supervisionar o treinamento da equipe e garantir o fornecimento de equipamentos de proteção individual EPIs adequados Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis que frequentam o Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais Solução estoque maior concentração Diluição tornar solução mais fraca Fórmula C1V1 C2V2 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Reunir verificar todos os materiais para a realização da diluição NaCl PA cloreto de sódio água destilada ou deionizada balão volumétrico becker pipetas graduadas ou micropipetas bastão de vidro II Paramentação com EPIs jalecoluvasóculos e seguir recomendações de BPL 62 Durante o procedimento I O preparo da diluição segue a relaçãoC₁ V₁ C₂ V₂ II Preparar NaCl 09 a partir de 10 REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP CÓDIGO POPQLNaOH 001 VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira III Calcular o volume da solução concentrada C₁10 C₂09V1C2V2C1 IV Pipetar 9 mL da solução 10 V Transferir para balão volumétrico de 100 mL VI Completar com água destilada até o menisco VII Homogeneizar VIII Identificar a vidraria da solução diluida com as seguintes informações data da diluição lote massa pesada concentração responsável validade IX Manter armazenado em frasco fechado protegido de luz e calor 63 Após o procedimento I Avaliar se luvas jaleco protetor facial ou óculos sofreram danos II Descartar segundo o PGRSS e a RDC nº 2222018 III Substituir equipamentos que tenham sido contaminados 7 REFERÊNCIAS BRASIL Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília ANVISA 2018 Disponível em httpswwwingovbrmateriaassetpublisherKujrw0TZC2Mbcontentid10234761 Acesso em 28 nov 2025 BRASIL Ministério da Saúde Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde PGRSS Brasília Ministério da Saúde sd Disponível em httpswwwgovbrsaudeptbrassuntosnoticiasultimas noticiasplanodegerenciamentoderesiduosdeservicosdesaude Acesso em 28 nov 2025 WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos FISPQ Hidróxido de Sódio Sl sn sd Disponível em httpsww3icbuspbrwp contentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO UTILIZAÇÃO DA BALANÇA DE PRECISÃO DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento correto para o uso calibração e conservação da balança de precisão utilizada no laboratório de Biologia Molecular garantindo a exatidão dos resultados obtidos nas análises 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a manutenção e calibração periódica da balança além de supervisionar o uso do equipamento pelos estagiários Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 EPI Equipamento de Proteção Individual Dispositivo de uso individual destinado à proteção contra riscos ocupacionais 42 Balança de precisão Equipamento utilizado para medir massas com elevada exatidão sensibilidade e estabilidade 43 Calibração Ajuste e verificação da exatidão do equipamento 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais 6 METODOLOGIA 61 Antes do uso I Certificarse de que a balança está nivelada e em superfície firme II Ligar o equipamento e aguardar estabilização aprox 15 min III Garantir ambiente sem correntes de ar fechando portas e janelas e vibrações sem centrífugas na mesma bancada IV Verificar se o prato está limpo e seco V Paramentação com EPIs CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 62 Durante o uso I Ligar a balança e pressionar TARE antes de cada pesagem II Utilizar papel vidro relógio ou recipiente limpo e seco III Não tocar amostras ou pesos com as mãos IV Evitar apoiar objetos sobre a balança quando não estiver em uso 63 Após o uso I Limpar com papel toalha levemente umedecido em álcool 70 II Desligar o equipamento e cobrir com proteção III Registrar o uso em planilha de controle 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília 2018 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Sl sn 2009 Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO EXTRAÇÃO DE DNA DA MUCOSA ORAL DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Padronizar o procedimento para extração de DNA genômico a partir de células epiteliais da mucosa oral garantindo integridade pureza e quantidade adequadas para análises posteriores como PCR eletroforese sequenciamento e outros ensaios de biologia molecular 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos Usuários Realizar a coleta de células da mucosa oral e extração de DNA conforme descrito neste POP utilizando EPIs adequados e Boas Práticas Laboratoriais Garantir a correta identificação do paciente e da amostra registrar todas as informações pertinentes e comunicar ao responsável técnico qualquer intercorrência durante o procedimento 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os