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DESCRIÇÃO DOS ELEMENTOS DE UMA RESENHA CRÍTICA Nome Curso Data Disciplina Na resenha crítica os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa 1 Identifique a obra coloque os dados bibliográficos essenciais do livro ou artigo que você vai resenhar 2 Apresente a obra situe o leitor descrevendo em poucas linhas todo o conteúdo do texto a ser resenhado 3 Descreva a estrutura fale sobre a divisão em capítulos em seções sobre o foco narrativo ou até de forma sutil o número de páginas do texto completo 4 Descreva o conteúdo Aqui sim utilize de 3 a 5 parágrafos para resumir claramente o texto resenhado 5 Analise de forma crítica Nessa parte e apenas nessa parte você vai dar sua opinião Argumente baseandose em teorias de outros autores fazendo comparações ou até mesmo utilizandose de explicações que foram dadas em aula É difícil encontrarmos resenhas que utilizam mais de 3 parágrafos para isso porém não há um limite estabelecido Dê asas ao seu senso crítico 6 Recomende a obra Você já leu já resumiu e já deu sua opinião agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil se for útil para alguém Utilize elementos sociais ou pedagógicos baseiese na idade na escolaridade na renda etc 7 Identifique o autor Cuidado Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha no caso você Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador 8 Assine e identifiquese Agora sim No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como Acadêmico do Curso de Psicologia Faculdade MAUÁ GO O trabalho a ser feito em grupo será a partir do universo temático das parafilias relações conjugais e desencontros pulsão na fases de desenvolvimento e etc RESENHA CRÍTICA Nome Curso Data Disciplina Na resenha crítica os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa 1 Identifique a obra ABDO Carmita HN A evolução do conceito de parafilias Debates em Psiquiatria v 6 n 4 p 3641 2016 Disponível em httpsrdpemnuvenscombrrevistaarticleview126 2 Apresente a obra O texto aborda a publicação da 5ª edição do DSM5 e a finalização da revisão da 10ª edição da CID10 destacando a importância dessas classificações internacionais para a discussão da evolução do comportamento sexual A dinâmica de atualização das normas sociais sua construção e submissão ao contexto histórico político e cultural são ressaltadas inspiradas nas ponderações de Alain Giami pesquisador do Gender Sexual and Reproductive Health Team do CESP na França O artigo apresenta as classificações dos transtornos da sexualidade como representações de padrões contemporâneos e relações de gênero além de comentar a evolução do tratamento médico das perversões sexuais ao longo do século passado Destacase a transição de um modelo de patologização de todo comportamento sexual não reprodutivo para um modelo que prioriza o bemestar sexual e a responsabilidade nos relacionamentos enquanto patologiza a ausência de consentimento nas práticas sexuais 3 Descreva a estrutura O artigo em questão apresenta uma estrutura distribuída em 6 páginas Iniciase com um resumo que oferece uma visão geral do conteúdo a ser discutido Em seguida são apresentados o histórico das classificações o conceito de parafilia e de homossexualidade além dos critérios do DSM e da CID A transição para a seção Da Parafilia ao Transtorno Parafílico DSM5 e CID11 oferece uma análise aprofundada das divergências entre as classificações DSM5 e CID11 Por fim a conclusão e as referências encerram de forma consistente o conteúdo apresentado 4 Descreva o conteúdo O artigo aborda a evolução das classificações dos transtornos e problemas relacionados à sexualidade ao longo das edições da Classificação Internacional de Doenças CID e do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM Inicialmente os desvios sexuais eram categorizados como uma subcategoria de personalidades patológicas influenciados pelos trabalhos de KrafftEbing e Havelock Ellis Com o passar das edições houve mudanças significativas nas definições e classificações dos desvios sexuais culminando na introdução do termo parafilia e na diferenciação entre comportamentos sexuais atípicos e transtornos parafílicos A definição de parafilia foi evoluindo ao longo do tempo passando a englobar interesses sexuais incomuns que não se enquadram na norma ideológica oficial A noção de desvio sexual foi substituída pela ideia de parafilia refletindo as mudanças nas normas sociais e na valorização do bemestar e consentimento entre os parceiros As revisões