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ESTUDOS PARA A EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO ANÁLISE TÉCNICOECONÔMICA DE ALTERNATIVAS RELATÓRIO R1 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção double sided GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Ministério de Minas e Energia Ministro Wellington Moreira Franco SecretárioExecutivo do MME Márcio Félix Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Eduardo Azevedo Rodrigues Secretário de Energia Elétrica Fabio Lopes Alves Secretário de Petróleo Gás Natural e Combustíveis Renováveis João Vicente de Carvalho Vieira Secretaria de Geologia Mineração e Transformação Mineral Maurícyo José Andrade Correia ESTUDOS PARA A EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO ANÁLISE TÉCNICOECONÔMICA DE ALTERNATIVAS RELATÓRIO R1 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia Empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia instituída nos termos da Lei n 10847 de 15 de março de 2004 a EPE tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético tais como energia elétrica petróleo e gás natural e seus derivados carvão mineral fontes energéticas renováveis e eficiência energética dentre outras Presidente Reive Barros dos Santos Diretor de Estudos EconômicoEnergéticos e Ambientais Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Diretor de Estudos de Energia Elétrica Amilcar Gonçalves Guerreiro Diretor de Estudos de Petróleo Gás e Biocombustíveis José Mauro Ferreira Coelho Diretor de Gestão Corporativa Álvaro Henrique Matias Pereira URL httpwwwepegovbr Sede Esplanada dos Ministérios Bloco U Sl 744 70065900 Brasília DF Escritório Central Av Rio Branco 01 11º Andar 20090003 Rio de Janeiro RJ Coordenação Geral Reive Barros dos Santos Amilcar Gonçalves Guerreiro Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Coordenação Executiva José Marcos Bressane Elisângela Medeiros de Almeida Equipe Técnica Estudos Elétricos Marcelo Willian Henriques Szrajbman Igor Chaves João Henrique Magalhães Almeida Leandro Moda Luiz Felipe Froede Lorentz Tiago Campos Rizzotto Mariana Ferreira Nobrega da Silva Análise Socioambiental Kátia Gisele Matosinho Bernardo Regis Guimarães de Oliveira Luciana Álvares da Silva Nº EPEDEERE0712018rev0 Data 12 de setembro de 2018 Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção double sided MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Contrato Data de assinatura Projeto ESTUDOS PARA A LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO Área de estudo Estudos do Sistema de Transmissão Subárea de estudo Análise Técnicoeconômica Produto Nota Técnica ou Relatório EPEDEERE0712018 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia Revisões Data Descrição sucinta rev0 12092018 Emissão Original EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 2 APRESENTAÇÃO Este relatório apresenta o estudo de alternativas para atendimento às cargas do Extremo Sul da Bahia atendidas a partir do eixo 230 kV Funil Itabuna III Itapebi Eunápolis Teixeira de Freitas II A análise contempla os aspectos técnicos e econômicos incorporando também na Nota Técnica DEA 2118 aspectos socioambientais associados às obras propostas EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 8 2 OBJETIVOS 10 3 CONCLUSÕES 11 4 RECOMENDAÇÕES 12 5 DADOS PREMISSAS E CRITÉRIOS 14 51 BASE DE DADOS 14 52 MERCADO 14 53 HORIZONTE DO ESTUDO 14 54 CENÁRIOS DE GERAÇÃO 15 55 PREMISSAS E CRITÉRIOS 15 6 DIAGNÓSTICO 17 7 ALTERNATIVAS 18 71 ALTERNATIVA 1 18 72 ALTERNATIVA 2 19 73 ALTERNATIVA 3 20 74 ALTERNATIVA 4 21 8 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS ALTERNATIVAS 22 81 ALTERNATIVA 1 22 82 ALTERNATIVA 2 30 83 ALTERNATIVA 3 38 84 ALTERNATIVA 4 46 9 ANÁLISE ECONÔMICA 54 10 ANÁLISE DE CONDUTOR ECONÔMICO 55 11 ANÁLISE DE CURTO CIRCUITO 59 12 ANÁLISE DE SOBRETENSÕES À FREQUÊNCIA FUNDAMENTAL 60 121 ENERGIZAÇÃO DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 60 122 ENERGIZAÇÃO DA LT 230 KV FUNIL ITABUNA III C2 62 123 ENERGIZAÇÃO DA LT 230 KV ITABUNA III ITAPEBI C2 63 124 REJEIÇÃO DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 65 125 REJEIÇÃO DA LT 230 KV FUNIL ITABUNA III C2 66 126 REJEIÇÃO DA LT 230 KV ITABUNA III ITAPEBI C2 68 13 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL PRELIMINAR 70 14 REFERÊNCIAS 71 15 EQUIPE TÉCNICA 72 16 ANEXOS 73 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 4 161 PARÂMETROS DOS EQUIPAMENTOS 73 162 PERDAS DAS ALTERNATIVAS 74 163 PLANO DE OBRAS E ESTIMATIVA DE CUSTOS 75 164 FICHAS PET 77 165 TABELAS DE COMPARAÇÃO R1 X R2 79 17 NOTA TÉCNICA DEA 211880 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 5 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 11 Localização da Mesorregião do Sul Baiano 8 Figura 12 Sistema Elétrico da Região de Interesse Fonte ONS 9 Figura 41 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 recomendada 13 Figura 61 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C1 17 Figura 71 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 18 Figura 72 Diagrama Esquemático da Alternativa 2 19 Figura 73 Diagrama Esquemático da Alternativa 3 20 Figura 74 Diagrama Esquemático da Alternativa 4 21 Figura 81 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 22 Figura 82 Regime normal de operação ano 2024 23 Figura 83 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 23 Figura 84 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 24 Figura 85 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 24 Figura 86 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 25 Figura 87 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 25 Figura 88 Regime normal de operação ano 2033 26 Figura 89 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 26 Figura 810 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 27 Figura 811 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 27 Figura 812 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 28 Figura 813 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 28 Figura 814 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 30 Figura 815 Regime normal de operação ano 2024 31 Figura 816 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 31 Figura 817 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 32 Figura 818 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2024 32 Figura 819 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 33 Figura 820 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 33 Figura 821 Regime normal de operação ano 2033 34 Figura 822 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 34 Figura 823 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 35 Figura 824 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2033 35 Figura 825 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 36 Figura 826 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 36 Figura 827 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 38 Figura 828 Regime normal de operação ano 2024 39 Figura 829 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 39 Figura 830 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 40 Figura 831 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2024 40 Figura 832 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 41 Figura 833 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 41 Figura 834 Regime normal de operação ano 2033 42 Figura 835 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 42 Figura 836 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 43 Figura 837 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2033 43 Figura 838 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 44 Figura 839 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 44 Figura 840 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 46 Figura 841 Regime normal de operação ano 2024 47 Figura 842 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 47 Figura 843 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 48 Figura 844 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 48 Figura 845 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 49 Figura 846 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 49 Figura 847 Regime normal de operação ano 2033 50 Figura 848 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 50 Figura 849 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 51 Figura 850 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 51 Figura 851 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 52 Figura 852 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 52 Figura 101 Disposição geométrica dos condutores da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase 56 Figura 102 Custos em função da bitola do cabo condutor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase 57 Figura 103 Dados técnicos básicos da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase 58 Figura 121 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 60 Figura 122 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Poções III 61 Figura 123 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Itapebi 61 Figura 124 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 62 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 6 Figura 125 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Funil 62 Figura 126 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Itabuna III 63 Figura 127 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 63 Figura 128 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 a partir de Itabuna III 64 Figura 129 Energização da LT 230 kV Itabuma III Itapebi C2 a partir de Itapebi 64 Figura 1210 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 65 Figura 1211 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 terminal de Itapebi 65 Figura 1212 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi II C1 terminal de Poções III 66 Figura 1213 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 66 Figura 1214 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Itabuna III 67 Figura 1215 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Funil 67 Figura 1216 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 68 Figura 1217 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itapebi 68 Figura 1218 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itabuna III 69 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 7 ÍNDICE DE TABELAS Tabela 31 Comparação Econômica R x 1000 11 Tabela 41 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão 12 Tabela 42 Principais obras em subestações de Rede Básica 12 Tabela 51 Mercado da Região do Extremo Sul da Bahia 14 Tabela 81 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão 29 Tabela 82 Alternativa 1 Principais obras em subestações de Rede Básica 29 Tabela 83 Alternativa 2 Principais obras em linhas de transmissão 37 Tabela 84 Alternativa 2 Principais obras em subestações de Rede Básica 37 Tabela 85 Alternativa 3 Principais obras em linhas de transmissão 45 Tabela 86 Alternativa 3 Principais obras em subestações de Rede Básica 45 Tabela 87 Alternativa 4 Principais obras em linhas de transmissão 53 Tabela 88 Alternativa 4 Principais obras em subestações de Rede Básica 53 Tabela 91 Comparação Econômica R x 1000 54 Tabela 101 Coordenadas dos condutores centro do feixe na torre da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 55 Tabela 102 Condutores com menor custo total 58 Tabela 111 Correntes de curto circuito máximas 59 Tabela 161 Características Elétricas das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora 73 Tabela 162 Parâmetros elétricos das linhas de transmissão recomendadas 73 Tabela 163 Carregamento Máximo das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora 73 Tabela 164 Perdas Elétricas MW 74 Tabela 165 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 1 75 Tabela 166 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 2 75 Tabela 167 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 3 75 Tabela 168 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 4 76 Tabela 169 Obras comuns 76 Tabela 1610 Tabela de Comparação R1 x R2 ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 79 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 8 1 INTRODUÇÃO A mesorregião do Sul Baiano é formada pela união de setenta municípios agrupados em três microrregiões IlhéusItabuna Porto Seguro e Valença Sua população foi estimada em 2007 pelo IBGE em mais de 2 milhões de habitantes e possui uma área total de 54642351 km² destacada na Figura 11 Figura 11 Localização da Mesorregião do Sul Baiano O sistema de transmissão que atende a região do extremo sul da Bahia a partir da SE 230 kV Funil apresenta característica radial composto pelas LT 230 kV Funil Itapebi Eunápolis C1 C2 O relatório EPEGETNE R1 0022007 Estudo de Expansão do Suprimento ao Extremo Sul da Bahia Ref1 recomendou a ampliação desse sistema com a implantação da SE 230138 kV Teixeira de Freitas II alimentada pelas LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas II C1 C2 Posteriormente o relatório EPEDEERE1392015rev1 Estudo de Atendimento às Cargas da SE Funil e Extremo Sul da Bahia Ref2 para solucionar problemas oriundos do esgotamento da SE Funil recomendou a implantação de uma nova SE 230138 kV Itabuna III Esta subestação será alimentada a partir do seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 9 A Figura 12 ilustra de forma simplificada o sistema de transmissão da Rede Básica da região do Extremo Sul da Bahia com o diagrama da rede existente e planejada Figura 12 Sistema Elétrico da Região de Interesse Fonte ONS Também nessa região foi recomendada ainda a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 licitada no Leilão 0052006 e arrematada pela CHESF Entretanto o cronograma de implantação dessa linha de transmissão está bastante atrasado e encontrase na ANEEL um processo de caducidade do respectivo contrato de concessão Sem a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 verificase sobrecarga no eixo 230 kV Funil Itabuna III Itapebi e subtensão em todo o sistema de transmissão do Extremo Sul da Bahia em situação de contingência simples Portanto para mitigar os problemas oriundos do atraso na implantação dessa LT tendo em vista a evolução da rede de transmissão e as novas previsões de crescimento da carga fazse necessária avaliação da melhor alternativa de expansão do sistema EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 10 2 OBJETIVOS O objetivo deste estudo é indicar a melhor alternativa de expansão do sistema de transmissão do Extremo Sul da Bahia considerando a não implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 O estudo deve indicar do ponto de vista técnico econômico e ambiental qual o melhor cronograma de obras a ser implantado no horizonte considerado levando em conta as alternativas de expansão que garantam o atendimento aos consumidores com padrões de qualidade e continuidade adequados frente ao crescimento do mercado de energia elétrica previsto para a região EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 11 3 CONCLUSÕES Foram avaliadas 4 alternativas de expansão do sistema de transmissão da região do Extremo Sul da Bahia Todas as alternativas atendem aos critérios de planejamento e às premissas estabelecidas para este estudo A Alternativa 1 é composta pela LT 230 kV Poções III Itapebi C1 A Alternativa 2 propõe a LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 A Alternativa 3 considera a relicitação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 em uma rota diferente da original de forma a superar com mais facilidade dificuldades socioambientais A Alternativa 4 consiste na implantação da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 com uma nova SE 500230 kV em Itapebi Todas as quatro alternativas consideram o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III A Tabela 31 apresenta a comparação econômica das alternativas levandose em consideração custos de investimentos obras não comuns e diferencial de perdas elétricas As análises consideraram o valor presente dos custos das alternativas referidos a 2024 ano inicial do estudo e utilizaram o método dos rendimentos necessários com truncamento das séries temporais em 2033 ano horizonte do estudo Tabela 31 Comparação Econômica R x 1000 Alternativas Investimento Perdas Total Ordem Alternativa 1 7764156 7011655 14775811 100 1º Alternativa 2 9374693 7689895 17064588 116 2º Alternativa 3 8815935 11054338 19870273 135 3º Alternativa 4 23368222 0 23304128 158 4º Sob o ponto de vista técnico e econômico recomendase a implantação da Alternativa 1 que é a alternativa de o mínimo custo global EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 12 4 RECOMENDAÇÕES Sob o ponto de vista técnico e econômico recomendase a implantação da Alternativa 1 com o cronograma de obras conforme Tabela 41 Tabela 41 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Poções III Itapebi C1 2 x 795 MCM CS 191 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 42 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Poções III 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Itapebi 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Ressaltase que o ano de 2024 foi considerado como data de referência para implantação das obras recomendadas uma vez que durante a realização do estudo houve o entendimento de que esta é a data viável para os empreendimentos No entanto como a LT 230 kV Funil Itapebi C3 já devia estar em operação recomendase que a implantação da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 seja realizada o mais breve possível A Figura 41 apresenta um diagrama esquemático da alternativa recomendada EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 13 Figura 41 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 recomendada EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 14 5 DADOS PREMISSAS E CRITÉRIOS 51 Base de Dados Considerouse como referência para as simulações de fluxo de potência a base de dados correspondente ao Plano Decenal 20172026 com as atualizações pertinentes da topologia da rede plano de geração e mercado 52 Mercado O mercado na área de interesse fornecido pela COELBA para atualização da base de dados do Plano Decenal é apresentado a seguir conforme Tabela 51 Tabela 51 Mercado da Região do Extremo Sul da Bahia 53 Horizonte do Estudo O ano inicial do estudo é 2024 tendo como o horizonte o ano 2033 Serão analisados portanto 10 anos É importante ressaltar que o prazo mínimo para a implantação de qualquer obra de expansão da Rede Básica é de 4 anos contados desde a incorporação no PET Plano de Expansão da 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 Nome Tensão Patamar P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW Pesada 1445 1512 1556 1605 1653 1703 1754 1806 1861 1916 Média 1369 1432 1474 1521 1566 1613 1662 1711 1763 1816 Leve 658 688 708 731 753 775 798 822 847 872 Pesada 1333 1366 1400 1430 1459 1488 1518 1548 1579 1610 Média 1162 1192 1221 1247 1272 1298 1323 1350 1377 1404 Leve 743 761 780 797 813 829 846 862 880 897 Pesada 715 730 744 759 774 790 805 822 838 855 Média 679 692 706 720 735 749 764 780 795 811 Leve 359 366 374 381 389 396 404 412 421 429 Pesada 101 103 105 107 109 111 114 116 118 121 Média 72 73 75 76 78 79 81 82 84 86 Leve 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 Pesada 973 992 1012 1032 1053 1074 1095 1117 1140 1163 Média 876 893 911 929 948 967 986 1006 1026 1046 Leve 481 491 501 511 521 532 542 553 564 575 Pesada 1179 1202 1226 1251 1276 1301 1327 1354 1381 1409 Média 1119 1141 1164 1187 1211 1235 1260 1285 1311 1337 Leve 592 604 616 628 641 653 666 680 693 707 Pesada 32 33 34 34 35 36 36 37 38 39 Média 27 28 28 29 29 30 31 31 32 32 Leve 17 18 18 18 19 19 19 20 20 21 Pesada 1076 1097 1119 1142 1165 1188 1212 1236 1261 1286 Média 968 988 1008 1028 1048 1069 1091 1112 1135 1157 Leve 533 543 554 565 576 588 600 612 624 636 Pesada 180 184 187 191 195 199 203 207 211 215 Média 162 165 168 172 175 179 182 186 190 194 Leve 89 91 93 94 96 98 100 102 104 106 Pesada 1669 1702 1736 1771 1806 1843 1879 1917 1955 1994 Média 1584 1616 1648 1681 1714 1749 1784 1819 1856 1893 Leve 838 855 872 889 907 925 943 962 982 1001 Itamaraju Itabuna III 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV Eunápolis Poções II Itapebi Teixeira de Freitas Subestação Tomba S A Jesus 69 kV 69 kV Funil EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 15 Transmissão passando por todo o processo de licitação ou autorização realizado pela ANEEL até a instalação do empreendimento 54 Cenários de Geração Foram simulados dois cenários de geração na região Nordeste de forma a analisar as situações mais críticas da região Cenário 1 Nordeste Seco Neste cenário a geração na região Nordeste é predominantemente eólica com as usinas hidrelétricas despachadas nas suas capacidades mínimas Especificamente no extremo sul da Bahia considerouse despacho de 135 MW na UHE Itapebi 4 MW na UHE Funil e 0 MW na UTE Veracel caracterizando maior importação de energia pela região Cenário 2 Nordeste Úmido Neste cenário a geração na região Nordeste é predominantemente hidráulica com as usinas hidrelétricas despachadas nas suas capacidades máximas Especificamente no extremo sul da Bahia considerouse despacho de 450 MW na UHE Itapebi 30 MW na UHE Funil e 105 MW na UTE Veracel caracterizando uma situação na qual a região é exportadora de energia 55 Premissas e Critérios Foram seguidas as diretrizes para elaboração da documentação necessária para se recomendar à ANEEL uma nova instalação de transmissão integrante da Rede Básica através de ato licitatório definidas no documento publicado pela EPE denominado Diretrizes para Elaboração dos Relatórios Técnicos Referentes às Novas Instalações da Rede Básica Ref3 Os critérios e procedimentos utilizados no estudo estão de acordo com o documento Critérios e Procedimentos para o Planejamento da Expansão dos Sistemas de Transmissão CCPECTET Julho2016 Ref4 além das premissas apresentadas nos subitens a seguir onde se destacam Manter o conceito de mínimo custo global para a escolha da alternativa Atender ao critério N1 para elementos da Rede Básica e Rede Básica de Fronteira Variação máxima de 5 da tensão do barramento decorrente da manobra de equipamentos Fator de potência no barramento da Rede Básica de Fronteira 095 Utilizar os limites de carregamento das linhas de transmissão e transformadores existentes nos Contratos de Prestação de Serviços de Transmissão CPST Para os novos equipamentos EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 16 a serem instalados na rede levar em consideração as recomendações contidas na Resolução no 191 da ANEEL para determinação das capacidades em contingência Para cálculo de perdas elétricas utilizouse custo de 21700 RMWh calculado com base no custo marginal de expansão da geração informado pela EPE Para comparação dos custos entre as alternativas analisadas foi utilizado o documento Base de Referência de Preços ANEEL Junho de 2017 Ref5 e o método dos rendimentos necessários com o truncamento das séries temporais no ano horizonte do estudo Para a preparação das fichas contendo a estimativa dos investimentos em empreendimentos de transmissão Rede Básica que servirão de subsídio para o processo licitatório foi considerada a base de custos consolidada no documento Base de Referência de Preços ANEEL Junho de 2017 Ref5 Ressaltase que além das simulações de fluxo de carga serão analisados os níveis de curto circuito da alternativa selecionada para a expansão do sistema EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 17 6 DIAGNÓSTICO O diagnóstico do suprimento elétrico a região do extremo sul baiano na ausência na LT 230 kV Funil Itapebi C3 não apresenta problemas em regime normal de operação Entretanto na contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C1 observase sobrecarga na LT 230 kV Funil Itabuna III C1 e subtensão nas SE Itabuna III Itapebi Veracel Eunápolis e Teixeira de Freitas conforme apresenta a Figura 61 A simulação foi realizada tendo o ano 2024 como referência patamar de Carga Pesada cenário Nordeste Seco Figura 61 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C1 O resultado desta simulação atesta a importância da LT 230 kV Funil Itapebi C3 para o sistema e deflagra a necessidade de implantação de reforços na região caso esta linha de transmissão não seja construída EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 18 7 ALTERNATIVAS 71 Alternativa 1 A Alternativa 1 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 71 Figura 71 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 19 72 Alternativa 2 A Alternativa 2 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 72 Figura 72 Diagrama Esquemático da Alternativa 2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 20 73 Alternativa 3 A Alternativa 3 considera a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 73 Figura 73 Diagrama Esquemático da Alternativa 3 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 21 74 Alternativa 4 A Alternativa 4 considera a implantação da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 da SE 500230 kV Itapebi e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 74 Figura 74 Diagrama Esquemático da Alternativa 4 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 22 8 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS ALTERNATIVAS Os resultados das simulações de fluxo de potência para as alternativas analisadas em regime normal de operação e durante as principais contingências para os anos 2023 a 2032 são apresentados neste item Para essas simulações foram considerados os cenários mais críticos de geração e de carga Carga Pesada Nordeste Seco 81 Alternativa 1 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 1 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 com aproximadamente 191 km de extensão No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 81 Figura 81 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 100 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 1 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 82 a Figura 87 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 23 após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 88 a Figura 813 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 