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UNIP INTERATIVA Projeto Integrado Multidisciplinar Cursos Superiores de Tecnologia PIM VII: CTC – CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA S.A Brasil 2018 ABSTRACT The project aims to merge the knowledge acquired in class with the situations practiced by the company CTC - Centro de Tecnologia Canavieira SA, which operates in the sugar-energy sector and aims to reduce costs and maximize profits, focusing on the commercialization and development of disruptive technologies of sugarcane -of sugar. It presents a process modeling so that each sector mainly the financial one, is well defined, so it can focus on the genetic improvement of sugarcane, promoting productivity and profit increase and reducing costs in the field. Keywords: Costs, Profits, Financial. RESUMO O projeto tem como objetivo, fundir os conhecimentos adquiridos em aula com as situações praticadas pela empresa CTC – Centro de Tecnologia Canavieira S.A. que, atua no ramo sucroenergético e visa reduzir custos e maximizar lucros, focando na comercialização e no desenvolvimento de tecnologias disruptivas da cana-de-açúcar. Apresenta uma modelagem de processo para que cada setor principalmente o financeiro, esteja bem definido, assim, a mesma consegue focar no melhoramento genético da cana-de-açúcar, promovendo o aumento da produtividade e lucro e reduzindo custos no campo. Palavras-chave: Custos, Lucros, Financeiro. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 5 2 DESCRIÇÃO ORGANIZACIONAL .................................................................................... 6 3 CONTROLADORIA ............................................................................................................ 9 3.1. Métodos de custos ......................................................................................................... 9 3.1.1. Método de custeio por absorção ................................................................................. 9 3.1.2. Métodos de custeio direto ou variável ......................................................................... 9 3.1.3. Custo padrão .............................................................................................................. 10 3.1.4. Variações de preço ..................................................................................................... 10 3.1.5. Variação de quantidade ............................................................................................. 10 3.1.6. Padrão de mão de obra direta .................................................................................... 11 3.2. Ações de controle dos resultados financeiros .............................................................. 11 3.3. Como o CTC traça ações para buscar metas ............................................................... 14 3.4. Como a Companhia apura custos e quais modelos presentes ....................................... 15 3.5. Custos ABC / Análise BSC .......................................................................................... 16 4 MERCADO DE CAPITAIS ................................................................................................. 19 4.1. EBITDA ajustado ......................................................................................................... 20 4.2. Capital expenditures ..................................................................................................... 21 4.3. Descrição dos fatores de risco voltado para empresas de pequeno e médio porte: .......... 21 4.4. Descrição dos principais riscos de mercado: ................................................................ 22 4.5. Risco de liquidez Considerando as atividades da Companhia: ...................................... 22 4.6. Política de gerenciamento de riscos: ............................................................................ 22 4.6.1. O modelo de estruturação da gestão de riscos em elaboração compreenderá, dentre outras atividades: .................................................................................................................. 23 4.6.2. Responsabilidade da Administração: .......................................................................... 23 4.6.3. Em relação aos riscos de mercado indicados: ............................................................. 24 4.7. Administração de risco de taxa de juros: ...................................................................... 24 4.8. Administração de risco cambial: .................................................................................. 