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IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO CONCLUSÕES Alteração da composição da superfície no processo industrial O Sistema ácido Pêla no pós ataque durante inspeção final do produto A contenção nas formas de carbonato é devido à sua presença confirmada por meio do mapeamento de elementos A microrresistência e a rugosidade causada principalmente pela irrupção da granulometria reduzindo a frequência da irradiação para fazer rugosa a superfície Utilização de espanadura para controle e qualidade para tentar diminuir a concentração das áreas distribuídas nas regiões avançadas da superfície sendo a utilidade observada na região da superfície A relevância do tempo para controle das áreas nas camadas de centrado e foi mostrado por meio de observação realizada em três peças de secagem obtidas similaridades ao exemplo IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO SECCIONAL Arredondamento da superfície em concentração mais alta ANVISA tem MO padrão de nódulos no implantado de pinos agonial pinos agonial O Sistema único de Saúde SUS utilizado em Búco tem como responsabilidade de manutenção e peculiaridade das características industriais A ANVISA disponibiliza de autorização em casos processuais de seleção IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES ÔBUCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR CONCLUSÕES A fratura das paletas do último estágio da turbina é suportada em uso dos 66 Focos e pés de paletas para desgaste e corrosão Metais de coleção a fim da melhora do concentrados de fósforo promovendo de atuações nas temperaturas elevadas Atividades a vapor melhoradas porque por causa mais da temperatura da oxidação entre o aço Nelcoloy dos quais a perda ocorre por uma aproximação ou soldadas etc A dimensionamento da combinação facilitado pelo R2B pela a microfissura causada por adesão da ductilidade e identificação de fáis podendo ocorrer mais com óxidos por reação com passar o CO2 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Paula Souza Faculdade de Tecnologia Fatec CURSO CST Manutenção Industrial Análise de Falhas RELATÓRIO DE ANÁLISE DE FALHAS Professor RM Morteal Data Disciplina Turma Manhã Nota Alunoa Semestre Avaliação Oficial P2 Escolha dois casos e responda os questionários abaixo 1 Que tipo de falha ocorreu 2 Onde foi que aconteceu ou aconteceu 3 Quando gradual ou súbito 4 Qual a extensão do problema 5 Quais os tipos de desgaste 6 Seu caso sofreu de corrosão 7 Como obteve a causa visível 8 Qual foi o modo da falha 9 Orientar a análisediagnóstico da fratura esmagamento deterioração tração torção fatiga flexão etc 10 Ocorrência normal de propagação 11Há manchas de incrustações 12 Há evidencias de corrosão 13 Há quebra das áreas 14 O que a peça erra em contato com seu par no conjunto mecânico 15 Há evidencias de empenamento 16 A que condições térmicas a peça foi submetida são térmicas que a peça sofreu recristalização e desgaste mecanico 17 Existe evidências de pouca lubrificação ou lubrificante 18 Qual o percentual de deformação plastica 19 Existem evidencias de que tenha havido abuso no uso do equipamento Disciplina Análises de Falhas Professor Rafael Maia Alunoa RM Semestre Turno Manhã Data Avaliação Oficial P2 Nota Escolha dois casos e responda os questionários abaixo 1 Que tipo de falha ocorreu 2 Onde quando e como ela aconteceu 3 Qual é a gravidade do problema 4 O que é característico da falha 5 Quais são os tipos de desgaste 6 Como se classifica a corrosão 7 Qual foi o modo de fratura 8 A origem da fratura está visível 9 Qual a relação entre a direção de propagação da fratura e a direção esperada normal de propagação 10 Quantos pontos de início de fratura existem 11 No caso de um metal ou liga forjada existem descontinuidades tais como inclusões dobras juntas soldadas etc 12 Há evidências de corrosão 13 A aplicação das tensões foi unidirecional ou alternada 14 De que forma a peça entra em contato com seu par no conjunto mecânico 15 Que reações podem ter ocorrido com a peça durante sua história 16 A que condições térmicas a peça foi