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Areia saturada U3 105 kgfcm² Ud 0 Ud σ1 σ3 0 σ1 σ3 105 kgfcm² Não é possível determinar os parâmetros de resistência drenados e não drenados considerando Ud 0 Nesse caso o círculo de Mohr teria raio igual a zero implicando que não houve cisalhamento suficiente para provocar a ruptura da amostra 3 Argila saturada normalmente adensada Ensaio triaxial CU σ3 140 kPa u 55 kPa Ud 215 30 kPa σ1 Ud σ3 170 kPa ag σ3 140 55 85 kPa σ1 170 55 115 kPa σm σ1 σ3 2 115 85 2 100 kPa τ max σ1 σ3 2 115 85 2 15 kPa τ σ g Ø tg Ø 15 100 015 Ø 853 A coesão nesse caso poderia ser considerada nula c0 0 Considere os seguintes valores α 20 7º dígito 6º dígito β 13 6º dígito 7º dígito λ 015 8º dígito 1 A equação da envoltória de ruptura por tensão efetiva para solo argiloso normalmente adensado é τf σ tanαº Um ensaio triaxial drenado foi conduzido com o mesmo solo a uma pressão confinante da câmara de β kNm² Calcule a tensão desviadora na ruptura 2 Uma amostra de areia saturada foi consolidada sob uma pressão total de 105 kgfcm² A tensão axial foi então aumentada e a drenagem foi evitada A amostra falhou quando a tensão desviatória axial atingiu λ kgfcm² A pressão da água dos poros na ruptura foi de 05 kgfcm² Determine os parâmetros de resistência drenados e não drenados 3 Uma argila saturada normalmente adensada foi submetida a um ensaio triaxial do tipo adensado não drenado CU Sabendo que a tensão confinante empregada foi de 140 kPa que a tensão desviadora que provocou a ruptura foi de 2 α kPa e que a poropressão no momento da ruptura foi de 55 kPa pedese a Os parâmetros de resistência não drenada Representeos no plano abaixo adotando uma escada adequada e trace a envoltória de ruptura b Os parâmetros de resistência drenada Representeos no plano abaixo adotando uma escada adequada e trace a envoltória de ruptura c Qual seria a tensão desviadora necessária para ruptura caso fosse realizado um ensaio CU em uma amostra similar aplicando 160 kPa de tensão confinante 1 Matrícula 201776103 α 20 7º dígito 6º dígito 20 1 6 15 β 13 6º dígito 7º dígito 13 6 1 91 kNm² λ 015 8º dígito 015 0 0 kgfcm² 1 σ3 91 kNm² τf σ tg15º σ σ1 σ3 2 τ σ1 σ3 2 σ1 σ3 2 σ1 σ3 2 tg15º σ1 σ3 σ1 σ3 0577 σ1 1 0577 σ3 1 0577 σ1 373 σ3 Ud σ1 σ3 373 σ3 σ3 Ud 273 σ3 273 91 kNm² Ud 24843 kNm² b Ensaio drenado σ σ σ1 170 kPa σ3 140 kPa σm σ1 σ3 2 170 140 2 155 kPa Tmax σ1 σ3 2 170 140 2 15 kPa τ σ tgφ tgφ 15 155 0097 φ 554 τkPa Ensaio não drenado 15 Ensaio drenado σmPa 20 40 50 80 100 120 140 160 180 200 220 240 c Usando φ 853 σ3 150 kPa τ σ tgφ σ1 σ3 2 σ1 σ3 2 tgφ σ1 σ3 σ1 σ3 tgφ σ1 1 tgφ σ3 1 tgφ σ1 135 σ3 σd σ1 σ3 σd 135 σ3 σ3 σd 035 σ3 σd 035 160 σd 56 kPa
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Areia saturada U3 105 kgfcm² Ud 0 Ud σ1 σ3 0 σ1 σ3 105 kgfcm² Não é possível determinar os parâmetros de resistência drenados e não drenados considerando Ud 0 Nesse caso o círculo de Mohr teria raio igual a zero implicando que não houve cisalhamento suficiente para provocar a ruptura da amostra 3 Argila saturada normalmente adensada Ensaio triaxial CU σ3 140 kPa u 55 kPa Ud 215 30 kPa σ1 Ud σ3 170 kPa ag σ3 140 55 85 kPa σ1 170 55 115 kPa σm σ1 σ3 2 115 85 2 100 kPa τ max σ1 σ3 2 115 85 2 15 kPa τ σ g Ø tg Ø 15 100 015 Ø 853 A coesão nesse caso poderia ser considerada nula c0 0 Considere os seguintes valores α 20 7º dígito 6º dígito β 13 6º dígito 7º dígito λ 015 8º dígito 1 A equação da envoltória de ruptura por tensão efetiva para solo argiloso normalmente adensado é τf σ tanαº Um ensaio triaxial drenado foi conduzido com o mesmo solo a uma pressão confinante da câmara de β kNm² Calcule a tensão desviadora na ruptura 2 Uma amostra de areia saturada foi consolidada sob uma pressão total de 105 kgfcm² A tensão axial foi então aumentada e a drenagem foi evitada A amostra falhou quando a tensão desviatória axial atingiu λ kgfcm² A pressão da água dos poros na ruptura foi de 05 kgfcm² Determine os parâmetros de resistência drenados e não drenados 3 Uma argila saturada normalmente adensada foi submetida a um ensaio triaxial do tipo adensado não drenado CU Sabendo que a tensão confinante empregada foi de 140 kPa que a tensão desviadora que provocou a ruptura foi de 2 α kPa e que a poropressão no momento da ruptura foi de 55 kPa pedese a Os parâmetros de resistência não drenada Representeos no plano abaixo adotando uma escada adequada e trace a envoltória de ruptura b Os parâmetros de resistência drenada Representeos no plano abaixo adotando uma escada adequada e trace a envoltória de ruptura c Qual seria a tensão desviadora necessária para ruptura caso fosse realizado um ensaio CU em uma amostra similar aplicando 160 kPa de tensão confinante 1 Matrícula 201776103 α 20 7º dígito 6º dígito 20 1 6 15 β 13 6º dígito 7º dígito 13 6 1 91 kNm² λ 015 8º dígito 015 0 0 kgfcm² 1 σ3 91 kNm² τf σ tg15º σ σ1 σ3 2 τ σ1 σ3 2 σ1 σ3 2 σ1 σ3 2 tg15º σ1 σ3 σ1 σ3 0577 σ1 1 0577 σ3 1 0577 σ1 373 σ3 Ud σ1 σ3 373 σ3 σ3 Ud 273 σ3 273 91 kNm² Ud 24843 kNm² b Ensaio drenado σ σ σ1 170 kPa σ3 140 kPa σm σ1 σ3 2 170 140 2 155 kPa Tmax σ1 σ3 2 170 140 2 15 kPa τ σ tgφ tgφ 15 155 0097 φ 554 τkPa Ensaio não drenado 15 Ensaio drenado σmPa 20 40 50 80 100 120 140 160 180 200 220 240 c Usando φ 853 σ3 150 kPa τ σ tgφ σ1 σ3 2 σ1 σ3 2 tgφ σ1 σ3 σ1 σ3 tgφ σ1 1 tgφ σ3 1 tgφ σ1 135 σ3 σd σ1 σ3 σd 135 σ3 σ3 σd 035 σ3 σd 035 160 σd 56 kPa