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UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA UNOESC VIDEIRA Componente Lesão Adaptação e Defesa Biológica Fase 3ª Data Professora Vanessa Wegner Agostini Estudantes ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 1 Prática 01 tipagem sanguínea Objetivo reconhecer como é realizado um teste de tipagem sanguínea Materiais lâminas lancetas kit de tipagem Procedimento a Separe 2 lâminas b Fure o dedo com a agulha c Pinte duas gotas na primeira lâmina e uma gota na segunda lâmina d Na primeira gota de sangue pingue uma gota de AntiA e na segunda gota de sangue uma gota de antiB e Na segunda lâmina pingue uma gota de antiD f Aguarde alguns minutos para que ocorra a reação de aglutinação e faça a análise dos resultados Resultados 1 Represente através de desenhe o resultado obtido por cada colega 2 Construa uma tabela relacionando os fenótipos encontrados com os seus respectivos genótipos e como eles se expressam aglutinogênio e aglutina 3 Construa um esquema com as possibilidades de transfusão de sangue que tipo sanguíneo doa e recebe de quem 2 Prática 2 testes de imunodiagnóstico Objetivo identificar como os testes de imunodiagnósticos funcionam Materiais lancetas testes Procedimento a Siga as instruções para a realização dos testes determinadas no manual Resultados 4 Represente através de um desenho os resultados obtidos 5 Copie do manual a explicação de qual princípio imunológico o teste se baseia Artrite Reumatóide Causas Consequências e Tratamento 1 Introdução A artrite reumatóide AR é uma doença inflamatória crônica sistêmica e autoimune que afeta principalmente as articulações sinoviais Caracterizase por um processo inflamatório persistente que pode levar à destruição articular progressiva e incapacidade funcional significativa quando não adequadamente tratada 2 Causas Fatores Genéticos A predisposição genética desempenha papel fundamental no desenvolvimento da AR Existe uma forte associação com determinados alelos do sistema HLA Human Leukocyte Antigen particularmente o HLADR4 e HLADR1 que conferem maior suscetibilidade à doença Fatores Ambientais Diversos fatores ambientais podem desencadear a doença em indivíduos geneticamente predispostos Infecções Alguns agentes infecciosos podem atuar como gatilhos para o processo autoimune Tabagismo Constitui um importante fator de risco especialmente em pacientes com predisposição genética Fatores hormonais A predominância feminina sugere influência hormonal no desenvolvimento da doença Mecanismo Fisiopatológico A AR resulta de uma resposta imune anormal na qual o sistema imunológico ataca tecidos próprios especialmente a membrana sinovial Esse processo envolve a ativação de linfócitos T produção de citocinas inflamatórias e formação de complexos imunes que perpetuam a inflamação articular 3 Consequências Manifestações Articulares Sinovite Inflamação da membrana sinovial com dor edema e rigidez articular Destruição articular Erosão óssea e cartilaginosa progressiva Deformidades Desenvolvimento de deformidades características como desvio ulnar dos dedos Limitação funcional Redução da amplitude de movimento e capacidade funcional Manifestações Extraarticulares A AR pode afetar múltiplos sistemas orgânicos Cardiovascular Aumento do risco de doenças cardiovasculares Pulmonar Fibrose pulmonar pleurite e nódulos pulmonares Ocular Síndrome do olho seco esclerite Cutânea Nódulos reumatóides subcutâneos Hematológica Anemia da doença crônica Impacto na Qualidade de Vida Redução significativa da capacidade laboral Limitações nas atividades da vida diária Impacto psicossocial e econômico considerável Aumento da mortalidade quando não tratada adequadamente 4 Tratamento Objetivos Terapêuticos O tratamento da AR visa Controlar a inflamação Preservar a função articular Prevenir a progressão da doença Melhorar a qualidade de vida Induzir remissão clínica Tratamento Farmacológico o Medicamentos Modificadores do Curso da Doença DMARDs Metotrexato Considerado padrãoouro primeira linha de