• Home
  • Chat IA
  • Recursos
  • Guru IA
  • Professores
Home
Recursos
Chat IA
Professores

·

Engenharia Civil ·

Mecânica dos Solos 2

Envie sua pergunta para a IA e receba a resposta na hora

Recomendado para você

Empuxo Ativo e Passivo em Muros de Contenção - Exercícios Resolvidos

1

Empuxo Ativo e Passivo em Muros de Contenção - Exercícios Resolvidos

Mecânica dos Solos 2

UFOP

P2 - Mecânica dos Solos 2 2022 1

2

P2 - Mecânica dos Solos 2 2022 1

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Prova-Mecanica-dos-Solos-II-Empuxo-Ativo-e-Passivo-Muros-de-Arrimo

2

Prova-Mecanica-dos-Solos-II-Empuxo-Ativo-e-Passivo-Muros-de-Arrimo

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Slide - Mecânica dos Solos 2 2022-2

65

Slide - Mecânica dos Solos 2 2022-2

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Exercicios Resolvidos Resistencia Nao Drenada e Cisalhamento Direto - Engenharia Civil

1

Exercicios Resolvidos Resistencia Nao Drenada e Cisalhamento Direto - Engenharia Civil

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Empuxo Lateral de Terra-Conceitos-Teorias e Aplicações

77

Empuxo Lateral de Terra-Conceitos-Teorias e Aplicações

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Anotacoes - Adensamento e Tencoes por Carregamentos em Superficie

1

Anotacoes - Adensamento e Tencoes por Carregamentos em Superficie

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Exercícios - Mecânica dos Solos 2 2021 2

1

Exercícios - Mecânica dos Solos 2 2021 2

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Prova P2 Mecanica dos Solos II UFOP - Ensaios Triaxiais e Cisalhamento

6

Prova P2 Mecanica dos Solos II UFOP - Ensaios Triaxiais e Cisalhamento

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Exercícios Resolvidos Mecanica dos Solos - Resistencia Liquefacao e Empuxo