submetida 17 Existem evidências de que o equipamento tenha sido operado em condições acima de sua capacidade 18 Tanto no que diz respeito à velocidade de operação quanto à carga máxima suportada 19 Existem evidências de que tenha havido abuso no uso do equipamento CASO 1 TREM DE POUSO DA FOKKER 100 Caso referese à investigação da fratura da aba de fixação do cilindro externo do trem de pouso principal de aeronave Fokker F100 ocorrida em 1999 Os detalhes deste acidente não foram fornecidos pela companhia aérea nem encontrados no sítio da ANAC Vc acha que tem o direito a acessar estas informações antes de escolher a aeronave do seu voo TREM DE POUSO DA FOKKER 100 TREM DE POUSO DA FOKKER 100 TREM DE POUSO DA FOKKER 100 CONCLUSÕES TREM DE POUSO DA FOKKER 100 CONCLUSÕES TREM DE POUSO DA FOKKER 100 SETORIAL CASO 2 IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO O valor da tensão crítica de fratura com presença de pretrinca foi obtido através da MFLE que relaciona o tamanho crítico da trinca a com os valores de tenacidade à fratura do material KIC e de tensão crítica de fratura σf Equação I No caso de presença pretrinca de corrosão de 13 mm em furo de raio de 3 cm valor de a efeito 313 cm o valor estimado da tensão crítica de fratura é de 40 MPa para KIC 13 MPa m12 Este valor está bem abaixo da tensão de projeto para fratura por sobrecarga 140 MPa A falha do trem de pouso não deveria ser atribuída ao piloto Existe informação de acidentes nos EUA e como decorrência novas diretrizes da END da Messier e Fokker O que foi feito com o documento de análise da falha produzido no Brasil Análises de falha de placa málaevel para fixação óssea na região bucomaxilar Placa foi cedida pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo após a cirurgia de revisão Nenhuma informação foi disponibilizada para a investigação do caso tipo de fratura óssea data de operação data da recuperação e documentação radiográfica Esta falha não foi notificada à ANVISA Como os implantes são certificados para comercialização no país IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO CONCLUSÕES IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO SETORIAL IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO SETORIAL Ainda não existem no país mecanismos de notificação compulsória de falhas de implantes ortopédicos para a agência reguladora Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Há um bom trabalho de tradução das normas técnicas para implantes da ISO e realizado pelo Comitê Brasileiro OdontoMédicoHospitalar CB26 da ABNT mas o uso dessas normas em relações comerciais ainda é ruim apesar de fundamental para a melhora da qualidade dos implantes metálicos comercializados no país A certificação de implantes ortopédicos com comercialização no país pela ANVISA tem ocorrido mesmo sem a realização de ensaios de conformidade de produtos prevista pelas normas da ABNT O Sistema Único de Saúde SUS do Ministério da Saúde que compra mais de 80 dos implantes cirúrgicos metálicos comercializados no Brasil tem a responsabilidade de disseminar a adoção das normas da ABNT na descrição técnica dos implantes em seus processos de licitação CASO 3 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR Foi investigada a falha de palhetas de turbina a vapor de termelétrica para o Instituto de Resseguros do Brasil IRB O instalação crítica era do tipo ciclo combinado com potência total de 345 MW contendo 3 turbinas a gás da General Eletric com potência de 80 MW e uma turbina a vapor da Fuji Japan com potência de 120 MW A turbina a vapor operava normalmente até a ruptura simultânea de 17 palhetas sendo 16 palhetas em posições adjacentes do seu último estágio composto por um total de 65 palhetas forjadas aço inoxidável martensítico 12CrNiMoV INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR Palhetas de turbina a vapor Fig Aperto axial de duas palhetas fracturadas não axial lado de barra presa revelando mesma deformação plástica e perda de material na parte superior das palhetas INTERCORR 2018 Palhetas de turbina a vapor Fig Fuga macrofotográfica longitudinal da fatia plana de