24 5 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ............................................................................ 26 5.1. Política ambiental do emissor e custos incorridos para o cumprimento da regulação ambiental: ................................................................................................................................ 27 5.2. Projeto melhoramento convencional .............................................................................. 28 6 CONCLUSÃO ..................................................................................................................... 29 REFERÊNCIAS ...................................................................................................................... 30 1 INTRODUÇÃO O objetivo do presente trabalho é desenvolver a experiência da realização de um levantamento das características e práticas organizacionais de uma empresa, resultando numa pesquisa conclusiva e suas ponderações; proporcionar condições para que o aluno desenvolva de forma prática os conhecimentos teóricos adquiridos, colaborando no processo de ensino-aprendizagem e propiciar ao aluno uma visão ampla das dificuldades existentes na implementação, execução e avaliação dos modelos administrativos. Nossa pesquisa estará baseada em dados fornecidos pela administração da Companhia e junto a esse material, contaremos também com pesquisas a parte e buscaremos auxílio em nosso material de estudo das disciplinas aqui aplicadas. A pesquisa abrange os estudos das disciplinas onde em Controladoria iremos descrever as ações de controle praticadas pela empresa no que se refere a informações contábeis e/ou financeiras; em Mercado de Capitais devemos buscar informações sobre as atuações da empresa no mercado de ações, se atua ou não, percepções da empresa em relação a essa questão, levantar dados de como a empresa atua no mercado de crédito, apontando meios de financiamento de suas obrigações e se a empresa faz algum tipo de investimento, e por fim, em Desenvolvimento Sustentável faremos um levantamento das políticas de sustentabilidade praticadas pela empresa e como ela trabalha para que haja uma conscientização sobre o assunto no ambiente corporativo, entre outras informações que irão complementar nossa pesquisa e nos ajudar a compreender mais sobre esse capítulo do PIM. A empresa modelo será o CTC – Centro de tecnologia canavieira S.A. Trata-se de uma empresa de biotecnologia do setor sucroenergético, que iniciou suas atividades em 1969 através de um grupo de Usinas da região de Piracicaba/SP com o objetivo de desenvolver inovações tecnológicas para aplicação na cadeia produtiva do setor sucroenergético das usinas cooperadas. Em 2004 a empresa passou a ser uma associação sem fins lucrativos, porém, assim como muitas empresas buscam modernização em seus negócios, e passam por dificuldades financeiras que dificultam a qualidade nos processos e serviços, a CTC em 2011 novamente passou por uma transformação tornando-se assim, uma sociedade anônima. 2 DESCRIÇÃO ORGANIZACIONAL Estabelecido em 1969, na cidade de Piracicaba, Estado de São Paulo, o até então Centro de Tecnologia Copersucar, hoje denominado CTC – Centro de Tecnologia Canavieira (“CTC”), foi constituído como uma filial de pesquisas da Copersucar (à época denominada Cooperativa dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo), com o objetivo de desenvolver inovações tecnológicas para aplicação na cadeia produtiva do setor sucroenergético das usinas cooperadas, incluindo as atividades agrícolas, logísticas e industriais. Desde o início, seu principal foco de pesquisa foi voltado ao melhoramento genético da cana de açúcar, buscando desenvolver cultivares com maior produtividade e tolerantes a doenças, pragas e estresse hídrico, contando ainda o CTC com um centro de hibridação e banco de germoplasma no município de Camaçul, na Bahia. O CTC tornou-se uma associação sem fins lucrativos, em agosto de 2004, e como OSCIP contava com cooperados da Copersucar, associações de fornecedores e novas usinas associadas, que buscavam se beneficiar das inovações tecnológicas, variedades e serviços do CTC. Em dezembro de 2010, o CTC atingiu um quadro de associados que representava aproximadamente 60% de todo cultivo e processamento de cana no Brasil, localizados nas principais regiões produtoras do país. Uma nova transformação societária foi realizada, no início de 2011, com o CTC passando de uma instituição privada sem fins lucrativos para uma sociedade anônima, congregando 154 acionistas, dentre os quais os principais players no setor sucroenergético. Esta transformação do CTC em uma Sociedade Anônima foi a alternativa para atrair mais recursos tecnológicos e financeiros às