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REFORMA a obra executada numa edificação sem que haja acréscimo na sua Área Total Construída Por dedução AMPLIAÇÃO é toda obra realizada em uma edificação existente em que haja aumento vertical ou horizontal por acréscimo de sua Área Total Construída REPRESENTAÇÃO DE REFORMAS E AMPLIAÇÃO 1ª CONVENÇÃO PAREDE A CONSTRUIR PAREDE A CONSERVAR PAREDE A DEMOLIR 2ª CONVENÇÃO Obs A convenção mais utilizada por tratarse daquela que é mais eficiente é a representação em CORES 3º CONVENÇÃO PAREDE A CONSTRUIR PAREDE A CONSERVAR PAREDE A DEMOLIR Terraço 600m² Sala 908m² Quarto 826m² Suíte 996m² Cozinha 754m² Estar 591m² BWC 257m² PLANTA UNIDADE RESIDENCIAL ESC 150 PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA ESC 150 Terraco 2316m² Sala 908m² Quarto 826m² Suíte 1364m² Bwc 322m² Jantar 591m² Cozinha 1503m² BWC 257m² Suíte 1152m² BWC 307m² Serviço 529m² BANHO LEGENDA PAREDE A CONSTRUIR PAREDE A DEMOLIR PAREDE A PRESERVAR PLANTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO ESC 150 PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA REFORMADA E AMPLIADA ESC 150 CIRCULAÇÃO VERTICAL Normas de acessibilidade NORMA TÉCNICAS DE ACESSIBILIDADE NORMAS TÉCNICAS DE ACESSIBILIDADE A seguir está a relação das principais NORMAS TÉCNICAS de acessibilidade que estão transformando a forma de fazer arquitetura e urbanismo no Brasil Essa lista foca exclusivamente nas normas da ABNT e correlatas que possuem aplicação direta em projetos e obras acessíveis NBR 90502020 Versão corrigida 2021 Acessibilidade nas edificações NBR 155992008 Comunicação na Prestação de serviços NBR 165372024 Sinalização Tátil no piso NBR 128922022 Elevadores unifamiliares NBR 169192020 Coeficiente de atrito em peças cerâmicas NBR 147182019 Guarda corpo NBR 168583 Acessibilidade em elevadores NBR ISO 93861 Plataformas de percurso vertical NBR ISO 93862 Plataformas de percurso inclinado NBR 9781 Requisitos para peças de concreto RESOLUÇÃO 3032018 CONTRAN Vagas de estacionamento para pessoas idosas RESOLUÇÃO 3042018 CONTRAN Vagas de estacionamento para PcD RESOLUÇÃO 7382018 CONTRAN Travessias elevadas Se faz por meio de rampas escadas e elevadores Definição Escadas retas Constituídas por lances retos dispostos de diversas formas ESCADAS ESCADAS ESCADAS ESCADAS Escadas curvas Constituídas por lances curvos forma circular elíptica helicoidais ou em leque ESCADAS ESCADAS ESCADAS ESCADAS componentes As escadas são compostas dos seguintes elementos Piso é a superfície horizontal aonde pisamos com o nosso pé ao subir uma escada Espelho é a superfície vertical entre um piso e outro Aonde batemos com a ponta do nosso pé ao subir uma escada Patamar é a superfície horizontal mais cumprida que os pisos Servem como descanso ao subir uma escada que vence uma grande altura Nem toda escada possui patamar Guardacorpo é o elemento vertical ao longo das escadas que serve de proteção para as pessoas não caírem da escada Corrimão é um elemento presente no guardacorpo da escada e serve para as pessoas apoiarem as mãos ao subir ou descer uma escada ESCADAS componentes CORRIMÃO GUARDA CORPO h80 a 100 cm ESPELHO DEGRAU BASEPISO PATAMAR 1 LANCE 2 LANCE LARGURA PAVIMENTO SUPERIOR ALTURA COMPRIMENTO ESCADAS forma e sustentação dos degraus ESCADAS forma e sustentação dos degraus Pisos engastados e sem espelhos ESCADAS Qual modelo escolher Conforme a proposta do espaço e a disponibilidade de área definese a forma da escada Dentre os inúmeros arranjos possíveis ESCADAS Uma das tendências atuais na arquitetura é explorar a escada de modo que ela venha a se integrar compor com o ambiente Sendo também um elemento estético Mas é fundamental que o arquiteto domine bem as técnicas normas e o traçado para que não ocorram erros e para que a escada não se torne perigosa ou tenha sua função prejudicada ESCADAS Princípio fundamental O princípio fundamental da escada é que o esforço para vencer a distância vertical deve ser o mesmo para vencer o dobro da distância na horizontal 2832 Piso Variando entre 28 a 32 Espelho Variando entre 16 a 18 NBR90502020 ESCADAS Dimensionamento Etapa 01 Cálculo do conforto da escada Para o cálculo do conforto de escadas ao subir ou descer utilizamos a Fórmula de Blondel que é uma relação entre o tamanho do piso e do espelho da escada O piso de uma escada comum varia de 28cm a 32cm e o espelho de 16cm a 18cm Fórmula de Blondel 2e p K exemplo 2e 28 64 e 18 cm Em que e espelho Altura P piso distância horizontal K é um coeficiente que corresponde a uma distância media do passo humano K 63 64 ou 65 cm dependendo da destinação da escada Etapa 02 Cálculo da quantidade de pisos e espelhos Número de espelhos pé esquerdoespelho Exemplo Número de espelhos 28818 Número de espelhos 16 E qual será o número de pisos ESCADAS Dimensionamento