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Engenharia Metalúrgica ·

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Correntes As correntes transmitem força e movimento que fazem com que a rotação do eixo ocorra nos sentidos horário e antihorário Para isso as engrenagens devem estar num mesmo plano Os eixos de sustentação das engrenagens ficam perpendiculares ao plano O rendimento da transmissão de força e de movimento vai depender diretamente da posição das engrenagens e do sentido da rotação image contains diagrams and pictures of chains and gears with text eixo motor Transmissão A transmissão ocorre por meio do acoplamento dos elos da corrente com os dentes da engrenagem A junção desses elementos gera uma pequena oscilação durante o movimento Tipos de correntes Veremos a seguir os tipos de correntes Correntes de Rolos A transmissão por correntes de rolos é um meio altamente eficiente e versátil para transmitir potência mecânica em aplicações industriais Este tipo de transmissão é composto por uma engrenagem motriz uma ou mais engrenagens movidas e por um lance de corrente este sistema assegura um rendimento de 98 em condições corretas de trabalho obtendose uma relação de velocidade constante entre a engrenagem motriz e a movida Quando há necessidade de transmitir força em locais de difícil acesso grandes distâncias entre centros condições abrasivas ou poeirentas e outras condições especiais a transmissão por correntes de rolos apresenta resultados extremamente satisfatórios Corrente de Dentes Nesse tipo de corrente há sobre cada pino articulado várias talas dispostas uma ao lado da outra onde cada segunda tala pertence ao próximo elo da corrente Dessa maneira podem ser construídas correntes bem largas e muito resistentes Esta corrente permite transmitir rotações superiores às permitidas nas correntes de rolos É conhecida como corrente silenciosa silent chain Correntes de elos livres Esta é uma corrente especial usada para transportadores e em alguns casos pode ser usada em transmissões Sua característica principal é a facilidade de retirarse qualquer elo sendo apenas necessário suspendêlo Corrente comum Conhecida também por cadeia de elos possui os elos formados de vergalhões redondos soldadose podendo ter um vergalhão transversal para esforço É usada em talhas manuais transportadores e em uma infinidade de aplicações Corrente de blocos É uma corrente parecida com a corrente de rolos mas cada par de rolos com seus elos forma um sólido bloco É usada nos transportadores e os blocos formam base de apoio para os dispositivos usados para transporte Engrenagens para correntes As engrenagens para correntes têm como medidas principais o número de dentes Z o passo p e o diâmetro d Vantagem das correntes Maior potência de transmissão Maior distância entre eixos Múltiplos acionamento Desvantagens das correntes Alto desgaste Ruído excessivo Efeito poligonal Elementos de Maquinas Transmissão Correntes As correntes são elementos de transmissão metálica e por isso com capacidade proporcional ao seu tamanho de transmitir maiores potências que as correias Porém com menor capacidade de absorção de choque As correntes mais usadas são as de rolos sendo que a transmissão ocorre sem deslocamento Dentre os diversos tipos de correntes existentes as mais usuais são a Correntes de rolos b Correntes de buchas c Correntes de passo alongado d Correntes de dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Simples Dupla Tripla Tipos de Correntes Correntes de Rolos Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Correntes de buchas Correntes de dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Correntes pMaquinas Agrícolas Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Correntes de passo longo Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Acoplamentos para correntes Normalmente é necessário utilizar quando 1 Quando as condições de operação são extremamente severas com ocorrência de reversões rápidas trancos e vibrações 2 Quando o alinhamento inicial dos eixos é muito irregular ou difícil de ser mantido 3 Quando se utiliza eixos de materiais de maior resistência ligados Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Correntes Transportadoras Elementos