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EFEITO DA DEFICIÊNCIA HÍDRICA NA PRODUÇÃO DE TRIGO!\n\nOSMAR RODRIGUES*, JÚLIO CÉSAR BARRENECHE LHAMBY, AGOSTINHO DIRCEU DIDONET,\nJOSÉ ABRAMO MARCHESE* E CLAUDIO SCIPIONI*\n\nRESUMO - O objetivo de presente trabalho foi avaliar os efeitos de diferentes níveis de deficiência hídrica em alguns parâmetros associados à produção de grãos de trigo, e definir os períodos e níveis críticos de sua ocorrência, à sua intensidade. O experimento foi instalado em estufa, em casa de vegetação, sob temperatura de 18ºC e umidade de 65%. Nos estados fenológicos da variedade Folha-bandeira, entre aplicado níveis de deficiência hídrica de -1,0; -2,0 e -3,0 MPa, por suspensão da irrigação. Assim que níveis de estresse no xileno eram acionados, esta causa não reduziu o rendimento, e em seguida, na antes em quarta folha, ou deficiência hídrica - 2,0 MPa relativa não reduziu a área foliar, mas acaba oferecendo de grãos. Deficiência hídrica imposta no estágio de folha-bandeira foi associada a redução da massa da espiga, da massa de semente, ou número de grãos por espiga, e a diminuição da produção no rendimento de grãos em trigo ocorreu somente quando o nível de deficiência hídrica foi superior a -2 MPa; a essa desse reduziu foi a diminuição no número de secas por espiga.\n\nTemas para indexação: Triticum aestivum, afilhamento, área foliar, estados fenológicos, componentes de rendimento de grãos.\n\n* A nota para a publicação em 30 de setembro de 1997.\n\n* Eng. Agr. M.S., Embrapa-Centro Nacional de Pesquisas de Trigo (CNPT), Caixa Postal 569, CEP 99001-970 Passo Fundo, RS.\nE-mail: embrapa@cnpt.embrapa.br\n* Eng. Agr. Dr., Embrapa-CNPT.\n* Eng. Agr., CEFFET-PR - Centro Federal de Educação Tecnológica de Paraná, Caixa Postal 571, CEP 85050-390 Pato Branco, PR. Bolsista da FAPERGS.\n* Aluno da Faculdade de Agronomia da Universidade de Passo Fundo (UPF), Bairro São José em Passo Fundo, RS. Bolsista da FAPERGS.\n\nPesq. agropec. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 O. RODRIGUES et al.\n\nnorte e costa do Paraná, nordeste de São Paulo e sul de Mato Grosso do Sul, a deficiência hídrica é mais frequente. Com isso, pode causar perdas totais em algumas\nculturas (Embrapa, 1981). Nessas regiões, bem como no Brasil Central, onde as precipitações são insuficientes para o desenvolvimento normal da cultura,\nalguns experimentos mostram respostas positivas da água à irrigação (Ferreira et al., 1973; Silva & Leite, 1975; Silva, 1978; Frizzera et al., 1985).\n\nO nível de deficiência hídrica pode reduzir o crescimento de diferentes espécies e dentro da espécie, dependendo da cultivar, umas vez que as características de crescimento e desenvolvimento podem ser diferentes. Por outro lado, a capacidade de recuperação da planta depende do nível de deficiência hídrica nos estádios de crescimento impostos (Boyler, 1971).\n\nA maioria das culturas possui um estádio de deficiência no qual a deficiência hídrica causa maior redução na produção. Em trigo, Slatyer (1969) descreveu três episódios: induzindo-flor até o desenvolvimento de grãos. Por outro lado, Bida & Itala (1979) observaram que deficiência hídrica ocorre ao longo da semente.