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Roteiro de Aula Prática Fenômenos de Transporte Disciplina Fenômenos de Transporte Clique aqui e veja orientações e exemplos de roteiro de aula prática ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 1 Unidade 1 Aula White LabelSeção KLS Estática dos fluidos Seção 2 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 1 Atividade proposta Nesta prática você irá determinar a velocidade de escoamento e a viscosidade de fluidos através da análise do deslocamento de esferas metálicas com diferentes diâmetros quando imersas em fluidos com viscosidades distintas Com o auxílio do viscosímetro de Stokes irá obter os tempos de queda livre das esferas nos fluidos e com isso encontrar a viscosidade dinâmica dos fluidos de forma experimental podendo realizar uma comparação com os valores teóricos Objetivos Determinar a viscosidade de diferentes fluidos Diferenciar a viscosidade dinâmica e a viscosidade cinemática Compreender a relação entre a velocidade de escoamento e as propriedades dos fluidos Compreender a lei de Stokes através da aplicação do viscosímetro na determinação da viscosidade do fluido Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e por fim acessar a prática Ensaio de viscosidadeviscosímetro de Stokes 2 Esta prática não necessita da utilização de EPI Entretanto para que não haja contaminação dos fluidos utilizados os tubos com fluidos que não estiverem em utilização devem permanecer fechados evitando que as amostras dos fluidos possam ser contaminadas Além disso as esferas devem ser higienizadas antes de cada utilização 3 ENCONTRANDO A VELOCIDADE DE ESCOAMENTO a determinação da velocidade de escoamento das esferas metálicas requer diversas medidas de tempo de queda entre dois pontos conhecidos Acione o cronômetro Em seguida mova uma das esferas para o tubo que contém água Cronometre o tempo de queda e repita esse procedimento mais três vezes Em seguida troque a esfera e repita o mesmo procedimento Preencha a tabela abaixo Repita o mesmo procedimento nas tubulações contendo óleo e glicerina Preencha outras duas tabelas iguais a Tabela 1 apenas trocando no cabeçalho da tabela para Tubo com óleo 5W20 e Tubo com glicerina respectivamente 4 DETERMINANDO A VISCOSIDADE Para o cálculo da viscosidade dinâmica neste experimento deve ser utilizada a seguinte equação Os dados necessários para aplicar esta equação são apresentados abaixo 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 água é de 1000 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 5w20 é de 852 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 glicerina é de 1250 kgm³ 𝜌𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎 é de 7850 kgm³ 𝑔 é de 981 ms² Utilize também as velocidades de escoamento calculadas anteriormente Os valores reais da viscosidade cinemática dos fluidos utilizados neste experimento são A viscosidade cinemática da água é de 986 107 m²s A viscosidade cinemática do óleo 5W20 é de 505 105 m²s A viscosidade cinemática da glicerina é de 661 104 m²s Sabendo que o erro relativo percentual pode ser encontrado utilizando a seguinte formula Realize o cálculo da viscosidade cinemática e do erro relativo percentual para cada viscosidade cinemática encontrada OBS Para realizar o cálculo da velocidade corrigida apresentada na equação é necessário saber o valor de R raio interno do tubo que no caso deste laboratório virtual é de 22 milímetros Por fim preencha os dados calculados na Tabela 2 Tabela 2 Dados para Análise da água Repita o procedimento de Determinação da Viscosidade para os Fluidos óleo e glicerina Ao final do experimento desabilite o cronômetro e assegure que todas as esferas estão na mesa Checklist Acessar o Algetec Acessar o experimento da aula prática Ler o Sumário TeóricoDeterminação da Viscosidade de Fluidos Fazer os experimentos de deslocamento com as esferas metálicas nos três fluidos Anotar todos os dados e tirar prints das telas dos resultados Resultado Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx contendo as tabelas com os resultados obtidos no experimento os prints de tela com a sequência do experimento e as respostas as seguintes perguntas 1 Compare os valores encontrados para a viscosidade cinemática de forma experimental com o valor da viscosidade cinemática real Os valores encontrados podem ser utilizados para representar a viscosidade cinemática da água Justifique 2 Quais são as principais fontes de erros para este experimento Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Determinação da Viscosidade de Fluidos ALGETEC Sumário Teórico Determinação da Viscosidade de Fluidos ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 2 Unidade 1 Aula White LabelSeção KLS Cinemática dos FluidosSeção 3 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 2 Atividade proposta Através do Experimento de Reynolds você irá verificar o comportamento de um fluido água em uma tubulação Deverá identificar os três tipos de escoamentos laminar transição e turbulento e a sua relação com o número adimensional de Reynolds Objetivos Determinar a vazão em uma tubulação Identificar as características dos tipos de escoamento laminar transição e turbulento Relacionar o comportamento do fluido com o número de Reynolds Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e por fim acessar a prática Experimento de Reynolds 2 Quanto a segurança no laboratório de engenharia esta prática requer o uso de sapatos fechados e cabelos presos 3 VERIFICANDO O POSICIONAMENTO DAS VÁLVULAS você deverá verificar a posição das válvulas de acordo com a tabela abaixo As alterações necessárias devem ser feitas com a bancada desligada Mude o posicionamento das válvulas se necessário clicando com o botão esquerdo do mouse sobre elas OBS o diâmetro interno no tubo de Reynolds é D 44 mm 4 HABILITANDO AS BOMBAS Posicione a válvula 2c com 40 da sua capacidade habilite as bombas no painel elétrico e aperte o botão de ligar Após observar o fluxo de água no rotâmetro abra a válvula 2c completamente 5 ENCHENDO O RESERVATÓRIO DE ÁGUA Ajuste o potenciômetro para o controle de vazão para que a água entre no reservatório Em seguida feche a válvula 13 assim que perceber que o nível de água no reservatório está subindo feche a válvula 12 após o reservatório encher completamente 6 MEDINDO A VAZÃO Faça a medida do volume de água presente no reservatório Considere as seguintes dimensões 400 mm de comprimento 320 mm de largura e 474 mm de altura Logo depois abra a válvula 14 numa porcentagem escolhida por você Abra também o cronômetro e aperte o start Espere proximamente 1 minuto feche a válvula 14 e meça novamente o volume contido no reservatório 7 OBSERVANDO O REGIME DE ESCOAMENTO Abra a válvula 15 para que o fluido com corante comece a escoar Quando observar o fluxo através da pipeta abra a válvula 14 controlando a vazão com mesma porcentagem escolhida no passo anterior É necessário esperar o fluxo se estabilizar para começar a medição Checklist Acessar o Algetec Acessar o experimento da aula prática Ler o Sumário TeóricoExperimento de Reynolds Realizar o experimento na Bancada Didática de Mecânica dos Fluidos e Bombas Anotar todos os dados e tirar prints das telas dos resultados Resultados da aula prática Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx com os prints de tela com a sequência do experimento e as respostas as seguintes perguntas 1 A partir dos dados obtidos no laboratório determine a vazão do sistema 2 Qual o regime de escoamento observado no experimento Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Experimento de Reynolds ALGETEC Sumário Teórico Experimento de Reynolds ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 3 Unidade 2 Aula White LabelSeção KLS Perda de Carga em um Escoamento Interno Seção 3 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 3 Atividade proposta Este experimento realizado na bancada didática de mecânica dos fluidos permite verificar o comportamento do escoamento da água em tubulações de diferentes diâmetros e materiais medindo a perda de carga em cada caso Você deverá variar a vazão do escoamento e verificar sua influência no sistema realizando a leitura da diferença de pressão entre os pontos de medição perda de carga utilizando o manômetro em U Os dados de perda de carga obtidos experimentalmente serão comparados com os resultados teóricos calculados utilizando diagrama de MOODY Objetivos Identificar a relação de dependência entre a perda de carga e a vazão Determinar o número de Reynolds para cada caso estudado Compreender como o material utilizado na fabricação dos condutos influencia na queda de pressão de um fluido em movimento Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e por fim acessar a prática Perda de Carga Distribuída 2 POSICIONANDO AS VÁLVULAS DAS BOMBAS Posicione as válvulas na seguinte posição válvulas A1 e B2 abertas e válvulas B1 e A2 fechadas Mude a câmera para Bombas Alt4 Em seguida realize o posicionamento das válvulas clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a manopla parte laranja 3 POSICIONANDO AS VÁLVULAS DAS LINHAS Configure as válvulas correspondentes a linha para realizar cada experimento Comece a prática com a linha 1 tubulação de PVC com 32 mm Posicione as válvulas de acordo com as configurações de cada linha Parte Frontal da bancada Linha 1 Tubo de PVC 32mm Válvulas abertas C2 V03 Válvulas fechadas V04 V05 V06 V07 V08 V09 V10 V11 Linha 2 Tubo de PVC 25mm Válvulas abertas C2 V04 Válvulas fechadas V03 V05 V06 V07 V08 V09 V10 V11 Linha 3 Tubo de Cobre 28mm Válvulas abertas C2 V05 Válvulas fechadas V03 V04 V06 V07 V08 V09 V10 V11 Linha 4 Tubo de Acrílico 25mm Válvulas abertas C2 V06 Válvulas fechadas V03 V04 V05 V07 V08 V09 V10 V11 4 CONECTAR AS MANGUEIRAS Conecte as mangueiras de tomada de pressão na linha a qual o experimento será realizado A distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas 5 LIGAR A BOMBA Mantenha o botão de emergência desativado Habilite a bomba 2 Posicione o potenciômetro de vazão no centro da sua escala Ligue o sistema 6 VARIANDO A VAZÃO Varie a vazão utilizando o potenciômetro Anote a vazão bem como a perda de carga correspondente Você precisará determinar cinco pontos Para realizar a prática em outra linha você deverá desligar o painel elétrico desabilitar a bomba 2 e desconectar a mangueira Em seguida configure a bancada para realizar a prática com outra linha de acordo com as configurações descritas no item 2 deste roteiro e seguindo os demais itens Depois de determinar os cinco pontos para cada linha ao final da prática desabilite a bomba 2 desligue o sistema desconecte as mangueiras e retorne as válvulas para a sua posição inicial Checklist Acessar o Algetec Acessar a prática Ler o Sumário TeóricoPerda de Carga Distribuída Realizar o experimento na Bancada Didática de Mecânica dos Fluidos e Bombas Variar a vazão e ler o manômetro U Anotar todos os dados Resultados da aula prática Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx contendo 1 O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY teórico 2 O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas teoricamente e a lida no manômetro U no experimento 3 Quais são as principais fontes de erros para este experimento A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais Para os cálculos considere que a distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas 4 Qual a influência do diâmetro da tubulação do material e da vazão na perda de carga distribuída plote os valores de Vazão x Perda de Carga utilizando um software gráfico para realizar esta análise Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Perda de Carga Distribuída ALGETEC Sumário Teórico Perda de Carga Distribuída ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 4 Unidade 3 Aula White LabelSeção KLS Introdução à Radiação e Trocadores de Calor Seção 3 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 4 Atividade proposta O experimento a ser realizado na bancada didática para estudos em trocadores de calor permite verificar a influência de parâmetros como vazão e temperatura na eficiência dos trocadores Para isto são realizados testes em três tipos de trocadores de calor trocador de placas trocador de tubos concêntricos e o trocador de cascotubos Em cada trocador de calor o aluno irá realizar o experimento com os fluxos de água em contracorrente e em correntes paralelas medindo as temperaturas nos fluxos de água quente e água fria na entrada e saída do trocador de calor além de medir as vazões dos fluxos Objetivos Compreender o funcionamento de um trocador de calor identificar qual tipo de trocador de calor possui melhor eficiência trifásica entender a influência da vazão na transferência de calor Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Transferência de Calor e por fim acessar a prática Experimentos em Trocadores de Calor 2 Quanto a segurança no laboratório de engenharia esta prática requer o uso de sapatos fechados cabelos presos e luvas de borracha nitrílica 3 SELECIONANDO E ENCAIXANDO O TROCADOR DE CALOR Coloque um dos trocadores de calor sobre a bancada e o conecte aos canos Faça a prática preferencialmente nesta ordem trocador de tubos concêntricos trocador de calor casco tubo e trocador de calor do tipo placas respectivamente Visualize os trocadores de calor clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome Trocadores localizada dentro do painel de visualização no canto superior esquerdo da tela Se preferir também pode ser utilizado o atalho do teclado Alt2 Leve o trocador de calor do tipo tubos concêntricos para a bancada e o encaixe clicando com botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção Encaixar trocador 4 LIGANDO AS BOMBAS Energize o painel ligue o aquecedor e espere a temperatura chegar a 60⁰C Acompanhe a temperatura pelos indicadores quando ela chegar a 60⁰C o aquecedor irá se desligar automaticamente após isso abra as válvulas e ligue as bombas Com o botão esquerdo do mouse clique no painel e energize o painel clicando no botão de emergência Ligue o aquecedor clicando com botão esquerdo do mouse na parte verde do botão Habilitar Aquecedor E para visualizar os indicadores clique com o botão esquerdo em indicadores Para abrir as vávulas clique sobre elas com o botão esquerdo do mouse e para ligar as bombas retorne ao painel e clique com botão na parte verde de seus respectivos botões 5 VARIANDO A VAZÃO Aumente a vazão da bomba dois através do potenciômetro que se encontra no