1

Exercícios Resolvidos Mecanica dos Solos - Resistencia Liquefacao e Empuxo

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Texto de pré-visualização

Solução 125 250 200 150 kPa 100 5 7,5 15 22,5 (a) 0,75 crit. 0,88 0,96 RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO c 17 kPa φ = 33,6° 200 - 17 = 283 - σ3 275 - 0 275 φ' = 3 CAPÍTULO 5 Resistência das Argilas • Informações gerais • Ensaio CD • Ensaio CU • Ensaio UU • Resistência não drenada das argilas 4 CAPÍTULO 5 Resistência de Solos Diversos • Resistência dos solos cimentados • Resistência dos solos residuais • Resistência dos solos não saturados 5 RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Maioria dos Casos: condição drenada → parâmetros efetivos 𝑵𝒂 𝒓𝒖𝒑𝒕𝒖𝒓𝒂: 𝝈𝟏 = 𝝈′𝟏 = 𝝈𝟑 + d • Principais fatores influentes - Compacidade (CR) - Nível de Tensões (confinamento) - Tipologia das areias (granulometria e forma dos grãos) 6  Índice de Vazios  Ei Es  f  ’ • Influência da Compacidade RESISTÊNCIA DAS AREIAS 7 RESISTÊNCIA DAS AREIAS Figura anterior corrigida Areia Fofa Areia Densa 8 Ex.: Um ensaio triaxial CD realizado em uma areia com duas compacidades diferentes, sob tensão de confinamento de 400 kPa, forneceu o resultado abaixo. Determine: (i) o ângulo de atrito na ruptura; (ii) a parcela do atrito devida à dilatância da areia no estado denso Areia → c = c’ = 0 𝑵∅ = 𝒕𝒈𝟐 𝟒𝟓𝒐 + ∅′ 𝟐 eo = 0,605 eo = 0,834 950 kPa 550 kPa 1 2 9 Fonte: Sousa Pinto (2001) RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Índice de vazios crítico (ecrit) (-) e1 > e2 > e3 > e4 Fofo → Compacto Fofo Compacto (+) ecrit Fofo Compacto Estado Crítico 10 Ex.: Uma areia foi submetida a uma série de ensaios triaxiais drenados, com diferentes graus de compacidade. Os resultados na ruptura estão apresentados no quadro abaixo. Determine: (i) o índice de vazios crítico para esta areia e (ii) a tensão desviadora máxima estimada para este índice de vazios. σ1- σ3 (kPa) εl (%) εv (%) e 250 200 125 100 5,00 7,50 15,00 22,50 - 2,00 - 1,00 + 2,00 + 3,00 0,68 0,72 0,88 0,96 12 12 • Influência das tensões confinantes (geostáticas)  c e crit (ñ depende da areia) RESISTÊNCIA DAS AREIAS Fonte: Sousa Pinto (2001) e 13 RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Influência das tensões confinantes (geostáticas) Fonte: Casagrande (1936) Condições drenadas 14 14 RESISTÊNCIA DAS AREIAS - Ensaios CD - Areia Fofa (a, b, c) - Areia Compacta (d, e, f) - Parâmetros efetivos - c’ = 0 Fonte: Sousa Pinto (2001) • Nível de Confinamento Fofa (e > ecrit) Densa (e < ecrit) (-) (+) 15 Fatores Influentes (relações não necessariamente lineares) •  Angularidade dos grãos  ’ •  Graduação  ’ •  Idade  ’ RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Tipologia das Areias 16 RESISTÊNCIA DAS AREIAS ’ • Tipologia das Areias: valores de ’ 17 RESISTÊNCIA DAS AREIAS – Ensaio CU Condição Não Drenada: Tensões totais 17 Areia Fofa Areia Densa Fonte: Das (2007) 𝝈𝟏 − 𝝈𝟑 = 𝝈′𝟏 − 𝝈′𝟑 = ∆𝝈𝒅 18 • Perda súbita de resistência em função do acréscimo de poropressão positiva em areias finas e siltes inorgânicos saturados ou próximos à saturação, em estado contrátil, sob tensões de cisalhamento e condições não drenadas (Casagrande, 1936). 𝝉 = 𝝈′𝒗𝒕𝒈∅′ = 𝝈𝒗 − 𝒖𝒐 + 𝒖 𝒕𝒈∅′ = 𝟎 LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 19 • e < ecrit → dilatação (sem liquefação) (-u) • e > ecrit → compressão → liquefação, quando não há tempo para a dissipação do excesso de poropressão (u +) gerado por carregamento estático ou dinâmico ou elevação do nível d’agua. Se dá em deformações maiores que a resistência de pico (estado permanente de deformação) LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 20 20 Fonte: Castro e Poulos (1977) • Liquefação e tipos de carregamento LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES Ensaios não drenados 21 21 Liquefação dinâmica em areias - Terremoto Nigata - Japão (1964) LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 22 Liquefação dinâmica em areias - Terremoto Christchurch – Nova Zelândia (2011) LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 23 Liquefação estática em areias/siltes – Barragem B1 (Vale), Brumadinho 25/01/2019 LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 24 Barragem B1 – Brumadinho (Fonte: Pirete, 2010) 25 Barragem B1 – Brumadinho (Fonte: Pirete, 2010) 26 Barragem B1 – Brumadinho (Fonte: Pirete, 