pesquisas do setor, visando manter sua competitividade e continuar assegurando ao Brasil a posição de liderança na indústria sucroenergética mundial. Nesse contexto, a Companhia implementou uma reestruturação em seu plano de negócios, focando seus investimentos em pesquisas com potencial disruptivo e de grande impacto para o futuro produtivo do setor. Dentre essas novas tecnologias pode-se citar as variedades de cana geneticamente modificadas, o melhoramento assistido por marcadores moleculares, o etanol celulósico, o aproveitamento total e otimizado da biomassa e novos sistemas de plantio. A geração de receitas através da cobrança de royalties teve início na safra 2012/2013. Adicionalmente, aportes efetuados pelos seus acionistas e entidades financiadoras de projetos de pesquisa, sejam via subvenção ou empréstimos, garantiram o custeio da Companhia. Em 2014, o BNDES Participações S.A. – BNDESPAR passa a ser acionista da Companhia e, em 2016, o CTC obteve registro de companhia aberta na CVM. No mesmo ano passou a ser listada no Bovespa Mais, sem negociação de ações. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), em junho de 2017, aprovou o uso comercial da primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada (Cana Bt), desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). Essa é a primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada aprovada para comercialização no mundo. A variedade desenvolvida é resistente à broca, principal praga que afeta as lavouras no Brasil e que, atualmente, causa prejuízos que chegam a R$ 5 bilhões por ano em face à perda de produtividade agrícola e industrial, qualidade da açúcar e custos com inseticidas. A aprovação da Cana Bt por parte da CTNBio representa uma grande conquista do CTC e do setor sucroenergético nacional. Segundo o Formulário de Referência - 2017/2018 - CTC – CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA S.A a Companhia encerrou o ano de 2017 com sua receita operacional bruta no valor de R$ 146.283.000,00 constatando assim um aumento de cerca de 35% com relação ao ano anterior, mudando sua classificação de porte de empresa adotada pelo BNDES de Média empresa para Média – grande empresa com receita operacional bruta anual maior que R$ 90 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões. A composição da força de trabalho da organização tem como principais responsáveis pelo Conselho de Administração da Companhia é avaliado pela Assembleia Geral quando da eleição de seus membros, levando-se em conta as suas atribuições previstas no Estatuto Social e a respectiva performance operacional e financeira da Companhia durante os exercícios sociais anteriores. De acordo com a Política de Remuneração do Conselho de Administração e dos Comités, aprovada pelo Conselho de Administração em 02 de dezembro de 2015, a Companhia oferece aos ocupantes de cargos de Conselheiros Independentes compensação pelos serviços prestados, de acordo com regras e condições legais e/ou de mercado. Os valores são estabelecidos de acordo com mediana de mercado comparável para as mesmas posições e serviços. A compensação oferecida é periodicamente revisada, a fim de garantir alinhamento com as melhores práticas de mercado e de manter atratividade de profissionais reconhecidamente capacitados e referência em suas especialidades para posições desta natureza. Os Comitês são avaliados pelo Conselho de Administração quando da eleição de seus membros, levando-se em conta as suas atribuições previstas no Estatuto Social e nos respectivos regimentos. De acordo com a Política de Remuneração do Conselho de Administração e dos Comitês, aprovada pelo Conselho de Administração em 02 de dezembro de 2015, a Companhia oferece aos membros independentes de Comitês compensação pelos serviços prestados, de acordo com regras e condições legais e/ou de mercado. Os valores são estabelecidos de acordo com mediana de mercado comparável para as mesmas posições e serviços. A compensação oferecida é periodicamente revisada, a fim de garantir alinhamento com as melhores práticas de mercado e de manter atratividade de profissionais reconhecidamente capacitados e referência em suas especialidades para posições desta natureza. Nos termos do Regimento Interno do Conselho de Administração, é de competência deste órgão avaliar, formalmente, os resultados de desempenho da Diretoria. Nos termos da Política de Remuneração da Diretoria, aprovada pelo Conselho de Administração em 02 de dezembro de 2015, a estratégia da Companhia posiciona na mediana de mercado selecionado o cash compensation (salário base e bonificação anual) e benefícios dos Diretores da empresa, podendo chegar a 3º quartil