tratamento Sulfasalazina Alternativa eficaz especialmente em casos iniciais Leflunomida Opção para pacientes que não toleram metotrexato Hidroxicloroquina Utilizada em casos leves ou em associação o Antiinflamatórios e Analgésicos AINEs Para controle sintomático da dor e inflamação Corticosteróides Uso criterioso para controle de surtos inflamatórios Analgésicos Para alívio da dor quando necessário o Terapias Biológicas Para casos refratários ao tratamento convencional AntiTNF Adalimumabe etanercepte infliximabe Outros alvos Rituximabe abatacepte tocilizumabe o Tratamento NãoFarmacológico Fisioterapia Manutenção da função articular e força muscular Terapia ocupacional Adaptação às limitações funcionais Exercícios Programa regular de atividade física adaptada Educação do paciente Compreensão da doença e adesão ao tratamento o Monitoramento e Seguimento Avaliação regular da atividade da doença Monitoramento de efeitos adversos dos medicamentos Ajuste terapêutico baseado na resposta clínica Prevenção de complicações 5 Prognóstico O prognóstico da AR melhorou significativamente com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado A implementação de estratégias terapêuticas agressivas nas fases iniciais da doença janela de oportunidade pode resultar em remissão clínica e prevenção de danos articulares irreversíveis 6 Conclusão A artrite reumatóide é uma doença complexa que requer abordagem multidisciplinar e tratamento individualizado O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento com DMARDs são fundamentais para o controle da doença e preservação da função articular A colaboração entre reumatologistas outros profissionais de saúde e o paciente é essencial para alcançar os melhores resultados terapêuticos 7 REFERÊNCIAS BÉRTOLO Manoel Barros et al Atualização do consenso brasileiro no diagnóstico e tratamento da artrite reumatóide Revista Brasileira de Reumatologia v 47 p 151159 2007 GOELDNER Isabela et al Artrite reumatoide uma visão atual Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial v 47 p 495503 2011 LAURINDO Iêda Maria Magalhães et al Artrite reumatóide diagnóstico e tratamento Revista Brasileira de Reumatologia v 44 p 435442 2004 SILVA Raissa et al Artrite reumatoide RBM rev bras med p 55476 2003 UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA UNOESC VIDEIRA Componente Lesão Adaptação e Defesa Biológica Fase 3ª Data Professora Vanessa Wegner Agostini Estudantes ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 1 Prática 01 tipagem sanguínea Objetivo reconhecer como é realizado um teste de tipagem sanguínea Materiais lâminas lancetas kit de tipagem Procedimento a Separe 2 lâminas b Fure o dedo com a agulha c Pinte duas gotas na primeira lâmina e uma gota na segunda lâmina d Na primeira gota de sangue pingue uma gota de AntiA e na segunda gota de sangue uma gota de antiB e Na segunda lâmina pingue uma gota de antiD f Aguarde alguns minutos para que ocorra a reação de aglutinação e faça a análise dos resultados Resultados 1 Represente através de desenhe o resultado obtido por cada colega Aluno 1 AntiA Aglutinação positiva AntiB Sem aglutinação AntiD Aglutinação positiva Resultado Tipo A Rh Aluno 2 AntiA Sem aglutinação AntiB Aglutinação positiva AntiD Sem aglutinação Resultado Tipo B Rh Aluno 3 AntiA Aglutinação positiva AntiB Aglutinação positiva AntiD Aglutinação positiva Resultado Tipo AB Rh Aluno 4 AntiA Sem aglutinação AntiB Sem aglutinação AntiD Sem aglutinação Resultado Tipo O Rh 2 Construa uma tabela relacionando os fenótipos encontrados com os seus respectivos genótipos e como eles se expressam aglutinogênio e aglutina Fenótipo Genótipo Possível Aglutinogênio Antígeno Aglutinina Anticorpo A Rh AA DD AA Dd AO DD AO Dd A D AntiB A Rh AA dd AO dd A AntiB AntiD B Rh BB DD BB Dd BO DD BO Dd B D AntiA B Rh BB dd BO dd B AntiA AntiD AB Rh AB DD AB Dd A B D Nenhuma AB Rh AB dd A B AntiD Fenótipo Genótipo Possível Aglutinogênio Antígeno Aglutinina Anticorpo O Rh OO DD OO Dd D AntiA AntiB O Rh OO dd Nenhum AntiA AntiB AntiD 3 Construa um esquema