\nComo resultado de Fischer (1973), as reduções no rendimento de grãos ocorreram quando se verificou a deficiência hídrica no período de desenvolvimento da planta compreendendo entre 15 e 5 dias antes do espigamento, respectivamente. O\núltimo momento em que uma deficiência hídrica ocorre no rendimento ainda uma deficiência hídrica afeta o padrão de afilhamento da planta em trigo, reduzindo o número de afilhos quando ela ocorre antes da antes (Lawlor et al., 1981) e causando o morto dos afilhos quando ocorre após a antes (Musick & Dusek, 1980). No entanto, após a reidratação das plantas tem-se observado um aumento no número de afilhos e também no período de afilhamento (Stark & Longley, 1986).\n\nEm trigo, a área foliar também é reduzida pela falta de água, podendo ter reflexos negativos ou positivos no rendimento de grãos, uma vez que a área foliar influencia a eficiência no uso de água pela planta. Richards (1983) observou que em algumas [] uma limitação do apêndice da água pode reduzir o excesso de área foliar, resultando em melhor na\neficiência do uso da água, e, consequentemente, melhorar o potencial de produção da planta. Nesse aspecto, a redução de área foliar pode ser considerada como maior durabilidade de área foliar ou pela melhor percentual de luz, o que poderia resultar em maior número de afilhos férteis. Vários outros processos fisiológicos em trigo têm estado associados à influência da deficiência hídrica (Frank et al., 1973; Terce, et al., 1982; por fim, informações desses últimos são escassos e estes relatos não são locais das cultivares deficientes, assim, fica limitada a explicação mais adequada dos recursos do ambiente pelo material genético disponível.\n\nO objetivo do presente experimento foi verificar os efeitos de diferentes níveis de deficiência hídrica no crescimento de trigo e nos seus processos fisiológicos associados, e determinar os períodos e níveis críticos de sua ocorrência.\n\nMATERIAL E MÉTODOS\n\nAs plantas de cultivar BR 35 foram cultivadas em casa de vegetação mantida a 18ºC ± 5ºC e umidade relativa em torno de 60%, em Embrapa-CNP, Passo Fundo, RS. A semeadura foi realizada na véspera do processamento, e em relação a este se utilizou: 14.170 m² em solo, uma amostra de certificação fo\nmoleque; 5,3; m = 59,9; m: 0,9 ml; c: 1,79 m; Z: 0,6, M = 7,6%. No momento em que as plátinas atingiram 10% do desenvolvimento, o pequeno estudo que se obteve com uma das artifícios e reflexão foi\ndemonstrado, e que se baseou na abordagem da eficiência hídrica (Zadoks et al., 1974), releva-se o estado\nmais favorável\n EFITO DA DEFICIÊNCIA HÍDRICA NA PRODUÇÃO DE TRIGO\n\nPara a irrigação das plantas, desenvolveu-se um método que consiste em um cilindro de \"nylon\" com aproximadamente 2,5 cm de diâmetro, cuja interior foi preenchido com uma mistura de areia e floco. (Fig. 1). Este,\njunto do dispositivo verticalmente no interior do vaso, mode que a quantidade inferior permanece constante, permitindo que esta direto com a água depositada diariamente na caixa, que foi suspenso vasso, para evitar o encharcamento no fundo do vaso. A ausência da distribuição da água no interior do vaso mantém o substrato em aproximação de capacidade de campo, em que as plantas sempre apresentam um potencial hídrico similar mais que -0,5 MPa, constituindo-se no tratamento-controlado.\n\nEm cada estação fenológica, antes da aplicação dos níveis de deficiência hídrica, procedeu-se à avaliação do estado em relação ao tamanho da linha de folha verde, da massa de semente da linha de folhas secas e de pesos de perda, quanto aos tamanhos, contribuindo-se, assim, ao tratamento-controles. Após a reidratação dos solos, os tratamentos de deficiência hídrica, em cada estadia fenológica procedurem-se novamente as medidas espaçais em decorrência.