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Texto de pré-visualização
Fazer a estrutura externa da sua cápsula juntando a parte traseira de duas garrafas pet transparentes e de no máximo 1 litro Na parte interna 1ª folha nome da obra e justificativa do nome Contexto histórico Personagens principais e suas características biografia resumida do autor da obra 2ª folha a história do livro no passado resumo da história com suas palavras 3ª folha a história do livro NO PRESENTE 4ª folha a história do livro NO FUTURO 5ª folha CONCLUSÃO Análise crítica Utilizar uma folha de cada cor No final enrolar uma a uma e colocar dentro da sua cápsula que deverá estar etiquetada por fora com nome número e série VOCÊ PODE DECORAR A SUA CÁPSULA E SUAS FOLHAS DA MANEIRA QUE VOCÊ QUISER Seja criativo ATENÇÃO Se tiver cópia de resumo da internet será O livro Quarto de despejo diário de uma favelada escrito por Carolina Maria de Jesus tem esse título pois segundo a autora justifica que quando foram demolir as habitações coletivas para construir edifícios os pobres foram despejados para morar debaixo da ponte portanto para ela a favela é o quarto de despejo O livro foi escrito na década de 50 com o surgimento da primeira grande favela De São Paulo Canindé O diário tem como personagens principais Carolina uma sobrevivente que tinha o sonho de ter um livro publicado catadora de papel e metais mãe solteira de três filhos A Vera Eunice Garotinho de 2 anos que já tinha um desejo de sair da favela o João José de 6 anos a quem prometia um futuro para a mãe e o José Carlos o filho mais velho de 9 anos Carolina Maria de Jesus nasceu por volta de 1914 e faleceu em 13021977 nascida em Sacramento Minas Gerais migrouse para São Paulo onde foi empregada doméstica e logo depois passou a ser catadora e moradora da favela do Canindé Logo após o reconhecimento por Audálio Dantas passou a ser conhecida publicamente e foi morar num sítio Logo depois publicou outras obras e assim como muitas escritoras mulheres e negras foi levada ao ostracismo Resumo O livro quarto de despejo diário de uma favelada será escrito por Maria Carolina de Jesus onde retratará a sobrevivência dos moradores da favela do Canindé com a exclusão e a precariedade Mãe de três filhos Vera Eunice João José e José Carlos por quem terá força mesmo diante as situações para continuar Em forma de diário Carolina em 15071955 iniciará com o relato do aniversário de Vera Eunice a filha mais nova e a quem assim como os outros filhos tentará agradar dentro das suas possibilidades Logo no início a autora apresentará a realidade com um soco no estômago do leitor com sua luta diária para comprar o básico já que os sonhos são impossíveis Carolina será catadora de papel e metal ou que possa gerar lucro assim como também será costume catar aquilo que iria servir de alimento para si e para os seus filhos Ser catadora será sua principal fonte de renda o que acreditará ser o seu destino que como a mesma dirá veio ao mundo para Catar só não cata a felicidade E é a partir desses relatos como catadora que contará uma boa parte da história do seu livro assim como a convivência entre as pessoas que viverá na favela que para ela será um ambiente sem empatia e não é um local onde deseja morar A autora também abordará como é ser mãe solteira na favela e toda a sua atribulações com as críticas sobre ela sobre seus filhos assim como o questionamento sobre a criação que oferece a eles Entre esses discursos Carolina será uma mulher de consciência sobre o racismo com a diferença de classe sobre a invisibilidade social e as questões políticas da época pois mesmo levado a condições sobre a pobreza Carolina será bastante crítica a política da época em que em várias passagens do livro esse tema será discutido Entretanto apesar que esses temas será frequentemente discutido na obra a fome tem o destaque principal que para a autora dirá que tem a cor amarela A fome para Carolina será combustível para a escrita do seu diário pois é um escape quando seu estômago dói de fome ou quando não tem nada para oferecer aos filhos no dia seguinte A fome será recorrente em todos os dias em que ela escrevia o seu diário e é a partir