painel e observe a variação de temperatura nos indicadores Para uma melhor compreensão observe a variação de temperatura para diferentes vazões Checklist Acessar o Algetec Acessar a prática Ler o Sumário TeóricoTrocador de Calor Realizar o experimento na Bancada Didática para Estudos em Trocadores de Calor Anotar todos os dados e tirar prints das telas dos resultados Resultados da aula prática Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx com os prints de tela com a sequência do experimento e as respostas as seguintes perguntas 1 Quais as principais vantagens da utilização de trocadores de calor 2 Qual tipo de trocador é mais utilizado na indústria de alimentos Justifique 3 Quais critérios devem ser levados em consideração ao escolher um tipo de trocador de calor 4 Qual a influência da vazão na transferência de calor Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Trocador de Calor ALGETEC Sumário Teórico Trocador de Calor 0 Cidade UF 2025 ALUNO FENOMENOS DO TRANSPORTE UNIVERSIDADE CURSO Cidade UF 2025 1 FENOMENOS DO TRANSPORTE Roteiro de Aula Prática apresentado a Universidade Anhanguera como requisito para obtenção de média para a disciplina de Fenômenos do Transporte Tutora à Distância ALUNO SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO3 1 INTRODUÇÃO3 2 DESENVOLVIMENTO4 2 DESENVOLVIMENTO4 21 ATIVIDADE PRÁTICA 1 ENSAIO DE VISCOSIDADE VISCOSÍMETRO DE STOKES4 21 ATIVIDADE PRÁTICA 1 ENSAIO DE VISCOSIDADE VISCOSÍMETRO DE STOKES4 24 ATIVIDADE PRÁTICA 4 TROCADORES DE CALOR28 24 ATIVIDADE PRÁTICA 4 TROCADORES DE CALOR28 3 CONCLUSÃO34 3 CONCLUSÃO34 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS36 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS36 2 1 INTRODUÇÃO O presente estudo descreve a execução de quatro atividades práticas desenvolvidas como parte integrante da disciplina de Fenômenos de Transporte com apoio da infraestrutura oferecida pelo Laboratório Algetec As experiências conduzidas permitiram aos participantes uma imersão concreta no comportamento de fluidos em movimento e nos processos de transferência de calor aspectos essenciais para a formação técnica em engenharia A proposta metodológica envolveu a associação entre o conhecimento teórico adquirido em sala de aula e a sua aplicação em condições experimentais controladas com o propósito de consolidar a compreensão dos princípios físicos que regem os fenômenos abordados Durante a realização das atividades investigaramse temas como viscosidade regime de escoamento perda de carga em tubulações e eficiência térmica de trocadores de calor sendo cada prática organizada com objetivos específicos voltados ao desenvolvimento da análise crítica e da habilidade em medições laboratoriais A primeira atividade teve como foco a análise da viscosidade de diferentes líquidos utilizando o viscosímetro de Stokes como instrumento para medir o tempo de queda de esferas metálicas imersas em meios com diferentes propriedades viscosas Essa prática permitiu observar como a resistência interna dos fluidos interfere diretamente na velocidade de deslocamento dos corpos em seu interior contribuindo para a compreensão das forças envolvidas no escoamento Na segunda atividade o objetivo foi estudar os diferentes regimes de escoamento presentes em condutos a partir da aplicação do número adimensional de Reynolds Foram analisadas as condições para ocorrência de escoamento laminar de transição e turbulento com base na variação da velocidade do fluido e no diâmetro das tubulações A terceira atividade concentrouse na medição das perdas de carga 3 ao longo de tubos com diferentes características geométricas e materiais permitindo verificar como fatores como a rugosidade da parede interna e a taxa de vazão influenciam na queda de pressão entre dois pontos de uma tubulação Já na quarta e última atividade foi realizada a avaliação da eficiência de diferentes modelos de trocadores de calor com destaque para os tipos placas tubos concêntricos e casco tubos Essa prática possibilitou examinar como a variação da temperatura de entrada e saída assim como a vazão dos fluidos impacta no desempenho térmico desses dispositivos Cada uma dessas atividades será detalhada ao longo deste relatório apresentando seus objetivos os procedimentos adotados durante as medições e os resultados obtidos em cada etapa com o intuito de demonstrar como a aplicação prática dos conceitos teóricos contribui de forma decisiva para o desenvolvimento da competência técnica na área de engenharia 2 DESENVOLVIMENTO 21 ATIVIDADE PRÁTICA 1 ENSAIO DE VISCOSIDADE VISCOSÍMETRO DE STOKES 1 A determinação da velocidade de escoamento das esferas metálicas foi conduzida por meio da cronometragem do tempo de queda entre dois pontos previamente determinados no interior dos tubos preenchidos com diferentes fluidos Inicialmente uma das esferas foi cuidadosamente introduzida no tubo contendo água marcandose o início da medição a partir do momento em que a esfera atravessava o primeiro ponto de referência O cronômetro foi acionado e a contagem foi encerrada no instante em que a esfera atingia o segundo ponto de marcação Esse procedimento foi repetido três vezes consecutivas mantendose o mesmo fluido e a mesma esfera com o objetivo de obter valores mais precisos e minimizar possíveis variações decorrentes de erros experimentais Após a primeira sequência a esfera utilizada foi substituída por outra de mesma massa ou diferente conforme o planejamento experimental e a série de medições foi novamente executada sob as mesmas condições 4 Com a conclusão da etapa em água o experimento foi repetido com os tubos preenchidos com óleo e posteriormente com glicerina seguindo o mesmo protocolo de medição para cada fluido Em cada caso o tempo de queda das esferas foi registrado com atenção visando garantir a reprodutibilidade dos dados e a confiabilidade dos resultados Esses tempos posteriormente serviram como base para o cálculo da velocidade média de escoamento das esferas em cada fluido por meio da divisão da distância entre os pontos de marcação pelo tempo médio obtido nas repetições Essa abordagem experimental permitiu observar de forma clara as diferenças de comportamento entre os fluidos especialmente em relação à viscosidade já que a resistência oferecida ao movimento das esferas variou significativamente entre água óleo e glicerina A metodologia empregada garantiu a consistência das medições e os dados obtidos possibilitaram analisar com mais profundidade como a viscosidade influencia a velocidade de queda dos corpos imersos contribuindo para a compreensão dos princípios de dinâmica dos fluidos Figura 1 realização do experimento Tubo de água Fonte O Autor 2025 5 Figura 2 realização do experimento Tubo de óleo 5W20 Fonte O Autor 2025 Figura 3 realização do experimento Tubo de glicerina 6 Fonte O Autor 2025 Com os dados obtidos nos experimentos e os cálculos realizados média do tempo de queda e Velocidade Média Vm DistânciaTempo preenchese a seguinte tabela Tabela 1 Dados obtidos Tubo com Água Diâmetro da Esfera Tempo de Queda s Média do Tempo de Queda s Distância Percorrida m Velocidade Média ms 10 mm 056 055 056 057 055 08 145 8 mm 065 063 064 065 064 08 125 6 mm 072 071 074 072 072 08 111 5 mm 076 075 074 075 075 08 106 Tubo com Óleo 5W20 Diâmetro da Esfera Tempo de Queda s Média do Tempo de Queda s Distância Percorrida m Velocidade Média ms 10 mm 074 073 075 074 074 08 108 7 8 mm 090 091 092 090 090 08 088 6 mm 120 117 118 117 118 08 067 5 mm 142 143 145 141 142 08 056 Tubo com Glicerina Diâmetro da Esfera Tempo de Queda s Média do Tempo de Queda s Distância Percorrida m Velocidade Média ms 10 mm 270 277 274 276 274 08 029 8 mm 404 406 407 405 405 08 019 6 mm 672 673 672 674 672 08 011 5 mm 924 918 922 919 920 08 008 Fonte O Autor 2025 2 Determinação da Viscosidade Para o cálculo da viscosidade dinâmica neste experimento utilizouse a seguinte equação μ2r 2gρesferaρfluido 9124r RV Os dados necessários na equação são apresentados abaixo 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 água é de 1000 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 5w20 é de 852 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 glicerina é de 1250 kgm³ 𝜌𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎 é de 7850 kgm³ 𝑔 é de 981 ms² OBS O valor de R raio interno do tubo no caso do laboratório virtual é de 22 milímetros Utilizouse também as velocidades de escoamento calculadas anteriormente A seguir apresentase o memorial dos cálculos realizados 8 Tubocom ÁguaCálculo daViscosidade Dinâmica Paraesferas de10mmdediâmetro μ20005 298178501000 9124 00050022145 00314 Pas Paraesferas de8mmdediâmetro μ20004 298178501000 9124 00040022125 00343 Pas Paraesferas de6mmde diâmetro μ20003 298178501000 912400030022111 00523Pas Paraesferas de5mmdediâmetro μ200025 298178501000 9124 000250022106 00783Pas TubocomÓleo5W 20CálculodaViscosidade Dinâmica Paraesferas de10mmdediâmetro μ 20005 29817850852 9124 00050022108 01642Pas Paraesferas de8mmdediâmetro μ 20004 29817850852 9124 00040022088 02133 Pas Paraesferas de6mmde diâmetro 9 μ 20003 29817850852 9124 00030022067 03944 Pas Paraesferas de5mmdediâmetro μ 200025 29817850852 9124 000250022056 06102Pas TubocomGlicerinaCálculodaViscosidade Dinâmica Paraesferas de10mmdediâmetro μ20005 298178501250 9124 000500220 29 080Pas Paraesferas de8mmdediâmetro μ20004 298178501250 9124 00040022019 084 Pas Paraesferas de6mmde diâmetro μ20003 298178501250 912400030022011 088Pas Paraesferas de5mmdediâmetro μ200025 298178501250 9124000250022008 087Pas Os valores reais da viscosidade cinemática dos fluidos utilizados neste experimento são 10 Sabendo que o erro relativo percentual pode ser encontrado utilizando a seguinte formula Erro Relativo valorexperimentalvalorreal valorreal x 100 Foi realizado o cálculo da viscosidade cinemática e do erro relativo percentual para cada viscosidade cinemática encontrada vμ ρ Repetiuse o procedimento de Determinação da Viscosidade para os Fluidos óleo e glicerina A seguir apresentase a segunda parte do memorial dos cálculos realizados Tubocom ÁguaViscosidadeCinemática Paraesferas de10mmdediâmetro v00314 Pa s 1000kgm 3 31410 5m 2 s Paraesferas de8mmdediâmetro v00343Pas 1000 kgm 3 34310 5m 2 s 11 Paraesferas de6mmde diâmetro v00523Pas 1000 kgm 3 52310 5m 2s Paraesferas de5mmdediâmetro v00783Pas 1000 kgm 3 78310 5m 2 s TubocomÓleo5W 20ViscosidadeCinemática Paraesferas de10mmdediâmetro v01642Pas 852kgm 3 19210 4m 2 s Paraesferas de8mmdediâmetro v02133Pas 852kgm 3 25010 4m 2 s Paraesferas de6mmde diâmetro v03944 Pa s 852kgm 3 46210 4m 2s Paraesferas de5mmdediâmetro v06102Pas 852kgm 3 71610 4m 2 s TubocomGlicerinaViscosidade Cinemática Paraesferas de10mmdediâmetro 12 v 080Pas 1250 kgm 36410 4m 2s Paraesferas de8mmdediâmetro v 084 Pas 1250 kgm 367510 4m 2s Paraesferas de6mmde diâmetro v 088Pas 1250 kgm 370410 4m 2s Paraesferas de5mmdediâmetro v 087 Pas 1250 kgm 369610 4m 2s Os valores de viscosidade cinemática encontrados diferem muito dos resultados esperados indicando algum erro nos cálculos ou na realização dos experimentos Em sequência preencheuse os dados calculados na Tabela 2 Tabela 2 Dados calculados Fluido Água Diâmetro da Esfera Velocidade Média ms Velocidade Corrigida ms Viscosidade Dinâmica Viscosidad e Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 145 224 00314 314105 8 mm 125 179 00343 343105 6 mm 111 147 00523 523105 5 mm 106 134 00783 783105 Fluido ÓLEO 5W20 13 Diâmetro da Esfera Velocidade Média ms Velocidade Corrigida ms Viscosidade Dinâmica Viscosidad e Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 108 166 01642 192104 8 mm 088 126 02133 250104 6 mm 067 088 03944 462104 5 mm 056 071 06102 716104 Fluido Glicerina Diâmetro da Esfera Velocidade Média ms Velocidade Corrigida ms Viscosidade Dinâmica Viscosidad e Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 029 044 080 64104 8 mm 019 027 084 675104 6 mm 011 014 088 704104 5 mm 008 010 087 696104 Fonte O Autor 2025 Por fim respondese também aos questionamentos propostos A determinação da velocidade de escoamento das esferas metálicas foi conduzida por meio da cronometragem do tempo de queda entre dois pontos previamente determinados no interior dos tubos preenchidos com diferentes fluidos Inicialmente uma das esferas foi cuidadosamente introduzida no tubo contendo água marcandose o início da medição a partir do momento em que a esfera atravessava o primeiro ponto de referência O cronômetro foi acionado e a contagem foi encerrada no instante em que a esfera atingia o segundo ponto de marcação Esse procedimento foi repetido três vezes consecutivas mantendose o mesmo fluido e a mesma esfera com o objetivo de obter valores mais precisos e minimizar possíveis variações decorrentes de erros experimentais Após a primeira sequência a esfera utilizada foi substituída por outra de mesma massa ou diferente conforme o planejamento experimental e a série de medições foi novamente executada sob as mesmas condições Com a conclusão da etapa em água o experimento foi repetido com os tubos preenchidos com óleo e posteriormente com glicerina seguindo o mesmo protocolo 14 de medição para cada fluido Em cada caso o tempo de queda das esferas foi registrado com atenção visando garantir a reprodutibilidade dos dados e a confiabilidade dos resultados Esses tempos posteriormente serviram como base para o cálculo da velocidade média de escoamento das esferas em cada fluido por meio da divisão da distância entre os pontos de marcação pelo tempo médio obtido nas repetições Essa abordagem experimental permitiu observar de forma clara as diferenças de comportamento entre os fluidos especialmente em relação à viscosidade já que a resistência oferecida ao movimento das esferas variou significativamente entre água óleo e glicerina A metodologia empregada garantiu a consistência das medições e os dados obtidos possibilitaram analisar com mais profundidade como a viscosidade influencia a velocidade de queda dos corpos imersos contribuindo para a compreensão dos princípios de dinâmica dos fluidos 22 Atividade Prática 2 Experimento de Reynolds 1 Comparação dos valores experimentais com a viscosidade cinemática real da água Os valores encontrados experimentalmente para a viscosidade cinemática da água foram significativamente maiores do que o valor real conhecido para essa propriedade física Isso indica que os dados obtidos não representam com precisão a viscosidade cinemática real da água Portanto os valores experimentais não podem ser utilizados como uma