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GUIA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 APRESENTAÇÃO GERAL Este Portfólio de Estágio visa oportunizar uma melhor condição de descrever as atividades a serem desenvolvidas no decorrer do Estágio Supervisionado o aluno será acompanhado e supervisionado em todos os momentos de sua observaçãoprática quando permitido de uma maneira organizada e sequenciada Sendo este mais um instrumento de avaliação da sua prática siga corretamente as instruções de preenchimento e atenda às orientações do supervisor de estágio Lembrese a vivência prática aliada à teoria é de fundamental importância na construção de um grande profissional aproveite bem esta oportunidade que o Curso do Grupo Educacional IBRA lhe oferece Procuramos ser o mais objetivo possível e a apresentação destas normas farseá de forma que a interação entre o aluno e o curso escolhido para a pósgraduação seja a mais proveitosa possível O cumprimento da carga horária total do estágio supervisionado para o Curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho darseá por meio de 150 horas que deverão ser cumpridas em conformidade com as políticas educacionais de cada curso e legislação de estágio vigente 2 ASPECTOS LEGAIS A inclusão do Estágio Supervisionado no Curso de PósGraduação em nível de Especialização visa flexibilizar o desenvolvimento e a organização dos estudos fortalecendo a autonomia intelectual no processo formativo ao acesso das tecnologias de comunicação informação Conforme parecer do CNECP 282001 a atuação supervisionada é entendida como tempo de aprendizagem que através de um período de permanência alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma prática ou ofício Pelo exercício direto in loco seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades daquela área profissional sob a responsabilidade de um profissional já habilitado A atuação supervisionada é uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho acadêmico Nesse sentido deve ser previsto tempo suficiente para a realização das atividades de planejamento avaliação e intervenção nos diferentes espaços de atuação do profissional mediante a área na qual ele está se especializando 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Estágio Supervisionado terá um total de 150h cento e cinquenta horas de duração Seguindo prioritariamente o que está estabelecido pela Lei N 11788 De 25 Setembro De 2008 a saber 2 Art 10 A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar II 6 seis horas diárias e 30 trinta horas semanais no caso de estudantes do ensino superior da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular Ao curso de Engenharia de Segurança do Trabalho O estágio deverá ser realizado na área específica do curso no qual está matriculado e poderá ser realizado após o primeiro mês do curso e tendo realizado pelo menos dois módulos da matriz que deverá ser integralizada até o final do curso 31 CONFEA Baseado na resolução 369 do CONFEACREA de 1991 o curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho atribui ao pós graduado na área a segunda atribuição junto ao CREA A segunda atribuição possibilita que o engenheiro em uma determinada área também possa ter atividades na área de engenharia de segurança do trabalho São as atividades Supervisionar coordenar e orientar serviços da área Realizar estudos no ambiente de trabalho para identificar e controlar os riscos Implantar técnicas de gerenciamento e controle de risco Realizar perícias e emitir pareceres para controle sobre o grau de exposição aos riscos físicos químicos e biológicos etc Propor medidas preventivas e corretivas e orientar trabalhos estatísticos Propor normas e políticas de segurança do trabalho fiscalizando o seu cumprimento Elaborar projetos de sistema de segurança do trabalho e assessorar a elaboração de projetos e obras para garantir a segurança Analisar instalações máquinas e equipamentos projetando dispositivos de segurança Atuar em projetos de proteção contra incêndios Delimitar as áreas de periculosidade Fiscalizar os sistemas de proteção coletiva e os EPI Acompanhar a aquisição de substâncias e equipamentos que ofereçam riscos Elaborar planos para prevenir acidentes Realizar treinamentos Emitir Anotação de Responsabilidade Técnica ART 3 32 CREA SEGUNDA TITULAÇÃO O CREA exige entretanto que alguns pontos sejam sanados O Curso tem que ser feito no mínimo em um ano Para ter a segunda atribuição o pós graduando deve realizar estágio que terá em seu computo as horas práticas exigidas pelo conselho e que será apresentado em forma de artigo conforme Projeto Político Pedagógico de Curso apresentado e aprovado pelo Conselho Regional e Engenharia e Arquitetura em ocasião da parceria firmada e devidamente aprovado no Conselho Isso porém não quer dizer que quem fez o curso de pósgraduação e não optou pela segunda atribuição terá seu certificado invalidado a única diferença é que não poderá ter as atividades listadas a cima mas será um pósgraduado na área Portanto caso o estudante queira validar essa extensão de atribuição junto ao CREA deverá cumprir essas exigências tempo mínimo de 12 meses de curso e entrega de trabalhos conforme especificado no PPC do Curso Com o certificado de pósgraduação em mãos ele deve se dirigir ao CREA da sua região o CREA vai orientálo sobre como proceder e dará entrada na solicitação para validar a titulação do aluno naquela região 4 OBJETIVOS 41 Objetivo Geral Conforme Artigo 1 da LEI N 11788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 que dispõe sobre estágio de estudantes Estágio é ato educativo escolar supervisionado desenvolvido no ambiente de trabalho que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos 42 Objetivos Específicos Incentivar a reflexão sobre as diferente estratégias de trabalho bem como vivência que sejam capazes de modificar o conflito estabelecido entre os aspectos teóricos e práticos Realizar observações profissionais de propostas inovadoras capazes de promover conhecimento e proposição de novas teoricas que conjuguem prática e fundamentção consitententes Desenvolver reflexão criteriosa acerca das problemáticas encontradas no período de realização de estágio sendo assim poderá municiarse de estratégicas próprias para a elaboração de planos e ações com a finalidade de enfrentar a contento as dificuldades na realização deste estágio Identificar a função e atribuição de todos os elementos envolvidos no processo de estágio 4 Acompanhar e vivenciar sempre que possível todos os processos vivenciados em âmbito Institucional Registrar em todos os instantes as etapas superadas no estágio e conseguir refletir sobre estas de forma a aprimorar seus conhecimentos 5 DA IMPORTÂNCIA Citando Roerch 1999 Tracz e Dias 2006 p 1 o estágio é uma chance que o acadêmico tem para aprofundar conhecimentos e habilidades nas áreas de interesse do aluno Não só isto é no momento do estágio que o acadêmico vê realmente como é a realidade cotidiana e a complexidade da sua futura área profissional Esses autores citam também Bianchi 1998 que diz que se o estágio supervisionado for visto como Uma atividade de que pode trazer imensos benefícios para a aprendizagem para a melhoria do ensino a para o estagiário no que diz respeito à sua formação certamente trará resultados positivos além de estes tronaremse ainda mais importantes quando se tem consciência de que as maiores beneficiadas serão a sociedade e em especial a comunidade a que se destinam os profissionais egressos da universidade TRACZ e DIAS 2006 p 2 Ainda mais levando em conta a importância de se colocar em pratica essa atitude reflexiva logo no início da formação docente O estágio é um meio que pode levar o acadêmico a identificar novas e variadas estratégias para solucionar problemas que muitas vezes ele nem imaginava encontrar n sua área profissional Ele passa a desenvolver mais o raciocínio a capacidade e o espírito crítico além da liberdade do uso da criatividade 6 DAS CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE Os campos de estágio serão diversos dependendo do curso 61 RECURSOS HUMANOS Conforme estabelecido pela LEI N 11788 DE 25 de SETEMBRO DE 2008 caberá as partes Da instituição de ensino indicar professor eou orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário 5 Especificamente ao que tange às responsabilidades do Grupo Educacional IBRA a responsabilidade técnica da Instituição estará sobre a Coordenação Pedagógica Da parte concedente indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário para orientar e supervisionar até 10 dez estagiários simultaneamente 7 DO TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO O termo de compromisso é o documento legal que regulamento prática do estágio e deve ser preenchido de acordo com as orientações constantes em seu formulário próprio que se encontra nos anexos desse guia e deve estar assinado por todas as partes Grupo Educacional IBRA empresa concedente de estágio e Estagiário antes do início do estágio Caso não seja assinado a prática de estágio será cancelada até que o mesmo seja regulamentado Após assinado deverá ser digitalizado e irá compor o relatório final do estágio a ser enviado conforme direcionamentos constantes neste guia 8 DA AVALIAÇÃO O acompanhamento do desempenho e aproveitamento do estagiário relacionada a todas as atividades desenvolvidas será responsabilidade do supervisor responsável de acompanhar o aluno no local do estágio e posteriormente o relatório do estágio será avaliado pelo coordenador pedagógico do Grupo Educacional IBRA 9 DEVERES E OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO Estar regularmente matriculado no curso Tomar conhecimento das normas gerais do local onde irá realizar o estágio e respeitá las devendo também observar as normas da instituição e cumprilas de acordo com o local escolhido Cumprir o horário estabelecido observando sempre a pontualidade Comunicar e justificar com antecedência suas ausências nas atividades programadas Apresentar frequentemente fichas de registro de atividades e relatório sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio para análise e orientação adequadas Documentar devidamente as diversas atividades desenvolvidas durante as 150h cento e cinquenta horas de estágio 10 AVALIAÇÃO DOS ESTÁGIOS Relatórios com apreciação pessoal das várias atividades de estágios e síntese da situação vivenciada 6 Documentos com boa apresentação linguagem correta conteúdo e contribuição pessoal 11 ETAPAS DO RELATÓRIO FINAL Não existe trabalho sem planejamento organizese para desenvolver um excelente estágio Você irá elaborar o planejamento das atividades de seu estágio que deverá ser constituído das seguintes partes INTRODUÇÃO Apresentar um parágrafo onde conste o objetivo do estágio registrar nome endereço e telefone da instituição escolhida para estágio assim como o nome do responsável pela assinatura da ficha de registro de estágio anexo 2 O estagiário deverá fazer antes de começar o estágio um relatório inicial com suas expectativas quanto à experiência profissional que irá vivenciar E ao final irá elaborar outro relatório descrevendo os principais aspectos processos pedagógicos comportamentais de interrelacionamento eou de aprendizado específico que marcam determinado período Nesses relatórios deve ser mencionada a contribuição da sua prática no estágio para a sua formação profissionalizante DESENVOLVIMENTO Relacionar os registros em ordem cronológica das atividades desenvolvidas apresentar e especificar as facilidades e dificuldades durante o processo de estágio descrever os tipos de atividades desenvolvidas e as novas experiências adquiridas em sua formação ANEXOS QUE DEVEM SER ENVIADOS Ficha de Encaminhamento para Estágio e Termo de Aceite CONSTANTES NOS ANEXOS DESTE MANUAL Deverá ser preenchida ou impressa com os dados dos alunos as e assinada pelo gestor de polo para posteriormente ser entregue ao responsável da Instituição na qual o aluno realizará o estágio Fichas de Registros de Atividades conforme disponibilizados nos anexos Anexála s ao relatório final do estágio Caso seja necessário o aluno a poderá utilizar mais de uma ficha de registro de atividades no entanto todas deverão ser assinadas pelo responsável pela Instituição 7 TEMPLATE GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO SUMÁRIO 8 1 INTRODUÇÃO 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II 221 RUÍDO 222 TEMPERATURA 223 ILUMINAMENTO 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 REFERÊNCIAS 5 ANEXOS 1 INTRODUÇÃO O estágio supervisionado é de extrema importância para a formação do discente é nessa etapa onde todo conhecimento adquirido durante a especialização poderá ser aplicado de forma prática 9 Neste relatório serão apresentadas as características da empresa as condições do local de trabalho e as atividades desenvolvidas subdividindose entre escritório e canteiros de obras Serão descritas também as atividades desenvolvidas pelo aluno sua atuação frente aos imprevistos cotidianos fazendose uma análise do estágio e de sua importância no processo de constante aprendizado e união da prática com a teoria 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A fundamentação teórica é de forma geral a revisão das pesquisas e das discussões de outros autores sobre o tema que será abordado em seu trabalho Ou seja é a contribuição das teorias de outros autores para a sua pesquisa Para que seu trabalho tenha uma boa fundamentação teórica você deve utilizar apenas fontes de pesquisa confiáveis Por esse motivo ao reunir sua bibliografia tome cuidado com as ferramentas de pesquisa de internet Limite as consultas aos sites de instituições conceituadas como instituições de ensino e de pesquisa 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Neste tópico serão registradas as atividades realizadas durante o período de estágio como Análises laboratoriais e sua adequada interpretação Medidas de controle relativas ao trabalhador e ao meio 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES Identificar e avaliar riscos de modo a estabelecer medidas preventivas e corretivas a nível coletivo individual e administrativo em máquinas equipamentos ferramentas e instalações Referencial teórico metodológico MINISTERIO DEL TRABAJO ESPANÃ Tratado de Higiene y Seguridad del Trabajo Madrid Ministerio Del Trabajo 1971 FAWCETT HH Safety and Accident Prevention in Chemical Operations Reino Unido Ed Interscience Publishers 1964 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II Abordar a conceituação abrangência e importância da Higiene do Trabalho 10 Classificação dos agentes causadores de riscos à saúde 221 RUÍDO Abordar os aspectos legais e normativos Física do som Níveis de ruído Frequências Transformação de níveis exercícios analíticos Medidores de nível de ruído e dosímetros exercícios práticos de medição Barreiras isolação e enclausuramento Setorização controle do ruído absorção seletividade e eficiência de materiais acústicos Análise de casos Trabalho prático de controle 222 TEMPERATURA Avaliar técnicas de uso do instrumental discussão de casos Temperaturas baixas conceito geral e ocorrências 223 ILUMINAMENTO Conceituar os tipos de Níveis de iluminamento Fatores intervenientes Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Referencial teórico metodológico CAMPANHOLE HL CAMPANHOLE A Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES Relate a importância da proteção contra incêndio controle de materiais combustíveis compartimentação horizontal e vertical proteção da estrutura do edifício rotas de fuga meios de acesso dos equipamentos de combate sinalização de emergência e controle do movimento de fumaça extintores sistemas fixos equipamentos móveis de combate a incêndios veículos de combate sistema proporcionador de espuma Referencial teórico metodológico ABIQUIM Manual para atendimentos de emergências 5ª edição Próquimica São Paulo 2006 11 GOMES AG Cartilha de prevenção contra incêndio Editora interciência 2001 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO Analise as causas das doenças do trabalho Agentes químicos biológicos ergonômicos Condições ambientais bem como de ambientes laborais para fins periciais e de auditorias Referencial teórico metodológico ARAÚJO A ALBERTO MF NEVES MY ATHAYDE M Cenários do trabalho subjetividade movimento e enigma Rio de Janeiro Ed DP S 2004 GOMES A O trabalho no século XXI considerações para o futuro do trabalho São Paulo Ed Anita Garibaldi 2001 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste tópico será registrado as considerações finais realizando o fechamento dos aspectos discutidos no relatório É importante que o aluno relate as experiências vivenciadas durante a realização do estágio e aborde como isso implicará de forma positiva em sua carreira profissional 4 REFERÊNCIAS Neste tópico deverão ser apresentadas todas as referências bibliográficas utilizadas na construção do trabalho 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 12 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 13 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada EMPRESA com sede na cidade de Estado e a Instituição de Ensino doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é deà podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior 14 a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data 15 Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Supervisor a do estágio Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário 16 FACULDADE IBRA 17 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágio Supervisor a do estágio Período do estágio Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar E S E S E S E S E S E S Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO GRUPO 18 RELATÓRIO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do Estágio Data de início do Estágio Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 19 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 20 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 21 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 22 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 23 GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO3 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA3 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO5 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES5 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II7 221 RUÍDO8 222 TEMPERATURA9 223 ILUMINAMENTO10 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES11 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO11 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS13 4 REFERÊNCIAS13 5 ANEXOS16 2 1 INTRODUÇÃO A Engenharia de Segurança do Trabalho emerge como um elemento vital na promoção da saúde e da integridade dos trabalhadores especialmente no contexto dinâmico e multifacetado dos ambientes industriais e de serviços contemporâneos A trajetória histórica dessa disciplina revela uma transição significativa de abordagens reativas que meramente respondem a acidentes ocorridos para uma mentalidade proativa e preventiva Este novo paradigmo busca não apenas a mitigação de riscos mas também a integração de práticas que promovam a produtividade e a segurança intrínseca dos ambientes laborais Assim a Engenharia de Segurança do Trabalho desempenha um papel crucial não apenas na proteção dos trabalhadores mas também na eficiência operacional das organizações Neste cenário a realização de um estágio supervisionado se torna uma etapa fundamental na formação acadêmica dos alunos proporcionando uma oportunidade única para a aplicação prática do conhecimento teórico adquirido ao longo da especialização De acordo com a legislação vigente essa experiência prática é definida como um ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação dos estudantes para o exercício do trabalho produtivo permitindo a imersão direta em processos desempenhados em um ambiente real e desafiador O estágio não apenas contribui para um entendimento mais profundo das dinâmicas do setor mas também propicia ao discente vivências que enriquecem sua formação profissional e humana Este relatório tem como objetivo apresentar uma análise detalhada da empresa concedente contextualizando as condições do local de trabalho e descrevendo as atividades desenvolvidas durante o estágio A prática se desdobra entre as rotinas administrativas em escritório e os desafios enfrentados nos canteiros de obras evidenciando a diversidade e complexidade das atividades Além disso serão abordadas as experiências do aluno frente aos imprevistos cotidianos seguida de uma reflexão crítica sobre a importância do estágio como um processo imprescindível de aprendizado que estabelece uma valiosa interação entre a teoria e a prática na formação de um profissional competente em Engenharia de Segurança do Trabalho 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma disciplina especializada cujo objetivo primordial é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais por meio da identificação avaliação e controle dos riscos que podem comprometer a saúde e a segurança dos trabalhadores Sua concepção moderna vai além da mera conformidade com normas prescritivas posicionandose como um pilar estratégico para as organizações Historicamente o campo evoluiu de abordagens reativas focadas na análise de eventos passados para modelos proativos e sistêmicos que enxergam a segurança como uma característica intrínseca e dinâmica dos sistemas de trabalho Investir em uma cultura robusta de segurança tem demonstrado gerar resultados significativos para as empresas incluindo maior retenção de talentos aumento da produtividade e melhoria da imagem corporativa A compreensão sobre como os acidentes ocorrem também evoluiu significativamente Uma das abordagens seminais é a Teoria dos Dominós de Heinrich 1932 que postula que os acidentes não são eventos aleatórios mas o resultado de uma sequência linear de fatores Esse modelo que 3 influenciou a legislação brasileira como as Normas Regulamentadoras 4 5 18 e a NBR 14280 descreve a ocorrência do acidente como a queda de cinco dominós o ambiente social e a ancestralidade do indivíduo que geram falhas pessoais a falha pessoal responsável por atos inseguros ou condições perigosas o ato ou condição insegura como causa direta do acidente e finalmente a lesão resultante Embora fundamental essa perspectiva constitui a base da Abordagem Tradicional que frequentemente concentra esforços em identificar e punir os responsáveis tratando o erro humano como principal causa dos eventos adversos Uma limitação crítica dessa abordagem é a tendência a ignorar riscos não visíveis como sobrecarga de informações ritmo de trabalho intenso remuneração inadequada e outros fatores psicossociais que impactam a dimensão cognitiva do trabalho e podem levar a danos à saúde física e psicológica Em contraposição a Abordagem Contemporânea ou Sistêmica representa uma mudança de paradigma ao deslocar o foco da culpa do trabalhador para as falhas e disfunções do sistema em que ele está inserido Nessa perspectiva acidentes são interpretados como oportunidades de aprendizado organizacional e caminhos para o aprimoramento do sistema como um todo questionandose sobretudo por que os mecanismos de defesa e as barreiras de proteção falharam em evitar o evento Dentro dessa abordagem sistêmica destacamse modelos mais complexos Perrow 1985 ao estudar empreendimentos de alto risco como usinas nucleares argumenta que algum tipo de acidente é inevitável nesses sistemas devido à complexidade e ao acoplamento das interações mesmo com dispositivos de segurança Em linha com esse pensamento o Modelo do Queijo Suíço de Reason 1993 propõe a gestão de erros por meio da identificação e correção de condições latentes falhas ocultas no sistema como decisões gerenciais equivocadas treinamento inadequado ou concepção deficiente de processos O acidente ocorre quando as fendas dessas camadas de defesa se alinham permitindo que uma trajetória de erro se concretize Aprofundando a análise sobre fatores humanos Amalberti 1996 introduz o conceito de metacognição que se refere ao conhecimento e autocontrole dos recursos cognitivos do trabalhador permitindo detectar e corrigir seus próprios erros Nessa ótica os erros são sintomas de fragilidades nas proteções cognitivas do sistema de trabalho Modelos como a Teoria dos Portadores de Perigos de Skiba 1973 também contribuem para essa visão classificando os fatores do sistema em pessoa e objeto como portadores de energia danificadora que quando ativada pode resultar em acidente Essa evolução teórica partindo de modelos lineares e centrados no indivíduo para abordagens complexas e sistêmicas fundamenta o papel estratégico do engenheiro de segurança moderno Sua função deixou de ser apenas a de fiscal de conformidade passando a atuar como gestor proativo de riscos capaz de analisar e intervir na interação complexa entre tecnologia processos organizacionais e fatores humanos construindo sistemas de trabalho mais seguros e resilientes A Engenharia de Segurança do Trabalho se estabelece assim como componente vital na promoção da saúde e integridade dos trabalhadores em ambientes industriais e de serviços contemporâneos Historicamente a disciplina evoluiu de práticas reativas para abordagens proativas e preventivas focadas