As escadas devem ter no mínimo um patamar a cada 320m de desnível e sempre que houver mudança de direção Entre os lances da escada devem ser previstos patamares com dimensão longitudinal mínima de 120 m Os patamares situados em mudanças de direção devem ter dimensões iguais à largura da escada ESCADAS PLANTA ESCADA RETA ELEVAÇÃO ESCADA RETA ESCADAS Largura das escadas Largura das escadas A largura mínima de uma escada de uma edificação residencial unifamiliar ou de uma cobertura de prédio será de no mínimo 80cm A largura de escadas de edificações comerciais e residenciais multifamiliares prédios devem ser calculadas de acordo com a legislação do Corpo de Bombeiros de cada Estado brasileiro geralmente terá no mínimo 120cm ESCADAS Dimensionamento Largura das escadas varia segundo o código de obras tipo de ocupação e carga Domésticas mínimo 80 cm ocupantes 10 Coletivas mínimo 120 cm ocupantes 50 Os corrimãos podem se projetar até 10cm dentro da largura do patamar ESCADAS acessibilidade 465 Empunhadura Objetos como corrimãos e barras de apoio entre outros devem estar afastados no mínimo 40 mm da parede ou com obstáculos Quando o objeto for embutido em nichos devese prever também uma distância livre mínima de 150 mm conforme Figura 23 Corrimãos e barras de apoio entre outos devem ter seção circular com diâmetro entre 30 mm e 45 mm ou seção elíptica desde que a dimensão maior seja de 45 mm e a menor de 30 mm São admitidos outros formatos de seção desde que sua parte superior atenda às condições desta Subseção Garantir um arco da seção do corrimão de 270 Legenda 1 medida da menor seção do corrimão 2 medida da maior seção do corrimão 3 arco da seção do corrimão Figura 23 Empunhadura e seção do corrimão ESCADAS acessibilidade Sinalização visual no piso dos degraus ESCADAS acessibilidade Rotas de fuga Condições gerais ESCADAS acessibilidade Rotas de fuga Condições gerais ESCADAS CORRIMÃO Figura 76 Corrimãos em escada e rampa ESCADAS acessibilidade Sinalização tátil de alerta nas escadas e elevadores ESCADAS Algumas considerações A altura e o comprimento dos degraus devem ser proporcionais para a acomodação do movimento do corpo Se o degrau tiver mais de 18cm de espelho a escada se torna cansativa Se o piso do degrau for menor do que 25cm o pé não encontra apoio e a escada pode provocar quedas ou no mínimo podese arranhar o calcanhar no espelho ao descer Com pisos de 45cm porém fica a dúvida daremos passadas maiores do que a normal ou encurtaremos os passos dando dois passos por degrau Se os espelhos de uma escada forem variáveis quebrase o ritmo dos passos e a possibilidade de quedas é grande Escada de lance único podem ser fisicamente cansativas e psicologicamente intimidantes ESCADAS Representação de uma escada Após os cálculos da escada A representação desta em corte ou vista é essencial para demonstrar a sua viabilidade e mostrar detalhes executivos ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada Representase por duas linhas paralelas e horizontais com afastamento igual a altura dada Com segmentos de 1cm multiplicase 1 x número de degraus 16 ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada Outro modelo de escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada RAMPAS A rampa é um plano inclinado que se utiliza para a circulação de pessoas de cargas ou de veículos Deve ser previsto patamar de descanso em condições semelhantes às da escada As inclinações máximas das rampas são determinadas por normas de acordo com o seu usodestino na edificação Para uso de pedestres a inclinação ideal varia de acordo com o desnível Para uso de automóveis a inclinação máxima deve ser de 20 obedecendo alguns critérios Existe lei que obriga e normas que orientam os projetos para a acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos no mobiliário urbano na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação LEIS FEDERAIS DE ACESSIBILIDADE Aqui está a relação das principais leis decretos e normas que estão mudando a forma de fazer arquitetura e urbanismo no Brasil considerando a acessibilidade Lei Federal 100482000 Atendimento prioritário Lei Federal 100982000 Acessibilidade Lei Federal 102572001 Estatuto das Cidades Lei Federal 144232022 Estatuto do Idoso Lei Federal 131462015 Lei Brasileira da Inclusão Lei Federal 134432023 Brinquedos acessíveis em parque públicos Decreto Federal 52962004 Acessibilidade Decreto Federal 94512018 Acessibilidade em condomínios residenciais Decreto Federal 94042018 Espaços reservados para Pessoas em cadeira de rodas Decreto Federal 94052018 Acessibilidade nas micro e pequenas empresas Decreto Federal 69492009 Convenção Internacional dos Direitos das PcDs Decreto Federal 117922003 Acessibilidade em edificações públicas Decreto Federal 100142019 Desobriga o acesso aos altares Decreto Federal 