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material geralmente metálicos resultante de reações químicas ou eletroquímicas com o ambiente A presença de corrosão em estruturas representam perdas econômicas riscos à integridade estrutural e o comprometimento da segurança em diversos setores As principais formas de corrosão são a corrosão generalizada e a corrosão localizada Além disso há diferentes tipos de corrosão localizada como corrosão galvânica por pites por frestas erosão dissolução seletiva intergranular e corrosão sob tensão A determinação do tipo de corrosão presente em cada estrutura ocorre através de análises macroscópicas e microscópicas O presente estudo utilizou análises macroscópicas através de fotografias para analisar e identificar os mecanismos de corrosão presentes em um caixa dágua metálica da Universidade Federal do Tocantins 2 OBJETIVO O objetivo deste estudo é analisar de maneira detalhada os pontos de corrosão da caixa dágua metálica com base em inspeção visual e fotográfica identificar os principais tipos de corrosão presentes na estrutura analisar os mecanismos em cada caso e as prováveis causas baseadas no ambiente e materiais utilizados 3 METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS Para a execução do estudo de caso sobre corrosão foi realizada uma inspeção visual da estrutura da caixa dágua como a base paredes laterais regiões de solda parafusos e conexões metálicas Diferentes pontos que apresentaram sinais de corrosão foram fotografados para a análise dos principais mecanismos que causaram a corrosão dos materiais da caixa dágua A caixa dágua analisada está representada na Figura 1 Figura 1 Caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO As imagens obtidas mostraram diversos sinais de degradação ao longo da estrutura A análise das imagens obtidas apresentou diferentes tipos de mecanismos de corrosão ao longo da caixa dágua Ao observar a estrutura nos deparamos com as regiões externas da estrutura principalmente as laterais com manchas evidentes de corrosão É a região que está diariamente exposta com a atmosfera e umidade não há nenhuma estrutura que protege a caixa dágua mas é possível observar que há proteção por pintura protetiva porém a falta de manutenção e a exposição a atmosfera permitiu a degradação da pintura e causou uma oxidação generalizada na superfície metálica A corrosão uniforme é notável nas imagens Figura 2 Figura 3 e Figura 4 que mostram o ataque contínuo na superfície Figura 2 Estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 3 Lateral da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 4 Lateral da estrutura da caixa dágua Através de uma análise em partes mais específicas é possível notar pontos onde há perda de material em áreas concentradas como os pontos de fixação da base A Figura 5 apresenta o acúmulo de pontos de corrosão com ferrugem em volta dos fixadores da base da estrutura da caixa dágua essa região possui contato com sujeira acumulada e contato com a água de escoamento além disso a pintura está degradada facilitando o contato da umidade com a superfície metálica O mecanismo de corrosão da base é uma corrosão localizada por pites Figura 5 Base da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins A estrutura apresenta interfaces de parafusos fixadores gerando a suspeita de áreas onde há contato entre materiais diferentes como parafusos de ligas diferentes da estrutura principal apresentando corrosão localizada galvânica As imagens apresentadas nas Figura 6 e Figura 7 mostram a presença da corrosão galvânica causada pela diferença de materiais utilizados entre os fixadores e a estrutura onde a diferença de potencial eletroquímico pode ter acelerado o processo corrosivo do material dos fixadores Figura 6 Lateral da estrutura da caixa dágua com corrosão nos fixadores Figura 7 Região da estrutura com fixadores corroídos na caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins As fotografias apresentam que a corrosão pode ser causada por diversos fatores como a exposição direta ao ambiente externo chuva radiação solar e variações de temperatura diariamente podem contribuir na degradação da proteção utilizada na superfície como tintas e revestimentos A falta de manutenção desses revestimentos contribui com a propagação da corrosão generalizada Outro fator observado é a presença de materiais diferentes em contato que podem favorecer a corrosão galvânica principalmente em locais com umidade constante 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PANNONI Gerdau Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio 2015 MARTINS Gabriel Metais não ferrosos Curso de Engenharia Civil Universidade Federal do Tocantins Atualizado em 12 nov 2023 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CORROSÃO EM CAIXA DÁGUA METÁLICA DA UNIVERSIDADE GUSTAVO MILHOMEM MARCIO OLIVEIRA JUNIOR MARIA EDUARDA NUNES MARIA EDUARDA TEIXEIRA PATRICK PEREIRA SILVA PEDRO ADRIANO MORENO RAFAEL FERREIRA SANTOS SAMUEL SILVA ANDRADE WILLIAN VICTOR PEREIRA DE SOUSA BATISTA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS DE PALMAS 1 INTRODUÇÃO A corrosão é um fenômeno natural que pode ocorrer por diversos fatores É um mecanismo definido como a deterioração de um material geralmente metálicos resultante de reações químicas ou eletroquímicas com o ambiente A presença de corrosão em estruturas representam perdas econômicas riscos à integridade estrutural e o comprometimento da segurança em diversos setores As principais formas de corrosão são a corrosão generalizada e a corrosão localizada Além disso há diferentes tipos de corrosão localizada como corrosão galvânica por pites por frestas erosão dissolução seletiva intergranular e corrosão sob tensão A determinação do tipo de corrosão presente em cada estrutura ocorre através de análises macroscópicas e microscópicas O presente estudo utilizou análises macroscópicas através de fotografias para analisar e identificar os mecanismos de corrosão presentes em um caixa dágua metálica da Universidade Federal do Tocantins 2 OBJETIVO O objetivo deste estudo é analisar de maneira detalhada os pontos de corrosão da caixa dágua metálica com base em inspeção visual e fotográfica identificar os principais tipos de corrosão presentes na estrutura