2010) 27 AREIAS NÃO SATURADAS • Efeito da Coesão Aparente por Sucção Matricial 1 = 80 kPa 3 = 0 kPa uw = -50 kPa ’1 = 130 kPa ’3 = 50 kPa d ruptura = 150 kPa c aparente = 40 kPa Tensões Efetivas Tensões Totais com círculo de Mohr de ruptura deslocado para 3 = 0 Fonte: Sousa Pinto (2001) Ruptura 𝑠𝑢𝑐çã𝑜 = 𝑢𝑎𝑟 − 𝑢𝑤 Sem Ruptura Ruptura 28 RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO • Ensaio CU • Amostra: Pedr. 5% ; Areia 38% ; Silte 40% e Argila 17% (ML-MH) ; • LL = 50%; LP = NP ; IP = NP POROPRESSÃO 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 0% 10% 20% 30% Deformação axial Acréscimo de Poropressão (kPa) 100 kPa 200 kPa 400 kPa +u 29 TENSÃO 0 100 200 300 400 500 600 700 0% 10% 20% 30% Deformação axial Tensão Desviadora (kPa) 100 kPa 200 kPa 400 kPa RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO 30 CP u d (kPa) 3 (kPa) 1 (kPa) ’3 (kPa) ’1 (kPa) ’1/’3 p’ (kPa) q , q’ (kPa) 1 34,24 100,0 300,5 65,76 266,29 4,05 166,27 100,25 2 87,06 200,0 502,44 112,94 415,38 3,68 264,16 151,22 3 190,45 400,0 981,56 209,55 791,11 3,78 500,33 290,78 • Envoltória de ruptura das tensões efetivas de pico c' = 17 kPa ’ = 33,6o  = 61,8o • Analiticamente Para ’ = 33,6o → c’ = 16,6 kPa RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO 32 32 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS Pontos importantes • Relação entre o histórico das tensões locais e c (3) do ensaio: RSA (OCR) • Dificuldade da simulação da drenabilidade de campo : CU < real < ’CD • Argilas sobreadensadas: para tensões menores que ’p há  da resistência devido à coesão aparente (expansão, sem absorção de água) 𝑂𝐶𝑅 = 𝜎′𝑝 𝜎𝑣𝑜′ 33 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS Adensamento de Areias x Argilas Areias – curvas independentes e baixo adensamento com  de carga Argilas – adensamento oedométrico Fonte: Sousa Pinto (2001) 34 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD Tensões confinantes > ’p 𝝈′𝒗𝟎 = 𝝈′𝒑 = 𝝈′𝟑 = 𝟑 Fonte: Sousa Pinto (2001) (+) d max p/a de 15 a 20% Argila NA 35 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD Tensões confinantes < ’p d max p/ a de 5 a 10% ’p = 3 Fonte: Sousa Pinto (2001) (-) 36 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD x CU Ensaio CD ∅𝑺𝒖 < ∅′ ’ ’ ’ Su > c’ Envoltória de TT Ensaio CU Envoltória de TE 37 37 Exercício: Argila NA – Ensaio CD (c = 0 → envoltória passa pela origem ) Dados: • ’vo = ’p = 3 = ’3 = c = 276 kPa • d = 276 kPa (ruptura) • ’1 = d + ’3 = 552 kPa Determinar: a) ’ b)  c) Tensões no plano de ruptura 𝒔𝒆𝒏∅′ = 𝝈′𝟏 − 𝝈′𝟑 𝝈′𝟏 + 𝝈′𝟑 = 𝟎, 𝟑𝟑𝟑 → ∅′ = 𝟏𝟗, 𝟒𝟓𝒐 (a) (b) 𝜽 = 𝟒𝟓 + ൗ ∅′ 𝟐 = 𝟒𝟓 + ൗ 𝟏𝟗, 𝟒𝟓 𝟐 = 𝟓𝟒, 𝟕𝒐 (c) ’54,7 o = 368,03 kPa 54,7 o = 130,12 kPa Fonte: Das (2007) 38 Exercício: Argila NA – Ensaio CD (c = 0 → envoltória passa pela origem ) Fonte: Das (2007) • ’vo = ’p = 3 = ’3 = c = 276 kPa 39 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD • Variação de ’ (> ’p) com IP : Fonte: Sousa Pinto (2001) Fonte: Das (2007)  IP ’ 40 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU Fonte: Sousa Pinto (2001) TT Acima de ’p → Normalização das tensões → tensões axiais e poropressões na ruptura são proporcionais às tensões confinantes Argila NA - Tensões confinantes  ’p 41 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU x CD - TT Efeito do excesso de poropressão (+u) Geração de excesso de poropressão (+u) em CU após o adensamento e d Fonte: Sousa Pinto (2001) (+u) (+) 𝝈′𝒅 = 𝝈𝒅 − ∆𝒖 𝝈′𝒅 = 𝝈𝒅 Argila NA - Tensões confinantes  ’p 42 Argilas SA RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU Fonte: Sousa Pinto (2001) (-) ’p = 3 Efeito da dilatação (-u) 43 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU x CD (TT) Efeito do excesso de poropressão negativa (-u) nas tensões totais (inversão de comportamento) (+) (-u) Fonte: Sousa Pinto (2001) (-) Argilas SA em tensões confinantes < ’p (baixas tensões confinantes) Dilatação (-u) 44 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU • Variação Āf x OCR (RSA) 45 45 CP σ1 (kPa) σ 3 (kPa) u (kPa) p (kPa) q (kPa) p’ (kPa) 1 260 100 80 180 80 100 2 440 200 120 320 120 200 3 620 300 160 460 160 300 d 28,6 kPa d' 40,0 kPa tan 0,29 tan' 0,40 c 29,9 kPa c' 43,6 kPa  16,9o ' 23,6o Af 0,5 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU p' ETE ETT p 46 46 • Solução: • ∅ = 𝒂𝒓𝒄𝒔𝒆𝒏 𝟎, 𝟐𝟗 = 𝟏𝟔, 𝟗𝒐 • ∅′ = 𝒂𝒓𝒄𝒔𝒆𝒏 𝟎, 𝟒𝟎 = 𝟐𝟑, 𝟔𝒐 • 𝐜 = 𝟐𝟖,𝟔 𝒄𝒐𝒔𝟏𝟔,𝟗 = 𝟐𝟗, 