com o programa de Incentivo de Longo Prazo. Os programas de remuneração de curto e longo prazos estão alinhados com a estratégia do negócio da Companhia e são compostos por metas globais da empresa e das respectivas diretorias, bem como resultados de performance individual dos Diretores. O pacote de remuneração é periodicamente revisado por meio de pesquisas salariais, a fim de garantir alinhamento com as melhores práticas de mercado e de manter a competitividade da estratégia de remuneração. As pesquisas são conduzidas considerando-se mercado selecionado de empresas compatíveis com os negócios da Companhia e reconhecidas por suas boas práticas de gestão. O CTC - CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA S.A tem por objetivo social a pesquisa, o desenvolvimento e a comercialização de tecnologias para o setor sucroenergético, com destaque para o desenvolvimento de novas variedades de cana de açúcar, através de melhoramento genético e biotecnologia, além de novas tecnologias disruptivas. 3 CONTROLADORIA A controladoria é uma ferramenta com conceitos que permitem identificar as necessidades atuais e futuras, avalia a situação financeira das organizações e ajuda o gestor a tomar decisões a partir das informações levantadas e também o inverso, tomar decisões e levantar a análise de suas consequências. Dentro da controladoria existe os usuários externos e internos; os externos são os que não fazem parte da administração ou do corpo funcional da empresa e os internos são os que fazem parte. Os usuários internos precisam das informações mais detalhadas e amplas e com uma certa antecipação, pois precisam tomar decisões para ter um melhor planejamento. É muito mais estratégico para o trabalho do contador e dos gestores o uso da contabilidade nas fases iniciais de planejamento, pois é nessa fase que a maioria das decisões importantes são tomadas. A seguir os conceitos dos métodos de custeio que ajudam no levantamento dessas informações: 3.1. Métodos de custos 3.1.1. Método de custeio por absorção Esse é o único método de custeio aceito para fins tributários pela Receita Federal do Brasil, o custeio por absorção, é o único que corresponde os princípios contábeis essenciais para sua validação, sendo ele um dos métodos utilizados pelo CTC. Esse método faz distinção entre custos e despesas e essa separação é importante. No custeio por absorção os custos de produção são distribuídos para todos os produtos elaborados e as despesas administrativas, comerciais e financeiras não o integram, dessa forma, o conceito de custeio por absorção é sobre a apropriação de todos os custos (variáveis, diretos ou indiretos) da produção do período, sendo excluídos os gastos que não estão relacionados com a produção (nomeados na contabilidade como despesas). 3.1.2. Métodos de custeio direto ou variável No custeio direto ou variável, é considerado apenas os gastos variáveis e/ou diretos, eliminando a necessidade de rateios. Essa modalidade apresenta vantagem no que se diz respeito a apuração dos resultados econômicos gerados pelos diferentes produtos da empresa e suporte para as decisões gerenciais. Considerar os custos diretos ou variáveis pode ser uma maneira adequada de tratar os produtos pelo custo unitário específico, sendo possível atribuir os valores aos produtos sem rateios, sendo que os custos diretos fixos devem ser alocados pelo custo médio em função da quantidade produzida ou vendida. 3.1.3. Custo padrão O custo padrão é um modelo preestabelecido, baseado em eventos futuros ou desejados, para o cálculo desse modelo tem que se observar as condições rotineiras da produção. Não podemos nos esquecer que ele é um modelo fictício. Adotando um custo padrão não significa que a empresa não vai precisar da apuração dos custos reais, muito pelo contrário, o custo padrão só será bem-sucedido se a empresa também tiver um modelo de custos reais bem estruturados. Porém por se basear em condições normais e rotineiras da produção, sem muito desvio do que se planejou para o que será executado, as informações podem ser muito parecidas com o que será apurado nos custos reais. Por isso esse modelo pode ter um alto potencial para as tomadas de decisões, ele é normalmente muito utilizado em empresas industriais que tem uma produção rotineira. 3.1.4. Variações de preço A variação entre o preço estabelecido no custo padrão e o realizado são considerados importantes nas análises das variações, pois são diretamente associadas ao mercado. Para reduzir no mínimo essas variações é preciso realizar um estudo econômico da formação de preço do setor da indústria em questão e a eliminação do efeito da inflação embutida no preço. 3.1.5. Variação de quantidade A variação de quantidade é a diferença da quantidade de insumos estabelecidos para a produção e o que efetivamente ocorreu. Isso deve ser controlado durante o processo de produção para que se identifique se as alterações são de natureza técnica, influência de matérias primas defeituosas ou até mesmo por mão de obra despreparada.