na mitigação de riscos e na criação de ambientes de trabalho seguros Baía e Silva 2016 Lima e Lima 2018 Essa transição reflete a valorização crescente da segurança do trabalhador e da eficiência operacional reconhecendo que a qualidade do ambiente contribui diretamente para a produtividade e o bemestar Silva 2021 4 O estágio supervisionado desempenha papel essencial na formação de estudantes de Engenharia de Segurança do Trabalho possibilitando a aplicação prática do conhecimento teórico e a vivência dos desafios profissionais típicos da área Oliveira et al 2023 Seu objetivo é preparar os alunos para atuação no contexto profissional promovendo a integração do conhecimento com as exigências do ambiente de trabalho Silva et al 2021 Essa experiência se torna ainda mais relevante em contextos variados como escritórios e canteiros de obras onde se demandam habilidades técnicas e capacidade de lidar com imprevistos Oliveira et al 2023 Durante o estágio os alunos aprimoram competências práticas além de desenvolver habilidades sociais e emocionais fundamentais à profissão Menezes 2024 O ambiente do estágio supervisionado deve favorecer a construção da identidade profissional e a reflexão crítica sobre práticas de segurança no trabalho Freitas et al 2011 estimulando não apenas observação passiva mas análise ativa da aplicação de normas e implementação de tecnologias que protejam os trabalhadores Menezes 2022 Portanto o estágio supervisionado funciona como elo essencial entre teoria e prática formando profissionais capacitados para enfrentar os desafios modernos da Engenharia de Segurança do Trabalho por meio da vivência direta nas dinâmicas do mercado Lima et al 2022 Essa experiência prática respaldada por referências teóricas relevantes não apenas enriquece o aprendizado do aluno como também fortalece as iniciativas de segurança nas empresas onde atuam Silva 2021 Menezes 2022 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Nesta seção serão registradas e detalhadas as atividades práticas desenvolvidas durante o período do estágio supervisionado O foco reside na aplicação direta dos conhecimentos de Engenharia de Segurança do Trabalho abrangendo desde a avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais até a implementação de medidas de controle voltadas tanto para o trabalhador quanto para o ambiente As atividades descritas a seguir representam a aplicação prática dos princípios de higiene e segurança ocupacional em um cenário real de trabalho 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES A prevenção de acidentes envolvendo máquinas equipamentos e instalações é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho considerando o elevado potencial de lesões graves incapacidades permanentes e até mesmo acidentes fatais que esses riscos representam As práticas desenvolvidas nessa área tiveram como principal objetivo identificar analisar e controlar os perigos existentes em todo o ciclo de vida das máquinas desde a aquisição e instalação até a operação manutenção e desativação Todo o trabalho foi realizado em conformidade com a Norma Regulamentadora nº 12 NR12 que define os requisitos mínimos de segurança para máquinas e 5 equipamentos e determina que a segurança seja um componente intrínseco desde a concepção do equipamento A metodologia aplicada seguiu rigorosamente a hierarquia de medidas de controle preconizada pela NR12 Inicialmente priorizaramse as Medidas de Proteção Coletiva consideradas as mais eficazes por protegerem todos os trabalhadores simultaneamente As atividades práticas envolveram inspeção detalhada das proteções fixas e móveis verificação do funcionamento de sensores e dispositivos de segurança intertravados análise dos sistemas de parada de emergência e avaliação da conformidade das proteções de transmissões de força além da reorganização do arranjo físico das máquinas para garantir as distâncias mínimas de segurança e rotas de fuga desobstruídas Também foram revisados sistemas de ventilação pressurização e exaustão para assegurar condições adequadas de controle de riscos físicos como ruído calor e poeira Na sequência foram adotadas Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho voltadas para a padronização e organização dos processos de forma segura Foram elaborados Procedimentos Operacionais Padrão para operação setup e manutenção criadas listas de verificação para inspeções de rotina planejadas manutenções preventivas e corretivas com aplicação dos procedimentos de bloqueio e etiquetagem lockouttagout antes de qualquer intervenção além da realização de treinamentos teóricos e práticos para os trabalhadores que só foram autorizados a operar ou intervir nas máquinas após capacitação formal Também foi instituído um sistema de registro de incidentes e quaseacidentes permitindo o acompanhamento histórico e a identificação de falhas recorrentes para proposição de melhorias Somente após a implementação das medidas coletivas e administrativas foram aplicadas as Medidas de Proteção Individual voltadas aos riscos residuais Essa etapa incluiu a seleção e especificação técnica de equipamentos de proteção individual como luvas anticorte óculos de proteção protetores auriculares calçados de segurança e capacetes bem como a verificação do uso correto desses equipamentos e a realização de treinamentos de conscientização junto aos trabalhadores Para subsidiar todas essas ações a identificação de perigos foi realizada com o emprego de ferramentas de análise sistemática especialmente a Análise Preliminar de Risco APR e a Análise de Modos e Efeitos de Falha FMEA que permitiram avaliar criticidade frequência e gravidade de cada risco estabelecendo prioridades de intervenção Também foi conferida a conformidade documental com checagem de manuais de máquinas certificados de conformidade relatórios de inspeção e registros de treinamentos além da análise do plano de resposta a emergências garantindo o bom funcionamento de alarmes botões de parada de emergência e sinalizações de segurança visuais e sonoras Todas as recomendações resultantes das inspeções e análises foram registradas em relatórios técnicos com prazos e responsáveis definidos permitindo o rastreamento das ações corretivas e alinhamento com o ciclo de melhoria contínua O resultado final foi a elevação significativa do nível de segurança nas instalações a redução do risco de acidentes e o fortalecimento da cultura de prevenção entre todos os colaboradores envolvidos no processo 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II A Higiene do Trabalho também conhecida como Higiene Ocupacional é uma ciência 6 multidisciplinar que combina conhecimentos técnicos científicos e práticos com o objetivo de antecipar reconhecer avaliar e controlar os riscos ambientais presentes nos locais de trabalho prevenindo o surgimento de doenças ocupacionais e promovendo a saúde dos trabalhadores Diferenciase da Segurança do Trabalho pelo seu enfoque enquanto a Segurança preocupase com a prevenção de acidentes por meio da eliminação ou controle de riscos operacionais que podem gerar lesões imediatas a Higiene Ocupacional dedicase ao estudo dos riscos que de forma contínua ou prolongada podem provocar agravos à saúde ao longo do tempo como intoxicações surdez ocupacional ou doenças respiratórias Uma prática eficaz de Higiene Ocupacional exige sólida formação técnica e científica o que envolve conhecer profundamente os processos produtivos da empresa as matériasprimas utilizadas os produtos intermediários e finais os agentes de risco envolvidos e os possíveis impactos à saúde humana Para isso o profissional deve utilizar metodologias de identificação e análise de riscos como inspeções de campo entrevistas com trabalhadores análise de fichas de segurança de produtos químicos FISPQ e medições ambientais com equipamentos específicos além de manterse atualizado quanto à legislação vigente como as Normas Regulamentadoras especialmente a NR09 que trata do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA substituído gradualmente pelo Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Os riscos ambientais são classificados em agentes físicos químicos biológicos e ergonômicos cada um exigindo uma estratégia específica de avaliação e controle Os agentes físicos incluem ruído vibrações radiações ionizantes e não ionizantes calor frio e pressões anormais que podem ser mensurados por instrumentos como dosímetros de ruído medidores de vibração ou termômetros de globo Os agentes químicos englobam poeiras fumos névoas gases e vapores que ao serem inalados absorvidos pela pele ou ingeridos podem causar intoxicações agudas ou doenças crônicas exigindo amostragem de ar e análise laboratorial para determinação de concentrações e comparação com limites de tolerância Já os agentes biológicos envolvem a exposição a bactérias vírus fungos e parasitas comuns em ambientes hospitalares laboratórios ou setores de saneamento sendo controlados por medidas de higiene vacinação e uso de equipamentos de proteção Por fim os riscos ergonômicos abrangem esforços repetitivos posturas inadequadas e jornadas de trabalho extenuantes demandando análise ergonômica detalhada conforme previsto na NR17 A etapa de controle dos riscos é tão importante quanto a de reconhecimento e avaliação Para isso aplicase uma hierarquia de medidas de prevenção que inclui em primeiro lugar a eliminação ou substituição do agente nocivo seguida por medidas de engenharia como enclausuramento de fontes de ruído ventilação exaustora ou automatização de processos medidas administrativas e organizacionais rodízio de tarefas pausas para descanso redução da jornada de exposição e por último a adoção de Equipamentos de Proteção Individual EPI para os casos em que as medidas coletivas não sejam suficientes 221 RUÍDO O ruído ocupacional é um dos agentes físicos mais comuns e relevantes nos ambientes de trabalho especialmente em setores industriais como metalurgia construção civil indústria automotiva têxtil e alimentícia representando uma das principais causas de perda auditiva induzida por ruído PAIR em trabalhadores Por se tratar de um agente que pode causar danos cumulativos e 7 irreversíveis ao sistema auditivo sua caracterização requer uma abordagem criteriosa e tecnicamente embasada A avaliação da exposição ao ruído é preferencialmente realizada por meio de dosimetria pessoal utilizando dosímetros de ruído que são equipamentos portáteis fixados próximos ao ouvido do trabalhador durante toda a jornada de trabalho Esses instrumentos registram em tempo real as variações dos níveis de pressão sonora ao longo das atividades desempenhadas permitindo uma amostra representativa e fidedigna da exposição diária mesmo em ambientes com flutuações significativas de ruído ou tarefas que exigem deslocamentos frequentes No Brasil a avaliação normativa segue principalmente o disposto no Anexo 1 da Norma Regulamentadora nº 15 NR15 que estabelece os limites de tolerância para exposição contínua ou intermitente ao ruído e a Norma de Higiene Ocupacional nº 01 NHO01 da Fundacentro que é considerada tecnicamente mais rigorosa e precisa A NHO01 introduz o conceito de Nível de Exposição Normalizado NEN que converte os níveis de exposição efetivamente medidos para uma jornada padrão de 8 horas garantindo comparabilidade entre diferentes turnos de trabalho e permitindo a correta caracterização do risco Além disso essa norma define o limiar de integração da dose a partir de 80 dBA ou seja a partir desse nível de pressão sonora o ruído passa a ser contabilizado para o cálculo da dose de exposição O processo de avaliação deve considerar também a natureza do ruído contínuo intermitente ou de impacto pois cada tipo possui critérios específicos de medição e análise Ruídos de impacto por exemplo exigem o uso de medidores com função de peak hold para captar os picos instantâneos de pressão sonora Uma vez concluída a avaliação os resultados são comparados com os valores de nível de ação e limite de tolerância O nível de ação geralmente estabelecido em 85 dBA indica a necessidade de adoção de medidas preventivas mesmo que o limite de tolerância ainda não tenha sido ultrapassado como forma de antecipar o risco e evitar danos à saúde Quando os valores medidos ultrapassam os limites aceitáveis é obrigatória a implementação de medidas de controle seguindo a hierarquia de controle de riscos Em primeiro lugar buscamse soluções de engenharia como o enclausuramento de máquinas ruidosas a instalação de barreiras acústicas silenciadores em válvulas ou dutos e o isolamento físico de processos que geram ruído intenso Caso essas medidas não sejam suficientes podese recorrer a medidas administrativas incluindo a reorganização da jornada de trabalho o rodízio de tarefas e a limitação do tempo de permanência em áreas ruidosas Por fim como medida complementar são fornecidos Equipamentos de Proteção Individual EPI principalmente os protetores auriculares tipo concha ou inserção devendose garantir que sejam devidamente selecionados ajustados e que o trabalhador seja treinado para seu uso correto Além da medição e do controle é fundamental a implantação de um Programa de Conservação Auditiva PCA que inclua monitoramento periódico do ruído ambiental exames audiométricos admissionais periódicos e demissionais treinamentos de conscientização e registro histórico das exposições Essa abordagem contínua e sistemática é essencial para prevenir a PAIR reduzir passivos trabalhistas e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores 222 TEMPERATURA As temperaturas extremas sejam elas decorrentes de calor ou de frio representam riscos físicos de grande relevância nos ambientes de trabalho uma vez que podem afetar diretamente a saúde a produtividade e o bemestar do trabalhador A exposição ao calor excessivo pode levar a 8 condições como desidratação fadiga térmica câimbras exaustão pelo calor e em casos mais graves ao golpe de calor que é uma emergência médica potencialmente fatal Já a exposição prolongada ao frio pode provocar hipotermia queimaduras pelo frio frostbite redução da destreza manual aumento da fadiga e maior suscetibilidade a acidentes As fontes de exposição são variadas e dependem fortemente do tipo de atividade desempenhada Entre as principais situações de exposição ao calor destacamse os trabalhos realizados a céu aberto sob radiação solar intensa como na construção civil e na agricultura além de ambientes industriais com fornos caldeiras siderúrgicas fundições cozinhas industriais e padarias Já os ambientes frios incluem frigoríficos e câmaras de resfriamento açougues centros de distribuição de alimentos congelados além de atividades em regiões de clima rigoroso como operações portuárias ou trabalhos em campo em regiões sulinas durante o inverno A avaliação do conforto térmico no Brasil ainda apresenta lacunas regulatórias uma vez que não existe uma norma única e abrangente que trate especificamente do tema para todos os tipos de ambientes ocupacionais Atualmente utilizamse referências como a Norma Regulamentadora nº 17 NR17 que trata da ergonomia e a NBR 16401 voltada para sistemas de arcondicionado em ambientes climatizados ambas de aplicação restrita para cenários industriais complexos ou ambientes externos Diante dessas limitações normas internacionais como a ASHRAE 55 e a ISO 7730 são amplamente adotadas como guias técnicos pois apresentam critérios mais completos para a análise de conforto térmico e definição de limites aceitáveis de exposição A NR17 estabelece parâmetros para ambientes administrativos e atividades predominantemente intelectuais determinando que a temperatura deva ser mantida entre 20 C e 23 C em escritórios garantindo condições ideais de conforto e produtividade No entanto para ambientes de maior complexidade térmica é necessário empregar índices de avaliação mais sofisticados como o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo IBUTG utilizado para caracterizar a exposição ao calor e o Índice de Temperatura Efetiva ITE ou a Temperatura Equivalente de Resfriamento TER empregados para avaliar ambientes frios Esses índices consideram variáveis como temperatura do ar umidade relativa velocidade do vento e temperatura radiante média oferecendo uma avaliação mais precisa da carga térmica à qual o trabalhador está submetido A avaliação prática do ambiente térmico deve ser conduzida por profissionais qualificados como engenheiros de segurança do trabalho ou higienistas ocupacionais utilizando instrumentação calibrada incluindo termômetros de globo higrômetros e anemômetros O objetivo é quantificar as condições ambientais e correlacionálas às atividades desempenhadas ao metabolismo gerado pelo esforço físico e ao tempo de exposição de modo a determinar se há risco à saúde e necessidade de intervenção As medidas de controle devem seguir a hierarquia de prevenção Para o calor podem incluir o enclausuramento de fontes térmicas instalação de barreiras radiantes ventilação forçada climatização de ambientes fornecimento de pausas para recuperação térmica em locais frescos e hidratação adequada dos trabalhadores Para o frio são recomendadas câmaras de aquecimento para pausas rodízio de tarefas fornecimento de vestimentas térmicas e luvas adequadas além da limitação do tempo de permanência em ambientes com temperaturas muito baixas A conscientização e o treinamento dos trabalhadores sobre os sinais de alerta para doenças relacionadas ao calor e ao frio são fundamentais para que a detecção precoce de sintomas permita uma resposta rápida e eficaz evitando agravos à 9 saúde 223 ILUMINAMENTO A iluminação inadequada em um ambiente de trabalho é classificada como um risco ergonômico que pode causar danos à visão fadiga e contribuir para a baixa produtividade O arcabouço regulatório brasileiro para este agente passou por uma significativa modernização Anteriormente havia ambiguidades na aplicação das normas técnicas mas a publicação da Norma de Higiene Ocupacional nº 11 NHO 11 pela Fundacentro em 2018 estabeleceu uma metodologia clara e padronizada para a avaliação dos níveis de iluminação em ambientes internos de trabalho Desde janeiro de 2022 a Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia passou a referenciar explicitamente a NHO 11 consolidandoa como o principal instrumento técnicolegal para este fim A NHO 11 fornece tanto os procedimentos de medição quanto os níveis de iluminância recomendados para uma vasta gama de atividades e áreas permitindo uma avaliação objetiva e a implementação de projetos de iluminação que garantam a saúde o conforto visual e a eficiência dos trabalhadores 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES A proteção contra incêndios e explosões em ambientes de trabalho é uma disciplina complexa que transcende a simples instalação de equipamentos exigindo uma abordagem sistêmica e integrada para garantir a segurança das edificações e principalmente de seus ocupantes A eficácia de um sistema de proteção depende do conhecimento e do treinamento das pessoas para identificar riscos operar corretamente os equipamentos de combate em um primeiro momento agir com calma durante uma emergência e acionar os serviços especializados A base para toda a estratégia de prevenção e combate reside na compreensão da teoria do fogo que evoluiu do triângulo para o tetraedro do fogo um modelo que inclui quatro elementos essenciais para a ocorrência e sustentação da combustão o combustível o comburente geralmente o oxigênio o calor e a reação em cadeia A eliminação de qualquer um desses quatro elementos é o princípio que rege todos os métodos de extinção de incêndios As estratégias de proteção são amplamente divididas em sistemas preventivos e defensivos As práticas de prevenção são aquelas que visam evitar a iniciação ou a propagação do fogo envolvendo aspectos estruturais tecnológicos e organizacionais Durante o estágio a atuação prática nesta área envolveu a análise e verificação desses sistemas como o controle de materiais combustíveis e seu armazenamento adequado a compartimentação horizontal entre ambientes no mesmo pavimento e vertical entre andares para conter o avanço do fogo e da fumaça e a proteção da estrutura do edifício para evitar o colapso precoce em caso de incêndio Adicionalmente foram inspecionadas as rotas de fuga garantindo sua desobstrução e sinalização adequada os meios de acesso para as viaturas e equipamentos do corpo de bombeiros e a eficácia da sinalização de emergência que orienta os ocupantes e as equipes de resgate Os sistemas defensivos por sua vez são aqueles voltados para o combate ativo ao fogo e às operações de resgate A prática envolveu a identificação e a inspeção dos equipamentos e sistemas disponíveis como os extintores de incêndio verificando sua correta localização tipo carga e 10 validade Foram analisados também os sistemas fixos como redes de hidrantes e sprinklers chuveiros automáticos e os equipamentos móveis de combate A prevenção de explosões em ambientes industriais um risco de consequência severa requer uma abordagem ainda mais abrangente baseada em uma avaliação de risco criteriosa na gestão de segurança de processos e na classificação de áreas perigosas onde atmosferas explosivas podem se formar Medidas como o controle de fontes de ignição o correto manuseio de produtos químicos a gestão de poeiras combustíveis e a implementação de planos de resposta a emergências são cruciais para mitigar esse risco 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO A análise da relação entre o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho focando na prevenção das doenças ocupacionais Estas doenças são em geral consequência da exposição contínua a agentes de risco presentes no ambiente laboral cuja natureza concentração intensidade e tempo de exposição determinam o potencial de dano à saúde A atuação prática nesta área consiste em analisar as causas das doenças do trabalho o que se inicia com o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais um processo que serve de base para a elaboração de laudos periciais auditorias de segurança e fundamentalmente para a implementação de medidas de controle eficazes A atuação prática concentrouse na análise detalhada dos principais grupos de agentes Foram abordados os agentes químicos que compreendem substâncias ou compostos que podem ser absorvidos pelo organismo por via respiratória dérmica ou por ingestão A análise em postos de trabalho com potencial de exposição a poeiras fumos névoas e vapores revelou a complexidade de seus efeitos que podem variar de asfixiantes e irritantes a carcinogênicos e tóxicos sistêmicos A avaliação pericial para estes agentes envolveu tanto métodos quantitativos quanto qualitativos a depender da existência de limites de tolerância definidos Outro foco de atuação foi a análise dos agentes biológicos que incluem a exposição a bactérias fungos bacilos parasitas e vírus Em ambientes como hospitais ou laboratórios a análise requer a identificação das fontes de contaminação e das vias de transmissão sendo a base para a implementação de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC como cabines de segurança biológica e Equipamentos de Proteção Individual EPI adequados além de rigorosos procedimentos de higiene Uma atenção especial foi dedicada aos agentes ergonômicos fatores que podem gerar problemas de saúde física e mental ao interferirem nas características psicofisiológicas dos trabalhadores A prática de análise ergonômica abordou questões como a exigência de posturas inadequadas o levantamento de cargas e a alta repetitividade de movimentos fatores que podem levar a Lesões por Esforços Repetitivos LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DORTs A avaliação para fins periciais e de auditoria nestes casos é fundamentada pela Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia que exige a adaptação das condições de trabalho para proporcionar conforto e segurança A metodologia geral para a prevenção destas doenças independentemente do agente iniciase com o reconhecimento do risco no local de trabalho frequentemente documentado no Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Após o reconhecimento a avaliação determina se os agentes 11 representam um risco real à saúde dos trabalhadores expostos Com base nessa análise implementa se a hierarquia de controles priorizando sempre os EPCs e complementando com EPIs e medidas administrativas como treinamentos e campanhas de conscientização para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Engenharia de Segurança do Trabalho como amplamente abordado neste relatório revelase uma disciplina indispensável para a preservação da saúde da integridade física e do bem estar dos trabalhadores além de representar um pilar estratégico para a continuidade e a sustentabilidade das operações empresariais Ao longo do estágio supervisionado foi possível vivenciar na prática a transição de uma abordagem meramente reativa para modelos proativos e sistêmicos de gestão da segurança em que esta é tratada como parte integrante e indissociável dos processos produtivos A experiência proporcionou uma visão holística do papel do engenheiro de segurança permitindo observar em diferentes cenários tanto em ambientes administrativos quanto em canteiros de obras a aplicação concreta das teorias de causalidade de acidentes Ficou evidente como a