de Maquinas Transmissão Correntes As correntes de rolos são as mais usadas para a transmissão de potência Com economia e eficiência sendo que suas principais características são a As velocidades periféricas estão limitadas a no máximo 17ms b As rotações a no máximo 600 RPM c As potências máximas são de 3700 KW d Só podem ser aplicadas em montagens perfeitamente paralelas e alinhadas e Normalmente exigem lubrificação f Custo intermediário entre as correias e engrenagens g Permitem ser usadas para distâncias entre eixos menores que as correias em igualdade de potência a transmitir h Apresentam longa duração em torno de 1500 h sem necessidade de trocas nem da corrente e nem das rodas dentadas i A manutenção é fácil j Funcionamento mais ruinoso do que as correias k Maior confiabilidade que as correias menor do que as engrenagens l Rendimento elevado de 97 a 98 m Montagem bastante fácil Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Principais Componentes Corrente de rolos ELO EXTERNO ELO INTERNO PLACA EXTERNA PLACA INTERNA ROLOS BUCHAS PLACA INTERNA PINOS PLACA EXTERNA DISTÂNCIA ENTRE PLACAS PASSO DIÂMETRO DO ROL Elementos de Maquinas Transmissão Correntes As principais dimensões de uma corrente de rolo são a Passo b Distância entre placas internas c Diâmetro do rolo Uma corrente é formada por elos externos e internos que se repetem alternativamente O elo interno é formado por duas placas internas duas buchas e dois rolos sendo as buchas montadas com ajuste prensado nas placas enquanto os rolos giram livremente sobre as buchas O elo externo é formado por dois pinos montados com ajuste prensado em duas placas externas e posteriormente rebitados À medida que a corrente articula nas rodas dentadas os pinos giram dentro das buchas uma vez que são montados com ajuste prensado em suas respectivas placas Desta forma pinos e buchas são os principais componentes sujeitos a desgaste As placas internas e externas suportam as cargas de tensão aplicadas na corrente e estruturalmente mantêm pinos e buchas no lugar Os rolos absorvem os choques reduzindo o impacto do engrenamento da corrente na roda dentada Elementos de Maquinas Transmissão Correntes ELO de redução e elo de emenda Fig 1 Fig 2 CUPILHA Fig 3 GRAMPO ELÁSTICO Fig 4 BENGALA O elo de redução é uma combinação de elo externo e interno em um único elo e é usado quando o número total de elos da corrente fechada é ímpar fig 1 O elo de emenda é um tipo especial de elo externo A principal diferença com este último é que somente uma das extremidades dos pinos é montada com ajuste prensado e rebitadas numa placa externa enquanto na outra extremidade do pino uma placa denominada elo de emenda é montada com ajuste deslizante Permitindo desta forma que a corrente seja aberta ou fechada com facilidade Neste extremo do pino o travamento da placa pode ser feito de várias maneiras por contrapeso tipo cupilha fig 2 por grampo elástico fig 3 por contrapeso tipo bengala fig 4 ou outros Normas para corrente de rolo Internacional ISO 606 Americana ANSI B291 Brasileira NBR 6390 Dois fatores importantes devem ser considerados ao determinar a qualidade de uma corrente de rolo a resistência ao desgaste e à fadiga Como a maioria dos elementos de máquinas a vida útil de uma corrente de rolo é determinada por um desses dois fatores Desgaste Normalmente uma corrente de transmissão selecionada corretamente tem como fator determinante do fim de sua vida útil o desgaste que ocorre na área da articulação do pino e da bucha Uma corrente é considerada desgastada quando o alongamento excessivo provocado pelo atrito nas áreas de contato pinobucha impede o engrenamento da corrente com a roda dentada O desgaste normal é provocado pela oscilação do pino dentro da bucha pela rotação do rolo sobre a bucha e pela rotação do rolo no dente da roda dentada Se o desgaste entre pinos e buchas atinge valores extremos a corrente pode acavalara na roda dentada Neste caso a corrente deve ser substituída tomandose muito cuidado para garantir que a sua instalação lubrificação e manutenção sejam feitas corretamente Estes fatores são os que mais contribuem para manter a vida útil das correntes de rolo Fadiga A variação de tensão provocada pela oscilação de carga que ocorre