113032022 Prorrogação de prazo para Acessibilidade em Hotéis Instrução Normativa MINC No 23 Prestação de contas em projetos culturais Instrução Normativa 12003 IPHAN Acessibilidade em imóveis tombados Portaria 4202022 IPHAN Acessibilidade em imóveis tombados RAMPAS LEI 10098 de 19122000 ACESSIBILIDADE CAPÍTULO IV DA ACESSIBILIDADE NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS OU DE USO COLETIVO Art 11 A construção ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executados de modo que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida II pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem a acessibilidade de pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida III pelo menos um dos itinerários que comuniquem horizontal e verticalmente todas as dependências e serviços do edifício entre si e com o exterior deverá cumprir os requisitos de acessibilidade de que trata esta Lei RAMPAS Assim escolas hospitais clubes cinemas teatros museus e edifícios públicos de uma maneira geral devem dispor de rampas ou elevadores de forma a garantir o acesso a qualquer pessoa O projeto de uma rampa deve considerar cuidadosamente aspectos como Inclinação compatível Piso antiderrapante Corrimão duplo e com terminações arredondadas As rampas permitem o acesso entre níveis de uma edificação e embora exijam um espaço muito maior que as escadas são mais confortáveis suaves e seguras i 100 h c Onde i inclinação da rampa h altura do desnível c comprimento da projeção horizontal RAMPAS RAMPAS i10 240 1200 120 RAMPAS INCLINAÇÃO CORRETA PARA AS RAMPAS A inclinação das rampas está diretamente relacionada ao esforço físico necessário para vencer desníveis com autonomia conforto e segurança De forma geral quanto maior o desnível menor deve ser a inclinação da rampa a fim de garantir que todas as pessoas especialmente aquelas com mobilidade reduzida consigam utilizála de maneira segura e independente A seguir apresentamos uma tabela que interpreta de forma mais clara e didática as Tabelas 4 e 5 da NBR 90502020 facilitando sua aplicação prática em projetos de acessibilidade Até 5 milímetros nada De 5 milímetros até 2 centímetros chanfro fig 68 NBR 9050 De 2 centímetros até 75 centímetros i máx 125 De 75 centímetros até 20 centímetros i máx 10 De 20 centímetros até 80 centímetros i máx 833 De 80 centímetros até 1 metro i máx 625 Acima de 1 metro i 5 RAMPAS Rampa helicoidal Vão livre a vencer 240m altura Inclinação igual a 10 Como deve ser colocado patamar teremos RAMPA PATAMAR 120m C2πR 24 120 2 x 314 x R 2520 628R R401 RAMPAS ELEVADORES Outro elemento de circulação vertical O Código de obras exige o uso de elevadores como elemento de circulação vertical obrigatório em edifícios com mais de 4 pavimentos Também é bastante utilizado em locais onde se exige acesso às pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida Devese prever no projeto arquitetônico o espaço ocupado pelo elevador e sua circulação Estes espaços devem ser mostrados em planta e corte Os fabricantes fornecem todos os dados e cálculos para a definição de medidas e capacidade do elevador ELEVADORES O dimensionamento das caixaspoços de elevadores depende do tipo e marca de cada elevador ELEVADORES ELEVACAO PLANTA BAIXA MÃO DIREITA CAIXA DO CONTROLE SOMENTE NA PAREDE MAIS SUPERIOR MÃO ESQUERDA CAIXA DO CONTROLE SOMENTE NA PAREDE MAIS SUPERIOR ABERTURA CENTRAL CAIXA DO CONTROLE SOMENTE NA PAREDE MAIS SUPERIOR ELEVADORES CASA DE MÁQUINAS ULTIMO PAV PAV TIPO PAV TÉRREO ESCADAS Exercício Observem a situação da foto Uma escada externa com espelho de 25cm piso de 27cm 16 degraus e comprimento de 80cm para vencer uma altura de 4 metros Analise o que se encontra errado e desenhe uma nova escada em vista e em planta baixa conforme as especificações técnicas 1113023 Desenho Técnico e Arquitetônico Período 20251 Profa Dra Taciana Lima Araujo Exercício Unidade 3 1 Perfil da família Um casal com dois filhos adolescentes 2 Programa de Necessidades a Dormitório 1 Suíte b Dormitório 2 c Dormitório 3 d Banheiro social e Lavabo f Cozinha g Área de Serviço h Sala estar e jantar i Garagem para 2 dois carros j Sala de estudos k Sala de TV Home theater l Varanda 3 Em seguida utilize a planta baixa desenvolvida na 2º unidade para adaptar a residência ao novo programa de necessidades 3 Representações necessárias a Planta baixa pavimento térreo Planta de reforma e ampliação Escala 150 b Planta baixa pavimento térreo e pavimento superior Escala 150 c Planta de localização e coberta Implantação Escala 1100 d Fachadas Frontal e lateral direita Escala 150 e Corte transversal ou o corte longitudinal Escala 150 f Detalhamento da escada Precisa incluir definição de acabamento e materiais Escala 1 20 ou 125 Obs Plantas que irão compor o detalhamento da escada planta baixa elevações corte Se