𝟗 𝒌𝑷𝒂 • 𝐜′ = 𝟒𝟎 𝒄𝒐𝒔𝟐𝟑,𝟔 = 𝟒𝟑, 𝟔 𝒌𝑷𝒂 • Ā𝒇 = ∆𝒖 𝟐∆𝒒 = 𝟏𝟔𝟎 𝟐𝒙𝟏𝟔𝟎 = 𝟎, 𝟓 (𝑪𝑷𝟑) 𝒔𝒆𝒏∅ = 𝒕𝒈𝜷 𝒄 = 𝒅 𝒄𝒐𝒔∅ 47 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • Carregamento rápido em argila: mobilização da resistência não drenada (Su) Aterro em argila mole Fonte: Sousa Pinto (2001) Mobilização das tensões normal e cisalhante na superfície de ruptura • Solo Saturado: (1) c uc (2) d ud 48 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • Redução das tensões efetivas em amostras indeformadas (desconfinamento) • Tensões Isotrópicas (tensões totais) 𝟖𝟎 + 𝟐 × 𝟔𝟐 /𝟑 = 𝟔𝟖𝒌𝑷𝒂 • Tensões Isotrópicas (tensões efetivas) 𝟓𝟎 + 𝟐 × 𝟑𝟐 /𝟑 = 𝟑𝟖𝒌𝑷𝒂 𝝈′𝒗 = 𝝈𝒗 − 𝒖 = 𝟎 − −𝟑𝟖 = 𝟑𝟖𝒌𝑷𝒂 Fonte: Sousa Pinto (2001) Descarregamento de 68 kPa na poropressão: u = 30-68 = -38 kPa 49 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • As tensões principais maiores e menores na ruptura (f) são: • Argilas e Siltes NA (B = 1 𝒆 𝑨 = 𝟏→ ∆𝝈 = ∆𝒖) em tensões isotrópicas e Sr = 100% : 𝜎′3 = 𝜎3 + ∆𝜎3 − ∆𝑢𝑐 + ∆𝑢𝑑𝑓 = 𝜎3 − ∆𝑢𝑑𝑓 ← (∆𝜎3 = ∆𝑢𝑐) 𝜎′𝑣 = 𝜎𝑣 + ∆𝑢 − 𝑢 + ∆𝑢 𝜎′1 = 𝜎3 + ∆𝜎3 + ∆𝜎𝑑𝑓 − ∆𝑢𝑐 + ∆𝑢𝑑𝑓 = 𝜎1 − ∆𝑢𝑑𝑓 • Solo anterior 𝜎3 = 100 𝑘𝑃𝑎 → ∆𝑢𝑐 = 100𝑘𝑃𝑎 → 𝑢 + ∆𝑢𝑐 = −38 + 100 = 62𝑘𝑃𝑎 → 𝜎′3 = 100 − 62 = 38𝑘𝑃𝑎 𝜎3 = 150 𝑘𝑃𝑎 → ∆𝑢𝑐 = 150𝑘𝑃𝑎 → 𝑢 + ∆𝑢𝑐 = −38 + 150 = 112𝑘𝑃𝑎 → 𝜎′3 = 150 − 112 = 38𝑘𝑃𝑎 c ou d → As tensões principais efetivas na ruptura são sempre as mesmas 𝜎1 − 𝜎3 = 𝜎′1 − 𝜎′3 50 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • Envoltória de ruptura de tensões totais (+u) 51 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS • Em princípio Su diminui devido à geração de +u, para depois aumentar devido ao adensamento (’v e) FontFonte: Sousa Pinto (2001) (+u) ’v  (+u) • Influência do tempo de solicitação 52 52 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS Pior condição durante o alteamento:  (+u) 53 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS Fonte: Sousa Pinto (2001) • Ensaio CU • Mais indicado para obtenção de Su = cu é o CU, pois imita o confinamento (’vo) 𝑹𝑹𝑵𝑨 = 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 • Razão de Resistência (RRNA) Confinamento 54 54 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 𝑺𝑨 = 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 𝑵𝑨 𝑶𝑪𝑹 𝟎,𝟖 Correlações gerais: • Ladd et al. (1977)  argilas levemente sobreadensadas (m  0,8) • Skempton (1957)  argilas NA 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 = 𝟎, 𝟏𝟏 + 𝟎, 𝟎𝟎𝟑𝟕𝑰𝑷(%) 𝑺𝒖 = 𝝈′𝒗𝒐(𝟎, 𝟏𝟏 + 𝟎, 𝟎𝟎𝟑𝟕𝑰𝑷%) 𝑺𝒖 = 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 𝑵𝑨 𝝈′𝒗𝒐 𝟎,𝟐 𝝈′𝒑 𝟎,𝟖 𝑺𝒖 = 𝑹𝑹𝑵𝑨 𝝈′𝒗𝒐 𝟎,𝟐 𝝈′𝒑 𝟎,𝟖 55 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS Fonte: Das (2007) • Jamiolkowiski et al. (1985) ; Ladd et al (1977) – Argilas Sobreadensadas 𝑺𝒖 = 𝟎, 𝟐𝟑𝝈′𝒗𝒐 𝑶𝑪𝑹 𝟎,𝟖 Correlações Gerais: 56 RESISTÊNCIA DE SOLOS CIMENTADOS • Tensão de Cedência: tensão suficiente para romper a cimentação entre os grãos (queda brusca no índice de vazios pela ruptura da cimentação) Fonte: Sousa Pinto (2001) 3: C > B > A Tensão de cedência (TC) C > TC (quebra do cimento no confinamento) A e B < TC 57 RESISTÊNCIA DE SOLOS RESIDUAIS • Característica geral: heterogeneidade e anisotropia herdadas da rocha parental, diminuindo a representatividade das amostras em ensaios de laboratório • Residual Jovem (Saprolito):  heterogeneidade  anisotropia • Residual Maduro (Solo Eluvial):  heterogeneidade  anisotropia  cimentação • Maior parte da resistência mobilizada é de solos não saturados devido ao NA profundo → compressão (’v) na superfície sem drenagem de água (compressão da fase gasosa) 58 Fonte: Futai (2002) RESISTÊNCIA DE SOLOS RESIDUAIS • Cimentação devido à laterização • Argilas menos plásticas 59 Fonte: Futai (2002) RESISTÊNCIA DE SOLOS RESIDUAIS 60 SUCÇÃO DE SOLOS NÃO SATURADOS 𝑠𝑢𝑐çã𝑜 = 𝑢𝑎𝑟 − 𝑢á𝑔𝑢𝑎 umidecimento Sr = 100% 61 RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • No início há compressão da fase gasosa: ’3  Su Fonte: Sousa Pinto (2001) • Ensaio UU ∆𝜎3 > ∆𝑢𝑐 Dissolução do ar na água Sr = 100% 3 ∆𝜎3 = ∆𝑢𝑐 Adensamento Saturação  = 0  > 0 62 Fonte: Sousa Pinto (2001) RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • Ensaio de Compressão Simples 3 = 0 𝑺𝒖 = ∆ 𝝈𝒅 𝒇 𝟐 perda da sucção e resistência Ruptura 63 RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • Ensaio CD  Sr  ’ 0 64 RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • Ensaio CU 3 > ’p u menor (compressão do ar) ETE