entre o tram tenso e o tram folga do corrente normalmente não é suficientemente grande para danificála quando a mesma foi corretamente selecionada As correntes de rolo podem sofrer falhas por fadiga quando sujeitas a elevadas cargas cíclicas A magnitude e frequência de tais cargas vão determinar a vida útil da corrente Quando a transmissão for projetada para suportar um número determinado de ciclos de sobrecarga através de uma seleção correta que considere o limite de carga de fadiga da corrente podese obter um número satisfatório de horas de trabalho Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Varias seleções de correntes podem ser feitas para uma determinada aplicação Considerações relativas a a Expectativa de vida útil b Limitações de espaço c Velocidade d Custos e Outras variáveis Considerações 1 Usar sempre o menor passo possível que seja capaz de transmitir a potência e a carga na velocidade exigida pela aplicação 2 Normalmente as correntes simples satisfazem a maioria das exigências e têm custo menor 3 Correntes múltiplas de passo pequeno devem ser usadas para transmitir potências a altas velocidades ou quando se desejar um baixo nível de ruído desde que possam ser usadas rodas dentadas com grandes números de dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Relação de transmissão É determinada pelas velocidades das rodas motriz e conduzida e como regra geral podem ser a Normais 6 1 b Máximo 10 1 Observação o recurso do desdobramento em duas ou mais relações é bastante válido e é preferível em vez de se trabalhar com relações maiores Para um máximo de vida útil da corrente recomendase que a distância entre centros das rodas dentadas situese entre 30 e 50 passos Observação Este padrão pode variar de um fabricante para outro Para distâncias menores que 30 passos devese cuidar do arco de contato entre a corrente e roda dentada menor no mínimo 120 Cuidado com a qtd mínima de dentes que fica em contato na roda dentada Tensão na corrente É importante que a corrente trabalhe sempre com a tensão correta Após as primeiras 100 h de trabalho é necessário fazer um ajuste na tensão Visando eliminar as folgas provenientes do alongamento inicial Atentar para a necessidade de se usar esticadores ou manuais ou automáticos a roda dentada do esticador deve ter no mínimo o mesmo número de dentes da roda dentada menor e deve estar localizado no tramo folgado da correntee na parte externa da transmissão Velocidades Para casos em que se necessite velocidades muito baixas que não apareçam na Tabela devese especificar com base no seu limite de resistência à tração e Mantendo a relação de 61 o mesmo ocorrendo para o caso de se necessitar de Velocidades variáveis Disposições recomendadas para os sistemas de transmissão por corrente Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Fórmulas necessárias 1 Potência P F v 75 2 Torque Mt F Dp 2000 3 Velocidade v Dp n 19100 4 Carga de Trabalho F 75 P v 5 Diâmetro primitivo Dp p Sen 180 2 P Potência HP Mt Torque Kgf m F Carga de Trabalho Kgf v Velocidade mseg n Rotaçao rpm z Número de dentes p Passo mm Dp Diâmetro primitivo mm C Distância entre centros mm L Número de elos Zm Número de dentes da roda menor ZM Número de dentes da roda maior Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Fórmulas necessárias 6 Distância entre centros C P 4 zm zM 2 L zm zM 2 2 2zM zm 2 π 7 Número de elos L Zm 2 ZM 2C ρ ZM Zm 2 2π p C P Potência HP Mt Torque Kgf m F Carga de Trabalho Kgf v Velocidade mseg n Rotaçao rpm z Número de dentes p Passo mm Dp Diâmetro primitivo mm C Distância entre centros mm L Número de elos Zm Número de dentes da roda menor ZM Número de dentes da roda maior Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Exemplo de seleção Dimensionar uma transmissão por correntes para a seguinte aplicação Equipamento Elevador de Caçambas Potência do motor elétrico 10 HP RPM da roda motriz 1750 RPM da roda movida 530 Diâmetros dos eixos 40 mm Limitação de espaço nenhum Distância aproximada entre os centros 670 mm 1º Passo Definir a potência de cálculo Partindose da potência do motor elétrico e analisandose a aplicação e com a ajuda da tabela 1 anexa poderemos especificar um Fator de Serviço FS No caso em questão o FS será 13 