analisar os mecanismos em cada caso e as prováveis causas baseadas no ambiente e materiais utilizados 3 METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS Para a execução do estudo de caso sobre corrosão foi realizada uma inspeção visual da estrutura da caixa dágua como a base paredes laterais regiões de solda parafusos e conexões metálicas Diferentes pontos que apresentaram sinais de corrosão foram fotografados para a análise dos principais mecanismos que causaram a corrosão dos materiais da caixa dágua A caixa dágua analisada está representada na Figura 1 Figura 1 Caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO As imagens obtidas mostraram diversos sinais de degradação ao longo da estrutura A análise das imagens obtidas apresentou diferentes tipos de mecanismos de corrosão ao longo da caixa dágua Ao observar a estrutura nos deparamos com as regiões externas da estrutura principalmente as laterais com manchas evidentes de corrosão É a região que está diariamente exposta com a atmosfera e umidade não há nenhuma estrutura que protege a caixa dágua mas é possível observar que há proteção por pintura protetiva porém a falta de manutenção e a exposição a atmosfera permitiu a degradação da pintura e causou uma oxidação generalizada na superfície metálica A corrosão uniforme é notável nas imagens Figura 2 Figura 3 e Figura 4 que mostram o ataque contínuo na superfície Figura 2 Estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 3 Lateral da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 4 Lateral da estrutura da caixa dágua Através de uma análise em partes mais específicas é possível notar pontos onde há perda de material em áreas concentradas como os pontos de fixação da base A Figura 5 apresenta o acúmulo de pontos de corrosão com ferrugem em volta dos fixadores da base da estrutura da caixa dágua essa região possui contato com sujeira acumulada e contato com a água de escoamento além disso a pintura está degradada facilitando o contato da umidade com a superfície metálica O mecanismo de corrosão da base é uma corrosão localizada por pites Figura 5 Base da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins A estrutura apresenta interfaces de parafusos fixadores gerando a suspeita de áreas onde há contato entre materiais diferentes como parafusos de ligas diferentes da estrutura principal apresentando corrosão localizada galvânica As imagens apresentadas nas Figura 6 e Figura 7 mostram a presença da corrosão galvânica causada pela diferença de materiais utilizados entre os fixadores e a estrutura onde a diferença de potencial eletroquímico pode ter acelerado o processo corrosivo do material dos fixadores Figura 6 Lateral da estrutura da caixa dágua com corrosão nos fixadores Figura 7 Região da estrutura com fixadores corroídos na caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins As fotografias apresentam que a corrosão pode ser causada por diversos fatores como a exposição direta ao ambiente externo chuva radiação solar e variações de temperatura diariamente podem contribuir na degradação da proteção utilizada na superfície como tintas e revestimentos A falta de manutenção desses revestimentos contribui com a propagação da corrosão generalizada Outro fator observado é a presença de materiais diferentes em contato que podem favorecer a corrosão galvânica principalmente em locais com umidade constante 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PANNONI Gerdau Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio 2015 MARTINS Gabriel Metais não ferrosos Curso de Engenharia Civil Universidade Federal do Tocantins Atualizado em 12 nov 2023 No text present in the image No text present in the image UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS NBR 170542022 NBR 7211 AGREGADOS DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA MÉTODO DE ENSAIO GUSTAVO MILHOMEM MARCIO OLIVEIRA JUNIOR MARIA EDUARDA NUNES MARIA EDUARDA TEIXEIRA PATRICK PEREIRA SILVA PEDRO ADRIANO MORENO RAFAEL FERREIRA SANTOS SAMUEL SILVA ANDRADE WILLIAN VICTOR PEREIRA DE SOUSA BATISTA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS DE PALMAS 1 INTRODUÇÃO A qualidade dos materiais utilizados na construção civil desempenha um papel crucial na durabilidade e segurança das estruturas Nesse contexto os agregados ganham destaque sendo componentes essenciais na composição de concretos e argamassas Para garantir a eficiência técnica e o cumprimento das normas estabelecidas é fundamental compreender e aplicar os métodos de ensaio que determinam a composição granulométrica desses materiais O presente estudo tem como base as diretrizes das normas brasileiras NBR 170542022 e NBR 7211 focando especificamente no método de determinação da composição granulométrica dos agregados Por meio dessa análise buscase compreender os parâmetros que influenciam diretamente na conformidade e no desempenho dos materiais além de ressaltar a importância da normatização como garantia da qualidade e padronização no setor da engenharia civil Ao longo deste trabalho serão explorados os conceitos técnicos relacionados ao tema a importância prática dos ensaios granulométricos e a relevância dessas normativas para o desenvolvimento de projetos que atendam aos mais altos padrões de qualidade Assim pretendese oferecer uma visão abrangente que conecte os aspectos teóricos à aplicação prática promovendo um diálogo entre ciência e execução 2 OBJETIVO O objetivo deste trabalho é analisar detalhadamente os métodos de ensaio para a determinação da composição granulométrica dos agregados conforme estabelecido nas normas técnicas NBR 170542022 e NBR 7211 Buscase compreender a relevância dessas diretrizes para garantir a qualidade dos materiais aplicados na construção civil destacando sua influência direta no desempenho estrutural e na durabilidade das obras Adicionalmente este estudo enfatiza a importância do aprendizado tanto no âmbito técnico quanto acadêmico como ferramenta essencial para formar profissionais mais preparados e conscientes sobre a aplicação de normativas e práticas padronizadas Através da análise dessas diretrizes esperase contribuir para o desenvolvimento de uma abordagem mais crítica e construtiva unindo o conhecimento teórico à aplicação prática promovendo o crescimento