das classificações refletem as dimensões sociais políticas e ideológicas da sexualidade bem como a influência dos movimentos sociais e políticos na legitimação de práticas sexuais não reprodutivas A CID10 e o DSM5 apresentam divergências significativas em relação à definição de transtornos parafílicos com o DSM5 adotando uma abordagem mais liberal em relação à patologização de comportamentos sexuais atípicos Por outro lado a CID11 propõe critérios mais rígidos para a classificação de comportamentos parafílicos inclusive aqueles que envolvem falta de consentimento por parte do parceiro A evolução das classificações reflete a mudança de paradigma em relação à compreensão da sexualidade e do bemestar sexual bem como as diferentes abordagens adotadas pela APA e pela OMS na definição de transtornos parafílicos 5 Analise de forma crítica Observase que evolução nas classificações dos transtornos sexuais ao longo do tempo refletindo mudanças nas normas sociais e nas concepções sobre sexualidade No entanto algumas questões críticas surgem ao examinar essas mudanças e suas implicações Autores como Foucault argumentam que as classificações psiquiátricas não apenas refletem mas também moldam as normas sociais exercendo poder sobre as vidas das pessoas Ao categorizar certos comportamentos como patológicos os manuais diagnósticos podem reforçar estigmas e marginalizar grupos sociais como no caso da homossexualidade que foi considerada uma doença mental até 1973 Foucault 1978 explora como a medicalização da sexualidade serve aos interesses de controle social e disciplina ao mesmo tempo em que promove uma suposta objetividade científica A definição de normalidade e patologia na sexualidade é problemática e culturalmente relativa Autores como Kinsey 1948 desafiaram as noções tradicionais de sexualidade ao destacar a diversidade e complexidade das práticas sexuais humanas O que pode ser considerado desvio em uma cultura pode ser perfeitamente aceitável em outra Isso levanta questões sobre a universalidade das classificações diagnósticas e a aplicabilidade de critérios normativos em contextos culturais diversos Podese também destacar a falta de consideração dos determinantes sociais e políticos na construção das classificações diagnósticas Autores como Rubin 1984 e Butler 1990 argumentam que as normas de gênero e sexualidade são socialmente construídas e podem refletir relações de poder e hierarquias sociais Ao patologizar certos comportamentos as classificações psiquiátricas podem reforçar essas hierarquias e perpetuar a marginalização de grupos minoritários A ênfase nos critérios individuais como o sofrimento pessoal no DSM5 pode obscurecer as dimensões sociais e contextuais dos transtornos sexuais Tanizaka 2020 argumenta que a saúde sexual deve ser compreendida em um contexto mais amplo de relações sociais culturais e políticas Isso levanta questões sobre a adequação das classificações diagnósticas em capturar a complexidade da experiência sexual humana Enquanto as classificações dos transtornos sexuais refletem avanços na compreensão da sexualidade também levantam questões importantes sobre poder cultura e identidade 6 Recomende a obra A obra que analisa a evolução das classificações dos transtornos sexuais ao longo do tempo é potencialmente útil para uma variedade de públicos dependendo de seus interesses e necessidades específicas Estudantes e acadêmicos de psicologia psiquiatria e ciências sociais podem se beneficiar da compreensão das teorias críticas sobre sexo gênero e poder bem como da crítica à medicalização da sexualidade Profissionais de saúde mental como psicólogos psiquiatras e terapeutas podem encontrar utilidade na compreensão das mudanças nas classificações diagnósticas dos transtornos sexuais e suas implicações para a prática clínica Educadores e formuladores de políticas públicas podem usar essa análise para informar programas de educação sexual mais inclusivos e políticas públicas mais sensíveis às necessidades e diversidade das pessoas Ativistas e defensores dos direitos sexuais podem encontrar argumentos e evidências que apoiam suas lutas por uma sexualidade mais inclusiva e livre de estigmas Em termos demográficos o texto pode ser relevante para pessoas com nível educacional mais alto incluindo estudantes universitários e profissionais de saúde mental educação e políticas públicas Os indivíduos interessados em questões de identidade gênero e sexualidade podem encontrar na obra uma análise significativa sobre esses temas 7 Identifique o