estimativa confiável da viscosidade cinemática da água Justificativa A discrepância observada pode ser atribuída a uma série de fatores como Erros sistemáticos e aleatórios durante a execução do experimento Dificuldade em medir com precisão o tempo de queda das esferas Incorreta determinação do diâmetro das esferas utilizadas Limitações do ambiente virtual como a imprecisão na simulação das propriedades físicas viscosidade densidade etc 15 Potenciais falhas no modelo de simulação computacional que pode não representar fielmente as condições do experimento em um laboratório real Esses fatores contribuem para resultados experimentais que se distanciam dos valores de referência aceitos cientificamente 2 Principais fontes de erro no experimento As principais fontes de erro neste experimento podem incluir Erros de medição Imprecisões na cronometragem do tempo de queda e na medição do diâmetro das esferas podem comprometer a precisão dos cálculos Variações no ambiente virtual Alterações não controladas de temperatura e pressão no simulador podem afetar a viscosidade do fluido Limitações do modelo de simulação O modelo computacional pode simplificar fenômenos físicos complexos omitindo fatores como atrito nas paredes do tubo ou turbulência local Funcionamento do equipamento virtual Inconsistências no comportamento do viscosímetro ou na resposta do sistema durante a simulação podem interferir nos resultados Erros sistemáticos Falhas constantes no método experimental ou no processo de análise que afetam todas as medições da mesma forma como um algoritmo de cálculo incorreto ou calibração inadequada do sistema Figura 4 realização do experimento 16 Fonte O Autor 2025 Figura 5 realização do experimento Fonte O Autor 2025 17 Figura 6 realização do experimento Fonte O Autor 2025 Por fim respondese também aos questionamentos propostos A prática realizada permitiu uma análise detalhada do comportamento do escoamento e da perda de carga em diferentes tipos de tubulação abordando conceitos fundamentais de hidráulica aplicada Inicialmente determinouse a vazão do sistema com base nos dados coletados durante a atividade anterior O volume inicial de água no reservatório era de 427 litros e após a abertura da válvula 14 por um período de 60 segundos o volume final registrado foi de 192 litros A diferença entre os volumes equivalente a 235 litros corresponde ao volume de água escoado durante o experimento A partir disso foi possível calcular a vazão média do sistema como sendo de aproximadamente 392 litros por segundo Esse valor representa a quantidade de fluido que passou pela tubulação a cada segundo sob as condições impostas durante o teste No que diz respeito ao regime de escoamento observouse que o fluxo se manteve em regime laminar ao longo do experimento Esse comportamento foi atribuído à redução gradual da altura do nível de água no reservatório o que causou uma diminuição correspondente na pressão de entrada no sistema Com a queda da pressão houve uma redução da vazão e consequentemente da velocidade do 18 escoamento Essa desaceleração favoreceu a permanência do regime laminar caracterizado por um fluxo ordenado e previsível das partículas do fluido A utilização de corante facilitou a visualização direta desse comportamento dentro do tubo de Reynolds confirmando as condições de escoamento observadas Na terceira atividade prática relacionada à perda de carga distribuída o sistema foi configurado para testes com quatro diferentes linhas de tubulação cada uma com diâmetro e material distintos As válvulas das bombas foram posicionadas inicialmente com A1 e B2 abertas e B1 e A2 fechadas A linha 1 composta por um tubo de PVC com 32 milímetros de diâmetro foi a primeira a ser analisada com as válvulas C2 e V03 abertas mantendo todas as demais fechadas Na sequência a prática foi realizada com as linhas seguintes linha 2 PVC de 25 milímetros linha 3 cobre de 28 milímetros e linha 4 acrílico de 25 milímetros ajustandose as válvulas conforme o esquema específico de cada configuração Para cada linha as mangueiras de tomada de pressão foram conectadas nos pontos correspondentes respeitando sempre a distância de um metro entre as medições padrão adotado para garantir a uniformidade dos resultados Com a bomba 2 habilitada e o potenciômetro ajustado na posição central o sistema foi ligado permitindo o controle da vazão Em cada linha testada cinco pontos distintos de operação foram estabelecidos variandose a vazão por meio do potenciômetro e registrando para cada valor a respectiva perda de carga observada Esse procedimento foi repetido em todas as linhas seguindo sempre o mesmo protocolo Após o término das medições o sistema foi desligado as conexões removidas e os componentes retornaram às condições iniciais Essa atividade permitiu avaliar de forma comparativa a influência do diâmetro e do material da tubulação sobre a perda de carga além de reforçar a importância do controle da vazão para a eficiência de sistemas hidráulicos As imagens capturadas durante o experimento ilustram as etapas descritas e servem como registro do processo experimental conduzido Figura 7 Primeira linha Tubo de PVC 32 mm 19 Fonte O Autor 2025 Figura 8 Segunda linha tubo de PVC 25mm Fonte O Autor 2025 Figura 9 Terceira Linha Tubo de cobre 22 mm 20 Fonte O Autor 2025 Figura 10 Quarta linha Tubo de Acrílico 25 mm Fonte O Autor 2025 21 Os seguintes dados foram obtidos Tabela 3 Cinco medições realizadas em cada linha PVC 32 mm PVC 25 mm Cobre 28 mm Acrílico 25 mm Rotâme tro Manôme tro Rotâme tro Manôme tro Rotâme tro Manôme tro Rotâme tro Manôme tro 2100 14 1200 16 2400 34 2400 58 3100 30 2200 66 700 8 1300 32 4100 48 2900 106 1400 16 800 16 4600 56 3600 146 3300 34 4100 196 1600 8 4400 182 4500 90 1400 34 Fonte O Autor 2025 Por fim respondese também aos questionamentos propostos 1 O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY teórico Com base nos dados obtidos para as quatro linhas de tubulação analisadas durante a atividade prática sobre perda de carga distribuída foi possível calcular a velocidade média do escoamento o número de Reynolds o fator de atrito e por fim a perda de carga em cada cenário Na Linha 1 composta por tubo de PVC com 32 milímetros de diâmetro interno a vazão registrada foi de 2100 litros por hora o que equivale a uma velocidade média de aproximadamente 05833 metros por segundo Com isso o número de Reynolds alcançado foi de cerca de 1860977 indicando regime de escoamento turbulento Aplicando a equação empírica para o cálculo do fator de atrito obtevese um valor aproximado de 0027 A perda de carga associada considerando um comprimento de um metro resultou em 0014 metros de coluna dágua Na Linha 2 que utiliza um tubo de PVC com 25 milímetros de diâmetro a vazão foi de 1200 litros por hora o que gerou uma velocidade média de 03333 22 metros por segundo O número de Reynolds calculado foi de 832418 novamente caracterizando o regime de escoamento como turbulento O fator de atrito obtido foi de 0033 e a perda de carga associada ao trecho de um metro de tubulação foi de aproximadamente 000747 metros de coluna dágua Esse resultado evidencia a influência do diâmetro reduzido sobre a intensidade das perdas mesmo em um fluxo com menor velocidade Na Linha 3 composta por tubo de cobre com diâmetro interno de 28 milímetros a vazão de 2400 litros por hora proporcionou uma velocidade média de 06667 metros por segundo O número de Reynolds alcançado foi de 1861176 indicando claramente um regime turbulento A rugosidade relativa para o cobre foi estimada em 535 x 10 e o fator de atrito calculado com base na equação empírica ⁵ foi de 00279 valor confirmado pelo Diagrama de Moody o que permitiu a utilização de 0027 como referência A perda de carga correspondente foi de 00218 metros de coluna dágua evidenciando um desempenho hidráulico mais eficiente em comparação com o tubo de menor diâmetro e maior rugosidade relativa Por fim na Linha 4 que utiliza tubo de acrílico com 25 milímetros de diâmetro interno a mesma vazão da Linha 3 foi aplicada resultando também em uma velocidade de 06667 metros por segundo O número de Reynolds foi de 1665041 mantendo o regime como turbulento O fator de atrito estimado foi de 0027 o que resultou em uma perda de carga de aproximadamente 0024 metros de coluna dágua para o trecho de um metro Comparando com as outras configurações observase que apesar da mesma vazão das Linhas 3 e 4 a diferença de material e diâmetro impacta diretamente na eficiência hidráulica Esses resultados demonstram como a geometria e o material da tubulação influenciam significativamente o comportamento do escoamento e a energia necessária para o transporte do fluido sendo fatores determinantes na escolha de componentes em sistemas de distribuição 2 O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas teoricamente e a lida no manômetro U no experimento 23 Com a realização das leituras manométricas nas diferentes linhas de tubulação utilizadas no experimento foi possível comparar diretamente os valores de perda de carga obtidos experimentalmente com os valores calculados teoricamente permitindo a análise do desvio relativo entre essas duas abordagens Na Linha 1 formada por um tubo de PVC com diâmetro interno de 32 milímetros a leitura do manômetro indicou uma perda de carga de 14 milímetros de coluna dágua o que equivale a 0014 metros Esse valor coincidiu exatamente com o resultado obtido no cálculo teórico resultando em um desvio relativo de 0 o que demonstra alta precisão na modelagem e execução do experimento Já na Linha 2 com tubo de PVC de 25 milímetros a leitura do manômetro foi de 16 milímetros de coluna dágua equivalente a 0016 metros Comparando esse valor com o resultado teórico de 000747 metros observouse um desvio relativo expressivo de 11458 indicando uma diferença significativa entre o comportamento idealizado e o resultado prático Essa divergência pode estar associada a fatores como pequenas irregularidades internas no tubo variações na viscosidade do fluido presença de microbolhas ou até instabilidades durante a leitura da coluna manométrica Na Linha 3 que utiliza tubo de cobre com diâmetro de 28 milímetros a leitura manométrica foi de 34 milímetros de coluna dágua correspondendo a 0034 metros A perda de carga estimada teoricamente para essa linha foi de 00218 metros o que gerou um desvio relativo de 5574 Embora menor que o observado na Linha 2 esse valor ainda revela uma discrepância considerável o que reforça a influência das condições experimentais na determinação da perda de energia ao longo da tubulação Por fim na Linha 4 composta por tubo de acrílico com 25 milímetros de diâmetro a leitura obtida no manômetro foi de 80 milímetros de coluna dágua equivalente a 0080 metros O valor teórico calculado para essa linha foi de 0058 metros e o desvio relativo resultante foi de 3793 Essa diferença apesar de significativa está em um intervalo mais aceitável dentro de um contexto laboratorial 24 considerandose as limitações instrumentais e eventuais variações operacionais De maneira geral os desvios encontrados reforçam a importância de se considerar fatores práticos que não estão presentes nas equações ideais como pequenas oscilações de vazão imperfeições no material da tubulação atrito adicional em conexões e variações nas propriedades do fluido Esses resultados também destacam a relevância da comparação entre dados teóricos e experimentais para a consolidação do aprendizado na área de Fenômenos de Transporte 3 Quais são as principais fontes de erros para este experimento A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais Para os cálculos considere que a distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas As divergências observadas entre os valores teóricos e experimentais ao longo do experimento podem ser atribuídas a diversas fontes de erro que comprometem a precisão dos resultados obtidos Entre os fatores mais relevantes destacamse as imprecisões na leitura dos instrumentos como os manômetros e rotâmetros cujas escalas dependem da percepção visual do operador e estão sujeitas a pequenas variações que podem impactar significativamente os cálculos especialmente em medições com valores baixos Além disso as propriedades do fluido utilizadas nas equações teóricas como viscosidade e densidade muitas vezes são assumidas como constantes e ideais embora na prática possam sofrer alterações em função da temperatura ambiente da presença de impurezas ou de microbolhas que interferem diretamente no comportamento do escoamento Outro ponto relevante é a rugosidade real da parede interna das tubulações que dificilmente corresponde ao valor tabelado utilizado nos modelos de cálculo Essa diferença tende a se acentuar em materiais com maior rugosidade ou em tubos com desgaste e acúmulo de resíduos ao longo do tempo elevando as perdas de carga reais em relação às previstas teoricamente Também se deve considerar a possibilidade de erros operacionais no momento da leitura dos dados como tempo de resposta inadequado dos instrumentos ou flutuações momentâneas da vazão que dificultam a estabilização do 25 sistema durante a medição Pequenas variações nas dimensões internas dos tubos mesmo que imperceptíveis visualmente podem interferir de maneira significativa nos resultados finais especialmente nas linhas com menor diâmetro onde a sensibilidade às alterações é maior Além disso perturbações no fluxo causadas por conexões curvas ou entradas de ar podem comprometer a estabilidade do escoamento e afetar diretamente a leitura das grandezas Analisando os resultados obtidos observase que nas Linhas 1 PVC 32 mm 3 Cobre 28 mm e 4 Acrílico 25 mm os desvios relativos calculados são relativamente baixos o que indica uma boa concordância entre os valores previstos teoricamente e aqueles registrados experimentalmente Nesses casos as variações podem ser atribuídas a pequenas flutuações esperadas em experimentos laboratoriais Por outro lado a Linha 2 PVC 25 mm apresentou um desvio consideravelmente elevado o que sugere a presença de um erro mais acentuado possivelmente associado a uma medição incorreta no manômetro ou a condições específicas daquela linha que não foram plenamente contempladas nos cálculos teóricos como uma rugosidade superior à assumida acúmulo de resíduos internos ou instabilidade da vazão durante o procedimento Esse comportamento reforça a importância de considerar o efeito mais expressivo da rugosidade relativa e das perdas localizadas em tubulações de menor diâmetro que