evolução do foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas conforme preconizado por modelos como os de Reason e Amalberti resulta na construção de barreiras de proteção mais eficazes e na promoção de uma cultura organizacional de segurança mais justa e resiliente A Norma Regulamentadora NR12 por sua vez destacouse como uma ferramenta de aplicação prática essencial orientando inspeções análises de risco e a hierarquização das medidas de controle tornando a prevenção mais assertiva e consistente No campo da Higiene do Trabalho a aplicação prática de metodologias para a medição de agentes físicos como ruído e iluminamento reforçou a importância da avaliação quantitativa baseada em evidências para a prevenção de doenças ocupacionais Da mesma forma a análise de sistemas de prevenção e combate a incêndios e explosões evidenciou que a segurança não se limita à reação a emergências mas é construída a partir de estratégias integradas e de caráter preventivo capazes de minimizar riscos antes que eles se materializem 4 REFERÊNCIAS Artigo segurança do trabalho Periódicos Científicos da UFRGS Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsseerufrgsbrProdutoProducaoarticleviewFile3582140482 BAÍA Amândio et al Implementação do Método FMEA numa PME Egitania Sciencia v 2 n 19 p 83106 2016 12 CAMPANHOLE A CAMPANHOLE H L Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 Cargo E Engenheiro de Segurança do Trabalho Progep Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsprogepufesbrcargoeengenheirodeseguranC3A7adotrabalho CUNHA DE MENEZES João Paulo RELAÇÃO DAS CRENÇAS DE AUTOEFICÁCIA COM AS EMOÇÕES ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Revista Góndola Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias v 17 n 2 2022 DA SILVA Itamara Valéria dos Santos DA SILVA FERREIRA Jorgenete Crispim ALBUQUERQUE Francielda Avelino Estágio supervisionado e suas contribuições para os licenciandos Abordagem nas políticas públicas existentes que ofertam aporte a formação e atuação do docente Scientia Naturalis v 3 n 5 2021 DA SILVA RAFAEL AUGUSTO LOPES Gerenciamento da Manutenção correlacionada à Eficiência da Segurança Revista Científica eLocução v 1 n 20 p 2121 2021 DE LIMA Valmir Ferreira LIMA Luiz Eduardo Melo Gestão de segurança do trabalho na indústria de papel diagnóstico de cultura de segurança por meio de pesquisa de identificação do nível de segurança Revista Gestão Industrial v 13 n 4 2018 Engenharia de Segurança do Trabalho Entenda sua Importância Engemed Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwengemedmedbrblogengenhariadesegurancadotrabalho entendasuaimportancia FREITAS Fabrício Monte DA SILVA João Alberto OLIVEIRA Ricardo Rios Formação inicial de professores de matemática os estágios supervisionados e as histórias de vida Initial training of teachers of mathematics supervised the stages and life stories Revista Eletrônica de Educação Matemática v 5 n 1 p 6170 2010 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 LIMA Jhonatas Isac Pereira et al Vivência e experiência no estágio supervisionado em ensino de Geografia II no contexto pandêmico Research Society and Development v 11 n 5 p e58111528060e58111528060 2022 MENEZES João Paulo Cunha INFLUÊNCIA DO AFETO POSITIVO AUTOEFICÁCIA E SATISFAÇÃO NO ENTUSIASMO DOS ESTUDANTES DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Formação DocenteRevista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores v 15 n 34 p 111124 2023 13 NR12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwguiatrabalhistacombrlegislacaonrnr12htm OLIVEIRA S Sousa B Rodrigues L Estágio supervisionado em educação infantil Cadernos Do Gposshe onLine 72 2023 Riscos Ambientais DIVISÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsdsstufscbrriscosambientais Riscos Físicos Quais são e como se prevenir OnSafety Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsonsafetycombrriscosfisicosquaissaoecomoseprevenir SEGURANÇA E SAÚDE NO CENTRO DO FUTURO DO TRABALHO International Labour Organization Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwiloorgsitesdefaultfileswcmsp5groupspubliceuroperogenevailolisbon documentspublicationwcms690142pdf 14 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 15 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 16 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada Dias e Leonardo Engenharia Ltda com sede na cidade de Estado e a Faculdade Ibra doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é de 02062025 à 07072025 podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades Integração na empresa e apresentação dos setores conhecimento das normas internas de segurança acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 apoio na elaboração de checklists de inspeção identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento apoio na especificação de EPIs e verificação do uso adequado registro fotográfico e documental das atividades avaliação de condições térmicas calor e frio análise ergonômica de postos de trabalho NR17 participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos apoio em auditorias internas de segurança elaboração de relatórios técnicos parciais inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes apoio em campanhas educativas e palestras de segurança consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas elaboração do relatório final de estágio revisão das atividades realizadas entrega de relatórios finais encerramento e avaliação do estágio com o supervisor CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica 17 CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a 18 Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Dias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágio Fernando Paulo da Silva Leonardo Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário Integração na empresa e apresentação dos setores Conhecimento das normas internas de segurança Acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 Apoio na elaboração de checklists de inspeção Identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos Avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento em ambientes de trabalho Apoio na especificação de EPIs e verificação de uso adequado Registro fotográfico e documental das atividades Avaliação de condições térmicas calor e frio Análise ergonômica de postos de trabalho NR17 Participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos Apoio em auditorias internas de segurança Elaboração de relatórios técnicos parciais Inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers Participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências Análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização Apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR Participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes Apoio em campanhas educativas e palestras de segurança Consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas Elaboração do relatório final de estágio Revisão das atividades realizadas Entrega de relatórios finais 19 Encerramento e avaliação do estágio com o supervisor 20 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágioDias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágioFernando Paulo da Silva Leonardo Período do estágio02062025 01072025 Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar 02062025 E07h 6h S13h 03062025 E07h 6h S13h 04062025 E07h 6h S13h 05062025 E07h 6h S13h 06062025 E07h 6h S13h 09062025 E07h 6h S13h 10062025 E07h 6h S13h 11062025 E07h 6h S13h 12062025 E07h 6h S13h 13062025 E07h 6h S13h 16062025 E07h 6h S13h 17062025 E07h 6h S13h 18062025 E07h 6h S13h 19062025 E07h 6h S13h 20062025 E07h 6h S13h 21 23062025 E07h 6h S13h 24062025 E07h 6h S13h 25062025 E07h 6h S13h 26062025 E07h 6h S13h 27062025 E07h 6h S13h 30062025 E07h 6h S13h 01072025 E07h 6h S13h 02072025 E07h 6h S13h 03072025 E07h 6h S13h 04072025 E07h 6h S13h 07072025 E07h 6h S13h Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO RELATÓRIO GRUPO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de 22 aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do EstágioDias e Leonardo engenharia ltda Data de início do Estágio 02 06 2025 02062025 O estágio foi realizado na empresa Dias e Leonardo Engenharia Ltda especializada em projetos e execução de obras industriais e comerciais com foco em engenharia de segurança manutenção preventiva e consultoria em normas regulamentadoras A estrutura física da empresa é organizada em escritórios técnicos setor administrativo almoxarifado e áreas externas de acompanhamento de obras O estagiário teve acesso aos setores de segurança do trabalho manutenção e engenharia além de participar de inspeções em campo visitas técnicas e reuniões com as equipes Essa vivência possibilitará compreender na prática a aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho NRs contribuindo para o desenvolvimento de habilidades analíticas e técnicas necessárias ao futuro profissional da área As expectativas de aprendizado para o estágio incluem o desenvolvimento da capacidade de identificar riscos ocupacionais e propor soluções práticas que contribuam para a melhoria das condições de trabalho Esperase aplicar os conhecimentos adquiridos sobre normas regulamentadoras como a NR12 NR17 higiene ocupacional e prevenção de incêndios colocando em prática os conceitos teóricos estudados ao longo da formação Além disso buscase compreender de forma aprofundada os processos de auditoria inspeção e elaboração de relatórios técnicos aprimorando a visão sistêmica da gestão de segurança do trabalho Outro ponto importante é o desenvolvimento de habilidades de comunicação e de trabalho 03062025 04062025 05062025 06062025 09062025 10062025 11062025 12062025 13062025 16062025 17062025 18062025 19062025 20062025 23062025 24062025 25062025 26062025 27062025 30062025 01072025 02072025 03072025 04072025 07072025 23 em equipe por meio da participação em reuniões campanhas educativas e palestras de segurança Por fim o estágio visa proporcionar experiência na elaboração de programas e documentos técnicos como o Programa de Gerenciamento de Riscos PGR consolidando assim a preparação do estagiário para atuação profissional na área Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do 24 estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 25 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 26 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 27 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u l a r 7 8 B o 28 m 9 10 Ó t i m o 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u l a r 7 8 B o m 9 10 Ó t i m o OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 29 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO3 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA3 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO5 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES5 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II7 221 RUÍDO8 222 TEMPERATURA9 223 ILUMINAMENTO10 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES11 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO11 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS13 4 REFERÊNCIAS13 5 ANEXOS16 2 1 INTRODUÇÃO A Engenharia de Segurança do Trabalho emerge como um elemento vital na promoção da saúde e da integridade dos trabalhadores especialmente no contexto dinâmico e multifacetado dos ambientes industriais e de serviços contemporâneos A trajetória histórica dessa disciplina revela uma transição significativa de abordagens reativas que meramente respondem a acidentes ocorridos para uma mentalidade proativa e preventiva Este novo paradigmo busca não apenas a mitigação de riscos mas também a integração de práticas que promovam a produtividade e a segurança intrínseca dos ambientes laborais Assim a Engenharia de Segurança do Trabalho desempenha um papel crucial não apenas na proteção dos trabalhadores mas também na eficiência operacional das organizações Neste cenário a realização de um estágio supervisionado se torna uma etapa fundamental na formação acadêmica dos alunos proporcionando uma oportunidade única para a aplicação prática do conhecimento teórico adquirido ao longo da especialização De acordo com a legislação vigente essa experiência prática é definida como um ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação dos estudantes para o exercício do trabalho produtivo permitindo a imersão direta em processos desempenhados em um ambiente real e desafiador O estágio não apenas contribui para um entendimento mais profundo das dinâmicas do setor mas também propicia ao discente vivências que enriquecem sua formação profissional e humana Este relatório tem como objetivo apresentar uma análise detalhada da empresa concedente contextualizando as condições do local de trabalho e descrevendo as atividades desenvolvidas durante o estágio A prática se desdobra entre as rotinas administrativas em escritório e os desafios enfrentados nos canteiros de obras evidenciando a diversidade e complexidade das atividades Além disso serão abordadas as experiências do aluno frente aos imprevistos cotidianos seguida de uma reflexão crítica sobre a importância do estágio como um processo imprescindível de aprendizado que estabelece uma valiosa interação entre a teoria e a prática na formação de um profissional competente em Engenharia de Segurança do Trabalho 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma disciplina especializada cujo objetivo primordial é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais por meio da identificação avaliação e controle dos riscos que podem comprometer a saúde e a segurança dos trabalhadores Sua concepção moderna vai além da mera conformidade com normas prescritivas posicionandose como um pilar estratégico para as organizações Historicamente o campo evoluiu de abordagens reativas focadas na análise de eventos passados para modelos proativos e sistêmicos que enxergam a segurança como uma característica intrínseca e dinâmica dos sistemas de trabalho Investir em uma cultura robusta de segurança tem demonstrado gerar resultados significativos para as empresas incluindo maior retenção de talentos aumento da produtividade e melhoria da imagem corporativa A compreensão sobre como os acidentes ocorrem também evoluiu significativamente Uma das abordagens seminais é a Teoria dos Dominós de Heinrich 1932 que postula que os acidentes não são eventos aleatórios mas o resultado de uma sequência linear de fatores Esse modelo que 3 influenciou a legislação brasileira como as Normas Regulamentadoras 4 5 18 e a NBR 14280 descreve a ocorrência do acidente como a queda de cinco dominós o ambiente social e a ancestralidade do indivíduo que geram falhas pessoais a falha pessoal responsável por atos inseguros ou condições perigosas o ato ou condição insegura como causa direta do acidente e finalmente a lesão resultante Embora fundamental essa perspectiva constitui a base da Abordagem Tradicional que frequentemente concentra esforços em identificar e punir os responsáveis tratando o erro humano como principal causa dos eventos adversos Uma limitação crítica dessa abordagem é a tendência a ignorar riscos não visíveis como sobrecarga de informações ritmo de trabalho intenso remuneração inadequada e outros fatores psicossociais que impactam a dimensão cognitiva do trabalho e podem levar a danos à saúde física e psicológica Em contraposição a Abordagem Contemporânea ou Sistêmica representa uma mudança de paradigma ao deslocar o foco da culpa do trabalhador para as falhas e disfunções do sistema em que ele está inserido Nessa perspectiva acidentes são interpretados como oportunidades de aprendizado organizacional e caminhos para o aprimoramento do sistema como um todo questionandose sobretudo por que os mecanismos de defesa e as barreiras de proteção falharam em evitar o evento Dentro dessa abordagem sistêmica destacamse modelos mais complexos Perrow 1985 ao estudar empreendimentos de alto risco como usinas nucleares argumenta que algum tipo de acidente é inevitável nesses sistemas devido à complexidade e ao acoplamento das interações mesmo com dispositivos de segurança Em linha com esse pensamento o Modelo do Queijo Suíço de Reason 1993 propõe a gestão de erros por meio da identificação e correção de condições latentes falhas ocultas no sistema como decisões gerenciais equivocadas treinamento inadequado ou concepção deficiente de processos O acidente ocorre quando as fendas dessas camadas de defesa se alinham permitindo que uma trajetória de erro se concretize Aprofundando a análise sobre fatores humanos Amalberti 1996 introduz o conceito de metacognição que se refere ao conhecimento e autocontrole dos recursos cognitivos do trabalhador permitindo detectar e corrigir seus próprios erros Nessa ótica os erros são sintomas de fragilidades nas proteções cognitivas do sistema de trabalho Modelos como a Teoria dos Portadores de Perigos de Skiba 1973 também contribuem para essa visão classificando os fatores do sistema em pessoa e objeto como portadores de energia danificadora que quando ativada pode resultar em acidente Essa evolução teórica partindo de modelos lineares e centrados no indivíduo para abordagens complexas e sistêmicas fundamenta o papel estratégico do engenheiro de segurança moderno Sua função deixou de ser apenas a de fiscal de conformidade passando a atuar como gestor proativo de riscos capaz de analisar e intervir na interação complexa entre tecnologia processos organizacionais e fatores humanos construindo sistemas de trabalho mais seguros e resilientes A Engenharia de Segurança do Trabalho se estabelece assim como componente vital na promoção da saúde e integridade dos trabalhadores em ambientes industriais e de serviços contemporâneos Historicamente a disciplina evoluiu de práticas reativas para abordagens proativas e preventivas focadas na mitigação de riscos e na criação de ambientes de trabalho seguros Baía e Silva 2016 Lima e Lima 2018 Essa transição reflete a valorização crescente da segurança do trabalhador e da eficiência operacional reconhecendo que a qualidade do ambiente contribui diretamente para a produtividade e o bemestar Silva 2021 4 O estágio supervisionado desempenha papel essencial na formação de estudantes de Engenharia de Segurança do Trabalho possibilitando a aplicação prática do conhecimento teórico e a vivência dos desafios profissionais típicos da área Oliveira et al 2023 Seu objetivo é preparar os alunos para atuação no contexto profissional promovendo a integração do conhecimento com as exigências do ambiente de trabalho Silva et al 2021 Essa experiência se torna ainda mais relevante em contextos variados como escritórios e canteiros de obras onde se demandam habilidades técnicas e capacidade de lidar com imprevistos Oliveira et al 2023 Durante o estágio os alunos aprimoram competências práticas além de desenvolver habilidades sociais e emocionais fundamentais à profissão Menezes 2024 O ambiente do estágio supervisionado deve favorecer a construção da identidade profissional e a reflexão crítica sobre práticas de segurança no trabalho Freitas et al 2011 estimulando não apenas observação passiva mas análise ativa da aplicação de normas e implementação de tecnologias que protejam os trabalhadores Menezes 2022 Portanto o estágio supervisionado funciona como elo essencial entre teoria e prática formando profissionais capacitados para enfrentar os desafios modernos da Engenharia de Segurança do Trabalho por meio da vivência direta nas dinâmicas do mercado Lima et al 2022 Essa experiência prática respaldada por referências teóricas relevantes não apenas enriquece o aprendizado do aluno como também fortalece as iniciativas de segurança nas empresas onde atuam Silva 2021 Menezes 2022 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Nesta seção serão registradas e detalhadas as atividades práticas desenvolvidas durante o período do estágio supervisionado O foco reside na aplicação direta dos conhecimentos de Engenharia de Segurança do Trabalho abrangendo desde a avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais até a implementação de medidas de controle voltadas tanto para o trabalhador quanto para o ambiente As atividades descritas a seguir representam a aplicação prática dos princípios de higiene e segurança ocupacional em um cenário real de trabalho 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES A prevenção de acidentes envolvendo máquinas equipamentos e instalações é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho considerando o elevado potencial de lesões graves incapacidades permanentes e até mesmo acidentes fatais que esses riscos representam As práticas desenvolvidas nessa área tiveram como principal objetivo identificar analisar e controlar os perigos existentes em todo o ciclo de vida das máquinas desde a aquisição e instalação até a operação manutenção e desativação Todo o trabalho foi realizado em conformidade com a Norma Regulamentadora nº 12 NR12 que define os requisitos mínimos de segurança para máquinas e 5 equipamentos e determina que a segurança seja um componente intrínseco desde a concepção do equipamento A metodologia aplicada seguiu rigorosamente a hierarquia de medidas de controle preconizada pela NR12 Inicialmente priorizaramse as Medidas de Proteção Coletiva consideradas as mais eficazes por protegerem todos os trabalhadores simultaneamente As atividades práticas envolveram inspeção detalhada das proteções fixas e móveis verificação do funcionamento de sensores e dispositivos de segurança intertravados análise dos sistemas de parada de emergência e avaliação da conformidade das proteções de transmissões de força além da reorganização do arranjo físico das máquinas para garantir as distâncias mínimas de segurança e rotas de fuga desobstruídas Também foram revisados sistemas de ventilação pressurização e exaustão para assegurar condições adequadas de controle de riscos físicos como ruído calor e poeira Na sequência foram adotadas Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho voltadas para a padronização e organização dos processos de forma segura Foram elaborados Procedimentos Operacionais Padrão para operação setup e manutenção criadas listas de verificação para inspeções de rotina planejadas manutenções preventivas e corretivas com aplicação dos procedimentos de bloqueio e etiquetagem lockouttagout antes de qualquer intervenção além da realização de treinamentos teóricos e práticos para os trabalhadores que só foram autorizados a operar ou intervir nas máquinas após capacitação formal Também foi instituído um sistema de registro de incidentes e quaseacidentes permitindo o acompanhamento histórico e a identificação de falhas recorrentes para proposição de melhorias Somente após a implementação das medidas coletivas e administrativas foram aplicadas as Medidas de Proteção Individual voltadas aos riscos residuais Essa etapa incluiu a seleção e especificação técnica de equipamentos de proteção individual como luvas anticorte óculos de proteção protetores auriculares calçados de segurança e capacetes bem como a verificação do uso correto desses equipamentos e a realização de treinamentos de conscientização junto aos trabalhadores Para subsidiar todas essas ações a identificação de perigos foi realizada com o emprego de ferramentas de análise sistemática especialmente a Análise Preliminar de Risco APR e a Análise de Modos e Efeitos de Falha FMEA que permitiram avaliar criticidade frequência e gravidade de cada risco estabelecendo prioridades de intervenção Também foi conferida a conformidade documental com checagem de manuais de máquinas certificados de conformidade relatórios de inspeção e registros de treinamentos além da análise do plano de resposta a emergências garantindo o bom funcionamento de alarmes botões de parada de emergência e sinalizações de segurança visuais e sonoras Todas as recomendações resultantes das inspeções e análises foram registradas em relatórios técnicos com prazos e responsáveis definidos permitindo o rastreamento das ações corretivas e alinhamento com o ciclo de melhoria contínua O resultado final foi a elevação significativa do nível de segurança nas instalações a redução do risco de acidentes e o fortalecimento da cultura de prevenção entre todos os colaboradores envolvidos no processo 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II A Higiene do Trabalho também conhecida como Higiene Ocupacional é uma ciência 6 multidisciplinar que combina conhecimentos técnicos científicos e práticos com o objetivo de antecipar reconhecer avaliar e controlar os riscos ambientais presentes nos locais de trabalho prevenindo o surgimento de doenças ocupacionais e promovendo a saúde dos trabalhadores Diferenciase da Segurança do Trabalho pelo seu enfoque enquanto a Segurança preocupase com a prevenção de acidentes por meio da eliminação ou controle de riscos operacionais que podem gerar lesões imediatas a Higiene Ocupacional dedicase ao estudo dos riscos que de forma contínua ou prolongada podem provocar agravos à saúde ao longo do tempo como intoxicações surdez ocupacional ou doenças respiratórias Uma prática eficaz de Higiene Ocupacional exige sólida formação técnica e científica o que envolve conhecer profundamente os processos produtivos da empresa as matériasprimas