profissional e pessoal dos envolvidos Por fim o trabalho busca ressaltar a normatização como instrumento indispensável para padronizar processos minimizar erros e fomentar um ambiente de maior segurança e eficiência técnica criando um diálogo mais amplo entre ciência prática profissional e aprendizado contínuo 3 METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS Para a execução do ensaio de determinação da composição granulométrica dos agregados foi essencial a utilização de materiais e equipamentos específicos que garantiram precisão e confiabilidade nos resultados Abaixo detalhase cada material empregado e o método adotado Materiais utilizados Conjunto de peneiras granulométricas Ferramenta básica para separar os agregados em diferentes tamanhos com aberturas específicas conforme normas técnicas Agitador mecânico de peneiras Equipamento que assegura uma separação eficiente por meio de vibração uniforme Balança de precisão Utilizada para pesar com exatidão os agregados e garantir medições confiáveis Prancheta Serve para organizar e registrar os dados coletados durante o ensaio Pincéis para limpeza das peneiras Garantem a remoção de resíduos evitando contaminações nos resultados Método Adotado Preparação Secagem e preparo dos agregados para evitar interferências no ensaio Montagem do conjunto de peneiras Organização das peneiras por abertura decrescente para a separação granulométrica Pesagem inicial Determinação da massa total da amostra com a balança de precisão Peneiramento Separação dos agregados no agitador mecânico pelo tempo adequado Registro Anotação da massa retida em cada peneira para cálculo da composição granulométrica Limpeza Remoção de partículas das peneiras com pincéis para preservar a qualidade nos futuros ensaios 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Peneira Massa retida g Massa retida Variação 4 Média das massas retidas Média retida acumulada Ensaio 1 Ensaio 2 Ensaio 1 Ensaio 2 95 mm 11 1 014 013 001 013 013 63 mm 54 34 068 043 025 055 068 475 mm 88 164 110 205 095 158 226 236 mm 503 653 630 817 187 724 949 118 mm 694 729 869 912 043 891 1840 600 μm 978 1163 1224 1456 231 1340 3180 300 μm 3923 3421 4912 4282 630 4597 7777 150 μm 1431 1453 1792 1819 027 1805 9582 Fundo 305 363 382 454 072 418 10000 Total 7987 799 10000 10000 Modolo de finura Diametro maximo agregado 236 475 mm 226 Limites da distribuição granulométrica do agregado miúdo Peneira com abertura de malha ABNT NBR NM ISSO 33101 Porcentagem em massa retida acumulada Limites inferiores Limites superiores Zona utilizável Zona ótima Zona ótima Zona utilizável 95 mm 0 0 0 0 63 mm 0 0 0 7 475 mm 0 0 5 10 236 mm 0 10 20 25 118 mm 5 20 30 50 600 μm 15 35 55 70 300 μm 50 65 85 95 150 μm 85 90 95 100 Requisito 619 Amostra m1 pesada inicialmente para ensaio Massa total somatório resultante do ensaio peneirasfundo Deferiu que 03 Se não está correto Ensaio 1 8002g 7987g NÃO Ensaio 2 8001g 799g NÃO 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MICROSOFT COPILOT Assistente de inteligência artificial para auxílio em pesquisas e elaboração de conteúdos Disponível em httpswwwwmicrosoftcom Acesso em 26 de março de 2025 ABNT NBR 17054 Agregados Determinação da composição granulométrica Método de ensaio Rio de Janeiro ABNT 2022 ABNT NBR 7211 Agregados para concreto Especificação Rio de Janeiro ABNT 2005 Curso de Engenharia civil Metais não ferrosos Prof Dr Gabriel Martins Atualizado em 12112023 Cobre propriedades Maleável dúctil Along na ruptura 45 Condutib elétrica 60 x 10⁷ Ωm¹ perde apenas para Ag Temp fusão 1100 ºC Resistência à tração baixa 220 a 450 MPa liga Cd 340 MPa def a frio Módulo Elástico 120 a 135 GPa Densidade 88 kgdm³ Emprego do cobre Fios e cabos elétricos cobre eletrolítico 999 de pureza Canalização de água quente gás Coberturas Fachadas Condutividade ligas contaminantes ligas contaminantes Cu231 at Mg 100 eut CuBe CuAl CuMg Cu81 at Mg Cu41 at Mg 100 sol sol CuZn CuSn CuNi Stéphane Gorsse Blanche Ouvrard Mohamed Gouné Angeline PoulonQuintin Microstructural design of new high conductivity high strength Cubased alloy Electrical conductivity Sm httpshalarchivesouvertesfrhal01122713document httpscopperallianceorgukaboutcopperconductivitymaterials UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT Revestimentos e telhas de cobre Hotel Unique e Catedral da Sé UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT Revestimentos e telhas de cobre Baixo módulo elástico deformabilidade Telhas danificam no encaixe e requer manutenção Custo elevado Risco de contaminação do ambiente UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT Castelo de Kronborg DK Resistência à corrosão do cobre Cor depende das reações químicas com o meio pH 4 SO2 ou Cl Pátina verde sulfatos e cloretos de cobre uso em cobertura e fachadas Chuva ácida pH 4 sulfeto de cobre tóxico cor marrom ou preta Atmosfera úmida CO2 camada protetora carbonato Atmosfera seca Sem pátina Pode ser produzida industrialmente Pátinas do cobre 4Cu O2 2Cu2O red to pink 2Cu2O O2 4CuO black Cu S CuS black 2CuO CO2 H2O Cu2CO3OH2 malachite dark green to blue 3CuO 2CO2 H2O Cu3CO32OH2 azurite blue to purple 4CuO SO3 3H2O Cu4SO4OH6 brochantite dark green to emerald The faster a chemical reaction is the more patina products will form LIGAS DE COBRE Duralumínio 4 Cu COBRE ALUMÍNIO Al ALPACAS Zn CUPRONÍQUEL Ni COBRE Sn BRONZE Zn LATÃO Produção do Cobre rejeito ácido sulfúrico Gases do efeito estufa Primário 11 85 kg CO2eqkg Cu Reciclado 02 19 kg CO2eqkg Cu Ciclo do Cobre dados da China Corrosão Corrosão é um fenômeno natural definida como a deterioração de um material usualmente um metal resultante de reações químicas ou eletroquímicas com seu ambiente Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Principais formas de corrosão Corrosão Generalizada Localizada Macroscópica Galvânica Pite Frestas Erosão Dissolução seletiva Microscópica Intergranular Corrosão sob tensão Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Corrosão generalizada Depósito de ferrugem Fe2O3xH2O Gota de água Ar O2 Catodo O2 4H 4e ou O2 2H2O 4e Fe2 aq e Anodo 2H2O Fe Fe2 2e 4OH Ferro Formação de ferrugem Corrosão generalizada no aço Catodos e anodos são distribuídos aleatoriamente por toda a superfície metálica e conectados eletricamente