tendem a amplificar as discrepâncias entre os modelos ideais e a realidade experimental Portanto os resultados evidenciam a complexidade envolvida nas medições hidráulicas e a necessidade de controle rigoroso das variáveis experimentais para garantir maior fidelidade na comparação com os modelos teóricos 4 Qual a influência do diâmetro da tubulação do material e da vazão na perda de carga distribuída A perda de carga distribuída em sistemas de tubulação é fortemente influenciada por três fatores principais o diâmetro interno do tubo o material do qual ele é fabricado e a vazão do fluido em escoamento Em relação ao diâmetro observase que quanto maior for essa dimensão menor será a resistência ao escoamento e consequentemente a perda de carga associada Isso ocorre porque com um tubo mais largo a área de contato entre o fluido e as paredes internas é 26 proporcionalmente menor em relação ao volume total de fluido transportado o que reduz o atrito gerado Por outro lado tubos com diâmetros reduzidos apresentam maior interação com suas paredes internas intensificando o atrito e elevando significativamente a perda de carga O material da tubulação também exerce papel fundamental especialmente por conta da rugosidade da superfície interna Materiais como PVC e acrílico apresentam superfícies mais lisas e uniformes o que permite um escoamento mais suave com menor turbulência e menor resistência ao movimento do fluido Em contraste tubos metálicos como os de cobre mesmo com acabamento industrial tendem a apresentar uma rugosidade relativa maior o que contribui para o aumento do atrito interno sobretudo em escoamentos turbulentos Esse fator se torna ainda mais relevante em sistemas de longa extensão onde pequenas variações de rugosidade podem ter impacto cumulativo significativo na eficiência do sistema A vazão por sua vez está diretamente relacionada à velocidade do fluido e também influencia de maneira expressiva a perda de carga À medida que a vazão aumenta a velocidade com que o fluido percorre o interior da tubulação também se eleva o que intensifica a ação do atrito entre o fluido e a parede do tubo Esse comportamento é especialmente perceptível em regimes turbulentos nos quais a energia dissipada por atrito cresce rapidamente com o aumento da velocidade Assim qualquer variação na vazão impacta diretamente a perda de carga sendo necessário considerála cuidadosamente durante o dimensionamento hidráulico Portanto ao projetar sistemas de tubulação é essencial considerar simultaneamente esses três fatores A escolha adequada do diâmetro e do material da tubulação combinada com a estimativa precisa da vazão esperada no sistema garante não apenas o funcionamento eficiente da instalação mas também a sua durabilidade e o menor consumo de energia para movimentação dos fluidos Esses critérios são fundamentais tanto em aplicações residenciais quanto em projetos industriais de maior complexidade 27 24 ATIVIDADE PRÁTICA 4 TROCADORES DE CALOR Durante a realização do experimento voltado à análise do desempenho térmico de diferentes modelos de trocadores de calor iniciouse com a seleção e instalação cuidadosa de cada um dos equipamentos sobre a bancada de testes A prática foi conduzida de maneira sequencial começando com o trocador de calor do tipo tubos concêntricos seguido pelo modelo casco e tubo e por fim pelo trocador do tipo placas Cada trocador foi devidamente acoplado aos respectivos pontos de entrada e saída da bancada assegurando a vedação adequada das conexões para garantir o funcionamento seguro e eficiente do sistema No caso do trocador de tubos concêntricos o equipamento foi posicionado inicialmente e conectado aos canos para início dos testes obedecendo às especificaçõe de entrada e saída de água quente e fria Na etapa seguinte procedeuse à energização do painel de comando habilitando os sistemas elétricos da bancada incluindo o aquecedor responsável por elevar a temperatura da água A temperatura foi monitorada continuamente por meio dos indicadores digitais instalados na bancada e ao atingir o valor de 60 graus Celsius o sistema de aquecimento se desligou automaticamente indicando que o fluido de trabalho estava pronto para iniciar o processo de troca térmica Com isso as válvulas de entrada foram abertas e as bombas foram acionadas estabelecendo o escoamento contínuo pelos circuitos do trocador de calor Durante essa fase o funcionamento do sistema foi mantido sob observação para assegurar a estabilização das condições de operação antes da coleta de dados 28 Com o sistema estabilizado iniciouse o procedimento de variação da vazão da bomba dois por meio do ajuste do potenciômetro localizado no painel de controle A variação da vazão teve como finalidade observar a influência do fluxo na eficiência térmica do trocador e para isso foram registradas as temperaturas de entrada e saída da água nos dois circuitos quente e frio Essa medição permitiu avaliar como o desempenho térmico do equipamento se comportava diante de diferentes condições de escoamento A análise foi repetida com diferentes níveis de vazão permitindo identificar tendências e comparações entre as leituras térmicas obtidas em diferentes regimes de operação Encerradas as medições com o trocador de tubos concêntricos os mesmos procedimentos foram aplicados aos outros dois tipos de trocadores O trocador do tipo casco e tubo foi instalado na bancada e passou pelas mesmas etapas de aquecimento acionamento das bombas e variação da vazão com acompanhamento constante da temperatura nos pontos estratégicos Por último o trocador de calor do tipo placas foi conectado ao sistema seguindo rigorosamente os mesmos passos anteriores Esse modelo por suas características construtivas permitiu observar variações mais rápidas na temperatura devido à sua elevada área de contato térmico aspecto que também foi analisado no experimento Ao final da prática foram reunidos os dados obtidos para cada tipo de trocador permitindo uma comparação entre suas eficiências térmicas em função das condições de operação aplicadas As imagens registradas durante os testes ilustram cada etapa do processo experimental servindo como material complementar para a análise dos resultados e validação dos procedimentos realizados Essa atividade foi essencial para aprofundar a compreensão dos princípios de transferência de calor e da aplicabilidade dos diferentes tipos de trocadores em sistemas térmicos diversos Figura 11 realização do experimento trocador de calor do tipo tubos concêntricos 29 Fonte O Autor 2025 Figura 12 realização do experimento trocador de calor do tipo tubos concêntricos Fonte O Autor 2025 Figura 13 realização do experimento trocador de calor casco tubo 30 Fonte O Autor 2025 Figura 14 realização do experimento trocador de calor do tipo placas Fonte O Autor 2025 31 Por fim respondese também aos questionamentos propostos A utilização de trocadores de calor em sistemas industriais apresenta diversas vantagens que os tornam componentes essenciais em processos de transferência térmica Entre os principais benefícios destacase a elevada eficiência na troca de calor entre dois fluidos o que contribui significativamente para a economia de energia em diversas aplicações Essa eficiência permite o reaproveitamento do calor gerado em etapas anteriores do processo reduzindo a necessidade de fontes adicionais de aquecimento ou resfriamento Além disso os trocadores possibilitam o controle preciso de temperatura em processos industriais fator indispensável para a qualidade e estabilidade de produtos A possibilidade de recuperar calor residual também contribui para a sustentabilidade dos sistemas reduzindo o impacto ambiental e os custos operacionais Outro aspecto relevante é a capacidade desses equipamentos de manter as condições térmicas ideais para o funcionamento contínuo de máquinas e processos evitando sobreaquecimento ou perda de desempenho No contexto da indústria de alimentos o modelo mais utilizado é o trocador de calor do tipo placas Esse tipo de equipamento é preferido por oferecer uma elevada taxa de transferência térmica em uma estrutura compacta permitindo a operação eficiente em espaços reduzidos Além disso os trocadores de placas possuem características que favorecem sua aplicação em ambientes que exigem rigoroso controle sanitário Sua construção permite a desmontagem ou limpeza automatizada por meio do sistema CIP CleaninPlace garantindo a remoção de resíduos sem necessidade de desmontagem completa Outra vantagem desse modelo é a separação segura dos fluidos em canais distintos o que evita qualquer risco de contaminação cruzada entre produtos alimentícios e fluido térmico assegurando a integridade do processo e a qualidade final do alimento A escolha do tipo de trocador de calor adequado deve considerar uma série de critérios técnicos e operacionais Entre os principais aspectos destacase a natureza dos fluidos que circularão pelo equipamento especialmente se forem corrosivos altamente viscosos ou contiverem partículas em suspensão pois isso pode influenciar no tipo de material da estrutura e na geometria interna A pressão e 32 a temperatura de operação também são parâmetros decisivos já que alguns modelos são mais adequados a ambientes com altas exigências mecânicas Outros fatores importantes incluem a eficiência térmica esperada o espaço físico disponível para a instalação a necessidade de manutenções frequentes o custo de aquisição e operação e o atendimento às normas técnicas e sanitárias aplicáveis ao setor de uso Esses critérios devem ser analisados em conjunto para assegurar o melhor desempenho e a viabilidade técnica e econômica do sistema térmico A vazão do fluido desempenha papel fundamental na transferência de calor dentro de um trocador A quantidade de fluido que circula por unidade de tempo determina a massa disponível para absorver ou ceder energia térmica Quando a vazão aumenta há maior renovação do fluido nas superfícies de troca térmica o que em condições constantes de temperatura e área de troca resulta em um aumento da taxa de transferência de calor No entanto esse efeito positivo está condicionado a limites operacionais do sistema Vazões excessivamente altas podem comprometer o tempo de residência necessário para a troca térmica efetiva ou provocar aumento de perda de carga Por outro lado vazões muito baixas podem tornar a transferência ineficiente e favorecer a formação de zonas estagnadas Portanto o controle da vazão deve ser cuidadosamente ajustado para garantir um equilíbrio entre eficiência térmica estabilidade operacional e durabilidade do equipamento 33 3 CONCLUSÃO A finalização deste portfólio dedicado às atividades práticas de Fenômenos de Transporte representa a consolidação de um processo de aprendizado marcado pela experimentação pela análise crítica e pela aplicação direta dos conceitos fundamentais que regem o comportamento de fluidos em movimento e os mecanismos de transferência de calor Ao longo das quatro atividades realizadas no ambiente de laboratório foi possível estabelecer uma conexão concreta entre a teoria discutida em sala de aula e a realidade observada nos sistemas experimentais Esse vínculo se mostrou essencial para compreender a complexidade dos fenômenos físicos envolvidos e reconhecer a importância da observação empírica como ferramenta de validação e aprofundamento do conhecimento técnico Na primeira atividade a manipulação do viscosímetro de Stokes permitiu que se explorasse de forma prática o conceito de viscosidade distinguindose claramente os efeitos da viscosidade dinâmica e sua relação com a velocidade de queda de esferas em fluidos distintos Essa prática demonstrou como características aparentemente abstratas como a resistência interna ao escoamento podem ser medidas com precisão e interpretadas no contexto de aplicações reais A segunda atividade ampliou a compreensão do número de Reynolds oferecendo uma perspectiva detalhada sobre os diferentes regimes de escoamento e a forma como a velocidade e as propriedades do fluido determinam se o comportamento será laminar de transição ou turbulento Essa diferenciação é fundamental para o dimensionamento e o controle de sistemas hidráulicos e pneumáticos A terceira atividade evidenciou o impacto direto da geometria e do material das tubulações sobre a perda de carga permitindo a análise quantitativa da influência da vazão sobre a eficiência do escoamento A comparação entre os resultados teóricos e experimentais revelou ainda a importância de considerar fatores práticos como rugosidade e precisão nas medições ao lidar com sistemas reais Por fim na quarta atividade os diferentes modelos de trocadores de calor foram investigados quanto ao seu desempenho térmico destacandose o papel da vazão e da variação de temperatura na eficiência da transferência de calor A 34 exposição direta a equipamentos de uso comum na indústria como os trocadores do tipo placas casco e tubo e tubos concêntricos proporcionou uma visão prática sobre sua aplicação e funcionamento em processos térmicos complexos De forma geral as experiências conduzidas neste portfólio contribuíram para o fortalecimento de habilidades técnicas essenciais como a condução de experimentos a análise de resultados a interpretação de dados e a correlação entre variáveis Ao mesmo tempo permitiram o desenvolvimento da capacidade de avaliar criticamente os sistemas físicos envolvidos propondo soluções baseadas em fundamentos sólidos da engenharia Com isso este conjunto de atividades não apenas reforçou o entendimento dos Fenômenos de Transporte mas também ampliou a competência dos alunos em lidar com desafios reais preparandoos para uma atuação mais consciente segura e eficiente em sua trajetória profissional 35 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALGETEC Roteiro de Experimentos Determinação da Viscosidade de Fluidos ALGETEC Sumário Teórico Determinação da Viscosidade de Fluidos ALGETEC Roteiro de Experimentos Experimento de Reynolds ALGETEC Sumário Teórico Experimento de Reynolds ALGETEC Roteiro de Experimentos Perda de Carga Distribuída ALGETEC Sumário Teórico Perda de Carga Distribuída ALGETEC Roteiro de Experimentos Trocador de Calor ALGETEC Sumário Teórico Trocador de Calor 36
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Texto de pré-visualização