utilizadas os produtos intermediários e finais os agentes de risco envolvidos e os possíveis impactos à saúde humana Para isso o profissional deve utilizar metodologias de identificação e análise de riscos como inspeções de campo entrevistas com trabalhadores análise de fichas de segurança de produtos químicos FISPQ e medições ambientais com equipamentos específicos além de manterse atualizado quanto à legislação vigente como as Normas Regulamentadoras especialmente a NR09 que trata do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA substituído gradualmente pelo Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Os riscos ambientais são classificados em agentes físicos químicos biológicos e ergonômicos cada um exigindo uma estratégia específica de avaliação e controle Os agentes físicos incluem ruído vibrações radiações ionizantes e não ionizantes calor frio e pressões anormais que podem ser mensurados por instrumentos como dosímetros de ruído medidores de vibração ou termômetros de globo Os agentes químicos englobam poeiras fumos névoas gases e vapores que ao serem inalados absorvidos pela pele ou ingeridos podem causar intoxicações agudas ou doenças crônicas exigindo amostragem de ar e análise laboratorial para determinação de concentrações e comparação com limites de tolerância Já os agentes biológicos envolvem a exposição a bactérias vírus fungos e parasitas comuns em ambientes hospitalares laboratórios ou setores de saneamento sendo controlados por medidas de higiene vacinação e uso de equipamentos de proteção Por fim os riscos ergonômicos abrangem esforços repetitivos posturas inadequadas e jornadas de trabalho extenuantes demandando análise ergonômica detalhada conforme previsto na NR17 A etapa de controle dos riscos é tão importante quanto a de reconhecimento e avaliação Para isso aplicase uma hierarquia de medidas de prevenção que inclui em primeiro lugar a eliminação ou substituição do agente nocivo seguida por medidas de engenharia como enclausuramento de fontes de ruído ventilação exaustora ou automatização de processos medidas administrativas e organizacionais rodízio de tarefas pausas para descanso redução da jornada de exposição e por último a adoção de Equipamentos de Proteção Individual EPI para os casos em que as medidas coletivas não sejam suficientes 221 RUÍDO O ruído ocupacional é um dos agentes físicos mais comuns e relevantes nos ambientes de trabalho especialmente em setores industriais como metalurgia construção civil indústria automotiva têxtil e alimentícia representando uma das principais causas de perda auditiva induzida por ruído PAIR em trabalhadores Por se tratar de um agente que pode causar danos cumulativos e 7 irreversíveis ao sistema auditivo sua caracterização requer uma abordagem criteriosa e tecnicamente embasada A avaliação da exposição ao ruído é preferencialmente realizada por meio de dosimetria pessoal utilizando dosímetros de ruído que são equipamentos portáteis fixados próximos ao ouvido do trabalhador durante toda a jornada de trabalho Esses instrumentos registram em tempo real as variações dos níveis de pressão sonora ao longo das atividades desempenhadas permitindo uma amostra representativa e fidedigna da exposição diária mesmo em ambientes com flutuações significativas de ruído ou tarefas que exigem deslocamentos frequentes No Brasil a avaliação normativa segue principalmente o disposto no Anexo 1 da Norma Regulamentadora nº 15 NR15 que estabelece os limites de tolerância para exposição contínua ou intermitente ao ruído e a Norma de Higiene Ocupacional nº 01 NHO01 da Fundacentro que é considerada tecnicamente mais rigorosa e precisa A NHO01 introduz o conceito de Nível de Exposição Normalizado NEN que converte os níveis de exposição efetivamente medidos para uma jornada padrão de 8 horas garantindo comparabilidade entre diferentes turnos de trabalho e permitindo a correta caracterização do risco Além disso essa norma define o limiar de integração da dose a partir de 80 dBA ou seja a partir desse nível de pressão sonora o ruído passa a ser contabilizado para o cálculo da dose de exposição O processo de avaliação deve considerar também a natureza do ruído contínuo intermitente ou de impacto pois cada tipo possui critérios específicos de medição e análise Ruídos de impacto por exemplo exigem o uso de medidores com função de peak hold para captar os picos instantâneos de pressão sonora Uma vez concluída a avaliação os resultados são comparados com os valores de nível de ação e limite de tolerância O nível de ação geralmente estabelecido em 85 dBA indica a necessidade de adoção de medidas preventivas mesmo que o limite de tolerância ainda não tenha sido ultrapassado como forma de antecipar o risco e evitar danos à saúde Quando os valores medidos ultrapassam os limites aceitáveis é obrigatória a implementação de medidas de controle seguindo a hierarquia de controle de riscos Em primeiro lugar buscamse soluções de engenharia como o enclausuramento de máquinas ruidosas a instalação de barreiras acústicas silenciadores em válvulas ou dutos e o isolamento físico de processos que geram ruído intenso Caso essas medidas não sejam suficientes podese recorrer a medidas administrativas incluindo a reorganização da jornada de trabalho o rodízio de tarefas e a limitação do tempo de permanência em áreas ruidosas Por fim como medida complementar são fornecidos Equipamentos de Proteção Individual EPI principalmente os protetores auriculares tipo concha ou inserção devendose garantir que sejam devidamente selecionados ajustados e que o trabalhador seja treinado para seu uso correto Além da medição e do controle é fundamental a implantação de um Programa de Conservação Auditiva PCA que inclua monitoramento periódico do ruído ambiental exames audiométricos admissionais periódicos e demissionais treinamentos de conscientização e registro histórico das exposições Essa abordagem contínua e sistemática é essencial para prevenir a PAIR reduzir passivos trabalhistas e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores 222 TEMPERATURA As temperaturas extremas sejam elas decorrentes de calor ou de frio representam riscos físicos de grande relevância nos ambientes de trabalho uma vez que podem afetar diretamente a saúde a produtividade e o bemestar do trabalhador A exposição ao calor excessivo pode levar a 8 condições como desidratação fadiga térmica câimbras exaustão pelo calor e em casos mais graves ao golpe de calor que é uma emergência médica potencialmente fatal Já a exposição prolongada ao frio pode provocar hipotermia queimaduras pelo frio frostbite redução da destreza manual aumento da fadiga e maior suscetibilidade a acidentes As fontes de exposição são variadas e dependem fortemente do tipo de atividade desempenhada Entre as principais situações de exposição ao calor destacamse os trabalhos realizados a céu aberto sob radiação solar intensa como na construção civil e na agricultura além de ambientes industriais com fornos caldeiras siderúrgicas fundições cozinhas industriais e padarias Já os ambientes frios incluem frigoríficos e câmaras de resfriamento açougues centros de distribuição de alimentos congelados além de atividades em regiões de clima rigoroso como operações portuárias ou trabalhos em campo em regiões sulinas durante o inverno A avaliação do conforto térmico no Brasil ainda apresenta lacunas regulatórias uma vez que não existe uma norma única e abrangente que trate especificamente do tema para todos os tipos de ambientes ocupacionais Atualmente utilizamse referências como a Norma Regulamentadora nº 17 NR17 que trata da ergonomia e a NBR 16401 voltada para sistemas de arcondicionado em ambientes climatizados ambas de aplicação restrita para cenários industriais complexos ou ambientes externos Diante dessas limitações normas internacionais como a ASHRAE 55 e a ISO 7730 são amplamente adotadas como guias técnicos pois apresentam critérios mais completos para a análise de conforto térmico e definição de limites aceitáveis de exposição A NR17 estabelece parâmetros para ambientes administrativos e atividades predominantemente intelectuais determinando que a temperatura deva ser mantida entre 20 C e 23 C em escritórios garantindo condições ideais de conforto e produtividade No entanto para ambientes de maior complexidade térmica é necessário empregar índices de avaliação mais sofisticados como o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo IBUTG utilizado para caracterizar a exposição ao calor e o Índice de Temperatura Efetiva ITE ou a Temperatura Equivalente de Resfriamento TER empregados para avaliar ambientes frios Esses índices consideram variáveis como temperatura do ar umidade relativa velocidade do vento e temperatura radiante média oferecendo uma avaliação mais precisa da carga térmica à qual o trabalhador está submetido A avaliação prática do ambiente térmico deve ser conduzida por profissionais qualificados como engenheiros de segurança do trabalho ou higienistas ocupacionais utilizando instrumentação calibrada incluindo termômetros de globo higrômetros e anemômetros O objetivo é quantificar as condições ambientais e correlacionálas às atividades desempenhadas ao metabolismo gerado pelo esforço físico e ao tempo de exposição de modo a determinar se há risco à saúde e necessidade de intervenção As medidas de controle devem seguir a hierarquia de prevenção Para o calor podem incluir o enclausuramento de fontes térmicas instalação de barreiras radiantes ventilação forçada climatização de ambientes fornecimento de pausas para recuperação térmica em locais frescos e hidratação adequada dos trabalhadores Para o frio são recomendadas câmaras de aquecimento para pausas rodízio de tarefas fornecimento de vestimentas térmicas e luvas adequadas além da limitação do tempo de permanência em ambientes com temperaturas muito baixas A conscientização e o treinamento dos trabalhadores sobre os sinais de alerta para doenças relacionadas ao calor e ao frio são fundamentais para que a detecção precoce de sintomas permita uma resposta rápida e eficaz evitando agravos à 9 saúde 223 ILUMINAMENTO A iluminação inadequada em um ambiente de trabalho é classificada como um risco ergonômico que pode causar danos à visão fadiga e contribuir para a baixa produtividade O arcabouço regulatório brasileiro para este agente passou por uma significativa modernização Anteriormente havia ambiguidades na aplicação das normas técnicas mas a publicação da Norma de Higiene Ocupacional nº 11 NHO 11 pela Fundacentro em 2018 estabeleceu uma metodologia clara e padronizada para a avaliação dos níveis de iluminação em ambientes internos de trabalho Desde janeiro de 2022 a Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia passou a referenciar explicitamente a NHO 11 consolidandoa como o principal instrumento técnicolegal para este fim A NHO 11 fornece tanto os procedimentos de medição quanto os níveis de iluminância recomendados para uma vasta gama de atividades e áreas permitindo uma avaliação objetiva e a implementação de projetos de iluminação que garantam a saúde o conforto visual e a eficiência dos trabalhadores 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES A proteção contra incêndios e explosões em ambientes de trabalho é uma disciplina complexa que transcende a simples instalação de equipamentos exigindo uma abordagem sistêmica e integrada para garantir a segurança das edificações e principalmente de seus ocupantes A eficácia de um sistema de proteção depende do conhecimento e do treinamento das pessoas para identificar riscos operar corretamente os equipamentos de combate em um primeiro momento agir com calma durante uma emergência e acionar os serviços especializados A base para toda a estratégia de prevenção e combate reside na compreensão da teoria do fogo que evoluiu do triângulo para o tetraedro do fogo um modelo que inclui quatro elementos essenciais para a ocorrência e sustentação da combustão o combustível o comburente geralmente o oxigênio o calor e a reação em cadeia A eliminação de qualquer um desses quatro elementos é o princípio que rege todos os métodos de extinção de incêndios As estratégias de proteção são amplamente divididas em sistemas preventivos e defensivos As práticas de prevenção são aquelas que visam evitar a iniciação ou a propagação do fogo envolvendo aspectos estruturais tecnológicos e organizacionais Durante o estágio a atuação prática nesta área envolveu a análise e verificação desses sistemas como o controle de materiais combustíveis e seu armazenamento adequado a compartimentação horizontal entre ambientes no mesmo pavimento e vertical entre andares para conter o avanço do fogo e da fumaça e a proteção da estrutura do edifício para evitar o colapso precoce em caso de incêndio Adicionalmente foram inspecionadas as rotas de fuga garantindo sua desobstrução e sinalização adequada os meios de acesso para as viaturas e equipamentos do corpo de bombeiros e a eficácia da sinalização de emergência que orienta os ocupantes e as equipes de resgate Os sistemas defensivos por sua vez são aqueles voltados para o combate ativo ao fogo e às operações de resgate A prática envolveu a identificação e a inspeção dos equipamentos e sistemas disponíveis como os extintores de incêndio verificando sua correta localização tipo carga e 10 validade Foram analisados também os sistemas fixos como redes de hidrantes e sprinklers chuveiros automáticos e os equipamentos móveis de combate A prevenção de explosões em ambientes industriais um risco de consequência severa requer uma abordagem ainda mais abrangente baseada em uma avaliação de risco criteriosa na gestão de segurança de processos e na classificação de áreas perigosas onde atmosferas explosivas podem se formar Medidas como o controle de fontes de ignição o correto manuseio de produtos químicos a gestão de poeiras combustíveis e a implementação de planos de resposta a emergências são cruciais para mitigar esse risco 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO A análise da relação entre o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho focando na prevenção das doenças ocupacionais Estas doenças são em geral consequência da exposição contínua a agentes de risco presentes no ambiente laboral cuja natureza concentração intensidade e tempo de exposição determinam o potencial de dano à saúde A atuação prática nesta área consiste em analisar as causas das doenças do trabalho o que se inicia com o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais um processo que serve de base para a elaboração de laudos periciais auditorias de segurança e fundamentalmente para a implementação de medidas de controle eficazes A atuação prática concentrouse na análise detalhada dos principais grupos de agentes Foram abordados os agentes químicos que compreendem substâncias ou compostos que podem ser absorvidos pelo organismo por via respiratória dérmica ou por ingestão A análise em postos de trabalho com potencial de exposição a poeiras fumos névoas e vapores revelou a complexidade de seus efeitos que podem variar de asfixiantes e irritantes a carcinogênicos e tóxicos sistêmicos A avaliação pericial para estes agentes envolveu tanto métodos quantitativos quanto qualitativos a depender da existência de limites de tolerância definidos Outro foco de atuação foi a análise dos agentes biológicos que incluem a exposição a bactérias fungos bacilos parasitas e vírus Em ambientes como hospitais ou laboratórios a análise requer a identificação das fontes de contaminação e das vias de transmissão sendo a base para a implementação de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC como cabines de segurança biológica e Equipamentos de Proteção Individual EPI adequados além de rigorosos procedimentos de higiene Uma atenção especial foi dedicada aos agentes ergonômicos fatores que podem gerar problemas de saúde física e mental ao interferirem nas características psicofisiológicas dos trabalhadores A prática de análise ergonômica abordou questões como a exigência de posturas inadequadas o levantamento de cargas e a alta repetitividade de movimentos fatores que podem levar a Lesões por Esforços Repetitivos LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DORTs A avaliação para fins periciais e de auditoria nestes casos é fundamentada pela Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia que exige a adaptação das condições de trabalho para proporcionar conforto e segurança A metodologia geral para a prevenção destas doenças independentemente do agente iniciase com o reconhecimento do risco no local de trabalho frequentemente documentado no Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Após o reconhecimento a avaliação determina se os agentes 11 representam um risco real à saúde dos trabalhadores expostos Com base nessa análise implementase a hierarquia de controles priorizando sempre os EPCs e complementando com EPIs e medidas administrativas como treinamentos e campanhas de conscientização para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Engenharia de Segurança do Trabalho como amplamente abordado neste relatório revelase uma disciplina indispensável para a preservação da saúde da integridade física e do bemestar dos trabalhadores além de representar um pilar estratégico para a continuidade e a sustentabilidade das operações empresariais Ao longo do estágio supervisionado foi possível vivenciar na prática a transição de uma abordagem meramente reativa para modelos proativos e sistêmicos de gestão da segurança em que esta é tratada como parte integrante e indissociável dos processos produtivos A experiência proporcionou uma visão holística do papel do engenheiro de segurança permitindo observar em diferentes cenários tanto em ambientes administrativos quanto em canteiros de obras a aplicação concreta das teorias de causalidade de acidentes Ficou evidente como a evolução do foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas conforme preconizado por modelos como os de Reason e Amalberti resulta na construção de barreiras de proteção mais eficazes e na promoção de uma cultura organizacional de segurança mais justa e resiliente A Norma Regulamentadora NR12 por sua vez destacouse como uma ferramenta de aplicação prática essencial orientando inspeções análises de risco e a hierarquização das medidas de controle tornando a prevenção mais assertiva e consistente No campo da Higiene do Trabalho a aplicação prática de metodologias para a medição de agentes físicos como ruído e iluminamento reforçou a importância da avaliação quantitativa baseada em evidências para a prevenção de doenças ocupacionais Da mesma forma a análise de sistemas de prevenção e combate a incêndios e explosões evidenciou que a segurança não se limita à reação a emergências mas é construída a partir de estratégias integradas e de caráter preventivo capazes de minimizar riscos antes que eles se materializem 4 REFERÊNCIAS Artigo segurança do trabalho Periódicos Científicos da UFRGS Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsseerufrgsbrProdutoProducaoarticleviewFile3582140482 BAÍA Amândio et al Implementação do Método FMEA numa PME Egitania Sciencia v 2 n 19 p 83106 2016 12 CAMPANHOLE A CAMPANHOLE H L Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 Cargo E Engenheiro de Segurança do Trabalho Progep Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsprogepufesbrcargoeengenheirodeseguranC3A7adotrabalho CUNHA DE MENEZES João Paulo RELAÇÃO DAS CRENÇAS DE AUTOEFICÁCIA COM AS EMOÇÕES ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Revista Góndola Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias v 17 n 2 2022 DA SILVA Itamara Valéria dos Santos DA SILVA FERREIRA Jorgenete Crispim ALBUQUERQUE Francielda Avelino Estágio supervisionado e suas contribuições para os licenciandos Abordagem nas políticas públicas existentes que ofertam aporte a formação e atuação do docente Scientia Naturalis v 3 n 5 2021 DA SILVA RAFAEL AUGUSTO LOPES Gerenciamento da Manutenção correlacionada à Eficiência da Segurança Revista Científica eLocução v 1 n 20 p 2121 2021 DE LIMA Valmir Ferreira LIMA Luiz Eduardo Melo Gestão de segurança do trabalho na indústria de papel diagnóstico de cultura de segurança por meio de pesquisa de identificação do nível de segurança Revista Gestão Industrial v 13 n 4 2018 Engenharia de Segurança do Trabalho Entenda sua Importância Engemed Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwengemedmedbrblogengenhariadesegurancadotrabalhoentendasuaimportancia FREITAS Fabrício Monte DA SILVA João Alberto OLIVEIRA Ricardo Rios Formação inicial de professores de matemática os estágios supervisionados e as histórias de vida Initial training of teachers of mathematics supervised the stages and life stories Revista Eletrônica de Educação Matemática v 5 n 1 p 6170 2010 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 LIMA Jhonatas Isac Pereira et al Vivência e experiência no estágio supervisionado em ensino de Geografia II no contexto pandêmico Research Society and Development v 11 n 5 p e58111528060e58111528060 2022 MENEZES João Paulo Cunha INFLUÊNCIA DO AFETO POSITIVO AUTOEFICÁCIA E SATISFAÇÃO NO ENTUSIASMO DOS ESTUDANTES DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Formação DocenteRevista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores v 15 n 34 p 111124 2023 13 NR12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwguiatrabalhistacombrlegislacaonrnr12htm OLIVEIRA S Sousa B Rodrigues L Estágio supervisionado em educação infantil Cadernos Do Gposshe onLine 72 2023 Riscos Ambientais DIVISÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsdsstufscbrriscosambientais Riscos Físicos Quais são e como se prevenir OnSafety Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsonsafetycombrriscosfisicosquaissaoecomoseprevenir SEGURANÇA E SAÚDE NO CENTRO DO FUTURO DO TRABALHO International Labour Organization Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwiloorgsitesdefaultfileswcmsp5groupspubliceuroperogenevailolisbondoc umentspublicationwcms690142pdf 14 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 15 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 16 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada Dias e Leonardo Engenharia Ltda com sede na cidade de Estado e a Faculdade Ibra doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é de 02062025 à 07072025 podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades Integração na empresa e apresentação dos setores conhecimento das normas internas de segurança acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 apoio na elaboração de checklists de inspeção identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento apoio na especificação de EPIs e verificação do uso adequado registro fotográfico e documental das atividades avaliação de condições térmicas calor e frio análise ergonômica de postos de trabalho NR17 participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos apoio em auditorias internas de segurança elaboração de relatórios técnicos parciais inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes apoio em campanhas educativas e palestras de segurança consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas elaboração do relatório final de estágio revisão das atividades realizadas entrega de relatórios finais encerramento e avaliação do estágio com o supervisor CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica 17 CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a 18 Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Dias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágio Fernando Paulo da Silva Leonardo Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário Integração na empresa e apresentação dos setores Conhecimento das normas internas de segurança Acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 Apoio na elaboração de checklists de inspeção Identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos Avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento em ambientes de trabalho Apoio na especificação de EPIs e verificação de uso adequado Registro fotográfico e documental das atividades Avaliação de condições térmicas calor e frio Análise ergonômica de postos de trabalho NR17 Participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos Apoio em auditorias internas de segurança Elaboração de relatórios técnicos parciais Inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers Participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências Análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização Apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR Participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes Apoio em campanhas educativas e palestras de segurança Consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas Elaboração do relatório final de estágio Revisão das atividades realizadas 19 Entrega de relatórios finais Encerramento e avaliação do estágio com o supervisor 20 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágioDias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágioFernando Paulo da Silva Leonardo Período do estágio02062025 01072025 Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar 02062025 E07h 6h S13h 03062025 E07h 6h S13h 04062025 E07h 6h S13h 05062025 E07h 6h S13h 06062025 E07h 6h S13h 09062025 E07h 6h S13h 10062025 E07h 6h S13h 11062025 E07h 6h S13h 12062025 E07h 6h S13h 13062025 E07h 6h S13h 16062025 E07h 6h S13h 17062025 E07h 6h S13h 18062025 E07h 6h S13h 19062025 E07h 6h S13h 20062025 E07h 6h 21 S13h 23062025 E07h 6h S13h 24062025 E07h 6h S13h 25062025 E07h 6h S13h 26062025 E07h 6h S13h 27062025 E07h 6h S13h 30062025 E07h 6h S13h 01072025 E07h 6h S13h 02072025 E07h 6h S13h 03072025 E07h 6h S13h 04072025 E07h 6h S13h 07072025 E07h 6h S13h Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO RELATÓRIO GRUPO EDUCACIONAL IBRA 22 Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do EstágioDias e Leonardo engenharia ltda Data de início do Estágio 02 06 2025 02062025 O estágio foi realizado na empresa Dias e Leonardo Engenharia Ltda especializada em projetos e execução de obras industriais e comerciais com foco em engenharia de segurança manutenção preventiva e consultoria em normas regulamentadoras A estrutura física da empresa é organizada em escritórios técnicos setor administrativo almoxarifado e áreas externas de acompanhamento de obras O estagiário teve acesso aos setores de segurança do trabalho manutenção e engenharia além de participar de inspeções em campo visitas técnicas e reuniões com as equipes Essa vivência possibilitará compreender na prática a aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho NRs contribuindo para o desenvolvimento de habilidades analíticas e técnicas necessárias ao futuro profissional da área As expectativas de aprendizado para o estágio incluem o desenvolvimento da capacidade de identificar riscos ocupacionais e propor soluções práticas que contribuam para a melhoria das condições de trabalho Esperase aplicar os conhecimentos adquiridos sobre normas regulamentadoras como a NR12 NR17 higiene ocupacional e prevenção de incêndios colocando em prática os conceitos teóricos estudados ao longo da formação Além disso buscase compreender de forma aprofundada os processos de auditoria inspeção e elaboração de relatórios técnicos aprimorando a visão sistêmica da gestão de segurança do trabalho Outro ponto 03062025 04062025 05062025 06062025 09062025 10062025 11062025 12062025 13062025 16062025 17062025 18062025 19062025 20062025 23062025 24062025 25062025 26062025 27062025 30062025 01072025 02072025 03072025 04072025 07072025 23 importante é o desenvolvimento de habilidades de comunicação e de trabalho em equipe por meio da participação em reuniões campanhas educativas e palestras de segurança Por fim o estágio visa proporcionar experiência na elaboração de programas e documentos técnicos como o Programa de Gerenciamento de Riscos PGR consolidando assim a preparação do estagiário para atuação profissional na área Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 Dados do estagiário a 24 Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 25 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 Ótimo 26 alunoclientes durante uma aulaatendimento 0 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u 27 l a r 7 8 B o m 9 10 Ó t i m o 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u l a r 7 8 B o m 9 10 Ó t i m o OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 28 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo

