21
Instalações Elétricas
UNIPAR
1
Instalações Elétricas
UNIPAR
56
Instalações Elétricas
UNIPAR
7
Instalações Elétricas
UNIPAR
2
Instalações Elétricas
UNIPAR
1
Instalações Elétricas
UNIPAR
Texto de pré-visualização
NORMAS TÉCNICAS COPEL FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO NTC 901100 Sup de Regulação Finanças e Planejamento da Expansão da DIS Departamento de Gestão de Acessantes e Normalização Técnica Edição Julho 2020 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO APRESENTAÇÃO A Divisão de Normalização Técnica da Distribuição SRFDGNTVNTD é a responsável pela elaboração de normas técnicas para entrada de serviço O objetivo é definir as condições para atendimento às instalações de unidades consumidoras através das redes de distribuição da Companhia Paranaense de Energia COPEL A Norma Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição estabelece padrões construtivos que associados às demais prescrições visam à uniformização de procedimentos e à adoção de padrões dentro das exigências técnicas e de segurança recomendadas Esta norma pode ser adquirida nas agências da COPEL ou pode ser consultada na página da Internet no endereço wwwcopelcomnormas Curitiba julho de 2020 Fernando Antônio Gruppelli Jr Superintendência de Regulação Finanças e Planejamento Expansão da DIS SRF Copel Distribuição SA Rua José Izidoro Biazetto 158 Bloco E Mossunguê CEP 81200240 Curitiba PR Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página i ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 1 2 TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 2 21 Consumidor 2 22 Unidade Consumidora 2 23 Entrada de Serviço 2 24 Agrupamento de Unidades Consumidoras 2 25 Agrupamento de Unidades Consumidoras Conjugadas 2 26 Ponto de Entrada 2 27 Ponto de Entrega 2 28 Ramal de Ligação Aéreo 2 29 Ramal de Entrada Embutido 2 210 Ramal de Entrada Subterrâneo 2 211 Ramal Alimentador da Unidade Consumidora 3 212 Limites da Propriedade 3 213 Poste da Entrada de Serviço 3 214 Poste da Derivação 3 215 Aterramento 3 216 Sistema de Aterramento 3 217 Condutor de Proteção 3 218 Eletrodo de Aterramento Malha de Aterramento 3 219 Caixa para Medidor 3 220 Caixa para Disjuntor 3 221 Disjuntor de Proteção 3 222 Caixa de Passagem 4 223 Centro de Medição Modulado 4 224 Módulo para Barramento 4 225 Caixas Geminadas 4 226 Fio 4 227 Cabo 4 228 Condutor Isolado 4 229 Cabo Unipolar 4 230 Cabo Multipolar 4 231 Declaração de Cargas DCA 4 232 Anotação de Responsabilidade Técnica ART 4 3 NORMAS MENCIONADAS 5 4 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 6 41 Limites de Fornecimento 6 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página ii 42 Tipos de Fornecimento 6 43 Categorias de Atendimento 6 44 Atendimento a Unidades Consumidoras na Região Litorânea 6 45 Atendimento a Unidades Consumidoras na Área Rural 6 46 Licença Ambiental 6 47 Frequência 7 48 Fornecimento pela Rede Aérea de Baixa Tensão 7 49 Fornecimento por Rede Subterrânea de Baixa Tensão 7 410 Geração Própria 7 411 Níveis de Tensão Admissíveis 7 412 Revenda ou Fornecimento de Energia Elétrica a Terceiros 7 413 Instalações de Combate a Incêndio 7 414 Fator de Potência 7 415 Mudança de Categoria de Atendimento 8 416 Fornecimento dos Materiais da Entrada de Serviço 8 417 Conservação da Entrada de Serviço 8 418 Sistema de Lacres da COPEL 8 419 Ligações Especiais 8 420 Obras Civis Próximas à Rede de Distribuição 9 4201 Generalidades 9 4202 Responsabilidade do Executor da Obra 10 421 Orientação Técnica 10 422 Casos Omissos 10 5 CARACTERÍSTICAS DAS ENTRADAS DE SERVIÇO 10 51 Características dos Materiais 10 511 Poste da Entrada de Serviço 11 512 Caixas para Equipamentos de Medição e Proteção 12 513 Disjuntores 12 514 Condutores 13 515 Eletrodutos 15 516 Armações Secundárias 15 517 Caixas de Passagem 16 5171 Caixas de Passagem no Solo 16 5172 Caixas de Passagem suspensas ou embutidas 17 518 Eletrodo de Aterramento 17 519 Aterramento 17 5110 Instalação de Condutor de Proteção 18 5111 Ramal de Ligação Aéreo 18 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página iii 5112 Ramal de Entrada Embutido 19 5113 Ramal Alimentador 20 5114 Ramal de Entrada Subterrâneo 20 51141 Instruções de Preparação das Valas para Instalação de Eletrodutos 23 52 Ancoragem do Ramal Aéreo na Fachada de Edificações 24 53 Medição 24 531 Disposições Gerais 24 532 Quanto à Localização 25 54 Disposição da Entrada de Serviço 26 55 Agrupamento de Unidades Consumidoras 26 551 Condições Gerais 26 552 Dimensionamento da Entrada de Serviço 28 553 Poste de Divisa 29 554 Necessidade de Apresentação de Projeto Elétrico 29 56 Fornecimento de Energia na Área Rural 30 561 Atendimento com transformadores trifásicos 220127 V 31 562 Atendimento com transformadores monofásicos 3 fios 254127 V 31 6 ATENDIMENTO PELA REDE SUBTERRÂNEA 32 7 ATENDIMENTO A EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO 32 8 ORIENTAÇÕES QUANTO AO PEDIDO DE LIGAÇÃO 32 9 TABELAS 33 91 Tabela 1 Ref Item 41b 33 92 Tabela 2 Ref Item 43 35 93 Tabela 3 Ref Item 552 37 94 Tabela 4 Ref Item 562a 38 10 FIGURAS 39 101 Figura 1 Ref Item 4201a e 39 102 Figura 2 Ref Item 4201c 39 103 Figura 3 Ref Item 4201f 40 104 Figura 4 Ref Item 5 42 105 Figura 5 Ref Item 511h 531d 532b g i 43 106 Figura 6 Ref Item 511h 531d 532b g i 44 107 Figura 7 Ref Itens 512b 531a 45 108 Figura 8 Ref Item 515f 5171f 46 109 Figura 9 Ref Item 5171 5114p r 47 1010 Figura 10 Ref Item 5171a 49 1011 Figura 11 Ref Item 518a 50 1012 Figura 12 Ref Item 519a 51 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página iv 1013 Figura 13 Ref Item 519a 52 1014 Figura 14 Ref Item 519e 53 1015 Figura 15 Ref Item 5111j 54 1016 Figura 16 Ref Item 5111l 55 1017 Figura 17 Ref Item 5112h 56 1018 Figura 18 Ref Item 5114i s 51141c e f 57 1019 Figura 19 Ref Item 52 58 1020 Figura 20 Ref Item 52 59 1021 Figura 21 Ref Item 531e 60 1022 Figura 22 Ref Item 531e 61 1023 Figura 23 Ref Item 531e 62 1024 Figura 24 Ref Item 54a 63 1025 Figura 25 Ref Item 54a 66 1026 Figura 26 Ref Item 551g 67 1027 Figura 27 Ref Item 552b 68 1028 Figura 28 Ref Item 552c 69 1029 Figura 29 Ref Item 552c 70 1030 Figura 30 Ref Item 552c 71 1031 Figura 31 Ref Item 531j 72 1032 Figura 32 Ref Item 553c 73 1033 Figura 33 Ref Item 56e 74 11 PADRÕES CONSTRUTIVOS 76 111 Unidades consumidoras isoladas 76 1111 Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea 76 1112 Medição muro frontal Saída aérea 77 1113 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 78 1114 Poste de divisa 79 1115 Ramal de Entrada Subterrâneo 80 1116 Medição frontal em poste Saída subterrânea 81 1117 Medição frontal em poste Saída aérea 82 1118 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 83 1119 Medição frontal em poste Saída aérea 84 11110 Medição parede frontal Saída embutida 85 112 Unidades consumidoras agrupadas Sem Proteção Geral 86 1121 Medição frontal em poste Saídas aéreas 86 1122 Medição frontal em poste Saídas aérea e subterrânea 88 1123 Medição frontal em poste Saídas aéreas e subterrânea 90 1124 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 92 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página v 1125 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 94 113 Unidades Consumidoras agrupadas Com Proteção Geral 96 1131 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 96 1132 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 98 1133 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas 100 1134 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas 102 1135 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas 104 1136 Medição muro frontal Saídas embutida ou subterrânea 106 114 Unidades Consumidoras agrupadas Edificações Comerciais ou Mistas 108 1141 Localização da Proteção Geral e do Centro de Medição 108 12 ANEXOS 109 121 Anexo I Relação Geral de Materiais 109 122 Anexo II Conexões com a Rede Secundária Isolada 111 123 Anexo III Formulário de Solicitação de Medição Agrupada FSMA 113 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 1 1 INTRODUÇÃO Esta norma estabelece as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às instalações de unidades consumidoras atendidas em tensão secundária através das redes de distribuição aérea pela Companhia Paranaense de Energia COPEL aplicável às instalações novas reformas eou ampliações que compõem as entradas de serviço das unidades consumidoras As instalações elétricas das unidades consumidoras devem estar de acordo com as normas brasileiras Em qualquer tempo esta norma poderá ser modificada no todo ou em parte por razões de ordem técnica ou legal motivo pelo qual os interessados deverão periodicamente consultar a COPEL quanto a eventuais alterações As recomendações contidas nesta norma não implicam em qualquer responsabilidade da COPEL com relação à qualidade de materiais à proteção contra riscos e danos à propriedade ou ainda à segurança de terceiros Havendo divergências entre esta norma e as normas brasileiras prevalecerá sempre o conteúdo das normas brasileiras e suas revisões vigentes Os profissionais envolvidos desde a etapa de projeto e posteriormente na construção montagem operação manutenção das instalações elétricas ou quaisquer trabalhos realizados sob a consulta e apoio desta norma deverão seguir as prescrições da Norma Regulamentadora Nº 10 NR10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade e outras aplicáveis que fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança das pessoas trabalhadores e terceiros nas atividades em instalações elétricas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 2 2 TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 21 Consumidor É toda pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada que solicitar à COPEL o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações legais regulamentares e contratuais 22 Unidade Consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega com medição individualizada e correspondente a um único consumidor 23 Entrada de Serviço Conjunto de materiais equipamentos e acessórios situados a partir do ponto de conexão com a rede de distribuição da COPEL até o disjuntor da unidade consumidora inclusive 24 Agrupamento de Unidades Consumidoras Duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um mesmo terreno ligado em único ponto de entrega 25 Agrupamento de Unidades Consumidoras Conjugadas Duas ou mais unidades consumidoras localizadas em terrenos distintos atendidos em único ponto de entrega com poste de divisa 26 Ponto de Entrada Ponto onde a linha de energia entra na edificação 27 Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da COPEL com as instalações elétricas da unidade consumidora caracterizandose como o limite de responsabilidade do fornecimento 28 Ramal de Ligação Aéreo Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde o poste da derivação da rede de distribuição secundária da COPEL até o ramal de entrada embutido ponto de entrega 29 Ramal de Entrada Embutido Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde a conexão com o ramal de ligação aéreo no poste da entrada de serviço ponto de entrega até a caixa de medição do disjuntor geral ou centro de medição 210 Ramal de Entrada Subterrâneo Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde a conexão no poste da Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 3 derivação da rede de distribuição secundária da COPEL ponto de entrega até a caixa de medição do disjuntor geral ou centro de medição 211 Ramal Alimentador da Unidade Consumidora Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde o disjuntor geral em circuito exclusivo até o quadro de distribuição da unidade consumidora 212 Limites da Propriedade São as demarcações e delimitações evidentes que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros no alinhamento designado pelos poderes públicos 213 Poste da Entrada de Serviço Poste situado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar o ramal de ligação aéreo 214 Poste da Derivação Poste da rede de distribuição da COPEL do qual deriva o ramal de ligação aéreo ou ramal de entrada subterrâneo 215 Aterramento Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra 216 Sistema de Aterramento Conjunto de todos os condutores e peças condutoras com o qual é constituído um aterramento em um determinado local 217 Condutor de Proteção Condutor prescrito em certas medidas de proteção contra choques elétricos e destinado a interligar eletricamente massas de equipamentos e elementos não condutores 218 Eletrodo de Aterramento Malha de Aterramento Conjunto de condutores e haste enterrados no solo e eletricamente ligados a terra 219 Caixa para Medidor Caixa com tampa lacrável destinada à instalação de medidores e acessórios 220 Caixa para Disjuntor Caixa lacrável destinada à instalação do disjuntor termomagnético da unidade consumidora 221 Disjuntor de Proteção Dispositivo de seccionamento automático destinado à manobra e limitação da sobrecorrente de carga ou de curtocircuito na instalação da unidade consumidora instalado no interior da caixa de medição ou na caixa para disjuntor Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 4 222 Caixa de Passagem Caixa destinada a facilitar a instalação de condutores 223 Centro de Medição Modulado Centro de medição composto por módulos para abrigar três medidores ou mais e módulo de barramento quando for o caso 224 Módulo para Barramento Módulo destinado à instalação dos barramentos e disjuntor geral quando aplicável no centro de medição A partir deste módulo será feita a distribuição para as medições individuais constituindo um centro de medição 225 Caixas Geminadas Conjunto formado pelo agrupamento de duas ou três caixas individuais para medidor 226 Fio É um produto metálico maciço e flexível de seção transversal invariável e de comprimento muito maior que a sua seção transversal 227 Cabo É o conjunto de fios encordoados isolados ou não entre si podendo o conjunto ser isolado ou não 228 Condutor Isolado É o fio ou cabo dotado apenas de isolação 229 Cabo Unipolar É um cabo constituído por um único condutor isolado e dotado no mínimo de cobertura 230 Cabo Multipolar É um cabo constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado no mínimo de cobertura 231 Declaração de Cargas DCA Formulário utilizado para a declaração das potências das características e regime de operação das cargas instaladas da unidade consumidora solicitado em alguns casos para análise e efetivação do atendimento 232 Anotação de Responsabilidade Técnica ART A ART é um instrumento legal necessário à fiscalização das atividades técnicoprofissionais nos diversos empreendimentos sociais Instituída também pela Lei Federal nº 64961977 a ART caracteriza legalmente os direitos e obrigações entre profissionais e usuários de seus serviços técnicos além de determinar a responsabilidade profissional por eventuais defeitos ou erros técnicos Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 5 3 NORMAS MENCIONADAS As normas relacionadas com a denominação NTC Norma Técnica Copel poderão ser consultadas no site da Copel no endereço eletrônico wwwcopelcomnormas Resolução Aneel nº 4142010 Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica NTC 900100 Critérios para Apresentação de Projetos de Entrada de Serviço NTC 900300 Instalações de Combate a Incêndio NTC 901110 Atendimento a Edificações de Uso Coletivo NTC 902201 Atendimento aos Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia NTC 902202 Atendimento a Vendedores Ambulantes e Assemelhados NTC 902203 Atendimento a Operadoras de TV a Cabo Telecomunicações e Assemelhados NTC 903100 Fornecimento em Tensão Primária de Distribuição NTC 903105 Geração Própria Operação em Paralelismo Momentâneo NTC 910100 Caixas para Equipamentos de Medição Centro de Medição Modulado NTC 920100 Caixas para equipamentos de Medição Material Polimérico NTC 917000 Eletroduto de PVC Rígido NTC 917040 Haste de Aterramento para Entrada de Serviço NTC 917100 Poste de Concreto para Entrada de Serviço NTC 917120 Poste de Divisa NTC 927105 Conexão do Condutor com a Haste de Aterramento da Entrada de Serviço NTC 930100 Disjuntores para Entradas de Serviço Especificações NTC 940020 Agrupamento de Unidades Consumidoras Caixas Metálicas NTC 930020 Agrupamento de Unidades Consumidoras Material Polimérico NTC 811584 Armação Secundária com 1 Estribo NTC 812094 Haste de Aterramento Zincada para Cerca NTC 812096 Haste de Aterramento de Aço Cobre 2400 mm de comprimento NTC 810106 Duto Corrugado Flexível para Instalação Subterrânea Diâmetro 100 mm NTC 814905 Seccionador PréFormado para Cerca de Arame Farpado NTC 814907 Seccionador PréFormado para Cerca de Arame Liso NTC 810083 Tampão para Caixa de Passagem com Caixilho de FF 600 x 600 mm NTC 814920 Fita de Alerta para Instalação em Banco de Dutos NBR 5410 Instalações Elétricas em Baixa Tensão NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 6 4 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 41 Limites de Fornecimento a O fornecimento em tensão secundária de distribuição será feito até o limite de 75 kW de carga instalada b As unidades consumidoras com ligação de cargas especiais como máquinas de raiosX máquinas de solda e motores elétricos monofásicos e trifásicos cuja operação produza perturbações na rede deverão seguir as orientações da Tabela 1 c O atendimento a uma unidade consumidora com mais de uma entrada de serviço constitui uma situação excepcional e fazse necessária consulta prévia à Copel Conforme a Resolução Normativa nº 4142010 da ANEEL uma unidade consumidora é caracterizada pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega portanto somente poderá ser permitido quando existir perfeita separação entre as instalações físicas e elétricas das partes alimentadas Estas condições deverão ser analisadas previamente e confirmadas na vistoria das instalações Após a ligação eventuais irregularidades constatadas em intervenções por parte da Copel poderão acarretar em alteração na forma de atendimento 42 Tipos de Fornecimento O fornecimento poderá ser feito numa das seguintes formas a dois condutores 127 V monofásico a três condutores 254127 V monofásico 3 fios área rural a três condutores 220127 V bifásico a quatro condutores 220127 V trifásico 43 Categorias de Atendimento O dimensionamento da entrada de serviço deverá obedecer a uma das categorias da tabela 2 44 Atendimento a Unidades Consumidoras na Região Litorânea As instalações elétricas na região litorânea deverão ser executadas com materiais que resistam as intempéries como condutores de cobre eletrodutos de PVC caixas de alumínio ou material polimérico entre outros 45 Atendimento a Unidades Consumidoras na Área Rural O atendimento a unidades consumidoras na área rural deverá seguir as prescrições do item 56 desta norma 46 Licença Ambiental As unidades consumidoras ou empreendimentos situados em áreas consideradas de preservação ou conservação ambiental ou que possuam atividades consideradas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 7 potencialmente poluidoras de acordo com a resolução SEMA nº 031 de 24081998 art 56 eou resolução CONAMA 23797 de 19121997 e de acordo com a relação das Tipologias de Atividades Potencialmente Impactantes emitida pelo Instituto Ambiental do Paraná IAP estarão sujeitas à apresentação de cópia da licença de instalação eou operação expedidas pelo órgão ambiental 47 Frequência Em toda área de concessão da COPEL o fornecimento será na frequência de 60 Hertz 48 Fornecimento pela Rede Aérea de Baixa Tensão Nos atendimentos com disjuntor geral até 200 A o ponto de entrega será na conexão entre o ramal de ligação aéreo e o ramal de entrada embutido 49 Fornecimento por Rede Subterrânea de Baixa Tensão Quando o atendimento for através de rede subterrânea de distribuição deverão ser seguidas as orientações e prescrições da NTC 901120 410 Geração Própria A utilização de geração própria estará condicionada à solicitação eou apresentação de projeto elétrico devendo seguir as orientações e prescrições das seguintes NTCs NTC 903105 Geração Própria Operação em Paralelismo Momentâneo NTC 903107 Geração Própria Operação Isolada eou NTC 905200 Acessantes de Micro e Minigeração 411 Níveis de Tensão Admissíveis A COPEL fornecerá energia elétrica até o ponto de entrega obedecendo aos limites admissíveis pela legislação vigente Após o ponto de entrega os níveis de queda de tensão deverão obedecer a NBR 5410 412 Revenda ou Fornecimento de Energia Elétrica a Terceiros É vedado ao consumidor assumir os direitos da COPEL estendendo ramais que se interliguem com instalações de outrem para o fornecimento de energia elétrica ainda que gratuitamente 413 Instalações de Combate a Incêndio Nos casos de construção de entrada de serviço com previsão para instalações de combate a incêndio deverão ser atendidas as prescrições da NTC 900300 414 Fator de Potência Caberá ao consumidor manter o fator de potência de suas instalações dentro dos limites Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 8 estabelecidos pela legislação vigente O fator de potência em vigência é de 092 415 Mudança de Categoria de Atendimento A mudança da categoria de atendimento será permitida com a prévia autorização da COPEL e o redimensionamento da entrada de serviço 416 Fornecimento dos Materiais da Entrada de Serviço Os equipamentos de medição os condutores do ramal de ligação aéreo e respectivos acessórios de conexão serão fornecidos pela COPEL Os demais materiais da entrada de serviço serão fornecidos pelo consumidor devendo estar de acordo com as Normas Brasileiras específicas e sujeitos inclusive à aprovação da COPEL 417 Conservação da Entrada de Serviço a O consumidor será responsável na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição da concessionária quando instalados no interior da unidade consumidora ou se por solicitação formal do consumidor os equipamentos forem instalados em área exterior da mesma b Os consumidores deverão conservar em bom estado os materiais e equipamentos da entrada de serviço c Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança ou em desacordo com esta norma o consumidor será notificado das irregularidades existentes devendo providenciar os reparos dentro do prazo fixado d A caixa de medição é destinada exclusivamente ao disjuntor de proteção e ao medidor da COPEL Somente o ramal de entrada e o ramal alimentador poderão ser conectados ao medidor 418 Sistema de Lacres da COPEL a Os lacres instalados nas caixas e equipamentos de medição da entrada de serviço somente poderão ser rompidos ou retirados por empregados da COPEL ou seus representantes legais no exercício das atividades pertinentes b A violação de selos eou lacres instalados pela COPEL será passível de sanções estabelecidas na legislação vigente 419 Ligações Especiais Para Ligações Especiais as seguintes normas deverão ser consultadas NTC 902201 Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 9 NTC 902202 Vendedores Ambulantes Feiras Livres e Assemelhados NTC 902203 Operadores de TV à Cabo Telecomunicações e Assemelhados Para quiosques banca de revistas e assemelhados os padrões de atendimento serão de acordo com as orientações da COPEL 420 Obras Civis Próximas à Rede de Distribuição As orientações deste subitem deverão ser observadas pelos responsáveis por serviços em obras civis executadas próximas a redes de distribuição da COPEL e visam atender às exigências do Ministério do Trabalho de acordo com a Portaria número 3214 de 08 de junho de 1978 em sua Norma Regulamentadora NR10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade 4201 Generalidades Os executores de obras deverão adotar medidas que evitem a aproximação de pessoas e objetos em relação às redes de distribuição a Os serviços poderão ser realizados sem proteção contra contatos acidentais quando a distância entre o local de trabalho e a projeção do condutor da rede de distribuição mais próximo for maior do que 50 m conforme a Figura 1 b Quando a distância entre a projeção da rede e o local de trabalho for de 170 m a 50 m outras providências tais como o uso de tapumes andaimes com anteparos divisórias telas e redes deverão ser tomadas Esses recursos além de isolarem as áreas de trabalho deverão ter características que impossibilitem a aproximação acidental de equipamentos vergalhões ferramentas e a queda de materiais detritos pedras tijolos madeiras arames tintas etc sobre as redes de distribuição c Recomendase o emprego de sinalização conforme sugestão da Figura 2 para que os trabalhadores percebam que no local existe risco de acidente devido à proximidade com os condutores da rede de distribuição d Deverão ser evitadas as situações em que o local de trabalho esteja com afastamento menor que 170 m em relação à projeção da rede de distribuição Quando existir essa condição o interessado deverá procurar uma unidade da COPEL para orientações e Não será permitida a execução de serviços acima ou abaixo da rede de distribuição na faixa compreendida pela sua projeção conforme indicado na Figura 1 f O afastamento mínimo entre condutores da rede de distribuição e edificações deverá ser conforme a Figura 3 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 10 g Quando não for possível obedecer às distâncias definidas ou já exista condição insegura no local a COPEL deverá ser necessariamente consultada 4202 Responsabilidade do Executor da Obra Independente dos cuidados citados no item 4201 recomendamse as seguintes providências por parte do executor da obra a Análise de riscos com respeito ao desenvolvimento das etapas da construção quanto a acidentes com as redes de distribuição b Análise de riscos quando houver a utilização de guindauto para a instalação do poste de entrada de serviço c Análise de riscos quando houver previsão de execução de concretagem utilizando caminhões betoneiras com dutos de elevação em locais onde exista rede de distribuição d Adoção de medidas permanentes cartazes palestras reuniões de segurança visando alertar e conscientizar os trabalhadores da obra quanto aos efeitos danosos e até fatais causados pelos contatos acidentais com a rede de distribuição divulgando inclusive a estatística destes acidentes ocorridos na construção civil e Sempre que houver dúvidas com relação a riscos com redes de distribuição ou transmissão o executor da obra deverá consultar a COPEL 421 Orientação Técnica As áreas técnicas da COPEL estão à disposição dos interessados para prestar quaisquer esclarecimentos julgados necessários para o fornecimento de energia elétrica 422 Casos Omissos Os casos omissos nesta norma ou aqueles que pelas características excepcionais exijam estudos especiais serão objeto de análise e decisão por parte da COPEL 5 CARACTERÍSTICAS DAS ENTRADAS DE SERVIÇO A identificação dos componentes dos padrões construtivos de entrada de serviço é apresentada na Figura 4 51 Características dos Materiais a Os materiais e equipamentos a serem utilizados nas entradas de serviço são os descritos no item 12 na relação de materiais correspondente aos diversos padrões construtivos apresentados nesta norma Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 11 b Os postes para entrada de serviço as caixas para equipamentos de medição e proteção e os disjuntores de corrente nominal até 100 A deverão ser homologados e provenientes de fabricantes cadastrados na COPEL c A homologação na COPEL não eximirá fabricantes comercializadores e instaladores de responsabilidades pela qualidade dos materiais aplicados na entrada de serviço d Os materiais utilizados para a montagem da entrada de serviço serão de responsabilidade do proprietário da obra eou responsável técnico 511 Poste da Entrada de Serviço a Os postes de concreto deverão ser fabricados de acordo com as prescrições da NTC 917100 e os fabricantes deverão ser cadastrados conforme estabelecido na NTC 917110 b Os postes auxiliares do tipo oco não serão aceitos para ligações novas Poderá ser aceita sua utilização quando este poste for existente Neste caso a caixa de medição deverá ser fixada por braçadeiras e o eletroduto fixado pelo lado externo c O comprimento mínimo exigido para o poste da entrada de serviço é de 720 m para ligação monofásica bifásica ou trifásica d Postes de concreto construídos no local poderão ser aceitos sob análise prévia da COPEL e mediante apresentação de Anotação de Responsabilidade Técnica ART Os postes poderão ter qualquer seção transversal desde que resistam aos esforços constantes na Tabela 2 e O poste para entrada de serviço deverá ter gravado em qualquer uma das faces de forma legível e indelével em baixo relevo com profundidade de 2 a 5 mm os seguintes dados Nome ou marca comercial do fabricante Resistência nominal em daN Data de fabricação Tipo do poste A inscrição 2F para os postes tipo Duplo T de 75 daN e de 100 daN devido estas resistências mecânicas se verificarem para as duas faces do poste f Os postes tipo Duplo T de 200 daN e 300 daN poderão ter resistência de 100 na face lisa e de 50 na face cavada g Os postes de fabricantes cadastrados poderão ter o eletroduto embutido ou aparente A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 12 curva superior deverá ser de aproximadamente 135º Quando o eletroduto for aparente a curva poderá ser substituída por cabeçote de alumínio ou PVC h O poste da entrada de serviço deverá ser instalado no alinhamento frontal conforme alternativas das Figuras 5 e 6 i Quando for utilizado eletroduto aparente este poderá ser fixado junto ao poste através de arame galvanizado com bitola mínima de 14 BWG com no mínimo 6 voltas ou fita metálica com presilha O eletroduto embutido poderá ser de PVC rígido ou corrugado j O engastamento do poste deverá ser de acordo com a demarcação existente no mesmo conforme orientações e prescrições da NTC 917100 k O tempo de cura para os postes construídos com cimento convencional será de 28 dias e os postes construídos com cimento tipo ARI 10 dias l Para o atendimento às unidades consumidoras situadas nas ilhas a critério da área o poste da entrada de serviço poderá ser de outro material eou modelo estrutural de acordo com a conveniência técnica econômica mobilidade transporte e execução 512 Caixas para Equipamentos de Medição e Proteção a As caixas para equipamentos de medição e de proteção poderão ser confeccionadas em chapa de açocarbono chapa de alumínio ou material polimérico de acordo com as prescrições da NTC 910100 e da NTC 920100 b As caixas individuais deverão ser as padronizadas de acordo com os tipos indicados na Figura 7 c Para a utilização do centro de medição modulado ver as orientações da NTC 910100 d Em localidades litorâneas as caixas