comprimento de 84 mm com marcas de pausa região do borda de fuga da palheta esquerda indicando o crescimento cirúrgico da trinca 10cm INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR Fig Fuga macroestrutural da região com micro nicroainda superficial Corte paralelo ao eixo principal da palheta a parte da borda de fuga lado da barra presa Detalhe da superfície da palheta mostrando mesma deformação plástica da martensita associada a ação do moviamento do corte da esquerda para a direita causada pela alçaço externo das partículas exógenas de ferro 50 μm INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR CONCLUSÕES A fratura das palhetas do último estágio da turbina a vapor após um ano de uso foi promovido por mecanismo de corrosão por partículas exógenas de ferro junto ao bordo de fuga da face de baixa pressão das palhetas próximos da raiz A corrosão da palheta promoveu a formação de concentradores de tensão promovendo a nucleação de trincas de fadiga A turbina a vapor investigada operou por pouco mais de um ano antes da ruptura das palhetas sugerindo que a ruptura das palhetas ocorreu por falhas operacionais na usina de ciclo combinado INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR CONCLUSÕES As turbinas de vapor do ciclo combinado operam em regime de carga parcial promovendo a ingestão de material particulado e a corrosão nos bordos de fuga inferiores do lado de baixa pressão das palhetas do último estágio inversão de direção de fluxo do fluido na saída da turbina Informações de Controladoria Geral da União indicam que o IRB pagou a termelétrica em 2006 a quantia de quase meio milhão de reais devido ao sinistro na turbina a vapor As termelétricas já são responsáveis por 25 da matriz de eletricidade do país produzindo energia mais cara e com maior pegada de CO2 INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 Fig a Destaque da face da falha da torre esquerda com as partículas presas Fig b Detalhe das partículas de ferro no bordo da falha da torre da esquerda Fig c Imagem geral dos três filamentos de ferro na falha da torre esquerda TREIN DE FUGA DO FORKER 100 Fig a Foto da região do rompimento com três áreas distintas zona de flutuação filamentosa zona de cavitação e zona de fratura dúctil Fig b Detalhe da região do rompimento da torneira esquerda com suas regiões características filamentos cavitação riscos de fratura dúctil TREIN DE FUGA DO FORKER 100 Caso triste e interessante da turbina alvo do estudo do caso FORKER Caso referese à investigação da falha da torre até a base da última palheta fig 4ª Falha ocorreu em regime de forte carga parcial O foco concentrase na identificação das falhas Chegou a citarse que em artigo a oferta estas informações antes que escrevesse a arrancada do seu trabalho INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 INTERCORR 2018 Na região do rompimento foi observada a presença de filamentos muito longos de ferro muito parecidos com os filamentos descritos do caso do forker A existência destes filamentos revela forte influência do mecanismo elástico A ruptura da falha foi por fadiga como evidenciado pelas zonas claras e escuras fig TREIN DE FUGA DO FORKER CONCLUSÕES A corrosão localizada na região da fadiga da amostra foi favorecida pela concentração localizada de material particulado de ferro ferido que se aproveitava a superfície livre do fio Animais da tora eliminam os fios que passam a ser pontos críticos de nucleação da corrosão figuras 3a 3e Qualidade falha que favorece os níveis de fatia ferida do próprio material ao ambiente figura TREIN DE FUGA DO FORKER CONCLUSÕES O processo de fadiga é acelerado pelo conjunto dos quatro mecanismos o da fragilização região do início da falha o da ação das partículas e a concentração superficial e o da fratura por fadiga lenta A intensidade dos danos associados aos processos de fadiga presentes foi aumentando progressivamente no tempo por desequilibrar os níveis dos estados de stress local INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 SETORIAL Caso 2 IMPLANTE SUBCRAMÁVEL DE TITÂNIO PURO Poluição de ferro por presença de