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GUIA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 APRESENTAÇÃO GERAL Este Portfólio de Estágio visa oportunizar uma melhor condição de descrever as atividades a serem desenvolvidas no decorrer do Estágio Supervisionado o aluno será acompanhado e supervisionado em todos os momentos de sua observaçãoprática quando permitido de uma maneira organizada e sequenciada Sendo este mais um instrumento de avaliação da sua prática siga corretamente as instruções de preenchimento e atenda às orientações do supervisor de estágio Lembrese a vivência prática aliada à teoria é de fundamental importância na construção de um grande profissional aproveite bem esta oportunidade que o Curso do Grupo Educacional IBRA lhe oferece Procuramos ser o mais objetivo possível e a apresentação destas normas farseá de forma que a interação entre o aluno e o curso escolhido para a pósgraduação seja a mais proveitosa possível O cumprimento da carga horária total do estágio supervisionado para o Curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho darseá por meio de 150 horas que deverão ser cumpridas em conformidade com as políticas educacionais de cada curso e legislação de estágio vigente 2 ASPECTOS LEGAIS A inclusão do Estágio Supervisionado no Curso de PósGraduação em nível de Especialização visa flexibilizar o desenvolvimento e a organização dos estudos fortalecendo a autonomia intelectual no processo formativo ao acesso das tecnologias de comunicação informação Conforme parecer do CNECP 282001 a atuação supervisionada é entendida como tempo de aprendizagem que através de um período de permanência alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma prática ou ofício Pelo exercício direto in loco seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades daquela área profissional sob a responsabilidade de um profissional já habilitado A atuação supervisionada é uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho acadêmico Nesse sentido deve ser previsto tempo suficiente para a realização das atividades de planejamento avaliação e intervenção nos diferentes espaços de atuação do profissional mediante a área na qual ele está se especializando 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Estágio Supervisionado terá um total de 150h cento e cinquenta horas de duração Seguindo prioritariamente o que está estabelecido pela Lei N 11788 De 25 Setembro De 2008 a saber 2 Art 10 A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar II 6 seis horas diárias e 30 trinta horas semanais no caso de estudantes do ensino superior da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular Ao curso de Engenharia de Segurança do Trabalho O estágio deverá ser realizado na área específica do curso no qual está matriculado e poderá ser realizado após o primeiro mês do curso e tendo realizado pelo menos dois módulos da matriz que deverá ser integralizada até o final do curso 31 CONFEA Baseado na resolução 369 do CONFEACREA de 1991 o curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho atribui ao pós graduado na área a segunda atribuição junto ao CREA A segunda atribuição possibilita que o engenheiro em uma determinada área também possa ter atividades na área de engenharia de segurança do trabalho São as atividades Supervisionar coordenar e orientar serviços da área Realizar estudos no ambiente de trabalho para identificar e controlar os riscos Implantar técnicas de gerenciamento e controle de risco Realizar perícias e emitir pareceres para controle sobre o grau de exposição aos riscos físicos químicos e biológicos etc Propor medidas preventivas e corretivas e orientar trabalhos estatísticos Propor normas e políticas de segurança do trabalho fiscalizando o seu cumprimento Elaborar projetos de sistema de segurança do trabalho e assessorar a elaboração de projetos e obras para garantir a segurança Analisar instalações máquinas e equipamentos projetando dispositivos de segurança Atuar em projetos de proteção contra incêndios Delimitar as áreas de periculosidade Fiscalizar os sistemas de proteção coletiva e os EPI Acompanhar a aquisição de substâncias e equipamentos que ofereçam riscos Elaborar planos para prevenir acidentes Realizar treinamentos Emitir Anotação de Responsabilidade Técnica ART 3 32 CREA SEGUNDA TITULAÇÃO O CREA exige entretanto que alguns pontos sejam sanados O Curso tem que ser feito no mínimo em um ano Para ter a segunda atribuição o pós graduando deve realizar estágio que terá em seu computo as horas práticas exigidas pelo conselho e que será apresentado em forma de artigo conforme Projeto Político Pedagógico de Curso apresentado e aprovado pelo Conselho Regional e Engenharia e Arquitetura em ocasião da parceria firmada e devidamente aprovado no Conselho Isso porém não quer dizer que quem fez o curso de pósgraduação e não optou pela segunda atribuição terá seu certificado invalidado a única diferença é que não poderá ter as atividades listadas a cima mas será um pósgraduado na área Portanto caso o estudante queira validar essa extensão de atribuição junto ao CREA deverá cumprir essas exigências tempo mínimo de 12 meses de curso e entrega de trabalhos conforme especificado no PPC do Curso Com o certificado de pósgraduação em mãos ele deve se dirigir ao CREA da sua região o CREA vai orientálo sobre como proceder e dará entrada na solicitação para validar a titulação do aluno naquela região 4 OBJETIVOS 41 Objetivo Geral Conforme Artigo 1 da LEI N 11788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 que dispõe sobre estágio de estudantes Estágio é ato educativo escolar supervisionado desenvolvido no ambiente de trabalho que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos 42 Objetivos Específicos Incentivar a reflexão sobre as diferente estratégias de trabalho bem como vivência que sejam capazes de modificar o conflito estabelecido entre os aspectos teóricos e práticos Realizar observações profissionais de propostas inovadoras capazes de promover conhecimento e proposição de novas teoricas que conjuguem prática e fundamentção consitententes Desenvolver reflexão criteriosa acerca das problemáticas encontradas no período de realização de estágio sendo assim poderá municiarse de estratégicas próprias para a elaboração de planos e ações com a finalidade de enfrentar a contento as dificuldades na realização deste estágio Identificar a função e atribuição de todos os elementos envolvidos no processo de estágio 4 Acompanhar e vivenciar sempre que possível todos os processos vivenciados em âmbito Institucional Registrar em todos os instantes as etapas superadas no estágio e conseguir refletir sobre estas de forma a aprimorar seus conhecimentos 5 DA IMPORTÂNCIA Citando Roerch 1999 Tracz e Dias 2006 p 1 o estágio é uma chance que o acadêmico tem para aprofundar conhecimentos e habilidades nas áreas de interesse do aluno Não só isto é no momento do estágio que o acadêmico vê realmente como é a realidade cotidiana e a complexidade da sua futura área profissional Esses autores citam também Bianchi 1998 que diz que se o estágio supervisionado for visto como Uma atividade de que pode trazer imensos benefícios para a aprendizagem para a melhoria do ensino a para o estagiário no que diz respeito à sua formação certamente trará resultados positivos além de estes tronaremse ainda mais importantes quando se tem consciência de que as maiores beneficiadas serão a sociedade e em especial a comunidade a que se destinam os profissionais egressos da universidade TRACZ e DIAS 2006 p 2 Ainda mais levando em conta a importância de se colocar em pratica essa atitude reflexiva logo no início da formação docente O estágio é um meio que pode levar o acadêmico a identificar novas e variadas estratégias para solucionar problemas que muitas vezes ele nem imaginava encontrar n sua área profissional Ele passa a desenvolver mais o raciocínio a capacidade e o espírito crítico além da liberdade do uso da criatividade 6 DAS CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE Os campos de estágio serão diversos dependendo do curso 61 RECURSOS HUMANOS Conforme estabelecido pela LEI N 11788 DE 25 de SETEMBRO DE 2008 caberá as partes Da instituição de ensino indicar professor eou orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário 5 Especificamente ao que tange às responsabilidades do Grupo Educacional IBRA a responsabilidade técnica da Instituição estará sobre a Coordenação Pedagógica Da parte concedente indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário para orientar e supervisionar até 10 dez estagiários simultaneamente 7 DO TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO O termo de compromisso é o documento legal que regulamento prática do estágio e deve ser preenchido de acordo com as orientações constantes em seu formulário próprio que se encontra nos anexos desse guia e deve estar assinado por todas as partes Grupo Educacional IBRA empresa concedente de estágio e Estagiário antes do início do estágio Caso não seja assinado a prática de estágio será cancelada até que o mesmo seja regulamentado Após assinado deverá ser digitalizado e irá compor o relatório final do estágio a ser enviado conforme direcionamentos constantes neste guia 8 DA AVALIAÇÃO O acompanhamento do desempenho e aproveitamento do estagiário relacionada a todas as atividades desenvolvidas será responsabilidade do supervisor responsável de acompanhar o aluno no local do estágio e posteriormente o relatório do estágio será avaliado pelo coordenador pedagógico do Grupo Educacional IBRA 9 DEVERES E OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO Estar regularmente matriculado no curso Tomar conhecimento das normas gerais do local onde irá realizar o estágio e respeitá las devendo também observar as normas da instituição e cumprilas de acordo com o local escolhido Cumprir o horário estabelecido observando sempre a pontualidade Comunicar e justificar com antecedência suas ausências nas atividades programadas Apresentar frequentemente fichas de registro de atividades e relatório sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio para análise e orientação adequadas Documentar devidamente as diversas atividades desenvolvidas durante as 150h cento e cinquenta horas de estágio 10 AVALIAÇÃO DOS ESTÁGIOS Relatórios com apreciação pessoal das várias atividades de estágios e síntese da situação vivenciada 6 Documentos com boa apresentação linguagem correta conteúdo e contribuição pessoal 11 ETAPAS DO RELATÓRIO FINAL Não existe trabalho sem planejamento organizese para desenvolver um excelente estágio Você irá elaborar o planejamento das atividades de seu estágio que deverá ser constituído das seguintes partes INTRODUÇÃO Apresentar um parágrafo onde conste o objetivo do estágio registrar nome endereço e telefone da instituição escolhida para estágio assim como o nome do responsável pela assinatura da ficha de registro de estágio anexo 2 O estagiário deverá fazer antes de começar o estágio um relatório inicial com suas expectativas quanto à experiência profissional que irá vivenciar E ao final irá elaborar outro relatório descrevendo os principais aspectos processos pedagógicos comportamentais de interrelacionamento eou de aprendizado específico que marcam determinado período Nesses relatórios deve ser mencionada a contribuição da sua prática no estágio para a sua formação profissionalizante DESENVOLVIMENTO Relacionar os registros em ordem cronológica das atividades desenvolvidas apresentar e especificar as facilidades e dificuldades durante o processo de estágio descrever os tipos de atividades desenvolvidas e as novas experiências adquiridas em sua formação ANEXOS QUE DEVEM SER ENVIADOS Ficha de Encaminhamento para Estágio e Termo de Aceite CONSTANTES NOS ANEXOS DESTE MANUAL Deverá ser preenchida ou impressa com os dados dos alunos as e assinada pelo gestor de polo para posteriormente ser entregue ao responsável da Instituição na qual o aluno realizará o estágio Fichas de Registros de Atividades conforme disponibilizados nos anexos Anexála s ao relatório final do estágio Caso seja necessário o aluno a poderá utilizar mais de uma ficha de registro de atividades no entanto todas deverão ser assinadas pelo responsável pela Instituição 7 TEMPLATE GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO SUMÁRIO 8 1 INTRODUÇÃO 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II 221 RUÍDO 222 TEMPERATURA 223 ILUMINAMENTO 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 REFERÊNCIAS 5 ANEXOS 1 INTRODUÇÃO O estágio supervisionado é de extrema importância para a formação do discente é nessa etapa onde todo conhecimento adquirido durante a especialização poderá ser aplicado de forma prática 9 Neste relatório serão apresentadas as características da empresa as condições do local de trabalho e as atividades desenvolvidas subdividindose entre escritório e canteiros de obras Serão descritas também as atividades desenvolvidas pelo aluno sua atuação frente aos imprevistos cotidianos fazendose uma análise do estágio e de sua importância no processo de constante aprendizado e união da prática com a teoria 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A fundamentação teórica é de forma geral a revisão das pesquisas e das discussões de outros autores sobre o tema que será abordado em seu trabalho Ou seja é a contribuição das teorias de outros autores para a sua pesquisa Para que seu trabalho tenha uma boa fundamentação teórica você deve utilizar apenas fontes de pesquisa confiáveis Por esse motivo ao reunir sua bibliografia tome cuidado com as ferramentas de pesquisa de internet Limite as consultas aos sites de instituições conceituadas como instituições de ensino e de pesquisa 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Neste tópico serão registradas as atividades realizadas durante o período de estágio como Análises laboratoriais e sua adequada interpretação Medidas de controle relativas ao trabalhador e ao meio 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES Identificar e avaliar riscos de modo a estabelecer medidas preventivas e corretivas a nível coletivo individual e administrativo em máquinas equipamentos ferramentas e instalações Referencial teórico metodológico MINISTERIO DEL TRABAJO ESPANÃ Tratado de Higiene y Seguridad del Trabajo Madrid Ministerio Del Trabajo 1971 FAWCETT HH Safety and Accident Prevention in Chemical Operations Reino Unido Ed Interscience Publishers 1964 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II Abordar a conceituação abrangência e importância da Higiene do Trabalho 10 Classificação dos agentes causadores de riscos à saúde 221 RUÍDO Abordar os aspectos legais e normativos Física do som Níveis de ruído Frequências Transformação de níveis exercícios analíticos Medidores de nível de ruído e dosímetros exercícios práticos de medição Barreiras isolação e enclausuramento Setorização controle do ruído absorção seletividade e eficiência de materiais acústicos Análise de casos Trabalho prático de controle 222 TEMPERATURA Avaliar técnicas de uso do instrumental discussão de casos Temperaturas baixas conceito geral e ocorrências 223 ILUMINAMENTO Conceituar os tipos de Níveis de iluminamento Fatores intervenientes Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Referencial teórico metodológico CAMPANHOLE HL CAMPANHOLE A Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES Relate a importância da proteção contra incêndio controle de materiais combustíveis compartimentação horizontal e vertical proteção da estrutura do edifício rotas de fuga meios de acesso dos equipamentos de combate sinalização de emergência e controle do movimento de fumaça extintores sistemas fixos equipamentos móveis de combate a incêndios veículos de combate sistema proporcionador de espuma Referencial teórico metodológico ABIQUIM Manual para atendimentos de emergências 5ª edição Próquimica São Paulo 2006 11 GOMES AG Cartilha de prevenção contra incêndio Editora interciência 2001 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO Analise as causas das doenças do trabalho Agentes químicos biológicos ergonômicos Condições ambientais bem como de ambientes laborais para fins periciais e de auditorias Referencial teórico metodológico ARAÚJO A ALBERTO MF NEVES MY ATHAYDE M Cenários do trabalho subjetividade movimento e enigma Rio de Janeiro Ed DP S 2004 GOMES A O trabalho no século XXI considerações para o futuro do trabalho São Paulo Ed Anita Garibaldi 2001 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste tópico será registrado as considerações finais realizando o fechamento dos aspectos discutidos no relatório É importante que o aluno relate as experiências vivenciadas durante a realização do estágio e aborde como isso implicará de forma positiva em sua carreira profissional 4 REFERÊNCIAS Neste tópico deverão ser apresentadas todas as referências bibliográficas utilizadas na construção do trabalho 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 12 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 13 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada EMPRESA com sede na cidade de Estado e a Instituição de Ensino doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é deà podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior 14 a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data 15 Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Supervisor a do estágio Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário 16 FACULDADE IBRA 17 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágio Supervisor a do estágio Período do estágio Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar E S E S E S E S E S E S Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO GRUPO 18 RELATÓRIO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do Estágio Data de início do Estágio Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 19 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 20 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 21 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 22 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 23 GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO3 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA3 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO5 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES5 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II7 221 RUÍDO8 222 TEMPERATURA9 223 ILUMINAMENTO10 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES11 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO11 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS13 4 REFERÊNCIAS13 5 ANEXOS16 2 1 INTRODUÇÃO A Engenharia de Segurança do Trabalho emerge como um elemento vital na promoção da saúde e da integridade dos trabalhadores especialmente no contexto dinâmico e multifacetado dos ambientes industriais e de serviços contemporâneos A trajetória histórica dessa disciplina revela uma transição significativa de abordagens reativas que meramente respondem a acidentes ocorridos para uma mentalidade proativa e preventiva Este novo paradigmo busca não apenas a mitigação de riscos mas também a integração de práticas que promovam a produtividade e a segurança intrínseca dos ambientes laborais Assim a Engenharia de Segurança do Trabalho desempenha um papel crucial não apenas na proteção dos trabalhadores mas também na eficiência operacional das organizações Neste cenário a realização de um estágio supervisionado se torna uma etapa fundamental na formação acadêmica dos alunos proporcionando uma oportunidade única para a aplicação prática do conhecimento teórico adquirido ao longo da especialização De acordo com a legislação vigente essa experiência prática é definida como um ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação dos estudantes para o exercício do trabalho produtivo permitindo a imersão direta em processos desempenhados em um ambiente real e desafiador O estágio não apenas contribui para um entendimento mais profundo das dinâmicas do setor mas também propicia ao discente vivências que enriquecem sua formação profissional e humana Este relatório tem como objetivo apresentar uma análise detalhada da empresa concedente contextualizando as condições do local de trabalho e descrevendo as atividades desenvolvidas durante o estágio A prática se desdobra entre as rotinas administrativas em escritório e os desafios enfrentados nos canteiros de obras evidenciando a diversidade e complexidade das atividades Além disso serão abordadas as experiências do aluno frente aos imprevistos cotidianos seguida de uma reflexão crítica sobre a importância do estágio como um processo imprescindível de aprendizado que estabelece uma valiosa interação entre a teoria e a prática na formação de um profissional competente em Engenharia de Segurança do Trabalho 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma disciplina especializada cujo objetivo primordial é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais por meio da identificação avaliação e controle dos riscos que podem comprometer a saúde e a segurança dos trabalhadores Sua concepção moderna vai além da mera conformidade com normas prescritivas posicionandose como um pilar estratégico para as organizações Historicamente o campo evoluiu de abordagens reativas focadas na análise de eventos passados para modelos proativos e sistêmicos que enxergam a segurança como uma característica intrínseca e dinâmica dos sistemas de trabalho Investir em uma cultura robusta de segurança tem demonstrado gerar resultados significativos para as empresas incluindo maior retenção de talentos aumento da produtividade e melhoria da imagem corporativa A compreensão sobre como os acidentes ocorrem também evoluiu significativamente Uma das abordagens seminais é a Teoria dos Dominós de Heinrich 1932 que postula que os acidentes não são eventos aleatórios mas o resultado de uma sequência linear de fatores Esse modelo que 3 influenciou a legislação brasileira como as Normas Regulamentadoras 4 5 18 e a NBR 14280 descreve a ocorrência do acidente como a queda