necessário e algum detalhe ampliado se necessário Boa sorte e sucesso ESCALA PLANTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO 1 150 DEMOLIR CONSTRUIR PRESERVAR 1145 45 105 340 160 375 521 208 416 300 740 485 350 730 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0107 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 CORRER DUPLA ABRIR P1 P3 P4 P3 P3 P4 P2 J1 J2 J3 J4 J5 J6 QUADRO DE ESQUADRIAS PORTAS CÓDIGO LARGURA ALTURA PEITORIL P1 320 247 P2 080 210 P3 070 210 P4 060 210 P5 240 247 JANELAS CÓDIGO LARGURA PEITORIL J1 269 173 065 J2 202 173 065 J3 142 173 090 J4 135 173 065 J5 090 050 188 J6 040 050 188 GARAGEM ÁREA 6110 m² P1 P3 P4 P3 P3 P4 J1 J2 J3 J4 J2 J5 J6 ESCALA PLANTA BAIXA PAV TÉRREO 2 150 TIPO MATERIAL ALTURA MATERIAL TIPO MADEIRA MDF ALUMÍNIOVIDRO ABRIR ABRIR CORRER DUPLA MDF ALUMÍNIOVIDRO CORRER 3F CORRER 2F CORRER 2F ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO BASCULANTE BASCULANTE BASCULANTE SALA DE TV ÁREA 1715 m² LAVABO ÁREA 312 m² DORMITÓRIO SERV ÁREA 500 m² WC SERV ÁREA 220 m² ÁREA SERV ÁREA 463 m² COZINHA ÁREA 647 m² SALA DE JANTAR ÁREA 995 m² SALA DE ESTAR ÁREA 1301 m² CIRCULAÇÃO ÁREA 637 m² J2 01 SALA DE ESTUDOS ÁREA 1152 m² 064 064 064 064 000 000 002 A A A A 15 350 15 200 15 200 15 365 15 15 110 250 15 85 58 86 81 15 59 208 204 15 360 15 15 320 15 120 15 36 208 63 338 15 15 43 275 100 208 220 15 80 260 15 220 100 120 80 250 50 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 18 17 16 15 14 13 12 19 064 000 160 15 343 15 343 15 15 348 15 648 15 15 335 S S DIVISÓRIA VAZADA EM MADEIRA PROJEÇÃO DO MEZANINO PROJEÇÃO DO BEIRAL 1190 875 1145 875 1040 730 PROJEÇÃO DO BEIRAL 15 635 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0207 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA BAIXA PAVIMENTO TÉRREO DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 J2 J5 J2 J5 ESCALA PLANTA BAIXA PAV SUPERIOR 3 150 P4 P4 P3 P3 P3 P3 P4 P4 P3 P3 WC SOCIAL ÁREA 312 m² WC SUÍTE ÁREA 338 m² DORMITÓRIO 01 ÁREA 1172 m² J2 VARANDA ÁREA 1059 m² J2 CLOSET ÁREA 500 m² SUÍTE MASTER ÁREA 1317 m² DORMITÓRIO 02 ÁREA 1152 m² 354 354 354 352 CIRCULAÇÃO ÁREA 1233 m² 352 A A A A 352 P5 P5 15 350 15 200 15 200 15 365 15 15 325 15 130 15 360 15 15 30 15 320 15 120 15 36 208 180 15 221 15 495 15 335 15 15 85 80 85 15 220 15 260 120 260 15 80 80 18 17 16 15 14 13 12 11 10 09 08 02 03 04 05 06 07 01 19 129 354 CORRER DUPLA ABRIR QUADRO DE ESQUADRIAS PORTAS CÓDIGO LARGURA ALTURA PEITORIL P1 320 247 P2 080 210 P3 070 210 P4 060 210 P5 240 247 JANELAS CÓDIGO LARGURA PEITORIL J1 269 173 065 J2 202 173 065 J3 142 173 090 J4 135 173 065 J5 090 050 188 J6 040 050 188 TIPO MATERIAL ALTURA MATERIAL TIPO MADEIRA MDF ALUMÍNIOVIDRO ABRIR ABRIR CORRER DUPLA MDF ALUMÍNIOVIDRO CORRER 3F CORRER 2F CORRER 2F ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO BASCULANTE BASCULANTE BASCULANTE PROJEÇÃO DO BEIRAL 1145 875 1190 875 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0307 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA BAIXA PAVIMENTO SUPERIOR DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 S ESCALA PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA 4 1100 LAJE IMPERMEABILIZADA i 2 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 812 120 114 378 399 3618 565 350 1190 1498 1822 835 837 839 841 843 83670 843 RUA DONA ALEXANDRINA RUA ADOLFO GATTANI 84180 AVSÃO CARLOS ESCALA PLANTA DE SITUAÇÃO 5 SEM ESCALA AMPLIAÇÃO DO CORRIMÃO ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0407 1100 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 ESCALA FACHADA FRONTAL 6 150 ESCALA FACHADA LATERAL DIREITA 7 150 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0507 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO FACHADAS DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 000 002 000 064 352 334 20 334 10 354 ESCALA CORTE AA 8 150 64 270 40 120 214 10 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0607 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO CORTE DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 GUARDA CORPO DE VIDRO TEMPERADO H120 m DEGRAU EM MADEIRA TAUARI e 20 mm ESCADA EM CONCRETO ARMADO CORRIMÃO CILÍNDRICO EM ALUMÍNIO D5 cm H9200 cm B B ESCALA VISTA FRONTAL 10 125 ESCALA PLANTA BAIXA 9 125 ESCALA CORTE BB 11 125 ESCALA AMPLIAÇÃO DO CORRIMÃO 12 110 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0707 125 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO DETALHAMENTO DA ESCADA DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02