deverão ser confeccionadas em alumínio ou material polimérico e As alternativas de agrupamentos de medições deverão seguir as orientações do item 55 f A fixação das caixas de medição em poste deverá ser por meio de braçadeiras de aço galvanizado de alumínio ou material polimérico Nas regiões litorâneas apenas de alumínio ou material polimérico 513 Disjuntores Toda entrada de serviço deverá possuir dispositivo limitador de corrente através de disjuntor termomagnético com corrente nominal em função da categoria de atendimento de acordo com Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 13 a Tabela 2 a Os disjuntores deverão ser aplicados somente aos condutores das fases e ser instalados após os equipamentos de medição b O disjuntor deverá possuir indelevelmente marcado em lugar visível as seguintes informações Nome ou marca do fabricante Tipo ou modelo Tensão nominal V Corrente nominal A Capacidade de interrupção em curtocircuito referida às tensões nominais kA c O disjuntor deverá possuir a marcação da corrente nominal em lugar visível considerando que a identificação da posição ligado deverá ficar na parte superior do disjuntor ou seja quando o disjuntor estiver ligado na posição vertical posição correta de serviço a alavanca de comando estará para cima d Aplicação de disjuntor com corrente regulável acima de 100 A Unidade consumidora isolada a regulagem adotada deve corresponder à corrente da categoria de atendimento Agrupamentos em geral ou Edifício de Uso Coletivo sem apresentação de projeto a regulagem adotada deve corresponder à corrente da categoria de atendimento do disjuntor geral do agrupamento A Copel aplicará lacres no dispositivo de atuação no disjuntor e na caixa do disjuntor ou na caixa seccionadora e Os disjuntores deverão possuir uma única alavanca de comando A critério da COPEL poderão ser aceitos disjuntores bipolares e tripolares com 2 ou 3 alavancas respectivamente intertravadas mecanicamente entre si devendo o dispositivo de intertravamento ser irremovível e inviolável Neste caso o acionamento eventual em qualquer um dos pólos deve garantir o acionamento nos outros pólos simultaneamente nas operações de liga e de desliga através de intertravamento interno 514 Condutores a A partir do ponto de entrega até a medição serão admitidos apenas fios e cabos de cobre rígidos ou flexíveis isolados e dimensionados conforme Tabela 2 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 14 b Nos trechos com ramais em eletrodutos aparentes ou embutidos em alvenaria poderão ser utilizados condutores isolados sem cobertura adicional c Em ramais instalados em eletrodutos enterrados no solo deverão ser utilizados cabos unipolares ou multipolares d Admitese o uso de condutores isolados sem cobertura adicional em eletroduto enterrado se no trecho enterrado não houver nenhuma caixa de passagem eou derivação e for garantida a estanqueidade do eletroduto e Nas ligações trifásicas os condutores instalados desde o ponto de entrega até as medições deverão ser identificados pelas seguintes cores Fase A Amarela Fase B Branca Fase C Vermelha f O condutor neutro deverá ser isolado e quando identificado por sua isolação será na cor azulclaro g A identificação por cores poderá ser com fitas isolantes coloridas ou a própria isolação do condutor h Nas ligações de unidades consumidoras em agrupamentos é necessária a identificação dos condutores de todas as ligações entre o barramento o medidor e o disjuntor i Nas ligações monofásicas e bifásicas de unidades consumidoras isoladas também é necessária a identificação dos condutores fase e do condutor neutro j Poderá ser utilizado condutores com isolação de diferentes cores para as fases e neutro de uma mesma instalaçãocircuito desde que não sejam nas cores verde e azulclaro e que todos os condutores da instalação estejam corretamente identificados por fitas coloridas k Condutores com isolação nas cores verde e azulclaro só poderão ser utilizados nas seguintes situações Verde para condutor de aterramento Azulclaro para condutor neutro l As instalações elétricas de entradas de serviço novas reformas ou alteração de categoria deverão ser executadas com condutores certificados pelo INMETRO m Os condutores neutro e fase deverão possuir a mesma seção transversal n Aplicação de condutores flexíveis consultar NTCs 917015 917025 927110 Conexão do ramal de ligação com o ramal de entrada terminal de compressão Conexão com o disjuntor eou com o medidor qualquer terminação adequada o A partir da categoria 42 125 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 15 conexão com o ramal de ligação poderá ser efetuada com conector perfurante se for condutor flexível usar terminal de compressão e a conexão com conector cunha p Não serão aceitos em nenhum trecho após o ponto de entrega condutores de alumínio 515 Eletrodutos a A aplicação dos eletrodutos deve obedecer às prescrições da NBR 5410 b Como alternativa aos eletrodutos rígidos serão aceitos eletrodutos corrugados flexíveis conforme características na NTC 810106 somente nos trechos enterrados ou embutidos c Os eletrodutos dos ramais de entrada e alimentador deverão ser dimensionados conforme Tabela 2 obedecendo às prescrições da NBR 5410 d Os eletrodutos de proteção dos condutores de aterramento terão diâmetro nominal de 19 mm até a categoria 41 e de 25 mm até a categoria 45 conforme Tabela 2 e Os eletrodutos aplicados em entradas de serviço poderão ser de PVC rígido aço galvanizado ou dutos corrugados onde aplicável f Para ramal de entrada subterrâneo o eletroduto no poste da derivação deverá ser de aço galvanizado zincado com diâmetro nominal de acordo com a categoria de atendimento da Tabela 2 com 6 metros de comprimento uma barra de 6m ou duas barras de 3m fixado com fita de aço inoxidável devendo ser instalado conforme Figura 8 Nas regiões litorâneas este eletroduto será de PVC rígido g O eletroduto do ramal de entrada subterrâneo sob o banco de duto deverá ser envelopado em concreto e poderá ser de PVC rígido ou duto corrugado h Os eletrodutos que contenham circuitos de energia devem ser utilizados exclusivamente para esta finalidade i Cada eletroduto deverá ser ocupado por um ou mais circuitos completos sendo cada circuito composto por fases e um neutro j As curvas e emendas nos eletrodutos deverão obedecer às prescrições da NBR 5410 516 Armações Secundárias a As armações secundárias deverão ser confeccionadas em chapa de açocarbono galvanizada à quente 5 mm de espessura e características conforme a NTC 811584 b As armações secundárias metálicas deverão ser providas de isolador do tipo roldana de porcelana ou de vidro Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 16 c Não poderá ser utilizada armação conjugada com roldana de material polimérico 517 Caixas de Passagem a Deverão ser construídas em local de fácil acesso e não deverão estar submetidas a esforços mecânicos excessivos b Quando instaladas antes da medição deverão ser providas de dispositivos para lacre c As caixas que contenham circuitos de energia devem ser utilizadas exclusivamente para esta finalidade d Uma mesma caixa de passagem não poderá conter circuitos de energia medida e não medida e Para os casos de agrupamento de unidades consumidoras a caixa de passagem após a medição que acomodar mais de um ramal alimentador deverá ser construída de modo que cada ramal possa ser individualizado e identificado 5171 Caixas de Passagem no Solo Quando a distância entre a caixa de passagem situada na base do poste da COPEL e a caixa de medição da entrada de serviço for superior a 15 m ou quando houver mudança de direção do banco de dutos se necessário poderá ser construída caixa de passagem intermediária As caixas de passagem utilizadas em trechos com energia não medida deverão ser construídas de acordo com a Figura 9 a Recomendase que as caixas de passagem instaladas em trechos com energia medida tenham as mesmas características das caixas para energia não medida dispensandose a tampa metálica e subtampa com dispositivos para lacre de acordo com a Figura 10 b A subtampa deverá ser dotada de alça ou outro dispositivo para facilitar a remoção c As caixas de passagem localizadas antes da medição devem ser dotadas de aro e tampa de ferro fundido conforme NTC 810083 e subtampa confeccionada em chapa de alumínio com espessura mínima de 2 mm ou de material polimérico espessura mínima 3 mm Os dispositivos para lacre poderão ser fixados na alvenaria ou em um aro de alumínio ou no próprio aro de ferro fundido d No fundo das caixas deverá haver uma abertura de 15 x 15 cm e uma camada de pedra brita nº 2 para drenagem e Quando houver atendimento por ramal de entrada subterrâneo a mais de uma unidade consumidora no mesmo poste da COPEL poderá ser compartilhada a mesma caixa de passagem conforme alternativas da tabela da Figura 9 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 17 f A caixa de passagem construída no passeio e próxima à base do poste deverá estar afastada do mesmo conforme Figura 8 Quando houver obstáculos esta caixa poderá ser instalada no interior da propriedade mediante consulta prévia a COPEL g As caixas de passagem deverão ser construídas em alvenaria com dimensões internas mínimas de 50x50x50cm 5172 Caixas de Passagem suspensas ou embutidas a As caixas suspensas para a passagem dos condutores de baixa tensão deverão ser fixadas pelo fundo ao teto ou à parede possuírem tampa com dobradiças serem aterradas e suas dimensões e rigidez mecânica adequadas às suas finalidades b Nos trechos verticais as caixas de passagem deverão ser dotadas de suporte para fixação dos cabos c As caixas poderão ser construídas em material metálico ou polimérico Nas regiões litorâneas o material metálico deve ser alumínio 518 Eletrodo de Aterramento a Como eletrodos de aterramento deverão ser utilizadas as opções constantes na Figura 11 e as demais condições estabelecidas pela NTC 917040 b A conexão do condutor com a haste de aterramento da entrada de serviço deverá ser realizada com os conectores aceitos pela COPEL de acordo com a NTC 927105 519 Aterramento As prescrições a seguir são aplicáveis às instalações da entrada de serviço Para as instalações elétricas internas deverão ser adotados os esquemas de aterramento que melhor se adaptem a essas instalações observando as orientações da NBR 5410 a O neutro da entrada de serviço deverá ser aterrado junto à caixa de medição ou proteção geral conforme Figuras 12 e 13 com condutor de aterramento dimensionado conforme a categoria de atendimento que consta na Tabela 2 empregandose no mínimo um eletrodo de aterramento b As partes metálicas da entrada de serviço sujeitas à energização acidental deverão ser permanentemente ligadas a terra c O condutor de aterramento deverá ser tão curto e retilíneo quanto possível sem emenda e não deverá ter dispositivo que possa causar sua interrupção d O condutor de aterramento deverá ser protegido mecanicamente por meio de eletroduto de Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 18 PVC rígido ou corrugado ou flexível com diâmetro nominal de 19 mm até a categoria 41 e de 25 mm até a categoria 45 conforme Tabela 2 e O eletroduto metálico de descida no poste deve ser aterrado através de condutor de cobre com seção de 16 mm2 e conector tipo condutorbarra em eletrodo de aterramento instalado na caixa de passagem da base do poste conforme Figura 14 f Os materiais e condutores aplicados em aterramento deverão seguir as recomendações da NBR 5410 g Nos agrupamentos de medição em que não é necessária a aprovação do projeto elétrico da entrada de serviço a critério do instaladorconsumidor poderá ser efetuada a equipotencialização através de um Barramento de Equipotencialização Principal BEP Neste caso a instalação do BEP deverá atender as orientações contidas na NBR 5410 e na NTC 910900 5110 Instalação de Condutor de Proteção O condutor de proteção poderá ser ligado nos barramentos apropriados do centro de medição ou interligado ao neutro no quadro de distribuição da unidade consumidora O dimensionamento deste condutor deverá seguir as prescrições da NBR 5410 5111 Ramal de Ligação Aéreo a Especificação de acordo com a Tabela 2 b Vão máximo de 30 m Em final de rede poderá ser de até 35 m c Deverá ser perfeitamente visível e livre de qualquer obstáculo d Não poderá cruzar propriedade de terceiros e Não será permitido o cruzamento de condutores do ramal de ligação com condutores de outro ramal f Não poderá haver emendas neste ramal g Deverá possuir um afastamento mínimo de 60 cm em relação aos condutores de telefonia sinalização e outros h Não poderá ser acessível de janelas sacadas escadas terraços toldos luminosos e placas de publicidade entre outros A distância mínima dos condutores a qualquer desses pontos deverá ser de 120 m i A ancoragem em pontaletes ou fachadas de edificações deve ser objeto de consulta prévia à COPEL j Os condutores do ramal de ligação deverão ser instalados de modo a obedecerem a distâncias medidas na vertical entre o condutor e o solo conforme Figura 15 observadas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 19 as seguintes exigências mínimas em locais acessíveis a veículos pesados 550 m em entradas de garagens residenciais estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados 450 m em locais acessíveis apenas por pedestres 350 m na travessia de rodovias federais ou estaduais linhas férreas entre outros a COPEL deverá ser previamente consultada k A fixação do ramal de ligação deverá ser feita em armação secundária tipo pesada com isolador roldana ver item 516 l As conexões dos condutores do ramal de ligação aos condutores do ramal de entrada deverão ser executadas conforme Figura 16 m Quando a entrada de serviço for construída utilizandose poste do tipo duplo T a ancoragem do ramal de ligação deverá ser executada de maneira que a tração ocorra na face de maior resistência face lisa n A ancoragem do ramal de ligação no lado da rede deverá ser realizada no poste da rede de distribuição Não será permitida a ancoragem diretamente nos cabos entre dois postes 5112 Ramal de Entrada Embutido a Os condutores fase e neutro do ramal de entrada instalados em eletroduto no poste da entrada de serviço deverão ser dimensionados de acordo com a Tabela 2 b Não serão permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada c Os condutores do ramal de entrada deverão ter comprimento suficiente para permitir a conexão com o disjuntormedidor da entrada de serviço e a execução do pingadouro e sua conexão com o ramal de ligação d Os condutores fase e neutro deverão ser identificados conforme item 514 e O condutor neutro deverá ser continuo até o medidor ou barramento do centro de medição sendo nele vedado o uso de chave disjuntor ou fusível f Os eletrodutos poderão ser embutidos no poste da entrada de serviço ou fixados neste por meio de arame de aço galvanizado de bitola 14 BWG mínimo 6 voltas fitas de aço inoxidável ou braçadeiras galvanizadas g Nas extremidades superiores dos eletrodutos fixados externamente ao poste da entrada de serviço deverá ser instalado cabeçote ou curva 135º h Os eletrodutos deverão ser instalados por meio de flanges apropriadas para fixação em caixas de medição e vedadas com cola à base de silicone conforme mostra a Figura Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 20 17 Não será permitido o uso de massa para vidro i Nas emendas dos eletrodutos externos ao poste da entrada de serviço deverão ser utilizadas fitas plásticas de vedação ou silicone a fim de evitar a penetração de água j Quando forem utilizados condutores flexíveis deverão ser utilizados terminais adequados para a conexão com o ramal de ligação Não será aceito o uso de solda a estanho nas terminações dos condutores consultar NTCs 917015 917025 927110 5113 Ramal Alimentador a Características de instalação Eletroduto embutido em alvenaria Condutor de cobre isolado para classe de tensão de 750V sem cobertura adicional Eletroduto enterrado no solo Recomendável cabos unipolares ou multipolares Alimentação aérea Trecho entre o disjuntor e o pingadouro condutor de cobre isolação 450750 V Trecho aéreo Condutor de cobre singelo ou multiplexado Obs Nas conexões envolvendo condutor de cobre e condutor de alumínio o conector deverá ser do tipo bimetálico b Não poderá haver em hipótese alguma interligação entre o ramal de ligação e o ramal alimentador no topo de poste c Os ramais alimentadores derivados de centros de medição deverão estar alojados em eletrodutos individualizados e conectados aos módulos das respectivas medições d Os condutores de entrada e saída do medidor deverão ser de cobre possuir a mesma seção e ter a capacidade de corrente compatível com a categoria de atendimento e Deverão ser instalados em eletrodutos individuais e exclusivos para energia elétrica f Em caixas de passagem poderá haver mais de um ramal alimentador desde que individualizados e identificados com uso de plaquetas ou outros dispositivos adequados g Em agrupamentos percorrerá preferencialmente áreas de utilização comum 5114 Ramal de Entrada Subterrâneo Havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo a partir de poste de propriedade da distribuidora observadas a viabilidade técnica e as normas da distribuidora o ponto de entrega situarseá na conexão deste ramal com a rede da distribuidora desde que esse ramal não ultrapasse propriedades de terceiros ou vias públicas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 21 exceto calçadas Ver as instruções para preparação das valas no item 51141 a Na hipótese do parágrafo anterior o consumidor assume integralmente os custos adicionais decorrentes e de eventuais modificações futuras bem como se responsabiliza pela obtenção de autorização do poder público para a execução da obra de sua responsabilidade quando for o caso b O fornecimento dos materiais e da mãodeobra em instalações novas eou nas mudanças de categoria de atendimento correrão por conta do responsável pela unidade consumidora c Quando houver alterações no banco de dutos eou nos condutores do ramal de entrada subterrâneo o fornecimento do material e da mãodeobra é de responsabilidade do responsável pela unidade consumidora d Se Copel efetuar alterações na rede de distribuição aérea e essas alterações provocarem a eventual necessidade de alterações também no ramal de entrada subterrâneo o fornecimento dos materiais e da mãodeobra correrão por conta do responsável pela unidade consumidora e No interior da caixa de passagem situada próxima ao poste de derivação da rede ou de caixa de passagem no interior da propriedade deverá existir uma reserva mínima individual de 2 m dos condutores do ramal de entrada subterrâneo f Na descida do poste da COPEL os condutores deverão ser protegidos por meio de eletroduto de aço galvanizado zincado com diâmetro nominal de acordo com a categoria de atendimento da Tabela 2 com 6 metros de comprimento ou 2 barras de 3 m Nas regiões litorâneas este eletroduto deverá ser de PVC rígido g A extremidade superior do eletroduto deverá estar afastada no mínimo 50cm da rede secundária da COPEL h Nas extremidades superiores dos eletrodutos de aço galvanizado deverá ser utilizado bucha ou outro dispositivo adequado à proteção mecânica dos condutores i No trecho subterrâneo do ramal poderá ser utilizado eletroduto rígido ou corrugado flexível conforme NTC 810106 desde que protegido mecanicamente por envelopamento ou placas de concreto em forma de banco de dutos conforme Figura 18 j Recomendase que o diâmetro nominal do eletroduto do trecho enterrado seja de 75 mm para os casos em que houver previsão de aumento de carga ou no mínimo uma bitola superior ao especificado para a categoria de atendimento k Os cabos fase e neutro do ramal de entrada subterrâneo deverão ser de cobre próprios Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 22 para instalação subterrânea com proteção mecânica adicional 0610 kV e dimensionados conforme orientações da Tabela 2 l Não serão permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada subterrâneo m Deverá haver continuidade do condutor neutro sendo nele vedada a utilização de chaves disjuntores ou fusíveis n A tubulação deverá ser instalada a uma profundidade mínima de 30 cm o Os trechos subterrâneos poderão ser inspecionados pela COPEL antes de serem cobertos p Para facilitar a passagem dos condutores deverão ser construídas caixas de passagem de acordo com o item 517 e Figura 9 q Quando houver mais de uma entrada de serviço atendidas por ramais de entrada subterrâneos a partir do mesmo poste da rede de distribuição os circuitos dos ramais de entrada deverão ser alojados em eletrodutos individuais na descida do poste da derivação da COPEL limitandose no máximo em quatro descidas por poste r Quando houver atendimento por ramal de entrada subterrâneo a mais de uma unidade consumidora no mesmo poste da COPEL poderá ser compartilhada a mesma caixa de passagem conforme alternativas da tabela da Figura 9 s Nos condomínios horizontais observar as seguintes prescrições i Os ramais de entrada subterrâneos os ramais de ligação subterrâneos e os ramais alimentadores subterrâneos ligados diretamente à rede aérea das vias internas aos RDMs aos QDPs ou às CDPs poderão atravessar as vias internas observandose as prescrições desta norma nos itens 51141c 51141f e as orientações da Figura 18 ii Quando a rede interna do condomínio for aérea será permitida a instalação de no máximo 4 eletrodutos com ramais de entrada subterrâneos por poste Para número superior 4 ramais usar caixa de derivações em pedestal na base do poste A caixa de derivações também poderá ser usada com rede interna subterrânea iii Se a rede interna do condomínio for aérea ou subterrânea com caixas de derivação em pedestal a medição poderá ser instalada no corpo do imóvel garantido o acesso para a leitura sem a necessidade de autorização do cliente respeitando o comprimento máximo do ramal subterrâneo e em qualquer caso o limite de queda de tensão de 4 entre o ponto de entrega e a medição iv O comprimento máximo do ramal de entrada individual deve ser de 35 m De todos os ramais apenas 20 podem ultrapassar esta dimensão Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 23 v Se o condomínio possuir distribuição interna subterrânea em baixa tensão o ponto de entrega será na conexão do ramal de entrada principal com o seccionador geral vi Quando a distribuição for com centros de medição modulados o comprimento máximo dos ramais alimentadores deve ser de 35 m De todos os ramais apenas 20 podem ultrapassar esta dimensão 51141 Instruções de Preparação das Valas para Instalação de Eletrodutos Para preparação da vala instalação dos eletrodutos e reconstituição do passeio deverão ser observadas as seguintes instruções a Obtenção por parte do executor da obra junto ao órgão municipal competente de autorização para abertura da vala no passeio b A interligação entre a caixa da base do poste e as demais caixas de passagem da entrada de serviço será feita através de eletrodutos conforme item 515 c As valas deverão ser abertas conforme as dimensões mínimas indicadas na Figura 18 d O fundo da vala deverá ser regular fortemente compactado e coberto por uma camada de areia também compactada de 10 cm ou de 15 cm caso apresente formação rochosa e Sobre a camada de areia compactada será depositado os eletrodutos com espaçamentos conforme Figura 18 com as luvas de emenda desencontradas quando se tratar de mais de uma linha e com uma declividade de no mínimo 1 a partir do meio da linha para as caixas adjacentes f Os eletrodutos deverá ao ser envolvidos em nova camada de areia para o preenchimento dos espaços no interior da vala Esta camada terá altura de 10 cm acima da parte superior do eletroduto e deverá ser compactada com cuidado a fim de não danificar nem deslocar os eletrodutos Sobre esta camada deverão ser colocadas placas de concreto armado construídas conforme indicado na Figura 18 g Em alternativa ao item anterior os eletrodutos poderá ão ser envelopados em concreto h Sobre as placas de concreto ou o envelopamento deverá ser instalada fita de alerta conforme NTC 814920 i Antes do fechamento a Copel poderá efetuar vistoria na vala aberta j O fechamento da vala deverá ser executado com o reaproveitamento do material escavado ou com outro recomendável isento de detritos e de matéria orgânica compactado em camadas de 20 cm k Após o fechamento da vala deverá ser feita a reconstituição do passeio observadas as Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 24 orientações do órgão municipal competente quanto ao material e à execução dos trabalhos 52 Ancoragem do Ramal Aéreo na Fachada de Edificações a A ancoragem do ramal de ligação na armação secundária montada na estrutura da edificação platibanda ou fachada somente quando esta fachada estiver localizada no alinhamento com a via pública de acordo com o desenho do padrão construtivo do item 11110 poderá ser aceita após análise e liberação pela COPEL mediante consulta prévia esgotadas as alternativas convencionais b Neste caso deverá ser prevista a instalação de um suporte conforme ilustra a Figura 19 com a finalidade de auxiliar na amarração da escada tornando possível a execução de trabalhos em plano elevado com segurança em atendimento à NR10 Na ocasião da vistoria eou ligação o solicitante deverá apresentar a Anotação de Responsabilidade Técnica ART específica da instalação da armação secundária e do suporte para a amarração da escada Quando se tratar de construção de uma edificação nova reforma ou ampliação poderá ser aceita uma ART complementar à ART de execução da obra civil c O suporte para a amarração da escada poderá ser parafuso em formato de L ou outro suporte em L com seção circular mínima de ½meia polegada chumbado em coluna de concreto ou do tipo passante quando instalado em parede de alvenaria de acordo com a Figura 20 Este suporte deverá suportar um esforço mínimo de 300 kgf 53 Medição 531 Disposições Gerais a A cada unidade consumidora deverá corresponder uma única medição b Os condutores que alimentam a medição deverão ser em circuitos exclusivos e inacessíveis c Todos os condutores fase e neutro do ramal de entrada que serão conectados ao medidor lado da linha devem ter a sua extremidade protegida por fita isolante a fim de evitar curto circuito na energização da entrada de energia Esta fita isolante de proteção só será removida quando da instalação do medidor na unidade consumidora correspondente d A caixa de medição individual ou os agrupamentos de medição deverão ser montados em muro mureta ou poste com o visor do medidor voltado para a via pública conforme os desenhos das Figuras 5 e 6 e Na instalação deverão ser observados os esquemas das Figuras 21 22 e 23 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 25 f A face superior da caixa de medição deverá ficar a uma altura entre 140 m e 170 m em relação ao piso acabado Em agrupamentos a caixa de medição mais baixa não poderá ter sua face superior com altura menor que 080 m g Quando as mediçãoões forem instaladas em muretamuro para a vistoria e ligação deverá ser providenciado também o completo acabamento da alvenaria da entrada de serviço h A parte superior dos centros de medição deverá ficar a uma altura de 170 m em relação ao nível do piso acabado i A fixação de caixas de medição em poste de entrada de serviço deverá ser por meio de cinta ou braçadeira de aço galvanizado j A armação secundária poderá ser instalada a 90º da face do eletroduto do ramal de entrada embutido conforme detalhe apresentado na Figura 31 k Nos agrupamentos de medição em que não é necessária a aprovação do projeto elétrico da entrada de serviço a critério do instalador poderá ser instalado o Dispositivo de Proteção Contra Surtos DPS Neste caso a instalação do DPS deverá atender as orientações contidas na NBR 5410 e na NTC 910910 l Os equipamentos de medição serão instalados e ligados pela COPEL após aprovação da vistoria 532 Quanto à Localização A COPEL reservase o direito de em qualquer caso indicar o local adequado para a localização da medição observadas as seguintes disposições a Não será permitida a medição a 10 m do alinhamento frontal com a via pública b Será localizada na propriedade do consumidor conforme as alternativas mostradas nas Figuras 5 e 6 c Independente da posição da caixa de medição ou de agrupamentos de caixas deverá ser garantido a qualquer tempo e situação o acesso aos medidores de energia da COPEL d A medição deverá ser instalada de modo que haja um espaço livre à sua frente de no mínimo 1 m e laterais mínimos de 20 cm e Não serão aceitos locais de difícil acesso com má iluminação ou sem condições de segurança tais como Recintos fechados Copas e cozinhas Dependências sanitárias Interiores de vitrines Áreas entre prateleiras Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 26 Proximidades de máquinas bombas tanques e reservatórios Escadarias e rampas de acesso a veículos Pavimento superior de qualquer tipo de prédio com residência única Locais sujeitos a gases corrosivos gases inflamáveis a inundações a poeira a umidade a trepidação excessiva ou abalroamento f Nos condomínios horizontais onde não houver muro frontal e o ramal de entrada for subterrâneo a medição poderá ser instalada em mureta lateral contígua à construção residencial g Em agrupamentos de unidades consumidoras comerciais ou mistas atendidas com um único centro de medição este deverá ficar localizado preferencialmente conforme uma das alternativas estabelecidas nas figuras 5 e 6 Como segunda opção este poderá ficar localizado na área de uso comum do pavimento térreo ou fora da edificação desde que possua livre e fácil acesso A proteção geral deverá ficar contígua ou afastada do centro de medição em área de uso comum do pavimento térreo ou fora da edificação no máximo a 5 m do alinhamento com a via pública Já o centro de medição quando não estiver contíguo a esta proteção geral poderá ficar localizado no máximo a 10 m desta proteção geral conforme Figura do item 114 h Em agrupamentos de unidades consumidoras residenciais sem recuo da edificação em relação a via pública e atendidas com um único centro de medição este deverá ficar instalado de forma frontal i Em agrupamentos de unidades consumidoras residenciais com recuo da edificação em relação a via pública e atendidas com um único centro de medição este deverá ficar localizado conforme as alternativas mostradas nas Figuras 5 e 6 j Independente da localização das caixas de medição deverá ser garantido a qualquer tempo e situação o acesso aos medidores de energia pelos funcionários da Copel e também pelos