de cinco dominós o ambiente social e a ancestralidade do indivíduo que geram falhas pessoais a falha pessoal responsável por atos inseguros ou condições perigosas o ato ou condição insegura como causa direta do acidente e finalmente a lesão resultante Embora fundamental essa perspectiva constitui a base da Abordagem Tradicional que frequentemente concentra esforços em identificar e punir os responsáveis tratando o erro humano como principal causa dos eventos adversos Uma limitação crítica dessa abordagem é a tendência a ignorar riscos não visíveis como sobrecarga de informações ritmo de trabalho intenso remuneração inadequada e outros fatores psicossociais que impactam a dimensão cognitiva do trabalho e podem levar a danos à saúde física e psicológica Em contraposição a Abordagem Contemporânea ou Sistêmica representa uma mudança de paradigma ao deslocar o foco da culpa do trabalhador para as falhas e disfunções do sistema em que ele está inserido Nessa perspectiva acidentes são interpretados como oportunidades de aprendizado organizacional e caminhos para o aprimoramento do sistema como um todo questionandose sobretudo por que os mecanismos de defesa e as barreiras de proteção falharam em evitar o evento Dentro dessa abordagem sistêmica destacamse modelos mais complexos Perrow 1985 ao estudar empreendimentos de alto risco como usinas nucleares argumenta que algum tipo de acidente é inevitável nesses sistemas devido à complexidade e ao acoplamento das interações mesmo com dispositivos de segurança Em linha com esse pensamento o Modelo do Queijo Suíço de Reason 1993 propõe a gestão de erros por meio da identificação e correção de condições latentes falhas ocultas no sistema como decisões gerenciais equivocadas treinamento inadequado ou concepção deficiente de processos O acidente ocorre quando as fendas dessas camadas de defesa se alinham permitindo que uma trajetória de erro se concretize Aprofundando a análise sobre fatores humanos Amalberti 1996 introduz o conceito de metacognição que se refere ao conhecimento e autocontrole dos recursos cognitivos do trabalhador permitindo detectar e corrigir seus próprios erros Nessa ótica os erros são sintomas de fragilidades nas proteções cognitivas do sistema de trabalho Modelos como a Teoria dos Portadores de Perigos de Skiba 1973 também contribuem para essa visão classificando os fatores do sistema em pessoa e objeto como portadores de energia danificadora que quando ativada pode resultar em acidente Essa evolução teórica partindo de modelos lineares e centrados no indivíduo para abordagens complexas e sistêmicas fundamenta o papel estratégico do engenheiro de segurança moderno Sua função deixou de ser apenas a de fiscal de conformidade passando a atuar como gestor proativo de riscos capaz de analisar e intervir na interação complexa entre tecnologia processos organizacionais e fatores humanos construindo sistemas de trabalho mais seguros e resilientes A Engenharia de Segurança do Trabalho se estabelece assim como componente vital na promoção da saúde e integridade dos trabalhadores em ambientes industriais e de serviços contemporâneos Historicamente a disciplina evoluiu de práticas reativas para abordagens proativas e preventivas focadas na mitigação de riscos e na criação de ambientes de trabalho seguros Baía e Silva 2016 Lima e Lima 2018 Essa transição reflete a valorização crescente da segurança do trabalhador e da eficiência operacional reconhecendo que a qualidade do ambiente contribui diretamente para a produtividade e o bemestar Silva 2021 4 O estágio supervisionado desempenha papel essencial na formação de estudantes de Engenharia de Segurança do Trabalho possibilitando a aplicação prática do conhecimento teórico e a vivência dos desafios profissionais típicos da área Oliveira et al 2023 Seu objetivo é preparar os alunos para atuação no contexto profissional promovendo a integração do conhecimento com as exigências do ambiente de trabalho Silva et al 2021 Essa experiência se torna ainda mais relevante em contextos variados como escritórios e canteiros de obras onde se demandam habilidades técnicas e capacidade de lidar com imprevistos Oliveira et al 2023 Durante o estágio os alunos aprimoram competências práticas além de desenvolver habilidades sociais e emocionais fundamentais à profissão Menezes 2024 O ambiente do estágio supervisionado deve favorecer a construção da identidade profissional e a reflexão crítica sobre práticas de segurança no trabalho Freitas et al 2011 estimulando não apenas observação passiva mas análise ativa da aplicação de normas e implementação de tecnologias que protejam os trabalhadores Menezes 2022 Portanto o estágio supervisionado funciona como elo essencial entre teoria e prática formando profissionais capacitados para enfrentar os desafios modernos da Engenharia de Segurança do Trabalho por meio da vivência direta nas dinâmicas do mercado Lima et al 2022 Essa experiência prática respaldada por referências teóricas relevantes não apenas enriquece o aprendizado do aluno como também fortalece as iniciativas de segurança nas empresas onde atuam Silva 2021 Menezes 2022 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Nesta seção serão registradas e detalhadas as atividades práticas desenvolvidas durante o período do estágio supervisionado O foco reside na aplicação direta dos conhecimentos de Engenharia de Segurança do Trabalho abrangendo desde a avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais até a implementação de medidas de controle voltadas tanto para o trabalhador quanto para o ambiente As atividades descritas a seguir representam a aplicação prática dos princípios de higiene e segurança ocupacional em um cenário real de trabalho 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES A prevenção de acidentes envolvendo máquinas equipamentos e instalações é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho considerando o elevado potencial de lesões graves incapacidades permanentes e até mesmo acidentes fatais que esses riscos representam As práticas desenvolvidas nessa área tiveram como principal objetivo identificar analisar e controlar os perigos existentes em todo o ciclo de vida das máquinas desde a aquisição e instalação até a operação manutenção e desativação Todo o trabalho foi realizado em conformidade com a Norma Regulamentadora nº 12 NR12 que define os requisitos mínimos de segurança para máquinas e 5 equipamentos e determina que a segurança seja um componente intrínseco desde a concepção do equipamento A metodologia aplicada seguiu rigorosamente a hierarquia de medidas de controle preconizada pela NR12 Inicialmente priorizaramse as Medidas de Proteção Coletiva consideradas as mais eficazes por protegerem todos os trabalhadores simultaneamente As atividades práticas envolveram inspeção detalhada das proteções fixas e móveis verificação do funcionamento de sensores e dispositivos de segurança intertravados análise dos sistemas de parada de emergência e avaliação da conformidade das proteções de transmissões de força além da reorganização do arranjo físico das máquinas para garantir as distâncias mínimas de segurança e rotas de fuga desobstruídas Também foram revisados sistemas de ventilação pressurização e exaustão para assegurar condições adequadas de controle de riscos físicos como ruído calor e poeira Na sequência foram adotadas Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho voltadas para a padronização e organização dos processos de forma segura Foram elaborados Procedimentos Operacionais Padrão para operação setup e manutenção criadas listas de verificação para inspeções de rotina planejadas manutenções preventivas e corretivas com aplicação dos procedimentos de bloqueio e etiquetagem lockouttagout antes de qualquer intervenção além da realização de treinamentos teóricos e práticos para os trabalhadores que só foram autorizados a operar ou intervir nas máquinas após capacitação formal Também foi instituído um sistema de registro de incidentes e quaseacidentes permitindo o acompanhamento histórico e a identificação de falhas recorrentes para proposição de melhorias Somente após a implementação das medidas coletivas e administrativas foram aplicadas as Medidas de Proteção Individual voltadas aos riscos residuais Essa etapa incluiu a seleção e especificação técnica de equipamentos de proteção individual como luvas anticorte óculos de proteção protetores auriculares calçados de segurança e capacetes bem como a verificação do uso correto desses equipamentos e a realização de treinamentos de conscientização junto aos trabalhadores Para subsidiar todas essas ações a identificação de perigos foi realizada com o emprego de ferramentas de análise sistemática especialmente a Análise Preliminar de Risco APR e a Análise de Modos e Efeitos de Falha FMEA que permitiram avaliar criticidade frequência e gravidade de cada risco estabelecendo prioridades de intervenção Também foi conferida a conformidade documental com checagem de manuais de máquinas certificados de conformidade relatórios de inspeção e registros de treinamentos além da análise do plano de resposta a emergências garantindo o bom funcionamento de alarmes botões de parada de emergência e sinalizações de segurança visuais e sonoras Todas as recomendações resultantes das inspeções e análises foram registradas em relatórios técnicos com prazos e responsáveis definidos permitindo o rastreamento das ações corretivas e alinhamento com o ciclo de melhoria contínua O resultado final foi a elevação significativa do nível de segurança nas instalações a redução do risco de acidentes e o fortalecimento da cultura de prevenção entre todos os colaboradores envolvidos no processo 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II A Higiene do Trabalho também conhecida como Higiene Ocupacional é uma ciência 6 multidisciplinar que combina conhecimentos técnicos científicos e práticos com o objetivo de antecipar reconhecer avaliar e controlar os riscos ambientais presentes nos locais de trabalho prevenindo o surgimento de doenças ocupacionais e promovendo a saúde dos trabalhadores Diferenciase da Segurança do Trabalho pelo seu enfoque enquanto a Segurança preocupase com a prevenção de acidentes por meio da eliminação ou controle de riscos operacionais que podem gerar lesões imediatas a Higiene Ocupacional dedicase ao estudo dos riscos que de forma contínua ou prolongada podem provocar agravos à saúde ao longo do tempo como intoxicações surdez ocupacional ou doenças respiratórias Uma prática eficaz de Higiene Ocupacional exige sólida formação técnica e científica o que envolve conhecer profundamente os processos produtivos da empresa as matériasprimas utilizadas os produtos intermediários e finais os agentes de risco envolvidos e os possíveis impactos à saúde humana Para isso o profissional deve utilizar metodologias de identificação e análise de riscos como inspeções de campo entrevistas com trabalhadores análise de fichas de segurança de produtos químicos FISPQ e medições ambientais com equipamentos específicos além de manterse atualizado quanto à legislação vigente como as Normas Regulamentadoras especialmente a NR09 que trata do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA substituído gradualmente pelo Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Os riscos ambientais são classificados em agentes físicos químicos biológicos e ergonômicos cada um exigindo uma estratégia específica de avaliação e controle Os agentes físicos incluem ruído vibrações radiações ionizantes e não ionizantes calor frio e pressões anormais que podem ser mensurados por instrumentos como dosímetros de ruído medidores de vibração ou termômetros de globo Os agentes químicos englobam poeiras fumos névoas gases e vapores que ao serem inalados absorvidos pela pele ou ingeridos podem causar intoxicações agudas ou doenças crônicas exigindo amostragem de ar e análise laboratorial para determinação de concentrações e comparação com limites de tolerância Já os agentes biológicos envolvem a exposição a bactérias vírus fungos e parasitas comuns em ambientes hospitalares laboratórios ou setores de saneamento sendo controlados por medidas de higiene vacinação e uso de equipamentos de proteção Por fim os riscos ergonômicos abrangem esforços repetitivos posturas inadequadas e jornadas de trabalho extenuantes demandando análise ergonômica detalhada conforme previsto na NR17 A etapa de controle dos riscos é tão importante quanto a de reconhecimento e avaliação Para isso aplicase uma hierarquia de medidas de prevenção que inclui em primeiro lugar a eliminação ou substituição do agente nocivo seguida por medidas de engenharia como enclausuramento de fontes de ruído ventilação exaustora ou automatização de processos medidas administrativas e organizacionais rodízio de tarefas pausas para descanso redução da jornada de exposição e por último a adoção de Equipamentos de Proteção Individual EPI para os casos em que as medidas coletivas não sejam suficientes 221 RUÍDO O ruído ocupacional é um dos agentes físicos mais comuns e relevantes nos ambientes de trabalho especialmente em setores industriais como metalurgia construção civil indústria automotiva têxtil e alimentícia representando uma das principais causas de perda auditiva induzida por ruído PAIR em trabalhadores Por se tratar de um agente que pode causar danos cumulativos e 7 irreversíveis ao sistema auditivo sua caracterização requer uma abordagem criteriosa e tecnicamente embasada A avaliação da exposição ao ruído é preferencialmente realizada por meio de dosimetria pessoal utilizando dosímetros de ruído que são equipamentos portáteis fixados próximos ao ouvido do trabalhador durante toda a jornada de trabalho Esses instrumentos registram em tempo real as variações dos níveis de pressão sonora ao longo das atividades desempenhadas permitindo uma amostra representativa e fidedigna da exposição diária mesmo em ambientes com flutuações significativas de ruído ou tarefas que exigem deslocamentos frequentes No Brasil a avaliação normativa segue principalmente o disposto no Anexo 1 da Norma Regulamentadora nº 15 NR15 que estabelece os limites de tolerância para exposição contínua ou intermitente ao ruído e a Norma de Higiene Ocupacional nº 01 NHO01 da Fundacentro que é considerada tecnicamente mais rigorosa e precisa A NHO01 introduz o conceito de Nível de Exposição Normalizado NEN que converte os níveis de exposição efetivamente medidos para uma jornada padrão de 8 horas garantindo comparabilidade entre diferentes turnos de trabalho e permitindo a correta caracterização do risco Além disso essa norma define o limiar de integração da dose a partir de 80 dBA ou seja a partir desse nível de pressão sonora o ruído passa a ser contabilizado para o cálculo da dose de exposição O processo de avaliação deve considerar também a natureza do ruído contínuo intermitente ou de impacto pois cada tipo possui critérios específicos de medição e análise Ruídos de impacto por exemplo exigem o uso de medidores com função de peak hold para captar os picos instantâneos de pressão sonora Uma vez concluída a avaliação os resultados são comparados com os valores de nível de ação e limite de tolerância O nível de ação geralmente estabelecido em 85 dBA indica a necessidade de adoção de medidas preventivas mesmo que o limite de tolerância ainda não tenha sido ultrapassado como forma de antecipar o risco e evitar danos à saúde Quando os valores medidos ultrapassam os limites aceitáveis é obrigatória a implementação de medidas de controle seguindo a hierarquia de controle de riscos Em primeiro lugar buscamse soluções de engenharia como o enclausuramento de máquinas ruidosas a instalação de barreiras acústicas silenciadores em válvulas ou dutos e o isolamento físico de processos que geram ruído intenso Caso essas medidas não sejam suficientes podese recorrer a medidas administrativas incluindo a reorganização da jornada de trabalho o rodízio de tarefas e a limitação do tempo de permanência em áreas ruidosas Por fim como medida complementar são fornecidos Equipamentos de Proteção Individual EPI principalmente os protetores auriculares tipo concha ou inserção devendose garantir que sejam devidamente selecionados ajustados e que o trabalhador seja treinado para seu uso correto Além da medição e do controle é fundamental a implantação de um Programa de Conservação Auditiva PCA que inclua monitoramento periódico do ruído ambiental exames audiométricos admissionais periódicos e demissionais treinamentos de conscientização e registro histórico das exposições Essa abordagem contínua e sistemática é essencial para prevenir a PAIR reduzir passivos trabalhistas e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores 222 TEMPERATURA As temperaturas extremas sejam elas decorrentes de calor ou de frio representam riscos físicos de grande relevância nos ambientes de trabalho uma vez que podem afetar diretamente a saúde a produtividade e o bemestar do trabalhador A exposição ao calor excessivo pode levar a 8 condições como desidratação fadiga térmica câimbras exaustão pelo calor e em casos mais graves ao golpe de calor que é uma emergência médica potencialmente fatal Já a exposição prolongada ao frio pode provocar hipotermia queimaduras pelo frio frostbite redução da destreza manual aumento da fadiga e maior suscetibilidade a acidentes As fontes de exposição são variadas e dependem fortemente do tipo de atividade desempenhada Entre as principais situações de exposição ao calor destacamse os trabalhos realizados a céu aberto sob radiação solar intensa como na construção civil e na agricultura além de ambientes industriais com fornos caldeiras siderúrgicas fundições cozinhas industriais e padarias Já os ambientes frios incluem frigoríficos e câmaras de resfriamento açougues centros de distribuição de alimentos congelados além de atividades em regiões de clima rigoroso como operações portuárias ou trabalhos em campo em regiões sulinas durante o inverno A avaliação do conforto térmico no Brasil ainda apresenta lacunas regulatórias uma vez que não existe uma norma única e abrangente que trate especificamente do tema para todos os tipos de ambientes ocupacionais Atualmente utilizamse referências como a Norma Regulamentadora nº 17 NR17 que trata da ergonomia e a NBR 16401 voltada para sistemas de arcondicionado em ambientes climatizados ambas de aplicação restrita para cenários industriais complexos ou ambientes externos Diante dessas limitações normas internacionais como a ASHRAE 55 e a ISO 7730 são amplamente adotadas como guias técnicos pois apresentam critérios mais completos para a análise de conforto térmico e definição de limites aceitáveis de exposição A NR17 estabelece parâmetros para ambientes administrativos e atividades predominantemente intelectuais determinando que a temperatura deva ser mantida entre 20 C e 23 C em escritórios garantindo condições ideais de conforto e produtividade No entanto para ambientes de maior complexidade térmica é necessário empregar índices de avaliação mais sofisticados como o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo IBUTG utilizado para caracterizar a exposição ao calor e o Índice de Temperatura Efetiva ITE ou a Temperatura Equivalente de Resfriamento TER empregados para avaliar ambientes frios Esses índices consideram variáveis como temperatura do ar umidade relativa velocidade do vento e temperatura radiante média oferecendo uma avaliação mais precisa da carga térmica à qual o trabalhador está submetido A avaliação prática do ambiente térmico deve ser conduzida por profissionais qualificados como engenheiros de segurança do trabalho ou higienistas ocupacionais utilizando instrumentação calibrada incluindo termômetros de globo higrômetros e anemômetros O objetivo é quantificar as condições ambientais e correlacionálas às atividades desempenhadas ao metabolismo gerado pelo esforço físico e ao tempo de exposição de modo a determinar se há risco à saúde e necessidade de intervenção As medidas de controle devem seguir a hierarquia de prevenção Para o calor podem incluir o enclausuramento de fontes térmicas instalação de barreiras radiantes ventilação forçada climatização de ambientes fornecimento de pausas para recuperação térmica em locais frescos e hidratação adequada dos trabalhadores Para o frio são recomendadas câmaras de aquecimento para pausas rodízio de tarefas fornecimento de vestimentas térmicas e luvas adequadas além da limitação do tempo de permanência em ambientes com temperaturas muito baixas A conscientização e o treinamento dos trabalhadores sobre os sinais de alerta para doenças relacionadas ao calor e ao frio são fundamentais para que a detecção precoce de sintomas permita uma resposta rápida e eficaz evitando agravos à 9 saúde 223 ILUMINAMENTO A iluminação inadequada em um ambiente de trabalho é classificada como um risco ergonômico que pode causar danos à visão fadiga e contribuir para a baixa produtividade O arcabouço regulatório brasileiro para este agente passou por uma significativa modernização Anteriormente havia ambiguidades na aplicação das normas técnicas mas a publicação da Norma de Higiene Ocupacional nº 11 NHO 11 pela Fundacentro em 2018 estabeleceu uma metodologia clara e padronizada para a avaliação dos níveis de iluminação em ambientes internos de trabalho Desde janeiro de 2022 a Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia passou a referenciar explicitamente a NHO 11 consolidandoa como o principal instrumento técnicolegal para este fim A NHO 11 fornece tanto os procedimentos de medição quanto os níveis de iluminância recomendados para uma vasta gama de atividades e áreas permitindo uma avaliação objetiva e a implementação de projetos de iluminação que garantam a saúde o conforto visual e a eficiência dos trabalhadores 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES A proteção contra incêndios e explosões em ambientes de trabalho é uma disciplina complexa que transcende a simples instalação de equipamentos exigindo uma abordagem sistêmica e integrada para garantir a segurança das edificações e principalmente de seus ocupantes A eficácia de um sistema de proteção depende do conhecimento e do treinamento das pessoas para identificar riscos operar corretamente os equipamentos de combate em um primeiro momento agir com calma durante uma emergência e acionar os serviços especializados A base para toda a estratégia de prevenção e combate reside na compreensão da teoria do fogo que evoluiu do triângulo para o tetraedro do fogo um modelo que inclui quatro elementos essenciais para a ocorrência e sustentação da combustão o combustível o comburente geralmente o oxigênio o calor e a reação em cadeia A eliminação de qualquer um desses quatro elementos é o princípio que rege todos os métodos de extinção de incêndios As estratégias de proteção são amplamente divididas em sistemas preventivos e defensivos As práticas de prevenção são aquelas que visam evitar a iniciação ou a propagação do fogo envolvendo aspectos estruturais tecnológicos e organizacionais Durante o estágio a atuação prática nesta área envolveu a análise e verificação desses sistemas como o controle de materiais combustíveis e seu armazenamento adequado a compartimentação horizontal entre ambientes no mesmo pavimento e vertical entre andares para conter o avanço do fogo e da fumaça e a proteção da estrutura do edifício para evitar o colapso precoce em caso de incêndio Adicionalmente foram inspecionadas as rotas de fuga garantindo sua desobstrução e sinalização adequada os meios de acesso para as viaturas e equipamentos do corpo de bombeiros e a eficácia da sinalização de emergência que orienta os ocupantes e as equipes de resgate Os sistemas defensivos por sua vez são aqueles voltados para o combate ativo ao fogo e às operações de resgate A prática envolveu a identificação e a inspeção dos equipamentos e sistemas disponíveis como os extintores de incêndio verificando sua correta localização tipo carga e 10 validade Foram analisados também os sistemas fixos como redes de hidrantes e sprinklers chuveiros automáticos e os equipamentos móveis de combate A prevenção de explosões em ambientes industriais um risco de consequência severa requer uma abordagem ainda mais abrangente baseada em uma avaliação de risco criteriosa na gestão de segurança de processos e na classificação de áreas perigosas onde atmosferas explosivas podem se formar Medidas como o controle de fontes de ignição o correto manuseio de produtos químicos a gestão de poeiras combustíveis e a implementação de planos de resposta a emergências são cruciais para mitigar esse risco 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO A análise da relação entre o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho focando na prevenção das doenças ocupacionais Estas doenças são em geral consequência da exposição contínua a agentes de risco presentes no ambiente laboral cuja natureza concentração intensidade e tempo de exposição determinam o potencial de dano à saúde A atuação prática nesta área consiste em analisar as causas das doenças do trabalho o que se inicia com o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais um processo que serve de base para a elaboração de laudos periciais auditorias de segurança e fundamentalmente para a implementação de