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REFORMA a obra executada numa edificação sem que haja acréscimo na sua Área Total Construída Por dedução AMPLIAÇÃO é toda obra realizada em uma edificação existente em que haja aumento vertical ou horizontal por acréscimo de sua Área Total Construída REPRESENTAÇÃO DE REFORMAS E AMPLIAÇÃO 1ª CONVENÇÃO PAREDE A CONSTRUIR PAREDE A CONSERVAR PAREDE A DEMOLIR 2ª CONVENÇÃO Obs A convenção mais utilizada por tratarse daquela que é mais eficiente é a representação em CORES 3º CONVENÇÃO PAREDE A CONSTRUIR PAREDE A CONSERVAR PAREDE A DEMOLIR Terraço 600m² Sala 908m² Quarto 826m² Suíte 996m² Cozinha 754m² Estar 591m² BWC 257m² PLANTA UNIDADE RESIDENCIAL ESC 150 PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA ESC 150 Terraco 2316m² Sala 908m² Quarto 826m² Suíte 1364m² Bwc 322m² Jantar 591m² Cozinha 1503m² BWC 257m² Suíte 1152m² BWC 307m² Serviço 529m² BANHO LEGENDA PAREDE A CONSTRUIR PAREDE A DEMOLIR PAREDE A PRESERVAR PLANTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO ESC 150 PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA REFORMADA E AMPLIADA ESC 150 CIRCULAÇÃO VERTICAL Normas de acessibilidade NORMA TÉCNICAS DE ACESSIBILIDADE NORMAS TÉCNICAS DE ACESSIBILIDADE A seguir está a relação das principais NORMAS TÉCNICAS de acessibilidade que estão transformando a forma de fazer arquitetura e urbanismo no Brasil Essa lista foca exclusivamente nas normas da ABNT e correlatas que possuem aplicação direta em projetos e obras acessíveis NBR 90502020 Versão corrigida 2021 Acessibilidade nas edificações NBR 155992008 Comunicação na Prestação de serviços NBR 165372024 Sinalização Tátil no piso NBR 128922022 Elevadores unifamiliares NBR 169192020 Coeficiente de atrito em peças cerâmicas NBR 147182019 Guarda corpo NBR 168583 Acessibilidade em elevadores NBR ISO 93861 Plataformas de percurso vertical NBR ISO 93862 Plataformas de percurso inclinado NBR 9781 Requisitos para peças de concreto RESOLUÇÃO 3032018 CONTRAN Vagas de estacionamento para pessoas idosas RESOLUÇÃO 3042018 CONTRAN Vagas de estacionamento para PcD RESOLUÇÃO 7382018 CONTRAN Travessias elevadas Se faz por meio de rampas escadas e elevadores Definição Escadas retas Constituídas por lances retos dispostos de diversas formas ESCADAS ESCADAS ESCADAS ESCADAS Escadas curvas Constituídas por lances curvos forma circular elíptica helicoidais ou em leque ESCADAS ESCADAS ESCADAS ESCADAS componentes As escadas são compostas dos seguintes elementos Piso é a superfície horizontal aonde pisamos com o nosso pé ao subir uma escada Espelho é a superfície vertical entre um piso e outro Aonde batemos com a ponta do nosso pé ao subir uma escada Patamar é a superfície horizontal mais cumprida que os pisos Servem como descanso ao subir uma escada que vence uma grande altura Nem toda escada possui patamar Guardacorpo é o elemento vertical ao longo das escadas que serve de proteção para as pessoas não caírem da escada Corrimão é um elemento presente no guardacorpo da escada e serve para as pessoas apoiarem as mãos ao subir ou descer uma escada ESCADAS componentes CORRIMÃO GUARDA CORPO h80 a 100 cm ESPELHO DEGRAU BASEPISO PATAMAR 1 LANCE 2 LANCE LARGURA PAVIMENTO SUPERIOR ALTURA COMPRIMENTO ESCADAS forma e sustentação dos degraus ESCADAS forma e sustentação dos degraus Pisos engastados e sem espelhos ESCADAS Qual modelo escolher Conforme a proposta do espaço e a disponibilidade de área definese a forma da escada Dentre os inúmeros arranjos possíveis ESCADAS Uma das tendências atuais na arquitetura é explorar a escada de modo que ela venha a se integrar compor com o ambiente Sendo também um elemento estético Mas é fundamental que o arquiteto domine bem as técnicas normas e o traçado para que não ocorram erros e para que a escada não se torne perigosa ou tenha sua função prejudicada ESCADAS Princípio fundamental O princípio fundamental da escada é que o esforço para vencer a distância vertical deve ser o mesmo para vencer o dobro da distância na horizontal 2832 Piso Variando entre 28 a 32 Espelho Variando entre 16 a 18 NBR90502020 ESCADAS Dimensionamento Etapa 01 Cálculo do conforto da escada Para o cálculo do conforto de escadas ao subir ou descer utilizamos a Fórmula de Blondel que é uma relação entre o tamanho do piso e do espelho da escada O piso de uma escada comum varia de 28cm a 32cm e o espelho de 16cm a 18cm Fórmula de Blondel 2e p K exemplo 2e 28 64 e 18 cm Em que e espelho Altura P piso distância horizontal K é um coeficiente que corresponde a uma distância media do passo humano K 63 64 ou 65 cm dependendo da destinação da escada Etapa 02 Cálculo da quantidade de pisos e espelhos Número de espelhos pé esquerdoespelho Exemplo Número de espelhos 28818 Número de espelhos 16 E qual será o número de pisos ESCADAS Dimensionamento As escadas devem ter no mínimo um patamar a cada 320m de desnível e sempre que houver mudança de direção Entre os lances da escada devem ser previstos patamares com dimensão longitudinal mínima de 120 m Os patamares situados em mudanças de direção devem ter dimensões iguais à largura da escada