fragmentações de termelétrica e da fração principal da falha Na falha da palheta do FORKER 100 detectada na Universidade Federal de Medicina da Universidade de São Paulo evidenciou a influência das manchas para as corrosões de seus picos de fibras dúcteis Esta falha tem uma média de gravidade acima da ANVISA Como importadas se mantém doutor para comercialização no país TREIN DE FUGA DO FORKER 100 SETORIAL Espaço 1 O foco fica nos mecanismos locais sede esta falha na falha do forker 100 voz das ruas e os índices nacionais para avaliação e inscrições a b e c mantém o índice do ferren ab Na caso da presença recorrente do cobre b 13 um cobre de alô carbono ferro e uma seguir com o chumbo e ferro nesta altura de 4080 mantendo a suas relações de déficits junto a ferro Este estudo faz um grande uso desta falha para a passagem da comunicação A falha foi de corrosão centrado com degradação nível para a falha O cugo fica em corrosão centrado do ferron Estudo de Caso Bucomaxilar de titânio puro 1 Uma falha por fadiga associada à corrosão intergranular 2 Ocorreu de forma repentina havendo 13 pontos de ruptura e deixandoo uma superfície de fratura em V 3 A gravidade ocasionou a falha do implante e poderia ter ocasionado ferimentos ao seu portador 4 Uma superfície lisa macroscopicamente e microscopicamente é perceptível a corrosão nos contornos de grão metálicos 5 Desgaste por atrito com alimentos da boca e por corrosão caso a superfície protetora seja comprometida 6 Corrosão localizada intergranular 7 Fratura frágil por fadiga 8 É possível observar o entalhe em V formando um ângulo de 75 com o eixo principal da placa 9 Microscopicamente foi possível observar que houve um trincamento secundário com estrias de diferentes direções não sendo exatamente a direção esperada de propagação 10Há um ponto de início de fratura que é exatamente na ponta do entalhe 11Houve a presença de precipitados de fase rica em ferro o que é de acordo com a especificação técnica e favoreceu a falha 12Sim de corrosão intergranular como é visto em micrografia 13Houve instabilidade mecânica do implante ocasionando esforços cíclicos 14Os componentes são unidos por parafusos de fixação 15Corrosão por ação do ambiente bucal com saliva e alimentos corrosivos que podem ter agido no material com proteção comprometida 16Por vezes os alimentos ingeridos podem estar sob temperaturas maiores mas em condições normais estaria na temperatura corporal que é baixa 17Sim por problemas na fixação do componente há regiões onde houve sobrecarga 18A carga máxima foi ultrapassada em algumas regiões por ação das tensões cíclicas decorrentes da instabilidade mecânica 19Não apenas falha na estrutura do material e na fixação correta do componente Estudo de Caso Paletas de Turbina a Vapor 1 Falha por fadiga favorecida por erosão da superfície das palhetas 2 A falha ocorreu nas palhetas da turbina começando da superfície e se propagando para o interior das mesmas 3 É de alta gravidade já que ocasiona parada abrupta de um equipamento de alto custo e de alta responsabilidade já que usinas fornecem energia elétrica de maneira contínua 4 Trincas superficiais marcadas por severa erosão e que penetram no interior do componente 5 Erosão por atrito com partículas de ferro que ocasiona devido à elevada velocidade de rotação das pás e às condições extremas de temperatura 6 Corrosão localizada em regiões arbitrárias que foram alvo da erosão 7 Fratura frágil com crescimento estável da trinca até certo ponto a partir daí fratura frágil 8 São visíveis tanto os pontos de erosão como a região de início e crescimento da trinca no bordo de fuga da palheta 9 As direções de propagação da trinca coincidem com a direção do eixo principal da palheta 10Cada palheta teve uma quantidade de pontos de erosão diferente e cada ponto favoreceu a falha por fadiga 11Não houve nenhuma descontinuidade relacionada que favoreceu a falha 12Há evidências de erosão que pode ter sido proporcionada por corrosão ou não 13Unidirecional já que as palhetas sofrem a mesma solicitação constantemente 14As palhetas formam um único componente entre si e são unidas ao eixo rotativo 15Contato com a umidade do vapor de água combinado com elevadas temperaturas 16Temperaturas elevadas devido ao contado com vapor 17Não 18As turbinas operam em regime de carga parcial e a falha se deu por outras causas operacionais 19Há evidências de falha operacional não se sabe até que ponto houve abuso