pelo substrato de aço Íons ferrosos e hidroxilas são formados através de reações eletroquímicas e se difundem superficialmente Quando se encontram precipitam produtos que originarão ferrugens Conforme as áreas anódicas corroem um novo material a ferrugem vai sendo exposto Esse novo material causa alterações dos potenciais elétricos entre as áreas anódicas e catódicas causando sua mudança de lugar O que era anodo passa a ser catodo e viceversa Com o tempo toda a superfície acaba se corroendo de modo uniforme Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Corrosão galvânica Pilha eletroquímica contato com eletrólito reações anódicas e catódicas simultâneas pilha de corrosão necessita de umidade Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Série Galvânica água do mar 10ºC Graphite Alloy 625C276 Superaustenitic stainless steel Titanium Alloy 400 Austenitic stainless steel grade 14404 316L passive Nickel NiAl Bronze 9010 CuproNickel Albrass Copper Austenitic stainless steel casting Lead Tin Carbon steel Cast steel Al27 Mg Zinc Aluminium Magnesium FRANCIS R Galvanic Corrosion A Practical Guide for Engineers Houston Tex Natl Assn of Corrosion Engineers 2001 Potential mV SCE Quando não ocorre a corrosão galvânica A corrosão galvânica não pode ocorrer Sem contato elétrico Metal 1 Metal 2 Eletrólito Isolante Metal 1 anodo Metal 2 catodo Sem conexão por eletrólito Eletrólito Metal 1 Metal 2 Revestimento Eletrólito Metal 1 Metal 2 Em metais que não apresentam diferença de potencial de corrosão Eletrólito Metal 1 Metal 2 Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Corrosão por pites A defect in the surface passive layer allows the metal below to dissolve passive oxide layer Salt solution Cl Fe2 Dissolution of iron leads to a solution of concentrated iron chloride and to formation of a precipitated salt film metal Corrosão por pites no aço Gera um defeito na estrutura que pode levar à sua ruptura Em estrutura sob pressão é extremamente crítico httpbloglosinoxcombr20160927oacoinoxenferrujacamadapassiva Na construção civil em que situação a corrosão é mais favorecida Corrosão depende da localização Temperatura elevadas e chuvas mais intensas agravam condições de corrosão Corrosividade Atmosférica Índice de Brooks 5 Alta 25 Moderada 12 Baixa 1 Muito baixa Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Corrosão depende do ambiente Urbano CO2 Marinho Cl Industrial NOx SOx Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Corrosão generalizada detalhes arquitetônicos Corrosão na base do poste Não foi previsto um furo para drenagem da água Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Microclimas detalhes de projeto Corrosão por pites e generalizada Condensação de cloro na cobertura de uma piscina coberta Dificuldade de acesso para manutenção Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Corrosão galvânica tudo de cobre tubo de ferro fundido Corrosão do ferro fundido em contato com o cobre Corrosão galvânica parafusos e rebites de diferentes metais O rebite de aço sofreu grande ataque em função da razão de áreas desfavoráveis O rebite de cobre induziu grande ataque na barra de aço em função da razão de áreas desfavoráveis A área destacada ilustra o ataque em baixorelevo Rebite de aço em cobre Rebite de cobre em aço Corrosão do aço em contato com o cobre Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Não forma pilha Pouco O2 no subsolo Estaca cravada no solo httpswwwescolaengenhariacombrfundacoesprofundas Sistemas de proteção Galvanização Metal de sacrifício zinco Catódica Metal de sacrifício zinco Há conexão entre metais corrente elétrica Pátinas outras ligas Aço corten liga FeCu Sistemas de pinturas Tinta Poliuretano Alquídicas Depende das condições de exposição ZINCO Ponto de fusão 419ºC Densidade 71 kgdm³ Galvanização proteção catódica com zinco aderido na superfície Processo de revestimento de um metal por outro para proteção contra corrosão Construção civil Zn sobre aço Zn sobre alumínio Microestrutura do galvanizado a quente A 450ºC ocorre reação entre o zinco e o aço Tipos de galvanização A quente imersão em zinco fundido Melhor aderência interfusão Maiores espessuras Ver httpwwwiczorgbrfluxogramadeumprocessodegalvanizacaoafogophp Deposição eletrolítica Menor espessura Menor custo Melhor acabamento Conexões httpswwwultrasteelcombrimagensconexoesgalvanizadasconexoesgalvanizadasppe Tubos httpswwwrdgacosdobrasilcombrwpcontentuploads201811rdgtubogalvanizadodinpng Telhas httpsblogregionaltelhascombrwpcontentuploads201809tsgaljpg Parafusos httpslh3googleusercontentcomproxykNQReovDTOtjiFQLYRfBA5DPkVjjeJkQHehf8TOTkUNY71Sdww2nnMTEcvpO4cacA63ljUpguetGu3udj855OPfXalcDMA1vxgNwOrDkbeVVwwvBCgFORhBeW7pfP5KJxwIwt8kKLocM5lJ8 Exemplos de galvanização Vida útil e espessura de galvanização Vida útil anos Legenda Ambiente Rural Urbano Marinho Temperado Marinho Tropical Industrial ABNT Camada média de zinco µm A vida útil é definida como o tempo de corrosão de 5 da superfície do aço até 5 não há perda de integridade do aço ICZ Guia de galvanização por imersão a quente Proteção catódica metal de sacrifício Cathodic Protection Impressed Cathodic Protection Sacrificial Anode Zinc Impressed Current Anode Electrical Connection POWER SUPPLY Electrical Cable Proteção catódica metal de sacrifício Corrosão induzida na superfície para evitar a corrosão de tubos metálicos enterrados Potential Test Pointhttpswwwcorrosionpediacomanoverviewofcathodicprotectionpotentialmeasurement22494 Test Point Voltmeter Reference Elctrode Standby Cable Main Cable Pipeline Liga de Aço resistente a corrosão ex Corten Processo de corrosão com formação de pátina Não é eficaz em ambientes com cloretos marítimo Efeito estético Sistemas de Pintura Microclimas Sistemas de pintura orgânica poliuretano alquídica epoxi Detalhes construtivos são importantes Soluções padrão para diferentes ambientes Controle de espessura de aplicação é crítico Demanda manutenção Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Testes acelerados de avaliação de pinturas Névoa salina Ciclos de molhagem e secagem Himpson CH Ray CJ Skerry BS Accelerated corrosion testing of industrial maintenance paints using a cyclic corrosion weathering method Jornal of Protective Coatings Linings May 1991