profissionais habilitados incluindo docentes discentes estagiários e técnicos responsáveis pela coleta da mucosa oral e pela realização dos procedimentos de extração de DNA no âmbito dos laboratórios vinculados ao curso de Biomedicina do UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 EPI Equipamento de Proteção Individual utilizado para proteção contra riscos ocupacionais 42 Pellet Material precipitado no fundo do microtubo após centrifugação 43 Sobrenadante Fração líquida que permanece após sedimentação celular 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais TE Tampão TrisEDTA CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 6 DESCRIÇÃO 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos reagentes Solução salina NaCl 09 ou água estéril tampão de lise celular SDS 05 ou 1 NaCl 5M ou solução de força iônica baixa proteinase K 20 mgmL etanol absoluto 100 e a 70 tampão TE TrisEDTA ou água livre de DNase III Separação dos materiais copo estéril microtubos pipetas e ponteiras estéreis centrífuga banho maria vortex microondas 62 Coleta da Mucosa Oral I Solicitar ao paciente que enxágue a boca com água para remover resíduos II Fornecer 1015 mL de solução salina ou água estéril III O paciente deve bochechar vigorosamente por 60 segundos IV Coletar o líquido no copo estéril V Transferir 1 a 2 mL da amostra para um microtubo estéril identificado com os dados do paciente 63 Centrifugação e Separação Celular I Centrifugar a amostra por 2 a 5 min a 10000 rpm II Descartar o sobrenadante cuidadosamente III Ressuspender o pellet celular com 500 µL de solução salina estéril IV Centrifugar novamente por 2 min V Descartar o sobrenadante 64 Lise Celular I Adicionar ao pellet 200 µL de tampão de lise 1020 µL de SDS 10 µL de proteinase K II Homogeneizar em vortex III Incubar a 56 C por 3060 minutos até completa lise celular IV Após incubação homogeneizar novamente 65 Precipitação do DNA I Adicionar igual volume de etanol absoluto 200300 µL II Misturar por inversão suave não vortexar e nem agitar III O DNA deverá se tornar visível como um filamento ou nuvem branca IV Centrifugar 5 min a 12000 rpm V Descartar o etanol cuidadosamente CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 66 Lavagem do DNA I Adicionar 500 µL de etanol 70 ao pellet II Centrifugar por 2 min III Descartar o etanol por livre inversão pois o pellet estará aderido a parede do microtubo IV Deixar o tubo aberto por 510 min para secagem completa 67 Solubilização do DNA I Adicionar 50100 µL de TE ou água livre de DNase II Homogeneizar delicadamente III Armazenar a 20C 68 Controle de Qualidade I Avaliar pureza do DNA por espectrofotometria II Avaliar integridade por eletroforese em gel de agarose 69 Armazenamento da Amostra I DNA extraído 20 C curto prazo e 80 C longo prazo II Amostras de mucosa oral manter refrigerado 28 C por até 24 h antes da extração 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANÁLISES CLÍNICAS SBAC Manual de Coleta de Sangue Venoso São Paulo SBAC sd CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO PREPARO DE GEL DE AGAROSE DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Padronizar o preparo de géis de agarose utilizados na separação eletroforética de fragmentos de DNA garantindo qualidade reprodutibilidade e segurança no procedimento 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 Gel de agarose matriz utilizada para separação de fragmentos de DNA por tamanho molecular 42 Tampão de corrida TAETBE solução eletrolítica que mantém pH e condutividade adequados durante a migração eletroforética 43 DNA Ladder padrão molecular utilizado como referência para estimar o tamanho dos fragmentos 44 Loading dye corante misturado às amostras que facilita o carregamento nos poços e acompanha o deslocamento da corrida 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais TAETBE Tampões de corrida padrão 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos reagentes agarose tampão de corrida TAE 1X ou TBE 1X corante intercalante DNA Ladder III Separação dos materiais e equipamentos balança analítica erlenmeyer microondas forma de eletroforese cuba pente para formação de poços pipetas e ponteiras CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 62 Procedimento para o preparo do Gel I Definir a concentração do gel II Cálcular o peso da agarose 621 Preparo do gel I Pesar a agarose II Transferir para o erlenmeyer III Adicionar o volume correspondente de tampão TAE ou TBE 1X IV Homogeneizar V Aquecer no microondas em intervalos de 1020 segundos agitando entre os ciclos VI Retirar quando a solução estiver totalmente transparente VII Aguardar esfriar até ficar com a temperatura morna 622 Moldagem do gel I Encaixar as laterais da cuba II Posicionar o pente