\n\nA produção de grãos foi avaliada em dois vasos replicados, os correspondentes ao padrão, com outros quatro vasos em relação. Os resultados foram analisados usando um delineamento experimental de blocos causados um área foliar, com quatro repetições e 5% de probabilidade.\n\nRESULTADOS E DISCUSSÃO\n\nCom relação ao rendimento de grãos, observou-se deficiência hídrica, evidenciando os estádios de folha-bandeira (64 dias após a semeadura-DAS) e\nantes (82 DAS) como os mais sensíveis à desidratação (Tabela 2). Estes resultados estão de acordo com Fischer (1973), que utilizando medidas de potencial hídrico na planta de trigo, apontou o período compreendendo entre 15 dias antes do espigamento até cinco dias após o espigamento como crítico para a produção de grãos. Fischer (1973) observou, também, que houve redução no rendimento em nível de deficiência hídrica foliar\n-1,2 MPa. De uma maneira geral, independentemente dos estádios de desenvolvimento, não se observou eficiência da desidratação de até -2,0 MPa, proporcionando enrijecimento de grãos, comparativamente ao controle mantido sem a suspensão da irrigação (Tabela 2). Somente com\n TABELA 2. Efeito do nível de deficiência hídrica no rendimento de grãos em diferentes estádios de desenvolvimento de trigo, cv. BR 35.\n\nEstúdio fenológico hídrica (MPa) rendimento grãos (kg/ha)\n\nQuarta folha Controle 3053\n -1,0 a 0,3 2888\n -2,0 a 0,3 2979\n -3,0 a 0,3 1292\n Média 2617\n\nFolha-bandeira Controle 3052\n -1,5 a 0,3 2877\n -2,0 a 0,3 2903\n -3,0 a 0,3 1738\n Média 2535\n\nAntes Controle 3052\n -1,5 a 0,3 3203\n -2,0 a 0,3 2364\n -3,0 a 0,3 1490\n Média 2181\n\nGrão leitoso Controle 3052\n -1,5 a 0,3 3775\n -2,0 a 0,3 2899\n -3,0 a 0,3 1945\n Média 2628\n\nOs valores seguidos pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Duncan a 5%.\n\n1 Tratamento em que não foram supressas as placas.\nTexto extraído de:\nPesq. agrope. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 TABELA 3. Efeito de diferentes níveis de deficiência hídrica no afilhamento, na limitação da área foliar verde e na massa seca de linha foliar, em diferentes estádios de desenvolvimento de trigo, cv. BR 351.\n\nEstúdio fenológico Controle Nível de deficiência hídrica (MPa)\n2,9A -1,0 a 0,3 -2,0 a 0,3 -3,0 a 0,3 Média\n\nQuarta folha 2,9A 2,8A 2,9A 2,9A 2,9b\nFolha-bandeira 3,3AB 3,0AB 3,1AB 3,3A 3,3b\nAntes 3,8A 3,4AB 2,6AB 2,6A 2,9b\nGrão leitoso 3,2A 2,8A 2,8A 3,4B 3,2b\nMédia 3,4A 2,8A 3,2A 3,1B\n\nQuarta folha 228,6AB 188,6a 125,3c 83,2D 156,4a\nFolha-bandeira 185,8AB 153,7B 135,6C 72,7D 128,2b\nAntes 176,6AB 113,6B 41,9C 5,4D 40,1c\nMédia 197,4A 153,6B 190,0C 40,4D\n\nQuarta folha 7,24AB 5,57b 4,03C 4,3BC 5,08c\nFolha-bandeira 6,11AB 5,09b 3,73B 4,9b 4,56b\nAntes 8,73A 6,32AB 6,33AB 6,6AB 6,77b\nGrão leitoso 6,39AB 4,71C 3,7D 4,13C 4,09c\nMédia 7,12A 6,37B 5,58C 5,29C\n\nOs valores seguidos pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Duncan a 5%.\n\n1 Tratamento em que não foram supressas as placas.\nTexto extraído de:\nPesq. agrope. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 TABELA 4. Efeito de diferentes níveis de deficiência hídrica, na massa seca de espigas, na massa de mil sementes e no número de grãos por espiga, em diferentes estádios de desenvolvimento de trigo.