proprietários das unidades consumidoras Nas edificações mistas os medidores de unidades comerciais não poderão ficar localizados em espaços com acesso unicamente residenciais e viceversa 54 Disposição da Entrada de Serviço a Em função da localização e das características apresentadas pelas edificações serão feitos os atendimentos de acordo com as condições previstas nas Figuras 24 letras A B C D e E e Figura 25 letras F G e H b Dentre as opções de entrada de serviço recomendase que seja adotada aquela que representar a solução mais econômica para o caso 55 Agrupamento de Unidades Consumidoras 551 Condições Gerais a Os centros de medição ou as medições agrupadas deverão ser identificadas com Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 27 plaquetas de acordo com a unidade consumidora correspondente As plaquetas podem ser de metal acrílico policarbonato ou de PVC com impressão térmica As plaquetas devem ser parafusadas ou rebitadas nas caixas de medição metálicas ou fixadas por dentro da tampa das caixas em material polimérico A critério da área podese pintar os números com gabarito A medição do condomínio deverá ocupar a primeira ou a última posição do agrupamento b Nos centros de medição modulados e agrupamentos de caixas geminadas a limitação máxima de proteção por unidade consumidora é de 100 A Quando houver proteção individual maior do que 100 A esta deve ser instalada em caixa individual apropriada conforme opções de atendimento apresentadas na NTC 940020 c O disjuntor de proteção geral poderá ser instalado no módulo para barramento do centro de medição modulado na caixa CB ou na caixa CGN Nestas caixas além da barra de neutro deve haver uma barra para ligação e aterramento dos condutores de proteção Os barramentos deverão ser montados de forma escalonada e a barra mais próxima da subtampa ou tampa deve ser utilizada como neutro d Nos casos de duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um ou mais terrenos existindo área de uso comum o atendimento será feito através de um único ramal de ligação As medições destas unidades deverão ser agrupadas num único local e Nos casos de duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um ou mais terrenos não existindo área de uso comum o atendimento será feito com poste de divisa atendendo a cada duas unidades ou com postes e medições individuais f Exemplos das situações dos itens 551d e e são os conjuntos de sobrados e lojas g Em agrupamento de até 6 medições poderão ser utilizadas caixas geminadas do tipo 2 x CN ou 3 x CN caixas de material polimérico NTC 930020 centro de medição modulado metálico ou de material polimérico conforme detalhes apresentados na Figura 26 Em agrupamento com mais de 6 medições deverá ser utilizado centro de medição modulado metálico ou de material polimérico h Na área rural o agrupamento de 2 unidades consumidoras no mesmo poste monofásicas bifásicas trifásicas ou monofásico3 fios até 100 A poderá ser executado com ramais de entrada independentes sem caixa de barramento i Todos os condutores fase e neutro dos ramais que realizam a interligação entre os barramentos e os medidores lado da linha de todas as unidades consumidoras do agrupamento devem ter a sua extremidade protegida por fita isolante a fim de evitar curto Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 28 circuito na energização da entrada de energia e centro de medição Esta fita isolante de proteção só será removida quando da instalação do medidor na unidade consumidora correspondente 552 Dimensionamento da Entrada de Serviço O dimensionamento das entradas de serviço em agrupamento deverá ser feito de acordo com as características de cada categoria apresentadas na Tabela 2 e de acordo com as seguintes opções e considerações i Agrupamentos sem barramento e sem disjuntor geral Será aceito agrupamento de até três unidades consumidoras monofásicas ou uma unidade bifásica agrupada a uma monofásica ligadas nas fases A B e C conforme padrões construtivos do item 1121 a 1125 ii Agrupamentos com barramento e disjuntor geral através do somatório de corrente Agrupamentos diferentes da condição estabelecida no inciso i deste item 552 e de categoria de atendimento determinada pela Tabela 3 iii Agrupamentos com barramento e disjuntor geral através de Formulário de Solicitação e ART de projeto elétrico da entrada de serviço Agrupamentos diferentes das condições estabelecidas nos incisos i e ii deste item 552 e com a apresentação do Formulário de Solicitação de Medição Agrupada FSMA e da ART Anotação de Responsabilidade Técnica do projeto elétrico do agrupamento Nesta opção de dimensionamento de agrupamento também restrito aos casos de instalações com proteção geral máxima de 200 A e com a instalação de Centro de Medição único será possível o seu dimensionamento sem considerar as definições da Tabela 3 ou seja poderá ser considerado outros fatores de demanda para a especificação da proteção geral do agrupamento diferente do proposto na Tabela 3 Para isso junto com o pedido de ligação será necessário a apresentação do Formulário de Solicitação de Medição Agrupada preenchido disponível em nossa página na internet wwwcopelcomformularios e a ART do projeto elétrico deste agrupamento Obs As entradas de serviço aprovadas e ligadas anteriormente à vigência da versão atual desta norma quando houver condições técnicas e de segurança poderão ser religadas sem a necessidade de adaptação às exigências deste item a Para acréscimos de carga e mudança da categoria de atendimento serão adotadas as orientações do item 415 b A caixa para barramento e disjuntor geral 100 A será conforme o modelo da Figura 27 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 29 c Os agrupamentos com caixas para barramento e disjuntor geral poderão ser conforme as alternativas mostradas nas Figuras 28 29 e 30 553 Poste de Divisa Quando for utilizado o poste da entrada de serviço de divisa para atendimento a duas unidades consumidoras distintas contíguas lateralmente ou sobrepostas estilo sobrado sem área de uso comum deverão ser consideradas as orientações a seguir a O dimensionamento da entrada de serviço deverá seguir o descrito no item 552 b Os ramais de entrada deverão ser individuais e independentes para cada unidade c Para ligação nova ou por ocasião de acréscimo de carga deverá ser respeitado o limite de duas derivações no ramal de ligação por fase conforme mostra o detalhe da Figura 32 d O padrão construtivo é o apresentado no item 1114 Em alternativa a este padrão poderá ser utilizado o poste tipo PDF 3 ver tabela de aplicação na NTC 917100 Neste caso a caixa superior abrigará a medição da unidade à esquerda Se as unidades forem em estilo sobrado a caixa superior abrigará a medição da unidade do pavimento superior e O poste PM 5 pode ser utilizado como poste de divisa Neste caso as pontas inferiores dos eletrodutos deverão aflorar uma de cada lado do poste para permitir a alimentação de duas caixas de medição fixadas pelas faces laterais com os visores voltados para a via pública Os ramais alimentadores poderão ser aéreos com os eletrodutos de saída amarrados externamente ou embutidossubterrâneos As montagens das medições serão independentes Cada medição deverá ter o seu aterramento independente ver tabela de aplicação do poste PM 5 na NTC 917100 f Quando as caixas forem fixadas pelas laterais diretamente no poste não poderá haver muro ou mureta divisória no trecho à frente das caixas Se houver as caixas devem ser instaladas em mureta e ficar afastadas lateralmente do poste no mínimo 20 cm para permitir os trabalhos no interior das caixas ver tipo 3 da NTC 917120 Poste de Divisa g O eletroduto para o pingadouro ramal de entrada e o de saída para a caixa de medição poderão se situar nas faces a 90º com a face de ancoragem do ramal de ligação h Para alternativas quanto à aplicação dos postes de divisa consultar a NTC 917120 554 Necessidade de Apresentação de Projeto Elétrico Nos atendimentos através da rede aérea deverá ser apresentado projeto elétrico somente nos casos de agrupamento de unidades consumidoras onde não for possível atender qualquer uma das condições abaixo Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 30 agrupamentos em que a potência demandada total da entrada de serviço for superior a 75 kVA disjuntor geral de 200 A quando houver a necessidade de mais de um Centro de Medição quando a instalação do Centro de Medição não atender aos critérios estabelecidos nos itens 532 e 114 desta NTC As condições e os componentes necessários para apresentação de projeto são definidos pela NTC 900100 56 Fornecimento de Energia na Área Rural As condições gerais de fornecimento e as características das entradas de serviços para atendimento na área rural deverão ser conforme as prescrições apresentadas no item 4 e 5 respectivamente desta norma Além dessas condições e características deverão ser consideradas as seguintes prescrições a O vão máximo do ramal de ligação não poderá ser superior a 40 m b O dimensionamento das entradas de serviço deverá ser feito de acordo com as características de cada categoria apresentadas na Tabela 2 c Deverão existir permanentemente boas condições de acesso com veículos a quatro rodas até onde a medição estiver localizada d A medição deverá ser instalada em poste de entrada de serviço e Todas as cercas de arame sob as redes de baixa e alta tensão deverão ser aterradas conforme mostra o detalhe da Figura 33 f Para cercas de arame com diâmetro de 326 mm a 411 mm aplicar o seccionador pré formado NTC 814905 900 daN código de cor verde g Para cercas de arame com diâmetro de 260 mm a 300 mm aplicar o seccionador pré formado NTC 814907 900 daN código de cor amarelo h Nos aterramentos de cercas em cada ponto de aterramento deverá ser utilizada uma haste zincada de 120 metros de comprimento NTC 812094 interligada aos fios da cerca de arame através de um arame de aço zincado NTC 814903 conectado à haste por um conector paralelo i O material e a mãodeobra para o aterramento de cercas deverão ser fornecidos pelo proprietário O atendimento em tensão primária de distribuição será de acordo com a NTC 903100 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 31 561 Atendimento com transformadores trifásicos 220127 V Os padrões e categorias de atendimento deverão ser idênticos aos estabelecidos para a área urbana conforme orientações desta norma 562 Atendimento com transformadores monofásicos 3 fios 254127 V O atendimento poderá ser efetuado em 127 V ou 254 V de acordo com as possibilidades de atendimento com transformadores monofásicos 3 fios apresentadas na Tabela 4 do item 94 O número de acréscimo de unidades consumidoras em agrupamentos será limitada pela quantidade de possibilidades fixada nesta tabela a A medição deverá ser localizada a uma distância igual ou superior a 10 m da estrutura do transformador sendo que o ramal de ligação aéreo não poderá ser superior a 40 m b O aterramento do neutro do transformador se dará na conexão deste neutro com o condutor de aterramento na caixa de medição da unidade consumidora A conexão com a haste será com conector de aterramento conforme alternativas apresentadas na NTC 927105 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 32 6 ATENDIMENTO PELA REDE SUBTERRÂNEA Para estes atendimentos seguir orientações específicas da Copel 7 ATENDIMENTO A EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO Para estes atendimentos aplicamse as disposições estabelecidas na NTC 901110 8 ORIENTAÇÕES QUANTO AO PEDIDO DE LIGAÇÃO O pedido de fornecimento de energia elétrica à COPEL será formalizado através de solicitação efetuada pelo interessado pessoalmente em uma das agências da Copel ou pelo atendimento telefônico Por ocasião da solicitação deverão ser fornecidos dados que permitam o seu correto preenchimento tais como a Nome do pretendente b Ramo de atividade da empresa se for o caso c Cédula de Identidade ou CPF ou Título de Eleitor do pretendente Para ligações comerciais e industriais deverão ser fornecidos o CNPJ e a Inscrição Estadual d Endereço do imóvel a ser ligado informando o número predial O número predial deve estar de forma legível e indelével podendo ser pintado com tinta permanente na parede ou estrutura do imóvel ou pintado em uma placa de material sólido fixada na parede ou estrutura do imóvel Não será aceita a indicação do número em folha de papel ou escrito com giz carvão ou qualquer outro material facilmente extinguível Na ausência do número predial o cliente deverá informar as ruas transversais quando se tratar de unidades consumidoras localizadas em áreas urbanas Para unidades consumidoras em áreas rurais será necessário que o consumidor informe o número de identificação de uma unidade consumidora vizinha ou próxima e Indicação fiscal do imóvel setor quadra e lote f Croquis de situação Deverá ser indicada a posição do terreno bem como o nome das ruas que delimitam a quadra onde fica o terreno g Licença Prévia Ambiental ou Relatório de Inspeção Ambiental RIA conforme prescrições do item 46 quando aplicável h Detalhe de Carga Instalada DCI para unidades consumidoras com proteção geral maior ou igual a 100 A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 33 9 TABELAS 91 Tabela 1 Ref Item 41b Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 34 Notas referentes a Tabela 1 1 Para motores monofásicos deverão ser utilizados os seguintes dispositivos Motores até 5 cv partida direta Motores acima de 5 cv chave compensadora ou sérieparalelo 2 Para motores trifásicos com rotor em curtocircuito e assíncronos Motores até 5 cv partida direta Entre 5 cv e 15 cv Chave estrelatriângulo sérieparalelo ou compensadora Superior a 15 cv Chave estrelatriângulo compensadora ou softstart 3 A tensão entre fase e neutro é de 127 V e entre duas fases é de 220 V Nas categorias 19 22 25 46 47 e 48 a tensão entre fase e neutro é de 127 V e entre duas fases é de 254 V 4 As categorias 19 22 25 46 47 e 48 são para atendimento a unidades consumidoras na área rural Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 35 92 Tabela 2 Ref Item 43 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 36 Notas referentes a Tabela 2 1 Maneira de instalar Maneira de instalar B1 condutores isolados unipolares em eletroduto de seção circular embutido em alvenaria Maneira de instalar D cabos unipolares ou cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo com proteção mecânica eou química adicional popularmente cabo 1 kV 2 Os condutores do ramal de entrada embutido foram dimensionados considerandose fios e cabos com isolamento de PVC temperatura no condutor de 70º C e a temperatura ambiente de 30 º C 3 As dimensões estabelecidas na tabela para condutores e eletrodutos são mínimas Poderão ser adotadas maiores caso as condições da instalação assim o exigirem de acordo com a NBR 5410 4 Para o ramal de entrada a seção nominal do condutor neutro deve ser igual ao dos condutor es das fases 5 Cada eletroduto deverá possuir um circuito completo fases e 1 neutro 6 As categorias 19 22 25 46 47 e 48 são para atendimento a unidades consumidoras na área rural 7 Na área rural poderá haver o atendimento monofásico 70 A 127 V com dimensionamento igual ao da categoria 14 ver tabela 4 8 Medidores M Medidor Monofásico 2 fios 127 V M3 Medidor Monofásico 3 fios 240 V B Medidor Bifásico 3 fios 127220 V T Medidor Trifásico 4 fios 127220 V 9 Poderão ser aceitas as seguintes situações Categoria 14 Disjuntor Monopolar de 70 A Categoria 38 Disjuntor Tripolar de 70 A 10 Na categoria 43 mantendo o mesmo dimensionamento o disjuntor de 150 A poderá ser substituído por disjuntor de 160 A 11 Nas categorias 45 e 48 200 A quando o ramal de entrada for subterrâneo maneira D de instalar será permitido somente o uso de condutores com isolação do tipo EPR ou XLPE 90 ºC 12 Nas categorias 19 22 e 25 que são para atendimento a unidades consumidoras na área rural a caixa de medição a ser instalada deverá ser do tipo CN ou CNP Tabela de equivalência do diâmetro nominal de Eletroduto de PVC Rígido mm 19 20 25 32 40 50 60 75 85 110 Pol 12 34 1 1 ¼ 1 ½ 2 2 ½ 3 4 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 37 93 Tabela 3 Ref Item 552 Definição da categoria de atendimento e do disjuntor geral dos agrupamentos de unidades consumidoras sem aprovação de projeto Soma das correntes dos disjuntores por fase Corrente a considerar Dimensionamento conforme a categoria Até 126 A 100 A 41 De 127 A até 150 A 125 A 42 De 151 A até 176 A 150 A 43 De 177 A até 200 A 175 A 44 De 201 A até 300 A 200 A 45 Notas 1 Agrupamentos de medição com dimensionamento pelo somatório de correntes até 300 A deverão obedecer esta tabela conforme inciso ii do item 552 Nestes casos para estes agrupamentos não é necessária a apresentação do projeto elétrico da entrada de serviço para análise e aprovação na Copel Obs A corrente nominal mínima a ser considerada para realizar o somatório das correntes nominais dos disjuntores das unidades individuais em qualquer uma das fases deverá ser de 50 A 2 Para os agrupamentos com somatório de correntes superior a 300 A como também para àqueles onde a somatória das correntes não for superior a 300 A mas que o projetista queira fazer uso de outros fatores de demanda para a especificação da proteção geral do agrupamento diferente do proposto nesta Tabela 3 também serão aceitos sem a necessidade de apresentação de projeto elétrico na Copel conforme inciso iii do item 552 Nestes casos o disjuntor geral destes agrupamentos sempre deverá ter limitação máxima de 200 A categoria 45 3 Para as demais situações de agrupamento que não se enquadrem em algum dos critérios acima como agrupamentos em que a potência demandada total for superior a 75 kVA será necessária a apresentação do projeto elétrico para análise e aprovação na Copel Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 38 94 Tabela 4 Ref Item 562a Possibilidades de atendimento com transformadores monofásicos 3 fios CATEGORIA TRANSFORMADOR MONOFÁSICO 3 FIOS ALTERNATIVAS DE ATENDIMENTO DISJUNTOR INDIVIDUAL MEDIÇÃO INDIVIDUAL 19 10 kVA Até 2 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 50 A Medidor monofásico convencional 127V OU 1 UC 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 50 A Medidor monofásico 3 fios 22 15 kVA Até 2 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 70 A Nota 1 Medidor monofásico convencional 127 V OU 1 UC 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 70 A Medidor monofásico 3 fios 25 25 kVA Até 4 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 50 A Medidor monofásico convencional 127V OU Até 2 UCs 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 50 A Medidor monofásico 3 fios OU 1 Uc 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 100 A Medidor monofásico 3 fios 48 50 kVA Até 8 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 50 A Medidor monofásico convencional 127V OU Até 4 UCs 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 50 A Medidor monofásico 3 fios OU Até 2 UCs 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 100 A Medidor monofásico 3 fios Notas 1 Dimensionamento equivalente ao da categoria 14 ver Tabela 2 2 Para agrupamentos que exigirem maior número de unidades consumidoras daquele fixado pela tabela 4 a COPEL deverá ser consultada Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 39 10 FIGURAS 101 Figura 1 Ref Item 4201a e OBRA CIVIL PRÓXIMO À REDE DE DISTRIBUIÇÃO A ÁREA NÃO PERMITIDA PARA TRABALHO B ÁREA EM QUE A COPEL DEVE SER CONSULTADA C ÁREA QUE NECESSITA DE ISOLAMENTO D ÁREA LIVRE PARA O TRABALHO 102 Figura 2 Ref Item 4201c PLACAS DE SINALIZAÇÃO SUGESTÃO Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 40 103 Figura 3 Ref Item 4201f AFASTAMENTOS MÍNIMO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ÀS EDIFICAÇÕES a b c f d e g Placa anúncio ou A B C D C D C D A B A B A B A B Afastamentos horizontal e vertical entre os condutores e muro Afastamento vertical entre os condutores e piso da sacada terraço ou janela das edificações Afastamento horizontal entre os condutores e parede de edificações Afastamento horizontal entre os condutores e piso da sacada terraço e janela das edificações Afastamentos horizontal e vertical entre os condutores e placas de publicidade Afastamentos horizontal e vertical entre os condutores e cimalha e telhado de edificações AFASTAMENTOS MÍNIMOS mm Figura PRIMÁRIO SÓ SECUNDÁRIO 15 kV 362 kV A C A C B D a 1 000 3 000 1 200 3 200 500 2 500 b 1 000 1 200 500 c 3 000 3 200 2 500 d 1 500 1 700 1 200 e 1 000 1 200 1 000 f 1 000 1 200 1 000 g 1 500 1 700 1 200 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 41 Observações 1 Estes afastamentos são os mínimos permitidos por Norma ABNT Proj nº 03513 01004 para cabos nus e se aplicam a partes energizadas condutores jampes chaves fusíveis etc em relação a edificações quando as redes são apoiadas em postes 2 Se os afastamentos verticais das figuras b e c não podem ser mantidos exigem se os afastamentos horizontais da figura d 3 Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas terraços ou janelas for igual ou maior do que as dimensões das figuras b e c não se exige o afastamento horizontal da borda da sacada terraço ou janela da figura d porém os afastamentos da figura e devem ser mantidos 4 Para se obter o valor da cota B se necessário deve ser usado afastador de armação secundária NTC 811592 para as figuras d e e sendo que o afastamento da figura e deve ser mantido 5 Na estrutura normal a fim de se atender os afastamentos horizontais indicados nesta NTC admitese o deslocamento do isolador transformandoa em estrutura meiobeco 6 Para atender o afastamento com cota B das figuras pode ser usado o afastador de armação secundária NTC 811592 7 Se não for possível manter os afastamentos mínimos prescritos nesta NTC devem ser adotadas soluções específicas para evitar o contato acidental nos condutores das redes primária eou secundária por pessoas em janelas sacadas telhados e cimalhas utilizando sempre que possível os materiais padronizados nas NTCs 8 Para afastamentos em caso de obras civis próximas da rede ver Figuras 1 e 2 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 42 104 Figura 4 Ref Item 5 IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES PARA ATENDIMENTO ÀS UNIDADES Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 43 105 Figura 5 Ref Item 511h 531d 532b g i Medição em Muro Frontal Medição em Parede Frontal Medição em Grade Frontal Agrupamento de Medições em Muro Frontal Notas 1 A distância entre o poste e a grademuro frontal deve ser tal que permita o acesso e a abertura da caixa eou centro de medição modulado do lado de fora da unidade consumidora A face frontal da caixa eou centro de medição deverá ficar no alinhamento predial 2 Estas montagens com caixas CN são orientativas Para instalações de Centros de Medição Modulado estas opções para o posicionamento da medição também deverão ser consideradas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 44 106 Figura 6 Ref Item 511h 531d 532b g i MEDIÇÃO EM COMPARTIMENTO a Poste no alinhamento frontal e Medição lateral b Poste no alinhamento frontal Medição lateral e Portão de garagem recuado Notas 1 Quando houver espaço na extensão frontal da propriedade e para melhor posicionamento das medições em agrupamentos com mais de três unidades consumidoras são sugeridos como melhor opção os modelos desta figura 2 Para agrupamentos com até três medições como melhores opções podem ser aplicados os padrões construtivos dos itens 1125 e 1135 em muro frontal 3 Em nenhuma hipótese o ramal de ligação poderá passar sobre terreno de terceiro 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 45 107 Figura 7 Ref Itens 512b 531a TIPOS DE CAIXAS DE MEDIÇÃO METÁLICAS Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 46 108 Figura 8 Ref Item 515f 5171f INFRAESTRUTURA NO POSTE DE DERIVAÇÃO PARA ATENDIMENTO ATRAVÉS DE RAMAL SUBTERRÂNEO Notas 1 Fita de aço inoxidável 1905mm 34 com fecho para aplicação com ferramenta de aperto e corte tipo FUSIMEC ou similar 2 Se não houver espaço para instalação da caixa de passagem conforme o desenho poderá ser instalada em outra posição respeitando as distâncias mínimas e máximas 3 Paredes em alvenaria com tijolos de uma vez 6 furos ou bloco de concreto 14x19x39cm preenchidos com concreto assentados com argamassa de cimento ou em concreto armado 4 Fundo da caixa poderá ser em brita ou em concreto simples com espessura de 10 cm com inclinação no sentido do furo de drenagem 5 Revestimento interno em emboço com acabamento áspero à desempenadeira 6 Os dispositivos para lacres poderão ser com os chumbadores ou no próprio caixilho de ferro fundido ou fixados em um aro de alumínio 7 Em alternativa a não utilização de tampa e subtampa com lacre pode ser utilizada a tampa com trava conforme NTC 810083 8 Os desenhos das ferragens subtampa e chumbador estão na figura 9 e 10 desta norma 9 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 47 109 Figura 9 Ref Item 5171 5114p r DESENHO A CAIXA DE PASSAGEM PARA CIRCUITOS DE ENERGIA NÃO MEDIDA Notas 1 Paredes de tijolos maciços tipo 2 primeira categoria assentados com argamassa de cimento e areia traço 16 ou em concreto armado 2 Poderá ser reduzida a espessura das paredes quando a caixa for fabricada em concreto conservando as dimensões internas 3 Revestimento interno chapisco ou reboco com argamassa de cimento e areia traço 14 espessura de 10 mm acabamento áspero a desempenadeira 4 Tampa de Ferro Fundido devendo suportar carga mínima de 12500 daN 5 Os dispositivos para lacres poderão ser com os chumbadores ou no próprio caixilho de ferro fundido ou fixados em um aro de alumínio Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 48 DESENHO B DETALHES DAS FERRAGENS DA CAIXA DE PASSAGEM NO SOLO Notas 1 Os dispositivos para lacres poderão ser com os chumbadores ou no próprio caixilho de ferro fundido ou fixados em um aro de alumínio 2 Medidas em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 49 1010 Figura 10 Ref Item 5171a CAIXA DE PASSAGEM PARA CIRCUITOS DE ENERGIA MEDIDA Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 50 1011 Figura 11 Ref Item 518a ALTERNATIVAS DE ELETRODOS DE ATERRAMENTO Notas 1 Como alternativa a utilização aos conectores GAR ou Tipo Parafuso poderá ser utilizada conexão com solda exotérmica ou conector cunha 2 A utilização de caixa para a haste de aterramento não é obrigatória 3 Não será permitida a utilização de conector tipo Terminal de Bateria conforme prescreve a NTC 927105 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 51 1012 Figura 12 Ref Item 519a ALTERNATIVAS DE ATERRAMENTO DO NEUTRO NA CAIXA DE MEDIÇÃO MEDIÇÃO INDIVIDUAL Condutor neutro 10 mm2 Condutor neutro maior do que 10 mm2 Notas 1 Condutor de aterramento conforme Tabela 2 2 A conexão do condutor neutro com o aterramento poderá ser feita com conector tipo parafuso Para cabos seção maior que 10 mm2 utilizar dois conectores 3 Condutor 10 mm2 4 Para cabos de aterramento seção maior que 10 mm2 utilizar conector tipo cabochapa Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 52 1013 Figura 13 Ref Item 519a ALTERNATIVAS DE ATERRAMENTO DO NEUTRO NA CAIXA DE MEDIÇÃO MEDIÇÕES AGRUPADAS CASO I Condutor neutro 10 mm2 CASO II Condutor neutro maior do que 10 mm² Notas 1 Condutor de aterramento conforme Tabela 2 2 A conexão do condutor neutro com o aterramento poderá ser feita com conector tipo parafuso Para cabos seção maior que 10 mm2 utilizar dois conectores 3 Condutor 10 mm2 4 Para cabos de aterramento seção maior que 10 mm2 utilizar conector tipo cabochapa Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 53 1014 Figura 14 Ref Item 519e DETALHE DO ATERRAMENTO DO ELETRODUTO METÁLICO POSICIONAMENTO DA CAIXA DE PASSAGEM NA BASE DO POSTE DETALHE Notas 1 Quando necessária a complementação do trecho entre a curva de aço galvanizado e a caixa de passagem poderá ser efetuada com eletroduto de PVC rígido ou duto corrugado com luva adaptadora 2 Este aterramento do eletroduto metálico também poderá ser realizado conforme a NTC 858565 página 3 3 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 54 1015 Figura 15 Ref Item 5111j ALTURA MÍNIMA DO RAMAL DE LIGAÇÃO Altura H m Travessia de 5 5 ruas becos garagens de caminhões 45 entrada de estacionamento de automóveis e residências 35 locais acessíveis somente a pedestres Nota Os valores da tabela são mínimos e referemse à condição do ramal de ligação com flecha máxima a 55 ºC sem vento Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 55 1016 Figura 16 Ref Item 5111l CONEXÕES NO PINGADOURO Notas 1 Até a categoria 41 100 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser feita sem a aplicação de terminais se for condutor flexível deverá ter terminal de compressão maciço e a conexão com conector cunha 2 A partir da categoria 42 125 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser efetuada com conector perfurante se for condutor flexível usar terminal de compressão maciço e a conexão com conector cunha 3 Correspondência das cores dos condutores do ramal de ligação com o ramal de entrada Preto Amarelo Cinza Branco Vermelho Vermelho Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 56 1017 Figura 17 Ref Item 5112h ALTERNATIVA PARA CONEXÃO DO ELETRODUTO COM A CAIXA DE MEDIÇÃO Notas 1 Flange utilizada para vedação da conexão de eletrodutos em caixa de medição 2 Como complemento de vedação poderá ser utilizada pasta de silicone ou fita siliconada sob as flanges 3 Quando não houver possibilidade de aquisição de flanges de PVC poderá ser aplicada a tradicional bucha e contrabucha de antimônio com pasta de silicone ou fita siliconada ou massa de calafetar Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 57 1018 Figura 18 Ref Item 5114i s 51141c e f BANCO DE DUTO Notas 1 Dentro do eletroduto devese deixar uma guia de arame de aço seção 14 BWG 2 A resistência de compressão do concreto utilizado na confecção das placas de proteção do banco de duto não deve ser inferior a 150 kgf cm2 em 28 dias 3 A profundidade do duto poderá ser adequada à altura das caixas de passagens utilizadas 4 Dimensões em milímetros CARACTERÍSTICAS DE FERRAGEM Item Quantidade Comprimento Diâmetro θ 1 6 250mm 476 mm 316 2 3 550mm 476 mm 316 Comprimento Total Peso Total 3150 mm 0441 kg Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 58 1019 Figura 19 Ref Item 52 ANCORAGEM NA FACHADA POSIÇÃO DO SUPORTE PARA AMARRAÇÃO DA ESCADA Notas 1 A armação secundária deverá ser instalada a uma altura mínima de 570 m do solo 2 O duto do ramal embutido deverá ficar 500 mm abaixo da armação secundária 3 O suporte de amarração da escada deve ser instalado aproximadamente