ESCADAS PLANTA ESCADA RETA ELEVAÇÃO ESCADA RETA ESCADAS Largura das escadas Largura das escadas A largura mínima de uma escada de uma edificação residencial unifamiliar ou de uma cobertura de prédio será de no mínimo 80cm A largura de escadas de edificações comerciais e residenciais multifamiliares prédios devem ser calculadas de acordo com a legislação do Corpo de Bombeiros de cada Estado brasileiro geralmente terá no mínimo 120cm ESCADAS Dimensionamento Largura das escadas varia segundo o código de obras tipo de ocupação e carga Domésticas mínimo 80 cm ocupantes 10 Coletivas mínimo 120 cm ocupantes 50 Os corrimãos podem se projetar até 10cm dentro da largura do patamar ESCADAS acessibilidade 465 Empunhadura Objetos como corrimãos e barras de apoio entre outros devem estar afastados no mínimo 40 mm da parede ou com obstáculos Quando o objeto for embutido em nichos devese prever também uma distância livre mínima de 150 mm conforme Figura 23 Corrimãos e barras de apoio entre outos devem ter seção circular com diâmetro entre 30 mm e 45 mm ou seção elíptica desde que a dimensão maior seja de 45 mm e a menor de 30 mm São admitidos outros formatos de seção desde que sua parte superior atenda às condições desta Subseção Garantir um arco da seção do corrimão de 270 Legenda 1 medida da menor seção do corrimão 2 medida da maior seção do corrimão 3 arco da seção do corrimão Figura 23 Empunhadura e seção do corrimão ESCADAS acessibilidade Sinalização visual no piso dos degraus ESCADAS acessibilidade Rotas de fuga Condições gerais ESCADAS acessibilidade Rotas de fuga Condições gerais ESCADAS CORRIMÃO Figura 76 Corrimãos em escada e rampa ESCADAS acessibilidade Sinalização tátil de alerta nas escadas e elevadores ESCADAS Algumas considerações A altura e o comprimento dos degraus devem ser proporcionais para a acomodação do movimento do corpo Se o degrau tiver mais de 18cm de espelho a escada se torna cansativa Se o piso do degrau for menor do que 25cm o pé não encontra apoio e a escada pode provocar quedas ou no mínimo podese arranhar o calcanhar no espelho ao descer Com pisos de 45cm porém fica a dúvida daremos passadas maiores do que a normal ou encurtaremos os passos dando dois passos por degrau Se os espelhos de uma escada forem variáveis quebrase o ritmo dos passos e a possibilidade de quedas é grande Escada de lance único podem ser fisicamente cansativas e psicologicamente intimidantes ESCADAS Representação de uma escada Após os cálculos da escada A representação desta em corte ou vista é essencial para demonstrar a sua viabilidade e mostrar detalhes executivos ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada Representase por duas linhas paralelas e horizontais com afastamento igual a altura dada Com segmentos de 1cm multiplicase 1 x número de degraus 16 ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada Outro modelo de escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada ESCADAS Representação de uma escada RAMPAS A rampa é um plano inclinado que se utiliza para a circulação de pessoas de cargas ou de veículos Deve ser previsto patamar de descanso em condições semelhantes às da escada As inclinações máximas das rampas são determinadas por normas de acordo com o seu usodestino na edificação Para uso de pedestres a inclinação ideal varia de acordo com o desnível Para uso de automóveis a inclinação máxima deve ser de 20 obedecendo alguns critérios Existe lei que obriga e normas que orientam os projetos para a acessibilidade das pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida mediante a supressão de barreiras e de obstáculos nas vias e espaços públicos no mobiliário urbano na construção e reforma de edifícios e nos meios de transporte e de comunicação LEIS FEDERAIS DE ACESSIBILIDADE Aqui está a relação das principais leis decretos e normas que estão mudando a forma de fazer arquitetura e urbanismo no Brasil considerando a acessibilidade Lei Federal 100482000 Atendimento prioritário Lei Federal 100982000 Acessibilidade Lei Federal 102572001 Estatuto das Cidades Lei Federal 144232022 Estatuto do Idoso Lei Federal 131462015 Lei Brasileira da Inclusão Lei Federal 134432023 Brinquedos acessíveis em parque públicos Decreto Federal 52962004 Acessibilidade Decreto Federal 94512018 Acessibilidade em condomínios residenciais Decreto Federal 94042018 Espaços reservados para Pessoas em cadeira de rodas Decreto Federal 94052018 Acessibilidade nas micro e pequenas empresas Decreto Federal 69492009 Convenção Internacional dos Direitos das PcDs Decreto Federal 117922003 Acessibilidade em edificações públicas Decreto Federal 100142019 Desobriga o acesso aos altares Decreto Federal 113032022 Prorrogação de prazo para Acessibilidade em Hotéis Instrução Normativa MINC No 23 Prestação de contas em projetos culturais Instrução