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em três peças de secagem obtidas similaridades ao exemplo IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO SECCIONAL Arredondamento da superfície em concentração mais alta ANVISA tem MO padrão de nódulos no implantado de pinos agonial pinos agonial O Sistema único de Saúde SUS utilizado em Búco tem como responsabilidade de manutenção e peculiaridade das características industriais A ANVISA disponibiliza de autorização em casos processuais de seleção IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BÚCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO IMPLANTES ÔBUCOMAXILARES DE TITÂNIO PURO PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR PALETAS DE TURBINA A VAPOR CONCLUSÕES A fratura das paletas do último estágio da turbina é suportada em uso dos 66 Focos e pés de paletas para desgaste e corrosão Metais de coleção a fim da melhora do concentrados de fósforo promovendo de atuações nas temperaturas elevadas Atividades a vapor melhoradas porque por causa mais da temperatura da oxidação entre o aço Nelcoloy dos quais a perda ocorre por uma aproximação ou soldadas etc A dimensionamento da combinação facilitado pelo R2B pela a microfissura causada por adesão da ductilidade e identificação de fáis podendo ocorrer mais com óxidos por reação com passar o CO2 GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO Paula Souza Faculdade de Tecnologia Fatec CURSO CST Manutenção Industrial Análise de Falhas RELATÓRIO DE ANÁLISE DE FALHAS Professor RM Morteal Data Disciplina Turma Manhã Nota Alunoa Semestre Avaliação Oficial P2 Escolha dois casos e responda os questionários abaixo 1 Que tipo de falha ocorreu 2 Onde foi que aconteceu ou aconteceu 3 Quando gradual ou súbito 4 Qual a extensão do problema 5 Quais os tipos de desgaste 6 Seu caso sofreu de corrosão 7 Como obteve a causa visível 8 Qual foi o modo da falha 9 Orientar a análisediagnóstico da fratura esmagamento deterioração tração torção fatiga flexão etc 10 Ocorrência normal de propagação 11Há manchas de incrustações 12 Há evidencias de corrosão 13 Há quebra das áreas 14 O que a peça erra em contato com seu par no conjunto mecânico 15 Há evidencias de empenamento 16 A que condições térmicas a peça foi submetida são térmicas que a peça sofreu recristalização e desgaste mecanico 17 Existe evidências de pouca lubrificação ou lubrificante 18 Qual o percentual de deformação plastica 19 Existem evidencias de que tenha havido abuso no uso do equipamento Disciplina Análises de Falhas Professor Rafael Maia Alunoa RM Semestre Turno Manhã Data Avaliação Oficial P2 Nota Escolha dois casos e responda os questionários abaixo 1 Que tipo de falha ocorreu 2 Onde quando e como ela aconteceu 3 Qual é a gravidade do problema 4 O que é característico da falha 5 Quais são os tipos de desgaste 6 Como se classifica a corrosão 7 Qual foi o modo de fratura 8 A origem da fratura está visível 9 Qual a relação entre a direção de propagação da fratura e a direção esperada normal de propagação 10 Quantos pontos de início de fratura existem 11 No caso de um metal ou liga forjada existem descontinuidades tais como inclusões dobras juntas soldadas etc 12 Há evidências de corrosão 13 A aplicação das tensões foi unidirecional ou alternada 14 De que forma a peça entra em contato com seu par no conjunto mecânico 15 Que reações podem ter ocorrido com a peça durante sua história 16 A que condições térmicas a peça foi submetida 17 Existem evidências de que o equipamento tenha sido operado em condições acima de sua capacidade 18 Tanto no que diz respeito à velocidade de operação quanto à carga máxima suportada 19 Existem evidências de que tenha havido abuso no uso do equipamento CASO 1 TREM DE POUSO DA FOKKER 100 Caso referese à investigação da fratura