da fome que o livro terá essa sensibilidade Mas a fome não afetará suas esperanças de um dia publicar seu diário Carolina apesar das mazelas será esperançosa tanto que passa isso para os seus filhos Quarto de despejo será um diário realista que é escrito por alguém que conhece a fome de perto as diferenças entre classe e raça assim como a precariedade da vida na favela que escrito em 1955 será um tema atual Resumo O livro quarto de despejo diário de uma favelada escrito por Maria Carolina de Jesus retrata a sobrevivência dos moradores da favela do Canindé com a exclusão e a precariedade Mãe de três filhos Vera Eunice João José e José Carlos por quem tem força mesmo diante as situações para continuar Em forma de diário Carolina em 15071955 inicia com o relato do aniversário de Vera Eunice a filha mais nova e a quem assim como os outros filhos tenta agradar dentro das suas possibilidades Logo no início a autora apresenta a realidade com um soco no estômago do leitor com sua luta diária para comprar o básico já que os sonhos são impossíveis Carolina é catadora de papel e metal ou que possa gerar lucro assim como também costuma catar aquilo que iria servir de alimento para si e para os seus filhos Ser catadora é sua principal fonte de renda o que acreditava ser o seu destino que como a mesma diz veio ao mundo para Catar só não cata a felicidade E a partir desses relatos como catadora aborda uma boa parte da história do seu livro assim como a convivência entre as pessoas que vivem na favela que para ela é um ambiente sem empatia e não é um local onde deseja morar A autora também aborda como é ser mãe solteira na favela e toda a sua atribulação com as críticas sobre ela sobre seus filhos assim como o questionamento sobre a criação que oferece a eles Entre esses discursos Carolina é uma mulher de consciência sobre o racismo as diferenças de classe sobre a invisibilidade social e as questões políticas da época pois mesmo levado a condições sobre a pobreza Carolina é bastante crítica a política da época em que em várias passagens do livro esse tema é discutido Entretanto apesar desses temas ser frequentemente discutido na obra a fome tem o destaque principal que para a autora diz ter a cor amarela A fome para Carolina é combustível para a escrita do seu diário pois é um escape quando seu estômago dói de fome ou quando não tem nada para oferecer aos filhos no dia seguinte A fome é recorrente em todos os dias em que ela escrevia o seu diário e é a partir da fome que o livro tem uma sensibilidade Mas a fome não afeta suas esperanças de um dia publicar seu diário Carolina apesar das mazelas é esperançosa tanto que passa isso para os seus filhos Quarto de despejo é um diário realista que é escrito por alguém que conhece a fome de perto as diferenças entre classe e raça assim como a precariedade da vida na favela que escrito em 1955 ainda é um tema atual Resumo O livro quarto de despejo diário de uma favelada escrito por Maria Carolina de Jesus retratou a sobrevivência dos moradores da favela do Canindé com a exclusão e a precariedade Mãe de três filhos Vera Eunice João José e José Carlos por quem teve força mesmo diante as situações para continuar Em forma de diário Carolina em 15071955 iniciou com o relato do aniversário de Vera Eunice a filha mais nova e a quem assim como os outros filhos tentou agradar dentro das suas possibilidades Logo no início a autora apresentou a realidade com um soco no estômago do leitor com sua luta diária para comprar o básico já que os sonhos são impossíveis Carolina foi catadora de papel e metal ou que pudesse gerar lucro assim como também costumou catar aquilo que iria servir de alimento para si e para os seus filhos Ser catadora foi sua principal fonte de renda o que acreditou ser o seu destino que como a mesma disse veio ao mundo para Catar só não cata a felicidade E a partir desses relatos como catadora abordou uma boa parte da história do seu livro assim como a convivência entre as pessoas que vivem na favela que para ela foi um ambiente sem empatia e não foi um local onde deseja morar A autora também abordou como é ser mãe solteira na favela e toda a sua atribulação com as críticas sobre