Roteiro de Aula Prática Fenômenos de Transporte Disciplina Fenômenos de Transporte Clique aqui e veja orientações e exemplos de roteiro de aula prática ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 1 Unidade 1 Aula White LabelSeção KLS Estática dos fluidos Seção 2 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 1 Atividade proposta Nesta prática você irá determinar a velocidade de escoamento e a viscosidade de fluidos através da análise do deslocamento de esferas metálicas com diferentes diâmetros quando imersas em fluidos com viscosidades distintas Com o auxílio do viscosímetro de Stokes irá obter os tempos de queda livre das esferas nos fluidos e com isso encontrar a viscosidade dinâmica dos fluidos de forma experimental podendo realizar uma comparação com os valores teóricos Objetivos Determinar a viscosidade de diferentes fluidos Diferenciar a viscosidade dinâmica e a viscosidade cinemática Compreender a relação entre a velocidade de escoamento e as propriedades dos fluidos Compreender a lei de Stokes através da aplicação do viscosímetro na determinação da viscosidade do fluido Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e por fim acessar a prática Ensaio de viscosidadeviscosímetro de Stokes 2 Esta prática não necessita da utilização de EPI Entretanto para que não haja contaminação dos fluidos utilizados os tubos com fluidos que não estiverem em utilização devem permanecer fechados evitando que as amostras dos fluidos possam ser contaminadas Além disso as esferas devem ser higienizadas antes de cada utilização 3 ENCONTRANDO A VELOCIDADE DE ESCOAMENTO a determinação da velocidade de escoamento das esferas metálicas requer diversas medidas de tempo de queda entre dois pontos conhecidos Acione o cronômetro Em seguida mova uma das esferas para o tubo que contém água Cronometre o tempo de queda e repita esse procedimento mais três vezes Em seguida troque a esfera e repita o mesmo procedimento Preencha a tabela abaixo Repita o mesmo procedimento nas tubulações contendo óleo e glicerina Preencha outras duas tabelas iguais a Tabela 1 apenas trocando no cabeçalho da tabela para Tubo com óleo 5W20 e Tubo com glicerina respectivamente 4 DETERMINANDO A VISCOSIDADE Para o cálculo da viscosidade dinâmica neste experimento deve ser utilizada a seguinte equação Os dados necessários para aplicar esta equação são apresentados abaixo 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 água é de 1000 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 5w20 é de 852 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 glicerina é de 1250 kgm³ 𝜌𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎 é de 7850 kgm³ 𝑔 é de 981 ms² Utilize também as velocidades de escoamento calculadas anteriormente Os valores reais da viscosidade cinemática dos fluidos utilizados neste experimento são A viscosidade cinemática da água é de 986 107 m²s A viscosidade cinemática do óleo 5W20 é de 505 105 m²s A viscosidade cinemática da glicerina é de 661 104 m²s Sabendo que o erro relativo percentual pode ser encontrado utilizando a seguinte formula Realize o cálculo da viscosidade cinemática e do erro relativo percentual para cada viscosidade cinemática encontrada OBS Para realizar o cálculo da velocidade corrigida apresentada na equação é necessário saber o valor de R raio interno do tubo que no caso deste laboratório virtual é de 22 milímetros Por fim preencha os dados calculados na Tabela 2 Tabela 2 Dados para Análise da água Repita o procedimento de Determinação da Viscosidade para os Fluidos óleo e glicerina Ao final do experimento desabilite o cronômetro e assegure que todas as esferas estão na mesa Checklist Acessar o Algetec Acessar o experimento da aula prática Ler o Sumário TeóricoDeterminação da Viscosidade de Fluidos Fazer os experimentos de deslocamento com as esferas metálicas nos três fluidos Anotar todos os dados e tirar prints das telas dos resultados Resultado Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx contendo as tabelas com os resultados obtidos no experimento os prints de tela com a sequência do experimento e as respostas as seguintes perguntas 1 Compare os valores encontrados para a viscosidade cinemática de forma experimental com o valor da viscosidade cinemática real Os valores encontrados podem ser utilizados para representar a viscosidade cinemática da água Justifique 2 Quais são as principais fontes de erros para este experimento Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Determinação da Viscosidade de Fluidos ALGETEC Sumário Teórico Determinação da Viscosidade de Fluidos ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 2 Unidade 1 Aula White LabelSeção KLS Cinemática dos FluidosSeção 3 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 2 Atividade proposta Através do Experimento de Reynolds você irá verificar o comportamento de um fluido água em uma tubulação Deverá identificar os três tipos de escoamentos laminar transição e turbulento e a sua relação com o número adimensional de Reynolds Objetivos Determinar a vazão em uma tubulação Identificar as características dos tipos de escoamento laminar transição e turbulento Relacionar o comportamento do fluido com o número de Reynolds Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e por fim acessar a prática Experimento de Reynolds 2 Quanto a segurança no laboratório de engenharia esta prática requer o uso de sapatos fechados e cabelos presos 3 VERIFICANDO O POSICIONAMENTO DAS VÁLVULAS você deverá verificar a posição das válvulas de acordo com a tabela abaixo As alterações necessárias devem ser feitas com a bancada desligada Mude o posicionamento das válvulas se necessário clicando com o botão esquerdo do mouse sobre elas OBS o diâmetro interno no tubo de Reynolds é D 44 mm 4 HABILITANDO AS BOMBAS Posicione a válvula 2c com 40 da sua capacidade habilite as bombas no painel elétrico e aperte o botão de ligar Após observar o fluxo de água no rotâmetro abra a válvula 2c completamente 5 ENCHENDO O RESERVATÓRIO DE ÁGUA Ajuste o potenciômetro para o controle de vazão para que a água entre no reservatório Em seguida feche a válvula 13 assim que perceber que o nível de água no reservatório está subindo feche a válvula 12 após o reservatório encher completamente 6 MEDINDO A VAZÃO Faça a medida do volume de água presente no reservatório Considere as seguintes dimensões 400 mm de comprimento 320 mm de largura e 474 mm de altura Logo depois abra a válvula 14 numa porcentagem escolhida por você Abra também o cronômetro e aperte o start Espere proximamente 1 minuto feche a válvula 14 e meça novamente o volume contido no reservatório 7 OBSERVANDO O REGIME DE ESCOAMENTO Abra a válvula 15 para que o fluido com corante comece a escoar Quando observar o fluxo através da pipeta abra a válvula 14 controlando a vazão com mesma porcentagem escolhida no passo anterior É necessário esperar o fluxo se estabilizar para começar a medição Checklist Acessar o Algetec Acessar o experimento da aula prática Ler o Sumário TeóricoExperimento de Reynolds Realizar o experimento na Bancada Didática de Mecânica dos Fluidos e Bombas Anotar todos os dados e tirar prints das telas dos resultados Resultados da aula prática Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx com os prints de tela com a sequência do experimento e as respostas as seguintes perguntas 1 A partir dos dados obtidos no laboratório determine a vazão do sistema 2 Qual o regime de escoamento observado no experimento Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Experimento de Reynolds ALGETEC Sumário Teórico Experimento de Reynolds ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 3 Unidade 2 Aula White LabelSeção KLS Perda de Carga em um Escoamento Interno Seção 3 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 3 Atividade proposta Este experimento realizado na bancada didática de mecânica dos fluidos permite verificar o comportamento do escoamento da água em tubulações de diferentes diâmetros e materiais medindo a perda de carga em cada caso Você deverá variar a vazão do escoamento e verificar sua influência no sistema realizando a leitura da diferença de pressão entre os pontos de medição perda de carga utilizando o manômetro em U Os dados de perda de carga obtidos experimentalmente serão comparados com os resultados teóricos calculados utilizando diagrama de MOODY Objetivos Identificar a relação de dependência entre a perda de carga e a vazão Determinar o número de Reynolds para cada caso estudado Compreender como o material utilizado na fabricação dos condutos influencia na queda de pressão de um fluido em movimento Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Mecânica dos Fluidos e por fim acessar a prática Perda de Carga Distribuída 2 POSICIONANDO AS VÁLVULAS DAS BOMBAS Posicione as válvulas na seguinte posição válvulas A1 e B2 abertas e válvulas B1 e A2 fechadas Mude a câmera para Bombas Alt4 Em seguida realize o posicionamento das válvulas clicando com o botão esquerdo do mouse sobre a manopla parte laranja 3 POSICIONANDO AS VÁLVULAS DAS LINHAS Configure as válvulas correspondentes a linha para realizar cada experimento Comece a prática com a linha 1 tubulação de PVC com 32 mm Posicione as válvulas de acordo com as configurações de cada linha Parte Frontal da bancada Linha 1 Tubo de PVC 32mm Válvulas abertas C2 V03 Válvulas fechadas V04 V05 V06 V07 V08 V09 V10 V11 Linha 2 Tubo de PVC 25mm Válvulas abertas C2 V04 Válvulas fechadas V03 V05 V06 V07 V08 V09 V10 V11 Linha 3 Tubo de Cobre 28mm Válvulas abertas C2 V05 Válvulas fechadas V03 V04 V06 V07 V08 V09 V10 V11 Linha 4 Tubo de Acrílico 25mm Válvulas abertas C2 V06 Válvulas fechadas V03 V04 V05 V07 V08 V09 V10 V11 4 CONECTAR AS MANGUEIRAS Conecte as mangueiras de tomada de pressão na linha a qual o experimento será realizado A distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas 5 LIGAR A BOMBA Mantenha o botão de emergência desativado Habilite a bomba 2 Posicione o potenciômetro de vazão no centro da sua escala Ligue o sistema 6 VARIANDO A VAZÃO Varie a vazão utilizando o potenciômetro Anote a vazão bem como a perda de carga correspondente Você precisará determinar cinco pontos Para realizar a prática em outra linha você deverá desligar o painel elétrico desabilitar a bomba 2 e desconectar a mangueira Em seguida configure a bancada para realizar a prática com outra linha de acordo com as configurações descritas no item 2 deste roteiro e seguindo os demais itens Depois de determinar os cinco pontos para cada linha ao final da prática desabilite a bomba 2 desligue o sistema desconecte as mangueiras e retorne as válvulas para a sua posição inicial Checklist Acessar o Algetec Acessar a prática Ler o Sumário TeóricoPerda de Carga Distribuída Realizar o experimento na Bancada Didática de Mecânica dos Fluidos e Bombas Variar a vazão e ler o manômetro U Anotar todos os dados Resultados da aula prática Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx contendo 1 O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY teórico 2 O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas teoricamente e a lida no manômetro U no experimento 3 Quais são as principais fontes de erros para este experimento A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais Para os cálculos considere que a distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas 4 Qual a influência do diâmetro da tubulação do material e da vazão na perda de carga distribuída plote os valores de Vazão x Perda de Carga utilizando um software gráfico para realizar esta análise Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Perda de Carga Distribuída ALGETEC Sumário Teórico Perda de Carga Distribuída ROTEIRO DE AULA PRÁTICA 4 Unidade 3 Aula White LabelSeção KLS Introdução à Radiação e Trocadores de Calor Seção 3 SOFTWARE Software Acesso online Pago Não Pago Infraestrutura Computador Desktop ou laptop apresentando o mínimo de 4MB de memória RAM e deve ter acesso a internet Descrição do software O ALGETEC Laboratórios Virtuais é uma ferramenta online que simula situações reais de laboratórios nas áreas de engenharia e saúde e seguem com alto grau de fidelização os experimentos realizados nos equipamentos físicos da ALGETEC ATIVIDADE PRÁTICA 4 Atividade proposta O experimento a ser realizado na bancada didática para estudos em trocadores de calor permite verificar a influência de parâmetros como vazão e temperatura na eficiência dos trocadores Para isto são realizados testes em três tipos de trocadores de calor trocador de placas trocador de tubos concêntricos e o trocador de cascotubos Em cada trocador de calor o aluno irá realizar o experimento com os fluxos de água em contracorrente e em correntes paralelas medindo as temperaturas nos fluxos de água quente e água fria na entrada e saída do trocador de calor além de medir as vazões dos fluxos Objetivos Compreender o funcionamento de um trocador de calor identificar qual tipo de trocador de calor possui melhor eficiência trifásica entender a influência da vazão na transferência de calor Procedimentos para a realização da atividade Para realizar este experimento siga os passos indicados abaixo 1 Acessar o laboratorio virtual do site da ALGETEC Em seguida clicar em cursos buscar a aba Labs Específicos de Engenharia Após selecionar o Laboratório de Transferência de Calor e por fim acessar a prática Experimentos em Trocadores de Calor 2 Quanto a segurança no laboratório de engenharia esta prática requer o uso de sapatos fechados cabelos presos e luvas de borracha nitrílica 3 SELECIONANDO E ENCAIXANDO O TROCADOR DE CALOR Coloque um dos trocadores de calor sobre a bancada e o conecte aos canos Faça a prática preferencialmente nesta ordem trocador de tubos concêntricos trocador de calor casco tubo e trocador de calor do tipo placas respectivamente Visualize os trocadores de calor clicando com o botão esquerdo do mouse na câmera com o nome Trocadores localizada dentro do painel de visualização no canto superior esquerdo da tela Se preferir também pode ser utilizado o atalho do teclado Alt2 Leve o trocador de calor do tipo tubos concêntricos para a bancada e o encaixe clicando com botão direito do mouse sobre ele e selecionando a opção Encaixar trocador 4 LIGANDO AS BOMBAS Energize o painel ligue o aquecedor e espere a temperatura chegar a 60⁰C Acompanhe a temperatura pelos indicadores quando ela chegar a 60⁰C o aquecedor irá se desligar automaticamente após isso abra as válvulas e ligue as bombas Com o botão esquerdo do mouse clique no painel e energize o painel clicando no botão de emergência Ligue o aquecedor clicando com botão esquerdo do mouse na parte verde do botão Habilitar Aquecedor E para visualizar os