Figura 82 Regime normal de operação ano 2024 Figura 83 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 24 Figura 84 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 85 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 25 Figura 86 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 87 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 26 Figura 88 Regime normal de operação ano 2033 Figura 89 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 27 Figura 810 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 811 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 28 Figura 812 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 813 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 29 A Tabela 81 e a Tabela 82 apresentam em resumo obras que compõem a Alternativa 1 Tabela 81 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Poções III Itapebi C1 2 x 795 MCM CS 191 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 82 Alternativa 1 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Poções III 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Itapebi 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 30 82 Alternativa 2 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 2 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 com aproximadamente 240 km de extensão No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 814 Figura 814 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 100 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 2 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 815 a Figura 820 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 821 a Figura 826 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 31 Figura 815 Regime normal de operação ano 2024 Figura 816 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 32 Figura 817 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 818 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 33 Figura 819 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 820 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 34 Figura 821 Regime normal de operação ano 2033 Figura 822 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 35 Figura 823 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 824 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 36 Figura 825 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 826 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 37 As principais obras referentes à Alternativa 2 são descritas em detalhes na Tabela 83 e Tabela 84 Tabela 83 Alternativa 2 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 2 x 795 MCM CS 240 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 84 Alternativa 2 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Poções III 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 Eunápolis 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 38 83 Alternativa 3 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 3 considera a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 com aproximadamente 223 km de extensão No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 827 Figura 827 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 100 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 3 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 828 a Figura 833 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 834 a Figura 839 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 39 Figura 828 Regime normal de operação ano 2024 Figura 829 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 40 Figura 830 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 831 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 41 Figura 832 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 833 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 42 Figura 834 Regime normal de operação ano 2033 Figura 835 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 43 Figura 836 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 837 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 44 Figura 838 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 839 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 45 As principais obras referentes à Alternativa 3 são descritas em detalhes na Tabela 85 e Tabela 86 Tabela 85 Alternativa 3 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Funil Itapebi C3 2 x 795 MCM CS 223 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 86 Alternativa 3 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Funil 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Funil Itapebi C3 Itapebi 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Funil Itapebi C3 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 46 84 Alternativa 4 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 4 considera a implantação da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 com aproximadamente 191 km de extensão e da SE 500230 kV Itapebi com um ATR de 450 MVA No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 840 Figura 840 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 60 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 4 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 841 a Figura 846 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 847 a Figura 852 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 47 Figura 841 Regime normal de operação ano 2024 Figura 842 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 48 Figura 843 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 844 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 49 Figura 845 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 846 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 50 Figura 847 Regime normal de operação ano 2033 Figura 848 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 51 Figura 849 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 850 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 52 Figura 851 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 852 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 53 As principais obras referentes à Alternativa 4 são descritas em detalhes na Tabela 87 e Tabela 88 Tabela 87 Alternativa 4 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 500 kV LT 500 kV Poções III Itapebi C1 4 x 954 MCM CS 191 km 230 kV Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 88 Alternativa 4 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Itapebi 500 kV Novo pátio de subestação 500 kV 500230 kV ATR 500230 kV 31 x 150 MVA 1º EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 54 9 ANÁLISE ECONÔMICA Os investimentos previstos são referidos ao ano 2024 com taxa de retorno de 8 ao ano Ressalta se que esses valores são utilizados apenas para comparação de alternativas não servindo como base para orçamentos Para comparação dos custos entre as alternativas analisadas é utilizado o método dos rendimentos necessários com o truncamento das séries temporais no ano horizonte do estudo 2033 O plano de obras das alternativas e custos associados estão apresentados no Anexo 163 Os custos referentes ao diferencial de perdas elétricas de cada alternativa em relação àquela de menores perdas foram estimados considerando Cenários Nordeste Úmido 50 e Nordeste Seco 50 Patamares de Carga Leve 7 hs Média 14 hs e Pesada 3 hs Custo de perdas R 21700 MWh Taxa de retorno de 8 ao ano referidos a 2024 O detalhamento das perdas elétricas em cada um dos cenários e patamares é apresentado no Anexo 162 A Tabela 91 apresenta a comparação econômica das alternativas levandose em consideração custos de investimentos obras não comuns e diferencial de perdas Tabela 91 Comparação Econômica R x 1000 Alternativas Investimento Perdas Total Ordem Alternativa 1 7764156 7011655 14775811 100 1º Alternativa 2 9374693 7689895 17064588 116 2º Alternativa 3 8815935 11054338 19870273 135 3º Alternativa 4 23368222 0 23304128 158 4º Sob o ponto de vista técnico e econômico recomendase a implantação da Alternativa 1 que é a alternativa de mínimo custo global EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 55 10 ANÁLISE DE CONDUTOR ECONÔMICO A seguir são apresentadas as análises para as definições da otimização da linha de transmissão em circuito simples LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Os resultados obtidos nas análises realizadas foram extraídos diretamente do programa ELEKTRA desenvolvido pelo CEPEL As simulações foram realizadas com base nas seguintes premissas 10 das estruturas consideradas são autoportantes e 90 estaiadas resistividade do solo igual a 1000 Ωm feixes simétricos com 0457 m de espaçamento entre condutores custo marginal de expansão CME 21700 RMWh taxa de desconto anual 8 banco de custos ANEEL2017 fluxos de potência para cenários de carga leve média e pesada e suas respectivas permanências bem como fluxos em situações de emergência para os cenários nordeste seco e nordeste úmido Além dos critérios listados foram observadas as restrições relativas aos campos magnético e elétrico bem como níveis de ruído audível radio interferência e balanço máximo dos condutores de forma a definir a faixa de passagem A referida linha tem comprimento estimado de 191 km Os resultados apresentados nessa análise foram extraídos diretamente do programa ELEKTRA desenvolvido pelo CEPEL Avaliouse configurações de circuito simples com um e dois subcondutores por fase com disposição geométrica apresentada na Tabela 101 e silhueta de torre ilustrada na Figura 101 Tabela 101 Coordenadas dos condutores centro do feixe na torre da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Circuito 1 Xm Ym Feixe A 41 1562 Feixe B 0 1972 Feixe C 41 1562 Pararaios 1 310 2283 Pararaios 2 310 2283 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 56 Figura 101 Disposição geométrica dos condutores da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase A Figura 102 apresenta os custos Rkm totais da instalação e das perdas em função da bitola do cabo condutor MCM resultantes da otimização técnicoeconômica da linha para o universo de condutores candidatos tipo CAA tecnicamente viáveis EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 57 Figura 102 Custos em função da bitola do cabo condutor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase Como mostrado na Figura 102 o condutor de 795 MCM TERN é o que possui menor custo total para a LT avaliada Após as análises realizadas pelo programa ELEKTRA identificouse que as soluções de menor custo total considerando uma margem menor que 3 entre as soluções candidatas são aquelas apresentadas na Tabela 102 A Figura 103 extraída do ELEKTRA apresenta um sumário dos resultados técnicos para essa linha com feixe de condutores 2 x TERN por fase EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 58 Tabela 102 Condutores com menor custo total Condutor Custo 1000 Rkm Relação entre o custo total e o de menor custo Total Nome Código Número de subcond por fase Bitola MCM Formação AlAço Instalação Perdas Total DRAKE 2 795 26 7 5112 1937 705 10287 TERN 2 795 45 7 4884 1968 685 100 RUDDY 2 900 45 7 5195 1736 693 10114 RAIL 2 954 45 7 5377 1637 701 10235 Figura 103 Dados técnicos básicos da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 59 11 ANÁLISE DE CURTO CIRCUITO O cálculo dos níveis de curto circuito foi efetuado para a alternativa vencedora Alternativa 1 considerando o sistema em regime subtransitório com todas as máquinas sincronizadas utilizando a base de dados referente ao PDE 2026 Os níveis de curtocircuito das principais subestações de Rede Básica e Rede Básica de Fronteira estão apresentados na Tabela 111 onde não se verifica superação de disjuntores Tabela 111 Correntes de curto circuito máximas Subestação Ano 2024 Capacidade de interrupção simétrica kA Curto Máximo 3Φ kA XR 1Φ kA XR Poções III 230 kV 1585 1477 1279 998 40 Itapebi 230 kV 819 1489 936 1624 40 Funil 230 kV 954 639 955 771 40 Itabuna III 230 kV 557 623 393 483 40 Itabuna III 138 kV 567 995 447 701 40 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 60 12 ANÁLISE DE SOBRETENSÕES À FREQUÊNCIA FUNDAMENTAL A seguir estão resumidos os resultados das simulações de energização e rejeição das novas linhas de transmissão indicadas neste relatório referentes à Alternativa 1 recomendada Nas simulações foram considerados dois reatores de linha fixos de 10 Mvar na LT 230 kV Poções III Itapebi C1 devido ao surgimento de sobretensões inadmissíveis no processo de energização e rejeição Nas simulações de energização utilizouse o cenário Nordeste Seco e patamar de Carga Leve Esse cenário possui os menores carregamentos nas linhas de transmissão da região configurandose como o mais crítico para controle de tensão e para energização A análise de rejeição de carga tem o objetivo de verificar os reflexos da abertura intempestiva das linhas de transmissão previstas Dessa forma estas análises buscam verificar a existência de sobretensões acima da suportabilidade dos equipamentos associados quando de aberturas intempestivas em um dos terminais das linhas de transmissão devido a uma atuação da proteção ou falha humana Foi realizada a análise de rejeição no cenário Nordeste Seco e patamar de Carga Pesada Essa é a situação na qual o carregamento nas linhas de transmissão é mais elevado e os reatores estão desligados configurandose condição mais adversa sob o ponto de vista de sobretensão 121 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Na simulação de energização com a presença de dois reatores de linha 10 Mvar considerouse a tensão inicial de 1050 pu na SE Poções III e 1050 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 121 Figura 121 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 61 Energizandose a LT 230 kV no sentido Poções III Itapebi obtevese 1056 pu na SE Poções III e 1074 pu no terminal aberto na SE Itapebi Energizandose a LT no sentido Itapebi Poções III obtevese 1071 pu na SE Itapebi e 1090 pu no terminal aberto na SE Poções III Os resultados dessas simulações são apresentados na Figura 122 e Figura 123 Figura 122 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Poções III Figura 123 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 62 122 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 Na simulação de energização sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1051 pu na SE Funil e 1047 pu na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 124 Figura 124 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 Energizandose a LT 230 kV no sentido Funil Itabuna III obtevese 1056 pu na SE Funil e 1065 pu no terminal aberto na SE Itabuna III Energizandose a LT no sentido Itabuna III Funil obteve se 1059 pu na SE Itabuna III e 1067 pu no terminal aberto na SE Funil Os resultados dessas simulações são apresentados na Figura 125 e Figura 126 Figura 125 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Funil EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 63 Figura 126 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Itabuna III 123 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 Na simulação de energização sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1045 pu na SE Itabuna III e 1050 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 127 Figura 127 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 64 Energizandose a LT 230 kV no sentido Itabuna III Itapebi obtevese 1061 pu na SE Itabuna III e 1081 pu no terminal aberto na SE Itapebi Energizandose a LT no sentido Itapebi Itabuna III obtevese 1057 pu na SE Itapebi e 1077 pu no terminal aberto na SE Itabuna III Os resultados dessas simulações são apresentados na Figura 128 e Figura 129 Figura 128 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 a partir de Itabuna III Figura 129 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 a partir de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 65 124 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Na simulação de rejeição com a presença de dois reatores de linha 10 Mvar considerouse a tensão inicial de 1050 pu na SE Poções III e 1049 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1210 Figura 1210 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 A abertura intempestiva da LT 230 kV Poções III Itapebi resulta em 1053 pu na SE Poções III e 1072 pu no terminal aberto na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1211 Figura 1211 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 terminal de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 66 A abertura intempestiva da LT 230 kV Poções III Itapebi resulta em 1044 pu na SE Itapebi e 1063 pu no terminal aberto na SE Poções III conforme apresenta a Figura 1212 Figura 1212 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi II C1 terminal de Poções III 125 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 Na simulação de rejeição sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1048 pu na SE Funil e 1038 pu na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 1213 Figura 1213 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 67 A abertura intempestiva da LT 230 kV Funil Itabuna III resulta em 1048 pu na SE Funil e 1057 pu no terminal aberto na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 1214 Figura 1214 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Itabuna III A abertura intempestiva da LT 230 kV Funil Itabuna III resulta em 1035 pu na SE Itabuna III e 1044 pu no terminal aberto na SE Funil conforme apresenta a Figura 1215 Figura 1215 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Funil EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 68 126 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 Na simulação de rejeição sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1039 pu na SE Itabuna III e 1050 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1216 Figura 1216 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 A abertura intempestiva da LT 230 kV Itabuna III Itapebi resulta em 1041 pu na SE Itabuna III e 1060 pu no terminal aberto na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1217 Figura 1217 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 69 A abertura intempestiva da LT 230 kV Itabuna III Itapebi resulta em 1053 pu na SE Itapebi e 1073 pu no terminal aberto na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 1218 Figura 1218 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itabuna III EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 70 13 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL PRELIMINAR As avaliações socioambientais preliminares referentes às novas instalações de Rede Básica e Rede Básica de Fronteira recomendadas neste estudo foram objeto da Nota Técnica DEA 2118 Análise socioambiental do estudo de atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 Ref 6 a qual está incorporada ao final deste relatório EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 71 14 REFERÊNCIAS 1 EPEGETNER10022007 Estudo de Expansão do Suprimento ao Extremo Sul da Bahia EPE Maio2007 2 EPEDEERE1392015rev1 Estudo de Atendimento às Cargas da SE Funil e Extremo Sul da Bahia EPE Agosto2017 3 EPEDEEDEARE0622016rev0 Diretrizes para Elaboração dos Relatórios Técnicos Referentes às Novas Instalações da Rede Básica EPE Julho2016 4 Critérios e Procedimentos para o Planejamento da Expansão de Sistemas de Transmissão CCPECTET Janeiro2001 5 Base de Referência de Preços ANEEL Junho2017 6 DEA 2118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 EPE setembro de 2018 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 72 15 EQUIPE TÉCNICA Igor Chaves EPESTE João Henrique Magalhães Almeida EPESTE Leandro Moda EPESTE Luiz Felipe Froede Lorentz EPESTE Marcelo Willian Henriques Szrajbman EPESTE Mariana Ferreira Nobrega da Silva EPESTE Tiago Campos Rizzotto EPESTE Bernardo Regis Guimarães de Oliveira EPESMA Kátia Gisele Matosinho EPESMA Luciana Alvares da Silva EPESMA EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 73 16 ANEXOS 161 Parâmetros dos Equipamentos Linhas de Transmissão Novas LT Tabela 161 Características Elétricas das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora Linha de transmissão Tensão kV Estrutura Extensão km Condutor Número por fase Nome Bitola MCM Seccionamento da LT Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 230 CD 28 km 1 Grosbeak 636 Poções III Itapebi C1 230 CS 191 km 2 Tern 795 Tabela 162 Parâmetros elétricos das linhas de transmissão recomendadas Linha de transmissão km Parâmetros elétricos Longitudinais e transversais por unidade de comprimento Longitudinais e transversais equivalentes Sequência positiva Sequência zero Sequência positiva Sequência zero R1 Ωkm X1 Ωkm C1 nFkm R0 Ωkm X0 Ωkm C0 nFkm R1 X1 B1 Mvar R0 X0 B0 Mvar Seccionamento da LT Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 28 0105 0503 87579 0489 167 62367 05576 25578 5092 24651 91185 33690 LT Poções III Itapebi 191 00409 03415 127586 03758 15853 66844 14401 121466 48538 128556 556553 256403 LT Funil Itabuna III 103 0105 0503 87579 0489 167 62367 20381 97704 17984 93914 323688 128335 LT Itabuna III Itapebi 153 0105 0503 87579 0489 167 62367 30060 144642 267616 137157 477130 191439 Tabela 163 Carregamento Máximo das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora Linha de transmissão Condutor MCM Nível de Tensão kV Máximo carregamento verificado em condição normal MVA Contingência mais crítica Máximo carregamento verificado em emergência MVA Capacidade da LT em regime normal de operaçãoemergência MVA LT Poções III Itapebi 2x795 230 167 LT Funil Itabuna III C1 197 650860 LT Funil Itabuna III 1x636 230 138 LT Funil Itabuna III C1 243 251317 LT Itabuna III Itapebi 1x636 230 40 LT Poções III Itapebi C1 106 251317 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 74 162 Perdas das Alternativas A seguir é apresentado o diferencial de perdas elétricas de cada alternativa em relação à Alternativa 4 perdas 0 discretizadas por ano para cada um dos patamares de carga e cenários analisados Tabela 164 Perdas Elétricas MW Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada 2024 19 93 117 91 12 01 18 86 108 118 29 16 23 138 176 145 34 15 2025 2 95 121 91 08 09 18 88 112 118 24 04 24 141 181 144 27 02 2026 21 99 143 84 05 04 19 92 135 111 21 13 26 147 226 128 18 23 2027 21 104 151 82 03 01 2 96 141 11 18 13 27 155 238 125 14 19 2028 22 109 159 8 01 01 2 101 149 107 16 1 27 163 25 122 12 15 2029 23 115 166 78 0 04 22 106 156 105 13 07 29 172 262 119 09 11 2030 24 121 175 76 03 07 22 111 164 102 11 03 31 181 276 116 06 07 2031 25 126 183 74 04 09 23 118 172 10 08 01 32 19 29 113 03 03 2032 26 133 192 72 07 11 24 124 181 98 05 02 33 198 304 109 01 01 2033 27 14 202 7 08 14 25 126 19 96 03 06 35 211 319 107 03 05 Ano Alternativa 2 Nordeste Seco Nordeste Úmido Alternativa 3 Nordeste Seco Nordeste Úmido Alternativa 1 Nordeste Seco Nordeste Úmido EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 75 163 Plano de Obras e Estimativa de Custos Tabela 165 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 1 Tabela 166 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 2 Tabela 167 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 3 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 13992117 13992117 1242884 7764156 LT 230 kV POÇÕES III ITAPEBI C1 Nova 13992117 13992117 1242884 7764156 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 190 km 2024 1910 10 59233 11313503 11313503 1004949 6277806 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Poções III 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Itapebi 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 MIM 230 kV Poções III 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIM 230 kV Itapebi 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA Itapebi 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 MIGA Poções III 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 16894534 16894534 1500698 9374693 LT 230 kV POÇÕES III EUNÁPOLIS C1 Nova 16894534 16894534 1500698 9374693 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 240 km 2024 240 10 59233 14215920 14215920 1262764 7888343 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Eunápolis 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Poções III 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Eunápolis 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Eunápolis 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 MIM 230 kV Poções III 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIM 230 kV Eunápolis 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA Eunápolis 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 MIGA Poções III 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 15887573 15887573 1411252 8815935 LT 230 kV FUNIL ITAPEBI C3 Nova 15887573 15887573 1411252 8815935 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 223 km 2024 223 10 59233 13208959 13208959 1173318 7329586 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Funil 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Funil 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Itapebi 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Funil 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 MIM 230 kV Funil 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIM 230 kV Itapebi 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA Itapebi 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 MIGA Funil 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 76 Tabela 168 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 4 Tabela 169 Obras comuns Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 42112871 42112871 3740778 23368222 LT 500 kV POÇÕES III ITAPEBI II C1 Nova 29204850 29204850 2594192 16205626 Circuito Simples 500 kV 4 x 954 MCM RAIL 190 km 2024 1910 10 115508 22062028 22062028 1959713 12242109 Reator de Linha Fixo 500 kV 31R x 50 Mvar 1Ф Itapebi 2024 40 10 567827 2271308 2271308 201754 1260337 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 500 kV Arranjo DJM Itapebi 2024 10 10 213082 213082 213082 18928 118238 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM Itapebi 2024 10 10 969713 969713 969713 86137 538089 EL Entrada de Linha 500 kV Arranjo DJM Itapebi 2024 10 10 1049515 1049515 1049515 93226 582371 MIM 500 kV Itapebi 2024 10 10 207515 207515 207515 