em função da aplicação A potência de cálculo será P P motor x 13 P 10 x 13 P 13 HP 2º Passo Selecionar o perfil da corrente Em função da potência de cálculo e da RPM da roda dentada motriz nós selecionamos com que corrente trabalhar ANSI 40 vide tabela 2 3º Passo Selecionar o número de dentes da roda motriz Em função da RPM da roda motora que é 1750 procuramos o Número de dentes Que consiga satisfazer a potência necessária no caso como não temos 1750 Achamos ou a 26 dentes 117 HP 1400 RPM b 26 dentes 147 HP 1800 RPM Fazendo uma interpolação achamos 26 dentes 143 HP 1750 RPM tabela 4 Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tabela 2 Elementos de Maquinas Transmissão Correntes TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DE CARGAS E FATOR DE SERVIÇO CLASSE 1 Cargas Constantes Fator de Serviço 10 EXEMPLOS TÍPICOS Agitadores líquidos Transportadores uniformemente carregados ou alimentados Geradores elétricos Árvores de Transmissão serviço leve Máquinas todos os tipos com cargas não reversíveis Bombas centrífugas de engenhagens rotativas Peneiras rotativas uniformemente alimentadas CLASSE 2 Cargas Pulsantes Fator de Serviço 13 EXEMPLOS TÍPICOS Misturador argilas argamassa Transportadores carregados pesadamente desuniformemente alimentados Dragas e Elevadores de Caçambas descarregamento centrífugo exploração de direto contínuo Processamento de Alimento cortadores misturadores de carnes de farinha moedores de carnes Lavadoras lavadoras centífugas Árvores de Transmissão serviço pesado Máquinas Ferramenta transmissões CLASSE 3 Choques Pesados Altos Picos de Carga Fator de Serviço 17 EXEMPLOS TÍPICOS Britadeiras Transportadores oscilantes e vibradores Shakers alimentadores de britadeiras Guinchos de Elevação Guindastes serviço pesado exploração de madeira serralherias equipamentos de perfuração rotativa Dragas separador em lavador de vaivém transmissão do suporte de perfuração Bombas para Dragas bombas de lama Britadores de Martelo Máquinas prensas de estampagem guilhotinas e todos os tipos sujeitas a severos impactos ou choques e cargas reversíveis Usinas Siderúrgicas trefilas máquinas de conformação acionamento dos cilindros bancadas de tensionamento Moinhos Rotativos bolas rolos e cilindros Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tabela 3 continuação Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Como isso satisfaz a potência calculada optaremos por este número de dentes Observar que a lubrificação recomendada é a de banho de óleo 4º Passo Selecionar o número de dentes da roda movida Dividindose 1750 por 530 encontraremos a relação de transmissão que será Z 1750 530 Z 33 Ou seja número dentes motora Z logo 33 número dentes movida Logo dentes movida 33 x 26 dentes movida 858 ou 86 dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes 5º Passo Calcular o comprimento da corrente L Zm ZM2 2Cp Zm Zm2π²pC Logo L 26 862 2 x 6701270 86 26670 L 56 10551 173 L 16324 arredondase para um número par de elos L 164 elos 6º Passo Calcular a distância entre centros C p4 L zm zM2 L zm zM2² 2zM zmπ C 1274 164 26 862 164 26 86² 86 26²314 C 68037mm Ou seja a corrente dimensionada será Corrente ANSI 40 corrente simples de passo 12 1270mm Roda motriz 26 dentes Roda dentada conduzida 86 dentes Comprimento da corrente 164 elos Tipos de Lubrificação Tipo A Lubrificação Manual Tipo B Copo contagotas Tubo distribuidor Lubrificação com contagotas Tipos de Lubrificação Tipo C Alimentação de óleo Medidor do nível de óleo Dreno Tipo D Esguicho Bucha Pino Rolo Elo interno Elo externo Lubrificação Forçada Tipos de Lubrificação Tipos de óleo Conforme a Norma ANSI B291 aconselhamos a utilização de óleo mineral puro Grau SAE em função da temperatura SAE TEMPERATURA 0C 30 0 a 54 40 0 a 60 50 5 a 65 Desalinhamento permissível Distância entre centros dos eixos até o limite máximo de 50 passos da corrente utilizada D mm Desalinhamento máximo admissível D mm 1000 Certifiquese de que tanto as rodas dentadas quanto as correntes tenham sido fabricadas sob as mesmas normas técnicas Exemplo correntes fabricadas sob Norma ANSI B291 só poderão ser utilizadas com rodas dentadas produzidas sob esta mesma Norma Folga permissível Folga excessiva 2 a 3 Roda Dentada ANSI 40 Tabela 5 Rodas Dentadas Dimensões