medidas de controle eficazes A atuação prática concentrouse na análise detalhada dos principais grupos de agentes Foram abordados os agentes químicos que compreendem substâncias ou compostos que podem ser absorvidos pelo organismo por via respiratória dérmica ou por ingestão A análise em postos de trabalho com potencial de exposição a poeiras fumos névoas e vapores revelou a complexidade de seus efeitos que podem variar de asfixiantes e irritantes a carcinogênicos e tóxicos sistêmicos A avaliação pericial para estes agentes envolveu tanto métodos quantitativos quanto qualitativos a depender da existência de limites de tolerância definidos Outro foco de atuação foi a análise dos agentes biológicos que incluem a exposição a bactérias fungos bacilos parasitas e vírus Em ambientes como hospitais ou laboratórios a análise requer a identificação das fontes de contaminação e das vias de transmissão sendo a base para a implementação de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC como cabines de segurança biológica e Equipamentos de Proteção Individual EPI adequados além de rigorosos procedimentos de higiene Uma atenção especial foi dedicada aos agentes ergonômicos fatores que podem gerar problemas de saúde física e mental ao interferirem nas características psicofisiológicas dos trabalhadores A prática de análise ergonômica abordou questões como a exigência de posturas inadequadas o levantamento de cargas e a alta repetitividade de movimentos fatores que podem levar a Lesões por Esforços Repetitivos LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DORTs A avaliação para fins periciais e de auditoria nestes casos é fundamentada pela Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia que exige a adaptação das condições de trabalho para proporcionar conforto e segurança A metodologia geral para a prevenção destas doenças independentemente do agente iniciase com o reconhecimento do risco no local de trabalho frequentemente documentado no Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Após o reconhecimento a avaliação determina se os agentes 11 representam um risco real à saúde dos trabalhadores expostos Com base nessa análise implementa se a hierarquia de controles priorizando sempre os EPCs e complementando com EPIs e medidas administrativas como treinamentos e campanhas de conscientização para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Engenharia de Segurança do Trabalho como amplamente abordado neste relatório revelase uma disciplina indispensável para a preservação da saúde da integridade física e do bem estar dos trabalhadores além de representar um pilar estratégico para a continuidade e a sustentabilidade das operações empresariais Ao longo do estágio supervisionado foi possível vivenciar na prática a transição de uma abordagem meramente reativa para modelos proativos e sistêmicos de gestão da segurança em que esta é tratada como parte integrante e indissociável dos processos produtivos A experiência proporcionou uma visão holística do papel do engenheiro de segurança permitindo observar em diferentes cenários tanto em ambientes administrativos quanto em canteiros de obras a aplicação concreta das teorias de causalidade de acidentes Ficou evidente como a evolução do foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas conforme preconizado por modelos como os de Reason e Amalberti resulta na construção de barreiras de proteção mais eficazes e na promoção de uma cultura organizacional de segurança mais justa e resiliente A Norma Regulamentadora NR12 por sua vez destacouse como uma ferramenta de aplicação prática essencial orientando inspeções análises de risco e a hierarquização das medidas de controle tornando a prevenção mais assertiva e consistente No campo da Higiene do Trabalho a aplicação prática de metodologias para a medição de agentes físicos como ruído e iluminamento reforçou a importância da avaliação quantitativa baseada em evidências para a prevenção de doenças ocupacionais Da mesma forma a análise de sistemas de prevenção e combate a incêndios e explosões evidenciou que a segurança não se limita à reação a emergências mas é construída a partir de estratégias integradas e de caráter preventivo capazes de minimizar riscos antes que eles se materializem 4 REFERÊNCIAS Artigo segurança do trabalho Periódicos Científicos da UFRGS Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsseerufrgsbrProdutoProducaoarticleviewFile3582140482 BAÍA Amândio et al Implementação do Método FMEA numa PME Egitania Sciencia v 2 n 19 p 83106 2016 12 CAMPANHOLE A CAMPANHOLE H L Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 Cargo E Engenheiro de Segurança do Trabalho Progep Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsprogepufesbrcargoeengenheirodeseguranC3A7adotrabalho CUNHA DE MENEZES João Paulo RELAÇÃO DAS CRENÇAS DE AUTOEFICÁCIA COM AS EMOÇÕES ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Revista Góndola Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias v 17 n 2 2022 DA SILVA Itamara Valéria dos Santos DA SILVA FERREIRA Jorgenete Crispim ALBUQUERQUE Francielda Avelino Estágio supervisionado e suas contribuições para os licenciandos Abordagem nas políticas públicas existentes que ofertam aporte a formação e atuação do docente Scientia Naturalis v 3 n 5 2021 DA SILVA RAFAEL AUGUSTO LOPES Gerenciamento da Manutenção correlacionada à Eficiência da Segurança Revista Científica eLocução v 1 n 20 p 2121 2021 DE LIMA Valmir Ferreira LIMA Luiz Eduardo Melo Gestão de segurança do trabalho na indústria de papel diagnóstico de cultura de segurança por meio de pesquisa de identificação do nível de segurança Revista Gestão Industrial v 13 n 4 2018 Engenharia de Segurança do Trabalho Entenda sua Importância Engemed Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwengemedmedbrblogengenhariadesegurancadotrabalho entendasuaimportancia FREITAS Fabrício Monte DA SILVA João Alberto OLIVEIRA Ricardo Rios Formação inicial de professores de matemática os estágios supervisionados e as histórias de vida Initial training of teachers of mathematics supervised the stages and life stories Revista Eletrônica de Educação Matemática v 5 n 1 p 6170 2010 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 LIMA Jhonatas Isac Pereira et al Vivência e experiência no estágio supervisionado em ensino de Geografia II no contexto pandêmico Research Society and Development v 11 n 5 p e58111528060e58111528060 2022 MENEZES João Paulo Cunha INFLUÊNCIA DO AFETO POSITIVO AUTOEFICÁCIA E SATISFAÇÃO NO ENTUSIASMO DOS ESTUDANTES DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Formação DocenteRevista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores v 15 n 34 p 111124 2023 13 NR12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwguiatrabalhistacombrlegislacaonrnr12htm OLIVEIRA S Sousa B Rodrigues L Estágio supervisionado em educação infantil Cadernos Do Gposshe onLine 72 2023 Riscos Ambientais DIVISÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsdsstufscbrriscosambientais Riscos Físicos Quais são e como se prevenir OnSafety Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsonsafetycombrriscosfisicosquaissaoecomoseprevenir SEGURANÇA E SAÚDE NO CENTRO DO FUTURO DO TRABALHO International Labour Organization Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwiloorgsitesdefaultfileswcmsp5groupspubliceuroperogenevailolisbon documentspublicationwcms690142pdf 14 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 15 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 16 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada Dias e Leonardo Engenharia Ltda com sede na cidade de Estado e a Faculdade Ibra doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é de 02062025 à 07072025 podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades Integração na empresa e apresentação dos setores conhecimento das normas internas de segurança acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 apoio na elaboração de checklists de inspeção identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento apoio na especificação de EPIs e verificação do uso adequado registro fotográfico e documental das atividades avaliação de condições térmicas calor e frio análise ergonômica de postos de trabalho NR17 participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos apoio em auditorias internas de segurança elaboração de relatórios técnicos parciais inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes apoio em campanhas educativas e palestras de segurança consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas elaboração do relatório final de estágio revisão das atividades realizadas entrega de relatórios finais encerramento e avaliação do estágio com o supervisor CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica 17 CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a 18 Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Dias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágio Fernando Paulo da Silva Leonardo Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário Integração na empresa e apresentação dos setores Conhecimento das normas internas de segurança Acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 Apoio na elaboração de checklists de inspeção Identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos Avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento em ambientes de trabalho Apoio na especificação de EPIs e verificação de uso adequado Registro fotográfico e documental das atividades Avaliação de condições térmicas calor e frio Análise ergonômica de postos de trabalho NR17 Participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos Apoio em auditorias internas de segurança Elaboração de relatórios técnicos parciais Inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers Participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências Análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização Apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR Participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes Apoio em campanhas educativas e palestras de segurança Consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas Elaboração do relatório final de estágio Revisão das atividades realizadas Entrega de relatórios finais 19 Encerramento e avaliação do estágio com o supervisor 20 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágioDias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágioFernando Paulo da Silva Leonardo Período do estágio02062025 01072025 Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar 02062025 E07h 6h S13h 03062025 E07h 6h S13h 04062025 E07h 6h S13h 05062025 E07h 6h S13h 06062025 E07h 6h S13h 09062025 E07h 6h S13h 10062025 E07h 6h S13h 11062025 E07h 6h S13h 12062025 E07h 6h S13h 13062025 E07h 6h S13h 16062025 E07h 6h S13h 17062025 E07h 6h S13h 18062025 E07h 6h S13h 19062025 E07h 6h S13h 20062025 E07h 6h S13h 21 23062025 E07h 6h S13h 24062025 E07h 6h S13h 25062025 E07h 6h S13h 26062025 E07h 6h S13h 27062025 E07h 6h S13h 30062025 E07h 6h S13h 01072025 E07h 6h S13h 02072025 E07h 6h S13h 03072025 E07h 6h S13h 04072025 E07h 6h S13h 07072025 E07h 6h S13h Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO RELATÓRIO GRUPO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de 22 aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do EstágioDias e Leonardo engenharia ltda Data de início do Estágio 02 06 2025 02062025 O estágio foi realizado na empresa Dias e Leonardo Engenharia Ltda especializada em projetos e execução de obras industriais e comerciais com foco em engenharia de segurança manutenção preventiva e consultoria em normas regulamentadoras A estrutura física da empresa é organizada em escritórios técnicos setor administrativo almoxarifado e áreas externas de acompanhamento de obras O estagiário teve acesso aos setores de segurança do trabalho manutenção e engenharia além de participar de inspeções em campo visitas técnicas e reuniões com as equipes Essa vivência possibilitará compreender na prática a aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho NRs contribuindo para o desenvolvimento de habilidades analíticas e técnicas necessárias ao futuro profissional da área As expectativas de aprendizado para o estágio incluem o desenvolvimento da capacidade de identificar riscos ocupacionais e propor soluções práticas que contribuam para a melhoria das condições de trabalho Esperase aplicar os conhecimentos adquiridos sobre normas regulamentadoras como a NR12 NR17 higiene ocupacional e prevenção de incêndios colocando em prática os conceitos teóricos estudados ao longo da formação Além disso buscase compreender de forma aprofundada os processos de auditoria inspeção e elaboração de relatórios técnicos aprimorando a visão sistêmica da gestão de segurança do trabalho Outro ponto importante é o desenvolvimento de habilidades de comunicação e de trabalho 03062025 04062025 05062025 06062025 09062025 10062025 11062025 12062025 13062025 16062025 17062025 18062025 19062025 20062025 23062025 24062025 25062025 26062025 27062025 30062025 01072025 02072025 03072025 04072025 07072025 23 em equipe por meio da participação em reuniões campanhas educativas e palestras de segurança Por fim o estágio visa proporcionar experiência na elaboração de programas e documentos técnicos como o Programa de Gerenciamento de Riscos PGR consolidando assim a preparação do estagiário para atuação profissional na área Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do 24 estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 25 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 26 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 27 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u l a r 7 8 B o 28 m 9 10 Ó t i m o 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u l a r 7 8 B o m 9 10 Ó t i m o OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 29 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO3 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA3 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO5 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES5 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II7 221 RUÍDO8 222 TEMPERATURA9 223 ILUMINAMENTO10 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES11 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO11 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS13 4 REFERÊNCIAS13 5 ANEXOS16 2 1 INTRODUÇÃO A Engenharia de Segurança do Trabalho emerge como um elemento vital na promoção da saúde e da integridade dos trabalhadores especialmente no contexto dinâmico e multifacetado dos ambientes industriais e de serviços contemporâneos A trajetória histórica dessa disciplina revela uma transição significativa de abordagens reativas que meramente respondem a acidentes ocorridos para uma mentalidade proativa e preventiva Este novo paradigmo busca não apenas a mitigação de riscos mas também a integração de práticas que promovam a produtividade e a segurança intrínseca dos ambientes laborais Assim a Engenharia de Segurança do Trabalho desempenha um papel crucial não apenas na proteção dos trabalhadores mas também na eficiência operacional das organizações Neste cenário a realização de um estágio supervisionado se torna uma etapa fundamental na formação acadêmica dos alunos proporcionando uma oportunidade única para a aplicação prática do conhecimento teórico adquirido ao longo da especialização De acordo com a legislação vigente essa experiência prática é definida como um ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação dos estudantes para o exercício do trabalho produtivo permitindo a imersão direta em processos desempenhados em um ambiente real e desafiador O estágio não apenas contribui para um entendimento mais profundo das dinâmicas do setor mas também propicia ao discente vivências que enriquecem sua formação profissional e humana Este relatório tem como objetivo apresentar uma análise detalhada da empresa concedente contextualizando as condições do local de trabalho e descrevendo as atividades desenvolvidas durante o estágio A prática se desdobra entre as rotinas administrativas em escritório e os desafios enfrentados nos canteiros de obras evidenciando a diversidade e complexidade das atividades Além disso serão abordadas as experiências do aluno frente aos imprevistos cotidianos seguida de uma reflexão crítica sobre a importância do estágio como um processo imprescindível de aprendizado que estabelece uma valiosa interação entre a teoria e a prática na formação de um profissional competente em Engenharia de Segurança do Trabalho 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma disciplina especializada cujo objetivo primordial é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais por meio da identificação avaliação e controle dos riscos que podem comprometer a saúde e a segurança dos trabalhadores Sua concepção moderna vai além da mera conformidade com normas prescritivas posicionandose como um pilar estratégico para as organizações Historicamente o campo evoluiu de abordagens reativas focadas na análise de eventos passados para modelos proativos e sistêmicos que enxergam a segurança como uma característica intrínseca e dinâmica dos sistemas de trabalho Investir em uma cultura robusta de segurança tem demonstrado gerar resultados significativos para as empresas incluindo maior retenção de talentos aumento da produtividade e melhoria da imagem corporativa A compreensão sobre como os acidentes ocorrem também evoluiu significativamente Uma das abordagens seminais é a Teoria dos Dominós de Heinrich 1932 que postula que os acidentes não são eventos aleatórios mas o resultado de uma sequência linear de fatores Esse modelo que 3 influenciou a legislação brasileira como as Normas Regulamentadoras 4 5 18 e a NBR 14280 descreve a ocorrência do acidente como a queda de cinco dominós o ambiente social e a ancestralidade do indivíduo que geram falhas pessoais a falha pessoal responsável por atos inseguros ou condições perigosas o ato ou condição insegura como causa direta do acidente e finalmente a lesão resultante Embora fundamental essa perspectiva constitui a base da Abordagem Tradicional que frequentemente concentra esforços em identificar e punir os responsáveis tratando o erro humano como principal causa dos eventos adversos Uma limitação crítica dessa abordagem é a tendência a ignorar riscos não visíveis como sobrecarga de informações ritmo de trabalho intenso remuneração inadequada e outros fatores psicossociais que impactam a dimensão cognitiva do trabalho e podem levar a danos à saúde física e psicológica Em contraposição a Abordagem Contemporânea ou Sistêmica representa uma mudança de paradigma ao deslocar o foco da culpa do trabalhador para as falhas e disfunções do sistema em que ele está inserido Nessa perspectiva acidentes são interpretados como oportunidades de aprendizado organizacional e caminhos para o aprimoramento do sistema como um todo questionandose sobretudo por que os mecanismos de defesa e as barreiras de proteção falharam em evitar o evento Dentro dessa abordagem sistêmica destacamse modelos mais complexos Perrow 1985 ao estudar empreendimentos de alto risco como usinas nucleares argumenta que algum tipo de acidente é inevitável nesses sistemas devido à complexidade e ao acoplamento das interações mesmo com dispositivos de segurança Em linha com esse pensamento o Modelo do Queijo Suíço de Reason 1993 propõe a gestão de erros por meio da identificação e correção de condições latentes falhas ocultas no sistema como decisões gerenciais equivocadas treinamento inadequado ou concepção deficiente de processos O acidente ocorre quando as fendas dessas camadas de defesa se alinham permitindo que uma trajetória de erro se concretize Aprofundando a análise sobre fatores humanos Amalberti 1996 introduz o conceito de metacognição que se refere ao conhecimento e autocontrole dos recursos cognitivos do trabalhador permitindo detectar e corrigir seus próprios erros Nessa ótica os erros são sintomas de fragilidades nas proteções cognitivas do sistema de trabalho Modelos como a Teoria dos Portadores de Perigos de Skiba 1973 também contribuem para essa visão classificando os fatores do sistema em pessoa e objeto como portadores de energia danificadora que quando ativada pode resultar em acidente Essa evolução teórica partindo de modelos lineares e centrados no indivíduo para abordagens complexas e sistêmicas fundamenta o papel estratégico do engenheiro de segurança moderno Sua função deixou de ser apenas a de fiscal de conformidade passando a atuar como gestor proativo de riscos capaz de analisar e intervir na interação complexa entre tecnologia processos organizacionais e fatores humanos construindo sistemas de trabalho mais seguros e resilientes A Engenharia de Segurança do Trabalho se estabelece assim como componente vital na promoção da saúde e integridade dos trabalhadores em ambientes industriais e de serviços contemporâneos Historicamente a disciplina evoluiu de práticas reativas para abordagens proativas e preventivas focadas na mitigação de riscos e na criação de ambientes de trabalho seguros Baía e Silva 2016 Lima e Lima 2018 Essa transição reflete a valorização crescente da segurança do trabalhador e da eficiência operacional reconhecendo que a qualidade do ambiente contribui diretamente para a produtividade e o bemestar Silva 2021 4 O estágio supervisionado desempenha papel essencial na formação de estudantes de Engenharia de Segurança do Trabalho possibilitando a aplicação prática do conhecimento teórico e a vivência dos desafios profissionais típicos da área Oliveira et al 2023 Seu objetivo é preparar os alunos para atuação no contexto profissional promovendo a integração do conhecimento com as exigências do ambiente de trabalho Silva et al 2021 Essa experiência se torna ainda mais relevante em contextos variados como escritórios e canteiros de obras onde se demandam habilidades técnicas e capacidade de lidar com imprevistos Oliveira et al 2023 Durante o estágio os alunos aprimoram competências práticas além de desenvolver habilidades sociais e emocionais fundamentais à profissão Menezes 2024 O ambiente do estágio supervisionado deve favorecer a construção da identidade profissional e a reflexão crítica sobre práticas de segurança no trabalho Freitas et al 2011 estimulando não apenas observação passiva mas análise ativa da aplicação de normas e implementação de tecnologias que protejam os trabalhadores Menezes 2022 Portanto o estágio supervisionado funciona como elo essencial entre teoria e prática formando profissionais capacitados para enfrentar os desafios modernos da Engenharia de Segurança do Trabalho por meio da vivência direta nas dinâmicas do mercado Lima et al 2022 Essa experiência prática respaldada por referências teóricas relevantes não apenas enriquece o aprendizado do aluno como também fortalece as iniciativas de segurança nas empresas onde atuam Silva 2021 Menezes 2022 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Nesta seção serão registradas e detalhadas as atividades práticas desenvolvidas durante o período do estágio supervisionado O foco reside na aplicação direta dos conhecimentos de Engenharia de Segurança do Trabalho abrangendo desde a avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais até a implementação de medidas de controle voltadas tanto para o trabalhador quanto para o ambiente As atividades descritas a seguir representam a aplicação prática dos princípios de higiene e segurança ocupacional em um cenário real de trabalho 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES A prevenção de acidentes envolvendo máquinas equipamentos e instalações é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho considerando o elevado potencial de lesões graves incapacidades permanentes e até mesmo acidentes fatais que esses riscos representam As práticas desenvolvidas nessa área tiveram como principal objetivo identificar analisar e controlar os perigos existentes em todo o ciclo de vida das máquinas desde a aquisição e instalação até a operação manutenção e desativação Todo o trabalho foi realizado em conformidade com a Norma Regulamentadora nº 12 NR12 que define os requisitos mínimos de segurança para máquinas e 5 equipamentos e determina que a segurança seja um componente intrínseco desde a concepção do equipamento A metodologia aplicada seguiu rigorosamente a hierarquia de medidas de controle preconizada pela NR12 Inicialmente priorizaramse as Medidas de Proteção Coletiva consideradas as mais eficazes por protegerem todos os trabalhadores simultaneamente As atividades práticas envolveram inspeção detalhada das proteções fixas e móveis verificação do funcionamento de sensores e dispositivos de segurança intertravados análise dos sistemas de parada de emergência e avaliação da conformidade das proteções de transmissões de força além da reorganização do arranjo físico das máquinas para garantir as distâncias mínimas de segurança e rotas de fuga desobstruídas Também foram revisados sistemas de ventilação pressurização e exaustão para assegurar condições adequadas de controle de riscos físicos como ruído calor e poeira Na sequência foram adotadas Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho voltadas para a padronização e organização