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RESUMO O projeto tem como objetivo, fundir os conhecimentos adquiridos em aula com as situações praticadas pela empresa CTC – Centro de Tecnologia Canavieira S.A. que, atua no ramo sucroenergético e visa reduzir custos e maximizar lucros, focando na comercialização e no desenvolvimento de tecnologias disruptivas da cana-de-açúcar. Apresenta uma modelagem de processo para que cada setor principalmente o financeiro, esteja bem definido, assim, a mesma consegue focar no melhoramento genético da cana-de-açúcar, promovendo o aumento da produtividade e lucro e reduzindo custos no campo. Palavras-chave: Custos, Lucros, Financeiro. SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO ................................................................................................................... 5 2 DESCRIÇÃO ORGANIZACIONAL .................................................................................... 6 3 CONTROLADORIA ............................................................................................................ 9 3.1. Métodos de custos ......................................................................................................... 9 3.1.1. Método de custeio por absorção ................................................................................. 9 3.1.2. Métodos de custeio direto ou variável ......................................................................... 9 3.1.3. Custo padrão .............................................................................................................. 10 3.1.4. Variações de preço ..................................................................................................... 10 3.1.5. Variação de quantidade ............................................................................................. 10 3.1.6. Padrão de mão de obra direta .................................................................................... 11 3.2. Ações de controle dos resultados financeiros .............................................................. 11 3.3. Como o CTC traça ações para buscar metas ............................................................... 14 3.4. Como a Companhia apura custos e quais modelos presentes ....................................... 15 3.5. Custos ABC / Análise BSC .......................................................................................... 16 4 MERCADO DE CAPITAIS ................................................................................................. 19 4.1. EBITDA ajustado ......................................................................................................... 20 4.2. Capital expenditures ..................................................................................................... 21 4.3. Descrição dos fatores de risco voltado para empresas de pequeno e médio porte: .......... 21 4.4. Descrição dos principais riscos de mercado: ................................................................ 22 4.5. Risco de liquidez Considerando as atividades da Companhia: ...................................... 22 4.6. Política de gerenciamento de riscos: ............................................................................ 22 4.6.1. O modelo de estruturação da gestão de riscos em elaboração compreenderá, dentre outras atividades: .................................................................................................................. 23 4.6.2. Responsabilidade da Administração: .......................................................................... 23 4.6.3. Em relação aos riscos de mercado indicados: ............................................................. 24 4.7. Administração de risco de taxa de juros: ...................................................................... 24 4.8. Administração de risco cambial: .................................................................................. 24 5 DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL ............................................................................ 26 5.1. Política ambiental do emissor e custos incorridos para o cumprimento da regulação ambiental: ................................................................................................................................ 