indicadores clique com o botão esquerdo em indicadores Para abrir as vávulas clique sobre elas com o botão esquerdo do mouse e para ligar as bombas retorne ao painel e clique com botão na parte verde de seus respectivos botões 5 VARIANDO A VAZÃO Aumente a vazão da bomba dois através do potenciômetro que se encontra no painel e observe a variação de temperatura nos indicadores Para uma melhor compreensão observe a variação de temperatura para diferentes vazões Checklist Acessar o Algetec Acessar a prática Ler o Sumário TeóricoTrocador de Calor Realizar o experimento na Bancada Didática para Estudos em Trocadores de Calor Anotar todos os dados e tirar prints das telas dos resultados Resultados da aula prática Aluno você deverá entregar Você deverá entregar um documento formato docx com os prints de tela com a sequência do experimento e as respostas as seguintes perguntas 1 Quais as principais vantagens da utilização de trocadores de calor 2 Qual tipo de trocador é mais utilizado na indústria de alimentos Justifique 3 Quais critérios devem ser levados em consideração ao escolher um tipo de trocador de calor 4 Qual a influência da vazão na transferência de calor Referências ALGETEC Roteiro de Experimentos Trocador de Calor ALGETEC Sumário Teórico Trocador de Calor 0 Cidade UF 2025 ALUNO FENOMENOS DO TRANSPORTE UNIVERSIDADE CURSO Cidade UF 2025 1 FENOMENOS DO TRANSPORTE Roteiro de Aula Prática apresentado a Universidade Anhanguera como requisito para obtenção de média para a disciplina de Fenômenos do Transporte Tutora à Distância ALUNO SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO3 1 INTRODUÇÃO3 2 DESENVOLVIMENTO4 2 DESENVOLVIMENTO4 21 ATIVIDADE PRÁTICA 1 ENSAIO DE VISCOSIDADE VISCOSÍMETRO DE STOKES4 21 ATIVIDADE PRÁTICA 1 ENSAIO DE VISCOSIDADE VISCOSÍMETRO DE STOKES4 24 ATIVIDADE PRÁTICA 4 TROCADORES DE CALOR28 24 ATIVIDADE PRÁTICA 4 TROCADORES DE CALOR28 3 CONCLUSÃO34 3 CONCLUSÃO34 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS36 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS36 2 1 INTRODUÇÃO O presente estudo descreve a execução de quatro atividades práticas desenvolvidas como parte integrante da disciplina de Fenômenos de Transporte com apoio da infraestrutura oferecida pelo Laboratório Algetec As experiências conduzidas permitiram aos participantes uma imersão concreta no comportamento de fluidos em movimento e nos processos de transferência de calor aspectos essenciais para a formação técnica em engenharia A proposta metodológica envolveu a associação entre o conhecimento teórico adquirido em sala de aula e a sua aplicação em condições experimentais controladas com o propósito de consolidar a compreensão dos princípios físicos que regem os fenômenos abordados Durante a realização das atividades investigaramse temas como viscosidade regime de escoamento perda de carga em tubulações e eficiência térmica de trocadores de calor sendo cada prática organizada com objetivos específicos voltados ao desenvolvimento da análise crítica e da habilidade em medições laboratoriais A primeira atividade teve como foco a análise da viscosidade de diferentes líquidos utilizando o viscosímetro de Stokes como instrumento para medir o tempo de queda de esferas metálicas imersas em meios com diferentes propriedades viscosas Essa prática permitiu observar como a resistência interna dos fluidos interfere diretamente na velocidade de deslocamento dos corpos em seu interior contribuindo para a compreensão das forças envolvidas no escoamento Na segunda atividade o objetivo foi estudar os diferentes regimes de escoamento presentes em condutos a partir da aplicação do número adimensional de Reynolds Foram analisadas as condições para ocorrência de escoamento laminar de transição e turbulento com base na variação da velocidade do fluido e no diâmetro das tubulações A terceira atividade concentrouse na medição das perdas de carga 3 ao longo de tubos com diferentes características geométricas e materiais permitindo verificar como fatores como a rugosidade da parede interna e a taxa de vazão influenciam na queda de pressão entre dois pontos de uma tubulação Já na quarta e última atividade foi realizada a avaliação da eficiência de diferentes modelos de trocadores de calor com destaque para os tipos placas tubos concêntricos e casco tubos Essa prática possibilitou examinar como a variação da temperatura de entrada e saída assim como a vazão dos fluidos impacta no desempenho térmico desses dispositivos Cada uma dessas atividades será detalhada ao longo deste relatório apresentando seus objetivos os procedimentos adotados durante as medições e os resultados obtidos em cada etapa com o intuito de demonstrar como a aplicação prática dos conceitos teóricos contribui de forma decisiva para o desenvolvimento da competência técnica na área de engenharia 2 DESENVOLVIMENTO 21 ATIVIDADE PRÁTICA 1 ENSAIO DE VISCOSIDADE VISCOSÍMETRO DE STOKES 1 A determinação da velocidade de escoamento das esferas metálicas foi conduzida por meio da cronometragem do tempo de queda entre dois pontos previamente determinados no interior dos tubos preenchidos com diferentes fluidos Inicialmente uma das esferas foi cuidadosamente introduzida no tubo contendo água marcandose o início da medição a partir do momento em que a esfera atravessava o primeiro ponto de referência O cronômetro foi acionado e a contagem foi encerrada no instante em que a esfera atingia o segundo ponto de marcação Esse procedimento foi repetido três vezes consecutivas mantendose o mesmo fluido e a mesma esfera com o objetivo de obter valores mais precisos e minimizar possíveis variações decorrentes de erros experimentais Após a primeira sequência a esfera utilizada foi substituída por outra de mesma massa ou diferente conforme o planejamento experimental e a série de medições foi novamente executada sob as mesmas condições 4 Com a conclusão da etapa em água o experimento foi repetido com os tubos preenchidos com óleo e posteriormente com glicerina seguindo o mesmo protocolo de medição para cada fluido Em cada caso o tempo de queda das esferas foi registrado com atenção visando garantir a reprodutibilidade dos dados e a confiabilidade dos resultados Esses tempos posteriormente serviram como base para o cálculo da velocidade média de escoamento das esferas em cada fluido por meio da divisão da distância entre os pontos de marcação pelo tempo médio obtido nas repetições Essa abordagem experimental permitiu observar de forma clara as diferenças de comportamento entre os fluidos especialmente em relação à viscosidade já que a resistência oferecida ao movimento das esferas variou significativamente entre água óleo e glicerina A metodologia empregada garantiu a consistência das medições e os dados obtidos possibilitaram analisar com mais profundidade como a viscosidade influencia a velocidade de queda dos corpos imersos contribuindo para a compreensão dos princípios de dinâmica dos fluidos Figura 1 realização do experimento Tubo de água Fonte O Autor 2025 5 Figura 2 realização do experimento Tubo de óleo 5W20 Fonte O Autor 2025 Figura 3 realização do experimento Tubo de glicerina 6 Fonte O Autor 2025 Com os dados obtidos nos experimentos e os cálculos realizados média do tempo de queda e Velocidade Média Vm DistânciaTempo preenchese a seguinte tabela Tabela 1 Dados obtidos Tubo com Água Diâmetro da Esfera Tempo de Queda s Média do Tempo de Queda s Distância Percorrida m Velocidade Média ms 10 mm 056 055 056 057 055 08 145 8 mm 065 063 064 065 064 08 125 6 mm 072 071 074 072 072 08 111 5 mm 076 075 074 075 075 08 106 Tubo com Óleo 5W20 Diâmetro da Esfera Tempo de Queda s Média do Tempo de Queda s Distância Percorrida m Velocidade Média ms 10 mm 074 073 075 074 074 08 108 7 8 mm 090 091 092 090 090 08 088 6 mm 120 117 118 117 118 08 067 5 mm 142 143 145 141 142 08 056 Tubo com Glicerina Diâmetro da Esfera Tempo de Queda s Média do Tempo de Queda s Distância Percorrida m Velocidade Média ms 10 mm 270 277 274 276 274 08 029 8 mm 404 406 407 405 405 08 019 6 mm 672 673 672 674 672 08 011 5 mm 924 918 922 919 920 08 008 Fonte O Autor 2025 2 Determinação da Viscosidade Para o cálculo da viscosidade dinâmica neste experimento utilizouse a seguinte equação μ2r 2gρesferaρfluido 9124r RV Os dados necessários na equação são apresentados abaixo 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 água é de 1000 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 5w20 é de 852 kgm³ 𝜌𝑓𝑙𝑢𝑖𝑑𝑜 glicerina é de 1250 kgm³ 𝜌𝑒𝑠𝑓𝑒𝑟𝑎 é de 7850 kgm³ 𝑔 é de 981 ms² OBS O valor de R raio interno do tubo no caso do laboratório virtual é de 22 milímetros Utilizouse também as velocidades de escoamento calculadas anteriormente A seguir apresentase o memorial dos cálculos realizados 8 Tubocom ÁguaCálculo daViscosidade Dinâmica Paraesferas de10mmdediâmetro μ20005 298178501000 9124 00050022145 00314 Pas Paraesferas de8mmdediâmetro μ20004 298178501000 9124 00040022125 00343 Pas Paraesferas de6mmde diâmetro μ20003 298178501000 912400030022111 00523Pas Paraesferas de5mmdediâmetro μ200025 298178501000 9124 000250022106 00783Pas TubocomÓleo5W 20CálculodaViscosidade Dinâmica Paraesferas de10mmdediâmetro μ 20005 29817850852 9124 00050022108 01642Pas Paraesferas de8mmdediâmetro μ 20004 29817850852 9124 00040022088 02133 Pas Paraesferas de6mmde diâmetro 9 μ 20003 29817850852 9124 00030022067 03944 Pas Paraesferas de5mmdediâmetro μ 200025 29817850852 9124 000250022056 06102Pas TubocomGlicerinaCálculodaViscosidade Dinâmica Paraesferas de10mmdediâmetro μ20005 298178501250 9124 000500220 29 080Pas Paraesferas de8mmdediâmetro μ20004 298178501250 9124 00040022019 084 Pas Paraesferas de6mmde diâmetro μ20003 298178501250 912400030022011 088Pas Paraesferas de5mmdediâmetro μ200025 298178501250 9124000250022008 087Pas Os valores reais da viscosidade cinemática dos fluidos utilizados neste experimento são 10 Sabendo que o erro relativo percentual pode ser encontrado utilizando a seguinte formula Erro Relativo valorexperimentalvalorreal valorreal x 100 Foi realizado o cálculo da viscosidade cinemática e do erro relativo percentual para cada viscosidade cinemática encontrada vμ ρ Repetiuse o procedimento de Determinação da Viscosidade para os Fluidos óleo e glicerina A seguir apresentase a segunda parte do memorial dos cálculos realizados Tubocom ÁguaViscosidadeCinemática Paraesferas de10mmdediâmetro v00314 Pa s 1000kgm 3 31410 5m 2 s Paraesferas de8mmdediâmetro v00343Pas 1000 kgm 3 34310 5m 2 s 11 Paraesferas de6mmde diâmetro v00523Pas 1000 kgm 3 52310 5m 2s Paraesferas de5mmdediâmetro v00783Pas 1000 kgm 3 78310 5m 2 s TubocomÓleo5W 20ViscosidadeCinemática Paraesferas de10mmdediâmetro v01642Pas 852kgm 3 19210 4m 2 s Paraesferas de8mmdediâmetro v02133Pas 852kgm 3 25010 4m 2 s Paraesferas de6mmde diâmetro v03944 Pa s 852kgm 3 46210 4m 2s Paraesferas de5mmdediâmetro v06102Pas 852kgm 3 71610 4m 2 s TubocomGlicerinaViscosidade Cinemática Paraesferas de10mmdediâmetro 12 v 080Pas 1250 kgm 36410 4m 2s Paraesferas de8mmdediâmetro v 084 Pas 1250 kgm 367510 4m 2s Paraesferas de6mmde diâmetro v 088Pas 1250 kgm 370410 4m 2s Paraesferas de5mmdediâmetro v 087 Pas 1250 kgm 369610 4m 2s Os valores de viscosidade cinemática encontrados diferem muito dos resultados esperados indicando algum erro nos cálculos ou na realização dos experimentos Em sequência preencheuse os dados calculados na Tabela 2 Tabela 2 Dados calculados Fluido Água Diâmetro da Esfera Velocidade Média ms Velocidade Corrigida ms Viscosidade Dinâmica Viscosidad e Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 145 224 00314 314105 8 mm 125 179 00343 343105 6 mm 111 147 00523 523105 5 mm 106 134 00783 783105 Fluido ÓLEO 5W20 13 Diâmetro da Esfera Velocidade Média ms Velocidade Corrigida ms Viscosidade Dinâmica Viscosidad e Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 108 166 01642 192104 8 mm 088 126 02133 250104 6 mm 067 088 03944 462104 5 mm 056 071 06102 716104 Fluido Glicerina Diâmetro da Esfera Velocidade Média ms Velocidade Corrigida ms Viscosidade Dinâmica Viscosidad e Cinemática Erro Relativo Percentual 10 mm 029 044 080 64104 8 mm 019 027 084 675104 6 mm 011 014 088 704104 5 mm 008 010 087 696104 Fonte O Autor 2025 Por fim respondese também aos questionamentos propostos A determinação da velocidade de escoamento das esferas metálicas foi conduzida por meio da cronometragem do tempo de queda entre dois pontos previamente determinados no interior dos tubos preenchidos com diferentes fluidos Inicialmente uma das esferas foi cuidadosamente introduzida no tubo contendo água marcandose o início da medição a partir do momento em que a esfera atravessava o primeiro ponto de referência O cronômetro foi acionado e a contagem foi encerrada no instante em que a esfera atingia o segundo ponto de marcação Esse procedimento foi repetido três vezes consecutivas mantendose o mesmo fluido e a mesma esfera com o objetivo de obter valores mais precisos e minimizar possíveis variações decorrentes de erros experimentais Após a primeira sequência a esfera utilizada foi substituída por outra de mesma massa ou diferente conforme o planejamento experimental e a série de medições foi novamente executada sob as mesmas condições Com a conclusão da etapa em água o experimento foi repetido com os tubos preenchidos com óleo e posteriormente com glicerina seguindo o mesmo protocolo 14 de medição para cada fluido Em cada caso o tempo de queda das esferas foi registrado com atenção visando garantir a reprodutibilidade dos dados e a confiabilidade dos resultados Esses tempos posteriormente serviram como base para o cálculo da velocidade média de escoamento das esferas em cada fluido por meio da divisão da distância entre os pontos de marcação pelo tempo médio obtido nas repetições Essa abordagem experimental permitiu observar de forma clara as diferenças de comportamento entre os fluidos especialmente em relação à viscosidade já que a resistência oferecida ao movimento das esferas variou significativamente entre água óleo e glicerina A metodologia empregada garantiu a consistência das medições e os dados obtidos possibilitaram analisar com mais profundidade como a viscosidade influencia a velocidade de queda dos corpos imersos contribuindo para a compreensão dos princípios de dinâmica dos fluidos 22 Atividade Prática 2 Experimento de Reynolds 1 Comparação dos valores experimentais com a viscosidade cinemática real da água Os valores encontrados experimentalmente para a viscosidade cinemática da água foram significativamente maiores