\n\nEstúdio fenológico Controle Nível de deficiência hídrica (MPa)\n1,0 a 0,3 -2,0 a 0,3 -3,0 a 0,3 Média\n\nQuarta folha 1,13cAB 1,28bA 0,93cAB 0,70bB 1,01e\nFolha-bandeira 2,44AB 1,65B 1,55bA 0,54c 1,5b\nAntes 3,78A 3,40AB 3,05bA 2,40B 2,9b\nMédia 2,45A 2,11B 1,85b 1,38c\n\nQuarta folha 51,37A 42,91a 44,9A 35,76a 45,85b\nFolha-bandeira 51,37BA 42,91b 44,68A 31,58A 41,48b\nAntes 42,50a 44,68A 44,60a 40,04A 46,48c\nMédia 51,37A 42,68B 43,79C 40,04D\n\nQuarta folha 17,76AA 10,19BB 12,65AB 10,94B 12,88b\nFolha-bandeira 13,54AB 15,1AB 13,42AB 15,56a 15,94b\nAntes 15,72A 15,72a 16,72AB 15,86b 15,94\nGrão leitoso 12,30AB 9,83AB 11,18AB 10,08B 11,36a\nMédia 14,79AB 13,65AB 11,79C\n\nOs valores seguidos pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Duncan a 5%.\n\n1 Tratamento em que não foram supressas as placas.\nTexto extraído de:\nPesq. agrope. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 EFEITO DA DEFICIÊNCIA HÍDRICA NA PRODUÇÃO DE TRIGO\n\nCONCLUSÕES\n\n1. Quanto ao rendimento de grãos, o estado mais severo da deficiência hídrica na de folha-bandeira, segundo o estado de anteses.\n\n2. No estado de grão leitoso novos níveis de deficiência hídrica impostas não afetam significativamente o rendimento de grãos, comparativamente ao controle.\n\n3. Independemente do estado de desenvolvimento, níveis de deficiência hídrica de <2.0 MPa afetam significativamente o rendimento de grãos.\n\n2. Nível de deficiência hídrica de <2.0 MPa reduziu a área foliar verde em 76%, quando aplicada ao antes, porém não reduziu significativamente o rendimento.\n\nREFERÊNCIAS\n\nBERDAHL, J.D.; RASMUSSOM, D.C.; MOSS, D.N. Effect of leaf area on photosynthetic rate, light interception, and grain yield in barley. Crop Science, v.12, p.177-180, 1972.\n\nBOYER, J.S. Response of photosynthesis in sunflower to water stress. Science, v. 218, p. 443-444, 1982.\n\nDAY, A.D.; INTALAP, S. Some effects of soil moisture stress on the growth of wheat (Triticum aestivum, L. em Thell.). Agronomy Journal, v.62, p.27-29, 1970.\n\nEMBRAPA. Departamento Técnico-Científico (Brasília, DF). Programa Nacional de Pesquisa de Trigo. Brasília: Embrapa-DDI, 1981. 100p.\n\nFERREIRA, P.A.; CARDOSO, A.A.; FERNANDES, B.; PARENTES, A.C. Efeito de diferentes níveis de tensão de umidade do solo sobre a produção de trigo. Revista Ceres, v.20, p.129-135, 1973.\n\nFISCHER, R.A. The effects of water stress at various stages of development on yield processes in wheat. In: SLAYTER, R.O. (Ed.). Plant responses to climate factors. Paris: UNESCO, 1973. p.233-241.\n\n\nPesq. agropec. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 O. RODRIGUES et al.\n\nFISCHER, R.A. A number of kernels in wheat crop and the influence of solar radiation and temperature. Journal of Agriculture Science, v.105, p.447-461, 1985.\n\nFRANK, A.B.; POWER, J.F.; WILUS, W.O. Effects of temperature and plant water stress on photosynthesis, diffusion resistance, and leaf water potential in spring wheat. Agronomy Journal, v.65, p.777-780, 1973.\n\nFRIZZONE, J.A.; OLITTA, A.L. Efeitos da supressão do trigo em diferentes faixas de resistência na produção de trigo. Exp.agron. Rural, v.1, p.-76, 1990.\n\nFRIZZONE, J.A.; ZANINI, J.R.; PEREIRA, G.T.; RETORE, P.R. Efeito da projeção da lâmina de irrigação na produção de trigo (Triticum aestivum, L). Ciência e Prática, v.9, p.198-207, 1985.\n\nGALLAGHER, J.N.; BISCOE, P.V.; HUNTER, B. Effects of drought on grain growth. Nature, v.264, p.351-354, 1976.\n\nHUFKAP, K.E.; PADIN, T.; KLEINPOK, G.E.; FORKEL, E.L. Effects of mild water stress on enzymes of nitrogen assimilation and of carbohydrate metabolism in barley. Crop Science, v.10, p.471-474, 1980.