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Correntes As correntes transmitem força e movimento que fazem com que a rotação do eixo ocorra nos sentidos horário e antihorário Para isso as engrenagens devem estar num mesmo plano Os eixos de sustentação das engrenagens ficam perpendiculares ao plano O rendimento da transmissão de força e de movimento vai depender diretamente da posição das engrenagens e do sentido da rotação image contains diagrams and pictures of chains and gears with text eixo motor Transmissão A transmissão ocorre por meio do acoplamento dos elos da corrente com os dentes da engrenagem A junção desses elementos gera uma pequena oscilação durante o movimento Tipos de correntes Veremos a seguir os tipos de correntes Correntes de Rolos A transmissão por correntes de rolos é um meio altamente eficiente e versátil para transmitir potência mecânica em aplicações industriais Este tipo de transmissão é composto por uma engrenagem motriz uma ou mais engrenagens movidas e por um lance de corrente este sistema assegura um rendimento de 98 em condições corretas de trabalho obtendose uma relação de velocidade constante entre a engrenagem motriz e a movida Quando há necessidade de transmitir força em locais de difícil acesso grandes distâncias entre centros condições abrasivas ou poeirentas e outras condições especiais a transmissão por correntes de rolos apresenta resultados extremamente satisfatórios Corrente de Dentes Nesse tipo de corrente há sobre cada pino articulado várias talas dispostas uma ao lado da outra onde cada segunda tala pertence ao próximo elo da corrente Dessa maneira podem ser construídas correntes bem largas e muito resistentes Esta corrente permite transmitir rotações superiores às permitidas nas correntes de rolos É conhecida como corrente silenciosa silent chain Correntes de elos livres Esta é uma corrente especial usada para transportadores e em alguns casos pode ser usada em transmissões Sua característica principal é a facilidade de retirarse qualquer elo sendo apenas necessário suspendêlo Corrente comum Conhecida também por cadeia de elos possui os elos formados de vergalhões redondos soldadose podendo ter um vergalhão transversal para esforço É usada em talhas manuais transportadores e em uma infinidade de aplicações Corrente de blocos É uma corrente parecida com a corrente de rolos mas cada par de rolos com seus elos forma um sólido bloco É usada nos transportadores e os blocos formam base de apoio para os dispositivos usados para transporte Engrenagens para correntes As engrenagens para correntes têm como medidas principais o número de dentes Z o passo p e o diâmetro d Vantagem das correntes Maior potência de transmissão Maior distância entre eixos Múltiplos acionamento Desvantagens das correntes Alto desgaste Ruído excessivo Efeito poligonal Elementos de Maquinas Transmissão Correntes As correntes são elementos de transmissão metálica e por isso com capacidade proporcional ao seu tamanho de transmitir maiores potências que as correias Porém com menor capacidade de absorção de choque As correntes mais usadas são as de rolos sendo que a transmissão ocorre sem deslocamento Dentre os diversos tipos de correntes existentes as mais usuais são a Correntes de rolos b Correntes de buchas c Correntes de passo alongado d Correntes de dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Simples Dupla Tripla Tipos de Correntes Correntes de Rolos Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Correntes de buchas Correntes de dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Correntes pMaquinas Agrícolas Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Correntes de passo longo Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Acoplamentos para correntes Normalmente é necessário utilizar quando 1 Quando as condições de operação são extremamente severas com ocorrência de reversões rápidas trancos e vibrações 2 Quando o alinhamento inicial dos eixos é muito irregular ou difícil de ser mantido 3 Quando se utiliza eixos de materiais de maior resistência ligados Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tipos de Correntes Correntes Transportadoras Elementos de Maquinas Transmissão Correntes