do que o valor real conhecido para essa propriedade física Isso indica que os dados obtidos não representam com precisão a viscosidade cinemática real da água Portanto os valores experimentais não podem ser utilizados como uma estimativa confiável da viscosidade cinemática da água Justificativa A discrepância observada pode ser atribuída a uma série de fatores como Erros sistemáticos e aleatórios durante a execução do experimento Dificuldade em medir com precisão o tempo de queda das esferas Incorreta determinação do diâmetro das esferas utilizadas Limitações do ambiente virtual como a imprecisão na simulação das propriedades físicas viscosidade densidade etc 15 Potenciais falhas no modelo de simulação computacional que pode não representar fielmente as condições do experimento em um laboratório real Esses fatores contribuem para resultados experimentais que se distanciam dos valores de referência aceitos cientificamente 2 Principais fontes de erro no experimento As principais fontes de erro neste experimento podem incluir Erros de medição Imprecisões na cronometragem do tempo de queda e na medição do diâmetro das esferas podem comprometer a precisão dos cálculos Variações no ambiente virtual Alterações não controladas de temperatura e pressão no simulador podem afetar a viscosidade do fluido Limitações do modelo de simulação O modelo computacional pode simplificar fenômenos físicos complexos omitindo fatores como atrito nas paredes do tubo ou turbulência local Funcionamento do equipamento virtual Inconsistências no comportamento do viscosímetro ou na resposta do sistema durante a simulação podem interferir nos resultados Erros sistemáticos Falhas constantes no método experimental ou no processo de análise que afetam todas as medições da mesma forma como um algoritmo de cálculo incorreto ou calibração inadequada do sistema Figura 4 realização do experimento 16 Fonte O Autor 2025 Figura 5 realização do experimento Fonte O Autor 2025 17 Figura 6 realização do experimento Fonte O Autor 2025 Por fim respondese também aos questionamentos propostos A prática realizada permitiu uma análise detalhada do comportamento do escoamento e da perda de carga em diferentes tipos de tubulação abordando conceitos fundamentais de hidráulica aplicada Inicialmente determinouse a vazão do sistema com base nos dados coletados durante a atividade anterior O volume inicial de água no reservatório era de 427 litros e após a abertura da válvula 14 por um período de 60 segundos o volume final registrado foi de 192 litros A diferença entre os volumes equivalente a 235 litros corresponde ao volume de água escoado durante o experimento A partir disso foi possível calcular a vazão média do sistema como sendo de aproximadamente 392 litros por segundo Esse valor representa a quantidade de fluido que passou pela tubulação a cada segundo sob as condições impostas durante o teste No que diz respeito ao regime de escoamento observouse que o fluxo se manteve em regime laminar ao longo do experimento Esse comportamento foi atribuído à redução gradual da altura do nível de água no reservatório o que causou uma diminuição correspondente na pressão de entrada no sistema Com a queda da pressão houve uma redução da vazão e consequentemente da velocidade do 18 escoamento Essa desaceleração favoreceu a permanência do regime laminar caracterizado por um fluxo ordenado e previsível das partículas do fluido A utilização de corante facilitou a visualização direta desse comportamento dentro do tubo de Reynolds confirmando as condições de escoamento observadas Na terceira atividade prática relacionada à perda de carga distribuída o sistema foi configurado para testes com quatro diferentes linhas de tubulação cada uma com diâmetro e material distintos As válvulas das bombas foram posicionadas inicialmente com A1 e B2 abertas e B1 e A2 fechadas A linha 1 composta por um tubo de PVC com 32 milímetros de diâmetro foi a primeira a ser analisada com as válvulas C2 e V03 abertas mantendo todas as demais fechadas Na sequência a prática foi realizada com as linhas seguintes linha 2 PVC de 25 milímetros linha 3 cobre de 28 milímetros e linha 4 acrílico de 25 milímetros ajustandose as válvulas conforme o esquema específico de cada configuração Para cada linha as mangueiras de tomada de pressão foram conectadas nos pontos correspondentes respeitando sempre a distância de um metro entre as medições padrão adotado para garantir a uniformidade dos resultados Com a bomba 2 habilitada e o potenciômetro ajustado na posição central o sistema foi ligado permitindo o controle da vazão Em cada linha testada cinco pontos distintos de operação foram estabelecidos variandose a vazão por meio do potenciômetro e registrando para cada valor a respectiva perda de carga observada Esse procedimento foi repetido em todas as linhas seguindo sempre o mesmo protocolo Após o término das medições o sistema foi desligado as conexões removidas e os componentes retornaram às condições iniciais Essa atividade permitiu avaliar de forma comparativa a influência do diâmetro e do material da tubulação sobre a perda de carga além de reforçar a importância do controle da vazão para a eficiência de sistemas hidráulicos As imagens capturadas durante o experimento ilustram as etapas descritas e servem como registro do processo experimental conduzido Figura 7 Primeira linha Tubo de PVC 32 mm 19 Fonte O Autor 2025 Figura 8 Segunda linha tubo de PVC 25mm Fonte O Autor 2025 Figura 9 Terceira Linha Tubo de cobre 22 mm 20 Fonte O Autor 2025 Figura 10 Quarta linha Tubo de Acrílico 25 mm Fonte O Autor 2025 21 Os seguintes dados foram obtidos Tabela 3 Cinco medições realizadas em cada linha PVC 32 mm PVC 25 mm Cobre 28 mm Acrílico 25 mm Rotâme tro Manôme tro Rotâme tro Manôme tro Rotâme tro Manôme tro Rotâme tro Manôme tro 2100 14 1200 16 2400 34 2400 58 3100 30 2200 66 700 8 1300 32 4100 48 2900 106 1400 16 800 16 4600 56 3600 146 3300 34 4100 196 1600 8 4400 182 4500 90 1400 34 Fonte O Autor 2025 Por fim respondese também aos questionamentos propostos 1 O cálculo da perda de carga utilizando o DIAGRAMA DE MOODY teórico Com base nos dados obtidos para as quatro linhas de tubulação analisadas durante a atividade prática sobre perda de carga distribuída foi possível calcular a velocidade média do escoamento o número de Reynolds o fator de atrito e por fim a perda de carga em cada cenário Na Linha 1 composta por tubo de PVC com 32 milímetros de diâmetro interno a vazão registrada foi de 2100 litros por hora o que equivale a uma velocidade média de aproximadamente 05833 metros por segundo Com isso o número de Reynolds alcançado foi de cerca de 1860977 indicando regime de escoamento turbulento Aplicando a equação empírica para o cálculo do fator de atrito obtevese um valor aproximado de 0027 A perda de carga associada considerando um comprimento de um metro resultou em 0014 metros de coluna dágua Na Linha 2 que utiliza um tubo de PVC com 25 milímetros de diâmetro a vazão foi de 1200 litros por hora o que gerou uma velocidade média de 03333 22 metros por segundo O número de Reynolds calculado foi de 832418 novamente caracterizando o regime de escoamento como turbulento O fator de atrito obtido foi de 0033 e a perda de carga associada ao trecho de um metro de tubulação foi de aproximadamente 000747 metros de coluna dágua Esse resultado evidencia a influência do diâmetro reduzido sobre a intensidade das perdas mesmo em um fluxo com menor velocidade Na Linha 3 composta por tubo de cobre com diâmetro interno de 28 milímetros a vazão de 2400 litros por hora proporcionou uma velocidade média de 06667 metros por segundo O número de Reynolds alcançado foi de 1861176 indicando claramente um regime turbulento A rugosidade relativa para o cobre foi estimada em 535 x 10 e o fator de atrito calculado com base na equação empírica ⁵ foi de 00279 valor confirmado pelo Diagrama de Moody o que permitiu a utilização de 0027 como referência A perda de carga correspondente foi de 00218 metros de coluna dágua evidenciando um desempenho hidráulico mais eficiente em comparação com o tubo de menor diâmetro e maior rugosidade relativa Por fim na Linha 4 que utiliza tubo de acrílico com 25 milímetros de diâmetro interno a mesma vazão da Linha 3 foi aplicada resultando também em uma velocidade de 06667 metros por segundo O número de Reynolds foi de 1665041 mantendo o regime como turbulento O fator de atrito estimado foi de 0027 o que resultou em uma perda de carga de aproximadamente 0024 metros de coluna dágua para o trecho de um metro Comparando com as outras configurações observase que apesar da mesma vazão das Linhas 3 e 4 a diferença de material e diâmetro impacta diretamente na eficiência hidráulica Esses resultados demonstram como a geometria e o material da tubulação influenciam significativamente o comportamento do escoamento e a energia necessária para o transporte do fluido sendo fatores determinantes na escolha de componentes em sistemas de distribuição 2 O cálculo do desvio relativo em relação às perdas de carga obtidas teoricamente e a lida no manômetro U no experimento 23 Com a realização das leituras manométricas nas diferentes linhas de tubulação utilizadas no experimento foi possível comparar diretamente os valores de perda de carga obtidos experimentalmente com os valores calculados teoricamente permitindo a análise do desvio relativo entre essas duas abordagens Na Linha 1 formada por um tubo de PVC com diâmetro interno de 32 milímetros a leitura do manômetro indicou uma perda de carga de 14 milímetros de coluna dágua o que equivale a 0014 metros Esse valor coincidiu exatamente com o resultado obtido no cálculo teórico resultando em um desvio relativo de 0 o que demonstra alta precisão na modelagem e execução do experimento Já na Linha 2 com tubo de PVC de 25 milímetros a leitura do manômetro foi de 16 milímetros de coluna dágua equivalente a 0016 metros Comparando esse valor com o resultado teórico de 000747 metros observouse um desvio relativo expressivo de 11458 indicando uma diferença significativa entre o comportamento idealizado e o resultado prático Essa divergência pode estar associada a fatores como pequenas irregularidades internas no tubo variações na viscosidade do fluido presença de microbolhas ou até instabilidades durante a leitura da coluna manométrica Na Linha 3 que utiliza tubo de cobre com diâmetro de 28 milímetros a leitura manométrica foi de 34 milímetros de coluna dágua correspondendo a 0034 metros A perda de carga estimada teoricamente para essa linha foi de 00218 metros o que gerou um desvio relativo de 5574 Embora menor que o observado na Linha 2 esse valor ainda revela uma discrepância considerável o que reforça a influência das condições experimentais na determinação da perda de energia ao longo da tubulação Por fim na Linha 4 composta por tubo de acrílico com 25 milímetros de diâmetro a leitura obtida no manômetro foi de 80 milímetros de coluna dágua equivalente a 0080 metros O valor teórico calculado para essa linha foi de 0058 metros e o desvio relativo resultante foi de 3793 Essa diferença apesar de significativa está em um intervalo mais aceitável dentro de um contexto laboratorial 24 considerandose as limitações instrumentais e eventuais variações operacionais De maneira geral os desvios encontrados reforçam a importância de se considerar fatores práticos que não estão presentes nas equações ideais como pequenas oscilações de vazão imperfeições no material da tubulação atrito adicional em conexões e variações nas propriedades do fluido Esses resultados também destacam a relevância da comparação entre dados teóricos e experimentais para a consolidação do aprendizado na área de Fenômenos de Transporte 3 Quais são as principais fontes de erros para este experimento A discrepância foi grande entre os valores teóricos e experimentais Para os cálculos considere que a distância entre os pontos de tomada de pressão é de um metro em qualquer uma das linhas As divergências observadas entre os valores teóricos e experimentais ao longo do experimento podem ser atribuídas a diversas fontes de erro que comprometem a precisão dos resultados obtidos Entre os fatores mais relevantes destacamse as imprecisões na leitura dos instrumentos como os manômetros e rotâmetros cujas escalas dependem da percepção visual do operador e estão sujeitas a pequenas variações que podem impactar significativamente os cálculos especialmente em medições com valores baixos Além disso as propriedades do fluido utilizadas nas equações teóricas como viscosidade e densidade muitas vezes são assumidas como constantes e ideais embora na prática possam sofrer alterações em função da temperatura ambiente da presença de impurezas ou de microbolhas que interferem diretamente no comportamento do escoamento Outro ponto relevante é a rugosidade real da parede interna das tubulações que dificilmente corresponde ao valor tabelado utilizado nos modelos de cálculo Essa diferença tende a se acentuar em materiais com maior rugosidade ou em tubos com desgaste e acúmulo de resíduos ao longo do tempo elevando as perdas de carga reais em relação às previstas teoricamente Também se deve considerar a possibilidade de erros operacionais no momento da leitura dos dados como tempo de resposta inadequado dos instrumentos ou flutuações momentâneas da vazão que dificultam a estabilização do 25 sistema durante a medição Pequenas variações nas dimensões internas dos tubos mesmo que imperceptíveis visualmente podem interferir de maneira significativa nos resultados finais especialmente nas linhas com menor diâmetro onde a sensibilidade às alterações é maior Além disso perturbações no fluxo causadas por conexões curvas ou entradas de ar podem comprometer a estabilidade do escoamento e afetar diretamente a leitura das grandezas Analisando os resultados obtidos observase que nas Linhas 1 PVC 32 mm 3 Cobre 28 mm e 4 Acrílico 25 mm os desvios relativos calculados são relativamente baixos o que indica uma boa concordância entre os valores previstos teoricamente e aqueles registrados experimentalmente Nesses casos as variações podem ser atribuídas a pequenas flutuações esperadas em experimentos laboratoriais Por outro lado a Linha 2 PVC 25 mm apresentou um desvio consideravelmente elevado o que sugere a presença de um erro mais acentuado possivelmente associado a uma medição incorreta no manômetro ou a condições específicas daquela linha que não foram plenamente contempladas nos cálculos teóricos como