ela sobre seus filhos assim como o questionamento sobre a criação que ofereceu a eles Entre esses discursos Carolina foi uma mulher de consciência sobre o racismo as diferenças de classe sobre a invisibilidade social e as questões políticas da época pois mesmo levada a condições sobre a pobreza Carolina era bastante crítica a política da época em que em várias passagens do livro esse tema foi discutido Entretanto apesar que esses temas foram frequentemente discutido na obra a fome teve o destaque principal que para a autora diz ter a cor amarela A fome para Carolina foi combustível para a escrita do seu diário pois é um escape quando seu estômago dói de fome ou quando não tem nada para oferecer aos filhos no dia seguinte A fome foi recorrente em todos os dias em que ela escrevia o seu diário e foi a partir da fome que o livro teve uma sensibilidade Mas a fome não afetou suas esperanças de um dia publicar seu diário Carolina apesar das mazelas é esperançosa tanto que passou isso para os seus filhos Quarto de despejo foi um diário realista que foi escrito por alguém que conheceu a fome de perto as diferenças entre classe e raça assim como a precariedade da vida na favela que escrito em 1955 ainda foi um tema atual
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Fazer a estrutura externa da sua cápsula juntando a parte traseira de duas garrafas pet transparentes e de no máximo 1 litro Na parte interna 1ª folha nome da obra e justificativa do nome Contexto histórico Personagens principais e suas características biografia resumida do autor da obra 2ª folha a história do livro no passado resumo da história com suas palavras 3ª folha a história do livro NO PRESENTE 4ª folha a história do livro NO FUTURO 5ª folha CONCLUSÃO Análise crítica Utilizar uma folha de cada cor No final enrolar uma a uma e colocar dentro da sua cápsula que deverá estar etiquetada por fora com nome número e série VOCÊ PODE DECORAR A SUA CÁPSULA E SUAS FOLHAS DA MANEIRA QUE VOCÊ QUISER Seja criativo ATENÇÃO Se tiver cópia de resumo da internet será O livro Quarto de despejo diário de uma favelada escrito por Carolina Maria de Jesus tem esse título pois segundo a autora justifica que quando foram demolir as habitações coletivas para construir edifícios os pobres foram despejados para morar debaixo da ponte portanto para ela a favela é o quarto de despejo O livro foi escrito na década de 50 com o surgimento da primeira grande favela De São Paulo Canindé O diário tem como personagens principais Carolina uma sobrevivente que tinha o sonho de ter um livro publicado catadora de papel e metais mãe solteira de três filhos A Vera Eunice Garotinho de 2 anos que já tinha um desejo de sair da favela o João José de 6 anos a quem prometia um futuro para a mãe e o José Carlos o filho mais velho de 9 anos Carolina Maria de Jesus nasceu por volta de 1914 e faleceu em 13021977 nascida em Sacramento Minas Gerais migrouse para São Paulo onde foi empregada doméstica e logo depois passou a ser catadora e moradora da favela do Canindé Logo após o reconhecimento por Audálio Dantas passou a ser conhecida publicamente e foi morar num sítio Logo depois publicou outras obras e assim como muitas escritoras mulheres e negras foi levada ao ostracismo Resumo O livro quarto de despejo diário de uma favelada será escrito por Maria Carolina de Jesus onde retratará a sobrevivência dos moradores da favela do Canindé com a exclusão e a precariedade Mãe de três filhos Vera Eunice João José e José Carlos por quem terá força mesmo diante as situações para continuar Em forma de diário Carolina em 15071955 iniciará com o relato do aniversário de Vera Eunice a filha mais nova e a quem assim como os outros filhos tentará agradar dentro das suas possibilidades Logo no início a autora apresentará a realidade com um soco no estômago do leitor com sua luta diária para comprar o básico já que os sonhos são impossíveis Carolina será catadora de papel e metal ou que possa gerar lucro assim como também será costume catar aquilo que iria servir de alimento para si e para os seus filhos Ser catadora será sua principal fonte de renda o que acreditará ser o seu destino que como a mesma dirá veio ao