Envie sua pergunta para a IA e receba a resposta na hora

Recomendado para você

Empuxo Ativo e Passivo em Muros de Contenção - Exercícios Resolvidos

1

Empuxo Ativo e Passivo em Muros de Contenção - Exercícios Resolvidos

Mecânica dos Solos 2

UFOP

P2 - Mecânica dos Solos 2 2022 1

2

P2 - Mecânica dos Solos 2 2022 1

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Prova-Mecanica-dos-Solos-II-Empuxo-Ativo-e-Passivo-Muros-de-Arrimo

2

Prova-Mecanica-dos-Solos-II-Empuxo-Ativo-e-Passivo-Muros-de-Arrimo

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Slide - Mecânica dos Solos 2 2022-2

65

Slide - Mecânica dos Solos 2 2022-2

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Exercicios Resolvidos Resistencia Nao Drenada e Cisalhamento Direto - Engenharia Civil

1

Exercicios Resolvidos Resistencia Nao Drenada e Cisalhamento Direto - Engenharia Civil

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Empuxo Lateral de Terra-Conceitos-Teorias e Aplicações

77

Empuxo Lateral de Terra-Conceitos-Teorias e Aplicações

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Anotacoes - Adensamento e Tencoes por Carregamentos em Superficie

1

Anotacoes - Adensamento e Tencoes por Carregamentos em Superficie

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Exercícios - Mecânica dos Solos 2 2021 2

1

Exercícios - Mecânica dos Solos 2 2021 2

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Prova P2 Mecanica dos Solos II UFOP - Ensaios Triaxiais e Cisalhamento

6

Prova P2 Mecanica dos Solos II UFOP - Ensaios Triaxiais e Cisalhamento

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Exercícios Resolvidos Mecanica dos Solos - Resistencia Liquefacao e Empuxo