As correntes de rolos são as mais usadas para a transmissão de potência Com economia e eficiência sendo que suas principais características são a As velocidades periféricas estão limitadas a no máximo 17ms b As rotações a no máximo 600 RPM c As potências máximas são de 3700 KW d Só podem ser aplicadas em montagens perfeitamente paralelas e alinhadas e Normalmente exigem lubrificação f Custo intermediário entre as correias e engrenagens g Permitem ser usadas para distâncias entre eixos menores que as correias em igualdade de potência a transmitir h Apresentam longa duração em torno de 1500 h sem necessidade de trocas nem da corrente e nem das rodas dentadas i A manutenção é fácil j Funcionamento mais ruinoso do que as correias k Maior confiabilidade que as correias menor do que as engrenagens l Rendimento elevado de 97 a 98 m Montagem bastante fácil Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Principais Componentes Corrente de rolos ELO EXTERNO ELO INTERNO PLACA EXTERNA PLACA INTERNA ROLOS BUCHAS PLACA INTERNA PINOS PLACA EXTERNA DISTÂNCIA ENTRE PLACAS PASSO DIÂMETRO DO ROL Elementos de Maquinas Transmissão Correntes As principais dimensões de uma corrente de rolo são a Passo b Distância entre placas internas c Diâmetro do rolo Uma corrente é formada por elos externos e internos que se repetem alternativamente O elo interno é formado por duas placas internas duas buchas e dois rolos sendo as buchas montadas com ajuste prensado nas placas enquanto os rolos giram livremente sobre as buchas O elo externo é formado por dois pinos montados com ajuste prensado em duas placas externas e posteriormente rebitados À medida que a corrente articula nas rodas dentadas os pinos giram dentro das buchas uma vez que são montados com ajuste prensado em suas respectivas placas Desta forma pinos e buchas são os principais componentes sujeitos a desgaste As placas internas e externas suportam as cargas de tensão aplicadas na corrente e estruturalmente mantêm pinos e buchas no lugar Os rolos absorvem os choques reduzindo o impacto do engrenamento da corrente na roda dentada Elementos de Maquinas Transmissão Correntes ELO de redução e elo de emenda Fig 1 Fig 2 CUPILHA Fig 3 GRAMPO ELÁSTICO Fig 4 BENGALA O elo de redução é uma combinação de elo externo e interno em um único elo e é usado quando o número total de elos da corrente fechada é ímpar fig 1 O elo de emenda é um tipo especial de elo externo A principal diferença com este último é que somente uma das extremidades dos pinos é montada com ajuste prensado e rebitadas numa placa externa enquanto na outra extremidade do pino uma placa denominada elo de emenda é montada com ajuste deslizante Permitindo desta forma que a corrente seja aberta ou fechada com facilidade Neste extremo do pino o travamento da placa pode ser feito de várias maneiras por contrapeso tipo cupilha fig 2 por grampo elástico fig 3 por contrapeso tipo bengala fig 4 ou outros Normas para corrente de rolo Internacional ISO 606 Americana ANSI B291 Brasileira NBR 6390 Dois fatores importantes devem ser considerados ao determinar a qualidade de uma corrente de rolo a resistência ao desgaste e à fadiga Como a maioria dos elementos de máquinas a vida útil de uma corrente de rolo é determinada por um desses dois fatores Desgaste Normalmente uma corrente de transmissão selecionada corretamente tem como fator determinante do fim de sua vida útil o desgaste que ocorre na área da articulação do pino e da bucha Uma corrente é considerada desgastada quando o alongamento excessivo provocado pelo atrito nas áreas de contato pinobucha impede o engrenamento da corrente com a roda dentada O desgaste normal é provocado pela oscilação do pino dentro da bucha pela rotação do rolo sobre a bucha e pela rotação do rolo no dente da roda dentada Se o desgaste entre pinos e buchas atinge valores extremos a corrente pode acavalara na roda dentada Neste caso a corrente deve ser substituída tomandose muito cuidado para garantir que a sua instalação lubrificação e manutenção sejam feitas corretamente Estes fatores são os que mais contribuem para manter a vida útil das correntes de rolo Fadiga A variação de tensão provocada pela oscilação de carga que ocorre entre o tram tenso e o tram