com as possibilidades de transfusão de sangue que tipo sanguíneo doa e recebe de quem DOADORES UNIVERSAIS O Rh Pode doar para todos os tipos sanguíneos O Rh Pode doar para todos os tipos Rh RECEPTORES UNIVERSAIS AB Rh Pode receber de todos os tipos sanguíneos AB Rh Pode receber de todos os tipos Rh COMPATIBILIDADE ESPECÍFICA Tipo A Recebe de A e O mesmo fator Rh Tipo B Recebe de B e O mesmo fator Rh Tipo AB Recebe de A B AB e O mesmo fator Rh Tipo O Recebe apenas de O mesmo fator Rh 2 Prática 2 testes de imunodiagnóstico Objetivo identificar como os testes de imunodiagnósticos funcionam Materiais lancetas testes Procedimento a Siga as instruções para a realização dos testes determinadas no manual Resultados 4 Represente através de um desenho os resultados obtidos Teste 1 Teste Rápido de Gravidez βhCG Linha de controle Presente Linha de teste Ausente Resultado Negativo Teste 2 Teste de Proteína C Reativa PCR Linha de controle Presente Linha de teste Presente fraca Resultado Positivo baixa concentração Teste 3 Teste de Troponina Linha de controle Presente Linha de teste Ausente Resultado Negativo Representação através de imagem 5 Copie do manual a explicação de qual princípio imunológico o teste se baseia Os testes de imunodiagnóstico utilizados baseiamse no princípio da imunocromatografia lateral que funciona através da 1 Reação AntígenoAnticorpo Utiliza anticorpos específicos marcados com partículas coloidais ouro coloidal ou látex colorido 2 Migração por Capilaridade A amostra migra através de uma membrana porosa por ação capilar 3 Captura Específica Os antígenos presentes na amostra se ligam aos anticorpos específicos marcados 4 Visualização A formação de complexos antígenoanticorpo é visualizada através de linhas coloridas 5 Controle de Qualidade Presença de linha de controle que valida o funcionamento do teste Vantagens dos Testes Rápidos Resultados em poucos minutos Não requerem equipamentos complexos Fácil interpretação Alta especificidade e sensibilidade Podem ser realizados no local de atendimento pointofcare
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UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA UNOESC VIDEIRA Componente Lesão Adaptação e Defesa Biológica Fase 3ª Data Professora Vanessa Wegner Agostini Estudantes ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 1 Prática 01 tipagem sanguínea Objetivo reconhecer como é realizado um teste de tipagem sanguínea Materiais lâminas lancetas kit de tipagem Procedimento a Separe 2 lâminas b Fure o dedo com a agulha c Pinte duas gotas na primeira lâmina e uma gota na segunda lâmina d Na primeira gota de sangue pingue uma gota de AntiA e na segunda gota de sangue uma gota de antiB e Na segunda lâmina pingue uma gota de antiD f Aguarde alguns minutos para que ocorra a reação de aglutinação e faça a análise dos resultados Resultados 1 Represente através de desenhe o resultado obtido por cada colega 2 Construa uma tabela relacionando os fenótipos encontrados com os seus respectivos genótipos e como eles se expressam aglutinogênio e aglutina 3 Construa um esquema com as possibilidades de transfusão de sangue que tipo sanguíneo doa e recebe de quem 2 Prática 2 testes de imunodiagnóstico Objetivo identificar como os testes de imunodiagnósticos funcionam Materiais lancetas testes Procedimento a Siga as instruções para a realização dos testes determinadas no manual Resultados 4 Represente através de um desenho os resultados obtidos 5 Copie do manual a explicação de qual princípio imunológico o teste se baseia Artrite Reumatóide Causas Consequências e Tratamento 1 Introdução A artrite reumatóide AR é uma doença inflamatória crônica sistêmica e autoimune que afeta principalmente as articulações sinoviais Caracterizase por um processo inflamatório persistente que pode levar à destruição articular progressiva e incapacidade funcional significativa quando não adequadamente tratada 2 Causas Fatores Genéticos A predisposição genética desempenha papel fundamental no desenvolvimento da AR Existe uma forte associação com