autor Carmita Abdo é uma psiquiatra e sexóloga brasileira Doutora e livredocente em psiquiatria é fundadora e coordenadora geral do ProSex do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo 8 Assine e identifiquese Agora sim No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como Acadêmico do Curso de Psicologia REFERÊNCIAS ADICIONAIS BUTLER J Gender trouble Feminism and the subversion of identity New York Routledge 1990 FOUCAULT M The history of sexuality Volume I New York Vintage Books 1978 KINSEY A C POMEROY W B MARTIN C E Sexual behavior in the human male Philadelphia Saunders 1948 RUBIN G Thinking sex Notes for a radical theory of the politics of sexuality In VANCE Carole S Ed Pleasure and danger Exploring female sexuality London Pandora Press 1984 TANIZAKA Hugo Do Armário para a Cidadania Políticas Públicas e Qualidade de Vida na População LGBTQIA 2020 Disponível em httptedemetodistabrjspuihandletede2071
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obra Você já leu já resumiu e já deu sua opinião agora é hora de analisar para quem o texto realmente é útil se for útil para alguém Utilize elementos sociais ou pedagógicos baseiese na idade na escolaridade na renda etc 7 Identifique o autor Cuidado Aqui você fala quem é o autor da obra que foi resenhada e não do autor da resenha no caso você Fale brevemente da vida e de algumas outras obras do escritor ou pesquisador 8 Assine e identifiquese Agora sim No último parágrafo você escreve seu nome e fala algo como Acadêmico do Curso de Psicologia Faculdade MAUÁ GO O trabalho a ser feito em grupo será a partir do universo temático das parafilias relações conjugais e desencontros pulsão na fases de desenvolvimento e etc RESENHA CRÍTICA Nome Curso Data Disciplina Na resenha crítica os oito passos a seguir formam um guia ideal para uma produção completa 1 Identifique a obra ABDO Carmita HN A evolução do conceito de parafilias Debates em Psiquiatria v 6 n 4 p 3641 2016 Disponível em httpsrdpemnuvenscombrrevistaarticleview126 2 Apresente a obra O texto aborda a publicação da 5ª edição do DSM5 e a finalização da revisão da 10ª edição da CID10 destacando a importância dessas classificações internacionais para a discussão da evolução do comportamento sexual A dinâmica de atualização das normas sociais sua construção e submissão ao contexto histórico político e cultural são ressaltadas inspiradas nas ponderações de Alain Giami pesquisador do Gender Sexual and Reproductive Health Team do CESP na França O artigo apresenta as classificações dos transtornos da sexualidade como representações de padrões contemporâneos e relações de gênero além de comentar a evolução do tratamento médico das perversões sexuais ao longo do século passado Destacase a transição de um modelo de patologização de todo comportamento sexual não reprodutivo para um modelo que prioriza o bemestar sexual e a responsabilidade nos relacionamentos enquanto patologiza a ausência de consentimento nas práticas sexuais 3 Descreva a estrutura O artigo em questão apresenta uma estrutura distribuída em 6 páginas Iniciase com um resumo que oferece uma visão geral do conteúdo a ser discutido Em seguida são apresentados o histórico das classificações o conceito de parafilia e de homossexualidade além dos critérios do DSM e da CID A transição para a seção Da Parafilia ao Transtorno Parafílico DSM5 e CID11 oferece uma análise aprofundada das divergências entre as classificações DSM5 e CID11 Por fim a conclusão e as referências encerram de forma consistente o conteúdo apresentado 4 Descreva o conteúdo O artigo aborda a evolução das classificações dos transtornos e problemas relacionados à sexualidade ao longo das edições da Classificação Internacional de Doenças CID e do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM Inicialmente os desvios sexuais eram categorizados como uma subcategoria de personalidades patológicas influenciados pelos trabalhos de KrafftEbing e Havelock Ellis Com o passar das edições houve mudanças significativas nas definições e classificações dos desvios sexuais culminando na introdução do termo parafilia e na diferenciação entre comportamentos sexuais atípicos e transtornos parafílicos A definição de parafilia foi evoluindo ao longo do tempo passando a englobar interesses sexuais incomuns que não se enquadram na norma ideológica oficial A noção de desvio sexual foi substituída pela ideia de parafilia refletindo as mudanças nas normas sociais e na valorização do bemestar e consentimento entre os parceiros As