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Orientações para a Entrega da Fase Mapas mentais ou Conceituais são diagramas que relacionam diferentes informações a uma fonte central Eles conseguem condensar as principais informações a respeito de algum conceito ou textos Funcionam ainda como excelentes métodos para apreensão e organização do estudo diário Seu criador foi psicólogo inglês Tony Buzan autor é autor da obra Mapas Mentais Renovação do Serviço Social características dos seminários e críticas principais I Seminário Araxá e II Seminário Teresópolis características centrais Propósitos e ênfases principais Reavaliar fundamentos teóricos do Serviço Social buscando romper com o funcionalismo e afirmar um projeto profissional mais crítico e politizado centrado em classe e direitos sociais Estimular a produção intelectual autônoma da categoria fortalecendo debate acadêmicoprofissional sobre metodologia formação e articulação com movimentos sociais populares Promover diálogo entre geração de profissionais para construir referências teóricas que orientassem prática comprometida com transformação social e ação coletiva Principais propostas e debates Defesa de uma prática comprometida com a luta democrática propondo intervenção profissional alinhada a projeto político e à crítica das políticas públicas excludentes Discussões sobre currículo e formação profissional incluindo articulação entre teoria e prática e necessidade de revisão dos estágios e disciplinas de base crítica Propostas de organização coletiva da categoria com ênfase em espaços de formação continuada e produção crítica dentro das instituições e universidades Impactos e limites observados Contribuiu para inserir análise de classe e política na agenda do Serviço Social ampliando repertório teórico e engajamento político dos profissionais Limitação na articulação com práticas cotidianas distanciamento entre proposições teóricas e rotinas burocráticas do trabalho profissional Dificuldade em superar fragmentações internas e resistências institucionais reduzindo alcance prático de algumas propostas de renovação Seminário de Sumaré e Encontros de Geração características e desdobramentos Objetivos e dinâmica dos encontros Fortalecer a troca entre gerações consolidar consensos teóricos e problematizar tendências conservadoras emergentes no interior da profissão Priorizar temas específicos como formação pesquisa e inserção profissional em novas políticas sociais com ênfase em reconstrução crítica do projeto profissional Utilizar formatos presenciais e coletivos para criar redes de produção teórica e militância profissional conectadas a movimentos sociais Temas centrais e propostas práticas Reforço da articulação teoriaprática propostas curriculares críticas e formação para intervenção política estímulo à pesquisa aplicada a demandas sociais concretas Debates sobre identidade profissional e responsabilidades éticas diante das transformações do Estado e do mercado de trabalho Sugestões de mecanismos institucionais para formação continuada e cooperação entre universidade serviços e movimentos sociais Efeitos observados e críticas internas Avanço na consolidação de uma identidade críticaprofissional com maior produção bibliográfica e redes de pesquisa Persistência de tensões entre projeto crítico e exigências do mercado e burocracia estatal limitando implementação ampla das propostas Questões sobre representatividade e hegemonia de determinadas linhas teóricas nos encontros gerando críticas de exclusão de perspectivas diversas III Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais CBAS O Congresso da Virada Mudança de paradigma e ênfase política Congresso marcante por consolidar o projeto políticoprofissional crítico articulando Serviço Social à defesa de direitos democratização do Estado e confrontação de políticas neoliberais Intensificação de denúncias às práticas assistencialistas e defesa de políticas universais valorização da militância e da ação coletiva como práticas profissionais centrais Consolidação de documentosguia que orientaram posicionamentos institucionais e sindicância política da categoria Propostas organizacionais e institucionais Propostas de rearticulação da organização sindical e acadêmica fortalecimento de conselhos e construção de diretrizes éticas e políticas profissionais Incentivo à produção coletiva de saberes e à institucionalização de formação crítica dentro das escolas e espaços sindicais Estratégias para confrontar precarização do trabalho com pautas de carreira valorização e defesa do trabalho público Impactos de largo alcance e críticas posteriores Ampliação do protagonismo político dos assistentes sociais e maior visibilidade pública das agendas de direitos sociais Críticas quanto