determinados alelos do sistema HLA Human Leukocyte Antigen particularmente o HLADR4 e HLADR1 que conferem maior suscetibilidade à doença Fatores Ambientais Diversos fatores ambientais podem desencadear a doença em indivíduos geneticamente predispostos Infecções Alguns agentes infecciosos podem atuar como gatilhos para o processo autoimune Tabagismo Constitui um importante fator de risco especialmente em pacientes com predisposição genética Fatores hormonais A predominância feminina sugere influência hormonal no desenvolvimento da doença Mecanismo Fisiopatológico A AR resulta de uma resposta imune anormal na qual o sistema imunológico ataca tecidos próprios especialmente a membrana sinovial Esse processo envolve a ativação de linfócitos T produção de citocinas inflamatórias e formação de complexos imunes que perpetuam a inflamação articular 3 Consequências Manifestações Articulares Sinovite Inflamação da membrana sinovial com dor edema e rigidez articular Destruição articular Erosão óssea e cartilaginosa progressiva Deformidades Desenvolvimento de deformidades características como desvio ulnar dos dedos Limitação funcional Redução da amplitude de movimento e capacidade funcional Manifestações Extraarticulares A AR pode afetar múltiplos sistemas orgânicos Cardiovascular Aumento do risco de doenças cardiovasculares Pulmonar Fibrose pulmonar pleurite e nódulos pulmonares Ocular Síndrome do olho seco esclerite Cutânea Nódulos reumatóides subcutâneos Hematológica Anemia da doença crônica Impacto na Qualidade de Vida Redução significativa da capacidade laboral Limitações nas atividades da vida diária Impacto psicossocial e econômico considerável Aumento da mortalidade quando não tratada adequadamente 4 Tratamento Objetivos Terapêuticos O tratamento da AR visa Controlar a inflamação Preservar a função articular Prevenir a progressão da doença Melhorar a qualidade de vida Induzir remissão clínica Tratamento Farmacológico o Medicamentos Modificadores do Curso da Doença DMARDs Metotrexato Considerado padrãoouro primeira linha de tratamento Sulfasalazina Alternativa eficaz especialmente em casos iniciais Leflunomida Opção para pacientes que não toleram metotrexato Hidroxicloroquina Utilizada em casos leves ou em associação o Antiinflamatórios e Analgésicos AINEs Para controle sintomático da dor e inflamação Corticosteróides Uso criterioso para controle de surtos inflamatórios Analgésicos Para alívio da dor quando necessário o Terapias Biológicas Para casos refratários ao tratamento convencional AntiTNF Adalimumabe etanercepte infliximabe Outros alvos Rituximabe abatacepte tocilizumabe o Tratamento NãoFarmacológico Fisioterapia Manutenção da função articular e força muscular Terapia ocupacional Adaptação às limitações funcionais Exercícios Programa regular de atividade física adaptada Educação do paciente Compreensão da doença e adesão ao tratamento o Monitoramento e Seguimento Avaliação regular da atividade da doença Monitoramento de efeitos adversos dos medicamentos Ajuste terapêutico baseado na resposta clínica Prevenção de complicações 5 Prognóstico O prognóstico da AR melhorou significativamente com o diagnóstico precoce e o tratamento adequado A implementação de estratégias terapêuticas agressivas nas fases iniciais da doença janela de oportunidade pode resultar em remissão clínica e prevenção de danos articulares irreversíveis 6 Conclusão A artrite reumatóide é uma doença complexa que requer abordagem multidisciplinar e tratamento individualizado O diagnóstico precoce e o início imediato do tratamento com DMARDs são fundamentais para o controle da doença e preservação da função articular A colaboração entre reumatologistas outros profissionais de saúde e o paciente é essencial para alcançar os melhores resultados terapêuticos 7 REFERÊNCIAS BÉRTOLO Manoel Barros et al Atualização do consenso brasileiro no diagnóstico e tratamento da artrite reumatóide Revista Brasileira de Reumatologia v 47 p 151159 2007 GOELDNER Isabela et al Artrite reumatoide uma visão