Normativa 12003 IPHAN Acessibilidade em imóveis tombados Portaria 4202022 IPHAN Acessibilidade em imóveis tombados RAMPAS LEI 10098 de 19122000 ACESSIBILIDADE CAPÍTULO IV DA ACESSIBILIDADE NOS EDIFÍCIOS PÚBLICOS OU DE USO COLETIVO Art 11 A construção ampliação ou reforma de edifícios públicos ou privados destinados ao uso coletivo deverão ser executados de modo que sejam ou se tornem acessíveis às pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida II pelo menos um dos acessos ao interior da edificação deverá estar livre de barreiras arquitetônicas e de obstáculos que impeçam ou dificultem a acessibilidade de pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida III pelo menos um dos itinerários que comuniquem horizontal e verticalmente todas as dependências e serviços do edifício entre si e com o exterior deverá cumprir os requisitos de acessibilidade de que trata esta Lei RAMPAS Assim escolas hospitais clubes cinemas teatros museus e edifícios públicos de uma maneira geral devem dispor de rampas ou elevadores de forma a garantir o acesso a qualquer pessoa O projeto de uma rampa deve considerar cuidadosamente aspectos como Inclinação compatível Piso antiderrapante Corrimão duplo e com terminações arredondadas As rampas permitem o acesso entre níveis de uma edificação e embora exijam um espaço muito maior que as escadas são mais confortáveis suaves e seguras i 100 h c Onde i inclinação da rampa h altura do desnível c comprimento da projeção horizontal RAMPAS RAMPAS i10 240 1200 120 RAMPAS INCLINAÇÃO CORRETA PARA AS RAMPAS A inclinação das rampas está diretamente relacionada ao esforço físico necessário para vencer desníveis com autonomia conforto e segurança De forma geral quanto maior o desnível menor deve ser a inclinação da rampa a fim de garantir que todas as pessoas especialmente aquelas com mobilidade reduzida consigam utilizála de maneira segura e independente A seguir apresentamos uma tabela que interpreta de forma mais clara e didática as Tabelas 4 e 5 da NBR 90502020 facilitando sua aplicação prática em projetos de acessibilidade Até 5 milímetros nada De 5 milímetros até 2 centímetros chanfro fig 68 NBR 9050 De 2 centímetros até 75 centímetros i máx 125 De 75 centímetros até 20 centímetros i máx 10 De 20 centímetros até 80 centímetros i máx 833 De 80 centímetros até 1 metro i máx 625 Acima de 1 metro i 5 RAMPAS Rampa helicoidal Vão livre a vencer 240m altura Inclinação igual a 10 Como deve ser colocado patamar teremos RAMPA PATAMAR 120m C2πR 24 120 2 x 314 x R 2520 628R R401 RAMPAS ELEVADORES Outro elemento de circulação vertical O Código de obras exige o uso de elevadores como elemento de circulação vertical obrigatório em edifícios com mais de 4 pavimentos Também é bastante utilizado em locais onde se exige acesso às pessoas com deficiência física ou com mobilidade reduzida Devese prever no projeto arquitetônico o espaço ocupado pelo elevador e sua circulação Estes espaços devem ser mostrados em planta e corte Os fabricantes fornecem todos os dados e cálculos para a definição de medidas e capacidade do elevador ELEVADORES O dimensionamento das caixaspoços de elevadores depende do tipo e marca de cada elevador ELEVADORES ELEVACAO PLANTA BAIXA MÃO DIREITA CAIXA DO CONTROLE SOMENTE NA PAREDE MAIS SUPERIOR MÃO ESQUERDA CAIXA DO CONTROLE SOMENTE NA PAREDE MAIS SUPERIOR ABERTURA CENTRAL CAIXA DO CONTROLE SOMENTE NA PAREDE MAIS SUPERIOR ELEVADORES CASA DE MÁQUINAS ULTIMO PAV PAV TIPO PAV TÉRREO ESCADAS Exercício Observem a situação da foto Uma escada externa com espelho de 25cm piso de 27cm 16 degraus e comprimento de 80cm para vencer uma altura de 4 metros Analise o que se encontra errado e desenhe uma nova escada em vista e em planta baixa conforme as especificações técnicas 1113023 Desenho Técnico e Arquitetônico Período 20251 Profa Dra Taciana Lima Araujo Exercício Unidade 3 1 Perfil da família Um casal com dois filhos adolescentes 2 Programa de Necessidades a Dormitório 1 Suíte b Dormitório 2 c Dormitório 3 d Banheiro social e Lavabo f Cozinha g Área de Serviço h Sala estar e jantar i Garagem para 2 dois carros j Sala de estudos k Sala de TV Home theater l Varanda 3 Em seguida utilize a planta baixa desenvolvida na 2º unidade para adaptar a residência ao novo programa de necessidades 3 Representações necessárias a Planta baixa pavimento térreo Planta de reforma e ampliação Escala 150 b Planta baixa pavimento térreo e pavimento superior Escala 150 c Planta de localização e coberta Implantação Escala 1100 d Fachadas Frontal e lateral direita Escala 150 e Corte transversal ou o corte longitudinal Escala 150 f Detalhamento da escada Precisa incluir definição de acabamento e materiais Escala 1 20 ou 125 Obs Plantas que irão compor o detalhamento da escada planta baixa elevações corte Se necessário e algum detalhe