1

Exercícios Resolvidos Mecanica dos Solos - Resistencia Liquefacao e Empuxo

Mecânica dos Solos 2

UFOP

Texto de pré-visualização

Solução 125 250 200 150 kPa 100 5 7,5 15 22,5 (a) 0,75 crit. 0,88 0,96 RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO c 17 kPa φ = 33,6° 200 - 17 = 283 - σ3 275 - 0 275 φ' = 3 CAPÍTULO 5 Resistência das Argilas • Informações gerais • Ensaio CD • Ensaio CU • Ensaio UU • Resistência não drenada das argilas 4 CAPÍTULO 5 Resistência de Solos Diversos • Resistência dos solos cimentados • Resistência dos solos residuais • Resistência dos solos não saturados 5 RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Maioria dos Casos: condição drenada → parâmetros efetivos 𝑵𝒂 𝒓𝒖𝒑𝒕𝒖𝒓𝒂: 𝝈𝟏 = 𝝈′𝟏 = 𝝈𝟑 + d • Principais fatores influentes - Compacidade (CR) - Nível de Tensões (confinamento) - Tipologia das areias (granulometria e forma dos grãos) 6  Índice de Vazios  Ei Es  f  ’ • Influência da Compacidade RESISTÊNCIA DAS AREIAS 7 RESISTÊNCIA DAS AREIAS Figura anterior corrigida Areia Fofa Areia Densa 8 Ex.: Um ensaio triaxial CD realizado em uma areia com duas compacidades diferentes, sob tensão de confinamento de 400 kPa, forneceu o resultado abaixo. Determine: (i) o ângulo de atrito na ruptura; (ii) a parcela do atrito devida à dilatância da areia no estado denso Areia → c = c’ = 0 𝑵∅ = 𝒕𝒈𝟐 𝟒𝟓𝒐 + ∅′ 𝟐 eo = 0,605 eo = 0,834 950 kPa 550 kPa 1 2 9 Fonte: Sousa Pinto (2001) RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Índice de vazios crítico (ecrit) (-) e1 > e2 > e3 > e4 Fofo → Compacto Fofo Compacto (+) ecrit Fofo Compacto Estado Crítico 10 Ex.: Uma areia foi submetida a uma série de ensaios triaxiais drenados, com diferentes graus de compacidade. Os resultados na ruptura estão apresentados no quadro abaixo. Determine: (i) o índice de vazios crítico para esta areia e (ii) a tensão desviadora máxima estimada para este índice de vazios. σ1- σ3 (kPa) εl (%) εv (%) e 250 200 125 100 5,00 7,50 15,00 22,50 - 2,00 - 1,00 + 2,00 + 3,00 0,68 0,72 0,88 0,96 12 12 • Influência das tensões confinantes (geostáticas)  c e crit (ñ depende da areia) RESISTÊNCIA DAS AREIAS Fonte: Sousa Pinto (2001) e 13 RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Influência das tensões confinantes (geostáticas) Fonte: Casagrande (1936) Condições drenadas 14 14 RESISTÊNCIA DAS AREIAS - Ensaios CD - Areia Fofa (a, b, c) - Areia Compacta (d, e, f) - Parâmetros efetivos - c’ = 0 Fonte: Sousa Pinto (2001) • Nível de Confinamento Fofa (e > ecrit) Densa (e < ecrit) (-) (+) 15 Fatores Influentes (relações não necessariamente lineares) •  Angularidade dos grãos  ’ •  Graduação  ’ •  Idade  ’ RESISTÊNCIA DAS AREIAS • Tipologia das Areias 16 RESISTÊNCIA DAS AREIAS ’ • Tipologia das Areias: valores de ’ 17 RESISTÊNCIA DAS AREIAS – Ensaio CU Condição Não Drenada: Tensões totais 17 Areia Fofa Areia Densa Fonte: Das (2007) 𝝈𝟏 − 𝝈𝟑 = 𝝈′𝟏 − 𝝈′𝟑 = ∆𝝈𝒅 18 • Perda súbita de resistência em função do acréscimo de poropressão positiva em areias finas e siltes inorgânicos saturados ou próximos à saturação, em estado contrátil, sob tensões de cisalhamento e condições não drenadas (Casagrande, 1936). 𝝉 = 𝝈′𝒗𝒕𝒈∅′ = 𝝈𝒗 − 𝒖𝒐 + 𝒖 𝒕𝒈∅′ = 𝟎 LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 19 • e < ecrit → dilatação (sem liquefação) (-u) • e > ecrit → compressão → liquefação, quando não há tempo para a dissipação do excesso de poropressão (u +) gerado por carregamento estático ou dinâmico ou elevação do nível d’agua. Se dá em deformações maiores que a resistência de pico (estado permanente de deformação) LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 20 20 Fonte: Castro e Poulos (1977) • Liquefação e tipos de carregamento LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES Ensaios não drenados 21 21 Liquefação dinâmica em areias - Terremoto Nigata - Japão (1964) LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 22 Liquefação dinâmica em areias - Terremoto Christchurch – Nova Zelândia (2011) LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 23 Liquefação estática em areias/siltes – Barragem B1 (Vale), Brumadinho 25/01/2019 LIQUEFAÇÃO DAS AREIAS FINAS E SILTES 24 Barragem B1 – Brumadinho (Fonte: Pirete, 2010) 25 Barragem B1 – Brumadinho (Fonte: Pirete, 2010) 26 Barragem B1 – Brumadinho (Fonte: Pirete, 2010) 27 AREIAS NÃO SATURADAS • Efeito da Coesão Aparente por Sucção