18433 115149 EL Entrada de Linha 500 kV Arranjo DJM Poções III 2024 10 10 1049515 1049515 1049515 93226 582371 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM Poções III 2024 10 10 969713 969713 969713 86137 538089 MIM 500 kV Poções III 2024 10 10 207515 207515 207515 18433 115149 MIGA Poções III 2024 10 10 204946 204946 204946 18205 113724 LT 230 kV ITAPEBI II ITAPEBI C1 Nova 1341066 1341066 119123 744151 Circuito Simples 230 kV 2 x 954 MCM RAIL 1 km 2024 10 10 83074 83074 83074 7379 46097 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi II 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 MIM 230 kV Itapebi II 2024 10 10 37889 37889 37889 3366 21024 MIM 230 kV Itapebi 2024 10 10 37889 37889 37889 3366 21024 MIGA Itapebi 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 SE 500230 kV ITAPEBI II Nova 11566955 11566955 1027463 6418446 1 ATF 500230 kV 31R x 150 MVA 1Ф 2024 40 10 1239814 4959256 4959256 440518 2751866 CT Conexão de Transformador 500 kV Arranjo DJM 2024 10 10 924964 924964 924964 82162 513258 CT Conexão de Transformador 230 kV Arranjo BD4 2024 10 10 350427 350427 350427 31128 194450 1 Reator de Barra 500 kV 31R x 333 Mvar 1Ф 2024 40 10 495307 1981228 1981228 175987 1099374 EL Entrada de Linha 500 kV Arranjo DJM 10 000 000 000 000 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 10 000 000 000 000 CRB Conexão de Reator de Barra 500 kV Arranjo DJM 2024 10 10 863623 863623 863623 76713 479220 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM 2024 10 10 969713 969713 969713 86137 538089 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM 10 000 000 000 000 MIG Terreno Rural 2024 10 10 1272340 1272340 1272340 113019 706015 MIM 500 kV 2024 10 10 207515 207515 207515 18433 115149 MIM 230 kV 2024 10 10 37889 37889 37889 3366 21024 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 3417773 3417773 303592 1896505 SECC LT 230 kV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE ITABUNA III Nova 3417773 3417773 303592 1896505 Circuito Duplo 230 kV 1 x 636 MCM GROSBEAK 25 km 2024 280 10 77135 2159780 2159780 191848 1198451 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 2024 20 10 496169 992338 992338 88147 550643 MIM 230 kV 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 77 164 Fichas PET Sistema Interligado da Região NORDESTE EMPREENDIMENTO UF BA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 NOVA DATA DE NECESSIDADE DATA DE TENDÊNCIA JAN2024 JUSTIFICATIVA ATENDIMENTO ÀS CARGAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Obras e Investimentos Previstos R x 1000 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 191 km 11313503 1 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 496169 1 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 496169 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф 418455 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф 418455 1 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 159028 1 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 159028 MIM 230 kV 75779 MIM 230 kV 75779 MIGA 189876 MIGA 189876 TOTAL DE INVESTIMENTOS PREVISTOS 13992117 SITUAÇÃO ATUAL OBSERVAÇÕES A OBRA DEVE SER IMPLANTADA NO PRAZO MAIS CURTO POSSÍVEL POIS SUBSTITUIRÁ A LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C3 NÃO CONSTRUÍDA PELA CHESF DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 1 CUSTOS MODULARES DA ANEEL JUNHO DE 2017 2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 78 Sistema Interligado da Região NORDESTE EMPREENDIMENTO UF BA SECC LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C2 NA SE ITABUNA III AMPLIAÇÃOADEQUAÇÃO DATA DE NECESSIDADE JAN2024 DATA DE TENDÊNCIA JAN2024 JUSTIFICATIVA ATENDIMENTO ÀS CARGAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Obras e Investimentos Previstos R x 1000 Circuito Duplo 230 kV 1 x 636 MCM GROSBEAK 28 km 2159780 2 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 992338 MIM 230 kV 75779 MIGA 189876 TOTAL DE INVESTIMENTOS PREVISTOS 3417773 SITUAÇÃO ATUAL OBSERVAÇÕES DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 1 CUSTOS MODULARES DA ANEEL JUNHO DE 2017 2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 79 165 Tabelas de Comparação R1 x R2 Tabela 1610 Tabela de Comparação R1 x R2 ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ANÁLISE CRÍTICA DO RELATÓRIO R2 Empreendimento LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Característica da Instalação Recomendações R1 Considerações R2 Justificativas em Caso de Alterações no R2 Comprimento do circuito km 191 Condutor utilizado tipo e número por fase 2x795 MCM Capacidade operativa de longa duração MVA 650 Capacidade operativa de curta duração MVA 860 Resistência de sequência positiva 60 Hz Ωkm 00409 Reatância 60 Hz Ωkm 03415 Susceptância 60 Hz nFkm 127586 Cenário utilizado no cálculo do equivalente de rede Casos extremos carga pesada e leve Fluxo máximo na linha considerado no estudo MVA 197 OBSERVAÇÕES NOTA TÉCNICA DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 Setembro 2018 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso double sided GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MMESPE Ministério de Minas e Energia Ministro Wellington Moreira Franco Secretário Executivo Márcio Félix Carvalho Bezerra Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Eduardo Azevedo Rodrigues Secretário de Energia Elétrica Fábio Lopes Alves Secretário de Petróleo Gás Natural e Combustíveis Renováveis João Vicente de Carvalho Vieira Secretário de Geologia Mineração e Transformação Mineral Vicente Humberto Lôbo Cruz NOTA TÉCNICA DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 Empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia instituída nos termos da Lei n 10847 de 15 de março de 2004 a EPE tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético tais como energia elétrica petróleo e gás natural e seus derivados carvão mineral fontes energéticas renováveis e eficiência energética dentre outras Presidente Reive Barros dos Santos Diretor de Estudos EconômicoEnergéticos e Ambientais Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Diretor de Estudos de Energia Elétrica Amilcar Gonçalves Guerreiro Diretoria de Estudos de Petróleo Gás e Biocombustíveis José Mauro Ferreira Coelho Diretor de Gestão Corporativa Álvaro Henrique Matias Pereira URL httpwwwepegovbr Sede Esplanada dos Ministérios Bloco U Ministério de Minas e Energia Sala 744 7º andar 70065900 Brasília DF Escritório Central Av Rio Branco nº 01 11º Andar 20090003 Rio de Janeiro RJ Coordenação Geral Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Coordenação Executiva Elisângela Medeiros de Almeida Equipe Técnica Bernardo Regis Guimarães de Oliveira Kátia Gisele Matosinho Luciana Álvares da Silva NT DEA 02118 Data 12 de setembro de 2018 Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso double sided Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 5 Ministério de Minas e Energia SUMÁRIO SIGLÁRIO 6 1 INTRODUÇÃO 7 2 PROCEDIMENTOS ADOTADOS 9 21 DELIMITAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES E DOS CORREDORES PARA AS LINHAS DE TRANSMISSÃO PLANEJADAS 9 22 BASE DE DADOS UTILIZADA 10 3 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL 11 31 LOCALIZAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES E DO PONTO DE SECCIONAMENTO 11 32 CORREDOR DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 11 33 CORREDOR DO SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE ITABUNA III 20 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 25 APÊNDICE A TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 29 APÊNDICE B TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DO SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE 230 KV ITABUNA III 32 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 6 Ministério de Minas e Energia SIGLÁRIO Aneel Agência Nacional de Energia Elétrica ANM Agência Nacional de Mineração APA Área de Proteção Ambiental APCB Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade Cecav Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco CPRM Serviço Geológico do Brasil C1 1º Circuito C2 2º Circuito C3 3º Circuito DUP Declaração de Utilidade Pública ECI Estudo do Componente Indígena Eletrobras Centrais Elétricas Brasileiras SA Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EPE Empresa de Pesquisa Energética FCP Fundação Cultural Palmares Funai Fundação Nacional do Índio IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Incra Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Iphan Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional kV Quilovolt LT Linha de Transmissão MMA Ministério do Meio Ambiente PA Projeto de Assentamento PPG7 Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil RBMA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica R1 Estudos de Viabilidade TécnicoEconômica e Socioambiental R3 Relatório de Definição do Traçado e Caracterização Socioambiental SE Subestação SIG Sistema de Informações Geográficas TI Terra Indígena UC Unidade de Conservação UHE Usina Hidrelétrica Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 7 Ministério de Minas e Energia 1 INTRODUÇÃO A presente nota técnica constitui a análise socioambiental integrante do Estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia realizado pela Empresa de Pesquisa Energética EPE para solucionar problemas de sobrecarga no sistema de transmissão da região em decorrência do atraso na implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 licitada no Leilão 0052006 e cujo contrato de concessão encontrase em processo de caducidade na Aneel A análise socioambiental ora apresentada considera as duas linhas de transmissão LT recomendadas para atendimento à carga regional em 2024 ano de referência para entrada em operação das LTs a saber LT 230 kV Poções III Itapebi C1 com extensão de 191 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III com extensão de 28 km Essas LTs situamse no estado da Bahia nas mesorregiões do Centro Sul e do Sul Baiano na porção territorial apresentada na Figura 1 no bioma Mata Atlântica sendo que imediatamente ao norte da subestação Poções III há zona de transição com o bioma Caatinga Destacase a presença de áreas ambientalmente sensíveis tais como remanescentes de vegetação da Mata Atlântica e proximidade das futuras LTs com áreas urbanas principalmente em Poções e Itabuna e com a Área de Proteção Ambiental da Serra do Ouro em Iguaí Tendo em vista que toda a área está inserida no polígono de aplicação da Lei nº 1142806 conhecida como Lei da Mata Atlântica regulamentada pelo Decreto nº 666008 é importante uma análise mais detalhada nas etapas posteriores de planejamento considerandose tanto os aspectos socioambientais quanto os aspectos construtivos das linhas de transmissão planejadas a fim de propor um traçado mais adequado às peculiaridades da região A Figura 1 a seguir apresenta traçado esquemático das duas linhas de transmissão e localização do ponto de seccionamento referencial e das subestações existentes com destaque para os principais aspectos socioambientais na região Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 8 Ministério de Minas e Energia Fonte Cecav 2018 Digital Globe imagens de 2012 2014 e 2015 EPE 2018 Funai 2018 IBGE 2009 Incra 2018a Iphan 2018b MMA 2018 Figura 1 Localização esquemática da linha de transmissão e do ponto de seccionamento planejados Na primeira parte desta Nota Técnica são apresentados os procedimentos adotados na análise socioambiental item 2 na sequência a localização das subestações e do ponto de seccionamento e as análises socioambientais dos corredores propostos para a LT 230 kV Poções III Itapebi C1 e o Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III com as suas respectivas conclusões e recomendações para a fase de elaboração do Relatório R3 item 3 e ao final as Referências Bibliográficas item 4 e os Apêndices tabelas de comparação da diretriz de traçado do Relatório R3 com o corredor e recomendações apresentados no Relatório R1 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 9 Ministério de Minas e Energia 2 PROCEDIMENTOS ADOTADOS 21 Delimitação das subestações e dos corredores para as linhas de transmissão planejadas Inicialmente com o auxílio de imagens do Google Earth Pro e de ferramentas de Sistema de Informações Geográficas SIG foram localizadas as subestações e as linhas de transmissão existentes que compõem a alternativa de transmissão selecionada bem como levantado o ponto para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Na sequência utilizandose as bases cartográficas dos temas mais relevantes do ponto de vista socioambiental foram delineados traçados de referência entre as subestações Poções III e Itapebi e entre o ponto de seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 e a SE 230 kV Itabuna III A partir desses traçados por meio do software ArcGIS 1051 acrescentouse uma faixa de 5 km para cada lado resultando em corredores com 10 km de largura Ao delimitar os corredores procurouse desviálos quando possível das áreas mais relevantes na região de estudo tais como terra indígena TI unidade de conservação UC caverna e assentamento rural PA Ao mesmo tempo buscouse proximidade com rodovias e vias de acesso para evitar a supressão de remanescente de Mata Atlântica A descrição de cada corredor é apresentada na sequência de seu percurso apontandose os principais aspectos socioambientais Visando complementar a descrição são apresentadas as figuras de infraestrutura do corredor com os principais núcleos urbanos e a malha viária e das áreas de interesse socioambiental que engloba TI UC cavernas sítios arqueológicos áreas prioritárias para conservação da biodiversidade APCB e assentamento rural Ao final da descrição dos corredores são apresentadas as conclusões e as principais recomendações para definição das respectivas diretrizes quando da elaboração do Relatório R3 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 10 Ministério de Minas e Energia 22 Base de Dados Utilizada Para a delimitação dos corredores das linhas de transmissão planejadas e para elaboração das figuras e tabelas foram consultadas eou utilizadas as seguintes bases de dados Áreas Prioritárias para a Conservação Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira MMA 2007a Banco de Dados do Sistema de Gerenciamento do Patrimônio Arqueológico Iphan 2018a Base Cartográfica Integrada do Brasil ao Milionésimo Digital incluindo hidrografia divisão territorial e sistema viário IBGE 2009 Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas Cecav 2018 Comunidades Remanescentes de Quilombos FCP 2018 Corredor Central da Mata Atlântica MMA 2009 Mapa de Cobertura Vegetal dos Biomas Brasileiros MMA 2007b Mapa de Geodiversidade Estadual CPRM 2010 Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil na escala 12500000 Cecav 2012 Processos Minerários ANM 2018 Projetos de Assentamento Incra 2018a Reserva Particular do Patrimônio Natural ICMBio 2018a Sítios Arqueológicos Georreferenciados Iphan 2018b Terras Indígenas Funai 2018 Territórios Quilombolas Incra 2018b Traçado georreferenciado de linhas de transmissão e subestações existentes e planejadas EPE 2018 Unidades de Conservação Federais e Estaduais MMA 2018 Eletrobras 2011 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 11 Ministério de Minas e Energia 3 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL A análise socioambiental apresenta a localização das subestações e do ponto de seccionamento planejado e a descrição dos principais aspectos dos corredores propostos para a LT 230 kV Poções III Itapebi C1 e para o Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III 31 Localização das subestações e do ponto de seccionamento A alternativa de transmissão selecionada envolve quatro subestações sendo duas existentes e duas planejadas ambas licitadas e um ponto de seccionamento cujas coordenadas são apresentadas na Tabela 1 Tabela 1 Localização das subestações e do ponto de seccionamento Subestação Status Coordenadas Município Estado Latitude Longitude Itabuna III 230 kV Planejada1 14494353S 39160725O Itabuna BA Itapebi 230138 kV Existente 15581003S 39350474O Itapebi Funil 230138 kV Existente 14135777S 39274388O Ubaitaba Poções III 500230 kV Planejada2 14305532S 40230595O Poções Seccionamento Planejado3 14563032S 39290155O Itapé 1 As coordenadas da subestação referemse ao local proposto no Relatório R3 NeoenergiaPowerconsult 2016 2 As coordenadas da subestação referemse ao local proposto na DUP 3 Ponto sugerido para o seccionamento o qual deverá ser definido no Relatório R3 32 Corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 O corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 com 10 km de largura e eixo de aproximadamente 191 km de extensão atravessa as mesorregiões do CentroSul e Sul Baiano no estado da Bahia Figura 2 As principais inflexões no corredor foram para buscar proximidade com vias de acesso para evitar eou minimizar a supressão de remanescentes de Mata Atlântica e manter a distância mínima de 5 km da TI CaramuruParaguassu A linha de transmissão será constituída de um circuito simples de 230 kV Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 12 Ministério de Minas e Energia Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 IBGE 2009 e 2016 Figura 2 Infraestrutura e municípios no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 A partir da SE 500230 kV Poções III subestação planejada para ser instalada ao lado da rodovia BA 640 no limite com a área urbana de Poções BA o corredor segue inicialmente no sentido sudeste paralelo ao segundo circuito da LT 500 kV Poções III Padre Paraíso 2 licitado cruza a rodovia BA 116 e o rio das Furnas Figura 3 Em seguida deflete à esquerda cruza o rio das Mulheres e a rodovia BA643 A partir daí deflete à direita e acompanha paralelamente as rodovias BA262 e BA 645 por todo o município de Nova Canaã Em Poções o corredor engloba a área urbana o aeródromo o açude municipal e um fragmento de vegetação da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Entre Nova Canaã e Iguaí abrange parte da área urbana de Nova Canaã e da APA da Serra do Ouro A APA Serra do Ouro criada pelo Decreto Estadual Nº 10194 de 27 de dezembro de 2006 possui remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual de extrema importância ecológica bem como cachoeiras cascatas vales e serras de relevante beleza cênica Inema 2006 Entre Poções e Nova Canaã o corredor atravessa área de transição entre os biomas Caatinga e Mata Atlântica com predominância de remanescentes de Savana Estépica ao norte de Poções e Floresta Ombrófila Densa entre Poções e Nova Canaã entremeados com áreas de pastagem eucalipto e café Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 13 Ministério de Minas e Energia Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 Google Earth Pro 2018 imagem de 2017 Incra 2018a MMA 2018 Figura 3 Trecho inicial do corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Após passar entre a divisa dos municípios de Caatiba Itambé e Itororó o corredor segue paralelo à rodovia BA070 e ao ribeirão das Palmeiras no município de Itapetinga até o rio Pardo Figura 4 Nesse trecho o corredor engloba a área urbana de Itororó e o aeródromo da Fazenda Antônio Andrade Em Itapetinga o corredor tangencia as serras Couro DAnta e Palmeirão SEI 2017 Segundo o Plano Diretor de Itapetinga PMI 2012 essas serras estão inseridas na Macrozona 3 classificada como de Preservação Ambiental com proposta para criação de APA O uso do solo nesse trecho é predominantemente para pastagem e agricultura com remanescentes de Floresta Ombrófila Densa entre Caatiba e Itambé e Floresta Estacional Decidual em Itororó e Itapetinga nas serras Couro DAnta e Palmeirão Após cruzar o rio Pardo na divisa dos municípios de Itapetinga Itarantim e Potiraguá o corredor faz ligeira inclinação à esquerda para desviar das serras da Soneira Juazeiro e Mandarim SEI 2017 de forma a manter a distância mínima de 5 km da TI CaramuruParaguassu conforme definido no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 Essa distância é considerada como referência para a realização de estudo específico sobre a comunidade indígena em questão que inclui diagnóstico avaliação de impactos medidas e programas Estudo do Componente Indígena ECI Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 14 Ministério de Minas e Energia Fonte Cecav 2018 EPE 2018 Funai 2018 Google Earth Pro 2018 imagem de 2015 Incra 2018a MMA 2018 Figura 4 Trecho final do corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Em seguida o corredor segue em paralelo à rodovia BA663 até o cruzamento com a rodovia BA274 Logo após deflete à direita engloba a serra das Guaribas atravessa o rio Jequitinhonha e parte do reservatório da UHE Itapebi e segue rumo à SE 230138 kV Itapebi Entre Potiraguá e Itapebi o corredor engloba as áreas urbanas desses municípios mas com possibilidade da LT planejada desviar O corredor atravessa áreas com uso predominantemente voltado para pecuária entremeado com remanescentes de Floresta Ombrófila Densa em Itarantim nas serras da Soneira Juazeiro e Mandarim e Itapebi na serra das Guaribas e Floresta Estacional Semidecidual Destacase também a presença de plantio de cacau e áreas de silvicultura eucalipto em Itapebi No monitoramento da cobertura vegetal no Extremo Sul da Bahia Veracel 2016 que incluiu alguns municípios do trecho final do corredor Itarantim Potiraguá e Itapebi a pastagem e a agricultura são as classes predominantes Destacamse também áreas com reflorestamento nos municípios de Poções Planalto Nova Canaã Itapetinga e Itapebi FBDS 2013 O corredor está inserido no Planalto dos Geraizinhos entre Poções e Planalto passando pelo Piemonte Oriental do Planalto de Vitória da Conquista em Caatiba e Nova Canaã e Depressão de ItabunaItapetinga entre Itapetinga e Itapebi SEI 2016b As unidades de relevo predominantes são formadas por chapadas e platôs em Poções morros e serras baixas em Nova Canaã e Itapebi domínio montanhoso entre Nova Canaã e Itapetinga e em Itarantim associado às serras Couro DAnta da Soneira Juazeiro e Mandarim e Superfícies Aplainadas Degradadas entre Itapetinga e Itapebi CPRM 2010 Em Poções a altitude média varia de 750 a 1000 m em Nova Canaã de 400 a 800 e entre Itapetinga e Itapebi 200 a 400 m Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 15 Ministério de Minas e Energia Segundo a base de dados de processos minerários ANM 2018 ao longo do corredor existem 215 processos registrados sendo que a maioria está em fase de autorização de pesquisa para extração principalmente de minério de ferro granito mármore e cálcio Figura 5 Destacamse também processos em fases mais avançadas de requerimento de lavra para extração de granito Fonte IBGE 2016 ANM 2018 Figura 5 Processos minerários no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 O corredor atravessa 11 municípios no estado da Bahia e engloba as cidades de Itapebi Itororó Nova Canaã Poções e Potiraguá Figura 2 e Tabela 2 Tendo em vista que a SE 500230 kV Poções III será construída ao lado da cidade de Poções a LT deverá contornála para seguir em direção à SE Itapebi mantendo inevitavelmente certa proximidade com o perímetro urbano Nas demais cidades há possibilidades da LT desviar com folga O apoio rodoviário ao longo do corredor é feito principalmente pelas rodovias BR116 BA262 BA633 BA645 e BA670 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 16 Ministério de Minas e Energia Tabela 2 Municípios atravessados pelo corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 UF Mesorregião Microrregião Município BA Centro Sul Baiano Itapetinga Itambé Itapetinga Itarantim Itororó Potiraguá Vitória da Conquista Caatiba Iguaí Nova Canaã Planalto Poções Sul Baiano Ilhéus Itabuna Itapebi Áreas com restrição legal e Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade De acordo com a base de dados consultada não há registro de terra indígena terra quilombola assentamento do Incra e caverna na área do corredor Figura 6 No entanto entre os municípios de Nova Canaã e Iguaí o corredor abrange parte da APA da Serra do Ouro Decreto Estadual no 101942006 mas há espaço para a LT planejada desviar dessa unidade de conservação Fonte Cecav 2018 Funai 2018 IBGE 2016 ICMBio 2018 Incra 2018a Iphan 2018b MMA 2007a 2009 e 2018 RBMA 2008 Figura 6 Áreas de interesse socioambiental no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 17 Ministério de Minas e Energia Em consulta ao banco de dados de unidades de conservação por município no estado da Bahia SEI 2016a verificouse o registro da APA Itapebi e da RPPN Fazenda Itacira ambas localizadas no município de Itapebi Tabela 3 Devido à ausência de dados georreferenciados da área dessas duas UCs não foi possível representálas no mapa de Áreas de Interesse Socioambiental Tabela 3 Unidades de conservação no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Nome Grupo Categoria Jurisdição APA da Serra do Ouro Sustentável Área de Proteção Ambiental Estadual APA Itapebi Municipal RPPN Fazenda Itacira Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal Nos municípios de Caatiba Itambé Itororó Planalto e Poções há registro de comunidades quilombolas que podem estar sobrepostas pelo corredor conforme a base de dados de Comunidades Remanescentes de Quilombos da Fundação Palmares FCP 2018 Tendo em vista que essas comunidades estão localizadas por munícipio não foi possível representálas no mapa de Áreas de Interesse Socioambiental Segundo o Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil Cecav 2012 a maioria dos municípios atravessados pelo corredor estão em áreas classificadas como de baixa ocorrência de cavidades subterrâneas exceto o município de Potiraguá em que o corredor atravessa um trecho classificado com potencial muito alto O corredor estudado atravessa nove APCBs sem possibilidades do traçado da futura LT desviar na maioria dessas áreas Na base de dados consultada as ações prioritárias associadas a essas APCBs são principalmente para a criação de unidades de conservação e estabelecimento de mosaicocorredor Figura 6 e Tabela 4 Tabela 4 APCBs no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Nome Importância Ação Prioritária Bacia CachoeiraSantana Muito Alta MosaicoCorredor Borda do Planalto de conquista