uma rugosidade superior à assumida acúmulo de resíduos internos ou instabilidade da vazão durante o procedimento Esse comportamento reforça a importância de considerar o efeito mais expressivo da rugosidade relativa e das perdas localizadas em tubulações de menor diâmetro que tendem a amplificar as discrepâncias entre os modelos ideais e a realidade experimental Portanto os resultados evidenciam a complexidade envolvida nas medições hidráulicas e a necessidade de controle rigoroso das variáveis experimentais para garantir maior fidelidade na comparação com os modelos teóricos 4 Qual a influência do diâmetro da tubulação do material e da vazão na perda de carga distribuída A perda de carga distribuída em sistemas de tubulação é fortemente influenciada por três fatores principais o diâmetro interno do tubo o material do qual ele é fabricado e a vazão do fluido em escoamento Em relação ao diâmetro observase que quanto maior for essa dimensão menor será a resistência ao escoamento e consequentemente a perda de carga associada Isso ocorre porque com um tubo mais largo a área de contato entre o fluido e as paredes internas é 26 proporcionalmente menor em relação ao volume total de fluido transportado o que reduz o atrito gerado Por outro lado tubos com diâmetros reduzidos apresentam maior interação com suas paredes internas intensificando o atrito e elevando significativamente a perda de carga O material da tubulação também exerce papel fundamental especialmente por conta da rugosidade da superfície interna Materiais como PVC e acrílico apresentam superfícies mais lisas e uniformes o que permite um escoamento mais suave com menor turbulência e menor resistência ao movimento do fluido Em contraste tubos metálicos como os de cobre mesmo com acabamento industrial tendem a apresentar uma rugosidade relativa maior o que contribui para o aumento do atrito interno sobretudo em escoamentos turbulentos Esse fator se torna ainda mais relevante em sistemas de longa extensão onde pequenas variações de rugosidade podem ter impacto cumulativo significativo na eficiência do sistema A vazão por sua vez está diretamente relacionada à velocidade do fluido e também influencia de maneira expressiva a perda de carga À medida que a vazão aumenta a velocidade com que o fluido percorre o interior da tubulação também se eleva o que intensifica a ação do atrito entre o fluido e a parede do tubo Esse comportamento é especialmente perceptível em regimes turbulentos nos quais a energia dissipada por atrito cresce rapidamente com o aumento da velocidade Assim qualquer variação na vazão impacta diretamente a perda de carga sendo necessário considerála cuidadosamente durante o dimensionamento hidráulico Portanto ao projetar sistemas de tubulação é essencial considerar simultaneamente esses três fatores A escolha adequada do diâmetro e do material da tubulação combinada com a estimativa precisa da vazão esperada no sistema garante não apenas o funcionamento eficiente da instalação mas também a sua durabilidade e o menor consumo de energia para movimentação dos fluidos Esses critérios são fundamentais tanto em aplicações residenciais quanto em projetos industriais de maior complexidade 27 24 ATIVIDADE PRÁTICA 4 TROCADORES DE CALOR Durante a realização do experimento voltado à análise do desempenho térmico de diferentes modelos de trocadores de calor iniciouse com a seleção e instalação cuidadosa de cada um dos equipamentos sobre a bancada de testes A prática foi conduzida de maneira sequencial começando com o trocador de calor do tipo tubos concêntricos seguido pelo modelo casco e tubo e por fim pelo trocador do tipo placas Cada trocador foi devidamente acoplado aos respectivos pontos de entrada e saída da bancada assegurando a vedação adequada das conexões para garantir o funcionamento seguro e eficiente do sistema No caso do trocador de tubos concêntricos o equipamento foi posicionado inicialmente e conectado aos canos para início dos testes obedecendo às especificaçõe de entrada e saída de água quente e fria Na etapa seguinte procedeuse à energização do painel de comando habilitando os sistemas elétricos da bancada incluindo o aquecedor responsável por elevar a temperatura da água A temperatura foi monitorada continuamente por meio dos indicadores digitais instalados na bancada e ao atingir o valor de 60 graus Celsius o sistema de aquecimento se desligou automaticamente indicando que o fluido de trabalho estava pronto para iniciar o processo de troca térmica Com isso as válvulas de entrada foram abertas e as bombas foram acionadas estabelecendo o escoamento contínuo pelos circuitos do trocador de calor Durante essa fase o funcionamento do sistema foi mantido sob observação para assegurar a estabilização das condições de operação antes da coleta de dados 28 Com o sistema estabilizado iniciouse o procedimento de variação da vazão da bomba dois por meio do ajuste do potenciômetro localizado no painel de controle A variação da vazão teve como finalidade observar a influência do fluxo na eficiência térmica do trocador e para isso foram registradas as temperaturas de entrada e saída da água nos dois circuitos quente e frio Essa medição permitiu avaliar como o desempenho térmico do equipamento se comportava diante de diferentes condições de escoamento A análise foi repetida com diferentes níveis de vazão permitindo identificar tendências e comparações entre as leituras térmicas obtidas em diferentes regimes de operação Encerradas as medições com o trocador de tubos concêntricos os mesmos procedimentos foram aplicados aos outros dois tipos de trocadores O trocador do tipo casco e tubo foi instalado na bancada e passou pelas mesmas etapas de aquecimento acionamento das bombas e variação da vazão com acompanhamento constante da temperatura nos pontos estratégicos Por último o trocador de calor do tipo placas foi conectado ao sistema seguindo rigorosamente os mesmos passos anteriores Esse modelo por suas características construtivas permitiu observar variações mais rápidas na temperatura devido à sua elevada área de contato térmico aspecto que também foi analisado no experimento Ao final da prática foram reunidos os dados obtidos para cada tipo de trocador permitindo uma comparação entre suas eficiências térmicas em função das condições de operação aplicadas As imagens registradas durante os testes ilustram cada etapa do processo experimental servindo como material complementar para a análise dos resultados e validação dos procedimentos realizados Essa atividade foi essencial para aprofundar a compreensão dos princípios de transferência de calor e da aplicabilidade dos diferentes tipos de trocadores em sistemas térmicos diversos Figura 11 realização do experimento trocador de calor do tipo tubos concêntricos 29 Fonte O Autor 2025 Figura 12 realização do experimento trocador de calor do tipo tubos concêntricos Fonte O Autor 2025 Figura 13 realização do experimento trocador de calor casco tubo 30 Fonte O Autor 2025 Figura 14 realização do experimento trocador de calor do tipo placas Fonte O Autor 2025 31 Por fim respondese também aos questionamentos propostos A utilização de trocadores de calor em sistemas industriais apresenta diversas vantagens que os tornam componentes essenciais em processos de transferência térmica Entre os principais benefícios destacase a elevada eficiência na troca de calor entre dois fluidos o que contribui significativamente para a economia de energia em diversas aplicações Essa eficiência permite o reaproveitamento do calor gerado em etapas anteriores do processo reduzindo a necessidade de fontes adicionais de aquecimento ou resfriamento Além disso os trocadores possibilitam o controle preciso de temperatura em processos industriais fator indispensável para a qualidade e estabilidade de produtos A possibilidade de recuperar calor residual também contribui para a sustentabilidade dos sistemas reduzindo o impacto ambiental e os custos operacionais Outro aspecto relevante é a capacidade desses equipamentos de manter as condições térmicas ideais para o funcionamento contínuo de máquinas e processos evitando sobreaquecimento ou perda de desempenho No contexto da indústria de alimentos o modelo mais utilizado é o trocador de calor do tipo placas Esse tipo de equipamento é preferido por oferecer uma elevada taxa de transferência térmica em uma estrutura compacta permitindo a operação eficiente em espaços reduzidos Além disso os trocadores de placas possuem características que favorecem sua aplicação em ambientes que exigem rigoroso controle sanitário Sua construção permite a desmontagem ou limpeza automatizada por meio do sistema CIP CleaninPlace garantindo a remoção de resíduos sem necessidade de desmontagem completa Outra vantagem desse modelo é a separação segura dos fluidos em canais distintos o que evita qualquer risco de contaminação cruzada entre produtos alimentícios e fluido térmico assegurando a integridade do processo e a qualidade final do alimento A escolha do tipo de trocador de calor adequado deve considerar uma série de critérios técnicos e operacionais Entre os principais aspectos destacase a natureza dos fluidos que circularão pelo equipamento especialmente se forem corrosivos altamente viscosos ou contiverem partículas em suspensão pois isso pode influenciar no tipo de material da estrutura e na geometria interna A pressão e 32 a temperatura de operação também são parâmetros decisivos já que alguns modelos são mais adequados a ambientes com altas exigências mecânicas Outros fatores importantes incluem a eficiência térmica esperada o espaço físico disponível para a instalação a necessidade de manutenções frequentes o custo de aquisição e operação e o atendimento às normas técnicas e sanitárias aplicáveis ao setor de uso Esses critérios devem ser analisados em conjunto para assegurar o melhor desempenho e a viabilidade técnica e econômica do sistema térmico A vazão do fluido desempenha papel fundamental na transferência de calor dentro de um trocador A quantidade de fluido que circula por unidade de tempo determina a massa disponível para absorver ou ceder energia térmica Quando a vazão aumenta há maior renovação do fluido nas superfícies de troca térmica o que em condições constantes de temperatura e área de troca resulta em um aumento da taxa de transferência de calor No entanto esse efeito positivo está condicionado a limites operacionais do sistema Vazões excessivamente altas podem comprometer o tempo de residência necessário para a troca térmica efetiva ou provocar aumento de perda de carga Por outro lado vazões muito baixas podem tornar a transferência ineficiente e favorecer a formação de zonas estagnadas Portanto o controle da vazão deve ser cuidadosamente ajustado para garantir um equilíbrio entre eficiência térmica estabilidade operacional e durabilidade do equipamento 33 3 CONCLUSÃO A finalização deste portfólio dedicado às atividades práticas de Fenômenos de Transporte representa a consolidação de um processo de aprendizado marcado pela experimentação pela análise crítica e pela aplicação direta dos conceitos fundamentais que regem o comportamento de fluidos em movimento e os mecanismos de transferência de calor Ao longo das quatro atividades realizadas no ambiente de laboratório foi possível estabelecer uma conexão concreta entre a teoria discutida em sala de aula e a realidade observada nos sistemas experimentais Esse vínculo se mostrou essencial para compreender a complexidade dos fenômenos físicos envolvidos e reconhecer a importância da observação empírica como ferramenta de validação e aprofundamento do conhecimento técnico Na primeira atividade a manipulação do viscosímetro de Stokes permitiu que se explorasse de forma prática o conceito de viscosidade distinguindose claramente os efeitos da viscosidade dinâmica e sua relação com a velocidade de queda de esferas em fluidos distintos Essa prática demonstrou como características aparentemente abstratas como a resistência interna ao escoamento podem ser medidas com precisão e interpretadas no contexto de aplicações reais A segunda atividade ampliou a compreensão do número de Reynolds oferecendo uma perspectiva detalhada sobre os diferentes regimes de escoamento e a forma como a velocidade e as propriedades do fluido determinam se o comportamento será laminar de transição ou turbulento Essa diferenciação é fundamental para o dimensionamento e o controle de sistemas hidráulicos e pneumáticos A terceira atividade evidenciou o impacto direto da geometria e do material das tubulações sobre a perda de carga permitindo a análise quantitativa da influência da vazão sobre a eficiência do escoamento A comparação entre os resultados teóricos e experimentais revelou ainda a importância de considerar fatores práticos como rugosidade e precisão nas medições ao lidar com sistemas reais Por fim na quarta atividade os diferentes modelos de trocadores de calor foram investigados quanto ao seu desempenho térmico destacandose o papel da vazão e da variação de temperatura na eficiência da transferência de calor A 34 exposição direta a equipamentos de uso comum na indústria como os trocadores do tipo placas casco e tubo e tubos concêntricos proporcionou uma visão prática sobre sua aplicação e funcionamento em processos térmicos complexos De forma geral as experiências conduzidas neste portfólio contribuíram para o fortalecimento de habilidades técnicas essenciais como a condução de experimentos a análise de resultados a interpretação de dados e a correlação entre variáveis Ao mesmo tempo permitiram o desenvolvimento da capacidade de avaliar criticamente os sistemas físicos envolvidos propondo soluções baseadas em fundamentos sólidos da engenharia Com isso este conjunto de atividades não apenas reforçou o entendimento dos Fenômenos de Transporte mas também ampliou a competência dos alunos em lidar com desafios reais preparandoos para uma atuação mais consciente segura e eficiente em sua trajetória profissional 35 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALGETEC Roteiro de Experimentos Determinação da Viscosidade de Fluidos ALGETEC Sumário Teórico Determinação da Viscosidade de Fluidos ALGETEC Roteiro de Experimentos Experimento de Reynolds ALGETEC Sumário Teórico Experimento de Reynolds ALGETEC Roteiro de Experimentos Perda de Carga Distribuída ALGETEC Sumário Teórico Perda de Carga Distribuída ALGETEC Roteiro de Experimentos Trocador de Calor ALGETEC Sumário Teórico Trocador de Calor 36