\n\nKIRBY, E.J.M.; JONES, H.G. The relations between the water status of soil and tillers in barley plants. Journal of Agricultural Science, v.38, p.381-389, 1977.\n\nLOWELL, D.W.; DAVY, W.; JOHNSON, A.E.; LEGGE, G.J.; PARKINSON, K.D. Growth of spring barley under drought conditions, energy use efficiency, and photosynthesis. Journal of Agricultural Science, v.96, p.167-186, 1981.\n\nMAC MANEY, M.; DIAZ, R.; SIMON, C.; GIOIA, A.; SLAFER, G.A.; ANDRADE, F.H. Respuesta a la reducción de la capacidad fotosintética durante el llenado de granos en trigo. I.° CONGRESO NACIONAL DE TRIGO, 1, 1986, Buenos Aires. Acta... Buenos Aires: INTA, 1986. Cap.3, p.178-190.\n\nMORGAN, J.M. Differences in osmoregulation between wheat genotypes. Nature, v.270, p.234-235, 1977.\n\n\nPesq. agropec. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998

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Deficiência hídrica imposta no estágio de folha-bandeira foi associada a redução da massa da espiga, da massa de semente, ou número de grãos por espiga, e a diminuição da produção no rendimento de grãos em trigo ocorreu somente quando o nível de deficiência hídrica foi superior a -2 MPa; a essa desse reduziu foi a diminuição no número de secas por espiga.\n\nTemas para indexação: Triticum aestivum, afilhamento, área foliar, estados fenológicos, componentes de rendimento de grãos.\n\n* A nota para a publicação em 30 de setembro de 1997.\n\n* Eng. Agr. M.S., Embrapa-Centro Nacional de Pesquisas de Trigo (CNPT), Caixa Postal 569, CEP 99001-970 Passo Fundo, RS.\nE-mail: embrapa@cnpt.embrapa.br\n* Eng. Agr. Dr., Embrapa-CNPT.\n* Eng. Agr., CEFFET-PR - Centro Federal de Educação Tecnológica de Paraná, Caixa Postal 571, CEP 85050-390 Pato Branco, PR. Bolsista da FAPERGS.\n* Aluno da Faculdade de Agronomia da Universidade de Passo Fundo (UPF), Bairro São José em Passo Fundo, RS. Bolsista da FAPERGS.\n\nPesq. agropec. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 O. RODRIGUES et al.\n\nnorte e costa do Paraná, nordeste de São Paulo e sul de Mato Grosso do Sul, a deficiência hídrica é mais frequente. Com isso, pode causar perdas totais em algumas\nculturas (Embrapa, 1981). Nessas regiões, bem como no Brasil Central, onde as precipitações são insuficientes para o desenvolvimento normal da cultura,\nalguns experimentos mostram respostas positivas da água à irrigação (Ferreira et al., 1973; Silva & Leite, 1975; Silva, 1978; Frizzera et al., 1985).\n\nO nível de deficiência hídrica pode reduzir o crescimento de diferentes espécies e dentro da espécie, dependendo da cultivar, umas vez que as características de crescimento e desenvolvimento podem ser diferentes. Por outro lado, a capacidade de recuperação da planta depende do nível de deficiência hídrica nos estádios de crescimento impostos (Boyler, 1971).\n\nA maioria das culturas possui um estádio de deficiência no qual a deficiência hídrica causa maior redução na produção. Em trigo, Slatyer (1969) descreveu três episódios: induzindo-flor até o desenvolvimento de grãos. Por outro lado, Bida & Itala (1979) observaram que deficiência hídrica ocorre ao longo da semente.\nComo resultado de Fischer (1973), as reduções no rendimento de grãos ocorreram quando se verificou a deficiência hídrica no período de desenvolvimento da planta compreendendo entre 15 e 5 dias antes do espigamento, respectivamente. 