a 300 mm do duto do ramal embutido 4 O suporte para amarração da escada poderá ser um parafuso em formato de L ou outro suporte em L com seção circular mínima de ½ meia polegada devidamente dimensionado pelo responsável técnico chumbado em coluna de concreto ou do tipo passante quando instalado em parede de alvenaria de acordo com a Figura 20 5 O suporte para a amarração da escada poderá ser instalado à direita ou à esquerda do duto do ramal embutido 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 59 1020 Figura 20 Ref Item 52 ANCORAGEM NA FACHADA SUGESTÃO DE SUPORTES PARA AMARRAÇÃO DA ESCADA Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 60 1021 Figura 21 Ref Item 531e ESQUEMAS DE LIGAÇÃO Notas 1 Condutor de aterramento conforme tabela 2 2 Conector tipo parafuso 3 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção igual a 10 mm2 o aterramento do condutor neutro e da caixa poderá ser através deste mesmo condutor 4 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção superior a 10 mm2 a sua conexão ao condutor neutro deverá ser através de conector parafuso e a sua ligação à caixa com condutor de cobre seção 10 mm2 5 Poderá ser aceito disjuntor de 70 A no lugar do disjuntor de 63 A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 61 1022 Figura 22 Ref Item 531e ESQUEMAS DE LIGAÇÃO Notas 1 Condutor de aterramento conforme tabela 2 2 Conector tipo parafuso 3 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção igual a 10 mm2 o aterramento do condutor neutro e da caixa poderá ser através deste mesmo condutor 4 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção superior a 10 mm2 a sua conexão ao condutor neutro deverá ser através de conector parafuso e a sua ligação à caixa com condutor de cobre seção 10 mm2 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 62 1023 Figura 23 Ref Item 531e ESQUEMAS DE LIGAÇÃO Notas 1 Condutor de aterramento conforme Tabela 2 2 Conector tipo parafuso 3 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção igual a 10 mm2 o aterramento do condutor neutro e da caixa poderá ser através deste mesmo condutor 4 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção superior a 10 mm2 a sua conexão ao condutor neutro deverá ser através de conector parafuso e a sua ligação à caixa com condutor de cobre seção 10 mm2 5 Poderá ser aceito disjuntor de 70 A no lugar do disjuntor de 80 A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 63 1024 Figura 24 Ref Item 54a DISPOSIÇÃO DAS ENTRADAS DE SERVIÇO Edificação situada a 5 m ou mais do alinhamento frontal Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 64 A Medição no poste ou mureta frontal Poste da entrada de serviço instalado de forma que a tampa da caixa de medição fique no alinhamento predial a fim de permitir o acesso e a abertura da caixa de medição do lado de fora da unidade consumidora Caixa de medição com visor voltado para a via pública e garantia de leitura do medidor sem necessidade de adentrar na propriedade Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Observações Não será permitido que o ramal de ligação cruze terrenos de terceiros Ver ilustrações da Figura 5 B Medição em compartimento Compartimento aberto quando a medição for em mureta ou muro lateral Poste da entrada de serviço instalado no máximo a 1 m do alinhamento frontal Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Observações Não será permitido que o ramal de ligação cruze terrenos de terceiros Ver ilustrações dos desenhos da Figura 6 C Medição em muro frontal Poste da entrada de serviço instalado exatamente no alinhamento frontal ou encostado no muro pelo lado de dentro da propriedade Caixa de medição instalada no muro com o visor do medidor voltado para a via pública a fim de permitir o acesso e a abertura da caixa de medição do lado de fora da unidade consumidora Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Observações Não será permitido que o ramal de ligação cruze terrenos de terceiros Ver ilustrações das Figuras 5 e 6 Nota Em qualquer caso o poste da entrada de serviço poderá ser instalado em qualquer posição ao longo do alinhamento frontal do terreno da propriedade desde que siga as instruções contidas nesta norma e resguarde a segurança de terceiros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 65 D Quando não houver imóveis de fundos com frente para outra rua Uma entrada de serviço com agrupamento das unidades consumidoras Caixas de medição agrupadas e instaladas conforme as opções das Figuras 5 ou 6 Atendimento através de ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo E Quando houver imóveis de fundos com frente para outra rua Uma entrada de serviço atendida pela rede de cada via pública com agrupamento das unidades consumidoras Caixas de medição agrupadas e instaladas conforme as opções das Figuras 5 ou 6 Atendimento através de ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 66 1025 Figura 25 Ref Item 54a Edificação situada no alinhamento frontal F Possui espaço lateral para a instalação do poste da entrada de serviço Poste de entrada de serviço instalado no alinhamento frontal Caixas de medição instaladas conforme as opções A B ou C da Figura 24 Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo G Não há espaço lateral para a instalação do poste da entrada de serviço e o imóvel não possui altura suficiente para a ancoragem do ramal de ligação aéreo na fachada o atendimento poderá ser através de ramal de entrada subterrâneo sob consulta e prévia liberação da COPEL Observação Neste caso caberá ao solicitante o fornecimento dos materiais e mãodeobra para a construção da infraestrutura civil para a passagem do ramal de entrada subterrâneo conforme as orientações do item 51141 H Não possui espaço lateral para a instalação do poste da entrada de serviço e o imóvel possui altura suficiente para a ancoragem do ramal de ligação aéreo na fachada Neste caso o solicitante deverá instalar um suporte afastado 30 cm à esquerda ou à direita da curva de PVC do ramal de entrada Esta curva ficará 50 cm abaixo da armação secundária conforme Figura 19 Observação O pretendente à ligação deverá apresentar Anotação de Responsabilidade Técnica ART referente à instalação emitida por responsável técnico habilitado no CREAPR Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 67 1026 Figura 26 Ref Item 551g CAIXAS METÁLICAS Notas 1 As caixas ou centros de medição poderão ser de material polimérico conforme orientações da NTC 920100 2 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 68 1027 Figura 27 Ref Item 552b CAIXA PARA DISJUNTOR GERAL EOU BARRAMENTO CB 100 CB 200 Notas 1 Caixa CB 100 Disjuntor geral até 100 A e Barramento de cobre 127 x 318 mm 12 x 18 capacidade para 100 A 2 Caixa CB 200 Disjuntor geral de acordo com a categoria determinada pela Tabela 3 e Barramento de cobre 254 x 318 mm 1 x 18 capacidade para 200 A 3 Desenho sem escala 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 69 1028 Figura 28 Ref Item 552c Atendimento até 126 A por fase Tabela 3 Disjuntor geral até 100 A Agrupamento até 6 unidades consumidoras Notas 1 Caixas metálicas tipo geminadas 2 x CN ou 3 x CN 2 Os arranjos poderão ser diferentes dos modelos acima e com caixas individuais quando for para garantir acesso à leitura dos medidores de acordo com a NTC 940020 3 A previsão de agrupamentos com caixas tipo CN é para garantir a possibilidade de futuro aumento de carga Se não houver essa possibilidade de aumento de carga poderão ser utilizadas caixas tipo AN 4 Agrupamentos com caixas de material polimérico poderão ser realizados de acordo com a NTC 940020 5 Detalhe da caixa CB na Figura 27 6 Para definição do disjuntor geral consultar o item 93 7 Os agrupamentos previstos neste item poderão ser construídos utilizando centros de medição modulados 8 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 70 1029 Figura 29 Ref Item 552c Atendimento acima 126 A por fase Barramento e Disjuntor Geral até 200 A Agrupamento até 6 unidades consumidoras Notas 1 Caixas metálicas tipo geminadas 2 x CN ou 3 x CN 2 Os arranjos poderão ser diferentes dos modelos acima e com caixas individuais quando for para garantir acesso à leitura dos medidores de acordo com a NTC 940020 3 Quando houver atendimento por ramal subterrâneo a caixa CGN será instalada de forma que o disjuntor geral terá os condutores entrando pela parte inferior e alimentando os barramentos pela parte superior 4 Agrupamentos com caixas de material polimérico poderão ser realizados de acordo com a NTC 940020 5 Detalhe da caixa CB na Figura 27 6 Para definição do disjuntor geral consultar o item 93 7 Os agrupamentos previstos neste item poderão ser construídos utilizando centros de medição modulados 8 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 71 1030 Figura 30 Ref Item 552c Exemplos de Agrupamentos com Barramento e Disjuntor Geral Barramento e Disjuntor Geral 100 A 3 Bifásicos 63 A Barramento e Disjuntor Geral 100 A 6 Monofásicos 63 A Barramento e Disjuntor Geral 200 A 6 Bifásicos 63 A Ramal de Entrada Subterrâneo Notas 1 O Barramento de neutro deve ser aquele que estiver mais próximo da tampa da caixa 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 72 1031 Figura 31 Ref Item 531j ALTERNATIVA PARA INSTALAÇÃO DA ARMAÇÃO SECUNDÁRIA À 90º DA CURVA DO ELETRODUTO DO RAMAL DE ENTRADA VISTA SUPERIOR sescala Nota A instalação da armação secundária a 90º da curva do eletroduto do ramal de entrada em postes duplo T de 200 daN e de 300 daN somente poderá ocorrer quando o ramal for ancorado na sua face lisa Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 73 1032 Figura 32 Ref Item 553c CONEXÕES NO PINGADOURO EM ATENDIMENTO COM POSTE DE DIVISA Notas 1 Até a categoria 41 100 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser feita sem a aplicação de terminais se for condutor flexível deverá ter terminal de compressão maciço e a conexão com conector cunha 2 A partir da categoria 42 125 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser efetuada com conector perfurante se for condutor flexível usar terminal de compressão e a conexão com conector cunha Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 74 1033 Figura 33 Ref Item 56e ATERRAMENTO DE CERCAS Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 75 ATERRAMENTO DE CERCAS Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 76 11 PADRÕES CONSTRUTIVOS 111 Unidades consumidoras isoladas 1111 Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Atendimentos para as categorias de 125 150 175 e 200 A podem ser realizadas com a utilização da caixa GNE apresentada na Figura 7 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 77 1112 Medição muro frontal Saída aérea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 78 1113 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 79 1114 Poste de divisa Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 Os ramais de entrada embutidos do pingadouro às caixas dos medidores deverão ser individuais e independentes para cada propriedade 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 As hastes de aterramento poderão ser instaladas no interior das propriedades 5 Em alternativa a este padrão poderá ser utilizado o poste tipo PDF 3 ver tabela de aplicação do poste PDF na NTC 917100 Neste caso a caixa superior abrigará a medição da unidade à esquerda Se as unidades forem estilo sobrado sem área de uso comum a caixa superior abrigará a medição do pavimento superior 6 O poste PM5 pode ser utilizado como poste de divisa ver item 553e 7 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 80 1115 Ramal de Entrada Subterrâneo Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 A caixa de medição e o disjuntor até 100 A inclusive deverão ser homologados na Copel 2 O dimensionamento dos condutores do ramal de entrada subterrâneo deverá ser de acordo com a Tabela 2 Na tabela deste item 1115 os condutores possuem isolação PVC 70 ºC 3 Para o atendimento 200 A somente poderá ser utilizado condutores com a isolação do tipo EPRXLPE 90 ºC de seção 95 mm2 4 Em substituição à fita com fecho para a fixação do eletroduto no poste poderá ser utilizado arame galvanizado bitola 14 BWG com 6 voltas mínimas 5 Dimensões em milímetros 6 Recomendase que o diâmetro nominal do eletroduto do trecho enterrado seja de 75 mm para os casos em que houver previsão de aumento de carga ou no mínimo uma bitola superior ao especificado para a categoria de atendimento 7 Na ausência da braçadeira para suporte de cabos isolados NTC 811740 poderá ser aplicado outro dispositivo que desempenhe função semelhante Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 81 1116 Medição frontal em poste Saída subterrânea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaçamento mínimo de 1 metro para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 5 O pingadouro poderá ser realizado a 90º perpendicular da armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 6 Para a especificação da braçadeira a ser usada deverão ser consultadas as NTC 917020 e 917030 7 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 82 1117 Medição frontal em poste Saída aérea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 m para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 5 Para a especificação da braçadeira a ser usada deverão ser consultadas as NTC 917020 e 917030 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 83 1118 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste e a caixa de medição deverão ser homologados na COPEL 2 Como alternativa à caixa GNE poderão ser utilizadas as caixas GN e EN 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O pingadouro poderá ser realizado a 90º perpendicular da armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 84 1119 Medição frontal em poste Saída aérea Notas 1 O poste e a caixa de medição deverão ser homologados na COPEL 2 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 metro para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 5 Para a especificação da braçadeira a ser usada deverão ser consultadas as NTC 917020 e 917030 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 85 11110 Medição parede frontal Saída embutida ANCORAGEM NA FACHADA Notas 1 Deverá ser apresentada na ocasião da vistoria a Anotação de Responsabilidade Técnica ART de acordo com o prescrito no item 52 desta norma 2 O suporte para amarração da escada deve ser instalado aproximadamente a 300 mm à esquerda ou a direita da curva de PVC conforme ilustra a Figura 19 O suporte poderá ser conforme a Figura 20 3 O ramal de ligação será ancorado na fachada livre de qualquer obstáculo Elementos como sacadas janelas letreiros e luminosos de propaganda deverão estar afastados no mínimo 120 m deste ramal de ligação e das conexões elétricas do pingadouro 4 Quando a rede da COPEL estiver no passeio do mesmo lado da rua em que está a edificação a altura mínima para a instalação da armação secundária poderá ser diminuída sob consulta prévia a COPEL respeitando as condições técnicas e de segurança 5 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 86 112 Unidades consumidoras agrupadas Sem Proteção Geral 1121 Medição frontal em poste Saídas aéreas Atendimento a dois consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 Barra de aço galvanizado nas medidas conforme a tabela para a fixação das caixas de medição O poste deverá estar posicionado no centro das caixas e estas não poderão ser fixadas umas nas outras 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 metro para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 5 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 87 Medição frontal em poste Saídas aéreas Atendimento a dois consumidores monofásicos Nota 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento de 16 mm2 utilizar na caixa de medição de entrada conector cabochapa diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 88 1122 Medição frontal em poste Saídas aérea e subterrânea Atendimento a um consumidor bifásico e um monofásico Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na COPEL 2 Barra de aço galvanizado nas medidas conforme a tabela para a fixação das caixas de medição O poste deverá estar posicionado no centro das caixas e estas não poderão ser fixadas umas nas outras 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 m para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 5 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 6 O topo da caixa inferior deve ficar no mínimo a 800mm do piso 7 Dimensões em milímetros 8 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 89 Medição frontal em poste Saídas aérea e subterrânea Atendimento a um consumidor bifásico e um monofásico Nota 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento de 16 mm2 utilizar na caixa de medição de entrada conector cabochapa diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 90 1123 Medição frontal em poste Saídas aéreas e subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na COPEL 2 Barra de aço galvanizado nas medidas conforme a tabela para a fixação das caixas de medição O poste deverá estar posicionado no centro das caixas e estas não poderão ser fixadas umas nas outras 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 m para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 5 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 6 O topo da caixa inferior deve ficar no mínimo a 800mm do piso 7 Dimensões em milímetros 8 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 91 Medição frontal em poste Saídas aéreas e subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabo chapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento no fundo da caixa ver Figura 12 2 O aterramento das caixas pode ser feito através do neutro ou com condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à haste de aterramento 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 92 1124 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na COPEL 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Em alternativa a este arranjo poderão ser utilizadas 3 caixas ANANP em forma de coluna 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 93 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabo chapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 2 O aterramento das caixas pode ser feito através do neutro ou com condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à haste de aterramento 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 94 1125 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser realizado a 90º perpendicular da armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Em alternativa a este arranjo poderão ser utilizadas 3 caixas ANANP em forma de coluna 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 95 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores monofásicos Nota 1 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 96 113 Unidades Consumidoras agrupadas Com Proteção Geral 1131 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a três consumidores bifásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Se as caixas não forem geminadas os parafusos de aterramento das caixas devem ser ligados ao condutor neutro ou condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à barra de aterramento da caixa CB 6 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabochapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 7 A instalação das caixas conforme a alternativa poderá ser diretamente no poste através de perfis metálicos para a fixação 8 Dimensões em milímetros 9 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 97 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores bifásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 98 1132 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a seis consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A previsão de agrupamentos com caixas tipo CN é para garantir a possibilidade de futuro aumento de carga Se não houver essa possibilidade de aumento de carga poderão ser utilizadas caixas tipo AN 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 99 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a seis consumidores monofásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 100 1133 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores trifásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Se as caixas não forem geminadas os parafusos de aterramento das caixas devem ser ligados ao condutor neutro ou condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à barra de aterramento da caixa CB 6 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabochapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 7 A instalação das caixas conforme a alternativa poderá ser diretamente no poste através de perfis metálicos para a fixação 8 Dimensões em milímetros 9 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 101 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores trifásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 102 1134 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a seis consumidores bifásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Quando se tratar de entrada de serviço com ramal de entrada subterrâneo este poderá entrar pela parte inferior do disjuntor e alimentar o barramento pela parte superior 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 103 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento até seis consumidores bifásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 104 1135 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores trifásicos Notas 1 O poste o CMM e os disjuntores até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Em substituição ao módulo de proteção e barramento podem ser utilizadas as caixas CGN CB200 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 105 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três ou mais consumidores trifásicos Notas 1 Quando o aterramento for executado de acordo com a alternativa o condutor de interligação entre o barramento de neutro e a barra de aterramento e entre esta e a haste de aterramento deve ter a seção prescrita para a categoria de atendimento da Tabela 2 2 Barramento tipo curto para este atendimento conforme NTC 910100 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 106 1136 Medição muro frontal Saídas embutida ou subterrânea Atendimento a seis ou mais consumidores Notas 1 O poste o CMM e os disjuntores até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Dimensões em milímetros 6 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 107 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a seis ou mais consumidores Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Barramento tipo curto para este atendimento conforme NTC 91010001 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 108 114 Unidades Consumidoras agrupadas Edificações Comerciais ou Mistas 1141 Localização da Proteção Geral e do Centro de Medição Notas 1 Esta disposição de entrada de serviço é permitida apenas para agrupamentos de unidades consumidoras comerciais ou mistas atendidas com um único centro de medição conforme item 532 letra g 2 A Proteção Geral e o Centro de Medição deverão ficar localizados em área de uso comum 3 O ramal de entrada tanto no trecho entre o ponto de entrega e a proteção geral bem como entre a proteção geral e o centro de medição deverá passar somente por áreas de uso comum 4 Nos casos em que o centro de medição ficar contíguo à proteção geral e o dimensionamento do módulo de barramento for do tipo curto ou médio esta proteção geral poderá ficar instalada internamente no módulo de barramento Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 109 12 ANEXOS 121 Anexo I Relação Geral de Materiais Item NTC QUANT UNID DENOMINAÇÃO 1 01 pç Poste de concreto armado cadastrado na COPEL 2 01 pç Caixa de Medição e Proteção em função da categoria de atendimento da entrada de serviço Nota 1 3 v cj Bucha e contrabucha para eletrodutos ou flange para vedação na conexão do eletroduto com a caixa de medição 4 v m Eletroduto do ramal de entrada embutidosubterrâneo de diâmetro em função da categoria de atendimento Nota 2 5 v m Eletroduto p aterramento PVC rígido diâm de acordo com Tabela 2 6 v pç Luva de emenda para eletroduto 7 01 pç Curva de 135 para eletroduto do ramal de entrada embutido cabeçote de alumínio ou de PVC rígido Nota 3 8 v pç Curva longa de 90 para eletroduto do ramal de entrada embutidosubterrâneo 9 811584 01 pç Armação secundária de espessura mín 5 mm zincada a quente Nota 4 10 812000 01 pç Arruela quadrada de aço galvanizado para fixação da armação secundária Nota 4 11 01 pç Parafuso de aço galvanizado de diâmetro 16 mm com cabeça quadrada e porca quadrada para fixação da armação secundária 12 v kg Arame de aço galvanizado bitola n 14 BWG Nota 5 13 811565 01 pç Isolador roldana 14 v m Condutor ou cabo fase e neutro de cobre isolado e com seção de acordo com a categoria de atendimento Nota 2 15 v m Condutor de aterramento de seção em função da categoria de atendimento Nota 2 16 917040 01 v Haste ou condutor de Aterramento conforme Figura 15 17 01 pç Conector tipo parafuso GAR ou cunha tipo cabohaste p aterramento conf Figura 15 18 01 pç Disjuntor termomagnético com corrente nominal em função da categoria de atendimento Nota 2 19 01 Cj Suporte para amarração de escada em fachada diâmetro mín meia polegada conforme Figura 24 20 917020 917030 01 pç Braçadeira para fixação de caixa de medição em poste 21 v v Massa ou gel para vedação Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 110 22 3 RL Fita isolante colorida para a identificação dos condutores fase 23 1 pç Caixa de passagem para ramal de entrada subterrâneo de acordo com a Figura 13 24 v pç Conector tipo parafuso e tipo cabochapa para aterramento do neutro da caixa de medição e do eletroduto metálico na base do poste 25 v pç Plaqueta de identificação para fixação na medição correspondente à unidade consumidora 26 v pç Eletroduto corrugado diâmetro 75 mm para ramal de entrada subterrâneo 27 1 pç Luva adaptadora duto metálico x duto corrugado para a conexão na base do poste para ramal subterrâneo 28 v pç Placa de concreto armado para proteção de ramal de entrada subterrâneo em banco de dutos conf Figura 22 29 814905 814907 v pç Seccionador préformado de cerca para atendimento na área rural arame liso ou arame farpado 30 812094 v pç Haste zincada 120 m para aterramento de cercas para atendimentos na área rural 31 811740 1 pç Braçadeira para fixação do ramal de entrada subterrâneo no poste 32 v pç Cabeçote de alumínio ou PVC para eletroduto aparente no poste Nota 3 33 2 pç Perfil em aço galvanizado para fixação de caixas de medição em poste de acordo com padrões construtivos do item 112 34 v pç Terminal de compressão para cabo flexível Notas 1 No item 2 poderão ser utilizadas caixas do tipo individual Figura 7 caixas geminadas ou centros de medição modulados Figura 26 cadastrados na COPEL 2 Quando a entrada de serviço for dimensionada acima de 100A deverá ser usado cabeçote de alumínio 3 Referência NTC 811584 No litoral poderão ser usados para os itens 9 e 10 os materiais da NTC 811589 armação de alumínio e 812003 arruela quadrada 4 No item 12 quando a entrada de serviço for dimensionada acima de 100 A ou havendo mais de um eletroduto no poste deverá ser utilizada fita de aço inoxidável de largura 6 mm com fecho Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 111 122 Anexo II Conexões com a Rede Secundária Isolada Conexões do Ramal de Ligação ou do Ramal de Entrada Subterrâneo com a RSI Legenda 1 Ramal de entrada Subterrâneo 2 Terminal de compressão maciço 3 Conector cunha 4 Cabo de extensão trecho de condutor para transição seção compatível 5 Conector perfurante 6 Conector perfurante do rabicho 7 Braçadeira 8 Ramal de ligação aéreo 9 Eletroduto de aço galvanizado 10 Fita de amarração Ligações do Ramal Subterrâneo de Cobre flexível com a RSI EXTENSÃO x REDE RAMAL FLEXÍVEL mm2 EXTENSÃO Quadruplex Alumínio CONECTOR CUNHA RAMAL x EXTENSÃO Conector Perfurante Conector Cunha REDE mm2 Categoria Corrente Nominal A Terminal Maciço Nota 3 Qtde Cabo mm2 Código Cabo mm2 Código Qtde Código Qtde Código Qtde 36 50 0172383 4 10 3012050 16 738180 8 4 812953 3 3 738180 8 1 37 63 0172391 4 16 3012050 16 738181 6 4 812953 3 3 738181 6 1 38 80 0172405 4 25 3012069 25 738182 4 4 812953 3 3 738182 4 1 41 100 0172413 4 35 3012077 35 738189 1 4 812952 5 3 738189 1 1 70 42 125 0172421 4 50 3012077 35 738189 1 4 812952 5 3 738189 1 1 43 150 0172430 4 70 8108730 50 738188 3 4 812952 5 3 738188 3 1 44 175 0172448 4 95 8108749 70 738199 9 4 812954 1 3 738199 9 1 45 200 0172456 4 120 8108749 70 738200 6 4 812954 1 3 738200 6 1 120 F 013082 6 3 812954 1 3 120 45 200 0172456 4 120 8108757 70 N 738200 6 1 738200 6 1 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 112 Notas 1 A RSI possui neutro nu em liga de alumínio 70 mm2 para os cabos fase 70 mm2 e para os cabos fase 120 mm2 2 Características dos condutores Ramal Subterrâneo cabo de cobre flexível 0610 kV com proteção mecânica adicional Cabo de extensão cabo de alumínio 0610 kV EPR XLPE Ramal Multiplexado 3 O cabo flexível do ramal de entrada subterrâneo deverá possuir terminações compatíveis como o terminal de compressão maciço NTC 917015 ou similar TERMINAL FORNECIDO E INSTALADO PELO CONSUMIDOR 4 Para a conexão do cabo de extensão de alumínio 70 e 120 mm2 com o ramal de cobre 95 e 120 mm2 o conector CUNHA é de alumínio 7381999 7382006 e 0130826 Neste caso o terminal de compressão deve possuir as características camada de prata de 8 microns conforme a NTC 917015 ou ser bimetálico 5 Para recompor o isolamento dos cabos aplicar duas camadas de fita auto fusão com superposição de 50 da largura e em seguida aplicar outra camada de fita plástica isolante com superposição de 50 da largura Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 113 123 Anexo III Formulário de Solicitação de Medição Agrupada FSMA Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 114
21
Instalações Elétricas
UNIPAR
1
Instalações Elétricas
UNIPAR
56
Instalações Elétricas
UNIPAR
7
Instalações Elétricas
UNIPAR
2
Instalações Elétricas
UNIPAR
1
Instalações Elétricas
UNIPAR
Texto de pré-visualização