folga do corrente normalmente não é suficientemente grande para danificála quando a mesma foi corretamente selecionada As correntes de rolo podem sofrer falhas por fadiga quando sujeitas a elevadas cargas cíclicas A magnitude e frequência de tais cargas vão determinar a vida útil da corrente Quando a transmissão for projetada para suportar um número determinado de ciclos de sobrecarga através de uma seleção correta que considere o limite de carga de fadiga da corrente podese obter um número satisfatório de horas de trabalho Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Varias seleções de correntes podem ser feitas para uma determinada aplicação Considerações relativas a a Expectativa de vida útil b Limitações de espaço c Velocidade d Custos e Outras variáveis Considerações 1 Usar sempre o menor passo possível que seja capaz de transmitir a potência e a carga na velocidade exigida pela aplicação 2 Normalmente as correntes simples satisfazem a maioria das exigências e têm custo menor 3 Correntes múltiplas de passo pequeno devem ser usadas para transmitir potências a altas velocidades ou quando se desejar um baixo nível de ruído desde que possam ser usadas rodas dentadas com grandes números de dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Relação de transmissão É determinada pelas velocidades das rodas motriz e conduzida e como regra geral podem ser a Normais 6 1 b Máximo 10 1 Observação o recurso do desdobramento em duas ou mais relações é bastante válido e é preferível em vez de se trabalhar com relações maiores Para um máximo de vida útil da corrente recomendase que a distância entre centros das rodas dentadas situese entre 30 e 50 passos Observação Este padrão pode variar de um fabricante para outro Para distâncias menores que 30 passos devese cuidar do arco de contato entre a corrente e roda dentada menor no mínimo 120 Cuidado com a qtd mínima de dentes que fica em contato na roda dentada Tensão na corrente É importante que a corrente trabalhe sempre com a tensão correta Após as primeiras 100 h de trabalho é necessário fazer um ajuste na tensão Visando eliminar as folgas provenientes do alongamento inicial Atentar para a necessidade de se usar esticadores ou manuais ou automáticos a roda dentada do esticador deve ter no mínimo o mesmo número de dentes da roda dentada menor e deve estar localizado no tramo folgado da correntee na parte externa da transmissão Velocidades Para casos em que se necessite velocidades muito baixas que não apareçam na Tabela devese especificar com base no seu limite de resistência à tração e Mantendo a relação de 61 o mesmo ocorrendo para o caso de se necessitar de Velocidades variáveis Disposições recomendadas para os sistemas de transmissão por corrente Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Fórmulas necessárias 1 Potência P F v 75 2 Torque Mt F Dp 2000 3 Velocidade v Dp n 19100 4 Carga de Trabalho F 75 P v 5 Diâmetro primitivo Dp p Sen 180 2 P Potência HP Mt Torque Kgf m F Carga de Trabalho Kgf v Velocidade mseg n Rotaçao rpm z Número de dentes p Passo mm Dp Diâmetro primitivo mm C Distância entre centros mm L Número de elos Zm Número de dentes da roda menor ZM Número de dentes da roda maior Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Fórmulas necessárias 6 Distância entre centros C P 4 zm zM 2 L zm zM 2 2 2zM zm 2 π 7 Número de elos L Zm 2 ZM 2C ρ ZM Zm 2 2π p C P Potência HP Mt Torque Kgf m F Carga de Trabalho Kgf v Velocidade mseg n Rotaçao rpm z Número de dentes p Passo mm Dp Diâmetro primitivo mm C Distância entre centros mm L Número de elos Zm Número de dentes da roda menor ZM Número de dentes da roda maior Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Exemplo de seleção Dimensionar uma transmissão por correntes para a seguinte aplicação Equipamento Elevador de Caçambas Potência do motor elétrico 10 HP RPM da roda motriz 1750 RPM da roda movida 530 Diâmetros dos eixos 40 mm Limitação de espaço nenhum Distância aproximada entre os centros 670 mm 1º Passo Definir a potência de cálculo Partindose da potência do motor elétrico e analisandose a aplicação e com a ajuda da tabela 1 anexa poderemos especificar um Fator de Serviço FS No caso em questão o FS será 13 em função da aplicação A potência