Matricial 1 = 80 kPa 3 = 0 kPa uw = -50 kPa ’1 = 130 kPa ’3 = 50 kPa d ruptura = 150 kPa c aparente = 40 kPa Tensões Efetivas Tensões Totais com círculo de Mohr de ruptura deslocado para 3 = 0 Fonte: Sousa Pinto (2001) Ruptura 𝑠𝑢𝑐çã𝑜 = 𝑢𝑎𝑟 − 𝑢𝑤 Sem Ruptura Ruptura 28 RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO • Ensaio CU • Amostra: Pedr. 5% ; Areia 38% ; Silte 40% e Argila 17% (ML-MH) ; • LL = 50%; LP = NP ; IP = NP POROPRESSÃO 0,0 50,0 100,0 150,0 200,0 250,0 0% 10% 20% 30% Deformação axial Acréscimo de Poropressão (kPa) 100 kPa 200 kPa 400 kPa +u 29 TENSÃO 0 100 200 300 400 500 600 700 0% 10% 20% 30% Deformação axial Tensão Desviadora (kPa) 100 kPa 200 kPa 400 kPa RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO 30 CP u d (kPa) 3 (kPa) 1 (kPa) ’3 (kPa) ’1 (kPa) ’1/’3 p’ (kPa) q , q’ (kPa) 1 34,24 100,0 300,5 65,76 266,29 4,05 166,27 100,25 2 87,06 200,0 502,44 112,94 415,38 3,68 264,16 151,22 3 190,45 400,0 981,56 209,55 791,11 3,78 500,33 290,78 • Envoltória de ruptura das tensões efetivas de pico c' = 17 kPa ’ = 33,6o  = 61,8o • Analiticamente Para ’ = 33,6o → c’ = 16,6 kPa RESISTÊNCIA DE SOLO SILTO-ARENOSO 32 32 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS Pontos importantes • Relação entre o histórico das tensões locais e c (3) do ensaio: RSA (OCR) • Dificuldade da simulação da drenabilidade de campo : CU < real < ’CD • Argilas sobreadensadas: para tensões menores que ’p há  da resistência devido à coesão aparente (expansão, sem absorção de água) 𝑂𝐶𝑅 = 𝜎′𝑝 𝜎𝑣𝑜′ 33 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS Adensamento de Areias x Argilas Areias – curvas independentes e baixo adensamento com  de carga Argilas – adensamento oedométrico Fonte: Sousa Pinto (2001) 34 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD Tensões confinantes > ’p 𝝈′𝒗𝟎 = 𝝈′𝒑 = 𝝈′𝟑 = 𝟑 Fonte: Sousa Pinto (2001) (+) d max p/a de 15 a 20% Argila NA 35 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD Tensões confinantes < ’p d max p/ a de 5 a 10% ’p = 3 Fonte: Sousa Pinto (2001) (-) 36 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD x CU Ensaio CD ∅𝑺𝒖 < ∅′ ’ ’ ’ Su > c’ Envoltória de TT Ensaio CU Envoltória de TE 37 37 Exercício: Argila NA – Ensaio CD (c = 0 → envoltória passa pela origem ) Dados: • ’vo = ’p = 3 = ’3 = c = 276 kPa • d = 276 kPa (ruptura) • ’1 = d + ’3 = 552 kPa Determinar: a) ’ b)  c) Tensões no plano de ruptura 𝒔𝒆𝒏∅′ = 𝝈′𝟏 − 𝝈′𝟑 𝝈′𝟏 + 𝝈′𝟑 = 𝟎, 𝟑𝟑𝟑 → ∅′ = 𝟏𝟗, 𝟒𝟓𝒐 (a) (b) 𝜽 = 𝟒𝟓 + ൗ ∅′ 𝟐 = 𝟒𝟓 + ൗ 𝟏𝟗, 𝟒𝟓 𝟐 = 𝟓𝟒, 𝟕𝒐 (c) ’54,7 o = 368,03 kPa 54,7 o = 130,12 kPa Fonte: Das (2007) 38 Exercício: Argila NA – Ensaio CD (c = 0 → envoltória passa pela origem ) Fonte: Das (2007) • ’vo = ’p = 3 = ’3 = c = 276 kPa 39 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CD • Variação de ’ (> ’p) com IP : Fonte: Sousa Pinto (2001) Fonte: Das (2007)  IP ’ 40 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU Fonte: Sousa Pinto (2001) TT Acima de ’p → Normalização das tensões → tensões axiais e poropressões na ruptura são proporcionais às tensões confinantes Argila NA - Tensões confinantes  ’p 41 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU x CD - TT Efeito do excesso de poropressão (+u) Geração de excesso de poropressão (+u) em CU após o adensamento e d Fonte: Sousa Pinto (2001) (+u) (+) 𝝈′𝒅 = 𝝈𝒅 − ∆𝒖 𝝈′𝒅 = 𝝈𝒅 Argila NA - Tensões confinantes  ’p 42 Argilas SA RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU Fonte: Sousa Pinto (2001) (-) ’p = 3 Efeito da dilatação (-u) 43 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU x CD (TT) Efeito do excesso de poropressão negativa (-u) nas tensões totais (inversão de comportamento) (+) (-u) Fonte: Sousa Pinto (2001) (-) Argilas SA em tensões confinantes < ’p (baixas tensões confinantes) Dilatação (-u) 44 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU • Variação Āf x OCR (RSA) 45 45 CP σ1 (kPa) σ 3 (kPa) u (kPa) p (kPa) q (kPa) p’ (kPa) 1 260 100 80 180 80 100 2 440 200 120 320 120 200 3 620 300 160 460 160 300 d 28,6 kPa d' 40,0 kPa tan 0,29 tan' 0,40 c 29,9 kPa c' 43,6 kPa  16,9o ' 23,6o Af 0,5 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO CU p' ETE ETT p 46 46 • Solução: • ∅ = 𝒂𝒓𝒄𝒔𝒆𝒏 𝟎, 𝟐𝟗 = 𝟏𝟔, 𝟗𝒐 • ∅′ = 𝒂𝒓𝒄𝒔𝒆𝒏 𝟎, 𝟒𝟎 = 𝟐𝟑, 𝟔𝒐 • 𝐜 = 𝟐𝟖,𝟔 𝒄𝒐𝒔𝟏𝟔,𝟗 = 𝟐𝟗, 𝟗 𝒌𝑷𝒂 • 𝐜′ = 𝟒𝟎 𝒄𝒐𝒔𝟐𝟑,𝟔 = 𝟒𝟑, 𝟔 𝒌𝑷𝒂 • Ā𝒇 = ∆𝒖 𝟐∆𝒒 = 𝟏𝟔𝟎 𝟐𝒙𝟏𝟔𝟎 = 𝟎, 𝟓 (𝑪𝑷𝟑) 𝒔𝒆𝒏∅ = 𝒕𝒈𝜷 𝒄 = 𝒅 𝒄𝒐𝒔∅ 47 