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material geralmente metálicos resultante de reações químicas ou eletroquímicas com o ambiente A presença de corrosão em estruturas representam perdas econômicas riscos à integridade estrutural e o comprometimento da segurança em diversos setores As principais formas de corrosão são a corrosão generalizada e a corrosão localizada Além disso há diferentes tipos de corrosão localizada como corrosão galvânica por pites por frestas erosão dissolução seletiva intergranular e corrosão sob tensão A determinação do tipo de corrosão presente em cada estrutura ocorre através de análises macroscópicas e microscópicas O presente estudo utilizou análises macroscópicas através de fotografias para analisar e identificar os mecanismos de corrosão presentes em um caixa dágua metálica da Universidade Federal do Tocantins 2 OBJETIVO O objetivo deste estudo é analisar de maneira detalhada os pontos de corrosão da caixa dágua metálica com base em inspeção visual e fotográfica identificar os principais tipos de corrosão presentes na estrutura analisar os mecanismos em cada caso e as prováveis causas baseadas no ambiente e materiais utilizados 3 METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS Para a execução do estudo de caso sobre corrosão foi realizada uma inspeção visual da estrutura da caixa dágua como a base paredes laterais regiões de solda parafusos e conexões metálicas Diferentes pontos que apresentaram sinais de corrosão foram fotografados para a análise dos principais mecanismos que causaram a corrosão dos materiais da caixa dágua A caixa dágua analisada está representada na Figura 1 Figura 1 Caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO As imagens obtidas mostraram diversos sinais de degradação ao longo da estrutura A análise das imagens obtidas apresentou diferentes tipos de mecanismos de corrosão ao longo da caixa dágua Ao observar a estrutura nos deparamos com as regiões externas da estrutura principalmente as laterais com manchas evidentes de corrosão É a região que está diariamente exposta com a atmosfera e umidade não há nenhuma estrutura que protege a caixa dágua mas é possível observar que há proteção por pintura protetiva porém a falta de manutenção e a exposição a atmosfera permitiu a degradação da pintura e causou uma oxidação generalizada na superfície metálica A corrosão uniforme é notável nas imagens Figura 2 Figura 3 e Figura 4 que mostram o ataque contínuo na superfície Figura 2 Estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 3 Lateral da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 4 Lateral da estrutura da caixa dágua Através de uma análise em partes mais específicas é possível notar pontos onde há perda de material em áreas concentradas como os pontos de fixação da base A Figura 5 apresenta o acúmulo de pontos de corrosão com ferrugem em volta dos fixadores da base da estrutura da caixa dágua essa região possui contato com sujeira acumulada e contato com a água de escoamento além disso a pintura está degradada facilitando o contato da umidade com a superfície metálica O mecanismo de corrosão da base é uma corrosão localizada por pites Figura 5 Base da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins A estrutura apresenta interfaces de parafusos fixadores gerando a suspeita de áreas onde há contato entre materiais diferentes como parafusos de ligas diferentes da estrutura principal apresentando corrosão localizada galvânica As imagens apresentadas nas Figura 6 e Figura 7 mostram a presença da corrosão galvânica causada pela diferença de materiais utilizados entre os fixadores e a estrutura onde a diferença de potencial eletroquímico pode ter acelerado o processo corrosivo do material dos fixadores Figura 6 Lateral da estrutura da caixa dágua com corrosão nos fixadores Figura 7 Região da estrutura com fixadores corroídos na caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins As fotografias apresentam que a corrosão pode ser causada por diversos fatores como a exposição direta ao ambiente externo chuva radiação solar e variações de temperatura diariamente podem contribuir na degradação da proteção utilizada na superfície como tintas e revestimentos A falta de manutenção desses revestimentos contribui com a propagação da corrosão generalizada Outro fator observado é a presença de materiais diferentes em contato que podem favorecer a corrosão galvânica principalmente em locais com umidade constante 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PANNONI Gerdau Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio 2015 MARTINS Gabriel Metais não ferrosos Curso de Engenharia Civil Universidade Federal do Tocantins Atualizado em 12 nov 2023 UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS CORROSÃO EM CAIXA DÁGUA METÁLICA DA UNIVERSIDADE GUSTAVO MILHOMEM MARCIO OLIVEIRA JUNIOR MARIA EDUARDA NUNES MARIA EDUARDA TEIXEIRA PATRICK PEREIRA SILVA PEDRO ADRIANO MORENO RAFAEL FERREIRA SANTOS SAMUEL SILVA ANDRADE WILLIAN VICTOR PEREIRA DE SOUSA BATISTA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS DE PALMAS 1 INTRODUÇÃO A corrosão é um fenômeno natural que pode ocorrer por diversos fatores É um mecanismo definido como a deterioração de um material geralmente metálicos resultante de reações químicas ou eletroquímicas com o ambiente A presença de corrosão em estruturas representam perdas econômicas riscos à integridade estrutural e o comprometimento da segurança em diversos setores As principais formas de corrosão são a corrosão generalizada e a corrosão localizada Além disso há diferentes tipos de corrosão localizada como corrosão galvânica por pites por frestas erosão dissolução seletiva intergranular e corrosão sob tensão A determinação do tipo de corrosão presente em cada estrutura ocorre através de análises macroscópicas e microscópicas O presente estudo utilizou análises macroscópicas através de fotografias para analisar e identificar os mecanismos de corrosão presentes em um caixa dágua metálica da Universidade Federal do Tocantins 2 OBJETIVO O objetivo deste estudo é analisar de maneira detalhada os pontos de corrosão da caixa dágua metálica com base em inspeção visual e fotográfica identificar os principais tipos de corrosão presentes na estrutura analisar os