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Nesse aspecto, a redução de área foliar pode ser considerada como maior durabilidade de área foliar ou pela melhor percentual de luz, o que poderia resultar em maior número de afilhos férteis. Vários outros processos fisiológicos em trigo têm estado associados à influência da deficiência hídrica (Frank et al., 1973; Terce, et al., 1982; por fim, informações desses últimos são escassos e estes relatos não são locais das cultivares deficientes, assim, fica limitada a explicação mais adequada dos recursos do ambiente pelo material genético disponível.\n\nO objetivo do presente experimento foi verificar os efeitos de diferentes níveis de deficiência hídrica no crescimento de trigo e nos seus processos fisiológicos associados, e determinar os períodos e níveis críticos de sua ocorrência.\n\nMATERIAL E MÉTODOS\n\nAs plantas de cultivar BR 35 foram cultivadas em casa de vegetação mantida a 18ºC ± 5ºC e umidade relativa em torno de 60%, em Embrapa-CNP, Passo Fundo, RS. A semeadura foi realizada na véspera do processamento, e em relação a este se utilizou: 14.170 m² em solo, uma amostra de certificação fo\nmoleque; 5,3; m = 59,9; m: 0,9 ml; c: 1,79 m; Z: 0,6, M = 7,6%. No momento em que as plátinas atingiram 10% do desenvolvimento, o pequeno estudo que se obteve com uma das artifícios e reflexão foi\ndemonstrado, e que se baseou na abordagem da eficiência hídrica (Zadoks et al., 1974), releva-se o estado\nmais favorável\n EFITO DA DEFICIÊNCIA HÍDRICA NA PRODUÇÃO DE TRIGO\n\nPara a irrigação das plantas, desenvolveu-se um método que consiste em um cilindro de \"nylon\" com aproximadamente 2,5 cm de diâmetro, cuja interior foi preenchido com uma mistura de areia e floco. (Fig. 1). Este,\njunto do dispositivo verticalmente no interior do vaso, mode que a quantidade inferior permanece constante, permitindo que esta direto com a água depositada diariamente na caixa, que foi suspenso vasso, para evitar o encharcamento no fundo do vaso. A ausência da distribuição da água no interior do vaso mantém o substrato em aproximação de capacidade de campo, em que as plantas sempre apresentam um potencial hídrico similar mais que -0,5 MPa, constituindo-se no tratamento-controlado.\n\nEm cada estação fenológica, antes da aplicação dos níveis de deficiência hídrica, procedeu-se à avaliação do estado em relação ao tamanho da linha de folha verde, da massa de semente da linha de folhas secas e de pesos de perda, quanto aos tamanhos, contribuindo-se, assim, ao tratamento-controles. Após a reidratação dos solos, os tratamentos de deficiência hídrica, em cada estadia fenológica procedurem-se novamente as medidas espaçais em decorrência.\n\nA produção de grãos foi avaliada em dois vasos replicados, os correspondentes ao padrão, com outros quatro vasos em relação. Os resultados foram analisados usando um delineamento experimental de blocos causados um área foliar, com quatro repetições e 5% de probabilidade.\n\nRESULTADOS E DISCUSSÃO\n\nCom relação ao rendimento de grãos, observou-se deficiência hídrica, evidenciando os estádios de folha-bandeira (64 dias após a semeadura-DAS) e\nantes (82 DAS) como os mais sensíveis à desidratação (Tabela 2). Estes resultados estão de acordo com Fischer (1973), que utilizando medidas de potencial hídrico na planta de trigo, apontou o período compreendendo entre 15 dias antes do espigamento até cinco dias após o espigamento como crítico para a produção de grãos. Fischer (1973) observou, também, que houve redução no rendimento em nível de deficiência hídrica foliar\n-1,2 MPa. De uma maneira geral, independentemente dos estádios de desenvolvimento, não se observou eficiência da desidratação de até -2,0 MPa, proporcionando enrijecimento de grãos, comparativamente ao controle mantido sem a suspensão da irrigação (Tabela 2). Somente com\n TABELA 2. Efeito do nível de deficiência hídrica no rendimento de grãos em diferentes estádios de desenvolvimento de trigo, cv. BR 35.