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • Carregamento rápido em argila: mobilização da resistência não drenada (Su) Aterro em argila mole Fonte: Sousa Pinto (2001) Mobilização das tensões normal e cisalhante na superfície de ruptura • Solo Saturado: (1) c uc (2) d ud 48 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • Redução das tensões efetivas em amostras indeformadas (desconfinamento) • Tensões Isotrópicas (tensões totais) 𝟖𝟎 + 𝟐 × 𝟔𝟐 /𝟑 = 𝟔𝟖𝒌𝑷𝒂 • Tensões Isotrópicas (tensões efetivas) 𝟓𝟎 + 𝟐 × 𝟑𝟐 /𝟑 = 𝟑𝟖𝒌𝑷𝒂 𝝈′𝒗 = 𝝈𝒗 − 𝒖 = 𝟎 − −𝟑𝟖 = 𝟑𝟖𝒌𝑷𝒂 Fonte: Sousa Pinto (2001) Descarregamento de 68 kPa na poropressão: u = 30-68 = -38 kPa 49 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • As tensões principais maiores e menores na ruptura (f) são: • Argilas e Siltes NA (B = 1 𝒆 𝑨 = 𝟏→ ∆𝝈 = ∆𝒖) em tensões isotrópicas e Sr = 100% : 𝜎′3 = 𝜎3 + ∆𝜎3 − ∆𝑢𝑐 + ∆𝑢𝑑𝑓 = 𝜎3 − ∆𝑢𝑑𝑓 ← (∆𝜎3 = ∆𝑢𝑐) 𝜎′𝑣 = 𝜎𝑣 + ∆𝑢 − 𝑢 + ∆𝑢 𝜎′1 = 𝜎3 + ∆𝜎3 + ∆𝜎𝑑𝑓 − ∆𝑢𝑐 + ∆𝑢𝑑𝑓 = 𝜎1 − ∆𝑢𝑑𝑓 • Solo anterior 𝜎3 = 100 𝑘𝑃𝑎 → ∆𝑢𝑐 = 100𝑘𝑃𝑎 → 𝑢 + ∆𝑢𝑐 = −38 + 100 = 62𝑘𝑃𝑎 → 𝜎′3 = 100 − 62 = 38𝑘𝑃𝑎 𝜎3 = 150 𝑘𝑃𝑎 → ∆𝑢𝑐 = 150𝑘𝑃𝑎 → 𝑢 + ∆𝑢𝑐 = −38 + 150 = 112𝑘𝑃𝑎 → 𝜎′3 = 150 − 112 = 38𝑘𝑃𝑎 c ou d → As tensões principais efetivas na ruptura são sempre as mesmas 𝜎1 − 𝜎3 = 𝜎′1 − 𝜎′3 50 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS: ENSAIO UU • Envoltória de ruptura de tensões totais (+u) 51 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS • Em princípio Su diminui devido à geração de +u, para depois aumentar devido ao adensamento (’v e) FontFonte: Sousa Pinto (2001) (+u) ’v  (+u) • Influência do tempo de solicitação 52 52 RESISTÊNCIA DAS ARGILAS Pior condição durante o alteamento:  (+u) 53 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS Fonte: Sousa Pinto (2001) • Ensaio CU • Mais indicado para obtenção de Su = cu é o CU, pois imita o confinamento (’vo) 𝑹𝑹𝑵𝑨 = 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 • Razão de Resistência (RRNA) Confinamento 54 54 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 𝑺𝑨 = 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 𝑵𝑨 𝑶𝑪𝑹 𝟎,𝟖 Correlações gerais: • Ladd et al. (1977)  argilas levemente sobreadensadas (m  0,8) • Skempton (1957)  argilas NA 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 = 𝟎, 𝟏𝟏 + 𝟎, 𝟎𝟎𝟑𝟕𝑰𝑷(%) 𝑺𝒖 = 𝝈′𝒗𝒐(𝟎, 𝟏𝟏 + 𝟎, 𝟎𝟎𝟑𝟕𝑰𝑷%) 𝑺𝒖 = 𝑺𝒖 𝝈′𝒗𝒐 𝑵𝑨 𝝈′𝒗𝒐 𝟎,𝟐 𝝈′𝒑 𝟎,𝟖 𝑺𝒖 = 𝑹𝑹𝑵𝑨 𝝈′𝒗𝒐 𝟎,𝟐 𝝈′𝒑 𝟎,𝟖 55 RESISTÊNCIA NÃO DRENADA DAS ARGILAS Fonte: Das (2007) • Jamiolkowiski et al. (1985) ; Ladd et al (1977) – Argilas Sobreadensadas 𝑺𝒖 = 𝟎, 𝟐𝟑𝝈′𝒗𝒐 𝑶𝑪𝑹 𝟎,𝟖 Correlações Gerais: 56 RESISTÊNCIA DE SOLOS CIMENTADOS • Tensão de Cedência: tensão suficiente para romper a cimentação entre os grãos (queda brusca no índice de vazios pela ruptura da cimentação) Fonte: Sousa Pinto (2001) 3: C > B > A Tensão de cedência (TC) C > TC (quebra do cimento no confinamento) A e B < TC 57 RESISTÊNCIA DE SOLOS RESIDUAIS • Característica geral: heterogeneidade e anisotropia herdadas da rocha parental, diminuindo a representatividade das amostras em ensaios de laboratório • Residual Jovem (Saprolito):  heterogeneidade  anisotropia • Residual Maduro (Solo Eluvial):  heterogeneidade  anisotropia  cimentação • Maior parte da resistência mobilizada é de solos não saturados devido ao NA profundo → compressão (’v) na superfície sem drenagem de água (compressão da fase gasosa) 58 Fonte: Futai (2002) RESISTÊNCIA DE SOLOS RESIDUAIS • Cimentação devido à laterização • Argilas menos plásticas 59 Fonte: Futai (2002) RESISTÊNCIA DE SOLOS RESIDUAIS 60 SUCÇÃO DE SOLOS NÃO SATURADOS 𝑠𝑢𝑐çã𝑜 = 𝑢𝑎𝑟 − 𝑢á𝑔𝑢𝑎 umidecimento Sr = 100% 61 RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • No início há compressão da fase gasosa: ’3  Su Fonte: Sousa Pinto (2001) • Ensaio UU ∆𝜎3 > ∆𝑢𝑐 Dissolução do ar na água Sr = 100% 3 ∆𝜎3 = ∆𝑢𝑐 Adensamento Saturação  = 0  > 0 62 Fonte: Sousa Pinto (2001) RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • Ensaio de Compressão Simples 3 = 0 𝑺𝒖 = ∆ 𝝈𝒅 𝒇 𝟐 perda da sucção e resistência Ruptura 63 RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • Ensaio CD  Sr  ’ 0 64 RESISTÊNCIA DE SOLOS NÃO SATURADOS • Ensaio CU 3 > ’p u menor (compressão do ar) ETE

Sua Nova Sala de Aula

Sua Nova Sala de Aula

Empresa

Contato Blog

Legal

Termos de uso Política de privacidade Política de cookies Código de honra

Baixe o app

4,8
(35.000 avaliações)
© 2026 Meu Guru® • 42.269.770/0001-84