MosaicoCorredor Borda leste da Serra da Oricana Recuperação Mascote Cria UC Categoria indefinida PauBrasilfolhadelaranja MosaicoCorredor Várzeas do Jequitinhonha Cria UC Categoria indefinida Jequitinhonha Extremamente Alta MosaicoCorredor Serra dos Barbados Cria UC Categoria indefinida Itarantim Insuficientemente conhecida Cria UC Proteção Integral Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 18 Ministério de Minas e Energia Com exceção do município de Poções o corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 atravessa o Corredor Central da Mata Atlântica implementado pelo MMA no âmbito do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil PPG7 que se estende por todo o estado do Espírito Santo e na porção sul da Bahia com a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem MMA 2009 e 2015 Vale destacar que no município de Poções o corredor engloba remanescente de vegetação classificado como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica1 RBMA 2008 Segundo a base de sítios arqueológicos georreferenciados Iphan 2018b na área do corredor não consta nenhum sítio registrado No entanto no município de Itapetinga há registro do sítio arqueológico Ponte2 com cadastro no Iphan que pode estar localizado dentro da área do corredor Em Itapebi de acordo com o estudo sobre o Patrimônio Arqueológico da Bahia SEI 2011 há registro dos sítios arqueológicos Minas Nova Ocorrência Limoeiro e Candial Conclusão e Recomendações para o Relatório R3 da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 O corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 apresenta sensibilidades socioambientais principalmente pela proximidade com área urbana terra indígena e travessia em remanescentes de Mata Atlântica A seguir são apresentadas as principais recomendações para a definição da diretriz da linha de transmissão planejada quando da elaboração do Relatório R3 Evitar interferência na Área de Proteção Ambiental da Serra do Ouro Verificar a localização exata da Área de Proteção Ambiental Itapebi e da Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Itacira ambas no município de Itapebi para evitar interferência da linha de transmissão planejada Manter a distância mínima de 5 km da Terra Indígena CaramuruParaguassu conforme definido no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 Consultar a Fundação Palmares para averiguar a localização das comunidades quilombolas nos municípios de Caatiba Itambé Itororó Planalto e Poções que podem estar sobrepostas pelo corredor Verificar a ocorrência de cavernas não cadastradas em Potiraguá tendo em vista que nesse município o corredor atravessa áreas classificadas com potencial muito alto para a ocorrência de cavidades subterrâneas 1 Reserva da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres eou reconhecidos pelo programa MabUnesco como importantes para nível mundial para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável e que devem servir como áreas prioritárias para a experimentação e demonstração dessas práticas RBMA 2008 2 Devido à ausência de informações sobre a localização dos sítios arqueológicos cadastrados pelo Iphan esses não foram indicados no mapa de Áreas de Interesse Socioambiental Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 19 Ministério de Minas e Energia Entrar em contato com o Iphan para obter a localização exata dos sítios arqueológicos cadastrados nos municípios de Itapetinga e Itapebi que podem estar dentro da área do corredor para que a diretriz da linha de transmissão planejada não tenha qualquer interferência nesses sítios Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a maioria apresenta ação prioritária para a criação de unidades de conservação e estabelecimento de mosaicocorredor Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem Evitar interferência nas serras Couro DAnta e Palmeirão no município de Itapetinga tendo em vista que no Plano Diretor municipal essas serras estão classificadas como de preservação ambiental com proposta para criação de Área de Proteção Ambiental Atentar para a travessia em áreas de relevante beleza cênica e em áreas utilizadas para turismo e lazer Evitar sobreposição com as áreas dos processos minerários abrangidos pelo corredor e desviar daqueles que se encontram em estágio mais avançado Não incidir a diretriz do traçado nas proximidades das sedes municipais de Itapebi Itororó Nova Canaã e Potiraguá Especial atenção deve ser dada à definição da diretriz de traçado na saída da SE Poções III e no contorno da cidade de Poções para evitar incidir em áreas eventualmente previstas para futura expansão da cidade Atentar para a presença dos aeródromos em Poções e Itororó Fazenda Antônio Andrade cujos cones de aproximação deverão ser observados ao se definir a diretriz da linha de transmissão Considerar o arranjo planejado da SE Poções III de forma a compatibilizar a diretriz com o espaço reservado para a conexão da LT planejada Atentar para os possíveis cruzamentos com as linhas de transmissão existentes e planejadas na SE 500230 kV Poções III Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 20 Ministério de Minas e Energia 33 Corredor do seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III O corredor do seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III com 10 km de largura e eixo de aproximadamente 28 km de extensão atravessa a mesorregião do Sul Baiano no estado da Bahia Figura 7 Tendo em vista que o seccionamento do primeiro circuito da LT 230 kV Funil Itapebi na SE 230 kV Itabuna III licitado passa entre a área urbana de Itabuna e o PA Conjunto Alemita foi delineado outro corredor de forma a possibilitar a passagem do novo seccionamento O seccionamento em loop será constituído de um circuito simples de 230 kV Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 IBGE 2009 e 2016 Figura 7 Infraestrutura e municípios no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III A partir do ponto sugerido para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 situado no município de Itapé BA o corredor segue no sentido leste atravessa o rio Piabanha até o entroncamento com a rodovia BA663 Figura 8 Nesse trecho o corredor engloba parte da barragem do rio Colônia e do PA Etevaldo Barreto Pelé a rodovia BA120 o rio Cachoeira o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III licitado a área urbana de Itapé e a Vila de Itamaracá O uso do solo é predominantemente para pecuária pastagem com remanescentes de Mata Atlântica das fitofisionomias Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 21 Ministério de Minas e Energia Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 Funai 2018 Google Earth Pro 2018 imagem de 2017 Incra 2018a MMA 2018 Figura 8 Detalhe do corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Na divisa dos municípios de Itapé e Itabuna o corredor cruza o gasoduto Cacimbas Catu faz ligeira inflexão à esquerda de forma a desviar da serra da Piabanha cruza o ribeirão Grande e a rodovia BR 101 e segue no sentido nordeste rumo à SE 230 kV Itabuna III Nesse trecho o corredor engloba o PA Conjunto Alemita o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III licitado o rio Cachoeira parte da cidade de Itabuna e o aeródromo Tendo em vista que a expansão do perímetro urbano de Itabuna ocorre ao longo do rio Cachoeira e no sentido oeste Rodrigues 2011 provavelmente não haverá espaço para o seccionamento do primeiro circuito da LT 230 kV Funil Itapebi seguir em paralelo ao seccionamento do segundo circuito dessa LT que já foi licitado O uso do solo predominante nesse trecho é voltado para a agricultura SEMABA 2018 no sistema de produção de agrossilvicultura conhecido como cacaucabruca com plantio de cacau sob os remanescentes de Mata Atlântica O corredor está inserido na Depressão de Itabuna Itapetinga SEI 2016b As unidades de relevo predominantes são formadas por superfícies aplainadas degradadas colinas amplas e suaves domínio montanhoso e colinas dissecadas e morros baixos CPRM 2010 A altitude média no corredor varia de 70 a 200 m com trechos chegando a 500 m associados à serra da Piabanha localizada na divisa dos municípios de Itabuna e Buerarema Segundo a base de dados de processos minerários ANM 2018 ao longo do corredor existem 32 processos registrados sendo que a maioria está em fase de autorização de pesquisa para extração principalmente de granito e areia Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 22 Ministério de Minas e Energia O corredor atravessa cinco municípios no estado da Bahia e engloba as sedes municipais de Itapé e Itabuna Figura 7 e Tabela 5 Vale destacar a proximidade da SE 230 kV Itabuna III com a cidade de Itabuna O apoio rodoviário ao longo do corredor é feito principalmente pelas rodovias BR101 BA 120 BA415 e BA663 Tabela 5 Municípios atravessados pelo corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III UF Mesorregião Microrregião Município BA Sul Baiano Ilhéus Itabuna Buerarema Ibicaraí Ilhéus Itabuna Itapé Áreas com restrição legal e Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade De acordo com a base de dados consultada não há registro de terra indígena unidade de conservação sítio arqueológico e caverna na área do corredor Figura 9 Conforme a base de dados de Comunidades Remanescentes de Quilombos da Fundação Palmares FCP 2018 não foi identificada nenhuma comunidade quilombola nos municípios atravessados pelo corredor No entanto segundo Menezes 2016 há registro de uma área remanescente de quilombo localizada na vila de Itamaracá na divisa dos municípios de Itabuna e Itapé Em Buerarema o corredor passa a mais de 10 km da TI Tupinambá de Olivença distância mínima definida no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 como referência para a realização de estudo específico sobre a comunidade indígena que inclui diagnóstico avaliação de impactos medidas e programas Estudo do Componente Indígena ECI No município de Itabuna fora do corredor estudado está em consulta pública a criação da RPPN Papa Mel ICMBio 2018b Os municípios atravessados pelo corredor segundo o Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil Cecav 2012 estão em áreas classificadas como de baixa ocorrência de cavidades subterrâneas O corredor estudado atravessa a APCB Bacia Cachoeira Santana sem possibilidades do traçado da futura LT desviar e abrange uma estreita faixa da APCB Itaju do Colônia Segundo a base consultada as ações prioritárias associadas a essas APCBs são para o estabelecimento de mosaicocorredor Figura 9 e Tabela 6 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 23 Ministério de Minas e Energia Fonte Funai 2018 IBGE 2016 ICMBio 2018 Incra 2018a Iphan 2018b MMA 2007a 2009 e 2018 Figura 9 Áreas de interesse socioambiental no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Tabela 6 APCBs no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Nome Importância Ação Prioritária Bacia Cachoeira Santana Muito Alta MosaicoCorredor Itaju do Colônia Extremamente Alta Segundo a base de dados do Incra 2018a o corredor engloba o PA Conjunto Alemita em Itabuna e parte do PA Etevaldo Barreto Pelé em Ibicaraí mas há espaço para evitar possíveis interferências da LT planejada nesses PAs Figura 9 e Tabela 7 Tabela 7 Projetos de assentamento no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Projeto de Assentamento Município Estado Conjunto Alemita Itabuna BA Etevaldo Barreto Pelé Ibicaraí Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 24 Ministério de Minas e Energia O Corredor do Seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III atravessa o Corredor Central da Mata Atlântica implementado pelo MMA no âmbito do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil PPG7 que se estende por todo o estado do Espírito Santo e na porção sul da Bahia com a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem MMA 2009 e 2015 Conclusão e Recomendações para o Relatório R3 do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III O corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III apresenta sensibilidades socioambientais principalmente pela proximidade com a área urbana de Itabuna e travessia em remanescentes de Mata Atlântica A seguir são apresentadas as principais recomendações para definição da diretriz do seccionamento da linha de transmissão planejada Evitar interferência nos PAs Etevaldo Barreto Pelé e Conjunto Alemita Consultar a Fundação Palmares para verificar a existência de comunidade quilombola no município de Itabuna tendo em vista que há registro de remanescente de quilombo localizado na Vila de Itamaracá Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a ação prioritária é para estabelecimento de mosaicocorredor Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem Atentar para a presença de áreas objeto de processos minerários no corredor e desviar daquelas com processo em estágio mais avançado Verificar o melhor ponto de passagem da linha de transmissão planejada tendo em vista que o corredor engloba as cidades de Itapé e Itabuna Atentar para o cruzamento com o gasoduto Cacimbas Catu na divisa dos municípios de Itapé e Itabuna Atentar para a presença do aeródromo em Itabuna cujo cone de aproximação deverá ser observado ao se definir a diretriz da linha de transmissão Verificar o melhor ponto para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 25 Ministério de Minas e Energia 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANM Agência Nacional de Mineração 2018 Processos Minerários arquivos vetoriais Disponível em httpwwwanmgovbrassuntosaomineradorsigmine Acesso em junho de 2018 Brasil Ministério da Defesa Departamento de Controle do Espaço Aéreo 2018 Dispõe sobre as restrições aos objetos projetados no espaço aéreo que possam afetar adversamente a segurança ou a regularidade das operações aéreas e dá outras providências Portaria n 957GC3 de 09072015 contendo as alterações de dispositivos de tabelas e das figuras do Anexo I aprovadas pela Portaria n 1168GC3 de 7 de agosto de 2018 Disponível em httpservicosdeceagovbrstaticagaarquivosac88a9d2be8648c2a983a0b458ae927epdf Acesso em agosto de 2018 Cecav Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas 2012 Mapa de potencialidade de ocorrência de cavernas no Brasil na escala 12500000 Disponível em httpwwwicmbiogovbrcecavprojetoseatividadespotencialidadedeocorrenciade cavernashtml Acesso em fevereiro de 2012 Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas 2018 Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas CANIE Disponível em httpwwwicmbiogovbrcecavcaniehtml Acesso em julho de 2018 CPRM Serviço Geológico Brasileiro 2010 Mapas de Geodiversidade Estaduais Disponível em httpwwwcprmgovbrpubliqueGestaoTerritorialGeodiversidadeMapasdeGeodiversidade Estaduais1339html Acesso em fevereiro de 2018 Eletrobras Centrais Elétricas Brasileiras 2011 Mapoteca de Unidades de Conservação DEEGEGA Rio de Janeiro versão fevereiro de 2011 Embrapa Empresa de Pesquisa Agropecuária 2017 Identificação mapeamento e quantificação das áreas urbanas do Brasil Campinas Comunicado Técnico 4 maio de 2017 Disponível em httpwwwsgteembrapabrprodutosdadosCOT04AreasUrbanasBrasilzip Acesso em julho de 2017 EPE Empresa de Pesquisa Energética 2018 Sistema de Informações Geográficas do Setor Energético Brasileiro Web Map EPE Disponível em httpsgisepeprdepegovbrwebmapepe Acesso em julho de 2018 Funai Fundação Nacional do Índio 2018 Delimitação das Terras Indígenas do Brasil Disponível em httpwwwfunaigovbrindexphpshape Acesso em agosto de 2018 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 26 Ministério de Minas e Energia FCP Fundação Cultural Palmares 2018 Comunidades Remanescentes de Quilombos Disponível em httpwwwpalmaresgovbrcomunidadesremanescentesdequilomboscrqs Acesso em julho de 2018 FBDS Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável 2013 Projeto de Apoio à Implantação do CAR Mapeamento do uso e cobertura do solo ano base 2013 Disponível em httpgeofbdsorgbrBA Acesso em agosto de 2018 Google Google Earth Pro 7314507 Disponível em httpswwwgooglecomearth Acesso em julho de 2018 IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 2009 Base Cartográfica Integrada ao Milionésimo Disponível em wwwibgegovbr Acesso em novembro de 2017 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística 2016 Base dos Municípios Brasileiros Disponível em ftpgeoftpibgegovbrorganizacaodoterritoriomalhasterritoriaismalhasmunicipaismunicipi o2016BrasilBR Acesso em julho de 2017 ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade 2018a Base de dados do Sistema Informatizado de Monitoria de Reservas Particulares do Patrimônio Natural SIMRPPN Disponível em httpsistemasicmbiogovbrsimrppnpublico Acesso agosto de 2018 2018b Consulta pública para a criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural RPPN Papamel Disponível em httpsistemasicmbiogovbrsimrppnpublicoconsultapublica Acesso em agosto de 2018 Incra Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária 2018a Projetos de Assentamento Disponível em httpacervofundiarioincragovbrgeodownloadgeodadosphp Acesso em maio de 2018 Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária 2018b Terras Quilombolas Disponível em httpacervofundiarioincragovbrgeodownloadgeodadosphp Acesso em maio de 2018 Inema Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos da Bahia 2006 APA Serra do Ouro Decreto Estadual Nº 10194 de 27 de dezembro de 2006 Disponível em httpwwwinemabagovbrgestao 2unidadesdeconservacaoapaserradoouro Acesso em agosto de 2018 Iphan Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional 2018a Sistema de Gerenciamento do Patrimônio Arqueológico Disponível em httpportaliphangovbrpaginadetalhes1699 Acesso em julho de 2018 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 27 Ministério de Minas e Energia Instituto Nacional do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional 2018b Sítios Arqueológicos Georreferenciados Disponível em httpportaliphangovbruploadsckfinderarquivosshapefilecnsa2018zip Acesso em fevereiro de 2018 Menezes RA 2016 Chatterbot crioulo proposta de um conversador quilombola das terras de preto do Território Litoral Sul BA Salvador UNEB 2016 109p Disponível em httpwwwunebbrgestecfiles201503DissertacaoRomeuMenezesVersC3A3oFinal Gestecpdf Acesso em agosto de 2018 MMA Ministério do Meio Ambiente 2007a Áreas Prioritárias para a Conservação Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira Probio Disponível em httpmapasmmagovbri3geodatadownloadhtm Acesso agosto de 2012 Ministério do Meio Ambiente 2007b Mapa de Cobertura Vegetal dos Biomas Brasileiros escala 1250000 Secretaria de Biodiversidade e Florestas Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira Disponível em httpmapasmmagovbrmapasaplicprobiodatadownloadhtm Acesso em junho de 2012 Ministério do Meio Ambiente 2009 Corredores Ecológicos PPG7 Corredor Central da Mata Atlântica Disponível em httpmapasmmagovbri3geodatadownloadhtm Acesso em julho de 2018 Ministério do Meio Ambiente 2015 Série corredores ecológicos 12 anos de trabalho pela conservação da biodiversidade nacional Brasília MMA 2015 40 p Disponível em httpwwwmmagovbrimagesarquivo80229LIVROCorredores20Ecologicoscomppdf Acesso em julho de 2018 Ministério do Meio Ambiente 2018 Unidades de Conservação Federais e Estaduais Disponível em httpmapasmmagovbri3geodatadownloadhtm Acesso em agosto de 2018 NeoenergiaPowerconsult 2016 Relatório R3 Caracterização e Análise Socioambiental SE 230138138 kV Itabuna III 120p PMI Prefeitura Municipal de Itapetinga BA 2012 Lei 11792012 Plano Diretor de Desenvolvimento Municipal de Itapetinga Disponível em httpwwwitapetingabalegbrleislegislacaomunicipallei1179planodiretorde desenvolvimentomunicipal050612pdfatdownloadfile Acesso em julho de 2018 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 28 Ministério de Minas e Energia RBMA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica 2008 Fase VI Revisão e Atualização dos Limites do Zoneamento da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica em Base Cartográfica Digitalizada Disponível em httpwwwrbmaorgbrrbmarbmafasevi04formasp Acesso em julho de 2018 Rodrigues K G 2011 Dinâmica urbana no município de Itabuna BA O mercado imobiliário e as políticas urbanas 1990 2010 Campinas SP sn 2012 Dissertação mestrado Universidade Estadual de Campinas Instituto de Geociências Disponível em httprepositoriounicampbrjspuibitstreamREPOSIP2872891RodriguesKalianaGuimaraesM pdf Acesso em agosto de 2018 SEMABA Secretaria de Meio Ambiente da Bahia Mapas Interativos 2018 Disponível em httpgeobahiainemabagovbr Acesso em julho de 2018 SEI Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia 2011 Patrimônio Arqueológico da BahiaCarlos Etchevarne Rita Pimentel organizadores Salvador SEI 2011 132 p il Série estudos e pesquisas 88 Disponível em httpwwwseibagovbrindexphpoptioncomcontentviewarticleid76Itemid284 Acesso em julho de 2018 Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia 2016a Sistema da Dados Estatísticos Unidades de conservação por município Disponível em httpwwwseibagovbrsideframetabelawsptmptabelat50tmpvoltasg3 Acesso em julho de 2018 Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia 2016a Sistema da Dados Estatísticos Unidades Geomórficas por Município Bahia Disponível em httpwwwseibagovbrsideframetabelawsptmptabelat50tmpvoltasg3 Acesso em agosto de 2018 Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia 2017 Cartografia Temática Divisão Político Administrativa Mapas Municipais Disponível em httpwwwseibagovbrindexphpoptioncomcontentviewarticleid2691Itemid621 Acesso em julho de 2018 Veracel Veracel Celulose SA 2016 Monitoramento independente da cobertura vegetal dos municípios da área de influência da Veracel no Extremo Sul da Bahia Relatório Final Data março2016 Disponível em httpwwwibioorgbrPrograma20de20Monitoramento20da20Cobertura20Vegetal20no 20Extremo20Sul20da20Bahia20160316RelatorioMar2016IBIOLEECECONAMFIv06 ultimaauditoriapdf Acesso em agosto de 2018 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 29 Ministério de Minas e Energia APÊNDICE A TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 LT 230 kV POÇÕES III ITAPEBI C1 Tabela 1 Comparação da diretriz da LT Relatório R3 com o proposto no Relatório R1 Responsável pelo preenchimento Contato do Responsável Data Comparação da diretriz da linha de transmissão R3 com o corredor estudado no R1 Extensão do eixo do corredor R1 191 km Extensão da diretriz da LT R3 Variação da extensão e principal ais motivos A diretriz está inteiramente inserida no corredor No caso de não inserção da diretriz do R3 no corredor do R1 informar os motivos 1 Anexar o mapa contendo o corredor estudado no Relatório R1 e a diretriz proposta no Relatório R3 e os principais fatores socioambientais que influenciaram a diretriz 2 Encaminhar arquivo digital da diretriz definida no R3 formato KML e shapefile Pontos notáveis verificados no R3 não identificados no R1 Recomendações do R1 e atendimento no R3 Recomendações do R1 Foi atendida a recomendação Se não justificar 1 Evitar interferência na Área de Proteção Ambiental da Serra do Ouro 2 Verificar a localização exata da Área de Proteção Ambiental Itapebi e da Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Itacira ambas no município de Itapebi para evitar interferência da linha de transmissão planejada 3 Manter a distância mínima de 5 km da Terra Indígena CaramuruParaguassu conforme definido no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 4 Consultar a Fundação Palmares para averiguar a localização das comunidades quilombolas nos municípios de Caatiba Itambé Itororó Planalto e Poções que podem estar sobrepostas pelo corredor 5 Verificar a ocorrência de cavernas não cadastradas em Potiraguá tendo em vista que nesse município o corredor atravessa áreas classificadas com potencial muito alto para a ocorrência de cavidades subterrâneas Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 30 Ministério de Minas e Energia 6 Entrar em contato com o Iphan para obter a localização exata dos sítios arqueológicos cadastrados nos municípios de Itapetinga e Itapebi que podem estar dentro da área do corredor para que a diretriz da linha de transmissão planejada não tenha qualquer interferência nesses sítios 7 Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a maioria apresenta ação prioritária para a criação de unidades de conservação e estabelecimento de mosaicocorredor 8 Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem 9 Evitar interferência nas serras Couro DAnta e Palmeirão no município de Itapetinga tendo em vista que no Plano Diretor municipal essas serras estão classificadas como de preservação ambiental com proposta para criação de Área de Proteção Ambiental 10 Atentar para a travessia em áreas de relevante beleza cênica e em áreas utilizadas para turismo e lazer 11 Evitar sobreposição com as áreas dos processos minerários abrangidos pelo corredor e desviar daqueles que se encontram em estágio mais avançado 12 Não incidir a diretriz do traçado nas proximidades das sedes municipais de Itapebi Itororó Nova Canaã e Potiraguá 13 Especial atenção deve ser dada à definição da diretriz de traçado na saída da SE Poções III e no contorno da cidade de Poções para evitar incidir em áreas eventualmente previstas para futura expansão da cidade 14 Atentar para a presença dos aeródromos em Poções e Itororó Fazenda Antônio Andrade cujos cones de aproximação deverão ser observados ao se definir a diretriz da linha de transmissão Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 31 Ministério de Minas e Energia 15 Considerar o arranjo planejado da SE Poções III de forma a compatibilizar a diretriz com o espaço reservado para a conexão da LT planejada 16 Atentar para os possíveis cruzamentos com as linhas de transmissão existentes e planejadas na SE 500230 kV Poções III Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 32 Ministério de Minas e Energia APÊNDICE B TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DO SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE 230 KV ITABUNA III SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 kV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE 230 kV ITABUNA III Tabela 1 Comparação da diretriz da LT Relatório R3 com o proposto no Relatório R1 Responsável pelo preenchimento Contato do Responsável Data Comparação da diretriz da linha de transmissão R3 com o corredor estudado no R1 Extensão do eixo do corredor R1 28 km Extensão da diretriz da LT R3 Variação da extensão e principal ais motivos A diretriz está inteiramente inserida no corredor No caso de não inserção da diretriz do R3 no corredor do R1 informar os motivos 1 Anexar o mapa contendo o corredor estudado no Relatório R1 e a diretriz proposta no Relatório R3 e os principais fatores socioambientais que influenciaram a diretriz 2 Encaminhar arquivo digital da diretriz definida no R3 formato KML e shapefile Pontos notáveis verificados no R3 não identificados no R1 Recomendações do R1 e atendimento no R3 Recomendações do R1 Foi atendida a recomendação Se não justificar 1 Evitar interferência nos PAs Etevaldo Barreto Pelé e Conjunto Alemita 2 Consultar a Fundação Palmares para verificar a existência de comunidade quilombola no município de Itabuna tendo em vista que há registro de remanescente de quilombo localizado na Vila de Itamaracá 3 Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a ação prioritária é para estabelecimento de mosaicocorredor 4 Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 33 Ministério de Minas e Energia 5 Atentar para a presença de áreas objeto de processos minerários no corredor e desviar daquelas com processo em estágio mais avançado 6 Verificar o melhor ponto de passagem da linha de transmissão planejada tendo em vista que o corredor engloba as cidades de Itapé e Itabuna 7 Atentar para o cruzamento com o gasoduto Cacimbas Catu na divisa dos municípios de Itapé e Itabuna 8 Atentar para a presença do aeródromo em Itabuna cujo cone de aproximação deverá ser observado ao se definir a diretriz da linha de transmissão 9 Verificar o melhor ponto para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III