NORMAS TÉCNICAS COPEL FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO NTC 901100 Sup de Regulação Finanças e Planejamento da Expansão da DIS Departamento de Gestão de Acessantes e Normalização Técnica Edição Julho 2020 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO APRESENTAÇÃO A Divisão de Normalização Técnica da Distribuição SRFDGNTVNTD é a responsável pela elaboração de normas técnicas para entrada de serviço O objetivo é definir as condições para atendimento às instalações de unidades consumidoras através das redes de distribuição da Companhia Paranaense de Energia COPEL A Norma Fornecimento em Tensão Secundária de Distribuição estabelece padrões construtivos que associados às demais prescrições visam à uniformização de procedimentos e à adoção de padrões dentro das exigências técnicas e de segurança recomendadas Esta norma pode ser adquirida nas agências da COPEL ou pode ser consultada na página da Internet no endereço wwwcopelcomnormas Curitiba julho de 2020 Fernando Antônio Gruppelli Jr Superintendência de Regulação Finanças e Planejamento Expansão da DIS SRF Copel Distribuição SA Rua José Izidoro Biazetto 158 Bloco E Mossunguê CEP 81200240 Curitiba PR Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página i ÍNDICE 1 INTRODUÇÃO 1 2 TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 2 21 Consumidor 2 22 Unidade Consumidora 2 23 Entrada de Serviço 2 24 Agrupamento de Unidades Consumidoras 2 25 Agrupamento de Unidades Consumidoras Conjugadas 2 26 Ponto de Entrada 2 27 Ponto de Entrega 2 28 Ramal de Ligação Aéreo 2 29 Ramal de Entrada Embutido 2 210 Ramal de Entrada Subterrâneo 2 211 Ramal Alimentador da Unidade Consumidora 3 212 Limites da Propriedade 3 213 Poste da Entrada de Serviço 3 214 Poste da Derivação 3 215 Aterramento 3 216 Sistema de Aterramento 3 217 Condutor de Proteção 3 218 Eletrodo de Aterramento Malha de Aterramento 3 219 Caixa para Medidor 3 220 Caixa para Disjuntor 3 221 Disjuntor de Proteção 3 222 Caixa de Passagem 4 223 Centro de Medição Modulado 4 224 Módulo para Barramento 4 225 Caixas Geminadas 4 226 Fio 4 227 Cabo 4 228 Condutor Isolado 4 229 Cabo Unipolar 4 230 Cabo Multipolar 4 231 Declaração de Cargas DCA 4 232 Anotação de Responsabilidade Técnica ART 4 3 NORMAS MENCIONADAS 5 4 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 6 41 Limites de Fornecimento 6 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página ii 42 Tipos de Fornecimento 6 43 Categorias de Atendimento 6 44 Atendimento a Unidades Consumidoras na Região Litorânea 6 45 Atendimento a Unidades Consumidoras na Área Rural 6 46 Licença Ambiental 6 47 Frequência 7 48 Fornecimento pela Rede Aérea de Baixa Tensão 7 49 Fornecimento por Rede Subterrânea de Baixa Tensão 7 410 Geração Própria 7 411 Níveis de Tensão Admissíveis 7 412 Revenda ou Fornecimento de Energia Elétrica a Terceiros 7 413 Instalações de Combate a Incêndio 7 414 Fator de Potência 7 415 Mudança de Categoria de Atendimento 8 416 Fornecimento dos Materiais da Entrada de Serviço 8 417 Conservação da Entrada de Serviço 8 418 Sistema de Lacres da COPEL 8 419 Ligações Especiais 8 420 Obras Civis Próximas à Rede de Distribuição 9 4201 Generalidades 9 4202 Responsabilidade do Executor da Obra 10 421 Orientação Técnica 10 422 Casos Omissos 10 5 CARACTERÍSTICAS DAS ENTRADAS DE SERVIÇO 10 51 Características dos Materiais 10 511 Poste da Entrada de Serviço 11 512 Caixas para Equipamentos de Medição e Proteção 12 513 Disjuntores 12 514 Condutores 13 515 Eletrodutos 15 516 Armações Secundárias 15 517 Caixas de Passagem 16 5171 Caixas de Passagem no Solo 16 5172 Caixas de Passagem suspensas ou embutidas 17 518 Eletrodo de Aterramento 17 519 Aterramento 17 5110 Instalação de Condutor de Proteção 18 5111 Ramal de Ligação Aéreo 18 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página iii 5112 Ramal de Entrada Embutido 19 5113 Ramal Alimentador 20 5114 Ramal de Entrada Subterrâneo 20 51141 Instruções de Preparação das Valas para Instalação de Eletrodutos 23 52 Ancoragem do Ramal Aéreo na Fachada de Edificações 24 53 Medição 24 531 Disposições Gerais 24 532 Quanto à Localização 25 54 Disposição da Entrada de Serviço 26 55 Agrupamento de Unidades Consumidoras 26 551 Condições Gerais 26 552 Dimensionamento da Entrada de Serviço 28 553 Poste de Divisa 29 554 Necessidade de Apresentação de Projeto Elétrico 29 56 Fornecimento de Energia na Área Rural 30 561 Atendimento com transformadores trifásicos 220127 V 31 562 Atendimento com transformadores monofásicos 3 fios 254127 V 31 6 ATENDIMENTO PELA REDE SUBTERRÂNEA 32 7 ATENDIMENTO A EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO 32 8 ORIENTAÇÕES QUANTO AO PEDIDO DE LIGAÇÃO 32 9 TABELAS 33 91 Tabela 1 Ref Item 41b 33 92 Tabela 2 Ref Item 43 35 93 Tabela 3 Ref Item 552 37 94 Tabela 4 Ref Item 562a 38 10 FIGURAS 39 101 Figura 1 Ref Item 4201a e 39 102 Figura 2 Ref Item 4201c 39 103 Figura 3 Ref Item 4201f 40 104 Figura 4 Ref Item 5 42 105 Figura 5 Ref Item 511h 531d 532b g i 43 106 Figura 6 Ref Item 511h 531d 532b g i 44 107 Figura 7 Ref Itens 512b 531a 45 108 Figura 8 Ref Item 515f 5171f 46 109 Figura 9 Ref Item 5171 5114p r 47 1010 Figura 10 Ref Item 5171a 49 1011 Figura 11 Ref Item 518a 50 1012 Figura 12 Ref Item 519a 51 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página iv 1013 Figura 13 Ref Item 519a 52 1014 Figura 14 Ref Item 519e 53 1015 Figura 15 Ref Item 5111j 54 1016 Figura 16 Ref Item 5111l 55 1017 Figura 17 Ref Item 5112h 56 1018 Figura 18 Ref Item 5114i s 51141c e f 57 1019 Figura 19 Ref Item 52 58 1020 Figura 20 Ref Item 52 59 1021 Figura 21 Ref Item 531e 60 1022 Figura 22 Ref Item 531e 61 1023 Figura 23 Ref Item 531e 62 1024 Figura 24 Ref Item 54a 63 1025 Figura 25 Ref Item 54a 66 1026 Figura 26 Ref Item 551g 67 1027 Figura 27 Ref Item 552b 68 1028 Figura 28 Ref Item 552c 69 1029 Figura 29 Ref Item 552c 70 1030 Figura 30 Ref Item 552c 71 1031 Figura 31 Ref Item 531j 72 1032 Figura 32 Ref Item 553c 73 1033 Figura 33 Ref Item 56e 74 11 PADRÕES CONSTRUTIVOS 76 111 Unidades consumidoras isoladas 76 1111 Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea 76 1112 Medição muro frontal Saída aérea 77 1113 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 78 1114 Poste de divisa 79 1115 Ramal de Entrada Subterrâneo 80 1116 Medição frontal em poste Saída subterrânea 81 1117 Medição frontal em poste Saída aérea 82 1118 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 83 1119 Medição frontal em poste Saída aérea 84 11110 Medição parede frontal Saída embutida 85 112 Unidades consumidoras agrupadas Sem Proteção Geral 86 1121 Medição frontal em poste Saídas aéreas 86 1122 Medição frontal em poste Saídas aérea e subterrânea 88 1123 Medição frontal em poste Saídas aéreas e subterrânea 90 1124 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 92 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página v 1125 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 94 113 Unidades Consumidoras agrupadas Com Proteção Geral 96 1131 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 96 1132 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea 98 1133 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas 100 1134 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas 102 1135 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas 104 1136 Medição muro frontal Saídas embutida ou subterrânea 106 114 Unidades Consumidoras agrupadas Edificações Comerciais ou Mistas 108 1141 Localização da Proteção Geral e do Centro de Medição 108 12 ANEXOS 109 121 Anexo I Relação Geral de Materiais 109 122 Anexo II Conexões com a Rede Secundária Isolada 111 123 Anexo III Formulário de Solicitação de Medição Agrupada FSMA 113 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 1 1 INTRODUÇÃO Esta norma estabelece as condições gerais para o fornecimento de energia elétrica às instalações de unidades consumidoras atendidas em tensão secundária através das redes de distribuição aérea pela Companhia Paranaense de Energia COPEL aplicável às instalações novas reformas eou ampliações que compõem as entradas de serviço das unidades consumidoras As instalações elétricas das unidades consumidoras devem estar de acordo com as normas brasileiras Em qualquer tempo esta norma poderá ser modificada no todo ou em parte por razões de ordem técnica ou legal motivo pelo qual os interessados deverão periodicamente consultar a COPEL quanto a eventuais alterações As recomendações contidas nesta norma não implicam em qualquer responsabilidade da COPEL com relação à qualidade de materiais à proteção contra riscos e danos à propriedade ou ainda à segurança de terceiros Havendo divergências entre esta norma e as normas brasileiras prevalecerá sempre o conteúdo das normas brasileiras e suas revisões vigentes Os profissionais envolvidos desde a etapa de projeto e posteriormente na construção montagem operação manutenção das instalações elétricas ou quaisquer trabalhos realizados sob a consulta e apoio desta norma deverão seguir as prescrições da Norma Regulamentadora Nº 10 NR10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade e outras aplicáveis que fixam as condições mínimas exigíveis para garantir a segurança das pessoas trabalhadores e terceiros nas atividades em instalações elétricas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 2 2 TERMINOLOGIA E DEFINIÇÕES 21 Consumidor É toda pessoa física ou jurídica ou comunhão de fato ou de direito legalmente representada que solicitar à COPEL o fornecimento de energia elétrica e assumir a responsabilidade pelo pagamento das faturas e pelas demais obrigações legais regulamentares e contratuais 22 Unidade Consumidora Conjunto de instalações e equipamentos elétricos caracterizado pelo recebimento de energia elétrica em um só ponto de entrega com medição individualizada e correspondente a um único consumidor 23 Entrada de Serviço Conjunto de materiais equipamentos e acessórios situados a partir do ponto de conexão com a rede de distribuição da COPEL até o disjuntor da unidade consumidora inclusive 24 Agrupamento de Unidades Consumidoras Duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um mesmo terreno ligado em único ponto de entrega 25 Agrupamento de Unidades Consumidoras Conjugadas Duas ou mais unidades consumidoras localizadas em terrenos distintos atendidos em único ponto de entrega com poste de divisa 26 Ponto de Entrada Ponto onde a linha de energia entra na edificação 27 Ponto de Entrega Ponto de conexão do sistema elétrico da COPEL com as instalações elétricas da unidade consumidora caracterizandose como o limite de responsabilidade do fornecimento 28 Ramal de Ligação Aéreo Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde o poste da derivação da rede de distribuição secundária da COPEL até o ramal de entrada embutido ponto de entrega 29 Ramal de Entrada Embutido Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde a conexão com o ramal de ligação aéreo no poste da entrada de serviço ponto de entrega até a caixa de medição do disjuntor geral ou centro de medição 210 Ramal de Entrada Subterrâneo Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde a conexão no poste da Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 3 derivação da rede de distribuição secundária da COPEL ponto de entrega até a caixa de medição do disjuntor geral ou centro de medição 211 Ramal Alimentador da Unidade Consumidora Conjunto de condutores conexões e acessórios instalados desde o disjuntor geral em circuito exclusivo até o quadro de distribuição da unidade consumidora 212 Limites da Propriedade São as demarcações e delimitações evidentes que separam a propriedade do consumidor da via pública e dos terrenos adjacentes de propriedade de terceiros no alinhamento designado pelos poderes públicos 213 Poste da Entrada de Serviço Poste situado na propriedade do consumidor com a finalidade de fixar o ramal de ligação aéreo 214 Poste da Derivação Poste da rede de distribuição da COPEL do qual deriva o ramal de ligação aéreo ou ramal de entrada subterrâneo 215 Aterramento Ligação elétrica intencional e de baixa impedância com a terra 216 Sistema de Aterramento Conjunto de todos os condutores e peças condutoras com o qual é constituído um aterramento em um determinado local 217 Condutor de Proteção Condutor prescrito em certas medidas de proteção contra choques elétricos e destinado a interligar eletricamente massas de equipamentos e elementos não condutores 218 Eletrodo de Aterramento Malha de Aterramento Conjunto de condutores e haste enterrados no solo e eletricamente ligados a terra 219 Caixa para Medidor Caixa com tampa lacrável destinada à instalação de medidores e acessórios 220 Caixa para Disjuntor Caixa lacrável destinada à instalação do disjuntor termomagnético da unidade consumidora 221 Disjuntor de Proteção Dispositivo de seccionamento automático destinado à manobra e limitação da sobrecorrente de carga ou de curtocircuito na instalação da unidade consumidora instalado no interior da caixa de medição ou na caixa para disjuntor Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 4 222 Caixa de Passagem Caixa destinada a facilitar a instalação de condutores 223 Centro de Medição Modulado Centro de medição composto por módulos para abrigar três medidores ou mais e módulo de barramento quando for o caso 224 Módulo para Barramento Módulo destinado à instalação dos barramentos e disjuntor geral quando aplicável no centro de medição A partir deste módulo será feita a distribuição para as medições individuais constituindo um centro de medição 225 Caixas Geminadas Conjunto formado pelo agrupamento de duas ou três caixas individuais para medidor 226 Fio É um produto metálico maciço e flexível de seção transversal invariável e de comprimento muito maior que a sua seção transversal 227 Cabo É o conjunto de fios encordoados isolados ou não entre si podendo o conjunto ser isolado ou não 228 Condutor Isolado É o fio ou cabo dotado apenas de isolação 229 Cabo Unipolar É um cabo constituído por um único condutor isolado e dotado no mínimo de cobertura 230 Cabo Multipolar É um cabo constituído por dois ou mais condutores isolados e dotado no mínimo de cobertura 231 Declaração de Cargas DCA Formulário utilizado para a declaração das potências das características e regime de operação das cargas instaladas da unidade consumidora solicitado em alguns casos para análise e efetivação do atendimento 232 Anotação de Responsabilidade Técnica ART A ART é um instrumento legal necessário à fiscalização das atividades técnicoprofissionais nos diversos empreendimentos sociais Instituída também pela Lei Federal nº 64961977 a ART caracteriza legalmente os direitos e obrigações entre profissionais e usuários de seus serviços técnicos além de determinar a responsabilidade profissional por eventuais defeitos ou erros técnicos Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 5 3 NORMAS MENCIONADAS As normas relacionadas com a denominação NTC Norma Técnica Copel poderão ser consultadas no site da Copel no endereço eletrônico wwwcopelcomnormas Resolução Aneel nº 4142010 Condições Gerais de Fornecimento de Energia Elétrica NTC 900100 Critérios para Apresentação de Projetos de Entrada de Serviço NTC 900300 Instalações de Combate a Incêndio NTC 901110 Atendimento a Edificações de Uso Coletivo NTC 902201 Atendimento aos Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia NTC 902202 Atendimento a Vendedores Ambulantes e Assemelhados NTC 902203 Atendimento a Operadoras de TV a Cabo Telecomunicações e Assemelhados NTC 903100 Fornecimento em Tensão Primária de Distribuição NTC 903105 Geração Própria Operação em Paralelismo Momentâneo NTC 910100 Caixas para Equipamentos de Medição Centro de Medição Modulado NTC 920100 Caixas para equipamentos de Medição Material Polimérico NTC 917000 Eletroduto de PVC Rígido NTC 917040 Haste de Aterramento para Entrada de Serviço NTC 917100 Poste de Concreto para Entrada de Serviço NTC 917120 Poste de Divisa NTC 927105 Conexão do Condutor com a Haste de Aterramento da Entrada de Serviço NTC 930100 Disjuntores para Entradas de Serviço Especificações NTC 940020 Agrupamento de Unidades Consumidoras Caixas Metálicas NTC 930020 Agrupamento de Unidades Consumidoras Material Polimérico NTC 811584 Armação Secundária com 1 Estribo NTC 812094 Haste de Aterramento Zincada para Cerca NTC 812096 Haste de Aterramento de Aço Cobre 2400 mm de comprimento NTC 810106 Duto Corrugado Flexível para Instalação Subterrânea Diâmetro 100 mm NTC 814905 Seccionador PréFormado para Cerca de Arame Farpado NTC 814907 Seccionador PréFormado para Cerca de Arame Liso NTC 810083 Tampão para Caixa de Passagem com Caixilho de FF 600 x 600 mm NTC 814920 Fita de Alerta para Instalação em Banco de Dutos NBR 5410 Instalações Elétricas em Baixa Tensão NR 10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 6 4 CONDIÇÕES GERAIS DE FORNECIMENTO 41 Limites de Fornecimento a O fornecimento em tensão secundária de distribuição será feito até o limite de 75 kW de carga instalada b As unidades consumidoras com ligação de cargas especiais como máquinas de raiosX máquinas de solda e motores elétricos monofásicos e trifásicos cuja operação produza perturbações na rede deverão seguir as orientações da Tabela 1 c O atendimento a uma unidade consumidora com mais de uma entrada de serviço constitui uma situação excepcional e fazse necessária consulta prévia à Copel Conforme a Resolução Normativa nº 4142010 da ANEEL uma unidade consumidora é caracterizada pelo recebimento de energia elétrica em apenas um ponto de entrega portanto somente poderá ser permitido quando existir perfeita separação entre as instalações físicas e elétricas das partes alimentadas Estas condições deverão ser analisadas previamente e confirmadas na vistoria das instalações Após a ligação eventuais irregularidades constatadas em intervenções por parte da Copel poderão acarretar em alteração na forma de atendimento 42 Tipos de Fornecimento O fornecimento poderá ser feito numa das seguintes formas a dois condutores 127 V monofásico a três condutores 254127 V monofásico 3 fios área rural a três condutores 220127 V bifásico a quatro condutores 220127 V trifásico 43 Categorias de Atendimento O dimensionamento da entrada de serviço deverá obedecer a uma das categorias da tabela 2 44 Atendimento a Unidades Consumidoras na Região Litorânea As instalações elétricas na região litorânea deverão ser executadas com materiais que resistam as intempéries como condutores de cobre eletrodutos de PVC caixas de alumínio ou material polimérico entre outros 45 Atendimento a Unidades Consumidoras na Área Rural O atendimento a unidades consumidoras na área rural deverá seguir as prescrições do item 56 desta norma 46 Licença Ambiental As unidades consumidoras ou empreendimentos situados em áreas consideradas de preservação ou conservação ambiental ou que possuam atividades consideradas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 7 potencialmente poluidoras de acordo com a resolução SEMA nº 031 de 24081998 art 56 eou resolução CONAMA 23797 de 19121997 e de acordo com a relação das Tipologias de Atividades Potencialmente Impactantes emitida pelo Instituto Ambiental do Paraná IAP estarão sujeitas à apresentação de cópia da licença de instalação eou operação expedidas pelo órgão ambiental 47 Frequência Em toda área de concessão da COPEL o fornecimento será na frequência de 60 Hertz 48 Fornecimento pela Rede Aérea de Baixa Tensão Nos atendimentos com disjuntor geral até 200 A o ponto de entrega será na conexão entre o ramal de ligação aéreo e o ramal de entrada embutido 49 Fornecimento por Rede Subterrânea de Baixa Tensão Quando o atendimento for através de rede subterrânea de distribuição deverão ser seguidas as orientações e prescrições da NTC 901120 410 Geração Própria A utilização de geração própria estará condicionada à solicitação eou apresentação de projeto elétrico devendo seguir as orientações e prescrições das seguintes NTCs NTC 903105 Geração Própria Operação em Paralelismo Momentâneo NTC 903107 Geração Própria Operação Isolada eou NTC 905200 Acessantes de Micro e Minigeração 411 Níveis de Tensão Admissíveis A COPEL fornecerá energia elétrica até o ponto de entrega obedecendo aos limites admissíveis pela legislação vigente Após o ponto de entrega os níveis de queda de tensão deverão obedecer a NBR 5410 412 Revenda ou Fornecimento de Energia Elétrica a Terceiros É vedado ao consumidor assumir os direitos da COPEL estendendo ramais que se interliguem com instalações de outrem para o fornecimento de energia elétrica ainda que gratuitamente 413 Instalações de Combate a Incêndio Nos casos de construção de entrada de serviço com previsão para instalações de combate a incêndio deverão ser atendidas as prescrições da NTC 900300 414 Fator de Potência Caberá ao consumidor manter o fator de potência de suas instalações dentro dos limites Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 8 estabelecidos pela legislação vigente O fator de potência em vigência é de 092 415 Mudança de Categoria de Atendimento A mudança da categoria de atendimento será permitida com a prévia autorização da COPEL e o redimensionamento da entrada de serviço 416 Fornecimento dos Materiais da Entrada de Serviço Os equipamentos de medição os condutores do ramal de ligação aéreo e respectivos acessórios de conexão serão fornecidos pela COPEL Os demais materiais da entrada de serviço serão fornecidos pelo consumidor devendo estar de acordo com as Normas Brasileiras específicas e sujeitos inclusive à aprovação da COPEL 417 Conservação da Entrada de Serviço a O consumidor será responsável na qualidade de depositário a título gratuito pela custódia dos equipamentos de medição da concessionária quando instalados no interior da unidade consumidora ou se por solicitação formal do consumidor os equipamentos forem instalados em área exterior da mesma b Os consumidores deverão conservar em bom estado os materiais e equipamentos da entrada de serviço c Caso seja constatada qualquer deficiência técnica ou de segurança ou em desacordo com esta norma o consumidor será notificado das irregularidades existentes devendo providenciar os reparos dentro do prazo fixado d A caixa de medição é destinada exclusivamente ao disjuntor de proteção e ao medidor da COPEL Somente o ramal de entrada e o ramal alimentador poderão ser conectados ao medidor 418 Sistema de Lacres da COPEL a Os lacres instalados nas caixas e equipamentos de medição da entrada de serviço somente poderão ser rompidos ou retirados por empregados da COPEL ou seus representantes legais no exercício das atividades pertinentes b A violação de selos eou lacres instalados pela COPEL será passível de sanções estabelecidas na legislação vigente 419 Ligações Especiais Para Ligações Especiais as seguintes normas deverão ser consultadas NTC 902201 Armários Concentradores de Operadoras de Telefonia Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 9 NTC 902202 Vendedores Ambulantes Feiras Livres e Assemelhados NTC 902203 Operadores de TV à Cabo Telecomunicações e Assemelhados Para quiosques banca de revistas e assemelhados os padrões de atendimento serão de acordo com as orientações da COPEL 420 Obras Civis Próximas à Rede de Distribuição As orientações deste subitem deverão ser observadas pelos responsáveis por serviços em obras civis executadas próximas a redes de distribuição da COPEL e visam atender às exigências do Ministério do Trabalho de acordo com a Portaria número 3214 de 08 de junho de 1978 em sua Norma Regulamentadora NR10 Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade 4201 Generalidades Os executores de obras deverão adotar medidas que evitem a aproximação de pessoas e objetos em relação às redes de distribuição a Os serviços poderão ser realizados sem proteção contra contatos acidentais quando a distância entre o local de trabalho e a projeção do condutor da rede de distribuição mais próximo for maior do que 50 m conforme a Figura 1 b Quando a distância entre a projeção da rede e o local de trabalho for de 170 m a 50 m outras providências tais como o uso de tapumes andaimes com anteparos divisórias telas e redes deverão ser tomadas Esses recursos além de isolarem as áreas de trabalho deverão ter características que impossibilitem a aproximação acidental de equipamentos vergalhões ferramentas e a queda de materiais detritos pedras tijolos madeiras arames tintas etc sobre as redes de distribuição c Recomendase o emprego de sinalização conforme sugestão da Figura 2 para que os trabalhadores percebam que no local existe risco de acidente devido à proximidade com os condutores da rede de distribuição d Deverão ser evitadas as situações em que o local de trabalho esteja com afastamento menor que 170 m em relação à projeção da rede de distribuição Quando existir essa condição o interessado deverá procurar uma unidade da COPEL para orientações e Não será permitida a execução de serviços acima ou abaixo da rede de distribuição na faixa compreendida pela sua projeção conforme indicado na Figura 1 f O afastamento mínimo entre condutores da rede de distribuição e edificações deverá ser conforme a Figura 3 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 10 g Quando não for possível obedecer às distâncias definidas ou já exista condição insegura no local a COPEL deverá ser necessariamente consultada 4202 Responsabilidade do Executor da Obra Independente dos cuidados citados no item 4201 recomendamse as seguintes providências por parte do executor da obra a Análise de riscos com respeito ao desenvolvimento das etapas da construção quanto a acidentes com as redes de distribuição b Análise de riscos quando houver a utilização de guindauto para a instalação do poste de entrada de serviço c Análise de riscos quando houver previsão de execução de concretagem utilizando caminhões betoneiras com dutos de elevação em locais onde exista rede de distribuição d Adoção de medidas permanentes cartazes palestras reuniões de segurança visando alertar e conscientizar os trabalhadores da obra quanto aos efeitos danosos e até fatais causados pelos contatos acidentais com a rede de distribuição divulgando inclusive a estatística destes acidentes ocorridos na construção civil e Sempre que houver dúvidas com relação a riscos com redes de distribuição ou transmissão o executor da obra deverá consultar a COPEL 421 Orientação Técnica As áreas técnicas da COPEL estão à disposição dos interessados para prestar quaisquer esclarecimentos julgados necessários para o fornecimento de energia elétrica 422 Casos Omissos Os casos omissos nesta norma ou aqueles que pelas características excepcionais exijam estudos especiais serão objeto de análise e decisão por parte da COPEL 5 CARACTERÍSTICAS DAS ENTRADAS DE SERVIÇO A identificação dos componentes dos padrões construtivos de entrada de serviço é apresentada na Figura 4 51 Características dos Materiais a Os materiais e equipamentos a serem utilizados nas entradas de serviço são os descritos no item 12 na relação de materiais correspondente aos diversos padrões construtivos apresentados nesta norma Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 11 b Os postes para entrada de serviço as caixas para equipamentos de medição e proteção e os disjuntores de corrente nominal até 100 A deverão ser homologados e provenientes de fabricantes cadastrados na COPEL c A homologação na COPEL não eximirá fabricantes comercializadores e instaladores de responsabilidades pela qualidade dos materiais aplicados na entrada de serviço d Os materiais utilizados para a montagem da entrada de serviço serão de responsabilidade do proprietário da obra eou responsável técnico 511 Poste da Entrada de Serviço a Os postes de concreto deverão ser fabricados de acordo com as prescrições da NTC 917100 e os fabricantes deverão ser cadastrados conforme estabelecido na NTC 917110 b Os postes auxiliares do tipo oco não serão aceitos para ligações novas Poderá ser aceita sua utilização quando este poste for existente Neste caso a caixa de medição deverá ser fixada por braçadeiras e o eletroduto fixado pelo lado externo c O comprimento mínimo exigido para o poste da entrada de serviço é de 720 m para ligação monofásica bifásica ou trifásica d Postes de concreto construídos no local poderão ser aceitos sob análise prévia da COPEL e mediante apresentação de Anotação de Responsabilidade Técnica ART Os postes poderão ter qualquer seção transversal desde que resistam aos esforços constantes na Tabela 2 e O poste para entrada de serviço deverá ter gravado em qualquer uma das faces de forma legível e indelével em baixo relevo com profundidade de 2 a 5 mm os seguintes dados Nome ou marca comercial do fabricante Resistência nominal em daN Data de fabricação Tipo do poste A inscrição 2F para os postes tipo Duplo T de 75 daN e de 100 daN devido estas resistências mecânicas se verificarem para as duas faces do poste f Os postes tipo Duplo T de 200 daN e 300 daN poderão ter resistência de 100 na face lisa e de 50 na face cavada g Os postes de fabricantes cadastrados poderão ter o eletroduto embutido ou aparente A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 12 curva superior deverá ser de aproximadamente 135º Quando o eletroduto for aparente a curva poderá ser substituída por cabeçote de alumínio ou PVC h O poste da entrada de serviço deverá ser instalado no alinhamento frontal conforme alternativas das Figuras 5 e 6 i Quando for utilizado eletroduto aparente este poderá ser fixado junto ao poste através de arame galvanizado com bitola mínima de 14 BWG com no mínimo 6 voltas ou fita metálica com presilha O eletroduto embutido poderá ser de PVC rígido ou corrugado j O engastamento do poste deverá ser de acordo com a demarcação existente no mesmo conforme orientações e prescrições da NTC 917100 k O tempo de cura para os postes construídos com cimento convencional será de 28 dias e os postes construídos com cimento tipo ARI 10 dias l Para o atendimento às unidades consumidoras situadas nas ilhas a critério da área o poste da entrada de serviço poderá ser de outro material eou modelo estrutural de acordo com a conveniência técnica econômica mobilidade transporte e execução 512 Caixas para Equipamentos de Medição e Proteção a As caixas para equipamentos de medição e de proteção poderão ser confeccionadas em chapa de açocarbono chapa de alumínio ou material polimérico de acordo com as prescrições da NTC 910100 e da NTC 920100 b As caixas individuais deverão ser as padronizadas de acordo com os tipos indicados na Figura 7 c Para a utilização do centro de medição modulado ver as orientações da NTC 910100 d Em localidades litorâneas as caixas deverão ser confeccionadas em alumínio ou material polimérico e As alternativas de agrupamentos de medições deverão seguir as orientações do item 55 f A fixação das caixas de medição em poste deverá ser por meio de braçadeiras de aço galvanizado de alumínio ou material polimérico Nas regiões litorâneas apenas de alumínio ou