atual Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial v 47 p 495503 2011 LAURINDO Iêda Maria Magalhães et al Artrite reumatóide diagnóstico e tratamento Revista Brasileira de Reumatologia v 44 p 435442 2004 SILVA Raissa et al Artrite reumatoide RBM rev bras med p 55476 2003 UNIVERSIDADE DO OESTE DE SANTA CATARINA UNOESC VIDEIRA Componente Lesão Adaptação e Defesa Biológica Fase 3ª Data Professora Vanessa Wegner Agostini Estudantes ROTEIRO DA AULA PRÁTICA 1 Prática 01 tipagem sanguínea Objetivo reconhecer como é realizado um teste de tipagem sanguínea Materiais lâminas lancetas kit de tipagem Procedimento a Separe 2 lâminas b Fure o dedo com a agulha c Pinte duas gotas na primeira lâmina e uma gota na segunda lâmina d Na primeira gota de sangue pingue uma gota de AntiA e na segunda gota de sangue uma gota de antiB e Na segunda lâmina pingue uma gota de antiD f Aguarde alguns minutos para que ocorra a reação de aglutinação e faça a análise dos resultados Resultados 1 Represente através de desenhe o resultado obtido por cada colega Aluno 1 AntiA Aglutinação positiva AntiB Sem aglutinação AntiD Aglutinação positiva Resultado Tipo A Rh Aluno 2 AntiA Sem aglutinação AntiB Aglutinação positiva AntiD Sem aglutinação Resultado Tipo B Rh Aluno 3 AntiA Aglutinação positiva AntiB Aglutinação positiva AntiD Aglutinação positiva Resultado Tipo AB Rh Aluno 4 AntiA Sem aglutinação AntiB Sem aglutinação AntiD Sem aglutinação Resultado Tipo O Rh 2 Construa uma tabela relacionando os fenótipos encontrados com os seus respectivos genótipos e como eles se expressam aglutinogênio e aglutina Fenótipo Genótipo Possível Aglutinogênio Antígeno Aglutinina Anticorpo A Rh AA DD AA Dd AO DD AO Dd A D AntiB A Rh AA dd AO dd A AntiB AntiD B Rh BB DD BB Dd BO DD BO Dd B D AntiA B Rh BB dd BO dd B AntiA AntiD AB Rh AB DD AB Dd A B D Nenhuma AB Rh AB dd A B AntiD Fenótipo Genótipo Possível Aglutinogênio Antígeno Aglutinina Anticorpo O Rh OO DD OO Dd D AntiA AntiB O Rh OO dd Nenhum AntiA AntiB AntiD 3 Construa um esquema com as possibilidades de transfusão de sangue que tipo sanguíneo doa e recebe de quem DOADORES UNIVERSAIS O Rh Pode doar para todos os tipos sanguíneos O Rh Pode doar para todos os tipos Rh RECEPTORES UNIVERSAIS AB Rh Pode receber de todos os tipos sanguíneos AB Rh Pode receber de todos os tipos Rh COMPATIBILIDADE ESPECÍFICA Tipo A Recebe de A e O mesmo fator Rh Tipo B Recebe de B e O mesmo fator Rh Tipo AB Recebe de A B AB e O mesmo fator Rh Tipo O Recebe apenas de O mesmo fator Rh 2 Prática 2 testes de imunodiagnóstico Objetivo identificar como os testes de imunodiagnósticos funcionam Materiais lancetas testes Procedimento a Siga as instruções para a realização dos testes determinadas no manual Resultados 4 Represente através de um desenho os resultados obtidos Teste 1 Teste Rápido de Gravidez βhCG Linha de controle Presente Linha de teste Ausente Resultado Negativo Teste 2 Teste de Proteína C Reativa PCR Linha de controle Presente Linha de teste Presente fraca Resultado Positivo baixa concentração Teste 3 Teste de Troponina Linha de controle Presente Linha de teste Ausente Resultado Negativo Representação através de imagem 5 Copie do manual a explicação de qual princípio imunológico o teste se baseia Os testes de imunodiagnóstico utilizados baseiamse no princípio da imunocromatografia lateral que funciona através da 1 Reação AntígenoAnticorpo Utiliza anticorpos específicos marcados com partículas coloidais ouro coloidal ou látex colorido 2 Migração por Capilaridade A amostra migra através de uma membrana porosa por ação capilar 3 Captura Específica Os antígenos presentes na amostra se ligam aos anticorpos específicos marcados 4 Visualização A formação de complexos antígenoanticorpo é visualizada através de linhas coloridas 5 Controle de Qualidade Presença de linha de controle que valida o funcionamento do teste Vantagens dos Testes Rápidos Resultados em poucos minutos Não requerem equipamentos complexos Fácil interpretação Alta especificidade e sensibilidade Podem ser realizados no local de atendimento pointofcare