à dificuldade de tradução das resoluções em mudanças concretas nas rotinas de trabalho e nas políticas públicas locais Debate sobre possíveis centralismos teóricos e necessidade de diálogo com pautas étnicoraciais de gênero e regionais Críticas de Márcia Oliveira Alves e Maria Beatriz Costa Abramides Críticas apontadas por Márcia Oliveira Alves Questiona a distância entre discursos críticos e práticas cotidianas apontando fragilidade na operacionalização das propostas em serviços burocráticos Critica tendência à autorreferencialidade acadêmica que pode isolar produção teórica das demandas reais das populações atendidas Aponta necessidade de maior atenção às desigualdades interseccionais raça gênero região pouco abordadas em alguns textos do movimento de renovação Críticas apontadas por Maria Beatriz Costa Abramides Denuncia riscos de politização que se torna retórica sem efetiva mudança metodológica na prática profissional cotidiana Avalia insuficiente articulação entre formação acadêmica e formação política gerando profissionais pouco preparados para atuação transformadora concreta Critica exclusão de vozes locais e comunitárias nos processos deliberativos privilegiando perspectivas universitárias hegemônicas Pontos convergentes entre as críticas Ambas destacam lacunas entre teoria e prática alertando para necessidade de estratégias concretas de implementação nas rotinas de serviço Concordam na urgência de ampliar diversidade de perspectivas incluindo raça gênero e regionalidades na produção teórica e nas decisões Propõem reforçar formação continuada práticapolítica e mecanismos de avaliação que garantam efetividade das mudanças propostas

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formação continuada e cooperação entre universidade serviços e movimentos sociais Efeitos observados e críticas internas Avanço na consolidação de uma identidade críticaprofissional com maior produção bibliográfica e redes de pesquisa Persistência de tensões entre projeto crítico e exigências do mercado e burocracia estatal limitando implementação ampla das propostas Questões sobre representatividade e hegemonia de determinadas linhas teóricas nos encontros gerando críticas de exclusão de perspectivas diversas III Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais CBAS O Congresso da Virada Mudança de paradigma e ênfase política Congresso marcante por consolidar o projeto políticoprofissional crítico articulando Serviço Social à defesa de direitos democratização do Estado e confrontação de políticas neoliberais Intensificação de denúncias às práticas assistencialistas e defesa de políticas universais valorização da militância e da ação coletiva como práticas profissionais centrais Consolidação de documentosguia que orientaram posicionamentos institucionais e sindicância política da categoria Propostas organizacionais e institucionais Propostas de rearticulação da organização sindical e acadêmica fortalecimento de conselhos e construção de diretrizes éticas e políticas profissionais Incentivo à produção coletiva de saberes e à institucionalização de formação crítica dentro das escolas e espaços sindicais Estratégias para confrontar precarização do trabalho com pautas de carreira valorização e defesa do trabalho público Impactos de largo alcance e críticas posteriores Ampliação do protagonismo político dos assistentes sociais e maior visibilidade pública das agendas de direitos sociais Críticas quanto à dificuldade de tradução das resoluções em mudanças concretas nas rotinas de trabalho e nas políticas públicas locais Debate sobre possíveis centralismos teóricos e necessidade de diálogo com pautas étnicoraciais de gênero e regionais Críticas de Márcia Oliveira Alves e Maria Beatriz Costa Abramides Críticas apontadas por Márcia Oliveira Alves Questiona a distância entre discursos críticos e práticas cotidianas apontando fragilidade na operacionalização das propostas em serviços burocráticos Critica tendência à autorreferencialidade acadêmica que pode isolar produção teórica das demandas reais das populações atendidas Aponta necessidade de maior atenção às desigualdades interseccionais raça gênero região pouco abordadas em alguns textos do movimento de renovação Críticas apontadas por Maria Beatriz Costa Abramides Denuncia riscos de politização que se torna retórica sem efetiva mudança metodológica na prática profissional cotidiana Avalia insuficiente articulação entre formação acadêmica e formação política gerando profissionais pouco preparados para atuação transformadora concreta Critica exclusão de vozes locais e comunitárias nos processos deliberativos privilegiando perspectivas universitárias hegemônicas Pontos convergentes entre as 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