material polimérico 513 Disjuntores Toda entrada de serviço deverá possuir dispositivo limitador de corrente através de disjuntor termomagnético com corrente nominal em função da categoria de atendimento de acordo com Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 13 a Tabela 2 a Os disjuntores deverão ser aplicados somente aos condutores das fases e ser instalados após os equipamentos de medição b O disjuntor deverá possuir indelevelmente marcado em lugar visível as seguintes informações Nome ou marca do fabricante Tipo ou modelo Tensão nominal V Corrente nominal A Capacidade de interrupção em curtocircuito referida às tensões nominais kA c O disjuntor deverá possuir a marcação da corrente nominal em lugar visível considerando que a identificação da posição ligado deverá ficar na parte superior do disjuntor ou seja quando o disjuntor estiver ligado na posição vertical posição correta de serviço a alavanca de comando estará para cima d Aplicação de disjuntor com corrente regulável acima de 100 A Unidade consumidora isolada a regulagem adotada deve corresponder à corrente da categoria de atendimento Agrupamentos em geral ou Edifício de Uso Coletivo sem apresentação de projeto a regulagem adotada deve corresponder à corrente da categoria de atendimento do disjuntor geral do agrupamento A Copel aplicará lacres no dispositivo de atuação no disjuntor e na caixa do disjuntor ou na caixa seccionadora e Os disjuntores deverão possuir uma única alavanca de comando A critério da COPEL poderão ser aceitos disjuntores bipolares e tripolares com 2 ou 3 alavancas respectivamente intertravadas mecanicamente entre si devendo o dispositivo de intertravamento ser irremovível e inviolável Neste caso o acionamento eventual em qualquer um dos pólos deve garantir o acionamento nos outros pólos simultaneamente nas operações de liga e de desliga através de intertravamento interno 514 Condutores a A partir do ponto de entrega até a medição serão admitidos apenas fios e cabos de cobre rígidos ou flexíveis isolados e dimensionados conforme Tabela 2 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 14 b Nos trechos com ramais em eletrodutos aparentes ou embutidos em alvenaria poderão ser utilizados condutores isolados sem cobertura adicional c Em ramais instalados em eletrodutos enterrados no solo deverão ser utilizados cabos unipolares ou multipolares d Admitese o uso de condutores isolados sem cobertura adicional em eletroduto enterrado se no trecho enterrado não houver nenhuma caixa de passagem eou derivação e for garantida a estanqueidade do eletroduto e Nas ligações trifásicas os condutores instalados desde o ponto de entrega até as medições deverão ser identificados pelas seguintes cores Fase A Amarela Fase B Branca Fase C Vermelha f O condutor neutro deverá ser isolado e quando identificado por sua isolação será na cor azulclaro g A identificação por cores poderá ser com fitas isolantes coloridas ou a própria isolação do condutor h Nas ligações de unidades consumidoras em agrupamentos é necessária a identificação dos condutores de todas as ligações entre o barramento o medidor e o disjuntor i Nas ligações monofásicas e bifásicas de unidades consumidoras isoladas também é necessária a identificação dos condutores fase e do condutor neutro j Poderá ser utilizado condutores com isolação de diferentes cores para as fases e neutro de uma mesma instalaçãocircuito desde que não sejam nas cores verde e azulclaro e que todos os condutores da instalação estejam corretamente identificados por fitas coloridas k Condutores com isolação nas cores verde e azulclaro só poderão ser utilizados nas seguintes situações Verde para condutor de aterramento Azulclaro para condutor neutro l As instalações elétricas de entradas de serviço novas reformas ou alteração de categoria deverão ser executadas com condutores certificados pelo INMETRO m Os condutores neutro e fase deverão possuir a mesma seção transversal n Aplicação de condutores flexíveis consultar NTCs 917015 917025 927110 Conexão do ramal de ligação com o ramal de entrada terminal de compressão Conexão com o disjuntor eou com o medidor qualquer terminação adequada o A partir da categoria 42 125 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 15 conexão com o ramal de ligação poderá ser efetuada com conector perfurante se for condutor flexível usar terminal de compressão e a conexão com conector cunha p Não serão aceitos em nenhum trecho após o ponto de entrega condutores de alumínio 515 Eletrodutos a A aplicação dos eletrodutos deve obedecer às prescrições da NBR 5410 b Como alternativa aos eletrodutos rígidos serão aceitos eletrodutos corrugados flexíveis conforme características na NTC 810106 somente nos trechos enterrados ou embutidos c Os eletrodutos dos ramais de entrada e alimentador deverão ser dimensionados conforme Tabela 2 obedecendo às prescrições da NBR 5410 d Os eletrodutos de proteção dos condutores de aterramento terão diâmetro nominal de 19 mm até a categoria 41 e de 25 mm até a categoria 45 conforme Tabela 2 e Os eletrodutos aplicados em entradas de serviço poderão ser de PVC rígido aço galvanizado ou dutos corrugados onde aplicável f Para ramal de entrada subterrâneo o eletroduto no poste da derivação deverá ser de aço galvanizado zincado com diâmetro nominal de acordo com a categoria de atendimento da Tabela 2 com 6 metros de comprimento uma barra de 6m ou duas barras de 3m fixado com fita de aço inoxidável devendo ser instalado conforme Figura 8 Nas regiões litorâneas este eletroduto será de PVC rígido g O eletroduto do ramal de entrada subterrâneo sob o banco de duto deverá ser envelopado em concreto e poderá ser de PVC rígido ou duto corrugado h Os eletrodutos que contenham circuitos de energia devem ser utilizados exclusivamente para esta finalidade i Cada eletroduto deverá ser ocupado por um ou mais circuitos completos sendo cada circuito composto por fases e um neutro j As curvas e emendas nos eletrodutos deverão obedecer às prescrições da NBR 5410 516 Armações Secundárias a As armações secundárias deverão ser confeccionadas em chapa de açocarbono galvanizada à quente 5 mm de espessura e características conforme a NTC 811584 b As armações secundárias metálicas deverão ser providas de isolador do tipo roldana de porcelana ou de vidro Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 16 c Não poderá ser utilizada armação conjugada com roldana de material polimérico 517 Caixas de Passagem a Deverão ser construídas em local de fácil acesso e não deverão estar submetidas a esforços mecânicos excessivos b Quando instaladas antes da medição deverão ser providas de dispositivos para lacre c As caixas que contenham circuitos de energia devem ser utilizadas exclusivamente para esta finalidade d Uma mesma caixa de passagem não poderá conter circuitos de energia medida e não medida e Para os casos de agrupamento de unidades consumidoras a caixa de passagem após a medição que acomodar mais de um ramal alimentador deverá ser construída de modo que cada ramal possa ser individualizado e identificado 5171 Caixas de Passagem no Solo Quando a distância entre a caixa de passagem situada na base do poste da COPEL e a caixa de medição da entrada de serviço for superior a 15 m ou quando houver mudança de direção do banco de dutos se necessário poderá ser construída caixa de passagem intermediária As caixas de passagem utilizadas em trechos com energia não medida deverão ser construídas de acordo com a Figura 9 a Recomendase que as caixas de passagem instaladas em trechos com energia medida tenham as mesmas características das caixas para energia não medida dispensandose a tampa metálica e subtampa com dispositivos para lacre de acordo com a Figura 10 b A subtampa deverá ser dotada de alça ou outro dispositivo para facilitar a remoção c As caixas de passagem localizadas antes da medição devem ser dotadas de aro e tampa de ferro fundido conforme NTC 810083 e subtampa confeccionada em chapa de alumínio com espessura mínima de 2 mm ou de material polimérico espessura mínima 3 mm Os dispositivos para lacre poderão ser fixados na alvenaria ou em um aro de alumínio ou no próprio aro de ferro fundido d No fundo das caixas deverá haver uma abertura de 15 x 15 cm e uma camada de pedra brita nº 2 para drenagem e Quando houver atendimento por ramal de entrada subterrâneo a mais de uma unidade consumidora no mesmo poste da COPEL poderá ser compartilhada a mesma caixa de passagem conforme alternativas da tabela da Figura 9 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 17 f A caixa de passagem construída no passeio e próxima à base do poste deverá estar afastada do mesmo conforme Figura 8 Quando houver obstáculos esta caixa poderá ser instalada no interior da propriedade mediante consulta prévia a COPEL g As caixas de passagem deverão ser construídas em alvenaria com dimensões internas mínimas de 50x50x50cm 5172 Caixas de Passagem suspensas ou embutidas a As caixas suspensas para a passagem dos condutores de baixa tensão deverão ser fixadas pelo fundo ao teto ou à parede possuírem tampa com dobradiças serem aterradas e suas dimensões e rigidez mecânica adequadas às suas finalidades b Nos trechos verticais as caixas de passagem deverão ser dotadas de suporte para fixação dos cabos c As caixas poderão ser construídas em material metálico ou polimérico Nas regiões litorâneas o material metálico deve ser alumínio 518 Eletrodo de Aterramento a Como eletrodos de aterramento deverão ser utilizadas as opções constantes na Figura 11 e as demais condições estabelecidas pela NTC 917040 b A conexão do condutor com a haste de aterramento da entrada de serviço deverá ser realizada com os conectores aceitos pela COPEL de acordo com a NTC 927105 519 Aterramento As prescrições a seguir são aplicáveis às instalações da entrada de serviço Para as instalações elétricas internas deverão ser adotados os esquemas de aterramento que melhor se adaptem a essas instalações observando as orientações da NBR 5410 a O neutro da entrada de serviço deverá ser aterrado junto à caixa de medição ou proteção geral conforme Figuras 12 e 13 com condutor de aterramento dimensionado conforme a categoria de atendimento que consta na Tabela 2 empregandose no mínimo um eletrodo de aterramento b As partes metálicas da entrada de serviço sujeitas à energização acidental deverão ser permanentemente ligadas a terra c O condutor de aterramento deverá ser tão curto e retilíneo quanto possível sem emenda e não deverá ter dispositivo que possa causar sua interrupção d O condutor de aterramento deverá ser protegido mecanicamente por meio de eletroduto de Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 18 PVC rígido ou corrugado ou flexível com diâmetro nominal de 19 mm até a categoria 41 e de 25 mm até a categoria 45 conforme Tabela 2 e O eletroduto metálico de descida no poste deve ser aterrado através de condutor de cobre com seção de 16 mm2 e conector tipo condutorbarra em eletrodo de aterramento instalado na caixa de passagem da base do poste conforme Figura 14 f Os materiais e condutores aplicados em aterramento deverão seguir as recomendações da NBR 5410 g Nos agrupamentos de medição em que não é necessária a aprovação do projeto elétrico da entrada de serviço a critério do instaladorconsumidor poderá ser efetuada a equipotencialização através de um Barramento de Equipotencialização Principal BEP Neste caso a instalação do BEP deverá atender as orientações contidas na NBR 5410 e na NTC 910900 5110 Instalação de Condutor de Proteção O condutor de proteção poderá ser ligado nos barramentos apropriados do centro de medição ou interligado ao neutro no quadro de distribuição da unidade consumidora O dimensionamento deste condutor deverá seguir as prescrições da NBR 5410 5111 Ramal de Ligação Aéreo a Especificação de acordo com a Tabela 2 b Vão máximo de 30 m Em final de rede poderá ser de até 35 m c Deverá ser perfeitamente visível e livre de qualquer obstáculo d Não poderá cruzar propriedade de terceiros e Não será permitido o cruzamento de condutores do ramal de ligação com condutores de outro ramal f Não poderá haver emendas neste ramal g Deverá possuir um afastamento mínimo de 60 cm em relação aos condutores de telefonia sinalização e outros h Não poderá ser acessível de janelas sacadas escadas terraços toldos luminosos e placas de publicidade entre outros A distância mínima dos condutores a qualquer desses pontos deverá ser de 120 m i A ancoragem em pontaletes ou fachadas de edificações deve ser objeto de consulta prévia à COPEL j Os condutores do ramal de ligação deverão ser instalados de modo a obedecerem a distâncias medidas na vertical entre o condutor e o solo conforme Figura 15 observadas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 19 as seguintes exigências mínimas em locais acessíveis a veículos pesados 550 m em entradas de garagens residenciais estacionamentos ou outros locais não acessíveis a veículos pesados 450 m em locais acessíveis apenas por pedestres 350 m na travessia de rodovias federais ou estaduais linhas férreas entre outros a COPEL deverá ser previamente consultada k A fixação do ramal de ligação deverá ser feita em armação secundária tipo pesada com isolador roldana ver item 516 l As conexões dos condutores do ramal de ligação aos condutores do ramal de entrada deverão ser executadas conforme Figura 16 m Quando a entrada de serviço for construída utilizandose poste do tipo duplo T a ancoragem do ramal de ligação deverá ser executada de maneira que a tração ocorra na face de maior resistência face lisa n A ancoragem do ramal de ligação no lado da rede deverá ser realizada no poste da rede de distribuição Não será permitida a ancoragem diretamente nos cabos entre dois postes 5112 Ramal de Entrada Embutido a Os condutores fase e neutro do ramal de entrada instalados em eletroduto no poste da entrada de serviço deverão ser dimensionados de acordo com a Tabela 2 b Não serão permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada c Os condutores do ramal de entrada deverão ter comprimento suficiente para permitir a conexão com o disjuntormedidor da entrada de serviço e a execução do pingadouro e sua conexão com o ramal de ligação d Os condutores fase e neutro deverão ser identificados conforme item 514 e O condutor neutro deverá ser continuo até o medidor ou barramento do centro de medição sendo nele vedado o uso de chave disjuntor ou fusível f Os eletrodutos poderão ser embutidos no poste da entrada de serviço ou fixados neste por meio de arame de aço galvanizado de bitola 14 BWG mínimo 6 voltas fitas de aço inoxidável ou braçadeiras galvanizadas g Nas extremidades superiores dos eletrodutos fixados externamente ao poste da entrada de serviço deverá ser instalado cabeçote ou curva 135º h Os eletrodutos deverão ser instalados por meio de flanges apropriadas para fixação em caixas de medição e vedadas com cola à base de silicone conforme mostra a Figura Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 20 17 Não será permitido o uso de massa para vidro i Nas emendas dos eletrodutos externos ao poste da entrada de serviço deverão ser utilizadas fitas plásticas de vedação ou silicone a fim de evitar a penetração de água j Quando forem utilizados condutores flexíveis deverão ser utilizados terminais adequados para a conexão com o ramal de ligação Não será aceito o uso de solda a estanho nas terminações dos condutores consultar NTCs 917015 917025 927110 5113 Ramal Alimentador a Características de instalação Eletroduto embutido em alvenaria Condutor de cobre isolado para classe de tensão de 750V sem cobertura adicional Eletroduto enterrado no solo Recomendável cabos unipolares ou multipolares Alimentação aérea Trecho entre o disjuntor e o pingadouro condutor de cobre isolação 450750 V Trecho aéreo Condutor de cobre singelo ou multiplexado Obs Nas conexões envolvendo condutor de cobre e condutor de alumínio o conector deverá ser do tipo bimetálico b Não poderá haver em hipótese alguma interligação entre o ramal de ligação e o ramal alimentador no topo de poste c Os ramais alimentadores derivados de centros de medição deverão estar alojados em eletrodutos individualizados e conectados aos módulos das respectivas medições d Os condutores de entrada e saída do medidor deverão ser de cobre possuir a mesma seção e ter a capacidade de corrente compatível com a categoria de atendimento e Deverão ser instalados em eletrodutos individuais e exclusivos para energia elétrica f Em caixas de passagem poderá haver mais de um ramal alimentador desde que individualizados e identificados com uso de plaquetas ou outros dispositivos adequados g Em agrupamentos percorrerá preferencialmente áreas de utilização comum 5114 Ramal de Entrada Subterrâneo Havendo interesse do consumidor em ser atendido por ramal de entrada subterrâneo a partir de poste de propriedade da distribuidora observadas a viabilidade técnica e as normas da distribuidora o ponto de entrega situarseá na conexão deste ramal com a rede da distribuidora desde que esse ramal não ultrapasse propriedades de terceiros ou vias públicas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 21 exceto calçadas Ver as instruções para preparação das valas no item 51141 a Na hipótese do parágrafo anterior o consumidor assume integralmente os custos adicionais decorrentes e de eventuais modificações futuras bem como se responsabiliza pela obtenção de autorização do poder público para a execução da obra de sua responsabilidade quando for o caso b O fornecimento dos materiais e da mãodeobra em instalações novas eou nas mudanças de categoria de atendimento correrão por conta do responsável pela unidade consumidora c Quando houver alterações no banco de dutos eou nos condutores do ramal de entrada subterrâneo o fornecimento do material e da mãodeobra é de responsabilidade do responsável pela unidade consumidora d Se Copel efetuar alterações na rede de distribuição aérea e essas alterações provocarem a eventual necessidade de alterações também no ramal de entrada subterrâneo o fornecimento dos materiais e da mãodeobra correrão por conta do responsável pela unidade consumidora e No interior da caixa de passagem situada próxima ao poste de derivação da rede ou de caixa de passagem no interior da propriedade deverá existir uma reserva mínima individual de 2 m dos condutores do ramal de entrada subterrâneo f Na descida do poste da COPEL os condutores deverão ser protegidos por meio de eletroduto de aço galvanizado zincado com diâmetro nominal de acordo com a categoria de atendimento da Tabela 2 com 6 metros de comprimento ou 2 barras de 3 m Nas regiões litorâneas este eletroduto deverá ser de PVC rígido g A extremidade superior do eletroduto deverá estar afastada no mínimo 50cm da rede secundária da COPEL h Nas extremidades superiores dos eletrodutos de aço galvanizado deverá ser utilizado bucha ou outro dispositivo adequado à proteção mecânica dos condutores i No trecho subterrâneo do ramal poderá ser utilizado eletroduto rígido ou corrugado flexível conforme NTC 810106 desde que protegido mecanicamente por envelopamento ou placas de concreto em forma de banco de dutos conforme Figura 18 j Recomendase que o diâmetro nominal do eletroduto do trecho enterrado seja de 75 mm para os casos em que houver previsão de aumento de carga ou no mínimo uma bitola superior ao especificado para a categoria de atendimento k Os cabos fase e neutro do ramal de entrada subterrâneo deverão ser de cobre próprios Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 22 para instalação subterrânea com proteção mecânica adicional 0610 kV e dimensionados conforme orientações da Tabela 2 l Não serão permitidas emendas nos condutores do ramal de entrada subterrâneo m Deverá haver continuidade do condutor neutro sendo nele vedada a utilização de chaves disjuntores ou fusíveis n A tubulação deverá ser instalada a uma profundidade mínima de 30 cm o Os trechos subterrâneos poderão ser inspecionados pela COPEL antes de serem cobertos p Para facilitar a passagem dos condutores deverão ser construídas caixas de passagem de acordo com o item 517 e Figura 9 q Quando houver mais de uma entrada de serviço atendidas por ramais de entrada subterrâneos a partir do mesmo poste da rede de distribuição os circuitos dos ramais de entrada deverão ser alojados em eletrodutos individuais na descida do poste da derivação da COPEL limitandose no máximo em quatro descidas por poste r Quando houver atendimento por ramal de entrada subterrâneo a mais de uma unidade consumidora no mesmo poste da COPEL poderá ser compartilhada a mesma caixa de passagem conforme alternativas da tabela da Figura 9 s Nos condomínios horizontais observar as seguintes prescrições i Os ramais de entrada subterrâneos os ramais de ligação subterrâneos e os ramais alimentadores subterrâneos ligados diretamente à rede aérea das vias internas aos RDMs aos QDPs ou às CDPs poderão atravessar as vias internas observandose as prescrições desta norma nos itens 51141c 51141f e as orientações da Figura 18 ii Quando a rede interna do condomínio for aérea será permitida a instalação de no máximo 4 eletrodutos com ramais de entrada subterrâneos por poste Para número superior 4 ramais usar caixa de derivações em pedestal na base do poste A caixa de derivações também poderá ser usada com rede interna subterrânea iii Se a rede interna do condomínio for aérea ou subterrânea com caixas de derivação em pedestal a medição poderá ser instalada no corpo do imóvel garantido o acesso para a leitura sem a necessidade de autorização do cliente respeitando o comprimento máximo do ramal subterrâneo e em qualquer caso o limite de queda de tensão de 4 entre o ponto de entrega e a medição iv O comprimento máximo do ramal de entrada individual deve ser de 35 m De todos os ramais apenas 20 podem ultrapassar esta dimensão Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 23 v Se o condomínio possuir distribuição interna subterrânea em baixa tensão o ponto de entrega será na conexão do ramal de entrada principal com o seccionador geral vi Quando a distribuição for com centros de medição modulados o comprimento máximo dos ramais alimentadores deve ser de 35 m De todos os ramais apenas 20 podem ultrapassar esta dimensão 51141 Instruções de Preparação das Valas para Instalação de Eletrodutos Para preparação da vala instalação dos eletrodutos e reconstituição do passeio deverão ser observadas as seguintes instruções a Obtenção por parte do executor da obra junto ao órgão municipal competente de autorização para abertura da vala no passeio b A interligação entre a caixa da base do poste e as demais caixas de passagem da entrada de serviço será feita através de eletrodutos conforme item 515 c As valas deverão ser abertas conforme as dimensões mínimas indicadas na Figura 18 d O fundo da vala deverá ser regular fortemente compactado e coberto por uma camada de areia também compactada de 10 cm ou de 15 cm caso apresente formação rochosa e Sobre a camada de areia compactada será depositado os eletrodutos com espaçamentos conforme Figura 18 com as luvas de emenda desencontradas quando se tratar de mais de uma linha e com uma declividade de no mínimo 1 a partir do meio da linha para as caixas adjacentes f Os eletrodutos deverá ao ser envolvidos em nova camada de areia para o preenchimento dos espaços no interior da vala Esta camada terá altura de 10 cm acima da parte superior do eletroduto e deverá ser compactada com cuidado a fim de não danificar nem deslocar os eletrodutos Sobre esta camada deverão ser colocadas placas de concreto armado construídas conforme indicado na Figura 18 g Em alternativa ao item anterior os eletrodutos poderá ão ser envelopados em concreto h Sobre as placas de concreto ou o envelopamento deverá ser instalada fita de alerta conforme NTC 814920 i Antes do fechamento a Copel poderá efetuar vistoria na vala aberta j O fechamento da vala deverá ser executado com o reaproveitamento do material escavado ou com outro recomendável isento de detritos e de matéria orgânica compactado em camadas de 20 cm k Após o fechamento da vala deverá ser feita a reconstituição do passeio observadas as Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 24 orientações do órgão municipal competente quanto ao material e à execução dos trabalhos 52 Ancoragem do Ramal Aéreo na Fachada de Edificações a A ancoragem do ramal de ligação na armação secundária montada na estrutura da edificação platibanda ou fachada somente quando esta fachada estiver localizada no alinhamento com a via pública de acordo com o desenho do padrão construtivo do item 11110 poderá ser aceita após análise e liberação pela COPEL mediante consulta prévia esgotadas as alternativas convencionais b Neste caso deverá ser prevista a instalação de um suporte conforme ilustra a Figura 19 com a finalidade de auxiliar na amarração da escada tornando possível a execução de trabalhos em plano elevado com segurança em atendimento à NR10 Na ocasião da vistoria eou ligação o solicitante deverá apresentar a Anotação de Responsabilidade Técnica ART específica da instalação da armação secundária e do suporte para a amarração da escada Quando se tratar de construção de uma edificação nova reforma ou ampliação poderá ser aceita uma ART complementar à ART de execução da obra civil c O suporte para a amarração da escada poderá ser parafuso em formato de L ou outro suporte em L com seção circular mínima de ½meia polegada chumbado em coluna de concreto ou do tipo passante quando instalado em parede de alvenaria de acordo com a Figura 20 Este suporte deverá suportar um esforço mínimo de 300 kgf 53 Medição 531 Disposições Gerais a A cada unidade consumidora deverá corresponder uma única medição b Os condutores que alimentam a medição deverão ser em circuitos exclusivos e inacessíveis c Todos os condutores fase e neutro do ramal de entrada que serão conectados ao medidor lado da linha devem ter a sua extremidade protegida por fita isolante a fim de evitar curto circuito na energização da entrada de energia Esta fita isolante de proteção só será removida quando da instalação do medidor na unidade consumidora correspondente d A caixa de medição individual ou os agrupamentos de medição deverão ser montados em muro mureta ou poste com o visor do medidor voltado para a via pública conforme os desenhos das Figuras 5 e 6 e Na instalação deverão ser observados os esquemas das Figuras 21 22 e 23 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 25 f A face superior da caixa de medição deverá ficar a uma altura entre 140 m e 170 m em relação ao piso acabado Em agrupamentos a caixa de medição mais baixa não poderá ter sua face superior com altura menor que 080 m g Quando as mediçãoões forem instaladas em muretamuro para a vistoria e ligação deverá ser providenciado também o completo acabamento da alvenaria da entrada de serviço h A parte superior dos centros de medição deverá ficar a uma altura de 170 m em relação ao nível do piso acabado i A fixação de caixas de medição em poste de entrada de serviço deverá ser por meio de cinta ou braçadeira de aço galvanizado j A armação secundária poderá ser instalada a 90º da face do eletroduto do ramal de entrada embutido conforme detalhe apresentado na Figura 31 k Nos agrupamentos de medição em que não é necessária a aprovação do projeto elétrico da entrada de serviço a critério do instalador poderá ser instalado o Dispositivo de Proteção Contra Surtos DPS Neste caso a instalação do DPS deverá atender as orientações contidas na NBR 5410 e na NTC 910910 l Os equipamentos de medição serão instalados e ligados pela COPEL após aprovação da vistoria 532 Quanto à Localização A COPEL reservase o direito de em qualquer caso indicar o local adequado para a localização da medição observadas as seguintes disposições a Não será permitida a medição a 10 m do alinhamento frontal com a via pública b Será localizada na propriedade do consumidor conforme as alternativas mostradas nas Figuras 5 e 6 c Independente da posição da caixa de medição ou de agrupamentos de caixas deverá ser garantido a qualquer tempo e situação o acesso aos medidores de energia da COPEL d A medição deverá ser instalada de modo que haja um espaço livre à sua frente de no mínimo 1 m e laterais mínimos de 20 cm e Não serão aceitos locais de difícil acesso com má iluminação ou sem condições de segurança tais como Recintos fechados Copas e cozinhas Dependências sanitárias Interiores de vitrines Áreas entre prateleiras Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 26 Proximidades de máquinas bombas tanques e reservatórios Escadarias e rampas de acesso a veículos Pavimento superior de qualquer tipo de prédio com residência única Locais sujeitos a gases corrosivos gases inflamáveis a inundações a poeira a umidade a trepidação excessiva ou abalroamento f Nos condomínios horizontais onde não houver muro frontal e o ramal de entrada for subterrâneo a medição poderá ser instalada em mureta lateral contígua à construção residencial g Em agrupamentos de unidades consumidoras comerciais ou mistas atendidas com um único centro de medição este deverá ficar localizado preferencialmente conforme uma das alternativas estabelecidas nas figuras 5 e 6 Como segunda opção este poderá ficar localizado na área de uso comum do pavimento térreo ou fora da edificação desde que possua livre e fácil acesso A proteção geral deverá ficar contígua ou afastada do centro de medição em área de uso comum do pavimento térreo ou fora da edificação no máximo a 5 m do alinhamento com a via pública Já o centro de medição quando não estiver contíguo a esta proteção geral poderá ficar localizado no máximo a 10 m desta proteção geral conforme Figura do item 114 h Em agrupamentos de unidades consumidoras residenciais sem recuo da edificação em relação a via pública e atendidas com um único centro de medição este deverá ficar instalado de forma frontal i Em agrupamentos de unidades consumidoras residenciais com recuo da edificação em relação a via pública e atendidas com um único centro de medição este deverá ficar localizado conforme as alternativas mostradas nas Figuras 5 e 6 j Independente da localização das caixas de medição deverá ser garantido a qualquer tempo e situação o acesso aos medidores de energia pelos funcionários da Copel e também pelos proprietários das unidades consumidoras Nas edificações mistas os medidores de unidades comerciais não poderão ficar localizados em espaços com acesso unicamente residenciais e viceversa 54 Disposição da Entrada de Serviço a Em função da localização e das características apresentadas pelas edificações serão feitos