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ESTUDOS PARA A EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO ANÁLISE TÉCNICOECONÔMICA DE ALTERNATIVAS RELATÓRIO R1 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção double sided GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Ministério de Minas e Energia Ministro Wellington Moreira Franco SecretárioExecutivo do MME Márcio Félix Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Eduardo Azevedo Rodrigues Secretário de Energia Elétrica Fabio Lopes Alves Secretário de Petróleo Gás Natural e Combustíveis Renováveis João Vicente de Carvalho Vieira Secretaria de Geologia Mineração e Transformação Mineral Maurícyo José Andrade Correia ESTUDOS PARA A EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO ANÁLISE TÉCNICOECONÔMICA DE ALTERNATIVAS RELATÓRIO R1 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia Empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia instituída nos termos da Lei n 10847 de 15 de março de 2004 a EPE tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético tais como energia elétrica petróleo e gás natural e seus derivados carvão mineral fontes energéticas renováveis e eficiência energética dentre outras Presidente Reive Barros dos Santos Diretor de Estudos EconômicoEnergéticos e Ambientais Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Diretor de Estudos de Energia Elétrica Amilcar Gonçalves Guerreiro Diretor de Estudos de Petróleo Gás e Biocombustíveis José Mauro Ferreira Coelho Diretor de Gestão Corporativa Álvaro Henrique Matias Pereira URL httpwwwepegovbr Sede Esplanada dos Ministérios Bloco U Sl 744 70065900 Brasília DF Escritório Central Av Rio Branco 01 11º Andar 20090003 Rio de Janeiro RJ Coordenação Geral Reive Barros dos Santos Amilcar Gonçalves Guerreiro Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Coordenação Executiva José Marcos Bressane Elisângela Medeiros de Almeida Equipe Técnica Estudos Elétricos Marcelo Willian Henriques Szrajbman Igor Chaves João Henrique Magalhães Almeida Leandro Moda Luiz Felipe Froede Lorentz Tiago Campos Rizzotto Mariana Ferreira Nobrega da Silva Análise Socioambiental Kátia Gisele Matosinho Bernardo Regis Guimarães de Oliveira Luciana Álvares da Silva Nº EPEDEERE0712018rev0 Data 12 de setembro de 2018 Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção double sided MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Contrato Data de assinatura Projeto ESTUDOS PARA A LICITAÇÃO DA EXPANSÃO DA TRANSMISSÃO Área de estudo Estudos do Sistema de Transmissão Subárea de estudo Análise Técnicoeconômica Produto Nota Técnica ou Relatório EPEDEERE0712018 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia Revisões Data Descrição sucinta rev0 12092018 Emissão Original EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 2 APRESENTAÇÃO Este relatório apresenta o estudo de alternativas para atendimento às cargas do Extremo Sul da Bahia atendidas a partir do eixo 230 kV Funil Itabuna III Itapebi Eunápolis Teixeira de Freitas II A análise contempla os aspectos técnicos e econômicos incorporando também na Nota Técnica DEA 2118 aspectos socioambientais associados às obras propostas EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 3 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 8 2 OBJETIVOS 10 3 CONCLUSÕES 11 4 RECOMENDAÇÕES 12 5 DADOS PREMISSAS E CRITÉRIOS 14 51 BASE DE DADOS 14 52 MERCADO 14 53 HORIZONTE DO ESTUDO 14 54 CENÁRIOS DE GERAÇÃO 15 55 PREMISSAS E CRITÉRIOS 15 6 DIAGNÓSTICO 17 7 ALTERNATIVAS 18 71 ALTERNATIVA 1 18 72 ALTERNATIVA 2 19 73 ALTERNATIVA 3 20 74 ALTERNATIVA 4 21 8 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS ALTERNATIVAS 22 81 ALTERNATIVA 1 22 82 ALTERNATIVA 2 30 83 ALTERNATIVA 3 38 84 ALTERNATIVA 4 46 9 ANÁLISE ECONÔMICA 54 10 ANÁLISE DE CONDUTOR ECONÔMICO 55 11 ANÁLISE DE CURTO CIRCUITO 59 12 ANÁLISE DE SOBRETENSÕES À FREQUÊNCIA FUNDAMENTAL 60 121 ENERGIZAÇÃO DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 60 122 ENERGIZAÇÃO DA LT 230 KV FUNIL ITABUNA III C2 62 123 ENERGIZAÇÃO DA LT 230 KV ITABUNA III ITAPEBI C2 63 124 REJEIÇÃO DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 65 125 REJEIÇÃO DA LT 230 KV FUNIL ITABUNA III C2 66 126 REJEIÇÃO DA LT 230 KV ITABUNA III ITAPEBI C2 68 13 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL PRELIMINAR 70 14 REFERÊNCIAS 71 15 EQUIPE TÉCNICA 72 16 ANEXOS 73 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 4 161 PARÂMETROS DOS EQUIPAMENTOS 73 162 PERDAS DAS ALTERNATIVAS 74 163 PLANO DE OBRAS E ESTIMATIVA DE CUSTOS 75 164 FICHAS PET 77 165 TABELAS DE COMPARAÇÃO R1 X R2 79 17 NOTA TÉCNICA DEA 211880 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 5 ÍNDICE DE FIGURAS Figura 11 Localização da Mesorregião do Sul Baiano 8 Figura 12 Sistema Elétrico da Região de Interesse Fonte ONS 9 Figura 41 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 recomendada 13 Figura 61 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C1 17 Figura 71 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 18 Figura 72 Diagrama Esquemático da Alternativa 2 19 Figura 73 Diagrama Esquemático da Alternativa 3 20 Figura 74 Diagrama Esquemático da Alternativa 4 21 Figura 81 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 22 Figura 82 Regime normal de operação ano 2024 23 Figura 83 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 23 Figura 84 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 24 Figura 85 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 24 Figura 86 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 25 Figura 87 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 25 Figura 88 Regime normal de operação ano 2033 26 Figura 89 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 26 Figura 810 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 27 Figura 811 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 27 Figura 812 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 28 Figura 813 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 28 Figura 814 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 30 Figura 815 Regime normal de operação ano 2024 31 Figura 816 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 31 Figura 817 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 32 Figura 818 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2024 32 Figura 819 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 33 Figura 820 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 33 Figura 821 Regime normal de operação ano 2033 34 Figura 822 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 34 Figura 823 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 35 Figura 824 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2033 35 Figura 825 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 36 Figura 826 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 36 Figura 827 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 38 Figura 828 Regime normal de operação ano 2024 39 Figura 829 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 39 Figura 830 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 40 Figura 831 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2024 40 Figura 832 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 41 Figura 833 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 41 Figura 834 Regime normal de operação ano 2033 42 Figura 835 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 42 Figura 836 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 43 Figura 837 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2033 43 Figura 838 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 44 Figura 839 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 44 Figura 840 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 46 Figura 841 Regime normal de operação ano 2024 47 Figura 842 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 47 Figura 843 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 48 Figura 844 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 48 Figura 845 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 49 Figura 846 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 49 Figura 847 Regime normal de operação ano 2033 50 Figura 848 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 50 Figura 849 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 51 Figura 850 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 51 Figura 851 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 52 Figura 852 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 52 Figura 101 Disposição geométrica dos condutores da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase 56 Figura 102 Custos em função da bitola do cabo condutor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase 57 Figura 103 Dados técnicos básicos da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase 58 Figura 121 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 60 Figura 122 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Poções III 61 Figura 123 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Itapebi 61 Figura 124 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 62 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 6 Figura 125 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Funil 62 Figura 126 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Itabuna III 63 Figura 127 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 63 Figura 128 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 a partir de Itabuna III 64 Figura 129 Energização da LT 230 kV Itabuma III Itapebi C2 a partir de Itapebi 64 Figura 1210 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 65 Figura 1211 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 terminal de Itapebi 65 Figura 1212 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi II C1 terminal de Poções III 66 Figura 1213 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 66 Figura 1214 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Itabuna III 67 Figura 1215 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Funil 67 Figura 1216 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 68 Figura 1217 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itapebi 68 Figura 1218 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itabuna III 69 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 7 ÍNDICE DE TABELAS Tabela 31 Comparação Econômica R x 1000 11 Tabela 41 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão 12 Tabela 42 Principais obras em subestações de Rede Básica 12 Tabela 51 Mercado da Região do Extremo Sul da Bahia 14 Tabela 81 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão 29 Tabela 82 Alternativa 1 Principais obras em subestações de Rede Básica 29 Tabela 83 Alternativa 2 Principais obras em linhas de transmissão 37 Tabela 84 Alternativa 2 Principais obras em subestações de Rede Básica 37 Tabela 85 Alternativa 3 Principais obras em linhas de transmissão 45 Tabela 86 Alternativa 3 Principais obras em subestações de Rede Básica 45 Tabela 87 Alternativa 4 Principais obras em linhas de transmissão 53 Tabela 88 Alternativa 4 Principais obras em subestações de Rede Básica 53 Tabela 91 Comparação Econômica R x 1000 54 Tabela 101 Coordenadas dos condutores centro do feixe na torre da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 55 Tabela 102 Condutores com menor custo total 58 Tabela 111 Correntes de curto circuito máximas 59 Tabela 161 Características Elétricas das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora 73 Tabela 162 Parâmetros elétricos das linhas de transmissão recomendadas 73 Tabela 163 Carregamento Máximo das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora 73 Tabela 164 Perdas Elétricas MW 74 Tabela 165 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 1 75 Tabela 166 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 2 75 Tabela 167 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 3 75 Tabela 168 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 4 76 Tabela 169 Obras comuns 76 Tabela 1610 Tabela de Comparação R1 x R2 ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 79 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 8 1 INTRODUÇÃO A mesorregião do Sul Baiano é formada pela união de setenta municípios agrupados em três microrregiões IlhéusItabuna Porto Seguro e Valença Sua população foi estimada em 2007 pelo IBGE em mais de 2 milhões de habitantes e possui uma área total de 54642351 km² destacada na Figura 11 Figura 11 Localização da Mesorregião do Sul Baiano O sistema de transmissão que atende a região do extremo sul da Bahia a partir da SE 230 kV Funil apresenta característica radial composto pelas LT 230 kV Funil Itapebi Eunápolis C1 C2 O relatório EPEGETNE R1 0022007 Estudo de Expansão do Suprimento ao Extremo Sul da Bahia Ref1 recomendou a ampliação desse sistema com a implantação da SE 230138 kV Teixeira de Freitas II alimentada pelas LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas II C1 C2 Posteriormente o relatório EPEDEERE1392015rev1 Estudo de Atendimento às Cargas da SE Funil e Extremo Sul da Bahia Ref2 para solucionar problemas oriundos do esgotamento da SE Funil recomendou a implantação de uma nova SE 230138 kV Itabuna III Esta subestação será alimentada a partir do seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 9 A Figura 12 ilustra de forma simplificada o sistema de transmissão da Rede Básica da região do Extremo Sul da Bahia com o diagrama da rede existente e planejada Figura 12 Sistema Elétrico da Região de Interesse Fonte ONS Também nessa região foi recomendada ainda a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 licitada no Leilão 0052006 e arrematada pela CHESF Entretanto o cronograma de implantação dessa linha de transmissão está bastante atrasado e encontrase na ANEEL um processo de caducidade do respectivo contrato de concessão Sem a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 verificase sobrecarga no eixo 230 kV Funil Itabuna III Itapebi e subtensão em todo o sistema de transmissão do Extremo Sul da Bahia em situação de contingência simples Portanto para mitigar os problemas oriundos do atraso na implantação dessa LT tendo em vista a evolução da rede de transmissão e as novas previsões de crescimento da carga fazse necessária avaliação da melhor alternativa de expansão do sistema EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 10 2 OBJETIVOS O objetivo deste estudo é indicar a melhor alternativa de expansão do sistema de transmissão do Extremo Sul da Bahia considerando a não implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 O estudo deve indicar do ponto de vista técnico econômico e ambiental qual o melhor cronograma de obras a ser implantado no horizonte considerado levando em conta as alternativas de expansão que garantam o atendimento aos consumidores com padrões de qualidade e continuidade adequados frente ao crescimento do mercado de energia elétrica previsto para a região EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 11 3 CONCLUSÕES Foram avaliadas 4 alternativas de expansão do sistema de transmissão da região do Extremo Sul da Bahia Todas as alternativas atendem aos critérios de planejamento e às premissas estabelecidas para este estudo A Alternativa 1 é composta pela LT 230 kV Poções III Itapebi C1 A Alternativa 2 propõe a LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 A Alternativa 3 considera a relicitação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 em uma rota diferente da original de forma a superar com mais facilidade dificuldades socioambientais A Alternativa 4 consiste na implantação da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 com uma nova SE 500230 kV em Itapebi Todas as quatro alternativas consideram o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III A Tabela 31 apresenta a comparação econômica das alternativas levandose em consideração custos de investimentos obras não comuns e diferencial de perdas elétricas As análises consideraram o valor presente dos custos das alternativas referidos a 2024 ano inicial do estudo e utilizaram o método dos rendimentos necessários com truncamento das séries temporais em 2033 ano horizonte do estudo Tabela 31 Comparação Econômica R x 1000 Alternativas Investimento Perdas Total Ordem Alternativa 1 7764156 7011655 14775811 100 1º Alternativa 2 9374693 7689895 17064588 116 2º Alternativa 3 8815935 11054338 19870273 135 3º Alternativa 4 23368222 0 23304128 158 4º Sob o ponto de vista técnico e econômico recomendase a implantação da Alternativa 1 que é a alternativa de o mínimo custo global EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 12 4 RECOMENDAÇÕES Sob o ponto de vista técnico e econômico recomendase a implantação da Alternativa 1 com o cronograma de obras conforme Tabela 41 Tabela 41 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Poções III Itapebi C1 2 x 795 MCM CS 191 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 42 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Poções III 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Itapebi 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Ressaltase que o ano de 2024 foi considerado como data de referência para implantação das obras recomendadas uma vez que durante a realização do estudo houve o entendimento de que esta é a data viável para os empreendimentos No entanto como a LT 230 kV Funil Itapebi C3 já devia estar em operação recomendase que a implantação da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 seja realizada o mais breve possível A Figura 41 apresenta um diagrama esquemático da alternativa recomendada EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 13 Figura 41 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 recomendada EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 14 5 DADOS PREMISSAS E CRITÉRIOS 51 Base de Dados Considerouse como referência para as simulações de fluxo de potência a base de dados correspondente ao Plano Decenal 20172026 com as atualizações pertinentes da topologia da rede plano de geração e mercado 52 Mercado O mercado na área de interesse fornecido pela COELBA para atualização da base de dados do Plano Decenal é apresentado a seguir conforme Tabela 51 Tabela 51 Mercado da Região do Extremo Sul da Bahia 53 Horizonte do Estudo O ano inicial do estudo é 2024 tendo como o horizonte o ano 2033 Serão analisados portanto 10 anos É importante ressaltar que o prazo mínimo para a implantação de qualquer obra de expansão da Rede Básica é de 4 anos contados desde a incorporação no PET Plano de Expansão da 2024 2025 2026 2027 2028 2029 2030 2031 2032 2033 Nome Tensão Patamar P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW P MW Pesada 1445 1512 1556 1605 1653 1703 1754 1806 1861 1916 Média 1369 1432 1474 1521 1566 1613 1662 1711 1763 1816 Leve 658 688 708 731 753 775 798 822 847 872 Pesada 1333 1366 1400 1430 1459 1488 1518 1548 1579 1610 Média 1162 1192 1221 1247 1272 1298 1323 1350 1377 1404 Leve 743 761 780 797 813 829 846 862 880 897 Pesada 715 730 744 759 774 790 805 822 838 855 Média 679 692 706 720 735 749 764 780 795 811 Leve 359 366 374 381 389 396 404 412 421 429 Pesada 101 103 105 107 109 111 114 116 118 121 Média 72 73 75 76 78 79 81 82 84 86 Leve 50 51 52 53 54 55 56 57 58 59 Pesada 973 992 1012 1032 1053 1074 1095 1117 1140 1163 Média 876 893 911 929 948 967 986 1006 1026 1046 Leve 481 491 501 511 521 532 542 553 564 575 Pesada 1179 1202 1226 1251 1276 1301 1327 1354 1381 1409 Média 1119 1141 1164 1187 1211 1235 1260 1285 1311 1337 Leve 592 604 616 628 641 653 666 680 693 707 Pesada 32 33 34 34 35 36 36 37 38 39 Média 27 28 28 29 29 30 31 31 32 32 Leve 17 18 18 18 19 19 19 20 20 21 Pesada 1076 1097 1119 1142 1165 1188 1212 1236 1261 1286 Média 968 988 1008 1028 1048 1069 1091 1112 1135 1157 Leve 533 543 554 565 576 588 600 612 624 636 Pesada 180 184 187 191 195 199 203 207 211 215 Média 162 165 168 172 175 179 182 186 190 194 Leve 89 91 93 94 96 98 100 102 104 106 Pesada 1669 1702 1736 1771 1806 1843 1879 1917 1955 1994 Média 1584 1616 1648 1681 1714 1749 1784 1819 1856 1893 Leve 838 855 872 889 907 925 943 962 982 1001 Itamaraju Itabuna III 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV 138 kV Eunápolis Poções II Itapebi Teixeira de Freitas Subestação Tomba S A Jesus 69 kV 69 kV Funil EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 15 Transmissão passando por todo o processo de licitação ou autorização realizado pela ANEEL até a instalação do empreendimento 54 Cenários de Geração Foram simulados dois cenários de geração na região Nordeste de forma a analisar as situações mais críticas da região Cenário 1 Nordeste Seco Neste cenário a geração na região Nordeste é predominantemente eólica com as usinas hidrelétricas despachadas nas suas capacidades mínimas Especificamente no extremo sul da Bahia considerouse despacho de 135 MW na UHE Itapebi 4 MW na UHE Funil e 0 MW na UTE Veracel caracterizando maior importação de energia pela região Cenário 2 Nordeste Úmido Neste cenário a geração na região Nordeste é predominantemente hidráulica com as usinas hidrelétricas despachadas nas suas capacidades máximas Especificamente no extremo sul da Bahia considerouse despacho de 450 MW na UHE Itapebi 30 MW na UHE Funil e 105 MW na UTE Veracel caracterizando uma situação na qual a região é exportadora de energia 55 Premissas e Critérios Foram seguidas as diretrizes para elaboração da documentação necessária para se recomendar à ANEEL uma nova instalação de transmissão integrante da Rede Básica através de ato licitatório definidas no documento publicado pela EPE denominado Diretrizes para Elaboração dos Relatórios Técnicos Referentes às Novas Instalações da Rede Básica Ref3 Os critérios e procedimentos utilizados no estudo estão de acordo com o documento Critérios e Procedimentos para o Planejamento da Expansão dos Sistemas de Transmissão CCPECTET Julho2016 Ref4 além das premissas apresentadas nos subitens a seguir onde se destacam Manter o conceito de mínimo custo global para a escolha da alternativa Atender ao critério N1 para elementos da Rede Básica e Rede Básica de Fronteira Variação máxima de 5 da tensão do barramento decorrente da manobra de equipamentos Fator de potência no barramento da Rede Básica de Fronteira 095 Utilizar os limites de carregamento das linhas de transmissão e transformadores existentes nos Contratos de Prestação de Serviços de Transmissão CPST Para os novos equipamentos EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 16 a serem instalados na rede levar em consideração as recomendações contidas na Resolução no 191 da ANEEL para determinação das capacidades em contingência Para cálculo de perdas elétricas utilizouse custo de 21700 RMWh calculado com base no custo marginal de expansão da geração informado pela EPE Para comparação dos custos entre as alternativas analisadas foi utilizado o documento Base de Referência de Preços ANEEL Junho de 2017 Ref5 e o método dos rendimentos necessários com o truncamento das séries temporais no ano horizonte do estudo Para a preparação das fichas contendo a estimativa dos investimentos em empreendimentos de transmissão Rede Básica que servirão de subsídio para o processo licitatório foi considerada a base de custos consolidada no documento Base de Referência de Preços ANEEL Junho de 2017 Ref5 Ressaltase que além das simulações de fluxo de carga serão analisados os níveis de curto circuito da alternativa selecionada para a expansão do sistema EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 17 6 DIAGNÓSTICO O diagnóstico do suprimento elétrico a região do extremo sul baiano na ausência na LT 230 kV Funil Itapebi C3 não apresenta problemas em regime normal de operação Entretanto na contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C1 observase sobrecarga na LT 230 kV Funil Itabuna III C1 e subtensão nas SE Itabuna III Itapebi Veracel Eunápolis e Teixeira de Freitas conforme apresenta a Figura 61 A simulação foi realizada tendo o ano 2024 como referência patamar de Carga Pesada cenário Nordeste Seco Figura 61 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C1 O resultado desta simulação atesta a importância da LT 230 kV Funil Itapebi C3 para o sistema e deflagra a necessidade de implantação de reforços na região caso esta linha de transmissão não seja construída EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 18 7 ALTERNATIVAS 71 Alternativa 1 A