27 5.2. Projeto melhoramento convencional .............................................................................. 28 6 CONCLUSÃO ..................................................................................................................... 29 REFERÊNCIAS ...................................................................................................................... 30 1 INTRODUÇÃO O objetivo do presente trabalho é desenvolver a experiência da realização de um levantamento das características e práticas organizacionais de uma empresa, resultando numa pesquisa conclusiva e suas ponderações; proporcionar condições para que o aluno desenvolva de forma prática os conhecimentos teóricos adquiridos, colaborando no processo de ensino-aprendizagem e propiciar ao aluno uma visão ampla das dificuldades existentes na implementação, execução e avaliação dos modelos administrativos. Nossa pesquisa estará baseada em dados fornecidos pela administração da Companhia e junto a esse material, contaremos também com pesquisas a parte e buscaremos auxílio em nosso material de estudo das disciplinas aqui aplicadas. A pesquisa abrange os estudos das disciplinas onde em Controladoria iremos descrever as ações de controle praticadas pela empresa no que se refere a informações contábeis e/ou financeiras; em Mercado de Capitais devemos buscar informações sobre as atuações da empresa no mercado de ações, se atua ou não, percepções da empresa em relação a essa questão, levantar dados de como a empresa atua no mercado de crédito, apontando meios de financiamento de suas obrigações e se a empresa faz algum tipo de investimento, e por fim, em Desenvolvimento Sustentável faremos um levantamento das políticas de sustentabilidade praticadas pela empresa e como ela trabalha para que haja uma conscientização sobre o assunto no ambiente corporativo, entre outras informações que irão complementar nossa pesquisa e nos ajudar a compreender mais sobre esse capítulo do PIM. A empresa modelo será o CTC – Centro de tecnologia canavieira S.A. Trata-se de uma empresa de biotecnologia do setor sucroenergético, que iniciou suas atividades em 1969 através de um grupo de Usinas da região de Piracicaba/SP com o objetivo de desenvolver inovações tecnológicas para aplicação na cadeia produtiva do setor sucroenergético das usinas cooperadas. Em 2004 a empresa passou a ser uma associação sem fins lucrativos, porém, assim como muitas empresas buscam modernização em seus negócios, e passam por dificuldades financeiras que dificultam a qualidade nos processos e serviços, a CTC em 2011 novamente passou por uma transformação tornando-se assim, uma sociedade anônima. 2 DESCRIÇÃO ORGANIZACIONAL Estabelecido em 1969, na cidade de Piracicaba, Estado de São Paulo, o até então Centro de Tecnologia Copersucar, hoje denominado CTC – Centro de Tecnologia Canavieira (“CTC”), foi constituído como uma filial de pesquisas da Copersucar (à época denominada Cooperativa dos Produtores de Cana, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo), com o objetivo de desenvolver inovações tecnológicas para aplicação na cadeia produtiva do setor sucroenergético das usinas cooperadas, incluindo as atividades agrícolas, logísticas e industriais. Desde o início, seu principal foco de pesquisa foi voltado ao melhoramento genético da cana de açúcar, buscando desenvolver cultivares com maior produtividade e tolerantes a doenças, pragas e estresse hídrico, contando ainda o CTC com um centro de hibridação e banco de germoplasma no município de Camaçul, na Bahia. O CTC tornou-se uma associação sem fins lucrativos, em agosto de 2004, e como OSCIP contava com cooperados da Copersucar, associações de fornecedores e novas usinas associadas, que buscavam se beneficiar das inovações tecnológicas, variedades e serviços do CTC. Em dezembro de 2010, o CTC atingiu um quadro de associados que representava aproximadamente 60% de todo cultivo e processamento de cana no Brasil, localizados nas principais regiões produtoras do país. Uma nova transformação societária foi realizada, no início de 2011, com o CTC passando de uma instituição privada sem fins lucrativos para uma sociedade anônima, congregando 154 acionistas, dentre os quais os principais players no setor sucroenergético. Esta transformação do CTC em uma Sociedade Anônima foi a alternativa para atrair mais recursos tecnológicos e financeiros às pesquisas do setor, visando manter sua competitividade e continuar assegurando ao Brasil a posição de liderança na indústria sucroenergética mundial. Nesse contexto, a Companhia implementou uma reestruturação em seu plano de negócios, focando seus investimentos em pesquisas com potencial