mecanismos em cada caso e as prováveis causas baseadas no ambiente e materiais utilizados 3 METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS Para a execução do estudo de caso sobre corrosão foi realizada uma inspeção visual da estrutura da caixa dágua como a base paredes laterais regiões de solda parafusos e conexões metálicas Diferentes pontos que apresentaram sinais de corrosão foram fotografados para a análise dos principais mecanismos que causaram a corrosão dos materiais da caixa dágua A caixa dágua analisada está representada na Figura 1 Figura 1 Caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO As imagens obtidas mostraram diversos sinais de degradação ao longo da estrutura A análise das imagens obtidas apresentou diferentes tipos de mecanismos de corrosão ao longo da caixa dágua Ao observar a estrutura nos deparamos com as regiões externas da estrutura principalmente as laterais com manchas evidentes de corrosão É a região que está diariamente exposta com a atmosfera e umidade não há nenhuma estrutura que protege a caixa dágua mas é possível observar que há proteção por pintura protetiva porém a falta de manutenção e a exposição a atmosfera permitiu a degradação da pintura e causou uma oxidação generalizada na superfície metálica A corrosão uniforme é notável nas imagens Figura 2 Figura 3 e Figura 4 que mostram o ataque contínuo na superfície Figura 2 Estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 3 Lateral da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins Figura 4 Lateral da estrutura da caixa dágua Através de uma análise em partes mais específicas é possível notar pontos onde há perda de material em áreas concentradas como os pontos de fixação da base A Figura 5 apresenta o acúmulo de pontos de corrosão com ferrugem em volta dos fixadores da base da estrutura da caixa dágua essa região possui contato com sujeira acumulada e contato com a água de escoamento além disso a pintura está degradada facilitando o contato da umidade com a superfície metálica O mecanismo de corrosão da base é uma corrosão localizada por pites Figura 5 Base da estrutura da caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins A estrutura apresenta interfaces de parafusos fixadores gerando a suspeita de áreas onde há contato entre materiais diferentes como parafusos de ligas diferentes da estrutura principal apresentando corrosão localizada galvânica As imagens apresentadas nas Figura 6 e Figura 7 mostram a presença da corrosão galvânica causada pela diferença de materiais utilizados entre os fixadores e a estrutura onde a diferença de potencial eletroquímico pode ter acelerado o processo corrosivo do material dos fixadores Figura 6 Lateral da estrutura da caixa dágua com corrosão nos fixadores Figura 7 Região da estrutura com fixadores corroídos na caixa dágua da Universidade Federal do Tocantins As fotografias apresentam que a corrosão pode ser causada por diversos fatores como a exposição direta ao ambiente externo chuva radiação solar e variações de temperatura diariamente podem contribuir na degradação da proteção utilizada na superfície como tintas e revestimentos A falta de manutenção desses revestimentos contribui com a propagação da corrosão generalizada Outro fator observado é a presença de materiais diferentes em contato que podem favorecer a corrosão galvânica principalmente em locais com umidade constante 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS PANNONI Gerdau Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio 2015 MARTINS Gabriel Metais não ferrosos Curso de Engenharia Civil Universidade Federal do Tocantins Atualizado em 12 nov 2023 No text present in the image No text present in the image UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS NBR 170542022 NBR 7211 AGREGADOS DETERMINAÇÃO DA COMPOSIÇÃO GRANULOMÉTRICA MÉTODO DE ENSAIO GUSTAVO MILHOMEM MARCIO OLIVEIRA JUNIOR MARIA EDUARDA NUNES MARIA EDUARDA TEIXEIRA PATRICK PEREIRA SILVA PEDRO ADRIANO MORENO RAFAEL FERREIRA SANTOS SAMUEL SILVA ANDRADE WILLIAN VICTOR PEREIRA DE SOUSA BATISTA CURSO DE ENGENHARIA CIVIL CAMPUS DE PALMAS 1 INTRODUÇÃO A qualidade dos materiais utilizados na construção civil desempenha um papel crucial na durabilidade e segurança das estruturas Nesse contexto os agregados ganham destaque sendo componentes essenciais na composição de concretos e argamassas Para garantir a eficiência técnica e o cumprimento das normas estabelecidas é fundamental compreender e aplicar os métodos de ensaio que determinam a composição granulométrica desses materiais O presente estudo tem como base as diretrizes das normas brasileiras NBR 170542022 e NBR 7211 focando especificamente no método de determinação da composição granulométrica dos agregados Por meio dessa análise buscase compreender os parâmetros que influenciam diretamente na conformidade e no desempenho dos materiais além de ressaltar a importância da normatização como garantia da qualidade e padronização no setor da engenharia civil Ao longo deste trabalho serão explorados os conceitos técnicos relacionados ao tema a importância prática dos ensaios granulométricos e a relevância dessas normativas para o desenvolvimento de projetos que atendam aos mais altos padrões de qualidade Assim pretendese oferecer uma visão abrangente que conecte os aspectos teóricos à aplicação prática promovendo um diálogo entre ciência e execução 2 OBJETIVO O objetivo deste trabalho é analisar detalhadamente os métodos de ensaio para a determinação da composição granulométrica dos agregados conforme estabelecido nas normas técnicas NBR 170542022 e NBR 7211 Buscase compreender a relevância dessas diretrizes para garantir a qualidade dos materiais aplicados na construção civil destacando sua influência direta no desempenho estrutural e na durabilidade das obras Adicionalmente este estudo enfatiza a importância do aprendizado tanto no âmbito técnico quanto acadêmico como ferramenta essencial para formar profissionais mais preparados e conscientes sobre a aplicação de normativas e práticas padronizadas Através da análise dessas diretrizes esperase contribuir para o desenvolvimento de uma abordagem mais crítica e construtiva unindo o conhecimento teórico à aplicação prática promovendo o crescimento profissional e pessoal dos