Alternativa 1 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 71 Figura 71 Diagrama Esquemático da Alternativa 1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 19 72 Alternativa 2 A Alternativa 2 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 72 Figura 72 Diagrama Esquemático da Alternativa 2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 20 73 Alternativa 3 A Alternativa 3 considera a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 73 Figura 73 Diagrama Esquemático da Alternativa 3 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 21 74 Alternativa 4 A Alternativa 4 considera a implantação da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 da SE 500230 kV Itapebi e o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C2 na SE Itabuna III a 75 km da SE Funil conforme apresenta a Figura 74 Figura 74 Diagrama Esquemático da Alternativa 4 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 22 8 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS ALTERNATIVAS Os resultados das simulações de fluxo de potência para as alternativas analisadas em regime normal de operação e durante as principais contingências para os anos 2023 a 2032 são apresentados neste item Para essas simulações foram considerados os cenários mais críticos de geração e de carga Carga Pesada Nordeste Seco 81 Alternativa 1 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 1 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 com aproximadamente 191 km de extensão No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 81 Figura 81 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 100 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 1 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 82 a Figura 87 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 23 após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 88 a Figura 813 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 Figura 82 Regime normal de operação ano 2024 Figura 83 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 24 Figura 84 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 85 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 25 Figura 86 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 87 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 26 Figura 88 Regime normal de operação ano 2033 Figura 89 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 27 Figura 810 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 811 Contingência da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 28 Figura 812 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 813 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 29 A Tabela 81 e a Tabela 82 apresentam em resumo obras que compõem a Alternativa 1 Tabela 81 Alternativa 1 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Poções III Itapebi C1 2 x 795 MCM CS 191 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 82 Alternativa 1 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Poções III 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Itapebi 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 30 82 Alternativa 2 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 2 considera a implantação da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 com aproximadamente 240 km de extensão No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 814 Figura 814 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 100 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 2 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 815 a Figura 820 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 821 a Figura 826 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 31 Figura 815 Regime normal de operação ano 2024 Figura 816 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 32 Figura 817 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 818 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 33 Figura 819 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 820 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 34 Figura 821 Regime normal de operação ano 2033 Figura 822 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 35 Figura 823 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 824 Contingência da LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 36 Figura 825 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 826 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 37 As principais obras referentes à Alternativa 2 são descritas em detalhes na Tabela 83 e Tabela 84 Tabela 83 Alternativa 2 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 2 x 795 MCM CS 240 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 84 Alternativa 2 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Poções III 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 Eunápolis 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Poções III Eunápolis C1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 38 83 Alternativa 3 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 3 considera a implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 com aproximadamente 223 km de extensão No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 827 Figura 827 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 100 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 3 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 828 a Figura 833 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 834 a Figura 839 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 39 Figura 828 Regime normal de operação ano 2024 Figura 829 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 40 Figura 830 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 831 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 41 Figura 832 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 833 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 42 Figura 834 Regime normal de operação ano 2033 Figura 835 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 43 Figura 836 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 837 Contingência da LT 230 kV Funil Itapebi C3 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 44 Figura 838 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 839 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 45 As principais obras referentes à Alternativa 3 são descritas em detalhes na Tabela 85 e Tabela 86 Tabela 85 Alternativa 3 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 230 kV LT 230 kV Funil Itapebi C3 2 x 795 MCM CS 223 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 86 Alternativa 3 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Funil 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Funil Itapebi C3 Itapebi 230 kV Reator de Linha 10 Mvar 3 Ref LT 230 kV Funil Itapebi C3 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 46 84 Alternativa 4 Para solucionar os problemas de sobrecarga e subtensão na região do extremo sul baiano apresentados no capítulo 6 a Alternativa 4 considera a implantação da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 com aproximadamente 191 km de extensão e da SE 500230 kV Itapebi com um ATR de 450 MVA No entanto mesmo com a implantação dessa obra na contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 verificase afundamento de tensão nas subestações da região conforme apresenta a Figura 840 Figura 840 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Para controlar a tensão no barramento 230 kV da SE Itabuna III em 1 pu durante essa contingência seria necessária a instalação de um compensador estático de reativos de 60 Mvar Entretanto verificase que o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III também resolve o problema desta contingência e é mais econômico do que este equipamento Assim para completar o conjunto de obras da Alternativa 4 também se recomenda o seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III Até o ano horizonte 2033 não é verificada a necessidade de reforços adicionais no sistema além dos bancos de capacitores indicados em 2 Da Figura 841 a Figura 846 são apresentados os resultados das simulações de fluxo de potência após a implantação dos reforços em regime normal de operação e para as principais contingências Da Figura 847 a Figura 852 são apresentadas as mesmas simulações para o ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 47 Figura 841 Regime normal de operação ano 2024 Figura 842 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 48 Figura 843 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2024 Figura 844 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 49 Figura 845 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2024 Figura 846 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2024 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 50 Figura 847 Regime normal de operação ano 2033 Figura 848 Contingência da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 51 Figura 849 Contingência da LT 230 kV Funil Itabuna III C1 ano 2033 Figura 850 Contingência da LT 500 kV Poções III Itapebi C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 52 Figura 851 Contingência da LT 230 kV Itapebi Eunápolis C1 ano 2033 Figura 852 Contingência da LT 230 kV Eunápolis Teixeira de Freitas C1 ano 2033 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 53 As principais obras referentes à Alternativa 4 são descritas em detalhes na Tabela 87 e Tabela 88 Tabela 87 Alternativa 4 Principais obras em linhas de transmissão Ano Tensão Linha de Transmissão Configuração Distância 2024 500 kV LT 500 kV Poções III Itapebi C1 4 x 954 MCM CS 191 km 230 kV Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 1 x 636 MCM CD 28 km Tabela 88 Alternativa 4 Principais obras em subestações de Rede Básica Ano Subestação Tensão Equipamento No 2024 Itapebi 500 kV Novo pátio de subestação 500 kV 500230 kV ATR 500230 kV 31 x 150 MVA 1º EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 54 9 ANÁLISE ECONÔMICA Os investimentos previstos são referidos ao ano 2024 com taxa de retorno de 8 ao ano Ressalta se que esses valores são utilizados apenas para comparação de alternativas não servindo como base para orçamentos Para comparação dos custos entre as alternativas analisadas é utilizado o método dos rendimentos necessários com o truncamento das séries temporais no ano horizonte do estudo 2033 O plano de obras das alternativas e custos associados estão apresentados no Anexo 163 Os custos referentes ao diferencial de perdas elétricas de cada alternativa em relação àquela de menores perdas foram estimados considerando Cenários Nordeste Úmido 50 e Nordeste Seco 50 Patamares de Carga Leve 7 hs Média 14 hs e Pesada 3 hs Custo de perdas R 21700 MWh Taxa de retorno de 8 ao ano referidos a 2024 O detalhamento das perdas elétricas em cada um dos cenários e patamares é apresentado no Anexo 162 A Tabela 91 apresenta a comparação econômica das alternativas levandose em consideração custos de investimentos obras não comuns e diferencial de perdas Tabela 91 Comparação Econômica R x 1000 Alternativas Investimento Perdas Total Ordem Alternativa 1 7764156 7011655 14775811 100 1º Alternativa 2 9374693 7689895 17064588 116 2º Alternativa 3 8815935 11054338 19870273 135 3º Alternativa 4 23368222 0 23304128 158 4º Sob o ponto de vista técnico e econômico recomendase a implantação da Alternativa 1 que é a alternativa de mínimo custo global EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 55 10 ANÁLISE DE CONDUTOR ECONÔMICO A seguir são apresentadas as análises para as definições da otimização da linha de transmissão em circuito simples LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Os resultados obtidos nas análises realizadas foram extraídos diretamente do programa ELEKTRA desenvolvido pelo CEPEL As simulações foram realizadas com base nas seguintes premissas 10 das estruturas consideradas são autoportantes e 90 estaiadas resistividade do solo igual a 1000 Ωm feixes simétricos com 0457 m de espaçamento entre condutores custo marginal de expansão CME 21700 RMWh taxa de desconto anual 8 banco de custos ANEEL2017 fluxos de potência para cenários de carga leve média e pesada e suas respectivas permanências bem como fluxos em situações de emergência para os cenários nordeste seco e nordeste úmido Além dos critérios listados foram observadas as restrições relativas aos campos magnético e elétrico bem como níveis de ruído audível radio interferência e balanço máximo dos condutores de forma a definir a faixa de passagem A referida linha tem comprimento estimado de 191 km Os resultados apresentados nessa análise foram extraídos diretamente do programa ELEKTRA desenvolvido pelo CEPEL Avaliouse configurações de circuito simples com um e dois subcondutores por fase com disposição geométrica apresentada na Tabela 101 e silhueta de torre ilustrada na Figura 101 Tabela 101 Coordenadas dos condutores centro do feixe na torre da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Circuito 1 Xm Ym Feixe A 41 1562 Feixe B 0 1972 Feixe C 41 1562 Pararaios 1 310 2283 Pararaios 2 310 2283 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 56 Figura 101 Disposição geométrica dos condutores da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase A Figura 102 apresenta os custos Rkm totais da instalação e das perdas em função da bitola do cabo condutor MCM resultantes da otimização técnicoeconômica da linha para o universo de condutores candidatos tipo CAA tecnicamente viáveis EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 57 Figura 102 Custos em função da bitola do cabo condutor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase Como mostrado na Figura 102 o condutor de 795 MCM TERN é o que possui menor custo total para a LT avaliada Após as análises realizadas pelo programa ELEKTRA identificouse que as soluções de menor custo total considerando uma margem menor que 3 entre as soluções candidatas são aquelas apresentadas na Tabela 102 A Figura 103 extraída do ELEKTRA apresenta um sumário dos resultados técnicos para essa linha com feixe de condutores 2 x TERN por fase EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 58 Tabela 102 Condutores com menor custo total Condutor Custo 1000 Rkm Relação entre o custo total e o de menor custo Total Nome Código Número de subcond por fase Bitola MCM Formação AlAço Instalação Perdas Total DRAKE 2 795 26 7 5112 1937 705 10287 TERN 2 795 45 7 4884 1968 685 100 RUDDY 2 900 45 7 5195 1736 693 10114 RAIL 2 954 45 7 5377 1637 701 10235 Figura 103 Dados técnicos básicos da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 circuito simples dois subcondutores por fase EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 59 11 ANÁLISE DE CURTO CIRCUITO O cálculo dos níveis de curto circuito foi efetuado para a alternativa vencedora Alternativa 1 considerando o sistema em regime subtransitório com todas as máquinas sincronizadas utilizando a base de dados referente ao PDE 2026 Os níveis de curtocircuito das principais subestações de Rede Básica e Rede Básica de Fronteira estão apresentados na Tabela 111 onde não se verifica superação de disjuntores Tabela 111 Correntes de curto circuito máximas Subestação Ano 2024 Capacidade de interrupção simétrica kA Curto Máximo 3Φ kA XR 1Φ kA XR Poções III 230 kV 1585 1477 1279 998 40 Itapebi 230 kV 819 1489 936 1624 40 Funil 230 kV 954 639 955 771 40 Itabuna III 230 kV 557 623 393 483 40 Itabuna III 138 kV 567 995 447 701 40 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 60 12 ANÁLISE DE SOBRETENSÕES À FREQUÊNCIA FUNDAMENTAL A seguir estão resumidos os resultados das simulações de energização e rejeição das novas linhas de transmissão indicadas neste relatório referentes à Alternativa 1 recomendada Nas simulações foram considerados dois reatores de linha fixos de 10 Mvar na LT 230 kV Poções III Itapebi C1 devido ao surgimento de sobretensões inadmissíveis no processo de energização e rejeição Nas simulações de energização utilizouse o cenário Nordeste Seco e patamar de Carga Leve Esse cenário possui os menores carregamentos nas linhas de transmissão da região configurandose como o mais crítico para controle de tensão e para energização A análise de rejeição de carga tem o objetivo de verificar os reflexos da abertura intempestiva das linhas de transmissão previstas Dessa forma estas análises buscam verificar a existência de sobretensões acima da suportabilidade dos equipamentos associados quando de aberturas intempestivas em um dos terminais das linhas de transmissão devido a uma atuação da proteção ou falha humana Foi realizada a análise de rejeição no cenário Nordeste Seco e patamar de Carga Pesada Essa é a situação na qual o carregamento nas linhas de transmissão é mais elevado e os reatores estão desligados configurandose condição mais adversa sob o ponto de vista de sobretensão 121 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Na simulação de energização com a presença de dois reatores de linha 10 Mvar considerouse a tensão inicial de 1050 pu na SE Poções III e 1050 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 121 Figura 121 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 61 Energizandose a LT 230 kV no sentido Poções III Itapebi obtevese 1056 pu na SE Poções III e 1074 pu no terminal aberto na SE Itapebi Energizandose a LT no sentido Itapebi Poções III obtevese 1071 pu na SE Itapebi e 1090 pu no terminal aberto na SE Poções III Os resultados dessas simulações são apresentados na Figura 122 e Figura 123 Figura 122 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Poções III Figura 123 Energização da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 a partir de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 62 122 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 Na simulação de energização sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1051 pu na SE Funil e 1047 pu na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 124 Figura 124 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 Energizandose a LT 230 kV no sentido Funil Itabuna III obtevese 1056 pu na SE Funil e 1065 pu no terminal aberto na SE Itabuna III Energizandose a LT no sentido Itabuna III Funil obteve se 1059 pu na SE Itabuna III e 1067 pu no terminal aberto na SE Funil Os resultados dessas simulações são apresentados na Figura 125 e Figura 126 Figura 125 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Funil EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 63 Figura 126 Energização da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 a partir de Itabuna III 123 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 Na simulação de energização sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1045 pu na SE Itabuna III e 1050 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 127 Figura 127 Sistema PréEnergização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 64 Energizandose a LT 230 kV no sentido Itabuna III Itapebi obtevese 1061 pu na SE Itabuna III e 1081 pu no terminal aberto na SE Itapebi Energizandose a LT no sentido Itapebi Itabuna III obtevese 1057 pu na SE Itapebi e 1077 pu no terminal aberto na SE Itabuna III Os resultados dessas simulações são apresentados na Figura 128 e Figura 129 Figura 128 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 a partir de Itabuna III Figura 129 Energização da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 a partir de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 65 124 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Na simulação de rejeição com a presença de dois reatores de linha 10 Mvar considerouse a tensão inicial de 1050 pu na SE Poções III e 1049 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1210 Figura 1210 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 A abertura intempestiva da LT 230 kV Poções III Itapebi resulta em 1053 pu na SE Poções III e 1072 pu no terminal aberto na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1211 Figura 1211 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 terminal de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 66 A abertura intempestiva da LT 230 kV Poções III Itapebi resulta em 1044 pu na SE Itapebi e 1063 pu no terminal aberto na SE Poções III conforme apresenta a Figura 1212 Figura 1212 Rejeição da LT 230 kV Poções III Itapebi II C1 terminal de Poções III 125 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 Na simulação de rejeição sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1048 pu na SE Funil e 1038 pu na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 1213 Figura 1213 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 67 A abertura intempestiva da LT 230 kV Funil Itabuna III resulta em 1048 pu na SE Funil e 1057 pu no terminal aberto na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 1214 Figura 1214 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Itabuna III A abertura intempestiva da LT 230 kV Funil Itabuna III resulta em 1035 pu na SE Itabuna III e 1044 pu no terminal aberto na SE Funil conforme apresenta a Figura 1215 Figura 1215 Rejeição da LT 230 kV Funil Itabuna III C2 terminal de Funil EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 68 126 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 Na simulação de rejeição sem a presença de reatores de linha considerouse a tensão inicial de 1039 pu na SE Itabuna III e 1050 pu na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1216 Figura 1216 Sistema PréRejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 A abertura intempestiva da LT 230 kV Itabuna III Itapebi resulta em 1041 pu na SE Itabuna III e 1060 pu no terminal aberto na SE Itapebi conforme apresenta a Figura 1217 Figura 1217 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itapebi EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 69 A abertura intempestiva da LT 230 kV Itabuna III Itapebi resulta em 1053 pu na SE Itapebi e 1073 pu no terminal aberto na SE Itabuna III conforme apresenta a Figura 1218 Figura 1218 Rejeição da LT 230 kV Itabuna III Itapebi C2 terminal de Itabuna III EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 70 13 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL PRELIMINAR As avaliações socioambientais preliminares referentes às novas instalações de Rede Básica e Rede Básica de Fronteira recomendadas neste estudo foram objeto da Nota Técnica DEA 2118 Análise socioambiental do estudo de atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 Ref 6 a qual está incorporada ao final deste relatório EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 71 14 REFERÊNCIAS 1 EPEGETNER10022007 Estudo de Expansão do Suprimento ao Extremo Sul da Bahia EPE Maio2007 2 EPEDEERE1392015rev1 Estudo de Atendimento às Cargas da SE Funil e Extremo Sul da Bahia EPE Agosto2017 3 EPEDEEDEARE0622016rev0 Diretrizes para Elaboração dos Relatórios Técnicos Referentes às Novas Instalações da Rede Básica EPE Julho2016 4 Critérios e Procedimentos para o Planejamento da Expansão de Sistemas de Transmissão CCPECTET Janeiro2001 5 Base de Referência de Preços ANEEL Junho2017 6 DEA 2118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 EPE setembro de 2018 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 72 15 EQUIPE TÉCNICA Igor Chaves EPESTE João Henrique Magalhães Almeida EPESTE Leandro Moda EPESTE Luiz Felipe Froede Lorentz EPESTE Marcelo Willian Henriques Szrajbman EPESTE Mariana Ferreira Nobrega da Silva EPESTE Tiago Campos Rizzotto EPESTE Bernardo Regis Guimarães de Oliveira EPESMA Kátia Gisele Matosinho EPESMA Luciana Alvares da Silva EPESMA EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 73 16 ANEXOS 161 Parâmetros dos Equipamentos Linhas de Transmissão Novas LT Tabela 161 Características Elétricas das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora Linha de transmissão Tensão kV Estrutura Extensão km Condutor Número por fase Nome Bitola MCM Seccionamento da LT Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 230 CD 28 km 1 Grosbeak 636 Poções III Itapebi C1 230 CS 191 km 2 Tern 795 Tabela 162 Parâmetros elétricos das linhas de transmissão recomendadas Linha de transmissão km Parâmetros elétricos Longitudinais e transversais por unidade de comprimento Longitudinais e transversais equivalentes Sequência positiva Sequência zero Sequência positiva Sequência zero R1 Ωkm X1 Ωkm C1 nFkm R0 Ωkm X0 Ωkm C0 nFkm R1 X1 B1 Mvar R0 X0 B0 Mvar Seccionamento da LT Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III 28 0105 0503 87579 0489 167 62367 05576 25578 5092 24651 91185 33690 LT Poções III Itapebi 191 00409 03415 127586 03758 15853 66844 14401 121466 48538 128556 556553 256403 LT Funil Itabuna III 103 0105 0503 87579 0489 167 62367 20381 97704 17984 93914 323688 128335 LT Itabuna III Itapebi 153 0105 0503 87579 0489 167 62367 30060 144642 267616 137157 477130 191439 Tabela 163 Carregamento Máximo das Linhas de Transmissão Alternativa Vencedora Linha de transmissão Condutor MCM Nível de Tensão kV Máximo carregamento verificado em condição normal MVA Contingência mais crítica Máximo carregamento verificado em emergência MVA Capacidade da LT em regime normal de operaçãoemergência MVA LT Poções III Itapebi 2x795 230 167 LT Funil Itabuna III C1 197 650860 LT Funil Itabuna III 1x636 230 138 LT Funil Itabuna III C1 243 251317 LT Itabuna III Itapebi 1x636 230 40 LT Poções III Itapebi C1 106 251317 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 74 162 Perdas das Alternativas A seguir é apresentado o diferencial de perdas elétricas de cada alternativa em relação à Alternativa 4 perdas 0 discretizadas por ano para cada um dos patamares de carga e cenários analisados Tabela 164 Perdas Elétricas MW Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada Leve Média Pesada 2024 19 93 117 91 12 01 18 86 108 118 29 16 23 138 176 145 34 15 2025 2 95 121 91 08 09 18 88 112 118 24 04 24 141 181 144 27 02 2026 21 99 143 84 05 04 19 92 135 111 21 13 26 147 226 128 18 23 2027 21 104 151 82 03 01 2 96 141 11 18 13 27 155 238 125 14 19 2028 22 109 159 8 01 01 2 101 149 107 16 1 27 163 25 122 12 15 2029 23 115 166 78 0 04 22 106 156 105 13 07 29 172 262 119 09 11 2030 24 121 175 76 03 07 22 111 164 102 11 03 31 181 276 116 06 07 2031 25 126 183 74 04 09 23 118 172 10 08 01 32 19 29 113 03 03 2032 26 133 192 72 07 11 24 