ampliado se necessário Boa sorte e sucesso ESCALA PLANTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO 1 150 DEMOLIR CONSTRUIR PRESERVAR 1145 45 105 340 160 375 521 208 416 300 740 485 350 730 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0107 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA DE REFORMA E AMPLIAÇÃO DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 CORRER DUPLA ABRIR P1 P3 P4 P3 P3 P4 P2 J1 J2 J3 J4 J5 J6 QUADRO DE ESQUADRIAS PORTAS CÓDIGO LARGURA ALTURA PEITORIL P1 320 247 P2 080 210 P3 070 210 P4 060 210 P5 240 247 JANELAS CÓDIGO LARGURA PEITORIL J1 269 173 065 J2 202 173 065 J3 142 173 090 J4 135 173 065 J5 090 050 188 J6 040 050 188 GARAGEM ÁREA 6110 m² P1 P3 P4 P3 P3 P4 J1 J2 J3 J4 J2 J5 J6 ESCALA PLANTA BAIXA PAV TÉRREO 2 150 TIPO MATERIAL ALTURA MATERIAL TIPO MADEIRA MDF ALUMÍNIOVIDRO ABRIR ABRIR CORRER DUPLA MDF ALUMÍNIOVIDRO CORRER 3F CORRER 2F CORRER 2F ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO BASCULANTE BASCULANTE BASCULANTE SALA DE TV ÁREA 1715 m² LAVABO ÁREA 312 m² DORMITÓRIO SERV ÁREA 500 m² WC SERV ÁREA 220 m² ÁREA SERV ÁREA 463 m² COZINHA ÁREA 647 m² SALA DE JANTAR ÁREA 995 m² SALA DE ESTAR ÁREA 1301 m² CIRCULAÇÃO ÁREA 637 m² J2 01 SALA DE ESTUDOS ÁREA 1152 m² 064 064 064 064 000 000 002 A A A A 15 350 15 200 15 200 15 365 15 15 110 250 15 85 58 86 81 15 59 208 204 15 360 15 15 320 15 120 15 36 208 63 338 15 15 43 275 100 208 220 15 80 260 15 220 100 120 80 250 50 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 18 17 16 15 14 13 12 19 064 000 160 15 343 15 343 15 15 348 15 648 15 15 335 S S DIVISÓRIA VAZADA EM MADEIRA PROJEÇÃO DO MEZANINO PROJEÇÃO DO BEIRAL 1190 875 1145 875 1040 730 PROJEÇÃO DO BEIRAL 15 635 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0207 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA BAIXA PAVIMENTO TÉRREO DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 J2 J5 J2 J5 ESCALA PLANTA BAIXA PAV SUPERIOR 3 150 P4 P4 P3 P3 P3 P3 P4 P4 P3 P3 WC SOCIAL ÁREA 312 m² WC SUÍTE ÁREA 338 m² DORMITÓRIO 01 ÁREA 1172 m² J2 VARANDA ÁREA 1059 m² J2 CLOSET ÁREA 500 m² SUÍTE MASTER ÁREA 1317 m² DORMITÓRIO 02 ÁREA 1152 m² 354 354 354 352 CIRCULAÇÃO ÁREA 1233 m² 352 A A A A 352 P5 P5 15 350 15 200 15 200 15 365 15 15 325 15 130 15 360 15 15 30 15 320 15 120 15 36 208 180 15 221 15 495 15 335 15 15 85 80 85 15 220 15 260 120 260 15 80 80 18 17 16 15 14 13 12 11 10 09 08 02 03 04 05 06 07 01 19 129 354 CORRER DUPLA ABRIR QUADRO DE ESQUADRIAS PORTAS CÓDIGO LARGURA ALTURA PEITORIL P1 320 247 P2 080 210 P3 070 210 P4 060 210 P5 240 247 JANELAS CÓDIGO LARGURA PEITORIL J1 269 173 065 J2 202 173 065 J3 142 173 090 J4 135 173 065 J5 090 050 188 J6 040 050 188 TIPO MATERIAL ALTURA MATERIAL TIPO MADEIRA MDF ALUMÍNIOVIDRO ABRIR ABRIR CORRER DUPLA MDF ALUMÍNIOVIDRO CORRER 3F CORRER 2F CORRER 2F ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO ALUMÍNIOVIDRO BASCULANTE BASCULANTE BASCULANTE PROJEÇÃO DO BEIRAL 1145 875 1190 875 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0307 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA BAIXA PAVIMENTO SUPERIOR DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 S ESCALA PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA 4 1100 LAJE IMPERMEABILIZADA i 2 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 TELHA TIPO COLONIAL i 35 812 120 114 378 399 3618 565 350 1190 1498 1822 835 837 839 841 843 83670 843 RUA DONA ALEXANDRINA RUA ADOLFO GATTANI 84180 AVSÃO CARLOS ESCALA PLANTA DE SITUAÇÃO 5 SEM ESCALA AMPLIAÇÃO DO CORRIMÃO ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0407 1100 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO PLANTA DE LOCAÇÃO E COBERTA DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 ESCALA FACHADA FRONTAL 6 150 ESCALA FACHADA LATERAL DIREITA 7 150 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0507 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO FACHADAS DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 000 002 000 064 352 334 20 334 10 354 ESCALA CORTE AA 8 150 64 270 40 120 214 10 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0607 150 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO CORTE DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02 01 02 03 04 05 06 07 08 09 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 GUARDA CORPO DE VIDRO TEMPERADO H120 m DEGRAU EM MADEIRA TAUARI e 20 mm ESCADA EM CONCRETO ARMADO CORRIMÃO CILÍNDRICO EM ALUMÍNIO D5 cm H9200 cm B B ESCALA VISTA FRONTAL 10 125 ESCALA PLANTA BAIXA 9 125 ESCALA CORTE BB 11 125 ESCALA AMPLIAÇÃO DO CORRIMÃO 12 110 ALUNO DISCIPLINA TURMA DATA 13092025 DOCENTE ASSUNTO ESCALA FOLHA 0707 125 MARIA LAIANNY DO CARMO BRITO DETALHAMENTO DA ESCADA DESENHO TÉCNICO E ARQUITETÔNICO TACIANA LIMA 02

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