da aba de fixação do cilindro externo do trem de pouso principal de aeronave Fokker F100 ocorrida em 1999 Os detalhes deste acidente não foram fornecidos pela companhia aérea nem encontrados no sítio da ANAC Vc acha que tem o direito a acessar estas informações antes de escolher a aeronave do seu voo TREM DE POUSO DA FOKKER 100 TREM DE POUSO DA FOKKER 100 TREM DE POUSO DA FOKKER 100 CONCLUSÕES TREM DE POUSO DA FOKKER 100 CONCLUSÕES TREM DE POUSO DA FOKKER 100 SETORIAL CASO 2 IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO O valor da tensão crítica de fratura com presença de pretrinca foi obtido através da MFLE que relaciona o tamanho crítico da trinca a com os valores de tenacidade à fratura do material KIC e de tensão crítica de fratura σf Equação I No caso de presença pretrinca de corrosão de 13 mm em furo de raio de 3 cm valor de a efeito 313 cm o valor estimado da tensão crítica de fratura é de 40 MPa para KIC 13 MPa m12 Este valor está bem abaixo da tensão de projeto para fratura por sobrecarga 140 MPa A falha do trem de pouso não deveria ser atribuída ao piloto Existe informação de acidentes nos EUA e como decorrência novas diretrizes da END da Messier e Fokker O que foi feito com o documento de análise da falha produzido no Brasil Análises de falha de placa málaevel para fixação óssea na região bucomaxilar Placa foi cedida pelo Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo após a cirurgia de revisão Nenhuma informação foi disponibilizada para a investigação do caso tipo de fratura óssea data de operação data da recuperação e documentação radiográfica Esta falha não foi notificada à ANVISA Como os implantes são certificados para comercialização no país IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO CONCLUSÕES IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO SETORIAL IMPLANTES BUCOMAXILAR DE TITÂNIO PURO SETORIAL Ainda não existem no país mecanismos de notificação compulsória de falhas de implantes ortopédicos para a agência reguladora Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA Há um bom trabalho de tradução das normas técnicas para implantes da ISO e realizado pelo Comitê Brasileiro OdontoMédicoHospitalar CB26 da ABNT mas o uso dessas normas em relações comerciais ainda é ruim apesar de fundamental para a melhora da qualidade dos implantes metálicos comercializados no país A certificação de implantes ortopédicos com comercialização no país pela ANVISA tem ocorrido mesmo sem a realização de ensaios de conformidade de produtos prevista pelas normas da ABNT O Sistema Único de Saúde SUS do Ministério da Saúde que compra mais de 80 dos implantes cirúrgicos metálicos comercializados no Brasil tem a responsabilidade de disseminar a adoção das normas da ABNT na descrição técnica dos implantes em seus processos de licitação CASO 3 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR Foi investigada a falha de palhetas de turbina a vapor de termelétrica para o Instituto de Resseguros do Brasil IRB O instalação crítica era do tipo ciclo combinado com potência total de 345 MW contendo 3 turbinas a gás da General Eletric com potência de 80 MW e uma turbina a vapor da Fuji Japan com potência de 120 MW A turbina a vapor operava normalmente até a ruptura simultânea de 17 palhetas sendo 16 palhetas em posições adjacentes do seu último estágio composto por um total de 65 palhetas forjadas aço inoxidável martensítico 12CrNiMoV INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR Palhetas de turbina a vapor Fig Aperto axial de duas palhetas fracturadas não axial lado de barra presa revelando mesma deformação plástica e perda de material na parte superior das palhetas INTERCORR 2018 Palhetas de turbina a vapor Fig Fuga macrofotográfica longitudinal da fatia plana de comprimento de 84 mm com marcas de pausa região do borda de fuga da palheta esquerda indicando o crescimento cirúrgico da trinca 10cm INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR Fig Fuga macroestrutural da região com micro nicroainda superficial Corte paralelo ao eixo principal da palheta a parte da borda de fuga lado da barra presa