na cuba a 12 cm da borda III Despejar o gel lentamente para evitar a formação de bolhas IV Aguardar solidificação por 2030 minutos V Remover cuidadosamente o pente 66 Biossegurança I Agarose solidificada lixo comum II Nenhum produto deve ser despejado diretamente na pia III Tampão contaminado com DNA e corante recipiente apropriado de resíduos químicos 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília 2018 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Sl sn 2009 Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025 POP Eletroforese em Gel de Agarose para Análise de DNA 1 Título Eletroforese em Gel de Agarose para Separação de Fragmentos de DNA 2 Objetivo Estabelecer o procedimento padronizado para realização de eletroforese em gel de agarose para separação visualização e análise de fragmentos de DNA provenientes de PCR digestão enzimática extração genômica ou outros métodos de amplificação e manipulação de ácidos nucleicos 3 Campo de Aplicação Este POP se aplica aos laboratórios de Biologia Molecular Genética Microbiologia Forense e Diagnóstico Molecular que utilizam eletroforese como etapa de análise de integridade tamanho e pureza de moléculas de DNA 4 Responsabilidades Executor realizar todas as etapas conforme descrito garantindo precisão e integridade da amostra SupervisorResponsável Técnico supervisionar validar e monitorar a execução do procedimento Estagiários realizar apenas sob supervisão 5 Materiais Reagentes e Equipamentos Reagentes Gel de agarose 07 a 2 Tampão de corrida o TAE 1X ou TBE 1X Corante intercalante o GelRed SYBR Safe BlueGreen preferencial DNA Ladder marcador de peso molecular Loading dye corante de carregamento Materiais Microtubos 05 mL ou 15 mL Ponteiras estéreis Pipetas automáticas Equipamentos Fonte de eletroforese 80120 V Cubas de eletroforese Plataforma UV ou luz azul transiluminador Balança analítica Microondas Agitador vortex 6 Procedimento 61 Preparação do Gel de Agarose Se o gel ainda não estiver pronto se já estiver pule para a seção 62 1 Selecionar a concentração adequada de agarose conforme o tamanho do fragmento Concentração Fragmentos 07 1000 bp 1 Uso geral 15 100700 bp 2 200 bp 2 Preparar o gel com tampão TAETBE 1X 3 Dissolver no microondas até solução transparente 4 Adicionar corante intercalante 5 Despejar na cuba com pente e aguardar solidificação 2030 min 62 Preparação das Amostras 1 Misturar o DNA com loading dye na proporção o 12 µL de loading volume da amostra 2 Homogeneizar sem gerar bolhas 3 Se necessário quantificar o DNA previamente 63 Montagem da Cuba 1 Posicionar o gel solidificado na cuba 2 Adicionar tampão TAETBE 1X até cobrir todo o gel 23 mm acima 3 Garantir que os poços fiquem voltados para o polo negativo preto 64 Carregamento do Gel 1 Pipetar cuidadosamente as amostras nos poços 2 Carregar o DNA Ladder no primeiro ou último poço 3 Evitar tocar o gel com a ponteira 4 Evitar gerar bolhas dentro do poço 65 Corrida Eletroforética 1 Conectar os cabos da cuba à fonte de energia o Vermelho polo positivo o Preto polo negativo 2 Configurar tensão entre 80 e 120 V 3 Tempo estimado 30 a 50 minutos dependendo do tamanho do gel 4 A corrida termina quando o azul de bromofenol corante do loading atingir 70 80 do comprimento do gel 7 Visualização do DNA 1 Após a corrida desligar a fonte 2 Transferir o gel para o transiluminador UV ou luz azul 3 Visualizar e fotografar as bandas 4 Analisar o Intensidade das bandas o Tamanho relativo comparado ao ladder o Presença de fragmentos inespecíficos o Degradação ou smear arrasto 8 Cuidados e Precauções Não ultrapassar 120 V para evitar superaquecimento e difusão das bandas Nunca olhar diretamente para a luz UV usar protetor facial ou câmara fechada Usar luvas sempre que manipular agarose com corante intercalante Garantir que o tampão esteja na concentração correta não usar água Se o gel quebrar preparar novamente Géis muito quentes derretem a cuba sempre resfriar antes de despejar 9 Problemas Comuns e Soluções Problema Possível causa Solução Bandas borradas voltagem alta reduzir para 80100V Bandas fracas pouco DNA aumentar volume ou concentração Gel derrete despejou quente aguardar esfriar Smear rastro DNA degradado revisar extração e armazenamento Poços tortos pente mal encaixado reposicionar e repetir Sem migração polaridade invertida reposicionar cabos 10 Armazenamento Géis prontos podem ser mantidos por até 48 h na geladeira envoltos em filme plástico Tampão TAETBE pode ser reutilizado mas deve ser trocado após 34 corridas 11 Biossegurança Jaleco luvas e óculos obrigatórios Corantes intercalantes devem ser tratados como potencialmente mutagênicos Descartar tampões usados em frascos de resíduos químicos Não descartar agarose líquida quente no ralo 12 Referências