124 181 98 05 02 33 198 304 109 01 01 2033 27 14 202 7 08 14 25 126 19 96 03 06 35 211 319 107 03 05 Ano Alternativa 2 Nordeste Seco Nordeste Úmido Alternativa 3 Nordeste Seco Nordeste Úmido Alternativa 1 Nordeste Seco Nordeste Úmido EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 75 163 Plano de Obras e Estimativa de Custos Tabela 165 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 1 Tabela 166 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 2 Tabela 167 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 3 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 13992117 13992117 1242884 7764156 LT 230 kV POÇÕES III ITAPEBI C1 Nova 13992117 13992117 1242884 7764156 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 190 km 2024 1910 10 59233 11313503 11313503 1004949 6277806 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Poções III 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Itapebi 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 MIM 230 kV Poções III 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIM 230 kV Itapebi 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA Itapebi 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 MIGA Poções III 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 16894534 16894534 1500698 9374693 LT 230 kV POÇÕES III EUNÁPOLIS C1 Nova 16894534 16894534 1500698 9374693 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 240 km 2024 240 10 59233 14215920 14215920 1262764 7888343 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Eunápolis 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Poções III 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Eunápolis 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Eunápolis 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Poções III 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 MIM 230 kV Poções III 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIM 230 kV Eunápolis 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA Eunápolis 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 MIGA Poções III 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 15887573 15887573 1411252 8815935 LT 230 kV FUNIL ITAPEBI C3 Nova 15887573 15887573 1411252 8815935 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 223 km 2024 223 10 59233 13208959 13208959 1173318 7329586 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Funil 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Funil 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф Itapebi 2024 10 10 418455 418455 418455 37170 232199 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 Funil 2024 10 10 159028 159028 159028 14126 88244 MIM 230 kV Funil 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIM 230 kV Itapebi 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA Itapebi 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 MIGA Funil 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 76 Tabela 168 Plano de obras e estimativa de custos da Alternativa 4 Tabela 169 Obras comuns Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 42112871 42112871 3740778 23368222 LT 500 kV POÇÕES III ITAPEBI II C1 Nova 29204850 29204850 2594192 16205626 Circuito Simples 500 kV 4 x 954 MCM RAIL 190 km 2024 1910 10 115508 22062028 22062028 1959713 12242109 Reator de Linha Fixo 500 kV 31R x 50 Mvar 1Ф Itapebi 2024 40 10 567827 2271308 2271308 201754 1260337 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 500 kV Arranjo DJM Itapebi 2024 10 10 213082 213082 213082 18928 118238 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM Itapebi 2024 10 10 969713 969713 969713 86137 538089 EL Entrada de Linha 500 kV Arranjo DJM Itapebi 2024 10 10 1049515 1049515 1049515 93226 582371 MIM 500 kV Itapebi 2024 10 10 207515 207515 207515 18433 115149 EL Entrada de Linha 500 kV Arranjo DJM Poções III 2024 10 10 1049515 1049515 1049515 93226 582371 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM Poções III 2024 10 10 969713 969713 969713 86137 538089 MIM 500 kV Poções III 2024 10 10 207515 207515 207515 18433 115149 MIGA Poções III 2024 10 10 204946 204946 204946 18205 113724 LT 230 kV ITAPEBI II ITAPEBI C1 Nova 1341066 1341066 119123 744151 Circuito Simples 230 kV 2 x 954 MCM RAIL 1 km 2024 10 10 83074 83074 83074 7379 46097 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi II 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 Itapebi 2024 10 10 496169 496169 496169 44073 275322 MIM 230 kV Itapebi II 2024 10 10 37889 37889 37889 3366 21024 MIM 230 kV Itapebi 2024 10 10 37889 37889 37889 3366 21024 MIGA Itapebi 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 SE 500230 kV ITAPEBI II Nova 11566955 11566955 1027463 6418446 1 ATF 500230 kV 31R x 150 MVA 1Ф 2024 40 10 1239814 4959256 4959256 440518 2751866 CT Conexão de Transformador 500 kV Arranjo DJM 2024 10 10 924964 924964 924964 82162 513258 CT Conexão de Transformador 230 kV Arranjo BD4 2024 10 10 350427 350427 350427 31128 194450 1 Reator de Barra 500 kV 31R x 333 Mvar 1Ф 2024 40 10 495307 1981228 1981228 175987 1099374 EL Entrada de Linha 500 kV Arranjo DJM 10 000 000 000 000 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 10 000 000 000 000 CRB Conexão de Reator de Barra 500 kV Arranjo DJM 2024 10 10 863623 863623 863623 76713 479220 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM 2024 10 10 969713 969713 969713 86137 538089 IB Interligação de Barras 500 kV Arranjo DJM 10 000 000 000 000 MIG Terreno Rural 2024 10 10 1272340 1272340 1272340 113019 706015 MIM 500 kV 2024 10 10 207515 207515 207515 18433 115149 MIM 230 kV 2024 10 10 37889 37889 37889 3366 21024 Descrição Terminal Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 Custo Unitário x Fator Custo Total VP Parcela Anual RN 3417773 3417773 303592 1896505 SECC LT 230 kV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE ITABUNA III Nova 3417773 3417773 303592 1896505 Circuito Duplo 230 kV 1 x 636 MCM GROSBEAK 25 km 2024 280 10 77135 2159780 2159780 191848 1198451 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 2024 20 10 496169 992338 992338 88147 550643 MIM 230 kV 2024 10 10 75779 75779 75779 6731 42049 MIGA 2024 10 10 189876 189876 189876 16866 105361 Descrição Ano Qtde Fator Custo da Alternativa R x 1000 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 77 164 Fichas PET Sistema Interligado da Região NORDESTE EMPREENDIMENTO UF BA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 NOVA DATA DE NECESSIDADE DATA DE TENDÊNCIA JAN2024 JUSTIFICATIVA ATENDIMENTO ÀS CARGAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Obras e Investimentos Previstos R x 1000 Circuito Simples 230 kV 2 x 795 MCM TERN 191 km 11313503 1 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 496169 1 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 496169 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф 418455 Reator de Linha Fixo 230 kV 1 x 10 Mvar 3Ф 418455 1 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 159028 1 CRL Conexão de Reator de Linha Fixo 230 kV Arranjo BD4 159028 MIM 230 kV 75779 MIM 230 kV 75779 MIGA 189876 MIGA 189876 TOTAL DE INVESTIMENTOS PREVISTOS 13992117 SITUAÇÃO ATUAL OBSERVAÇÕES A OBRA DEVE SER IMPLANTADA NO PRAZO MAIS CURTO POSSÍVEL POIS SUBSTITUIRÁ A LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C3 NÃO CONSTRUÍDA PELA CHESF DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 1 CUSTOS MODULARES DA ANEEL JUNHO DE 2017 2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 78 Sistema Interligado da Região NORDESTE EMPREENDIMENTO UF BA SECC LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C2 NA SE ITABUNA III AMPLIAÇÃOADEQUAÇÃO DATA DE NECESSIDADE JAN2024 DATA DE TENDÊNCIA JAN2024 JUSTIFICATIVA ATENDIMENTO ÀS CARGAS DO EXTREMO SUL DA BAHIA Obras e Investimentos Previstos R x 1000 Circuito Duplo 230 kV 1 x 636 MCM GROSBEAK 28 km 2159780 2 EL Entrada de Linha 230 kV Arranjo BD4 992338 MIM 230 kV 75779 MIGA 189876 TOTAL DE INVESTIMENTOS PREVISTOS 3417773 SITUAÇÃO ATUAL OBSERVAÇÕES DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 1 CUSTOS MODULARES DA ANEEL JUNHO DE 2017 2 EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia EPEDEERE0712018rev0 Estudo de Atendimento ao Extremo Sul da Bahia MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA 79 165 Tabelas de Comparação R1 x R2 Tabela 1610 Tabela de Comparação R1 x R2 ref LT 230 kV Poções III Itapebi C1 ANÁLISE CRÍTICA DO RELATÓRIO R2 Empreendimento LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Característica da Instalação Recomendações R1 Considerações R2 Justificativas em Caso de Alterações no R2 Comprimento do circuito km 191 Condutor utilizado tipo e número por fase 2x795 MCM Capacidade operativa de longa duração MVA 650 Capacidade operativa de curta duração MVA 860 Resistência de sequência positiva 60 Hz Ωkm 00409 Reatância 60 Hz Ωkm 03415 Susceptância 60 Hz nFkm 127586 Cenário utilizado no cálculo do equivalente de rede Casos extremos carga pesada e leve Fluxo máximo na linha considerado no estudo MVA 197 OBSERVAÇÕES NOTA TÉCNICA DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 Setembro 2018 MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso double sided GOVERNO FEDERAL MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA MMESPE Ministério de Minas e Energia Ministro Wellington Moreira Franco Secretário Executivo Márcio Félix Carvalho Bezerra Secretário de Planejamento e Desenvolvimento Energético Eduardo Azevedo Rodrigues Secretário de Energia Elétrica Fábio Lopes Alves Secretário de Petróleo Gás Natural e Combustíveis Renováveis João Vicente de Carvalho Vieira Secretário de Geologia Mineração e Transformação Mineral Vicente Humberto Lôbo Cruz NOTA TÉCNICA DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 Empresa pública vinculada ao Ministério de Minas e Energia instituída nos termos da Lei n 10847 de 15 de março de 2004 a EPE tem por finalidade prestar serviços na área de estudos e pesquisas destinadas a subsidiar o planejamento do setor energético tais como energia elétrica petróleo e gás natural e seus derivados carvão mineral fontes energéticas renováveis e eficiência energética dentre outras Presidente Reive Barros dos Santos Diretor de Estudos EconômicoEnergéticos e Ambientais Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Diretor de Estudos de Energia Elétrica Amilcar Gonçalves Guerreiro Diretoria de Estudos de Petróleo Gás e Biocombustíveis José Mauro Ferreira Coelho Diretor de Gestão Corporativa Álvaro Henrique Matias Pereira URL httpwwwepegovbr Sede Esplanada dos Ministérios Bloco U Ministério de Minas e Energia Sala 744 7º andar 70065900 Brasília DF Escritório Central Av Rio Branco nº 01 11º Andar 20090003 Rio de Janeiro RJ Coordenação Geral Thiago Vasconcellos Barral Ferreira Coordenação Executiva Elisângela Medeiros de Almeida Equipe Técnica Bernardo Regis Guimarães de Oliveira Kátia Gisele Matosinho Luciana Álvares da Silva NT DEA 02118 Data 12 de setembro de 2018 Esta página foi intencionalmente deixada em branco para o adequado alinhamento de páginas na impressão com a opção frente e verso double sided Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 5 Ministério de Minas e Energia SUMÁRIO SIGLÁRIO 6 1 INTRODUÇÃO 7 2 PROCEDIMENTOS ADOTADOS 9 21 DELIMITAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES E DOS CORREDORES PARA AS LINHAS DE TRANSMISSÃO PLANEJADAS 9 22 BASE DE DADOS UTILIZADA 10 3 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL 11 31 LOCALIZAÇÃO DAS SUBESTAÇÕES E DO PONTO DE SECCIONAMENTO 11 32 CORREDOR DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 11 33 CORREDOR DO SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE ITABUNA III 20 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 25 APÊNDICE A TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 29 APÊNDICE B TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DO SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE 230 KV ITABUNA III 32 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 6 Ministério de Minas e Energia SIGLÁRIO Aneel Agência Nacional de Energia Elétrica ANM Agência Nacional de Mineração APA Área de Proteção Ambiental APCB Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade Cecav Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas Chesf Companhia Hidro Elétrica do São Francisco CPRM Serviço Geológico do Brasil C1 1º Circuito C2 2º Circuito C3 3º Circuito DUP Declaração de Utilidade Pública ECI Estudo do Componente Indígena Eletrobras Centrais Elétricas Brasileiras SA Embrapa Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária EPE Empresa de Pesquisa Energética FCP Fundação Cultural Palmares Funai Fundação Nacional do Índio IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade Incra Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária Iphan Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional kV Quilovolt LT Linha de Transmissão MMA Ministério do Meio Ambiente PA Projeto de Assentamento PPG7 Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil RBMA Reserva da Biosfera da Mata Atlântica R1 Estudos de Viabilidade TécnicoEconômica e Socioambiental R3 Relatório de Definição do Traçado e Caracterização Socioambiental SE Subestação SIG Sistema de Informações Geográficas TI Terra Indígena UC Unidade de Conservação UHE Usina Hidrelétrica Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 7 Ministério de Minas e Energia 1 INTRODUÇÃO A presente nota técnica constitui a análise socioambiental integrante do Estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia realizado pela Empresa de Pesquisa Energética EPE para solucionar problemas de sobrecarga no sistema de transmissão da região em decorrência do atraso na implantação da LT 230 kV Funil Itapebi C3 licitada no Leilão 0052006 e cujo contrato de concessão encontrase em processo de caducidade na Aneel A análise socioambiental ora apresentada considera as duas linhas de transmissão LT recomendadas para atendimento à carga regional em 2024 ano de referência para entrada em operação das LTs a saber LT 230 kV Poções III Itapebi C1 com extensão de 191 km Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III com extensão de 28 km Essas LTs situamse no estado da Bahia nas mesorregiões do Centro Sul e do Sul Baiano na porção territorial apresentada na Figura 1 no bioma Mata Atlântica sendo que imediatamente ao norte da subestação Poções III há zona de transição com o bioma Caatinga Destacase a presença de áreas ambientalmente sensíveis tais como remanescentes de vegetação da Mata Atlântica e proximidade das futuras LTs com áreas urbanas principalmente em Poções e Itabuna e com a Área de Proteção Ambiental da Serra do Ouro em Iguaí Tendo em vista que toda a área está inserida no polígono de aplicação da Lei nº 1142806 conhecida como Lei da Mata Atlântica regulamentada pelo Decreto nº 666008 é importante uma análise mais detalhada nas etapas posteriores de planejamento considerandose tanto os aspectos socioambientais quanto os aspectos construtivos das linhas de transmissão planejadas a fim de propor um traçado mais adequado às peculiaridades da região A Figura 1 a seguir apresenta traçado esquemático das duas linhas de transmissão e localização do ponto de seccionamento referencial e das subestações existentes com destaque para os principais aspectos socioambientais na região Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 8 Ministério de Minas e Energia Fonte Cecav 2018 Digital Globe imagens de 2012 2014 e 2015 EPE 2018 Funai 2018 IBGE 2009 Incra 2018a Iphan 2018b MMA 2018 Figura 1 Localização esquemática da linha de transmissão e do ponto de seccionamento planejados Na primeira parte desta Nota Técnica são apresentados os procedimentos adotados na análise socioambiental item 2 na sequência a localização das subestações e do ponto de seccionamento e as análises socioambientais dos corredores propostos para a LT 230 kV Poções III Itapebi C1 e o Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III com as suas respectivas conclusões e recomendações para a fase de elaboração do Relatório R3 item 3 e ao final as Referências Bibliográficas item 4 e os Apêndices tabelas de comparação da diretriz de traçado do Relatório R3 com o corredor e recomendações apresentados no Relatório R1 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 9 Ministério de Minas e Energia 2 PROCEDIMENTOS ADOTADOS 21 Delimitação das subestações e dos corredores para as linhas de transmissão planejadas Inicialmente com o auxílio de imagens do Google Earth Pro e de ferramentas de Sistema de Informações Geográficas SIG foram localizadas as subestações e as linhas de transmissão existentes que compõem a alternativa de transmissão selecionada bem como levantado o ponto para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Na sequência utilizandose as bases cartográficas dos temas mais relevantes do ponto de vista socioambiental foram delineados traçados de referência entre as subestações Poções III e Itapebi e entre o ponto de seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 e a SE 230 kV Itabuna III A partir desses traçados por meio do software ArcGIS 1051 acrescentouse uma faixa de 5 km para cada lado resultando em corredores com 10 km de largura Ao delimitar os corredores procurouse desviálos quando possível das áreas mais relevantes na região de estudo tais como terra indígena TI unidade de conservação UC caverna e assentamento rural PA Ao mesmo tempo buscouse proximidade com rodovias e vias de acesso para evitar a supressão de remanescente de Mata Atlântica A descrição de cada corredor é apresentada na sequência de seu percurso apontandose os principais aspectos socioambientais Visando complementar a descrição são apresentadas as figuras de infraestrutura do corredor com os principais núcleos urbanos e a malha viária e das áreas de interesse socioambiental que engloba TI UC cavernas sítios arqueológicos áreas prioritárias para conservação da biodiversidade APCB e assentamento rural Ao final da descrição dos corredores são apresentadas as conclusões e as principais recomendações para definição das respectivas diretrizes quando da elaboração do Relatório R3 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 10 Ministério de Minas e Energia 22 Base de Dados Utilizada Para a delimitação dos corredores das linhas de transmissão planejadas e para elaboração das figuras e tabelas foram consultadas eou utilizadas as seguintes bases de dados Áreas Prioritárias para a Conservação Uso Sustentável e Repartição de Benefícios da Biodiversidade Brasileira MMA 2007a Banco de Dados do Sistema de Gerenciamento do Patrimônio Arqueológico Iphan 2018a Base Cartográfica Integrada do Brasil ao Milionésimo Digital incluindo hidrografia divisão territorial e sistema viário IBGE 2009 Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas Cecav 2018 Comunidades Remanescentes de Quilombos FCP 2018 Corredor Central da Mata Atlântica MMA 2009 Mapa de Cobertura Vegetal dos Biomas Brasileiros MMA 2007b Mapa de Geodiversidade Estadual CPRM 2010 Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil na escala 12500000 Cecav 2012 Processos Minerários ANM 2018 Projetos de Assentamento Incra 2018a Reserva Particular do Patrimônio Natural ICMBio 2018a Sítios Arqueológicos Georreferenciados Iphan 2018b Terras Indígenas Funai 2018 Territórios Quilombolas Incra 2018b Traçado georreferenciado de linhas de transmissão e subestações existentes e planejadas EPE 2018 Unidades de Conservação Federais e Estaduais MMA 2018 Eletrobras 2011 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 11 Ministério de Minas e Energia 3 ANÁLISE SOCIOAMBIENTAL A análise socioambiental apresenta a localização das subestações e do ponto de seccionamento planejado e a descrição dos principais aspectos dos corredores propostos para a LT 230 kV Poções III Itapebi C1 e para o Seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III 31 Localização das subestações e do ponto de seccionamento A alternativa de transmissão selecionada envolve quatro subestações sendo duas existentes e duas planejadas ambas licitadas e um ponto de seccionamento cujas coordenadas são apresentadas na Tabela 1 Tabela 1 Localização das subestações e do ponto de seccionamento Subestação Status Coordenadas Município Estado Latitude Longitude Itabuna III 230 kV Planejada1 14494353S 39160725O Itabuna BA Itapebi 230138 kV Existente 15581003S 39350474O Itapebi Funil 230138 kV Existente 14135777S 39274388O Ubaitaba Poções III 500230 kV Planejada2 14305532S 40230595O Poções Seccionamento Planejado3 14563032S 39290155O Itapé 1 As coordenadas da subestação referemse ao local proposto no Relatório R3 NeoenergiaPowerconsult 2016 2 As coordenadas da subestação referemse ao local proposto na DUP 3 Ponto sugerido para o seccionamento o qual deverá ser definido no Relatório R3 32 Corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 O corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 com 10 km de largura e eixo de aproximadamente 191 km de extensão atravessa as mesorregiões do CentroSul e Sul Baiano no estado da Bahia Figura 2 As principais inflexões no corredor foram para buscar proximidade com vias de acesso para evitar eou minimizar a supressão de remanescentes de Mata Atlântica e manter a distância mínima de 5 km da TI CaramuruParaguassu A linha de transmissão será constituída de um circuito simples de 230 kV Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 12 Ministério de Minas e Energia Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 IBGE 2009 e 2016 Figura 2 Infraestrutura e municípios no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 A partir da SE 500230 kV Poções III subestação planejada para ser instalada ao lado da rodovia BA 640 no limite com a área urbana de Poções BA o corredor segue inicialmente no sentido sudeste paralelo ao segundo circuito da LT 500 kV Poções III Padre Paraíso 2 licitado cruza a rodovia BA 116 e o rio das Furnas Figura 3 Em seguida deflete à esquerda cruza o rio das Mulheres e a rodovia BA643 A partir daí deflete à direita e acompanha paralelamente as rodovias BA262 e BA 645 por todo o município de Nova Canaã Em Poções o corredor engloba a área urbana o aeródromo o açude municipal e um fragmento de vegetação da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica Entre Nova Canaã e Iguaí abrange parte da área urbana de Nova Canaã e da APA da Serra do Ouro A APA Serra do Ouro criada pelo Decreto Estadual Nº 10194 de 27 de dezembro de 2006 possui remanescentes de Floresta Estacional Semidecidual de extrema importância ecológica bem como cachoeiras cascatas vales e serras de relevante beleza cênica Inema 2006 Entre Poções e Nova Canaã o corredor atravessa área de transição entre os biomas Caatinga e Mata Atlântica com predominância de remanescentes de Savana Estépica ao norte de Poções e Floresta Ombrófila Densa entre Poções e Nova Canaã entremeados com áreas de pastagem eucalipto e café Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 13 Ministério de Minas e Energia Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 Google Earth Pro 2018 imagem de 2017 Incra 2018a MMA 2018 Figura 3 Trecho inicial do corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Após passar entre a divisa dos municípios de Caatiba Itambé e Itororó o corredor segue paralelo à rodovia BA070 e ao ribeirão das Palmeiras no município de Itapetinga até o rio Pardo Figura 4 Nesse trecho o corredor engloba a área urbana de Itororó e o aeródromo da Fazenda Antônio Andrade Em Itapetinga o corredor tangencia as serras Couro DAnta e Palmeirão SEI 2017 Segundo o Plano Diretor de Itapetinga PMI 2012 essas serras estão inseridas na Macrozona 3 classificada como de Preservação Ambiental com proposta para criação de APA O uso do solo nesse trecho é predominantemente para pastagem e agricultura com remanescentes de Floresta Ombrófila Densa entre Caatiba e Itambé e Floresta Estacional Decidual em Itororó e Itapetinga nas serras Couro DAnta e Palmeirão Após cruzar o rio Pardo na divisa dos municípios de Itapetinga Itarantim e Potiraguá o corredor faz ligeira inclinação à esquerda para desviar das serras da Soneira Juazeiro e Mandarim SEI 2017 de forma a manter a distância mínima de 5 km da TI CaramuruParaguassu conforme definido no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 Essa distância é considerada como referência para a realização de estudo específico sobre a comunidade indígena em questão que inclui diagnóstico avaliação de impactos medidas e programas Estudo do Componente Indígena ECI Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 14 Ministério de Minas e Energia Fonte Cecav 2018 EPE 2018 Funai 2018 Google Earth Pro 2018 imagem de 2015 Incra 2018a MMA 2018 Figura 4 Trecho final do corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Em seguida o corredor segue em paralelo à rodovia BA663 até o cruzamento com a rodovia BA274 Logo após deflete à direita engloba a serra das Guaribas atravessa o rio Jequitinhonha e parte do reservatório da UHE Itapebi e segue rumo à SE 230138 kV Itapebi Entre Potiraguá e Itapebi o corredor engloba as áreas urbanas desses municípios mas com possibilidade da LT planejada desviar O corredor atravessa áreas com uso predominantemente voltado para pecuária entremeado com remanescentes de Floresta Ombrófila Densa em Itarantim nas serras da Soneira Juazeiro e Mandarim e Itapebi na serra das Guaribas e Floresta Estacional Semidecidual Destacase também a presença de plantio de cacau e áreas de silvicultura eucalipto em Itapebi No monitoramento da cobertura vegetal no Extremo Sul da Bahia Veracel 2016 que incluiu alguns municípios do trecho final do corredor Itarantim Potiraguá e Itapebi a pastagem e a agricultura são as classes predominantes Destacamse também áreas com reflorestamento nos municípios de Poções Planalto Nova Canaã Itapetinga e Itapebi FBDS 2013 O corredor está inserido no Planalto dos Geraizinhos entre Poções e Planalto passando pelo Piemonte Oriental do Planalto de Vitória da Conquista em Caatiba e Nova Canaã e Depressão de ItabunaItapetinga entre Itapetinga e Itapebi SEI 2016b As unidades de relevo predominantes são formadas por chapadas e platôs em Poções morros e serras baixas em Nova Canaã e Itapebi domínio montanhoso entre Nova Canaã e Itapetinga e em Itarantim associado às serras Couro DAnta