Detalhe da superfície da palheta mostrando mesma deformação plástica da martensita associada a ação do moviamento do corte da esquerda para a direita causada pela alçaço externo das partículas exógenas de ferro 50 μm INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR CONCLUSÕES A fratura das palhetas do último estágio da turbina a vapor após um ano de uso foi promovido por mecanismo de corrosão por partículas exógenas de ferro junto ao bordo de fuga da face de baixa pressão das palhetas próximos da raiz A corrosão da palheta promoveu a formação de concentradores de tensão promovendo a nucleação de trincas de fadiga A turbina a vapor investigada operou por pouco mais de um ano antes da ruptura das palhetas sugerindo que a ruptura das palhetas ocorreu por falhas operacionais na usina de ciclo combinado INTERCORR 2018 PALHETAS DE TURBINA A VAPOR CONCLUSÕES As turbinas de vapor do ciclo combinado operam em regime de carga parcial promovendo a ingestão de material particulado e a corrosão nos bordos de fuga inferiores do lado de baixa pressão das palhetas do último estágio inversão de direção de fluxo do fluido na saída da turbina Informações de Controladoria Geral da União indicam que o IRB pagou a termelétrica em 2006 a quantia de quase meio milhão de reais devido ao sinistro na turbina a vapor As termelétricas já são responsáveis por 25 da matriz de eletricidade do país produzindo energia mais cara e com maior pegada de CO2 INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 Fig a Destaque da face da falha da torre esquerda com as partículas presas Fig b Detalhe das partículas de ferro no bordo da falha da torre da esquerda Fig c Imagem geral dos três filamentos de ferro na falha da torre esquerda TREIN DE FUGA DO FORKER 100 Fig a Foto da região do rompimento com três áreas distintas zona de flutuação filamentosa zona de cavitação e zona de fratura dúctil Fig b Detalhe da região do rompimento da torneira esquerda com suas regiões características filamentos cavitação riscos de fratura dúctil TREIN DE FUGA DO FORKER 100 Caso triste e interessante da turbina alvo do estudo do caso FORKER Caso referese à investigação da falha da torre até a base da última palheta fig 4ª Falha ocorreu em regime de forte carga parcial O foco concentrase na identificação das falhas Chegou a citarse que em artigo a oferta estas informações antes que escrevesse a arrancada do seu trabalho INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 INTERCORR 2018 Na região do rompimento foi observada a presença de filamentos muito longos de ferro muito parecidos com os filamentos descritos do caso do forker A existência destes filamentos revela forte influência do mecanismo elástico A ruptura da falha foi por fadiga como evidenciado pelas zonas claras e escuras fig TREIN DE FUGA DO FORKER CONCLUSÕES A corrosão localizada na região da fadiga da amostra foi favorecida pela concentração localizada de material particulado de ferro ferido que se aproveitava a superfície livre do fio Animais da tora eliminam os fios que passam a ser pontos críticos de nucleação da corrosão figuras 3a 3e Qualidade falha que favorece os níveis de fatia ferida do próprio material ao ambiente figura TREIN DE FUGA DO FORKER CONCLUSÕES O processo de fadiga é acelerado pelo conjunto dos quatro mecanismos o da fragilização região do início da falha o da ação das partículas e a concentração superficial e o da fratura por fadiga lenta A intensidade dos danos associados aos processos de fadiga presentes foi aumentando progressivamente no tempo por desequilibrar os níveis dos estados de stress local INTERCORR 2018 TREIN DE FUGA DO FORKER 100 SETORIAL Caso 2 IMPLANTE SUBCRAMÁVEL DE TITÂNIO PURO Poluição de ferro por presença de fragmentações de termelétrica e da fração principal da falha Na falha da palheta do FORKER 100 detectada na Universidade Federal de Medicina da Universidade de São Paulo evidenciou a influência das manchas para as corrosões de seus picos de fibras dúcteis Esta falha tem uma média de gravidade acima da ANVISA Como importadas se mantém doutor para comercialização no país TREIN