disruptivo e de grande impacto para o futuro produtivo do setor. Dentre essas novas tecnologias pode-se citar as variedades de cana geneticamente modificadas, o melhoramento assistido por marcadores moleculares, o etanol celulósico, o aproveitamento total e otimizado da biomassa e novos sistemas de plantio. A geração de receitas através da cobrança de royalties teve início na safra 2012/2013. Adicionalmente, aportes efetuados pelos seus acionistas e entidades financiadoras de projetos de pesquisa, sejam via subvenção ou empréstimos, garantiram o custeio da Companhia. Em 2014, o BNDES Participações S.A. – BNDESPAR passa a ser acionista da Companhia e, em 2016, o CTC obteve registro de companhia aberta na CVM. No mesmo ano passou a ser listada no Bovespa Mais, sem negociação de ações. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), em junho de 2017, aprovou o uso comercial da primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada (Cana Bt), desenvolvida pelo Centro de Tecnologia Canavieira (CTC). Essa é a primeira cana-de-açúcar geneticamente modificada aprovada para comercialização no mundo. A variedade desenvolvida é resistente à broca, principal praga que afeta as lavouras no Brasil e que, atualmente, causa prejuízos que chegam a R$ 5 bilhões por ano em face à perda de produtividade agrícola e industrial, qualidade da açúcar e custos com inseticidas. A aprovação da Cana Bt por parte da CTNBio representa uma grande conquista do CTC e do setor sucroenergético nacional. Segundo o Formulário de Referência - 2017/2018 - CTC – CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA S.A a Companhia encerrou o ano de 2017 com sua receita operacional bruta no valor de R$ 146.283.000,00 constatando assim um aumento de cerca de 35% com relação ao ano anterior, mudando sua classificação de porte de empresa adotada pelo BNDES de Média empresa para Média – grande empresa com receita operacional bruta anual maior que R$ 90 milhões e menor ou igual a R$ 300 milhões. A composição da força de trabalho da organização tem como principais responsáveis pelo Conselho de Administração da Companhia é avaliado pela Assembleia Geral quando da eleição de seus membros, levando-se em conta as suas atribuições previstas no Estatuto Social e a respectiva performance operacional e financeira da Companhia durante os exercícios sociais anteriores. De acordo com a Política de Remuneração do Conselho de Administração e dos Comités, aprovada pelo Conselho de Administração em 02 de dezembro de 2015, a Companhia oferece aos ocupantes de cargos de Conselheiros Independentes compensação pelos serviços prestados, de acordo com regras e condições legais e/ou de mercado. Os valores são estabelecidos de acordo com mediana de mercado comparável para as mesmas posições e serviços. A compensação oferecida é periodicamente revisada, a fim de garantir alinhamento com as melhores práticas de mercado e de manter atratividade de profissionais reconhecidamente capacitados e referência em suas especialidades para posições desta natureza. Os Comitês são avaliados pelo Conselho de Administração quando da eleição de seus membros, levando-se em conta as suas atribuições previstas no Estatuto Social e nos respectivos regimentos. De acordo com a Política de Remuneração do Conselho de Administração e dos Comitês, aprovada pelo Conselho de Administração em 02 de dezembro de 2015, a Companhia oferece aos membros independentes de Comitês compensação pelos serviços prestados, de acordo com regras e condições legais e/ou de mercado. Os valores são estabelecidos de acordo com mediana de mercado comparável para as mesmas posições e serviços. A compensação oferecida é periodicamente revisada, a fim de garantir alinhamento com as melhores práticas de mercado e de manter atratividade de profissionais reconhecidamente capacitados e referência em suas especialidades para posições desta natureza. Nos termos do Regimento Interno do Conselho de Administração, é de competência deste órgão avaliar, formalmente, os resultados de desempenho da Diretoria. Nos termos da Política de Remuneração da Diretoria, aprovada pelo Conselho de Administração em 02 de dezembro de 2015, a estratégia da Companhia posiciona na mediana de mercado selecionado o cash compensation (salário base e bonificação anual) e benefícios dos Diretores da empresa, podendo chegar a 3º quartil com o programa de Incentivo de Longo Prazo. Os programas de remuneração de curto e longo prazos estão alinhados com a estratégia do negócio da Companhia e são compostos por metas globais da empresa e das respectivas diretorias, bem como resultados de performance individual dos Diretores. O pacote de remuneração é periodicamente revisado por meio de pesquisas salariais, a fim de garantir alinhamento com as melhores práticas de mercado e de manter a competitividade da estratégia de remuneração. As pesquisas são conduzidas considerando-se mercado selecionado de empresas compatíveis com os negócios da Companhia e reconhecidas por suas boas práticas de gestão. O CTC - CENTRO DE TECNOLOGIA CANAVIEIRA S.A tem por objetivo social a pesquisa, o desenvolvimento e a comercialização de tecnologias para o setor sucroenergético, com destaque para o desenvolvimento de novas variedades de cana de açúcar, através de melhoramento genético e biotecnologia, além de novas tecnologias disruptivas. 