Sambrook Russell Molecular Cloning A Laboratory Manual Green Sambrook The Condensed Protocols from Molecular Cloning Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology SBAC Manual Técnico de Eletroforese POP Preparo de Gel de Agarose 1 Título Preparo de Gel de Agarose para Eletroforese de DNA 2 Objetivo Padronizar o preparo de géis de agarose utilizados na separação eletroforética de fragmentos de DNA garantindo qualidade reprodutibilidade e segurança no procedimento 3 Campo de Aplicação Aplicável aos laboratórios de Biologia Molecular Genética Microbiologia e Diagnóstico Molecular que utilizam eletroforese para análise de DNA 4 Responsabilidades Profissional executor preparar o gel conforme descrito Responsável técnico assegurar a qualidade dos reagentes e equipamentos Estagiários realizar sempre com supervisão 5 Materiais Reagentes e Equipamentos Reagentes Agarose Tampão de corrida um dos abaixo o TAE 1X o TBE 1X Corante intercalante um deles o GelRed o SYBR Safe o BlueGreen o Evitar EtBr em ambiente acadêmico devido à toxicidade DNA Ladder marcador de peso molecular Materiais e Equipamentos Balança analítica Erlenmeyer Microondas ou placa aquecedora Forma de eletroforese cuba Pente para formação de poços Pipetas e ponteiras Luvas óculos jaleco Fita adesiva resistente a calor 6 Procedimento 61 Definir a concentração do gel A concentração depende do tamanho dos fragmentos Concentração Aplicação 07 Fragmentos grandes 1000 bp 1 Uso geral PCR eletroforese padrão 15 Fragmentos menores 100700 bp 2 Fragmentos muito pequenos 200 bp 62 Cálculo da agarose Usar a fórmula gramas de agaroseconcentracao desejada volume do gel mL100 extgramas de agarose frac extconcentração desejada volume do gel mL 100gramas de agarose100concentracao desejada volume do gel mL Exemplo Gel 1 de 100 mL 11001001 g1 100 100 1 ext g11001001 g 63 Preparo do gel 1 Pesar a agarose 2 Transferir para o erlenmeyer 3 Adicionar o volume correspondente de tampão TAE ou TBE 1X 4 Homogeneizar Dissolução da agarose 5 Aquecer no microondas em intervalos de 1020 segundos agitando entre os ciclos 6 Retirar quando a solução estiver totalmente transparente sem partículas 7 Aguardar esfriar até 60C morno não quente demais para evitar deformação da bandeja 64 Adicionar corante Adicionar 12 µL de GelRed ou SYBR Safe a cada 50100 mL de gel Misturar levemente para não formar bolhas 65 Moldagem do gel 1 Encaixar as fitas laterais da cuba se necessário 2 Posicionar o pente na cuba a 12 cm da borda 3 Despejar o gel lentamente para evitar bolhas 4 Aguardar solidificação por 2030 minutos 5 Remover cuidadosamente o pente 7 Preparação da corrida 1 Posicionar o gel na cuba de corrida 2 Adicionar tampão TAETBE 1X até cobrir completamente o gel 3 Certificarse de que os poços estão voltados para o eletrodo negativo preto 4 Carregar as amostras com mix marcador de peso molecular 5 Iniciar a corrida entre 80120 V por 3050 min dependendo do tamanho do fragmento 8 Cuidados e Precauções Gel muito quente derrete a cuba deixar esfriar até 60C Nunca pipetar corantes sem luvas Evitar formação de bolhas no gel Não ultrapassar tensão máxima recomendada pela cuba Manter tampões sempre em concentração correta não usar água Usar máscara facial se houver EtBr no laboratório idealmente não usar EtBr 9 Descarte Agarose solidificada lixo comum Tampão contaminado com DNA e corante recipiente apropriado de resíduos químicos Nenhum produto deve ser despejado diretamente na pia 10 Problemas Comuns e Soluções Problema Causa Solução Gel quebradiço muita agarose diminuir a concentração Bandas borradas voltagem muito alta reduzir voltagem Gel derrete foi despejado quente demais esperar esfriar Testemunhos tortos pente mal posicionado nivelar a cuba 11 Armazenamento Géis prontos podem ser armazenados na geladeira por 48 h envoltos em filme plástico Nunca congelar 12 Referências Sambrook Russell Molecular Cloning A Laboratory Manual Green Sambrook The Condensed Protocols from Molecular Cloning Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology SBAC Procedimentos Operacionais de Biologia Molecular POP Extração de DNA da Mucosa Oral 1 Título Extração de DNA Genômico de Células da Mucosa Oral 2 Objetivo Padronizar o procedimento para extração de DNA genômico a partir de células epiteliais da mucosa oral garantindo integridade pureza e quantidade adequadas para análises posteriores como PCR eletroforese sequenciamento e outros ensaios de biologia molecular 3 Campo de Aplicação Este POP se aplica aos laboratórios de Biologia Molecular Genética Microbiologia e Diagnóstico Molecular que realizam extração de DNA humano para fins educacionais clínicos ou de pesquisa 4 Responsabilidades Profissional executor biomédico técnico ou aluno supervisionado