DE FUGA DO FORKER 100 SETORIAL Espaço 1 O foco fica nos mecanismos locais sede esta falha na falha do forker 100 voz das ruas e os índices nacionais para avaliação e inscrições a b e c mantém o índice do ferren ab Na caso da presença recorrente do cobre b 13 um cobre de alô carbono ferro e uma seguir com o chumbo e ferro nesta altura de 4080 mantendo a suas relações de déficits junto a ferro Este estudo faz um grande uso desta falha para a passagem da comunicação A falha foi de corrosão centrado com degradação nível para a falha O cugo fica em corrosão centrado do ferron Estudo de Caso Bucomaxilar de titânio puro 1 Uma falha por fadiga associada à corrosão intergranular 2 Ocorreu de forma repentina havendo 13 pontos de ruptura e deixandoo uma superfície de fratura em V 3 A gravidade ocasionou a falha do implante e poderia ter ocasionado ferimentos ao seu portador 4 Uma superfície lisa macroscopicamente e microscopicamente é perceptível a corrosão nos contornos de grão metálicos 5 Desgaste por atrito com alimentos da boca e por corrosão caso a superfície protetora seja comprometida 6 Corrosão localizada intergranular 7 Fratura frágil por fadiga 8 É possível observar o entalhe em V formando um ângulo de 75 com o eixo principal da placa 9 Microscopicamente foi possível observar que houve um trincamento secundário com estrias de diferentes direções não sendo exatamente a direção esperada de propagação 10Há um ponto de início de fratura que é exatamente na ponta do entalhe 11Houve a presença de precipitados de fase rica em ferro o que é de acordo com a especificação técnica e favoreceu a falha 12Sim de corrosão intergranular como é visto em micrografia 13Houve instabilidade mecânica do implante ocasionando esforços cíclicos 14Os componentes são unidos por parafusos de fixação 15Corrosão por ação do ambiente bucal com saliva e alimentos corrosivos que podem ter agido no material com proteção comprometida 16Por vezes os alimentos ingeridos podem estar sob temperaturas maiores mas em condições normais estaria na temperatura corporal que é baixa 17Sim por problemas na fixação do componente há regiões onde houve sobrecarga 18A carga máxima foi ultrapassada em algumas regiões por ação das tensões cíclicas decorrentes da instabilidade mecânica 19Não apenas falha na estrutura do material e na fixação correta do componente Estudo de Caso Paletas de Turbina a Vapor 1 Falha por fadiga favorecida por erosão da superfície das palhetas 2 A falha ocorreu nas palhetas da turbina começando da superfície e se propagando para o interior das mesmas 3 É de alta gravidade já que ocasiona parada abrupta de um equipamento de alto custo e de alta responsabilidade já que usinas fornecem energia elétrica de maneira contínua 4 Trincas superficiais marcadas por severa erosão e que penetram no interior do componente 5 Erosão por atrito com partículas de ferro que ocasiona devido à elevada velocidade de rotação das pás e às condições extremas de temperatura 6 Corrosão localizada em regiões arbitrárias que foram alvo da erosão 7 Fratura frágil com crescimento estável da trinca até certo ponto a partir daí fratura frágil 8 São visíveis tanto os pontos de erosão como a região de início e crescimento da trinca no bordo de fuga da palheta 9 As direções de propagação da trinca coincidem com a direção do eixo principal da palheta 10Cada palheta teve uma quantidade de pontos de erosão diferente e cada ponto favoreceu a falha por fadiga 11Não houve nenhuma descontinuidade relacionada que favoreceu a falha 12Há evidências de erosão que pode ter sido proporcionada por corrosão ou não 13Unidirecional já que as palhetas sofrem a mesma solicitação constantemente 14As palhetas formam um único componente entre si e são unidas ao eixo rotativo 15Contato com a umidade do vapor de água combinado com elevadas temperaturas 16Temperaturas elevadas devido ao contado com vapor 17Não 18As turbinas operam em regime de carga parcial e a falha se deu por outras causas operacionais 19Há evidências de falha operacional não se sabe até que ponto houve abuso

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