de cálculo será P P motor x 13 P 10 x 13 P 13 HP 2º Passo Selecionar o perfil da corrente Em função da potência de cálculo e da RPM da roda dentada motriz nós selecionamos com que corrente trabalhar ANSI 40 vide tabela 2 3º Passo Selecionar o número de dentes da roda motriz Em função da RPM da roda motora que é 1750 procuramos o Número de dentes Que consiga satisfazer a potência necessária no caso como não temos 1750 Achamos ou a 26 dentes 117 HP 1400 RPM b 26 dentes 147 HP 1800 RPM Fazendo uma interpolação achamos 26 dentes 143 HP 1750 RPM tabela 4 Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tabela 2 Elementos de Maquinas Transmissão Correntes TABELA 1 CLASSIFICAÇÃO DE CARGAS E FATOR DE SERVIÇO CLASSE 1 Cargas Constantes Fator de Serviço 10 EXEMPLOS TÍPICOS Agitadores líquidos Transportadores uniformemente carregados ou alimentados Geradores elétricos Árvores de Transmissão serviço leve Máquinas todos os tipos com cargas não reversíveis Bombas centrífugas de engenhagens rotativas Peneiras rotativas uniformemente alimentadas CLASSE 2 Cargas Pulsantes Fator de Serviço 13 EXEMPLOS TÍPICOS Misturador argilas argamassa Transportadores carregados pesadamente desuniformemente alimentados Dragas e Elevadores de Caçambas descarregamento centrífugo exploração de direto contínuo Processamento de Alimento cortadores misturadores de carnes de farinha moedores de carnes Lavadoras lavadoras centífugas Árvores de Transmissão serviço pesado Máquinas Ferramenta transmissões CLASSE 3 Choques Pesados Altos Picos de Carga Fator de Serviço 17 EXEMPLOS TÍPICOS Britadeiras Transportadores oscilantes e vibradores Shakers alimentadores de britadeiras Guinchos de Elevação Guindastes serviço pesado exploração de madeira serralherias equipamentos de perfuração rotativa Dragas separador em lavador de vaivém transmissão do suporte de perfuração Bombas para Dragas bombas de lama Britadores de Martelo Máquinas prensas de estampagem guilhotinas e todos os tipos sujeitas a severos impactos ou choques e cargas reversíveis Usinas Siderúrgicas trefilas máquinas de conformação acionamento dos cilindros bancadas de tensionamento Moinhos Rotativos bolas rolos e cilindros Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Tabela 3 continuação Elementos de Maquinas Transmissão Correntes Como isso satisfaz a potência calculada optaremos por este número de dentes Observar que a lubrificação recomendada é a de banho de óleo 4º Passo Selecionar o número de dentes da roda movida Dividindose 1750 por 530 encontraremos a relação de transmissão que será Z 1750 530 Z 33 Ou seja número dentes motora Z logo 33 número dentes movida Logo dentes movida 33 x 26 dentes movida 858 ou 86 dentes Elementos de Maquinas Transmissão Correntes 5º Passo Calcular o comprimento da corrente L Zm ZM2 2Cp Zm Zm2π²pC Logo L 26 862 2 x 6701270 86 26670 L 56 10551 173 L 16324 arredondase para um número par de elos L 164 elos 6º Passo Calcular a distância entre centros C p4 L zm zM2 L zm zM2² 2zM zmπ C 1274 164 26 862 164 26 86² 86 26²314 C 68037mm Ou seja a corrente dimensionada será Corrente ANSI 40 corrente simples de passo 12 1270mm Roda motriz 26 dentes Roda dentada conduzida 86 dentes Comprimento da corrente 164 elos Tipos de Lubrificação Tipo A Lubrificação Manual Tipo B Copo contagotas Tubo distribuidor Lubrificação com contagotas Tipos de Lubrificação Tipo C Alimentação de óleo Medidor do nível de óleo Dreno Tipo D Esguicho Bucha Pino Rolo Elo interno Elo externo Lubrificação Forçada Tipos de Lubrificação Tipos de óleo Conforme a Norma ANSI B291 aconselhamos a utilização de óleo mineral puro Grau SAE em função da temperatura SAE TEMPERATURA 0C 30 0 a 54 40 0 a 60 50 5 a 65 Desalinhamento permissível Distância entre centros dos eixos até o limite máximo de 50 passos da corrente utilizada D mm Desalinhamento máximo admissível D mm 1000 Certifiquese de que tanto as rodas dentadas quanto as correntes tenham sido fabricadas sob as mesmas normas técnicas Exemplo correntes fabricadas sob Norma ANSI B291 só poderão ser utilizadas com rodas dentadas produzidas sob esta mesma Norma Folga permissível Folga excessiva 2 a 3 Roda Dentada ANSI 40 Tabela 5 Rodas Dentadas Dimensões

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