revisões das classificações refletem as dimensões sociais políticas e ideológicas da sexualidade bem como a influência dos movimentos sociais e políticos na legitimação de práticas sexuais não reprodutivas A CID10 e o DSM5 apresentam divergências significativas em relação à definição de transtornos parafílicos com o DSM5 adotando uma abordagem mais liberal em relação à patologização de comportamentos sexuais atípicos Por outro lado a CID11 propõe critérios mais rígidos para a classificação de comportamentos parafílicos inclusive aqueles que envolvem falta de consentimento por parte do parceiro A evolução das classificações reflete a mudança de paradigma em relação à compreensão da sexualidade e do bemestar sexual bem como as diferentes abordagens adotadas pela APA e pela OMS na definição de transtornos parafílicos 5 Analise de forma crítica Observase que evolução nas classificações dos transtornos sexuais ao longo do tempo refletindo mudanças nas normas sociais e nas concepções sobre sexualidade No entanto algumas questões críticas surgem ao examinar essas mudanças e suas implicações Autores como Foucault argumentam que as classificações psiquiátricas não apenas refletem mas também moldam as normas sociais exercendo poder sobre as vidas das pessoas Ao categorizar certos comportamentos como patológicos os manuais diagnósticos podem reforçar estigmas e marginalizar grupos sociais como no caso da homossexualidade que foi considerada uma doença mental até 1973 Foucault 1978 explora como a medicalização da sexualidade serve aos interesses de controle social e disciplina ao mesmo tempo em que promove uma suposta objetividade científica A definição de normalidade e patologia na sexualidade é problemática e culturalmente relativa Autores como Kinsey 1948 desafiaram as noções tradicionais de sexualidade ao destacar a diversidade e complexidade das práticas sexuais humanas O que pode ser considerado desvio em uma cultura pode ser perfeitamente aceitável em outra Isso levanta questões sobre a universalidade das classificações diagnósticas e a aplicabilidade de critérios normativos em contextos culturais diversos Podese também destacar a falta de consideração dos determinantes sociais e políticos na construção das classificações diagnósticas Autores como Rubin 1984 e Butler 1990 argumentam que as normas de gênero e sexualidade são socialmente construídas e podem refletir relações de poder e hierarquias sociais Ao patologizar certos comportamentos as classificações psiquiátricas podem reforçar essas hierarquias e perpetuar a marginalização de grupos minoritários A ênfase nos critérios individuais como o sofrimento pessoal no DSM5 pode obscurecer as dimensões sociais e contextuais dos transtornos sexuais Tanizaka 2020 argumenta que a saúde sexual deve ser compreendida em um contexto mais amplo de relações sociais culturais e políticas Isso levanta questões sobre a adequação das classificações diagnósticas em capturar a complexidade da experiência sexual humana Enquanto as classificações dos transtornos sexuais refletem avanços na compreensão da sexualidade também levantam questões importantes sobre poder cultura e identidade 6 Recomende a obra A obra que analisa a evolução das classificações dos transtornos sexuais ao longo do tempo é potencialmente útil para uma variedade de públicos dependendo de seus interesses e necessidades específicas Estudantes e acadêmicos de psicologia psiquiatria e ciências sociais podem se beneficiar da compreensão das teorias críticas sobre sexo gênero e poder bem como da crítica à medicalização da sexualidade Profissionais de saúde mental como psicólogos psiquiatras e terapeutas podem encontrar utilidade na compreensão das mudanças nas classificações diagnósticas dos transtornos sexuais e suas implicações para a prática clínica Educadores e formuladores de políticas públicas podem usar essa análise para informar programas de educação sexual mais inclusivos e políticas públicas mais sensíveis às necessidades e diversidade das pessoas Ativistas e defensores dos direitos sexuais podem encontrar argumentos e evidências que apoiam suas lutas por uma sexualidade mais inclusiva e livre de estigmas Em termos demográficos o texto pode ser relevante para pessoas com nível educacional mais alto incluindo estudantes universitários e profissionais de saúde mental educação e políticas públicas Os indivíduos interessados em questões de 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Disponível em httptedemetodistabrjspuihandletede2071