\n\nEstúdio fenológico hídrica (MPa) rendimento grãos (kg/ha)\n\nQuarta folha Controle 3053\n -1,0 a 0,3 2888\n -2,0 a 0,3 2979\n -3,0 a 0,3 1292\n Média 2617\n\nFolha-bandeira Controle 3052\n -1,5 a 0,3 2877\n -2,0 a 0,3 2903\n -3,0 a 0,3 1738\n Média 2535\n\nAntes Controle 3052\n -1,5 a 0,3 3203\n -2,0 a 0,3 2364\n -3,0 a 0,3 1490\n Média 2181\n\nGrão leitoso Controle 3052\n -1,5 a 0,3 3775\n -2,0 a 0,3 2899\n -3,0 a 0,3 1945\n Média 2628\n\nOs valores seguidos pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Duncan a 5%.\n\n1 Tratamento em que não foram supressas as placas.\nTexto extraído de:\nPesq. agrope. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 TABELA 3. Efeito de diferentes níveis de deficiência hídrica no afilhamento, na limitação da área foliar verde e na massa seca de linha foliar, em diferentes estádios de desenvolvimento de trigo, cv. BR 351.\n\nEstúdio fenológico Controle Nível de deficiência hídrica (MPa)\n2,9A -1,0 a 0,3 -2,0 a 0,3 -3,0 a 0,3 Média\n\nQuarta folha 2,9A 2,8A 2,9A 2,9A 2,9b\nFolha-bandeira 3,3AB 3,0AB 3,1AB 3,3A 3,3b\nAntes 3,8A 3,4AB 2,6AB 2,6A 2,9b\nGrão leitoso 3,2A 2,8A 2,8A 3,4B 3,2b\nMédia 3,4A 2,8A 3,2A 3,1B\n\nQuarta folha 228,6AB 188,6a 125,3c 83,2D 156,4a\nFolha-bandeira 185,8AB 153,7B 135,6C 72,7D 128,2b\nAntes 176,6AB 113,6B 41,9C 5,4D 40,1c\nMédia 197,4A 153,6B 190,0C 40,4D\n\nQuarta folha 7,24AB 5,57b 4,03C 4,3BC 5,08c\nFolha-bandeira 6,11AB 5,09b 3,73B 4,9b 4,56b\nAntes 8,73A 6,32AB 6,33AB 6,6AB 6,77b\nGrão leitoso 6,39AB 4,71C 3,7D 4,13C 4,09c\nMédia 7,12A 6,37B 5,58C 5,29C\n\nOs valores seguidos pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Duncan a 5%.\n\n1 Tratamento em que não foram supressas as placas.\nTexto extraído de:\nPesq. agrope. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 TABELA 4. Efeito de diferentes níveis de deficiência hídrica, na massa seca de espigas, na massa de mil sementes e no número de grãos por espiga, em diferentes estádios de desenvolvimento de trigo.\n\nEstúdio fenológico Controle Nível de deficiência hídrica (MPa)\n1,0 a 0,3 -2,0 a 0,3 -3,0 a 0,3 Média\n\nQuarta folha 1,13cAB 1,28bA 0,93cAB 0,70bB 1,01e\nFolha-bandeira 2,44AB 1,65B 1,55bA 0,54c 1,5b\nAntes 3,78A 3,40AB 3,05bA 2,40B 2,9b\nMédia 2,45A 2,11B 1,85b 1,38c\n\nQuarta folha 51,37A 42,91a 44,9A 35,76a 45,85b\nFolha-bandeira 51,37BA 42,91b 44,68A 31,58A 41,48b\nAntes 42,50a 44,68A 44,60a 40,04A 46,48c\nMédia 51,37A 42,68B 43,79C 40,04D\n\nQuarta folha 17,76AA 10,19BB 12,65AB 10,94B 12,88b\nFolha-bandeira 13,54AB 15,1AB 13,42AB 15,56a 15,94b\nAntes 15,72A 15,72a 16,72AB 15,86b 15,94\nGrão leitoso 12,30AB 9,83AB 11,18AB 10,08B 11,36a\nMédia 14,79AB 13,65AB 11,79C\n\nOs valores seguidos pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si, pelo teste de Duncan a 5%.\n\n1 Tratamento em que não foram supressas as placas.\nTexto extraído de:\nPesq. agrope. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 EFEITO DA DEFICIÊNCIA HÍDRICA NA PRODUÇÃO DE TRIGO\n\nCONCLUSÕES\n\n1. Quanto ao rendimento de grãos, o estado mais severo da deficiência hídrica na de folha-bandeira, segundo o estado de anteses.