3 CONTROLADORIA A controladoria é uma ferramenta com conceitos que permitem identificar as necessidades atuais e futuras, avalia a situação financeira das organizações e ajuda o gestor a tomar decisões a partir das informações levantadas e também o inverso, tomar decisões e levantar a análise de suas consequências. Dentro da controladoria existe os usuários externos e internos; os externos são os que não fazem parte da administração ou do corpo funcional da empresa e os internos são os que fazem parte. Os usuários internos precisam das informações mais detalhadas e amplas e com uma certa antecipação, pois precisam tomar decisões para ter um melhor planejamento. É muito mais estratégico para o trabalho do contador e dos gestores o uso da contabilidade nas fases iniciais de planejamento, pois é nessa fase que a maioria das decisões importantes são tomadas. A seguir os conceitos dos métodos de custeio que ajudam no levantamento dessas informações: 3.1. Métodos de custos 3.1.1. Método de custeio por absorção Esse é o único método de custeio aceito para fins tributários pela Receita Federal do Brasil, o custeio por absorção, é o único que corresponde os princípios contábeis essenciais para sua validação, sendo ele um dos métodos utilizados pelo CTC. Esse método faz distinção entre custos e despesas e essa separação é importante. No custeio por absorção os custos de produção são distribuídos para todos os produtos elaborados e as despesas administrativas, comerciais e financeiras não o integram, dessa forma, o conceito de custeio por absorção é sobre a apropriação de todos os custos (variáveis, diretos ou indiretos) da produção do período, sendo excluídos os gastos que não estão relacionados com a produção (nomeados na contabilidade como despesas). 3.1.2. Métodos de custeio direto ou variável No custeio direto ou variável, é considerado apenas os gastos variáveis e/ou diretos, eliminando a necessidade de rateios. Essa modalidade apresenta vantagem no que se diz respeito a apuração dos resultados econômicos gerados pelos diferentes produtos da empresa e suporte para as decisões gerenciais. Considerar os custos diretos ou variáveis pode ser uma maneira adequada de tratar os produtos pelo custo unitário específico, sendo possível atribuir os valores aos produtos sem rateios, sendo que os custos diretos fixos devem ser alocados pelo custo médio em função da quantidade produzida ou vendida. 3.1.3. Custo padrão O custo padrão é um modelo preestabelecido, baseado em eventos futuros ou desejados, para o cálculo desse modelo tem que se observar as condições rotineiras da produção. Não podemos nos esquecer que ele é um modelo fictício. Adotando um custo padrão não significa que a empresa não vai precisar da apuração dos custos reais, muito pelo contrário, o custo padrão só será bem-sucedido se a empresa também tiver um modelo de custos reais bem estruturados. Porém por se basear em condições normais e rotineiras da produção, sem muito desvio do que se planejou para o que será executado, as informações podem ser muito parecidas com o que será apurado nos custos reais. Por isso esse modelo pode ter um alto potencial para as tomadas de decisões, ele é normalmente muito utilizado em empresas industriais que tem uma produção rotineira. 3.1.4. Variações de preço A variação entre o preço estabelecido no custo padrão e o realizado são considerados importantes nas análises das variações, pois são diretamente associadas ao mercado. Para reduzir no mínimo essas variações é preciso realizar um estudo econômico da formação de preço do setor da indústria em questão e a eliminação do efeito da inflação embutida no preço. 3.1.5. Variação de quantidade A variação de quantidade é a diferença da quantidade de insumos estabelecidos para a produção e o que efetivamente ocorreu. Isso deve ser controlado durante o processo de produção para que se identifique se as alterações são de natureza técnica, influência de matérias primas defeituosas ou até mesmo por mão de obra despreparada.