realizar todas as etapas conforme descritas Responsável técnico garantir a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos 5 Materiais Reagentes e Equipamentos Reagentes Solução salina NaCl 09 ou água estéril Solução de lise celular o SDS 05 ou 1 detergente o NaCl 5M ou solução de força iônica baixa o Proteinase K 20 mgmL Etanol absoluto 100 Etanol 70 Tampão TE TrisEDTA ou água livre de DNase Materiais Copo descartável estéril Microtubos de 15 mL ou 2 mL Pipetas e ponteiras estéreis Centrífuga Banhomaria ou incubadora 56 C Vortex EPI jaleco luvas óculos de proteção 6 Procedimento 61 Coleta da Mucosa Oral 1 Solicitar ao paciente que enxágue a boca com água para remover resíduos 2 Fornecer 1015 mL de solução salina ou água estéril 3 O paciente deve bochechar vigorosamente por 60 segundos 4 Coletar o líquido no copo estéril 5 Transferir 1 a 2 mL da amostra para um microtubo estéril 62 Centrifugação e Separação Celular 1 Centrifugar a amostra por 2 a 5 min a 10000 rpm 2 Descartar o sobrenadante cuidadosamente 3 Ressuspender o pellet celular com 500 µL de solução salina estéril 4 Centrifugar novamente por 2 min 5 Descartar o sobrenadante 63 Lise Celular 1 Adicionar ao pellet o 200 µL de tampão de lise o 1020 µL de SDS o 10 µL de Proteinase K 2 Homogeneizar em vortex 3 Incubar a 56 C por 3060 minutos até completa lise celular 4 Após incubação homogeneizar novamente 64 Precipitação do DNA 1 Adicionar igual volume de etanol absoluto 200300 µL 2 Misturar por inversão suave não vortexar 3 O DNA deverá se tornar visível como um filamento ou nuvem branca 4 Centrifugar 5 min a 12000 rpm 5 Descartar o etanol cuidadosamente 65 Lavagem do DNA 1 Adicionar 500 µL de etanol 70 ao pellet 2 Centrifugar por 2 min 3 Descartar o etanol sem remover o pellet 4 Deixar o tubo aberto por 510 min para secagem completa 66 Solubilização do DNA 1 Adicionar 50100 µL de TE ou água livre de DNase 2 Homogeneizar delicadamente 3 Armazenar a 20C 7 Controle de Qualidade Avaliar pureza do DNA por espectrofotômetro 260280 o Esperado 16 a 19 Avaliar integridade por eletroforese em gel de agarose 1 Usar controles positivos e negativos em experimentos posteriores 8 Biossegurança Utilizar EPI completo durante todo o procedimento Considerar saliva como material potencialmente contaminado Descartar resíduos em recipiente de risco biológico Evitar gerar aerossóis durante pipetagem 9 Problemas Comuns e Soluções Problema Possível causa Solução Baixa concentração de DNA Pellet pequeno coleta fraca Repetir coleta aumentar tempo de bochecho DNA degradado Armazenamento inadequado Usar TE evitar DNases Falha na PCR Inibidores presentes Repetir extração aumentar etapa de lavagem DNA não aparece Falha na lise Aumentar SDS ou tempo de Proteinase K 10 Armazenamento da Amostra DNA extraído 20 C curto prazo 80 C longo prazo Amostras de mucosa oral manter refrigerado 28 C por até 24 h antes da extração 11 Referências Sambrook J Russell D Molecular Cloning A Laboratory Manual Green Sambrook The Condensed Protocols from Molecular Cloning Manual de Biologia Molecular SBAC Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology 6 Procedimento Coleta a Vácuo Método Preferencial 61 Preparação 1 Higienizar as mãos e colocar EPIs 2 Conferir nome completo data de nascimento e pedido médico 3 Orientar o paciente e posicionálo confortavelmente 4 Aplicar o garrote por no máximo 1 minuto 5 Selecionar a veia geralmente antecubital 62 Antissepsia 1 Limpar a pele com álcool 70 em movimento circular 2 Aguardar secar completamente 63 Punção Venosa e Coleta 1 Rosquear a agulha no adaptador 2 Introduzir a agulha na veia com o bisel para cima 3 Inserir o tubo SST no adaptador até perfurar o tampão 4 Permitir enchimento automático até o volume ideal 5 Aguardar o fluxo cessar e retirar o tubo 6 Inverter suavemente 5 a 8 vezes não agitar 7 Soltar o garrote antes de retirar a agulha 8 Pressionar o local com gaze limpa 64 Finalização 1 Descartar a agulha imediatamente no coletor de perfurocortantes 2 Etiquetar o tubo ainda na presença do paciente 3 Acomodar o SST na posição vertical para facilitar separação do soro 7 Procedimento Coleta por Seringa Quando o sistema a vácuo não é recomendado Indicações Veias frágeis Pacientes idosos Veias colabadas Coleta difícil Hemólise recorrente em vacutainer 71 Etapas 1 Realizar preparo e antissepsia iguais ao método a vácuo 2 Aspirar o sangue lentamente evitando pressão excessiva 3 Retirar a agulha e comprimir o local 72 Transferência para Tubo SST Nunca transferir o sangue diretamente da seringa para o SST empurrando o êmbolo Isso causa hemólise Método correto 1 Utilizar dispositivo de transferência transfer adapter 2 Conectar a seringa no dispositivo 3 Introduzir o tubo SST no conector e deixar encher