\n\n2. No estado de grão leitoso novos níveis de deficiência hídrica impostas não afetam significativamente o rendimento de grãos, comparativamente ao controle.\n\n3. Independemente do estado de desenvolvimento, níveis de deficiência hídrica de <2.0 MPa afetam significativamente o rendimento de grãos.\n\n2. Nível de deficiência hídrica de <2.0 MPa reduziu a área foliar verde em 76%, quando aplicada ao antes, porém não reduziu significativamente o rendimento.\n\nREFERÊNCIAS\n\nBERDAHL, J.D.; RASMUSSOM, D.C.; MOSS, D.N. Effect of leaf area on photosynthetic rate, light interception, and grain yield in barley. Crop Science, v.12, p.177-180, 1972.\n\nBOYER, J.S. Response of photosynthesis in sunflower to water stress. Science, v. 218, p. 443-444, 1982.\n\nDAY, A.D.; INTALAP, S. Some effects of soil moisture stress on the growth of wheat (Triticum aestivum, L. em Thell.). Agronomy Journal, v.62, p.27-29, 1970.\n\nEMBRAPA. Departamento Técnico-Científico (Brasília, DF). Programa Nacional de Pesquisa de Trigo. Brasília: Embrapa-DDI, 1981. 100p.\n\nFERREIRA, P.A.; CARDOSO, A.A.; FERNANDES, B.; PARENTES, A.C. Efeito de diferentes níveis de tensão de umidade do solo sobre a produção de trigo. Revista Ceres, v.20, p.129-135, 1973.\n\nFISCHER, R.A. The effects of water stress at various stages of development on yield processes in wheat. In: SLAYTER, R.O. (Ed.). Plant responses to climate factors. Paris: UNESCO, 1973. p.233-241.\n\n\nPesq. agropec. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998 O. RODRIGUES et al.\n\nFISCHER, R.A. A number of kernels in wheat crop and the influence of solar radiation and temperature. Journal of Agriculture Science, v.105, p.447-461, 1985.\n\nFRANK, A.B.; POWER, J.F.; WILUS, W.O. Effects of temperature and plant water stress on photosynthesis, diffusion resistance, and leaf water potential in spring wheat. Agronomy Journal, v.65, p.777-780, 1973.\n\nFRIZZONE, J.A.; OLITTA, A.L. Efeitos da supressão do trigo em diferentes faixas de resistência na produção de trigo. Exp.agron. Rural, v.1, p.-76, 1990.\n\nFRIZZONE, J.A.; ZANINI, J.R.; PEREIRA, G.T.; RETORE, P.R. Efeito da projeção da lâmina de irrigação na produção de trigo (Triticum aestivum, L). Ciência e Prática, v.9, p.198-207, 1985.\n\nGALLAGHER, J.N.; BISCOE, P.V.; HUNTER, B. Effects of drought on grain growth. Nature, v.264, p.351-354, 1976.\n\nHUFKAP, K.E.; PADIN, T.; KLEINPOK, G.E.; FORKEL, E.L. Effects of mild water stress on enzymes of nitrogen assimilation and of carbohydrate metabolism in barley. Crop Science, v.10, p.471-474, 1980.\n\nKIRBY, E.J.M.; JONES, H.G. The relations between the water status of soil and tillers in barley plants. Journal of Agricultural Science, v.38, p.381-389, 1977.\n\nLOWELL, D.W.; DAVY, W.; JOHNSON, A.E.; LEGGE, G.J.; PARKINSON, K.D. Growth of spring barley under drought conditions, energy use efficiency, and photosynthesis. Journal of Agricultural Science, v.96, p.167-186, 1981.\n\nMAC MANEY, M.; DIAZ, R.; SIMON, C.; GIOIA, A.; SLAFER, G.A.; ANDRADE, F.H. Respuesta a la reducción de la capacidad fotosintética durante el llenado de granos en trigo. I.° CONGRESO NACIONAL DE TRIGO, 1, 1986, Buenos Aires. Acta... Buenos Aires: INTA, 1986. Cap.3, p.178-190.\n\nMORGAN, J.M. Differences in osmoregulation between wheat genotypes. Nature, v.270, p.234-235, 1977.\n\n\nPesq. agropec. bras., Brasília, v.33, n.6, p.839-846, jun. 1998

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