envolvidos Por fim o trabalho busca ressaltar a normatização como instrumento indispensável para padronizar processos minimizar erros e fomentar um ambiente de maior segurança e eficiência técnica criando um diálogo mais amplo entre ciência prática profissional e aprendizado contínuo 3 METODOLOGIA OU MATERIAL E MÉTODOS Para a execução do ensaio de determinação da composição granulométrica dos agregados foi essencial a utilização de materiais e equipamentos específicos que garantiram precisão e confiabilidade nos resultados Abaixo detalhase cada material empregado e o método adotado Materiais utilizados Conjunto de peneiras granulométricas Ferramenta básica para separar os agregados em diferentes tamanhos com aberturas específicas conforme normas técnicas Agitador mecânico de peneiras Equipamento que assegura uma separação eficiente por meio de vibração uniforme Balança de precisão Utilizada para pesar com exatidão os agregados e garantir medições confiáveis Prancheta Serve para organizar e registrar os dados coletados durante o ensaio Pincéis para limpeza das peneiras Garantem a remoção de resíduos evitando contaminações nos resultados Método Adotado Preparação Secagem e preparo dos agregados para evitar interferências no ensaio Montagem do conjunto de peneiras Organização das peneiras por abertura decrescente para a separação granulométrica Pesagem inicial Determinação da massa total da amostra com a balança de precisão Peneiramento Separação dos agregados no agitador mecânico pelo tempo adequado Registro Anotação da massa retida em cada peneira para cálculo da composição granulométrica Limpeza Remoção de partículas das peneiras com pincéis para preservar a qualidade nos futuros ensaios 4 RESULTADOS E DISCUSSÃO Peneira Massa retida g Massa retida Variação 4 Média das massas retidas Média retida acumulada Ensaio 1 Ensaio 2 Ensaio 1 Ensaio 2 95 mm 11 1 014 013 001 013 013 63 mm 54 34 068 043 025 055 068 475 mm 88 164 110 205 095 158 226 236 mm 503 653 630 817 187 724 949 118 mm 694 729 869 912 043 891 1840 600 μm 978 1163 1224 1456 231 1340 3180 300 μm 3923 3421 4912 4282 630 4597 7777 150 μm 1431 1453 1792 1819 027 1805 9582 Fundo 305 363 382 454 072 418 10000 Total 7987 799 10000 10000 Modolo de finura Diametro maximo agregado 236 475 mm 226 Limites da distribuição granulométrica do agregado miúdo Peneira com abertura de malha ABNT NBR NM ISSO 33101 Porcentagem em massa retida acumulada Limites inferiores Limites superiores Zona utilizável Zona ótima Zona ótima Zona utilizável 95 mm 0 0 0 0 63 mm 0 0 0 7 475 mm 0 0 5 10 236 mm 0 10 20 25 118 mm 5 20 30 50 600 μm 15 35 55 70 300 μm 50 65 85 95 150 μm 85 90 95 100 Requisito 619 Amostra m1 pesada inicialmente para ensaio Massa total somatório resultante do ensaio peneirasfundo Deferiu que 03 Se não está correto Ensaio 1 8002g 7987g NÃO Ensaio 2 8001g 799g NÃO 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MICROSOFT COPILOT Assistente de inteligência artificial para auxílio em pesquisas e elaboração de conteúdos Disponível em httpswwwwmicrosoftcom Acesso em 26 de março de 2025 ABNT NBR 17054 Agregados Determinação da composição granulométrica Método de ensaio Rio de Janeiro ABNT 2022 ABNT NBR 7211 Agregados para concreto Especificação Rio de Janeiro ABNT 2005 Curso de Engenharia civil Metais não ferrosos Prof Dr Gabriel Martins Atualizado em 12112023 Cobre propriedades Maleável dúctil Along na ruptura 45 Condutib elétrica 60 x 10⁷ Ωm¹ perde apenas para Ag Temp fusão 1100 ºC Resistência à tração baixa 220 a 450 MPa liga Cd 340 MPa def a frio Módulo Elástico 120 a 135 GPa Densidade 88 kgdm³ Emprego do cobre Fios e cabos elétricos cobre eletrolítico 999 de pureza Canalização de água quente gás Coberturas Fachadas Condutividade ligas contaminantes ligas contaminantes Cu231 at Mg 100 eut CuBe CuAl CuMg Cu81 at Mg Cu41 at Mg 100 sol sol CuZn CuSn CuNi Stéphane Gorsse Blanche Ouvrard Mohamed Gouné Angeline PoulonQuintin Microstructural design of new high conductivity high strength Cubased alloy Electrical conductivity Sm httpshalarchivesouvertesfrhal01122713document httpscopperallianceorgukaboutcopperconductivitymaterials UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT Revestimentos e telhas de cobre Hotel Unique e Catedral da Sé UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT Revestimentos e telhas de cobre Baixo módulo elástico deformabilidade Telhas danificam no encaixe e requer manutenção Custo elevado Risco de contaminação do ambiente UNIVERSIDADE FEDERAL DO TOCANTINS UFT Castelo de Kronborg DK Resistência à corrosão do cobre Cor depende das reações químicas com o meio pH 4 SO2 ou Cl Pátina verde sulfatos e cloretos de cobre uso em cobertura e fachadas Chuva ácida pH 4 sulfeto de cobre tóxico cor marrom ou preta Atmosfera úmida CO2 camada protetora carbonato Atmosfera seca Sem pátina Pode ser produzida industrialmente Pátinas do cobre 4Cu O2 2Cu2O red to pink 2Cu2O O2 4CuO black Cu S CuS black 2CuO CO2 H2O Cu2CO3OH2 malachite dark green to blue 3CuO 2CO2 H2O Cu3CO32OH2 azurite blue to purple 4CuO SO3 3H2O Cu4SO4OH6 brochantite dark green to emerald The faster a chemical reaction is the more patina products will form LIGAS DE COBRE Duralumínio 4 Cu COBRE ALUMÍNIO Al ALPACAS Zn CUPRONÍQUEL Ni COBRE Sn BRONZE Zn LATÃO Produção do Cobre rejeito ácido sulfúrico Gases do efeito estufa Primário 11 85 kg CO2eqkg Cu Reciclado 02 19 kg CO2eqkg Cu Ciclo do Cobre dados da China Corrosão Corrosão é um fenômeno natural definida como a deterioração de um material usualmente um metal resultante de reações químicas ou eletroquímicas com seu ambiente Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Principais formas de corrosão Corrosão Generalizada Localizada Macroscópica Galvânica Pite Frestas Erosão Dissolução seletiva Microscópica Intergranular Corrosão sob tensão Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Corrosão generalizada Depósito de ferrugem Fe2O3xH2O Gota de água Ar O2 Catodo O2 4H 4e ou O2 2H2O 4e Fe2 aq e Anodo 2H2O Fe Fe2 2e 4OH Ferro Formação de ferrugem Corrosão generalizada no aço Catodos e anodos são distribuídos aleatoriamente por toda a superfície metálica e conectados eletricamente pelo substrato de aço Íons ferrosos e hidroxilas são formados através de reações eletroquímicas e se