pelo vácuo 4 Inverter de 5 a 8 vezes suavemente 8 Cuidados Importantes para o Tubo SST Não agitar apenas inverter Preencher o tubo até a marcação indicada Manter na posição vertical por 20 a 30 min para formação do coágulo Centrifugar entre 1300 a 1800 g por 10 minutos Não congelar antes da separação do soro SST não pode ser usado para exames hematológicos 9 Possíveis Falhas e Correções Problema Causa Ação corretiva Hemólise aspiração forte tubo mal preenchido agitação coletar lentamente encher até a marca inverter suavemente Coágulo inadequado inversão insuficiente inverter 58 vezes Volume insuficiente coleta incompleta repetir coleta Vazamento tubo perfurado incorretamente trocar tubo 10 Armazenamento e Transporte Manter o SST em temperatura ambiente até centrifugação Após separação manter o soro refrigerado 28C Identificação obrigatória nome data horário e coletador 11 Segurança EPIs obrigatórios Descarte imediato de perfurocortantes Nunca reencapar agulhas Higienizar as mãos antes e após a coleta 12 Referências CLSI Clinical and Laboratory Standards Institute GP41A7 SBAC Manual de Coleta de Sangue Venoso WHO Guidelines on Drawing Blood POP Preparo de Solução de Hidróxido de Sódio NaOH 1 Título Preparo de Solução de Hidróxido de Sódio NaOH 2 Objetivo Padronizar o procedimento para preparo de soluções de NaOH em diferentes concentrações garantindo segurança precisão e qualidade no uso desta solução altamente corrosiva em rotinas laboratoriais 3 Campo de Aplicação Aplicável a laboratórios de análises clínicas biologia molecular microbiologia química e setores correlatos onde o NaOH é utilizado para padronização titulação preparo de tampões ajuste de pH e limpeza química 4 Responsabilidades Profissional executor seguir rigorosamente o procedimento devido ao caráter corrosivo do NaOH Responsável técnico supervisionar o processo e validar o preparo Estagiários realizar o procedimento apenas com acompanhamento 5 Materiais Reagentes e Equipamentos NaOH PA em pérolas pastilhas ou escamas Água destilada ou deionizada Becker Balões volumétricos 50 mL 100 mL 250 mL 500 mL 1 L Bastão de vidro Funil Balança analítica Pipetas graduadas ou micropipetas se necessário Agitador magnético opcional Frasco âmbar para armazenamento EPI obrigatório jaleco luvas nitrílicas óculos de proteção máscara 6 Procedimento Atenção antes de começar O NaOH é altamente corrosivo aquece ao dissolver e pode respingar Sempre adicionar o NaOH na água e nunca o contrário para evitar liberação de calor descontrolada 61 Cálculo da Massa Necessária Utilizar a fórmula g de NaOHMolaridadePM do NaOH 40 gmolVolume L extg de NaOH textMolaridade imes extPM do NaOH 40 gmol imes extVolume Lg de NaOHMolaridadePM do NaOH 40 gmolVolume L Exemplo Preparar 1 L de NaOH 1 M 140140 g1 imes 40 imes 1 40 extg140140 g 62 Preparo da Solução 1 Colocar EPI completo 2 Medir cerca de 50 do volume final de água destilada em um Becker resistente 3 Pesar a quantidade necessária de NaOH na balança analítica 4 Adicionar o NaOH lentamente à água mexendo com bastão de vidro o A solução vai aquecer isso é normal 5 Aguardar a solução esfriar à temperatura ambiente 6 Transferir o conteúdo para um balão volumétrico usando funil 7 Completar com água destilada até o menisco 8 Homogeneizar 9 Etiquetar o frasco com o NaOH o Concentração o Data de preparo o Validade o Responsável 63 Exemplos de Preparo NaOH 1 M 100 mL 140014 g1 imes 40 imes 01 4 extg140014 g Pesar 4 g Dissolver Completar para 100 mL NaOH 01 M 1 L 014014 g01 imes 40 imes 1 4 extg014014 g Pesar 4 g Preparar e completar para 1 L NaOH 05 500 mL 05 05 g por 100 mL Para 500 mL 25 g 7 Cuidados e Precauções Nunca adicionar água diretamente ao NaOH sólido Dissolver sempre com agitação lenta e contínua Evitar uso de frascos plásticos frágeis NaOH ataca alguns tipos Armazenar em frasco âmbar ou resistente hermeticamente fechado Se houver respingo lavar imediatamente com água corrente Se houver névoa ou cheiro irritante ventilar o ambiente 8 Armazenamento e Validade Armazenar ao abrigo da luz tampado e longe de fontes de CO o NaOH reage ₂ formando carbonato Validade sugerida 30 dias podendo variar conforme rotina do laboratório Se formar cristais turbidez ou depósito branco carbonato descartar 9 Referências IUPAC Recommendations for Laboratory Chemical Procedures Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology SBAC Manuais Técnicos de Procedimentos Lehninger Principles of Biochemistry POP Diluição de Solução de NaCl 1 Título Diluição de Solução de Cloreto de Sódio NaCl 2 Objetivo Descrever o procedimento padronizado para realizar a diluição de soluções de NaCl em diferentes concentrações garantindo precisão reprodutibilidade e segurança no preparo de soluções utilizadas em análises