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primeiro reinado e regência\nHistória do Brasil - Aula 5\n\nRevolução do Porto: 1820\n- Critica em Portugal e reivindicava a limitação dos poderes reais, com uma monarquia parlamentar e a volta do exclusivo comercial entre Portugal e Brasil.\n- Emancipação do Brasil e volta do rei para Portugal.\n- Iniciou o surgimento de grupos políticos no Brasil.\n\nIndependência: 1822 - 1824\n- Primeiro Reinado: 1822 - 1831\n- Poder: centralista, revoltas e guerras.\n\nConstituição de 1824: Outorgada por D. Pedro I após a dissolução da Assembleia.\n\nCaracterísticas:\n- Voto censitário: por tenda. 27% da população podia votar.\n- Poder da Igreja: 47% poder (Moderador) era exercido pelo imperador.\n- Poder executivo: maior peso em votações.\n- Parlamento: bicameral. Câmara dos Deputados e Senado.\n- Presidentes de províncias nomeados pelo imperador.\n- Constituição não dizia nada sobre escravidão.\n\nConflitos no Equador: 1824\n- Promovida pelo centralismo político (eterno absolutista) do imperador.\n- Paraíba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí, Pará, e proclamaram uma república separada do BE.\n\nGuerra da cisplatina: 1825 - 1828\n- Região extrema sul, independência da Província da Cisplatina e derrota ao BE.\n\nEconomia: concorrência comercial, gastos militares, dívida externa.\n\nGeração da Dívida: Brasil podia mercar no comercialização do açúcar.\nGastos militares: repressão da Confederação do Equador e Cisplatina.\n\nRelações internacionais: EUA: conexão sem exigências. Inglaterra: reconexão sob condição de revisão dos Tratados de 1810. Portugal: pagamento de indenização (empréstimo da Inglaterra).\n\nConquistou emancipação política mas não econômica. Crise de Absolutismo:\n- A crise causada pelo autoritarismo e pela falta de habilidades de D. Pedro I para resolver os eixos econômicos.\n- Desvalorização da moeda.\n- Não houve Gafarras.\n\nAbdicação do Imperador, sem o apoio do Exercício\n- Abandono em 7 de Abril de 1831 - D. Pedro I volta para Portugal.\n\nPeríodo Regencial: 1831 - 1840\n- Período composto por administradores sem vínculo consanguíneo pois o príncipe herdeiro (D. Pedro II), tinha apenas 5 anos.\n- Domínio dos diversos eleitos regionais que não gostavam de modelos centrais (latifúndio e escravidão).\n\nEstabelecimento de um Estado nacional federalista:\n- Com oposição ao centralismo.\n- Partidos políticos.\n- Modelos federativos: governos com autonomia provincial relativa.\n- Ampla autonomia para províncias.\n\nDefesa do escravismo: Regência Trina permanente.\n- Representantes do sul e norte, e dos interesses do executivo.\n\nRecrutava membros para servir de força armada da elite agrária.\n- Ato Institucional de 1834\n- Características:\n- Regência única.\n- Eleição direta com voto censitário.\n- Inativação do Poder Moderador.\n- Maior autonomia para as províncias.\n\nRevoltas: ocorreram quando o padre Feijó Ossumito a regência (1835).\n- Elites regionais contra outra elite regional.\n- Revolta da população contra a elite latifundiária.\n\nFederalistas: 1832 - 1840. Motim de 20% da população total. Miséria social de índios, negros e mestiços. Sem objetivos obtidos.\n\nRumo ao republicanismo: 1936 - 1845. Promovida por poderistas contra políticas tributárias sem negociação. caráter separatista.

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