difundem superficialmente Quando se encontram precipitam produtos que originarão ferrugens Conforme as áreas anódicas corroem um novo material a ferrugem vai sendo exposto Esse novo material causa alterações dos potenciais elétricos entre as áreas anódicas e catódicas causando sua mudança de lugar O que era anodo passa a ser catodo e viceversa Com o tempo toda a superfície acaba se corroendo de modo uniforme Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Corrosão galvânica Pilha eletroquímica contato com eletrólito reações anódicas e catódicas simultâneas pilha de corrosão necessita de umidade Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Série Galvânica água do mar 10ºC Graphite Alloy 625C276 Superaustenitic stainless steel Titanium Alloy 400 Austenitic stainless steel grade 14404 316L passive Nickel NiAl Bronze 9010 CuproNickel Albrass Copper Austenitic stainless steel casting Lead Tin Carbon steel Cast steel Al27 Mg Zinc Aluminium Magnesium FRANCIS R Galvanic Corrosion A Practical Guide for Engineers Houston Tex Natl Assn of Corrosion Engineers 2001 Potential mV SCE Quando não ocorre a corrosão galvânica A corrosão galvânica não pode ocorrer Sem contato elétrico Metal 1 Metal 2 Eletrólito Isolante Metal 1 anodo Metal 2 catodo Sem conexão por eletrólito Eletrólito Metal 1 Metal 2 Revestimento Eletrólito Metal 1 Metal 2 Em metais que não apresentam diferença de potencial de corrosão Eletrólito Metal 1 Metal 2 Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Corrosão por pites A defect in the surface passive layer allows the metal below to dissolve passive oxide layer Salt solution Cl Fe2 Dissolution of iron leads to a solution of concentrated iron chloride and to formation of a precipitated salt film metal Corrosão por pites no aço Gera um defeito na estrutura que pode levar à sua ruptura Em estrutura sob pressão é extremamente crítico httpbloglosinoxcombr20160927oacoinoxenferrujacamadapassiva Na construção civil em que situação a corrosão é mais favorecida Corrosão depende da localização Temperatura elevadas e chuvas mais intensas agravam condições de corrosão Corrosividade Atmosférica Índice de Brooks 5 Alta 25 Moderada 12 Baixa 1 Muito baixa Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Corrosão depende do ambiente Urbano CO2 Marinho Cl Industrial NOx SOx Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Corrosão generalizada detalhes arquitetônicos Corrosão na base do poste Não foi previsto um furo para drenagem da água Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Microclimas detalhes de projeto Corrosão por pites e generalizada Condensação de cloro na cobertura de uma piscina coberta Dificuldade de acesso para manutenção Manual de construção em aço CBCA Projeto e Durabilidade Pannoni 2017 Corrosão galvânica tudo de cobre tubo de ferro fundido Corrosão do ferro fundido em contato com o cobre Corrosão galvânica parafusos e rebites de diferentes metais O rebite de aço sofreu grande ataque em função da razão de áreas desfavoráveis O rebite de cobre induziu grande ataque na barra de aço em função da razão de áreas desfavoráveis A área destacada ilustra o ataque em baixorelevo Rebite de aço em cobre Rebite de cobre em aço Corrosão do aço em contato com o cobre Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Não forma pilha Pouco O2 no subsolo Estaca cravada no solo httpswwwescolaengenhariacombrfundacoesprofundas Sistemas de proteção Galvanização Metal de sacrifício zinco Catódica Metal de sacrifício zinco Há conexão entre metais corrente elétrica Pátinas outras ligas Aço corten liga FeCu Sistemas de pinturas Tinta Poliuretano Alquídicas Depende das condições de exposição ZINCO Ponto de fusão 419ºC Densidade 71 kgdm³ Galvanização proteção catódica com zinco aderido na superfície Processo de revestimento de um metal por outro para proteção contra corrosão Construção civil Zn sobre aço Zn sobre alumínio Microestrutura do galvanizado a quente A 450ºC ocorre reação entre o zinco e o aço Tipos de galvanização A quente imersão em zinco fundido Melhor aderência interfusão Maiores espessuras Ver httpwwwiczorgbrfluxogramadeumprocessodegalvanizacaoafogophp Deposição eletrolítica Menor espessura Menor custo Melhor acabamento Conexões httpswwwultrasteelcombrimagensconexoesgalvanizadasconexoesgalvanizadasppe Tubos httpswwwrdgacosdobrasilcombrwpcontentuploads201811rdgtubogalvanizadodinpng Telhas httpsblogregionaltelhascombrwpcontentuploads201809tsgaljpg Parafusos httpslh3googleusercontentcomproxykNQReovDTOtjiFQLYRfBA5DPkVjjeJkQHehf8TOTkUNY71Sdww2nnMTEcvpO4cacA63ljUpguetGu3udj855OPfXalcDMA1vxgNwOrDkbeVVwwvBCgFORhBeW7pfP5KJxwIwt8kKLocM5lJ8 Exemplos de galvanização Vida útil e espessura de galvanização Vida útil anos Legenda Ambiente Rural Urbano Marinho Temperado Marinho Tropical Industrial ABNT Camada média de zinco µm A vida útil é definida como o tempo de corrosão de 5 da superfície do aço até 5 não há perda de integridade do aço ICZ Guia de galvanização por imersão a quente Proteção catódica metal de sacrifício Cathodic Protection Impressed Cathodic Protection Sacrificial Anode Zinc Impressed Current Anode Electrical Connection POWER SUPPLY Electrical Cable Proteção catódica metal de sacrifício Corrosão induzida na superfície para evitar a corrosão de tubos metálicos enterrados Potential Test Pointhttpswwwcorrosionpediacomanoverviewofcathodicprotectionpotentialmeasurement22494 Test Point Voltmeter Reference Elctrode Standby Cable Main Cable Pipeline Liga de Aço resistente a corrosão ex Corten Processo de corrosão com formação de pátina Não é eficaz em ambientes com cloretos marítimo Efeito estético Sistemas de Pintura Microclimas Sistemas de pintura orgânica poliuretano alquídica epoxi Detalhes construtivos são importantes Soluções padrão para diferentes ambientes Controle de espessura de aplicação é crítico Demanda manutenção Princípios da proteção de estruturas metálicas em situação de Corrosão e incêndio Pannoni Gerdau 2015 Testes acelerados de avaliação de pinturas Névoa salina Ciclos de molhagem e secagem Himpson CH Ray CJ Skerry BS Accelerated corrosion testing of industrial maintenance paints using a cyclic corrosion weathering method Jornal of Protective Coatings Linings May 1991

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