laboratoriais 3 Campo de Aplicação Este POP se aplica a atividades realizadas no laboratório de análises clínicas biologia molecular bioquímica e áreas correlatas que utilizam soluções de NaCl para preparo de reagentes tampões ou controles 4 Responsabilidades Biomédicos técnicos e estagiários seguir rigorosamente este POP Responsável técnico supervisionar e assegurar que o procedimento seja executado conforme descrito 5 Materiais e Reagentes NaCl PA cloreto de sódio Água destilada ou deionizada Balão volumétrico 10 mL 50 mL 100 mL 500 mL ou 1 L Becker Pipetas graduadas ou micropipetas Bastão de vidro Equipamentos de proteção individual EPI jaleco luvas óculos 6 Procedimento 61 Princípio da Diluição A diluição segue a relação C V C V ₁ ₁ ₂ ₂ Onde C ₁ concentração inicial V ₁ volume a ser pipetado da solução concentrada C ₂ concentração final desejada V ₂ volume final da solução diluída 62 Preparo da Solução de NaCl 1 M opcional Para preparar solução concentrada Pesar 5844 g de NaCl Transferir para balão volumétrico de 1 L Completar até o menisco com água destilada Homogeneizar 63 Exemplo de Diluição Preparar NaCl 09 a partir de 10 1 Calcular o volume da solução concentrada C 10 C 09 ₁ ₂ V1C2V2C109100109 mLV fracC V C frac09 10010 9 ₁ ₂ ₂ ₁ text mLV1C1C2V210091009 mL 2 Pipetar 9 mL da solução 10 3 Transferir para balão volumétrico de 100 mL 4 Completar com água destilada até o menisco 5 Homogeneizar 64 Procedimento Geral 1 Identificar o volume final e a concentração desejada 2 Calcular o volume necessário da solução concentrada utilizando a fórmula C V ₁ ₁ C V ₂ ₂ 3 Pipetar o volume calculado e transferir ao balão 4 Adicionar água destilada até o volume final 5 Homogeneizar a solução 6 Etiquetar com o Nome da solução o Concentração o Data de preparo o Validade o Nome do responsável 7 Cuidados e Precauções Utilizar sempre água destiladadeionizada Garantir que vidro e pipetas estejam limpos e secos Homogeneizar bem a solução após completar o volume Descartar se houver turbidez precipitado ou alteração de cor Registrar o preparo no cadernolivro de controle do laboratório 8 Validade da Solução NaCl diluído 30 dias em temperatura ambiente ou geladeira dependendo do uso Caso haja contaminação aparente descartar imediatamente 9 Referências SAMB Sociedade Brasileira de Análises Clínicas Manuais de Procedimentos Operacionais Lehninger A Principles of Biochemistry Wilson Walker Principles and Techniques of Biochemistry and Molecular Biology POP Preparo e Diluição de Soluções de Hidróxido de Sódio NaOH 1 TÍTULO Preparo e Diluição de Soluções de Hidróxido de Sódio NaOH 2 CÓDIGO POPQLNaOH001 exemplo 3 VERSÃO DATA Versão 01 Data de emissão 4 SETOR Laboratório de Análises Clínicas Biologia Molecular Ensino 5 OBJETIVO Padronizar o preparo e a diluição de soluções de NaOH garantindo segurança reprodutibilidade e rastreabilidade 6 ABRANGÊNCIA Aplicase a todos os colaboradores autorizados do laboratório 7 RESPONSABILIDADES Responsável técnico manter POP atualizado Equipe executar conforme descrito e registrar dados 8 DEFINIÇÕES NaOH base forte corrosiva e higroscópica Solução estoque maior concentração Diluição tornar solução mais fraca Fórmula C1V1 C2V2 9 MATERIAIS E REAGENTES Beckers balões volumétricos provetas pipetas balança analítica pHmetro funil bastão de vidro Reagentes NaOH PA água destilada EPIs jaleco óculos luvas 10 PROCEDIMENTO 101 Cuidados iniciais Verificar balança usar capela EPIs registrar lote data e concentração 102 Preparo da solução estoque 1 molL 1 L Massa molar 40 gmol m M V 1 1 40 g de NaOH Passos pesar 40 g adicionar a 500 mL de água dissolver resfriar transferir a balão de 1 L completar rotular 103 Preparo de 01 molL diretamente m 01 1 L 4 g de NaOH 104 Diluição C1V1 C2V2 Exemplo estoque 1 molL 01 molL 100 mL V1 10 mL do estoque completar para 100 mL 105 Armazenamento Manter fechado protegido de luz evitar exposição ao ar 11 BIOSSEGURANÇA Usar EPIs lavar em caso de contato não pipetar com a boca seguir plano de emergência 12 DESCARTE Neutralizar com HCl diluído até pH 7 e descartar conforme normas internas 13 REGISTROS Data lote massa pesada concentração responsável validade 14 REFERÊNCIAS FISPQ do Hidróxido de Sódio Manuais de biossegurança institucionais CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira TÍTULO ELETROFORESE EM GEL DE AGAROSE DATA DA EMISSÃO 12102025 DEPARTAMENTO BIOLOGIA MOLECULAR 1 OBJETIVO Estabelecer o procedimento padronizado para realização de eletroforese em gel de agarose para separação visualização e análise de fragmentos de DNA provenientes de PCR digestão enzimática extração genômica ou outros métodos de amplificação e manipulação de ácidos nucleicos 2 RESPONSABILIDADE Responsável técnico Assegurar a qualidade dos