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Fisiologia Vegetal

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AGRONOMIA FINOM TECIDO VASCULAR FLOEMA André Duarte Conexões citoplasmáticas Placa crivada Elementos de tubo crivado Célula companheira Células parenquimáticas não especializadas Núcleo Introdução Tecido vascular Xilema Floema Introdução Floema Condução de produtos orgânicos e inorgânicos em solução Ex Água carboidratos Sacarose Substâncias nitrogenadas Aminoácidos lipídios ácidos nucléicos vitaminas e íons VISÃO GERAL DO SISTEMA VASCULAR Placa crivada Poro da placa crivada Área crivada lateral Vascular bundles Ground tissue Phloem Xylem Proteína P Elemento de tubo crivado Plastídeo modificado Elemento de tubo crivado Retículo endoplasmático liso Citoplasma Membrana plasmática Parede primária espessada Poro da placa crivada Placa crivada Célula companheira Plasmodesmos ramificados Vacúolo Cloroplasto Núcleo Mitocôndria Taiz Zeiger 2010 Elementos de vasos em caule de Monocotiledôneas CÉLULAS COMPANHEIRAS Corte longitudinal caule de milho Almeida 2010 Corte transversal caule de milho Almeida 2010 Floema Xilema Floema Xilema Carboidratos Moléculas que reservam energia Mono Di e Polissacarídios Introdução Açúcares comumente translocados através dos floemas A sacarose é o dissacarídeo formado a partir de uma molécula de glicose e uma de frutose A rafinose estaquiose e a verbascose contêm sacarose ligada a uma duas ou três moléculas de galactose respectivamente Sacarose Rafinose Estaquiose Verbascose Galactose Galactose Galactose Glicose Açúcar não redutor Frutose Taiz Zeiger 2010 Água é a substância mais abundante no floema Fibra 12 Celulose lignina hemicelulose Caldo 88 Água Sólidos solúveisSacarose frutose glicose Nãoaçúcares Ácidos orgânicos Ác graxos Minerais Si K P Ca Mg N Fe S Solutos inorgânicos Sacarose principal carboidrato MARQUES et al 2003 Sentido do transporte de solutos Órgãos produtores Fonte Órgãos Consumidores Dreno Introdução Fonte Disponibilidade de energia é maior que seu uso Introdução Dreno Consumo de energia para formar novos órgãos Acúmulo de substâncias de reserva Água é a substância mais abundante no floema Fibra 12 Celulose lignina hemicelulose Caldo 88 Água Sólidos solúveisSacarose frutose glicose Nãoaçúcares Ácidos orgânicos Ác graxos Minerais Si K P Ca Mg N Fe S Solutos inorgânicos Sacarose principal carboidrato MARQUES et al 2003 Fonte Dreno Dreno Taiz Zeiger 2010 Elemento de vaso xilema Elemento de tubo crivado floema Célula companheira Célulafonte O carregamento ativo do floema para os elementos crivados causa diminuição do potencial de soluto e a água entra resultando em alta pressão de turgor Fluxo de massa da água e de soluto gerado por pressão da fonte para o dreno Corrente de transpiração O descarregamento do floema aumenta o potencial de soluto e a água sai resultando em pressão de turgor mais baixa Açúcar na fonte aqui ilustrado como sacarose esferas vermelhas é carregado ativamente no complexo elemento de tubo crivadocélula companheira No dreno os açúcares são descarregados Poros abertos Transporte bidirecional não ocorre Gasto de energia pequeno Taiz Zeiger 2010 A relação de transporte de açúcares entre fontedreno é afetada por fatores ambientais em três diferentes níveis 1 Na fonte resultando em perdas de açúcar disponíveis para a exportação fotossíntese ou carregamento no floema 2 No dreno em função de um novo balanço entre drenos em detrimento do colmo reduzindo a produção crescimento de raízes órgãos na planta e patógenos 3 Fluxo entre fontedreno levando a prejuízos no transporte do açúcar baixa temperatura afídeos vírus Plantas sofrem grandes mudanças no ambiente durante o seu ciclo de vida e necessitam desenvolver estratégias para adaptação a essas mudanças Ocorre em todas as partes da planta Em crescimento primário Alterna com o xilema Em crescimento secundário Externamente em relação ao xilema Nas folhas Face abaxial Local de Ocorrência nas Plantas Elementos Crivados Células crivadas Elementos de tubo crivado Composição Celular Células crivadas Composição Celular Células crivadas mostrando áreas crivadas proeminentes nas paredes laterais Elementos de tubo crivado Composição Celular Células parenquimáticas Companheiras Albuminosas Especializadas Intermediárias Composição Celular Células Companheiras Composição Celular Elemento de tubo crivado circundado por células companheiras Composição Celular Células Companheiras Funções Coordena as atividades dos ETC Distribuição dos assimilados do ETC Células Albuminosas Associadas às células crivadas Ricas em nutrientes mas sem função de reserva Composição Celular Células Parenquimáticas Fibras Nãoespecializadas Esclereídes Composição Celular Fibras Septadas ou não Vivas ou não As vivas funcionam como reserva de energia Composição Celular Esclereídes Associadas às fibras ou isoladas Resultam da esclerificação de células do parênquima Composição Celular Floema Primário Origem no procâmbio Protofloema e metafloema Protofloema Inicialmente na plântula Se tornam inoperantes Colapso com o crescimento da planta São substituídos pelo metafloema Floema Primário Metafloema Maior diâmetro que o protofloema Não entram em colapso Floema Secundário Radial e Axial Derivados do Câmbio Axial Elementos crivados parênquima e esclerênquima Floema Secundário Esquema Floema Xilema Fibras e Exclereides Parenquima Detalhe Medula Xilema Floema Periderme Epiderme Sûber Periciclo Feloderme Raio Radial Principalmente formado por células parenquimáticas Floema Secundário Fonte Anatomia vegetal 2011