da Soneira Juazeiro e Mandarim e Superfícies Aplainadas Degradadas entre Itapetinga e Itapebi CPRM 2010 Em Poções a altitude média varia de 750 a 1000 m em Nova Canaã de 400 a 800 e entre Itapetinga e Itapebi 200 a 400 m Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 15 Ministério de Minas e Energia Segundo a base de dados de processos minerários ANM 2018 ao longo do corredor existem 215 processos registrados sendo que a maioria está em fase de autorização de pesquisa para extração principalmente de minério de ferro granito mármore e cálcio Figura 5 Destacamse também processos em fases mais avançadas de requerimento de lavra para extração de granito Fonte IBGE 2016 ANM 2018 Figura 5 Processos minerários no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 O corredor atravessa 11 municípios no estado da Bahia e engloba as cidades de Itapebi Itororó Nova Canaã Poções e Potiraguá Figura 2 e Tabela 2 Tendo em vista que a SE 500230 kV Poções III será construída ao lado da cidade de Poções a LT deverá contornála para seguir em direção à SE Itapebi mantendo inevitavelmente certa proximidade com o perímetro urbano Nas demais cidades há possibilidades da LT desviar com folga O apoio rodoviário ao longo do corredor é feito principalmente pelas rodovias BR116 BA262 BA633 BA645 e BA670 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 16 Ministério de Minas e Energia Tabela 2 Municípios atravessados pelo corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 UF Mesorregião Microrregião Município BA Centro Sul Baiano Itapetinga Itambé Itapetinga Itarantim Itororó Potiraguá Vitória da Conquista Caatiba Iguaí Nova Canaã Planalto Poções Sul Baiano Ilhéus Itabuna Itapebi Áreas com restrição legal e Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade De acordo com a base de dados consultada não há registro de terra indígena terra quilombola assentamento do Incra e caverna na área do corredor Figura 6 No entanto entre os municípios de Nova Canaã e Iguaí o corredor abrange parte da APA da Serra do Ouro Decreto Estadual no 101942006 mas há espaço para a LT planejada desviar dessa unidade de conservação Fonte Cecav 2018 Funai 2018 IBGE 2016 ICMBio 2018 Incra 2018a Iphan 2018b MMA 2007a 2009 e 2018 RBMA 2008 Figura 6 Áreas de interesse socioambiental no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 17 Ministério de Minas e Energia Em consulta ao banco de dados de unidades de conservação por município no estado da Bahia SEI 2016a verificouse o registro da APA Itapebi e da RPPN Fazenda Itacira ambas localizadas no município de Itapebi Tabela 3 Devido à ausência de dados georreferenciados da área dessas duas UCs não foi possível representálas no mapa de Áreas de Interesse Socioambiental Tabela 3 Unidades de conservação no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Nome Grupo Categoria Jurisdição APA da Serra do Ouro Sustentável Área de Proteção Ambiental Estadual APA Itapebi Municipal RPPN Fazenda Itacira Reserva Particular do Patrimônio Natural Municipal Nos municípios de Caatiba Itambé Itororó Planalto e Poções há registro de comunidades quilombolas que podem estar sobrepostas pelo corredor conforme a base de dados de Comunidades Remanescentes de Quilombos da Fundação Palmares FCP 2018 Tendo em vista que essas comunidades estão localizadas por munícipio não foi possível representálas no mapa de Áreas de Interesse Socioambiental Segundo o Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil Cecav 2012 a maioria dos municípios atravessados pelo corredor estão em áreas classificadas como de baixa ocorrência de cavidades subterrâneas exceto o município de Potiraguá em que o corredor atravessa um trecho classificado com potencial muito alto O corredor estudado atravessa nove APCBs sem possibilidades do traçado da futura LT desviar na maioria dessas áreas Na base de dados consultada as ações prioritárias associadas a essas APCBs são principalmente para a criação de unidades de conservação e estabelecimento de mosaicocorredor Figura 6 e Tabela 4 Tabela 4 APCBs no corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 Nome Importância Ação Prioritária Bacia CachoeiraSantana Muito Alta MosaicoCorredor Borda do Planalto de conquista MosaicoCorredor Borda leste da Serra da Oricana Recuperação Mascote Cria UC Categoria indefinida PauBrasilfolhadelaranja MosaicoCorredor Várzeas do Jequitinhonha Cria UC Categoria indefinida Jequitinhonha Extremamente Alta MosaicoCorredor Serra dos Barbados Cria UC Categoria indefinida Itarantim Insuficientemente conhecida Cria UC Proteção Integral Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 18 Ministério de Minas e Energia Com exceção do município de Poções o corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 atravessa o Corredor Central da Mata Atlântica implementado pelo MMA no âmbito do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil PPG7 que se estende por todo o estado do Espírito Santo e na porção sul da Bahia com a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem MMA 2009 e 2015 Vale destacar que no município de Poções o corredor engloba remanescente de vegetação classificado como Reserva da Biosfera da Mata Atlântica1 RBMA 2008 Segundo a base de sítios arqueológicos georreferenciados Iphan 2018b na área do corredor não consta nenhum sítio registrado No entanto no município de Itapetinga há registro do sítio arqueológico Ponte2 com cadastro no Iphan que pode estar localizado dentro da área do corredor Em Itapebi de acordo com o estudo sobre o Patrimônio Arqueológico da Bahia SEI 2011 há registro dos sítios arqueológicos Minas Nova Ocorrência Limoeiro e Candial Conclusão e Recomendações para o Relatório R3 da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 O corredor da LT 230 kV Poções III Itapebi C1 apresenta sensibilidades socioambientais principalmente pela proximidade com área urbana terra indígena e travessia em remanescentes de Mata Atlântica A seguir são apresentadas as principais recomendações para a definição da diretriz da linha de transmissão planejada quando da elaboração do Relatório R3 Evitar interferência na Área de Proteção Ambiental da Serra do Ouro Verificar a localização exata da Área de Proteção Ambiental Itapebi e da Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Itacira ambas no município de Itapebi para evitar interferência da linha de transmissão planejada Manter a distância mínima de 5 km da Terra Indígena CaramuruParaguassu conforme definido no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 Consultar a Fundação Palmares para averiguar a localização das comunidades quilombolas nos municípios de Caatiba Itambé Itororó Planalto e Poções que podem estar sobrepostas pelo corredor Verificar a ocorrência de cavernas não cadastradas em Potiraguá tendo em vista que nesse município o corredor atravessa áreas classificadas com potencial muito alto para a ocorrência de cavidades subterrâneas 1 Reserva da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres eou reconhecidos pelo programa MabUnesco como importantes para nível mundial para a conservação da biodiversidade e o desenvolvimento sustentável e que devem servir como áreas prioritárias para a experimentação e demonstração dessas práticas RBMA 2008 2 Devido à ausência de informações sobre a localização dos sítios arqueológicos cadastrados pelo Iphan esses não foram indicados no mapa de Áreas de Interesse Socioambiental Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 19 Ministério de Minas e Energia Entrar em contato com o Iphan para obter a localização exata dos sítios arqueológicos cadastrados nos municípios de Itapetinga e Itapebi que podem estar dentro da área do corredor para que a diretriz da linha de transmissão planejada não tenha qualquer interferência nesses sítios Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a maioria apresenta ação prioritária para a criação de unidades de conservação e estabelecimento de mosaicocorredor Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem Evitar interferência nas serras Couro DAnta e Palmeirão no município de Itapetinga tendo em vista que no Plano Diretor municipal essas serras estão classificadas como de preservação ambiental com proposta para criação de Área de Proteção Ambiental Atentar para a travessia em áreas de relevante beleza cênica e em áreas utilizadas para turismo e lazer Evitar sobreposição com as áreas dos processos minerários abrangidos pelo corredor e desviar daqueles que se encontram em estágio mais avançado Não incidir a diretriz do traçado nas proximidades das sedes municipais de Itapebi Itororó Nova Canaã e Potiraguá Especial atenção deve ser dada à definição da diretriz de traçado na saída da SE Poções III e no contorno da cidade de Poções para evitar incidir em áreas eventualmente previstas para futura expansão da cidade Atentar para a presença dos aeródromos em Poções e Itororó Fazenda Antônio Andrade cujos cones de aproximação deverão ser observados ao se definir a diretriz da linha de transmissão Considerar o arranjo planejado da SE Poções III de forma a compatibilizar a diretriz com o espaço reservado para a conexão da LT planejada Atentar para os possíveis cruzamentos com as linhas de transmissão existentes e planejadas na SE 500230 kV Poções III Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 20 Ministério de Minas e Energia 33 Corredor do seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE Itabuna III O corredor do seccionamento em loop da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III com 10 km de largura e eixo de aproximadamente 28 km de extensão atravessa a mesorregião do Sul Baiano no estado da Bahia Figura 7 Tendo em vista que o seccionamento do primeiro circuito da LT 230 kV Funil Itapebi na SE 230 kV Itabuna III licitado passa entre a área urbana de Itabuna e o PA Conjunto Alemita foi delineado outro corredor de forma a possibilitar a passagem do novo seccionamento O seccionamento em loop será constituído de um circuito simples de 230 kV Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 IBGE 2009 e 2016 Figura 7 Infraestrutura e municípios no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III A partir do ponto sugerido para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 situado no município de Itapé BA o corredor segue no sentido leste atravessa o rio Piabanha até o entroncamento com a rodovia BA663 Figura 8 Nesse trecho o corredor engloba parte da barragem do rio Colônia e do PA Etevaldo Barreto Pelé a rodovia BA120 o rio Cachoeira o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III licitado a área urbana de Itapé e a Vila de Itamaracá O uso do solo é predominantemente para pecuária pastagem com remanescentes de Mata Atlântica das fitofisionomias Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 21 Ministério de Minas e Energia Fonte Embrapa 2017 EPE 2018 Funai 2018 Google Earth Pro 2018 imagem de 2017 Incra 2018a MMA 2018 Figura 8 Detalhe do corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Na divisa dos municípios de Itapé e Itabuna o corredor cruza o gasoduto Cacimbas Catu faz ligeira inflexão à esquerda de forma a desviar da serra da Piabanha cruza o ribeirão Grande e a rodovia BR 101 e segue no sentido nordeste rumo à SE 230 kV Itabuna III Nesse trecho o corredor engloba o PA Conjunto Alemita o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III licitado o rio Cachoeira parte da cidade de Itabuna e o aeródromo Tendo em vista que a expansão do perímetro urbano de Itabuna ocorre ao longo do rio Cachoeira e no sentido oeste Rodrigues 2011 provavelmente não haverá espaço para o seccionamento do primeiro circuito da LT 230 kV Funil Itapebi seguir em paralelo ao seccionamento do segundo circuito dessa LT que já foi licitado O uso do solo predominante nesse trecho é voltado para a agricultura SEMABA 2018 no sistema de produção de agrossilvicultura conhecido como cacaucabruca com plantio de cacau sob os remanescentes de Mata Atlântica O corredor está inserido na Depressão de Itabuna Itapetinga SEI 2016b As unidades de relevo predominantes são formadas por superfícies aplainadas degradadas colinas amplas e suaves domínio montanhoso e colinas dissecadas e morros baixos CPRM 2010 A altitude média no corredor varia de 70 a 200 m com trechos chegando a 500 m associados à serra da Piabanha localizada na divisa dos municípios de Itabuna e Buerarema Segundo a base de dados de processos minerários ANM 2018 ao longo do corredor existem 32 processos registrados sendo que a maioria está em fase de autorização de pesquisa para extração principalmente de granito e areia Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 22 Ministério de Minas e Energia O corredor atravessa cinco municípios no estado da Bahia e engloba as sedes municipais de Itapé e Itabuna Figura 7 e Tabela 5 Vale destacar a proximidade da SE 230 kV Itabuna III com a cidade de Itabuna O apoio rodoviário ao longo do corredor é feito principalmente pelas rodovias BR101 BA 120 BA415 e BA663 Tabela 5 Municípios atravessados pelo corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III UF Mesorregião Microrregião Município BA Sul Baiano Ilhéus Itabuna Buerarema Ibicaraí Ilhéus Itabuna Itapé Áreas com restrição legal e Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade De acordo com a base de dados consultada não há registro de terra indígena unidade de conservação sítio arqueológico e caverna na área do corredor Figura 9 Conforme a base de dados de Comunidades Remanescentes de Quilombos da Fundação Palmares FCP 2018 não foi identificada nenhuma comunidade quilombola nos municípios atravessados pelo corredor No entanto segundo Menezes 2016 há registro de uma área remanescente de quilombo localizada na vila de Itamaracá na divisa dos municípios de Itabuna e Itapé Em Buerarema o corredor passa a mais de 10 km da TI Tupinambá de Olivença distância mínima definida no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 como referência para a realização de estudo específico sobre a comunidade indígena que inclui diagnóstico avaliação de impactos medidas e programas Estudo do Componente Indígena ECI No município de Itabuna fora do corredor estudado está em consulta pública a criação da RPPN Papa Mel ICMBio 2018b Os municípios atravessados pelo corredor segundo o Mapa de Potencialidade de Ocorrência de Cavernas no Brasil Cecav 2012 estão em áreas classificadas como de baixa ocorrência de cavidades subterrâneas O corredor estudado atravessa a APCB Bacia Cachoeira Santana sem possibilidades do traçado da futura LT desviar e abrange uma estreita faixa da APCB Itaju do Colônia Segundo a base consultada as ações prioritárias associadas a essas APCBs são para o estabelecimento de mosaicocorredor Figura 9 e Tabela 6 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 23 Ministério de Minas e Energia Fonte Funai 2018 IBGE 2016 ICMBio 2018 Incra 2018a Iphan 2018b MMA 2007a 2009 e 2018 Figura 9 Áreas de interesse socioambiental no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Tabela 6 APCBs no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Nome Importância Ação Prioritária Bacia Cachoeira Santana Muito Alta MosaicoCorredor Itaju do Colônia Extremamente Alta Segundo a base de dados do Incra 2018a o corredor engloba o PA Conjunto Alemita em Itabuna e parte do PA Etevaldo Barreto Pelé em Ibicaraí mas há espaço para evitar possíveis interferências da LT planejada nesses PAs Figura 9 e Tabela 7 Tabela 7 Projetos de assentamento no corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Projeto de Assentamento Município Estado Conjunto Alemita Itabuna BA Etevaldo Barreto Pelé Ibicaraí Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 24 Ministério de Minas e Energia O Corredor do Seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III atravessa o Corredor Central da Mata Atlântica implementado pelo MMA no âmbito do Programa Piloto para a Proteção das Florestas Tropicais do Brasil PPG7 que se estende por todo o estado do Espírito Santo e na porção sul da Bahia com a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem MMA 2009 e 2015 Conclusão e Recomendações para o Relatório R3 do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III O corredor do seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III apresenta sensibilidades socioambientais principalmente pela proximidade com a área urbana de Itabuna e travessia em remanescentes de Mata Atlântica A seguir são apresentadas as principais recomendações para definição da diretriz do seccionamento da linha de transmissão planejada Evitar interferência nos PAs Etevaldo Barreto Pelé e Conjunto Alemita Consultar a Fundação Palmares para verificar a existência de comunidade quilombola no município de Itabuna tendo em vista que há registro de remanescente de quilombo localizado na Vila de Itamaracá Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a ação prioritária é para estabelecimento de mosaicocorredor Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem Atentar para a presença de áreas objeto de processos minerários no corredor e desviar daquelas com processo em estágio mais avançado Verificar o melhor ponto de passagem da linha de transmissão planejada tendo em vista que o corredor engloba as cidades de Itapé e Itabuna Atentar para o cruzamento com o gasoduto Cacimbas Catu na divisa dos municípios de Itapé e Itabuna Atentar para a presença do aeródromo em Itabuna cujo cone de aproximação deverá ser observado ao se definir a diretriz da linha de transmissão Verificar o melhor ponto para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 25 Ministério de Minas e Energia 4 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ANM Agência Nacional de Mineração 2018 Processos Minerários arquivos vetoriais Disponível em httpwwwanmgovbrassuntosaomineradorsigmine Acesso em junho de 2018 Brasil Ministério da Defesa Departamento de Controle do Espaço Aéreo 2018 Dispõe sobre as restrições aos objetos projetados no espaço aéreo que possam afetar adversamente a segurança ou a regularidade das operações aéreas e dá outras providências Portaria n 957GC3 de 09072015 contendo as alterações de dispositivos de tabelas e das figuras do Anexo I aprovadas pela Portaria n 1168GC3 de 7 de agosto de 2018 Disponível em httpservicosdeceagovbrstaticagaarquivosac88a9d2be8648c2a983a0b458ae927epdf Acesso em agosto de 2018 Cecav Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas 2012 Mapa de potencialidade de ocorrência de cavernas no Brasil na escala 12500000 Disponível em httpwwwicmbiogovbrcecavprojetoseatividadespotencialidadedeocorrenciade cavernashtml Acesso em fevereiro de 2012 Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Cavernas 2018 Cadastro Nacional de Informações Espeleológicas CANIE Disponível em httpwwwicmbiogovbrcecavcaniehtml Acesso em julho de 2018 CPRM Serviço Geológico Brasileiro 2010 Mapas de Geodiversidade Estaduais Disponível em httpwwwcprmgovbrpubliqueGestaoTerritorialGeodiversidadeMapasdeGeodiversidade Estaduais1339html Acesso em fevereiro de 2018 Eletrobras Centrais Elétricas Brasileiras 2011 Mapoteca de Unidades de Conservação DEEGEGA Rio de Janeiro versão fevereiro de 2011 Embrapa Empresa 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março2016 Disponível em httpwwwibioorgbrPrograma20de20Monitoramento20da20Cobertura20Vegetal20no 20Extremo20Sul20da20Bahia20160316RelatorioMar2016IBIOLEECECONAMFIv06 ultimaauditoriapdf Acesso em agosto de 2018 Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 29 Ministério de Minas e Energia APÊNDICE A TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DA LT 230 KV POÇÕES III ITAPEBI C1 LT 230 kV POÇÕES III ITAPEBI C1 Tabela 1 Comparação da diretriz da LT Relatório R3 com o proposto no Relatório R1 Responsável pelo preenchimento Contato do Responsável Data Comparação da diretriz da linha de transmissão R3 com o corredor estudado no R1 Extensão do eixo do corredor R1 191 km Extensão da diretriz da LT R3 Variação da extensão e principal ais motivos A diretriz está inteiramente inserida no corredor No caso de não inserção da diretriz do R3 no corredor do R1 informar os motivos 1 Anexar o mapa contendo o corredor estudado no Relatório R1 e a diretriz proposta no Relatório R3 e os principais fatores socioambientais que influenciaram a diretriz 2 Encaminhar arquivo digital da diretriz definida no R3 formato KML e shapefile Pontos notáveis verificados no R3 não identificados no R1 Recomendações do R1 e atendimento no R3 Recomendações do R1 Foi atendida a recomendação Se não justificar 1 Evitar interferência na Área de Proteção Ambiental da Serra do Ouro 2 Verificar a localização exata da Área de Proteção Ambiental Itapebi e da Reserva Particular do Patrimônio Natural Fazenda Itacira ambas no município de Itapebi para evitar interferência da linha de transmissão planejada 3 Manter a distância mínima de 5 km da Terra Indígena CaramuruParaguassu conforme definido no Anexo I da Portaria Interministerial n60 de 24032015 4 Consultar a Fundação Palmares para averiguar a localização das comunidades quilombolas nos municípios de Caatiba Itambé Itororó Planalto e Poções que podem estar sobrepostas pelo corredor 5 Verificar a ocorrência de cavernas não cadastradas em Potiraguá tendo em vista que nesse município o corredor atravessa áreas classificadas com potencial muito alto para a ocorrência de cavidades subterrâneas Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 30 Ministério de Minas e Energia 6 Entrar em contato com o Iphan para obter a localização exata dos sítios arqueológicos cadastrados nos municípios de Itapetinga e Itapebi que podem estar dentro da área do corredor para que a diretriz da linha de transmissão planejada não tenha qualquer interferência nesses sítios 7 Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a maioria apresenta ação prioritária para a criação de unidades de conservação e estabelecimento de mosaicocorredor 8 Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa Floresta Estacional Semidecidual e Floresta Estacional Decidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem 9 Evitar interferência nas serras Couro DAnta e Palmeirão no município de Itapetinga tendo em vista que no Plano Diretor municipal essas serras estão classificadas como de preservação ambiental com proposta para criação de Área de Proteção Ambiental 10 Atentar para a travessia em áreas de relevante beleza cênica e em áreas utilizadas para turismo e lazer 11 Evitar sobreposição com as áreas dos processos minerários abrangidos pelo corredor e desviar daqueles que se encontram em estágio mais avançado 12 Não incidir a diretriz do traçado nas proximidades das sedes municipais de Itapebi Itororó Nova Canaã e Potiraguá 13 Especial atenção deve ser dada à definição da diretriz de traçado na saída da SE Poções III e no contorno da cidade de Poções para evitar incidir em áreas eventualmente previstas para futura expansão da cidade 14 Atentar para a presença dos aeródromos em Poções e Itororó Fazenda Antônio Andrade cujos cones de aproximação deverão ser observados ao se definir a diretriz da linha de transmissão Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 31 Ministério de Minas e Energia 15 Considerar o arranjo planejado da SE Poções III de forma a compatibilizar a diretriz com o espaço reservado para a conexão da LT planejada 16 Atentar para os possíveis cruzamentos com as linhas de transmissão existentes e planejadas na SE 500230 kV Poções III Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 32 Ministério de Minas e Energia APÊNDICE B TABELA DE COMPARAÇÃO DA DIRETRIZ DO SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 KV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE 230 KV ITABUNA III SECCIONAMENTO EM LOOP DA LT 230 kV FUNIL ITAPEBI C1 NA SE 230 kV ITABUNA III Tabela 1 Comparação da diretriz da LT Relatório R3 com o proposto no Relatório R1 Responsável pelo preenchimento Contato do Responsável Data Comparação da diretriz da linha de transmissão R3 com o corredor estudado no R1 Extensão do eixo do corredor R1 28 km Extensão da diretriz da LT R3 Variação da extensão e principal ais motivos A diretriz está inteiramente inserida no corredor No caso de não inserção da diretriz do R3 no corredor do R1 informar os motivos 1 Anexar o mapa contendo o corredor estudado no Relatório R1 e a diretriz proposta no Relatório R3 e os principais fatores socioambientais que influenciaram a diretriz 2 Encaminhar arquivo digital da diretriz definida no R3 formato KML e shapefile Pontos notáveis verificados no R3 não identificados no R1 Recomendações do R1 e atendimento no R3 Recomendações do R1 Foi atendida a recomendação Se não justificar 1 Evitar interferência nos PAs Etevaldo Barreto Pelé e Conjunto Alemita 2 Consultar a Fundação Palmares para verificar a existência de comunidade quilombola no município de Itabuna tendo em vista que há registro de remanescente de quilombo localizado na Vila de Itamaracá 3 Atentar para a presença de APCBs no corredor tendo em vista que a ação prioritária é para estabelecimento de mosaicocorredor 4 Evitar interferência em vegetação nativa principalmente em remanescentes de Mata Atlântica tendo em vista que o corredor atravessa polígonos de Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual conforme disposto na Lei da Mata Atlântica Lei nº 1142806 e Decreto nº 666008 e também o Corredor Central da Mata Atlântica que possui a função de proteger os remanescentes florestais significativos recuperar a cobertura florestal e conectar a paisagem Nota Técnica DEA 02118 Análise socioambiental do estudo para atendimento ao Extremo Sul da Bahia Relatório R1 33 Ministério de Minas e Energia 5 Atentar para a presença de áreas objeto de processos minerários no corredor e desviar daquelas com processo em estágio mais avançado 6 Verificar o melhor ponto de passagem da linha de transmissão planejada tendo em vista que o corredor engloba as cidades de Itapé e Itabuna 7 Atentar para o cruzamento com o gasoduto Cacimbas Catu na divisa dos municípios de Itapé e Itabuna 8 Atentar para a presença do aeródromo em Itabuna cujo cone de aproximação deverá ser observado ao se definir a diretriz da linha de transmissão 9 Verificar o melhor ponto para o seccionamento da LT 230 kV Funil Itapebi C1 na SE 230 kV Itabuna III

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