reagentes condições de biossegurança e funcionamento adequado dos equipamentos Usuários Cumprir corretamente o procedimento descrito neste POP registrar o uso do equipamento e seguir o guia de Boas Práticas Laboratoriais 3 CAMPO DE APLICAÇÃO Aplicase a todos os docentes discentes e técnicos responsáveis pela utilização da balança de precisão no Laboratório de Biologia Molecular do curso de Biomedicina UNIFEB 4 DEFINIÇÕES 41 Gel de agarose matriz utilizada para separação de fragmentos de DNA por tamanho molecular 42 Tampão de corrida TAETBE solução eletrolítica que mantém pH e condutividade adequados durante a migração eletroforética 43 DNA Ladder padrão molecular utilizado como referência para estimar o tamanho dos fragmentos 44 Loading dye corante misturado às amostras que facilita o carregamento nos poços e acompanha o deslocamento da corrida 5 SIGLAS E ABREVIATURAS EPI Equipamento de Proteção Individual BPL Boas Práticas Laboratoriais TAETBE Tampões de corrida padrão 6 METODOLOGIA 61 Preparação I Organização e paramentação com EPIs II Separação dos reagentes gel de agarose tampão de corrida TAE 1X ou TBE 1X corante DNA ladder III Separação dos materiais e equipamentos microtubos pipetas e ponteiras fonte de eletroforese cubas de eletroforese plataforma UV balança analítica microondas agitador vortex CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira 62 Procedimento para o preparo do Gel I Definir a concentração do gel II Cálcular o peso da agarose 621 Preparo do gel I Pesar a agarose II Transferir para o erlenmeyer III Adicionar o volume correspondente de tampão TAE ou TBE 1X IV Homogeneizar V Aquecer no microondas em intervalos de 1020 segundos agitando entre os ciclos VI Retirar quando a solução estiver totalmente transparente VII Aguardar esfriar até ficar com a temperatura morna 622 Moldagem do gel I Encaixar as laterais da cuba II Posicionar o pente na cuba a 12 cm da borda III Despejar o gel lentamente para evitar a formação de bolhas IV Aguardar solidificação por 2030 minutos V Remover cuidadosamente o pente 623 Preparação das amostras I Misturar o DNA com loading dye na proporção 12 µL de loading volume da amostra II Homogeneizar sem gerar bolhas 624 Montagem da Cuba I Posicionar o gel solidificado na cuba II Adicionar tampão TAETBE 1X até cobrir todo o gel III Garantir que os poços fiquem voltados para o polo negativo 63 Carregamento I Pipetar cuidadosamente as amostras nos poços II Carregar o DNA Ladder no primeiro ou último poço III Evitar tocar o gel com a ponteira IV Evitar gerar bolhas dentro do poço 64 Corrida Eletroforética I Conectar os cabos da cuba à fonte de energia II Configurar tensão adequada da fonte III Aguardar o tempo da corrida que depende do da concentração do gel 65 Visualização do DNA CÓDIGO REVISAO PROCEDIMENTO OPERACIONAL PADRÃO POP VERSÃO 0 PÁGINA ELABORADO POR Gabriel de Lima Garcia Leandro REVISADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira APROVADO POR Márcia Maria Chiquitelli Marques Silveira I Após a corrida desligar a fonte II Transferir o gel para o transiluminador UV ou luz azul III Visualizar fotografar e registrar as bandas 66 Biossegurança I Corantes intercalantes devem ser manipulados como potencialmente mutagênicos II Descartar tampões usados em frascos de resíduos químicos III Não descartar agarose líquida quente no ralo 7 REFERÊNCIAS BRASIL Ministério da Saúde Manual de Biossegurança em Laboratórios de Saúde Pública 3 ed Brasília Ministério da Saúde 2010 AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA ANVISA Resolução RDC nº 222 de 28 de março de 2018 Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde Brasília 2018 FUNDACENTRO Norma Regulamentadora NR32 Segurança e Saúde no Trabalho em Serviços de Saúde Brasília Ministério do Trabalho e Emprego sd WORLD HEALTH ORGANIZATION WHO Laboratory Biosafety Manual 4th ed Geneva WHO 2020 INTERNATIONAL ORGANIZATION FOR STANDARDIZATION ISO ISO 151892022 Medical laboratories Requirements for quality and competence Geneva ISO 2022 MINISTÉRIO DA SAÚDE Biossegurança em laboratórios biomédicos e de microbiologia Sl sn sd Disponível em httpsbvsmssaudegovbrbvspublicacoesbiossegurancalaboratoriosbiomedicosmicrobiologiapdf Acesso em 28 nov 2025 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT NBR 147254 Produtos químicos Informações sobre segurança saúde e meio ambiente Parte 4 Ficha de informações de segurança de produtos químicos FISPQ Sl sn 2009 Disponível em httpsww3icbuspbrwpcontentuploads201911Parte4NBR1472542009pdf Acesso em 28 nov 2025 CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION CDC Biosafety in Microbiological and Biomedical Laboratories BMBL 6th ed Atlanta 2020 Disponível em httpswwwcdcgovlabsbmblindexhtml Acesso em 28 nov 2025