mundo para Catar só não cata a felicidade E é a partir desses relatos como catadora que contará uma boa parte da história do seu livro assim como a convivência entre as pessoas que viverá na favela que para ela será um ambiente sem empatia e não é um local onde deseja morar A autora também abordará como é ser mãe solteira na favela e toda a sua atribulações com as críticas sobre ela sobre seus filhos assim como o questionamento sobre a criação que oferece a eles Entre esses discursos Carolina será uma mulher de consciência sobre o racismo com a diferença de classe sobre a invisibilidade social e as questões políticas da época pois mesmo levado a condições sobre a pobreza Carolina será bastante crítica a política da época em que em várias passagens do livro esse tema será discutido Entretanto apesar que esses temas será frequentemente discutido na obra a fome tem o destaque principal que para a autora dirá que tem a cor amarela A fome para Carolina será combustível para a escrita do seu diário pois é um escape quando seu estômago dói de fome ou quando não tem nada para oferecer aos filhos no dia seguinte A fome será recorrente em todos os dias em que ela escrevia o seu diário e é a partir da fome que o livro terá essa sensibilidade Mas a fome não afetará suas esperanças de um dia publicar seu diário Carolina apesar das mazelas será esperançosa tanto que passa isso para os seus filhos Quarto de despejo será um diário realista que é escrito por alguém que conhece a fome de perto as diferenças entre classe e raça assim como a precariedade da vida na favela que escrito em 1955 será um tema atual Resumo O livro quarto de despejo diário de uma favelada escrito por Maria Carolina de Jesus retrata a sobrevivência dos moradores da favela do Canindé com a exclusão e a precariedade Mãe de três filhos Vera Eunice João José e José Carlos por quem tem força mesmo diante as situações para continuar Em forma de diário Carolina em 15071955 inicia com o relato do aniversário de Vera Eunice a filha mais nova e a quem assim como os outros filhos tenta agradar dentro das suas possibilidades Logo no início a autora apresenta a realidade com um soco no estômago do leitor com sua luta diária para comprar o básico já que os sonhos são impossíveis Carolina é catadora de papel e metal ou que possa gerar lucro assim como também costuma catar aquilo que iria servir de alimento para si e para os seus filhos Ser catadora é sua principal fonte de renda o que acreditava ser o seu destino que como a mesma diz veio ao mundo para Catar só não cata a felicidade E a partir desses relatos como catadora aborda uma boa parte da história do seu livro assim como a convivência entre as pessoas que vivem na favela que para ela é um ambiente sem empatia e não é um local onde deseja morar A autora também aborda como é ser mãe solteira na favela e toda a sua atribulação com as críticas sobre ela sobre seus filhos assim como o questionamento sobre a criação que oferece a eles Entre esses discursos Carolina é uma mulher de consciência sobre o racismo as diferenças de classe sobre 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relatos como catadora abordou uma boa parte da história do seu livro assim como a convivência entre as pessoas que vivem na favela que para ela foi um ambiente sem empatia e não foi um local onde deseja morar A autora também abordou como é ser mãe solteira na favela e toda a sua atribulação com as críticas sobre ela sobre seus filhos assim como o questionamento sobre a criação que ofereceu a eles Entre esses discursos Carolina foi uma mulher de consciência sobre o racismo as diferenças de classe sobre a invisibilidade social e as questões políticas da época pois mesmo levada a condições sobre a pobreza Carolina era bastante crítica a política da época em que em várias passagens do livro esse tema foi discutido Entretanto apesar que esses temas foram frequentemente discutido na obra a fome teve o destaque principal que para a autora diz ter a cor amarela A fome para Carolina foi combustível para a escrita do seu diário pois é um escape quando seu estômago dói de fome ou quando não tem 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