os atendimentos de acordo com as condições previstas nas Figuras 24 letras A B C D e E e Figura 25 letras F G e H b Dentre as opções de entrada de serviço recomendase que seja adotada aquela que representar a solução mais econômica para o caso 55 Agrupamento de Unidades Consumidoras 551 Condições Gerais a Os centros de medição ou as medições agrupadas deverão ser identificadas com Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 27 plaquetas de acordo com a unidade consumidora correspondente As plaquetas podem ser de metal acrílico policarbonato ou de PVC com impressão térmica As plaquetas devem ser parafusadas ou rebitadas nas caixas de medição metálicas ou fixadas por dentro da tampa das caixas em material polimérico A critério da área podese pintar os números com gabarito A medição do condomínio deverá ocupar a primeira ou a última posição do agrupamento b Nos centros de medição modulados e agrupamentos de caixas geminadas a limitação máxima de proteção por unidade consumidora é de 100 A Quando houver proteção individual maior do que 100 A esta deve ser instalada em caixa individual apropriada conforme opções de atendimento apresentadas na NTC 940020 c O disjuntor de proteção geral poderá ser instalado no módulo para barramento do centro de medição modulado na caixa CB ou na caixa CGN Nestas caixas além da barra de neutro deve haver uma barra para ligação e aterramento dos condutores de proteção Os barramentos deverão ser montados de forma escalonada e a barra mais próxima da subtampa ou tampa deve ser utilizada como neutro d Nos casos de duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um ou mais terrenos existindo área de uso comum o atendimento será feito através de um único ramal de ligação As medições destas unidades deverão ser agrupadas num único local e Nos casos de duas ou mais unidades consumidoras localizadas em um ou mais terrenos não existindo área de uso comum o atendimento será feito com poste de divisa atendendo a cada duas unidades ou com postes e medições individuais f Exemplos das situações dos itens 551d e e são os conjuntos de sobrados e lojas g Em agrupamento de até 6 medições poderão ser utilizadas caixas geminadas do tipo 2 x CN ou 3 x CN caixas de material polimérico NTC 930020 centro de medição modulado metálico ou de material polimérico conforme detalhes apresentados na Figura 26 Em agrupamento com mais de 6 medições deverá ser utilizado centro de medição modulado metálico ou de material polimérico h Na área rural o agrupamento de 2 unidades consumidoras no mesmo poste monofásicas bifásicas trifásicas ou monofásico3 fios até 100 A poderá ser executado com ramais de entrada independentes sem caixa de barramento i Todos os condutores fase e neutro dos ramais que realizam a interligação entre os barramentos e os medidores lado da linha de todas as unidades consumidoras do agrupamento devem ter a sua extremidade protegida por fita isolante a fim de evitar curto Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 28 circuito na energização da entrada de energia e centro de medição Esta fita isolante de proteção só será removida quando da instalação do medidor na unidade consumidora correspondente 552 Dimensionamento da Entrada de Serviço O dimensionamento das entradas de serviço em agrupamento deverá ser feito de acordo com as características de cada categoria apresentadas na Tabela 2 e de acordo com as seguintes opções e considerações i Agrupamentos sem barramento e sem disjuntor geral Será aceito agrupamento de até três unidades consumidoras monofásicas ou uma unidade bifásica agrupada a uma monofásica ligadas nas fases A B e C conforme padrões construtivos do item 1121 a 1125 ii Agrupamentos com barramento e disjuntor geral através do somatório de corrente Agrupamentos diferentes da condição estabelecida no inciso i deste item 552 e de categoria de atendimento determinada pela Tabela 3 iii Agrupamentos com barramento e disjuntor geral através de Formulário de Solicitação e ART de projeto elétrico da entrada de serviço Agrupamentos diferentes das condições estabelecidas nos incisos i e ii deste item 552 e com a apresentação do Formulário de Solicitação de Medição Agrupada FSMA e da ART Anotação de Responsabilidade Técnica do projeto elétrico do agrupamento Nesta opção de dimensionamento de agrupamento também restrito aos casos de instalações com proteção geral máxima de 200 A e com a instalação de Centro de Medição único será possível o seu dimensionamento sem considerar as definições da Tabela 3 ou seja poderá ser considerado outros fatores de demanda para a especificação da proteção geral do agrupamento diferente do proposto na Tabela 3 Para isso junto com o pedido de ligação será necessário a apresentação do Formulário de Solicitação de Medição Agrupada preenchido disponível em nossa página na internet wwwcopelcomformularios e a ART do projeto elétrico deste agrupamento Obs As entradas de serviço aprovadas e ligadas anteriormente à vigência da versão atual desta norma quando houver condições técnicas e de segurança poderão ser religadas sem a necessidade de adaptação às exigências deste item a Para acréscimos de carga e mudança da categoria de atendimento serão adotadas as orientações do item 415 b A caixa para barramento e disjuntor geral 100 A será conforme o modelo da Figura 27 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 29 c Os agrupamentos com caixas para barramento e disjuntor geral poderão ser conforme as alternativas mostradas nas Figuras 28 29 e 30 553 Poste de Divisa Quando for utilizado o poste da entrada de serviço de divisa para atendimento a duas unidades consumidoras distintas contíguas lateralmente ou sobrepostas estilo sobrado sem área de uso comum deverão ser consideradas as orientações a seguir a O dimensionamento da entrada de serviço deverá seguir o descrito no item 552 b Os ramais de entrada deverão ser individuais e independentes para cada unidade c Para ligação nova ou por ocasião de acréscimo de carga deverá ser respeitado o limite de duas derivações no ramal de ligação por fase conforme mostra o detalhe da Figura 32 d O padrão construtivo é o apresentado no item 1114 Em alternativa a este padrão poderá ser utilizado o poste tipo PDF 3 ver tabela de aplicação na NTC 917100 Neste caso a caixa superior abrigará a medição da unidade à esquerda Se as unidades forem em estilo sobrado a caixa superior abrigará a medição da unidade do pavimento superior e O poste PM 5 pode ser utilizado como poste de divisa Neste caso as pontas inferiores dos eletrodutos deverão aflorar uma de cada lado do poste para permitir a alimentação de duas caixas de medição fixadas pelas faces laterais com os visores voltados para a via pública Os ramais alimentadores poderão ser aéreos com os eletrodutos de saída amarrados externamente ou embutidossubterrâneos As montagens das medições serão independentes Cada medição deverá ter o seu aterramento independente ver tabela de aplicação do poste PM 5 na NTC 917100 f Quando as caixas forem fixadas pelas laterais diretamente no poste não poderá haver muro ou mureta divisória no trecho à frente das caixas Se houver as caixas devem ser instaladas em mureta e ficar afastadas lateralmente do poste no mínimo 20 cm para permitir os trabalhos no interior das caixas ver tipo 3 da NTC 917120 Poste de Divisa g O eletroduto para o pingadouro ramal de entrada e o de saída para a caixa de medição poderão se situar nas faces a 90º com a face de ancoragem do ramal de ligação h Para alternativas quanto à aplicação dos postes de divisa consultar a NTC 917120 554 Necessidade de Apresentação de Projeto Elétrico Nos atendimentos através da rede aérea deverá ser apresentado projeto elétrico somente nos casos de agrupamento de unidades consumidoras onde não for possível atender qualquer uma das condições abaixo Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 30 agrupamentos em que a potência demandada total da entrada de serviço for superior a 75 kVA disjuntor geral de 200 A quando houver a necessidade de mais de um Centro de Medição quando a instalação do Centro de Medição não atender aos critérios estabelecidos nos itens 532 e 114 desta NTC As condições e os componentes necessários para apresentação de projeto são definidos pela NTC 900100 56 Fornecimento de Energia na Área Rural As condições gerais de fornecimento e as características das entradas de serviços para atendimento na área rural deverão ser conforme as prescrições apresentadas no item 4 e 5 respectivamente desta norma Além dessas condições e características deverão ser consideradas as seguintes prescrições a O vão máximo do ramal de ligação não poderá ser superior a 40 m b O dimensionamento das entradas de serviço deverá ser feito de acordo com as características de cada categoria apresentadas na Tabela 2 c Deverão existir permanentemente boas condições de acesso com veículos a quatro rodas até onde a medição estiver localizada d A medição deverá ser instalada em poste de entrada de serviço e Todas as cercas de arame sob as redes de baixa e alta tensão deverão ser aterradas conforme mostra o detalhe da Figura 33 f Para cercas de arame com diâmetro de 326 mm a 411 mm aplicar o seccionador pré formado NTC 814905 900 daN código de cor verde g Para cercas de arame com diâmetro de 260 mm a 300 mm aplicar o seccionador pré formado NTC 814907 900 daN código de cor amarelo h Nos aterramentos de cercas em cada ponto de aterramento deverá ser utilizada uma haste zincada de 120 metros de comprimento NTC 812094 interligada aos fios da cerca de arame através de um arame de aço zincado NTC 814903 conectado à haste por um conector paralelo i O material e a mãodeobra para o aterramento de cercas deverão ser fornecidos pelo proprietário O atendimento em tensão primária de distribuição será de acordo com a NTC 903100 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 31 561 Atendimento com transformadores trifásicos 220127 V Os padrões e categorias de atendimento deverão ser idênticos aos estabelecidos para a área urbana conforme orientações desta norma 562 Atendimento com transformadores monofásicos 3 fios 254127 V O atendimento poderá ser efetuado em 127 V ou 254 V de acordo com as possibilidades de atendimento com transformadores monofásicos 3 fios apresentadas na Tabela 4 do item 94 O número de acréscimo de unidades consumidoras em agrupamentos será limitada pela quantidade de possibilidades fixada nesta tabela a A medição deverá ser localizada a uma distância igual ou superior a 10 m da estrutura do transformador sendo que o ramal de ligação aéreo não poderá ser superior a 40 m b O aterramento do neutro do transformador se dará na conexão deste neutro com o condutor de aterramento na caixa de medição da unidade consumidora A conexão com a haste será com conector de aterramento conforme alternativas apresentadas na NTC 927105 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 32 6 ATENDIMENTO PELA REDE SUBTERRÂNEA Para estes atendimentos seguir orientações específicas da Copel 7 ATENDIMENTO A EDIFICAÇÕES DE USO COLETIVO Para estes atendimentos aplicamse as disposições estabelecidas na NTC 901110 8 ORIENTAÇÕES QUANTO AO PEDIDO DE LIGAÇÃO O pedido de fornecimento de energia elétrica à COPEL será formalizado através de solicitação efetuada pelo interessado pessoalmente em uma das agências da Copel ou pelo atendimento telefônico Por ocasião da solicitação deverão ser fornecidos dados que permitam o seu correto preenchimento tais como a Nome do pretendente b Ramo de atividade da empresa se for o caso c Cédula de Identidade ou CPF ou Título de Eleitor do pretendente Para ligações comerciais e industriais deverão ser fornecidos o CNPJ e a Inscrição Estadual d Endereço do imóvel a ser ligado informando o número predial O número predial deve estar de forma legível e indelével podendo ser pintado com tinta permanente na parede ou estrutura do imóvel ou pintado em uma placa de material sólido fixada na parede ou estrutura do imóvel Não será aceita a indicação do número em folha de papel ou escrito com giz carvão ou qualquer outro material facilmente extinguível Na ausência do número predial o cliente deverá informar as ruas transversais quando se tratar de unidades consumidoras localizadas em áreas urbanas Para unidades consumidoras em áreas rurais será necessário que o consumidor informe o número de identificação de uma unidade consumidora vizinha ou próxima e Indicação fiscal do imóvel setor quadra e lote f Croquis de situação Deverá ser indicada a posição do terreno bem como o nome das ruas que delimitam a quadra onde fica o terreno g Licença Prévia Ambiental ou Relatório de Inspeção Ambiental RIA conforme prescrições do item 46 quando aplicável h Detalhe de Carga Instalada DCI para unidades consumidoras com proteção geral maior ou igual a 100 A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 33 9 TABELAS 91 Tabela 1 Ref Item 41b Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 34 Notas referentes a Tabela 1 1 Para motores monofásicos deverão ser utilizados os seguintes dispositivos Motores até 5 cv partida direta Motores acima de 5 cv chave compensadora ou sérieparalelo 2 Para motores trifásicos com rotor em curtocircuito e assíncronos Motores até 5 cv partida direta Entre 5 cv e 15 cv Chave estrelatriângulo sérieparalelo ou compensadora Superior a 15 cv Chave estrelatriângulo compensadora ou softstart 3 A tensão entre fase e neutro é de 127 V e entre duas fases é de 220 V Nas categorias 19 22 25 46 47 e 48 a tensão entre fase e neutro é de 127 V e entre duas fases é de 254 V 4 As categorias 19 22 25 46 47 e 48 são para atendimento a unidades consumidoras na área rural Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 35 92 Tabela 2 Ref Item 43 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 36 Notas referentes a Tabela 2 1 Maneira de instalar Maneira de instalar B1 condutores isolados unipolares em eletroduto de seção circular embutido em alvenaria Maneira de instalar D cabos unipolares ou cabo multipolar em eletroduto enterrado no solo com proteção mecânica eou química adicional popularmente cabo 1 kV 2 Os condutores do ramal de entrada embutido foram dimensionados considerandose fios e cabos com isolamento de PVC temperatura no condutor de 70º C e a temperatura ambiente de 30 º C 3 As dimensões estabelecidas na tabela para condutores e eletrodutos são mínimas Poderão ser adotadas maiores caso as condições da instalação assim o exigirem de acordo com a NBR 5410 4 Para o ramal de entrada a seção nominal do condutor neutro deve ser igual ao dos condutor es das fases 5 Cada eletroduto deverá possuir um circuito completo fases e 1 neutro 6 As categorias 19 22 25 46 47 e 48 são para atendimento a unidades consumidoras na área rural 7 Na área rural poderá haver o atendimento monofásico 70 A 127 V com dimensionamento igual ao da categoria 14 ver tabela 4 8 Medidores M Medidor Monofásico 2 fios 127 V M3 Medidor Monofásico 3 fios 240 V B Medidor Bifásico 3 fios 127220 V T Medidor Trifásico 4 fios 127220 V 9 Poderão ser aceitas as seguintes situações Categoria 14 Disjuntor Monopolar de 70 A Categoria 38 Disjuntor Tripolar de 70 A 10 Na categoria 43 mantendo o mesmo dimensionamento o disjuntor de 150 A poderá ser substituído por disjuntor de 160 A 11 Nas categorias 45 e 48 200 A quando o ramal de entrada for subterrâneo maneira D de instalar será permitido somente o uso de condutores com isolação do tipo EPR ou XLPE 90 ºC 12 Nas categorias 19 22 e 25 que são para atendimento a unidades consumidoras na área rural a caixa de medição a ser instalada deverá ser do tipo CN ou CNP Tabela de equivalência do diâmetro nominal de Eletroduto de PVC Rígido mm 19 20 25 32 40 50 60 75 85 110 Pol 12 34 1 1 ¼ 1 ½ 2 2 ½ 3 4 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 37 93 Tabela 3 Ref Item 552 Definição da categoria de atendimento e do disjuntor geral dos agrupamentos de unidades consumidoras sem aprovação de projeto Soma das correntes dos disjuntores por fase Corrente a considerar Dimensionamento conforme a categoria Até 126 A 100 A 41 De 127 A até 150 A 125 A 42 De 151 A até 176 A 150 A 43 De 177 A até 200 A 175 A 44 De 201 A até 300 A 200 A 45 Notas 1 Agrupamentos de medição com dimensionamento pelo somatório de correntes até 300 A deverão obedecer esta tabela conforme inciso ii do item 552 Nestes casos para estes agrupamentos não é necessária a apresentação do projeto elétrico da entrada de serviço para análise e aprovação na Copel Obs A corrente nominal mínima a ser considerada para realizar o somatório das correntes nominais dos disjuntores das unidades individuais em qualquer uma das fases deverá ser de 50 A 2 Para os agrupamentos com somatório de correntes superior a 300 A como também para àqueles onde a somatória das correntes não for superior a 300 A mas que o projetista queira fazer uso de outros fatores de demanda para a especificação da proteção geral do agrupamento diferente do proposto nesta Tabela 3 também serão aceitos sem a necessidade de apresentação de projeto elétrico na Copel conforme inciso iii do item 552 Nestes casos o disjuntor geral destes agrupamentos sempre deverá ter limitação máxima de 200 A categoria 45 3 Para as demais situações de agrupamento que não se enquadrem em algum dos critérios acima como agrupamentos em que a potência demandada total for superior a 75 kVA será necessária a apresentação do projeto elétrico para análise e aprovação na Copel Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 38 94 Tabela 4 Ref Item 562a Possibilidades de atendimento com transformadores monofásicos 3 fios CATEGORIA TRANSFORMADOR MONOFÁSICO 3 FIOS ALTERNATIVAS DE ATENDIMENTO DISJUNTOR INDIVIDUAL MEDIÇÃO INDIVIDUAL 19 10 kVA Até 2 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 50 A Medidor monofásico convencional 127V OU 1 UC 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 50 A Medidor monofásico 3 fios 22 15 kVA Até 2 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 70 A Nota 1 Medidor monofásico convencional 127 V OU 1 UC 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 70 A Medidor monofásico 3 fios 25 25 kVA Até 4 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 50 A Medidor monofásico convencional 127V OU Até 2 UCs 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 50 A Medidor monofásico 3 fios OU 1 Uc 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 100 A Medidor monofásico 3 fios 48 50 kVA Até 8 UCs 127 V monofásico 2 fios Monopolar 50 A Medidor monofásico convencional 127V OU Até 4 UCs 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 50 A Medidor monofásico 3 fios OU Até 2 UCs 254127 V monofásico 3 fios Bipolar 100 A Medidor monofásico 3 fios Notas 1 Dimensionamento equivalente ao da categoria 14 ver Tabela 2 2 Para agrupamentos que exigirem maior número de unidades consumidoras daquele fixado pela tabela 4 a COPEL deverá ser consultada Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 39 10 FIGURAS 101 Figura 1 Ref Item 4201a e OBRA CIVIL PRÓXIMO À REDE DE DISTRIBUIÇÃO A ÁREA NÃO PERMITIDA PARA TRABALHO B ÁREA EM QUE A COPEL DEVE SER CONSULTADA C ÁREA QUE NECESSITA DE ISOLAMENTO D ÁREA LIVRE PARA O TRABALHO 102 Figura 2 Ref Item 4201c PLACAS DE SINALIZAÇÃO SUGESTÃO Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 40 103 Figura 3 Ref Item 4201f AFASTAMENTOS MÍNIMO DA REDE DE DISTRIBUIÇÃO ÀS EDIFICAÇÕES a b c f d e g Placa anúncio ou A B C D C D C D A B A B A B A B Afastamentos horizontal e vertical entre os condutores e muro Afastamento vertical entre os condutores e piso da sacada terraço ou janela das edificações Afastamento horizontal entre os condutores e parede de edificações Afastamento horizontal entre os condutores e piso da sacada terraço e janela das edificações Afastamentos horizontal e vertical entre os condutores e placas de publicidade Afastamentos horizontal e vertical entre os condutores e cimalha e telhado de edificações AFASTAMENTOS MÍNIMOS mm Figura PRIMÁRIO SÓ SECUNDÁRIO 15 kV 362 kV A C A C B D a 1 000 3 000 1 200 3 200 500 2 500 b 1 000 1 200 500 c 3 000 3 200 2 500 d 1 500 1 700 1 200 e 1 000 1 200 1 000 f 1 000 1 200 1 000 g 1 500 1 700 1 200 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 41 Observações 1 Estes afastamentos são os mínimos permitidos por Norma ABNT Proj nº 03513 01004 para cabos nus e se aplicam a partes energizadas condutores jampes chaves fusíveis etc em relação a edificações quando as redes são apoiadas em postes 2 Se os afastamentos verticais das figuras b e c não podem ser mantidos exigem se os afastamentos horizontais da figura d 3 Se o afastamento vertical entre os condutores e as sacadas terraços ou janelas for igual ou maior do que as dimensões das figuras b e c não se exige o afastamento horizontal da borda da sacada terraço ou janela da figura d porém os afastamentos da figura e devem ser mantidos 4 Para se obter o valor da cota B se necessário deve ser usado afastador de armação secundária NTC 811592 para as figuras d e e sendo que o afastamento da figura e deve ser mantido 5 Na estrutura normal a fim de se atender os afastamentos horizontais indicados nesta NTC admitese o deslocamento do isolador transformandoa em estrutura meiobeco 6 Para atender o afastamento com cota B das figuras pode ser usado o afastador de armação secundária NTC 811592 7 Se não for possível manter os afastamentos mínimos prescritos nesta NTC devem ser adotadas soluções específicas para evitar o contato acidental nos condutores das redes primária eou secundária por pessoas em janelas sacadas telhados e cimalhas utilizando sempre que possível os materiais padronizados nas NTCs 8 Para afastamentos em caso de obras civis próximas da rede ver Figuras 1 e 2 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 42 104 Figura 4 Ref Item 5 IDENTIFICAÇÃO DOS COMPONENTES PARA ATENDIMENTO ÀS UNIDADES Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 43 105 Figura 5 Ref Item 511h 531d 532b g i Medição em Muro Frontal Medição em Parede Frontal Medição em Grade Frontal Agrupamento de Medições em Muro Frontal Notas 1 A distância entre o poste e a grademuro frontal deve ser tal que permita o acesso e a abertura da caixa eou centro de medição modulado do lado de fora da unidade consumidora A face frontal da caixa eou centro de medição deverá ficar no alinhamento predial 2 Estas montagens com caixas CN são orientativas Para instalações de Centros de Medição Modulado estas opções para o posicionamento da medição também deverão ser consideradas Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 44 106 Figura 6 Ref Item 511h 531d 532b g i MEDIÇÃO EM COMPARTIMENTO a Poste no alinhamento frontal e Medição lateral b Poste no alinhamento frontal Medição lateral e Portão de garagem recuado Notas 1 Quando houver espaço na extensão frontal da propriedade e para melhor posicionamento das medições em agrupamentos com mais de três unidades consumidoras são sugeridos como melhor opção os modelos desta figura 2 Para agrupamentos com até três medições como melhores opções podem ser aplicados os padrões construtivos dos itens 1125 e 1135 em muro frontal 3 Em nenhuma hipótese o ramal de ligação poderá passar sobre terreno de terceiro 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 45 107 Figura 7 Ref Itens 512b 531a TIPOS DE CAIXAS DE MEDIÇÃO METÁLICAS Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 46 108 Figura 8 Ref Item 515f 5171f INFRAESTRUTURA NO POSTE DE DERIVAÇÃO PARA ATENDIMENTO ATRAVÉS DE RAMAL SUBTERRÂNEO Notas 1 Fita de aço inoxidável 1905mm 34 com fecho para aplicação com ferramenta de aperto e corte tipo FUSIMEC ou similar 2 Se não houver espaço para instalação da caixa de passagem conforme o desenho poderá ser instalada em outra posição respeitando as distâncias mínimas e máximas 3 Paredes em alvenaria com tijolos de uma vez 6 furos ou bloco de concreto 14x19x39cm preenchidos com concreto assentados com argamassa de cimento ou em concreto armado 4 Fundo da caixa poderá ser em brita ou em concreto simples com espessura de 10 cm com inclinação no sentido do furo de drenagem 5 Revestimento interno em emboço com acabamento áspero à desempenadeira 6 Os dispositivos para lacres poderão ser com os chumbadores ou no próprio caixilho de ferro fundido ou fixados em um aro de alumínio 7 Em alternativa a não utilização de tampa e subtampa com lacre pode ser utilizada a tampa com trava conforme NTC 810083 8 Os desenhos das ferragens subtampa e chumbador estão na figura 9 e 10 desta norma 9 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 47 109 Figura 9 Ref Item 5171 5114p r DESENHO A CAIXA DE PASSAGEM PARA CIRCUITOS DE ENERGIA NÃO MEDIDA Notas 1 Paredes de tijolos maciços tipo 2 primeira categoria assentados com argamassa de cimento e areia traço 16 ou em concreto armado 2 Poderá ser reduzida a espessura das paredes quando a caixa for fabricada em concreto conservando as dimensões internas 3 Revestimento interno chapisco ou reboco com argamassa de cimento e areia traço 14 espessura de 10 mm acabamento áspero a desempenadeira 4 Tampa de Ferro Fundido devendo suportar carga mínima de 12500 daN 5 Os dispositivos para lacres poderão ser com os chumbadores ou no próprio caixilho de ferro fundido ou fixados em um aro de alumínio Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 48 DESENHO B DETALHES DAS FERRAGENS DA CAIXA DE PASSAGEM NO SOLO Notas 1 Os dispositivos para lacres poderão ser com os chumbadores ou no próprio caixilho de ferro fundido ou fixados em um aro de alumínio 2 Medidas em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 49 1010 Figura 10 Ref Item 5171a CAIXA DE PASSAGEM PARA CIRCUITOS DE ENERGIA MEDIDA Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 50 1011 Figura 11 Ref Item 518a ALTERNATIVAS DE ELETRODOS DE ATERRAMENTO Notas 1 Como alternativa a utilização aos conectores GAR ou Tipo Parafuso poderá ser utilizada conexão com solda exotérmica ou conector cunha 2 A utilização de caixa para a haste de aterramento não é obrigatória 3 Não será permitida a utilização de conector tipo Terminal de Bateria conforme prescreve a NTC 927105 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 51 1012 Figura 12 Ref Item 519a ALTERNATIVAS DE ATERRAMENTO DO NEUTRO NA CAIXA DE MEDIÇÃO MEDIÇÃO INDIVIDUAL Condutor neutro 10 mm2 Condutor neutro maior do que 10 mm2 Notas 1 Condutor de aterramento conforme Tabela 2 2 A conexão do condutor neutro com o aterramento poderá ser feita com conector tipo parafuso Para cabos seção maior que 10 mm2 utilizar dois conectores 3 Condutor 10 mm2 4 Para cabos de aterramento seção maior que 10 mm2 utilizar conector tipo cabochapa Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 52 1013 Figura 13 Ref Item 519a ALTERNATIVAS DE ATERRAMENTO DO NEUTRO NA CAIXA DE MEDIÇÃO MEDIÇÕES AGRUPADAS CASO I Condutor neutro 10 mm2 CASO II Condutor neutro maior do que 10 mm² Notas 1 Condutor de aterramento conforme Tabela 2 2 A conexão do condutor neutro com o aterramento poderá ser feita com conector tipo parafuso Para cabos seção maior que 10 mm2 utilizar dois conectores 3 Condutor 10 mm2 4 Para cabos de aterramento seção maior que 10 mm2 utilizar conector tipo cabochapa Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 53 1014 Figura 14 Ref Item 519e DETALHE DO ATERRAMENTO DO ELETRODUTO METÁLICO POSICIONAMENTO DA CAIXA DE PASSAGEM NA BASE DO POSTE DETALHE Notas 1 Quando necessária a complementação do trecho entre a curva de aço galvanizado e a caixa de passagem poderá ser efetuada com eletroduto de PVC rígido ou duto corrugado com luva adaptadora 2 Este aterramento do eletroduto metálico também poderá ser realizado conforme a NTC 858565 página 3 3 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 54 1015 Figura 15 Ref Item 5111j ALTURA MÍNIMA DO RAMAL DE LIGAÇÃO Altura H m Travessia de 5 5 ruas becos garagens de caminhões 45 entrada de estacionamento de automóveis e residências 35 locais acessíveis somente a pedestres Nota Os valores da tabela são mínimos e referemse à condição do ramal de ligação com flecha máxima a 55 ºC sem vento Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 55 1016 Figura 16 Ref Item 5111l CONEXÕES NO PINGADOURO Notas 1 Até a categoria 41 100 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser feita sem a aplicação de terminais se for condutor flexível deverá ter terminal de compressão maciço e a conexão com conector cunha 2 A partir da categoria 42 125 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser efetuada com conector perfurante se for condutor flexível usar terminal de compressão maciço e a conexão com conector cunha 3 Correspondência das cores dos condutores do ramal de ligação com o ramal de entrada Preto Amarelo Cinza Branco Vermelho Vermelho Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 56 1017 Figura 17 Ref Item 5112h ALTERNATIVA PARA CONEXÃO DO ELETRODUTO COM A CAIXA DE MEDIÇÃO Notas 1 Flange utilizada para vedação da conexão de eletrodutos em caixa de medição 2 Como complemento de vedação poderá ser utilizada pasta de silicone ou fita siliconada sob as flanges 3 Quando não houver possibilidade de aquisição de flanges de PVC poderá ser aplicada a tradicional bucha e contrabucha de antimônio com pasta de silicone ou fita siliconada ou massa de calafetar Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 57 1018 Figura 18 Ref Item 5114i s 51141c e f BANCO DE DUTO Notas 1 Dentro do eletroduto devese deixar uma guia de arame de aço seção 14 BWG 2 A resistência de compressão do concreto utilizado na confecção das placas de proteção do banco de duto não deve ser inferior a 150 kgf cm2 em 28 dias 3 A profundidade do duto poderá ser adequada à altura das caixas de passagens utilizadas 4 Dimensões em milímetros CARACTERÍSTICAS DE FERRAGEM Item Quantidade Comprimento Diâmetro θ 1 6 250mm 476 mm 316 2 3 550mm 476 mm 316 Comprimento Total Peso Total 3150 mm 0441 kg Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 58 1019 Figura 19 Ref Item 52 ANCORAGEM NA FACHADA POSIÇÃO DO SUPORTE PARA AMARRAÇÃO DA ESCADA Notas 1 A armação secundária deverá ser instalada a uma altura mínima de 570 m do solo 2 O duto do ramal embutido deverá ficar 500 mm abaixo da armação secundária 3 O suporte de amarração da escada deve ser instalado aproximadamente a 300 mm do duto do ramal embutido 4 O suporte para amarração da escada poderá ser um parafuso em formato de L ou outro suporte em L com seção circular mínima de ½ meia polegada devidamente dimensionado pelo responsável técnico chumbado em coluna de concreto ou do tipo passante quando instalado em parede de alvenaria de acordo com a Figura 20 5 O suporte para a amarração da escada poderá ser instalado à direita ou à esquerda do duto do ramal embutido 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 59 1020 Figura 20 Ref Item 52 ANCORAGEM NA FACHADA SUGESTÃO DE SUPORTES PARA AMARRAÇÃO DA ESCADA Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 60 1021 Figura 21 Ref Item 531e ESQUEMAS DE LIGAÇÃO Notas 1 Condutor de aterramento conforme tabela 2 2 Conector tipo parafuso 3 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção igual a 10 mm2 o aterramento do condutor neutro e da caixa poderá ser através deste mesmo condutor 4 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção superior a 10 mm2 a sua conexão ao condutor neutro deverá ser através de conector parafuso e a sua ligação à caixa com condutor de cobre seção 10 mm2 5 Poderá ser aceito disjuntor de 70 A no lugar do disjuntor de 63 A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 61 1022 Figura 22 Ref Item 531e ESQUEMAS DE LIGAÇÃO Notas 1 Condutor de aterramento conforme tabela 2 2 Conector tipo parafuso 3 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção igual a 10 mm2 o aterramento do condutor neutro e da caixa poderá ser através deste mesmo condutor 4 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção superior a 10 mm2 a sua conexão ao condutor neutro deverá ser através de conector parafuso e a sua ligação à caixa com condutor de cobre seção 10 mm2 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 62 1023 Figura 23 Ref Item 531e ESQUEMAS DE LIGAÇÃO Notas 1 Condutor de aterramento conforme Tabela 2 2 Conector tipo parafuso 3 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção igual a 10 mm2 o aterramento do condutor neutro e da caixa poderá ser através deste mesmo condutor 4 Quando o condutor de aterramento for de cobre seção superior a 10 mm2 a sua conexão ao condutor neutro deverá ser através de conector parafuso e a sua ligação à caixa com condutor de cobre seção 10 mm2 5 Poderá ser aceito disjuntor de 70 A no lugar do disjuntor de 80 A Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 63 1024 Figura 24 Ref Item 54a DISPOSIÇÃO DAS ENTRADAS DE SERVIÇO Edificação situada a 5 m ou mais do alinhamento frontal Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 64 A Medição no poste ou mureta frontal Poste da entrada de serviço instalado de forma que a tampa da caixa de medição fique no alinhamento predial a fim de permitir o acesso e a abertura da caixa de medição do lado de fora da unidade consumidora Caixa de medição com visor voltado para a via pública e garantia de leitura do medidor sem necessidade de adentrar na propriedade Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Observações Não será permitido que o ramal de ligação cruze terrenos de terceiros Ver ilustrações da Figura 5 B Medição em compartimento Compartimento aberto quando a medição for em mureta ou muro lateral Poste da entrada de serviço instalado no máximo a 1 m do alinhamento frontal Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Observações Não será permitido que o ramal de ligação cruze terrenos de terceiros Ver ilustrações dos desenhos da Figura 6 C Medição em muro frontal Poste da entrada de serviço instalado exatamente no alinhamento frontal ou encostado no muro pelo lado de dentro da propriedade Caixa de medição instalada no muro com o visor do medidor voltado para a via pública a fim de permitir o acesso e a abertura da caixa de medição do lado de fora da unidade consumidora Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Observações Não será permitido que o ramal de ligação cruze terrenos de terceiros Ver ilustrações das Figuras 5 e 6 Nota Em qualquer caso o poste da entrada de serviço poderá ser instalado em qualquer posição ao longo do alinhamento frontal do terreno da propriedade desde que siga as instruções contidas nesta norma e resguarde a segurança de terceiros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 65 D Quando não houver imóveis de fundos com frente para outra rua Uma entrada de serviço com agrupamento das unidades consumidoras Caixas de medição agrupadas e instaladas conforme as opções das Figuras 5 ou 6 Atendimento através de ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo E Quando houver imóveis de fundos com frente para outra rua Uma entrada de serviço atendida pela rede de cada via pública com agrupamento das unidades consumidoras Caixas de medição agrupadas e instaladas conforme as opções das Figuras 5 ou 6 Atendimento através de ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 66 1025 Figura 25 Ref Item 54a Edificação situada no alinhamento frontal F Possui espaço lateral para a instalação do poste da entrada de serviço Poste de entrada de serviço instalado no alinhamento frontal Caixas de medição instaladas conforme as opções A B ou C da Figura 24 Ramal de ligação aéreo Ramal alimentador subterrâneo ou aéreo G Não há espaço lateral para a instalação do poste da entrada de serviço e o imóvel não possui altura suficiente para a ancoragem do ramal de ligação aéreo na fachada o atendimento poderá ser através de ramal de entrada subterrâneo sob consulta e prévia liberação da COPEL Observação Neste caso caberá ao solicitante o fornecimento dos materiais e mãodeobra para a construção da infraestrutura civil para a passagem do ramal de entrada subterrâneo conforme as orientações do item 51141 H Não possui espaço lateral para a instalação do poste da entrada de serviço e o imóvel possui altura suficiente para a ancoragem do ramal de ligação aéreo na fachada Neste caso o solicitante deverá instalar um suporte afastado 30 cm à esquerda ou à direita da curva de PVC do ramal de entrada Esta curva ficará 50 cm abaixo da armação secundária conforme Figura 19 Observação O pretendente à ligação deverá apresentar Anotação de Responsabilidade Técnica ART referente à instalação emitida por responsável técnico habilitado no CREAPR Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 67 1026 Figura 26 Ref Item 551g CAIXAS METÁLICAS Notas 1 As caixas ou centros de medição poderão ser de material polimérico conforme orientações da NTC 920100 2 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 68 1027 Figura 27 Ref Item 552b CAIXA PARA DISJUNTOR GERAL EOU BARRAMENTO CB 100 CB 200 Notas 1 Caixa CB 100 Disjuntor geral até 100 A e Barramento de cobre 127 x 318 mm 12 x 18 capacidade para 100 A 2 Caixa CB 200 Disjuntor geral de acordo com a categoria determinada pela Tabela 3 e Barramento de cobre 254 x 318 mm 1 x 18 capacidade para 200 A 3 Desenho sem escala 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 69 1028 Figura 28 Ref Item 552c Atendimento até 126 A por fase Tabela 3 Disjuntor geral até 100 A Agrupamento até 6 unidades consumidoras Notas 1 Caixas metálicas tipo geminadas 2 x CN ou 3 x CN 2 Os arranjos poderão ser diferentes dos modelos acima e com caixas individuais quando for para garantir acesso à leitura dos medidores de acordo com a NTC 940020 3 A previsão de agrupamentos com caixas tipo CN é para garantir a possibilidade de futuro aumento de carga Se não houver essa possibilidade de aumento de carga poderão ser utilizadas caixas tipo AN 4 Agrupamentos com caixas de material polimérico poderão ser realizados de acordo com a NTC 940020 5 Detalhe da caixa CB na Figura 27 6 Para definição do disjuntor geral consultar o item 93 7 Os agrupamentos previstos neste item poderão ser construídos utilizando centros de medição modulados 8 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 70 1029 Figura 29 Ref Item 552c Atendimento acima 126 A por fase Barramento e Disjuntor Geral até 200 A Agrupamento até 6 unidades consumidoras Notas 1 Caixas metálicas tipo geminadas 2 x CN ou 3 x CN 2 Os arranjos poderão ser diferentes dos modelos acima e com caixas individuais quando for para garantir acesso à leitura dos medidores de acordo com a NTC 940020 3 Quando houver atendimento por ramal subterrâneo a caixa CGN será instalada de forma que o disjuntor geral terá os condutores entrando pela parte inferior e alimentando os barramentos pela parte superior 4 Agrupamentos com caixas de material polimérico poderão ser realizados de acordo com a NTC 940020 5 Detalhe da caixa CB na Figura 27 6 Para definição do disjuntor geral consultar o item 93 7 Os agrupamentos previstos neste item poderão ser construídos utilizando centros de medição modulados 8 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 71 1030 Figura 30 Ref Item 552c Exemplos de Agrupamentos com Barramento e Disjuntor Geral Barramento e Disjuntor Geral 100 A 3 Bifásicos 63 A Barramento e Disjuntor Geral 100 A 6 Monofásicos 63 A Barramento e Disjuntor Geral 200 A 6 Bifásicos 63 A Ramal de Entrada Subterrâneo Notas 1 O Barramento de neutro deve ser aquele que estiver mais próximo da tampa da caixa 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 72 1031 Figura 31 Ref Item 531j ALTERNATIVA PARA INSTALAÇÃO DA ARMAÇÃO SECUNDÁRIA À 90º DA CURVA DO ELETRODUTO DO RAMAL DE ENTRADA VISTA SUPERIOR sescala Nota A instalação da armação secundária a 90º da curva do eletroduto do ramal de entrada em postes duplo T de 200 daN e de 300 daN somente poderá ocorrer quando o ramal for ancorado na sua face lisa Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 73 1032 Figura 32 Ref Item 553c CONEXÕES NO PINGADOURO EM ATENDIMENTO COM POSTE DE DIVISA Notas 1 Até a categoria 41 100 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser feita sem a aplicação de terminais se for condutor flexível deverá ter terminal de compressão maciço e a conexão com conector cunha 2 A partir da categoria 42 125 A se o condutor do ramal de entrada for semirígido a conexão com o ramal de ligação poderá ser efetuada com conector perfurante se for condutor flexível usar terminal de compressão e a conexão com conector cunha Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 74 1033 Figura 33 Ref Item 56e ATERRAMENTO DE CERCAS Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 75 ATERRAMENTO DE CERCAS Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 76 11 PADRÕES CONSTRUTIVOS 111 Unidades consumidoras isoladas 1111 Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Atendimentos para as categorias de 125 150 175 e 200 A podem ser realizadas com a utilização da caixa GNE apresentada na Figura 7 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 77 1112 Medição muro frontal Saída aérea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 78 1113 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 79 1114 Poste de divisa Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 Os ramais de entrada embutidos do pingadouro às caixas dos medidores deverão ser individuais e independentes para cada propriedade 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 As hastes de aterramento poderão ser instaladas no interior das propriedades 5 Em alternativa a este padrão poderá ser utilizado o poste tipo PDF 3 ver tabela de aplicação do poste PDF na NTC 917100 Neste caso a caixa superior abrigará a medição da unidade à esquerda Se as unidades forem estilo sobrado sem área de uso comum a caixa superior abrigará a medição do pavimento superior 6 O poste PM5 pode ser utilizado como poste de divisa ver item 553e 7 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 80 1115 Ramal de Entrada Subterrâneo Medição em muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 A caixa de medição e o disjuntor até 100 A inclusive deverão ser homologados na Copel 2 O dimensionamento dos condutores do ramal de entrada subterrâneo deverá ser de acordo com a Tabela 2 Na tabela deste item 1115 os condutores possuem isolação PVC 70 ºC 3 Para o atendimento 200 A somente poderá ser utilizado condutores com a isolação do tipo EPRXLPE 90 ºC de seção 95 mm2 4 Em substituição à fita com fecho para a fixação do eletroduto no poste poderá ser utilizado arame galvanizado bitola 14 BWG com 6 voltas mínimas 5 Dimensões em milímetros 6 Recomendase que o diâmetro nominal do eletroduto do trecho enterrado seja de 75 mm para os casos em que houver previsão de aumento de carga ou no mínimo uma bitola superior ao especificado para a categoria de atendimento 7 Na ausência da braçadeira para suporte de cabos isolados NTC 811740 poderá ser aplicado outro dispositivo que desempenhe função semelhante Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 81 1116 Medição frontal em poste Saída subterrânea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaçamento mínimo de 1 metro para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 5 O pingadouro poderá ser realizado a 90º perpendicular da armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 6 Para a especificação da braçadeira a ser usada deverão ser consultadas as NTC 917020 e 917030 7 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 82 1117 Medição frontal em poste Saída aérea Notas 1 O poste a caixa e o disjuntor deverão ser homologados na Copel 2 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 m para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 5 Para a especificação da braçadeira a ser usada deverão ser consultadas as NTC 917020 e 917030 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 83 1118 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Notas 1 O poste e a caixa de medição deverão ser homologados na COPEL 2 Como alternativa à caixa GNE poderão ser utilizadas as caixas GN e EN 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O pingadouro poderá ser realizado a 90º perpendicular da armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 84 1119 Medição frontal em poste Saída aérea Notas 1 O poste e a caixa de medição deverão ser homologados na COPEL 2 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 metro para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 5 Para a especificação da braçadeira a ser usada deverão ser consultadas as NTC 917020 e 917030 6 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 85 11110 Medição parede frontal Saída embutida ANCORAGEM NA FACHADA Notas 1 Deverá ser apresentada na ocasião da vistoria a Anotação de Responsabilidade Técnica ART de acordo com o prescrito no item 52 desta norma 2 O suporte para amarração da escada deve ser instalado aproximadamente a 300 mm à esquerda ou a direita da curva de PVC conforme ilustra a Figura 19 O suporte poderá ser conforme a Figura 20 3 O ramal de ligação será ancorado na fachada livre de qualquer obstáculo Elementos como sacadas janelas letreiros e luminosos de propaganda deverão estar afastados no mínimo 120 m deste ramal de ligação e das conexões elétricas do pingadouro 4 Quando a rede da COPEL estiver no passeio do mesmo lado da rua em que está a edificação a altura mínima para a instalação da armação secundária poderá ser diminuída sob consulta prévia a COPEL respeitando as condições técnicas e de segurança 5 Dimensões em milímetros Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 86 112 Unidades consumidoras agrupadas Sem Proteção Geral 1121 Medição frontal em poste Saídas aéreas Atendimento a dois consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 Barra de aço galvanizado nas medidas conforme a tabela para a fixação das caixas de medição O poste deverá estar posicionado no centro das caixas e estas não poderão ser fixadas umas nas outras 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 metro para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 5 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 87 Medição frontal em poste Saídas aéreas Atendimento a dois consumidores monofásicos Nota 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento de 16 mm2 utilizar na caixa de medição de entrada conector cabochapa diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 88 1122 Medição frontal em poste Saídas aérea e subterrânea Atendimento a um consumidor bifásico e um monofásico Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na COPEL 2 Barra de aço galvanizado nas medidas conforme a tabela para a fixação das caixas de medição O poste deverá estar posicionado no centro das caixas e estas não poderão ser fixadas umas nas outras 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 m para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 5 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 6 O topo da caixa inferior deve ficar no mínimo a 800mm do piso 7 Dimensões em milímetros 8 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 89 Medição frontal em poste Saídas aérea e subterrânea Atendimento a um consumidor bifásico e um monofásico Nota 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento de 16 mm2 utilizar na caixa de medição de entrada conector cabochapa diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 90 1123 Medição frontal em poste Saídas aéreas e subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na COPEL 2 Barra de aço galvanizado nas medidas conforme a tabela para a fixação das caixas de medição O poste deverá estar posicionado no centro das caixas e estas não poderão ser fixadas umas nas outras 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 O poste da entrada de serviço deverá ser instalado de forma que possa ser garantido espaço mínimo de 1 m para trabalho em frente à medição conforme alternativas apresentadas nas Figuras 5 e 6 5 O visor do medidor deverá ficar voltado para a via pública 6 O topo da caixa inferior deve ficar no mínimo a 800mm do piso 7 Dimensões em milímetros 8 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 91 Medição frontal em poste Saídas aéreas e subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabo chapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento no fundo da caixa ver Figura 12 2 O aterramento das caixas pode ser feito através do neutro ou com condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à haste de aterramento 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 92 1124 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na COPEL 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Em alternativa a este arranjo poderão ser utilizadas 3 caixas ANANP em forma de coluna 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 93 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabo chapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 2 O aterramento das caixas pode ser feito através do neutro ou com condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à haste de aterramento 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 94 1125 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a três consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser realizado a 90º perpendicular da armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Em alternativa a este arranjo poderão ser utilizadas 3 caixas ANANP em forma de coluna 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 95 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores monofásicos Nota 1 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 96 113 Unidades Consumidoras agrupadas Com Proteção Geral 1131 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a três consumidores bifásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Se as caixas não forem geminadas os parafusos de aterramento das caixas devem ser ligados ao condutor neutro ou condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à barra de aterramento da caixa CB 6 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabochapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 7 A instalação das caixas conforme a alternativa poderá ser diretamente no poste através de perfis metálicos para a fixação 8 Dimensões em milímetros 9 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 97 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores bifásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 98 1132 Medição muro frontal Saída embutida ou subterrânea Atendimento a seis consumidores monofásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A previsão de agrupamentos com caixas tipo CN é para garantir a possibilidade de futuro aumento de carga Se não houver essa possibilidade de aumento de carga poderão ser utilizadas caixas tipo AN 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 99 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a seis consumidores monofásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 100 1133 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores trifásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Se as caixas não forem geminadas os parafusos de aterramento das caixas devem ser ligados ao condutor neutro ou condutor de aterramento interligando as caixas e o neutro à barra de aterramento da caixa CB 6 Como alternativa às conexões do condutor neutro e de aterramento utilizar conector cabochapa na caixa de medição fixado diretamente no parafuso de aterramento do fundo da caixa ver Figura 12 7 A instalação das caixas conforme a alternativa poderá ser diretamente no poste através de perfis metálicos para a fixação 8 Dimensões em milímetros 9 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 101 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores trifásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 102 1134 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a seis consumidores bifásicos Notas 1 O poste as caixas e os disjuntores até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Quando se tratar de entrada de serviço com ramal de entrada subterrâneo este poderá entrar pela parte inferior do disjuntor e alimentar o barramento pela parte superior 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 103 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento até seis consumidores bifásicos Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 104 1135 Medição muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três consumidores trifásicos Notas 1 O poste o CMM e os disjuntores até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 Em substituição ao módulo de proteção e barramento podem ser utilizadas as caixas CGN CB200 5 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 6 Dimensões em milímetros 7 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 105 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a três ou mais consumidores trifásicos Notas 1 Quando o aterramento for executado de acordo com a alternativa o condutor de interligação entre o barramento de neutro e a barra de aterramento e entre esta e a haste de aterramento deve ter a seção prescrita para a categoria de atendimento da Tabela 2 2 Barramento tipo curto para este atendimento conforme NTC 910100 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 106 1136 Medição muro frontal Saídas embutida ou subterrânea Atendimento a seis ou mais consumidores Notas 1 O poste o CMM e os disjuntores até 100 A deverão ser homologados na Copel 2 O pingadouro poderá ser executado a 90º da face com a armação secundária quando a situação exigir ver Figura 31 3 O engastamento deverá ser de 60 cm 10 do comprimento do poste 4 A haste de aterramento poderá ser instalada no interior da propriedade 5 Dimensões em milímetros 6 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 107 Medição em muro frontal Saídas embutidas ou subterrâneas Atendimento a seis ou mais consumidores Notas 1 Condutor de aterramento conforme categoria de atendimento da Tabela 2 2 Barramento tipo curto para este atendimento conforme NTC 91010001 3 Ver item 551 i Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 108 114 Unidades Consumidoras agrupadas Edificações Comerciais ou Mistas 1141 Localização da Proteção Geral e do Centro de Medição Notas 1 Esta disposição de entrada de serviço é permitida apenas para agrupamentos de unidades consumidoras comerciais ou mistas atendidas com um único centro de medição conforme item 532 letra g 2 A Proteção Geral e o Centro de Medição deverão ficar localizados em área de uso comum 3 O ramal de entrada tanto no trecho entre o ponto de entrega e a proteção geral bem como entre a proteção geral e o centro de medição deverá passar somente por áreas de uso comum 4 Nos casos em que o centro de medição ficar contíguo à proteção geral e o dimensionamento do módulo de barramento for do tipo curto ou médio esta proteção geral poderá ficar instalada internamente no módulo de barramento Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 109 12 ANEXOS 121 Anexo I Relação Geral de Materiais Item NTC QUANT UNID DENOMINAÇÃO 1 01 pç Poste de concreto armado cadastrado na COPEL 2 01 pç Caixa de Medição e Proteção em função da categoria de atendimento da entrada de serviço Nota 1 3 v cj Bucha e contrabucha para eletrodutos ou flange para vedação na conexão do eletroduto com a caixa de medição 4 v m Eletroduto do ramal de entrada embutidosubterrâneo de diâmetro em função da categoria de atendimento Nota 2 5 v m Eletroduto p aterramento PVC rígido diâm de acordo com Tabela 2 6 v pç Luva de emenda para eletroduto 7 01 pç Curva de 135 para eletroduto do ramal de entrada embutido cabeçote de alumínio ou de PVC rígido Nota 3 8 v pç Curva longa de 90 para eletroduto do ramal de entrada embutidosubterrâneo 9 811584 01 pç Armação secundária de espessura mín 5 mm zincada a quente Nota 4 10 812000 01 pç Arruela quadrada de aço galvanizado para fixação da armação secundária Nota 4 11 01 pç Parafuso de aço galvanizado de diâmetro 16 mm com cabeça quadrada e porca quadrada para fixação da armação secundária 12 v kg Arame de aço galvanizado bitola n 14 BWG Nota 5 13 811565 01 pç Isolador roldana 14 v m Condutor ou cabo fase e neutro de cobre isolado e com seção de acordo com a categoria de atendimento Nota 2 15 v m Condutor de aterramento de seção em função da categoria de atendimento Nota 2 16 917040 01 v Haste ou condutor de Aterramento conforme Figura 15 17 01 pç Conector tipo parafuso GAR ou cunha tipo cabohaste p aterramento conf Figura 15 18 01 pç Disjuntor termomagnético com corrente nominal em função da categoria de atendimento Nota 2 19 01 Cj Suporte para amarração de escada em fachada diâmetro mín meia polegada conforme Figura 24 20 917020 917030 01 pç Braçadeira para fixação de caixa de medição em poste 21 v v Massa ou gel para vedação Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 110 22 3 RL Fita isolante colorida para a identificação dos condutores fase 23 1 pç Caixa de passagem para ramal de entrada subterrâneo de acordo com a Figura 13 24 v pç Conector tipo parafuso e tipo cabochapa para aterramento do neutro da caixa de medição e do eletroduto metálico na base do poste 25 v pç Plaqueta de identificação para fixação na medição correspondente à unidade consumidora 26 v pç Eletroduto corrugado diâmetro 75 mm para ramal de entrada subterrâneo 27 1 pç Luva adaptadora duto metálico x duto corrugado para a conexão na base do poste para ramal subterrâneo 28 v pç Placa de concreto armado para proteção de ramal de entrada subterrâneo em banco de dutos conf Figura 22 29 814905 814907 v pç Seccionador préformado de cerca para atendimento na área rural arame liso ou arame farpado 30 812094 v pç Haste zincada 120 m para aterramento de cercas para atendimentos na área rural 31 811740 1 pç Braçadeira para fixação do ramal de entrada subterrâneo no poste 32 v pç Cabeçote de alumínio ou PVC para eletroduto aparente no poste Nota 3 33 2 pç Perfil em aço galvanizado para fixação de caixas de medição em poste de acordo com padrões construtivos do item 112 34 v pç Terminal de compressão para cabo flexível Notas 1 No item 2 poderão ser utilizadas caixas do tipo individual Figura 7 caixas geminadas ou centros de medição modulados Figura 26 cadastrados na COPEL 2 Quando a entrada de serviço for dimensionada acima de 100A deverá ser usado cabeçote de alumínio 3 Referência NTC 811584 No litoral poderão ser usados para os itens 9 e 10 os materiais da NTC 811589 armação de alumínio e 812003 arruela quadrada 4 No item 12 quando a entrada de serviço for dimensionada acima de 100 A ou havendo mais de um eletroduto no poste deverá ser utilizada fita de aço inoxidável de largura 6 mm com fecho Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 111 122 Anexo II Conexões com a Rede Secundária Isolada Conexões do Ramal de Ligação ou do Ramal de Entrada Subterrâneo com a RSI Legenda 1 Ramal de entrada Subterrâneo 2 Terminal de compressão maciço 3 Conector cunha 4 Cabo de extensão trecho de condutor para transição seção compatível 5 Conector perfurante 6 Conector perfurante do rabicho 7 Braçadeira 8 Ramal de ligação aéreo 9 Eletroduto de aço galvanizado 10 Fita de amarração Ligações do Ramal Subterrâneo de Cobre flexível com a RSI EXTENSÃO x REDE RAMAL FLEXÍVEL mm2 EXTENSÃO Quadruplex Alumínio CONECTOR CUNHA RAMAL x EXTENSÃO Conector Perfurante Conector Cunha REDE mm2 Categoria Corrente Nominal A Terminal Maciço Nota 3 Qtde Cabo mm2 Código Cabo mm2 Código Qtde Código Qtde Código Qtde 36 50 0172383 4 10 3012050 16 738180 8 4 812953 3 3 738180 8 1 37 63 0172391 4 16 3012050 16 738181 6 4 812953 3 3 738181 6 1 38 80 0172405 4 25 3012069 25 738182 4 4 812953 3 3 738182 4 1 41 100 0172413 4 35 3012077 35 738189 1 4 812952 5 3 738189 1 1 70 42 125 0172421 4 50 3012077 35 738189 1 4 812952 5 3 738189 1 1 43 150 0172430 4 70 8108730 50 738188 3 4 812952 5 3 738188 3 1 44 175 0172448 4 95 8108749 70 738199 9 4 812954 1 3 738199 9 1 45 200 0172456 4 120 8108749 70 738200 6 4 812954 1 3 738200 6 1 120 F 013082 6 3 812954 1 3 120 45 200 0172456 4 120 8108757 70 N 738200 6 1 738200 6 1 Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 112 Notas 1 A RSI possui neutro nu em liga de alumínio 70 mm2 para os cabos fase 70 mm2 e para os cabos fase 120 mm2 2 Características dos condutores Ramal Subterrâneo cabo de cobre flexível 0610 kV com proteção mecânica adicional Cabo de extensão cabo de alumínio 0610 kV EPR XLPE Ramal Multiplexado 3 O cabo flexível do ramal de entrada subterrâneo deverá possuir terminações compatíveis como o terminal de compressão maciço NTC 917015 ou similar TERMINAL FORNECIDO E INSTALADO PELO CONSUMIDOR 4 Para a conexão do cabo de extensão de alumínio 70 e 120 mm2 com o ramal de cobre 95 e 120 mm2 o conector CUNHA é de alumínio 7381999 7382006 e 0130826 Neste caso o terminal de compressão deve possuir as características camada de prata de 8 microns conforme a NTC 917015 ou ser bimetálico 5 Para recompor o isolamento dos cabos aplicar duas camadas de fita auto fusão com superposição de 50 da largura e em seguida aplicar outra camada de fita plástica isolante com superposição de 50 da largura Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 113 123 Anexo III Formulário de Solicitação de Medição Agrupada FSMA Normalização DIS NTC 901100 Emissão Agosto1976 Revisão 01072020 FORNECIMENTO EM TENSÃO SECUNDÁRIA DE DISTRIBUIÇÃO Página 114