dos processos de forma segura Foram elaborados Procedimentos Operacionais Padrão para operação setup e manutenção criadas listas de verificação para inspeções de rotina planejadas manutenções preventivas e corretivas com aplicação dos procedimentos de bloqueio e etiquetagem lockouttagout antes de qualquer intervenção além da realização de treinamentos teóricos e práticos para os trabalhadores que só foram autorizados a operar ou intervir nas máquinas após capacitação formal Também foi instituído um sistema de registro de incidentes e quaseacidentes permitindo o acompanhamento histórico e a identificação de falhas recorrentes para proposição de melhorias Somente após a implementação das medidas coletivas e administrativas foram aplicadas as Medidas de Proteção Individual voltadas aos riscos residuais Essa etapa incluiu a seleção e especificação técnica de equipamentos de proteção individual como luvas anticorte óculos de proteção protetores auriculares calçados de segurança e capacetes bem como a verificação do uso correto desses equipamentos e a realização de treinamentos de conscientização junto aos trabalhadores Para subsidiar todas essas ações a identificação de perigos foi realizada com o emprego de ferramentas de análise sistemática especialmente a Análise Preliminar de Risco APR e a Análise de Modos e Efeitos de Falha FMEA que permitiram avaliar criticidade frequência e gravidade de cada risco estabelecendo prioridades de intervenção Também foi conferida a conformidade documental com checagem de manuais de máquinas certificados de conformidade relatórios de inspeção e registros de treinamentos além da análise do plano de resposta a emergências garantindo o bom funcionamento de alarmes botões de parada de emergência e sinalizações de segurança visuais e sonoras Todas as recomendações resultantes das inspeções e análises foram registradas em relatórios técnicos com prazos e responsáveis definidos permitindo o rastreamento das ações corretivas e alinhamento com o ciclo de melhoria contínua O resultado final foi a elevação significativa do nível de segurança nas instalações a redução do risco de acidentes e o fortalecimento da cultura de prevenção entre todos os colaboradores envolvidos no processo 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II A Higiene do Trabalho também conhecida como Higiene Ocupacional é uma ciência 6 multidisciplinar que combina conhecimentos técnicos científicos e práticos com o objetivo de antecipar reconhecer avaliar e controlar os riscos ambientais presentes nos locais de trabalho prevenindo o surgimento de doenças ocupacionais e promovendo a saúde dos trabalhadores Diferenciase da Segurança do Trabalho pelo seu enfoque enquanto a Segurança preocupase com a prevenção de acidentes por meio da eliminação ou controle de riscos operacionais que podem gerar lesões imediatas a Higiene Ocupacional dedicase ao estudo dos riscos que de forma contínua ou prolongada podem provocar agravos à saúde ao longo do tempo como intoxicações surdez ocupacional ou doenças respiratórias Uma prática eficaz de Higiene Ocupacional exige sólida formação técnica e científica o que envolve conhecer profundamente os processos produtivos da empresa as matériasprimas utilizadas os produtos intermediários e finais os agentes de risco envolvidos e os possíveis impactos à saúde humana Para isso o profissional deve utilizar metodologias de identificação e análise de riscos como inspeções de campo entrevistas com trabalhadores análise de fichas de segurança de produtos químicos FISPQ e medições ambientais com equipamentos específicos além de manterse atualizado quanto à legislação vigente como as Normas Regulamentadoras especialmente a NR09 que trata do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais PPRA substituído gradualmente pelo Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Os riscos ambientais são classificados em agentes físicos químicos biológicos e ergonômicos cada um exigindo uma estratégia específica de avaliação e controle Os agentes físicos incluem ruído vibrações radiações ionizantes e não ionizantes calor frio e pressões anormais que podem ser mensurados por instrumentos como dosímetros de ruído medidores de vibração ou termômetros de globo Os agentes químicos englobam poeiras fumos névoas gases e vapores que ao serem inalados absorvidos pela pele ou ingeridos podem causar intoxicações agudas ou doenças crônicas exigindo amostragem de ar e análise laboratorial para determinação de concentrações e comparação com limites de tolerância Já os agentes biológicos envolvem a exposição a bactérias vírus fungos e parasitas comuns em ambientes hospitalares laboratórios ou setores de saneamento sendo controlados por medidas de higiene vacinação e uso de equipamentos de proteção Por fim os riscos ergonômicos abrangem esforços repetitivos posturas inadequadas e jornadas de trabalho extenuantes demandando análise ergonômica detalhada conforme previsto na NR17 A etapa de controle dos riscos é tão importante quanto a de reconhecimento e avaliação Para isso aplicase uma hierarquia de medidas de prevenção que inclui em primeiro lugar a eliminação ou substituição do agente nocivo seguida por medidas de engenharia como enclausuramento de fontes de ruído ventilação exaustora ou automatização de processos medidas administrativas e organizacionais rodízio de tarefas pausas para descanso redução da jornada de exposição e por último a adoção de Equipamentos de Proteção Individual EPI para os casos em que as medidas coletivas não sejam suficientes 221 RUÍDO O ruído ocupacional é um dos agentes físicos mais comuns e relevantes nos ambientes de trabalho especialmente em setores industriais como metalurgia construção civil indústria automotiva têxtil e alimentícia representando uma das principais causas de perda auditiva induzida por ruído PAIR em trabalhadores Por se tratar de um agente que pode causar danos cumulativos e 7 irreversíveis ao sistema auditivo sua caracterização requer uma abordagem criteriosa e tecnicamente embasada A avaliação da exposição ao ruído é preferencialmente realizada por meio de dosimetria pessoal utilizando dosímetros de ruído que são equipamentos portáteis fixados próximos ao ouvido do trabalhador durante toda a jornada de trabalho Esses instrumentos registram em tempo real as variações dos níveis de pressão sonora ao longo das atividades desempenhadas permitindo uma amostra representativa e fidedigna da exposição diária mesmo em ambientes com flutuações significativas de ruído ou tarefas que exigem deslocamentos frequentes No Brasil a avaliação normativa segue principalmente o disposto no Anexo 1 da Norma Regulamentadora nº 15 NR15 que estabelece os limites de tolerância para exposição contínua ou intermitente ao ruído e a Norma de Higiene Ocupacional nº 01 NHO01 da Fundacentro que é considerada tecnicamente mais rigorosa e precisa A NHO01 introduz o conceito de Nível de Exposição Normalizado NEN que converte os níveis de exposição efetivamente medidos para uma jornada padrão de 8 horas garantindo comparabilidade entre diferentes turnos de trabalho e permitindo a correta caracterização do risco Além disso essa norma define o limiar de integração da dose a partir de 80 dBA ou seja a partir desse nível de pressão sonora o ruído passa a ser contabilizado para o cálculo da dose de exposição O processo de avaliação deve considerar também a natureza do ruído contínuo intermitente ou de impacto pois cada tipo possui critérios específicos de medição e análise Ruídos de impacto por exemplo exigem o uso de medidores com função de peak hold para captar os picos instantâneos de pressão sonora Uma vez concluída a avaliação os resultados são comparados com os valores de nível de ação e limite de tolerância O nível de ação geralmente estabelecido em 85 dBA indica a necessidade de adoção de medidas preventivas mesmo que o limite de tolerância ainda não tenha sido ultrapassado como forma de antecipar o risco e evitar danos à saúde Quando os valores medidos ultrapassam os limites aceitáveis é obrigatória a implementação de medidas de controle seguindo a hierarquia de controle de riscos Em primeiro lugar buscamse soluções de engenharia como o enclausuramento de máquinas ruidosas a instalação de barreiras acústicas silenciadores em válvulas ou dutos e o isolamento físico de processos que geram ruído intenso Caso essas medidas não sejam suficientes podese recorrer a medidas administrativas incluindo a reorganização da jornada de trabalho o rodízio de tarefas e a limitação do tempo de permanência em áreas ruidosas Por fim como medida complementar são fornecidos Equipamentos de Proteção Individual EPI principalmente os protetores auriculares tipo concha ou inserção devendose garantir que sejam devidamente selecionados ajustados e que o trabalhador seja treinado para seu uso correto Além da medição e do controle é fundamental a implantação de um Programa de Conservação Auditiva PCA que inclua monitoramento periódico do ruído ambiental exames audiométricos admissionais periódicos e demissionais treinamentos de conscientização e registro histórico das exposições Essa abordagem contínua e sistemática é essencial para prevenir a PAIR reduzir passivos trabalhistas e melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores 222 TEMPERATURA As temperaturas extremas sejam elas decorrentes de calor ou de frio representam riscos físicos de grande relevância nos ambientes de trabalho uma vez que podem afetar diretamente a saúde a produtividade e o bemestar do trabalhador A exposição ao calor excessivo pode levar a 8 condições como desidratação fadiga térmica câimbras exaustão pelo calor e em casos mais graves ao golpe de calor que é uma emergência médica potencialmente fatal Já a exposição prolongada ao frio pode provocar hipotermia queimaduras pelo frio frostbite redução da destreza manual aumento da fadiga e maior suscetibilidade a acidentes As fontes de exposição são variadas e dependem fortemente do tipo de atividade desempenhada Entre as principais situações de exposição ao calor destacamse os trabalhos realizados a céu aberto sob radiação solar intensa como na construção civil e na agricultura além de ambientes industriais com fornos caldeiras siderúrgicas fundições cozinhas industriais e padarias Já os ambientes frios incluem frigoríficos e câmaras de resfriamento açougues centros de distribuição de alimentos congelados além de atividades em regiões de clima rigoroso como operações portuárias ou trabalhos em campo em regiões sulinas durante o inverno A avaliação do conforto térmico no Brasil ainda apresenta lacunas regulatórias uma vez que não existe uma norma única e abrangente que trate especificamente do tema para todos os tipos de ambientes ocupacionais Atualmente utilizamse referências como a Norma Regulamentadora nº 17 NR17 que trata da ergonomia e a NBR 16401 voltada para sistemas de arcondicionado em ambientes climatizados ambas de aplicação restrita para cenários industriais complexos ou ambientes externos Diante dessas limitações normas internacionais como a ASHRAE 55 e a ISO 7730 são amplamente adotadas como guias técnicos pois apresentam critérios mais completos para a análise de conforto térmico e definição de limites aceitáveis de exposição A NR17 estabelece parâmetros para ambientes administrativos e atividades predominantemente intelectuais determinando que a temperatura deva ser mantida entre 20 C e 23 C em escritórios garantindo condições ideais de conforto e produtividade No entanto para ambientes de maior complexidade térmica é necessário empregar índices de avaliação mais sofisticados como o Índice de Bulbo Úmido Termômetro de Globo IBUTG utilizado para caracterizar a exposição ao calor e o Índice de Temperatura Efetiva ITE ou a Temperatura Equivalente de Resfriamento TER empregados para avaliar ambientes frios Esses índices consideram variáveis como temperatura do ar umidade relativa velocidade do vento e temperatura radiante média oferecendo uma avaliação mais precisa da carga térmica à qual o trabalhador está submetido A avaliação prática do ambiente térmico deve ser conduzida por profissionais qualificados como engenheiros de segurança do trabalho ou higienistas ocupacionais utilizando instrumentação calibrada incluindo termômetros de globo higrômetros e anemômetros O objetivo é quantificar as condições ambientais e correlacionálas às atividades desempenhadas ao metabolismo gerado pelo esforço físico e ao tempo de exposição de modo a determinar se há risco à saúde e necessidade de intervenção As medidas de controle devem seguir a hierarquia de prevenção Para o calor podem incluir o enclausuramento de fontes térmicas instalação de barreiras radiantes ventilação forçada climatização de ambientes fornecimento de pausas para recuperação térmica em locais frescos e hidratação adequada dos trabalhadores Para o frio são recomendadas câmaras de aquecimento para pausas rodízio de tarefas fornecimento de vestimentas térmicas e luvas adequadas além da limitação do tempo de permanência em ambientes com temperaturas muito baixas A conscientização e o treinamento dos trabalhadores sobre os sinais de alerta para doenças relacionadas ao calor e ao frio são fundamentais para que a detecção precoce de sintomas permita uma resposta rápida e eficaz evitando agravos à 9 saúde 223 ILUMINAMENTO A iluminação inadequada em um ambiente de trabalho é classificada como um risco ergonômico que pode causar danos à visão fadiga e contribuir para a baixa produtividade O arcabouço regulatório brasileiro para este agente passou por uma significativa modernização Anteriormente havia ambiguidades na aplicação das normas técnicas mas a publicação da Norma de Higiene Ocupacional nº 11 NHO 11 pela Fundacentro em 2018 estabeleceu uma metodologia clara e padronizada para a avaliação dos níveis de iluminação em ambientes internos de trabalho Desde janeiro de 2022 a Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia passou a referenciar explicitamente a NHO 11 consolidandoa como o principal instrumento técnicolegal para este fim A NHO 11 fornece tanto os procedimentos de medição quanto os níveis de iluminância recomendados para uma vasta gama de atividades e áreas permitindo uma avaliação objetiva e a implementação de projetos de iluminação que garantam a saúde o conforto visual e a eficiência dos trabalhadores 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES A proteção contra incêndios e explosões em ambientes de trabalho é uma disciplina complexa que transcende a simples instalação de equipamentos exigindo uma abordagem sistêmica e integrada para garantir a segurança das edificações e principalmente de seus ocupantes A eficácia de um sistema de proteção depende do conhecimento e do treinamento das pessoas para identificar riscos operar corretamente os equipamentos de combate em um primeiro momento agir com calma durante uma emergência e acionar os serviços especializados A base para toda a estratégia de prevenção e combate reside na compreensão da teoria do fogo que evoluiu do triângulo para o tetraedro do fogo um modelo que inclui quatro elementos essenciais para a ocorrência e sustentação da combustão o combustível o comburente geralmente o oxigênio o calor e a reação em cadeia A eliminação de qualquer um desses quatro elementos é o princípio que rege todos os métodos de extinção de incêndios As estratégias de proteção são amplamente divididas em sistemas preventivos e defensivos As práticas de prevenção são aquelas que visam evitar a iniciação ou a propagação do fogo envolvendo aspectos estruturais tecnológicos e organizacionais Durante o estágio a atuação prática nesta área envolveu a análise e verificação desses sistemas como o controle de materiais combustíveis e seu armazenamento adequado a compartimentação horizontal entre ambientes no mesmo pavimento e vertical entre andares para conter o avanço do fogo e da fumaça e a proteção da estrutura do edifício para evitar o colapso precoce em caso de incêndio Adicionalmente foram inspecionadas as rotas de fuga garantindo sua desobstrução e sinalização adequada os meios de acesso para as viaturas e equipamentos do corpo de bombeiros e a eficácia da sinalização de emergência que orienta os ocupantes e as equipes de resgate Os sistemas defensivos por sua vez são aqueles voltados para o combate ativo ao fogo e às operações de resgate A prática envolveu a identificação e a inspeção dos equipamentos e sistemas disponíveis como os extintores de incêndio verificando sua correta localização tipo carga e 10 validade Foram analisados também os sistemas fixos como redes de hidrantes e sprinklers chuveiros automáticos e os equipamentos móveis de combate A prevenção de explosões em ambientes industriais um risco de consequência severa requer uma abordagem ainda mais abrangente baseada em uma avaliação de risco criteriosa na gestão de segurança de processos e na classificação de áreas perigosas onde atmosferas explosivas podem se formar Medidas como o controle de fontes de ignição o correto manuseio de produtos químicos a gestão de poeiras combustíveis e a implementação de planos de resposta a emergências são cruciais para mitigar esse risco 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO A análise da relação entre o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho focando na prevenção das doenças ocupacionais Estas doenças são em geral consequência da exposição contínua a agentes de risco presentes no ambiente laboral cuja natureza concentração intensidade e tempo de exposição determinam o potencial de dano à saúde A atuação prática nesta área consiste em analisar as causas das doenças do trabalho o que se inicia com o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais um processo que serve de base para a elaboração de laudos periciais auditorias de segurança e fundamentalmente para a implementação de medidas de controle eficazes A atuação prática concentrouse na análise detalhada dos principais grupos de agentes Foram abordados os agentes químicos que compreendem substâncias ou compostos que podem ser absorvidos pelo organismo por via respiratória dérmica ou por ingestão A análise em postos de trabalho com potencial de exposição a poeiras fumos névoas e vapores revelou a complexidade de seus efeitos que podem variar de asfixiantes e irritantes a carcinogênicos e tóxicos sistêmicos A avaliação pericial para estes agentes envolveu tanto métodos quantitativos quanto qualitativos a depender da existência de limites de tolerância definidos Outro foco de atuação foi a análise dos agentes biológicos que incluem a exposição a bactérias fungos bacilos parasitas e vírus Em ambientes como hospitais ou laboratórios a análise requer a identificação das fontes de contaminação e das vias de transmissão sendo a base para a implementação de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC como cabines de segurança biológica e Equipamentos de Proteção Individual EPI adequados além de rigorosos procedimentos de higiene Uma atenção especial foi dedicada aos agentes ergonômicos fatores que podem gerar problemas de saúde física e mental ao interferirem nas características psicofisiológicas dos trabalhadores A prática de análise ergonômica abordou questões como a exigência de posturas inadequadas o levantamento de cargas e a alta repetitividade de movimentos fatores que podem levar a Lesões por Esforços Repetitivos LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DORTs A avaliação para fins periciais e de auditoria nestes casos é fundamentada pela Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia que exige a adaptação das condições de trabalho para proporcionar conforto e segurança A metodologia geral para a prevenção destas doenças independentemente do agente iniciase com o reconhecimento do risco no local de trabalho frequentemente documentado no Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Após o reconhecimento a avaliação determina se os agentes 11 representam um risco real à saúde dos trabalhadores expostos Com base nessa análise implementase a hierarquia de controles priorizando sempre os EPCs e complementando com EPIs e medidas administrativas como treinamentos e campanhas de conscientização para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Engenharia de Segurança do Trabalho como amplamente abordado neste relatório revelase uma disciplina indispensável para a preservação da saúde da integridade física e do bemestar dos trabalhadores além de representar um pilar estratégico para a continuidade e a sustentabilidade das operações empresariais Ao longo do estágio supervisionado foi possível vivenciar na prática a transição de uma abordagem meramente reativa para modelos proativos e sistêmicos de gestão da segurança em que esta é tratada como parte integrante e indissociável dos processos produtivos A experiência proporcionou uma visão holística do papel do engenheiro de segurança permitindo observar em diferentes cenários tanto em ambientes administrativos quanto em canteiros de obras a aplicação concreta das teorias de causalidade de acidentes Ficou evidente como a evolução do foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas conforme preconizado por modelos como os de Reason e Amalberti resulta na construção de barreiras de proteção mais eficazes e na promoção de uma cultura organizacional de segurança mais justa e resiliente A Norma Regulamentadora NR12 por sua vez destacouse como uma ferramenta de aplicação prática essencial orientando inspeções análises de risco e a hierarquização das medidas de controle tornando a prevenção mais assertiva e consistente No campo da Higiene do Trabalho a aplicação prática de metodologias para a medição de agentes físicos como ruído e iluminamento reforçou a importância da avaliação quantitativa baseada em evidências para a prevenção de doenças ocupacionais Da mesma forma a análise de sistemas de prevenção e combate a incêndios e explosões evidenciou que a segurança não se limita à reação a emergências mas é construída a partir de estratégias integradas e de caráter preventivo capazes de minimizar riscos antes que eles se materializem 4 REFERÊNCIAS Artigo segurança do trabalho Periódicos Científicos da UFRGS Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsseerufrgsbrProdutoProducaoarticleviewFile3582140482 BAÍA Amândio et al Implementação do Método FMEA numa PME Egitania Sciencia v 2 n 19 p 83106 2016 12 CAMPANHOLE A CAMPANHOLE H L Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 Cargo E Engenheiro de Segurança do Trabalho Progep Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsprogepufesbrcargoeengenheirodeseguranC3A7adotrabalho CUNHA DE MENEZES João Paulo RELAÇÃO DAS CRENÇAS DE AUTOEFICÁCIA COM AS EMOÇÕES ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO E INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NA FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES Revista Góndola Enseñanza y Aprendizaje de las Ciencias v 17 n 2 2022 DA SILVA Itamara Valéria dos Santos DA SILVA FERREIRA Jorgenete Crispim ALBUQUERQUE Francielda Avelino Estágio supervisionado e suas contribuições para os licenciandos Abordagem nas políticas públicas existentes que ofertam aporte a formação e atuação do docente Scientia Naturalis v 3 n 5 2021 DA SILVA RAFAEL AUGUSTO LOPES Gerenciamento da Manutenção correlacionada à Eficiência da Segurança Revista Científica eLocução v 1 n 20 p 2121 2021 DE LIMA Valmir Ferreira LIMA Luiz Eduardo Melo Gestão de segurança do trabalho na indústria de papel diagnóstico de cultura de segurança por meio de pesquisa de identificação do nível de segurança Revista Gestão Industrial v 13 n 4 2018 Engenharia de Segurança do Trabalho Entenda sua Importância Engemed Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwengemedmedbrblogengenhariadesegurancadotrabalhoentendasuaimportancia FREITAS Fabrício Monte DA SILVA João Alberto OLIVEIRA Ricardo Rios Formação inicial de professores de matemática os estágios supervisionados e as histórias de vida Initial training of teachers of mathematics supervised the stages and life stories Revista Eletrônica de Educação Matemática v 5 n 1 p 6170 2010 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 LIMA Jhonatas Isac Pereira et al Vivência e experiência no estágio supervisionado em ensino de Geografia II no contexto pandêmico Research Society and Development v 11 n 5 p e58111528060e58111528060 2022 MENEZES João Paulo Cunha INFLUÊNCIA DO AFETO POSITIVO AUTOEFICÁCIA E SATISFAÇÃO NO ENTUSIASMO DOS ESTUDANTES DURANTE O ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO Formação DocenteRevista Brasileira de Pesquisa sobre Formação de Professores v 15 n 34 p 111124 2023 13 NR12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwguiatrabalhistacombrlegislacaonrnr12htm OLIVEIRA S Sousa B Rodrigues L Estágio supervisionado em educação infantil Cadernos Do Gposshe onLine 72 2023 Riscos Ambientais DIVISÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsdsstufscbrriscosambientais Riscos Físicos Quais são e como se prevenir OnSafety Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsonsafetycombrriscosfisicosquaissaoecomoseprevenir SEGURANÇA E SAÚDE NO CENTRO DO FUTURO DO TRABALHO International Labour Organization Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwiloorgsitesdefaultfileswcmsp5groupspubliceuroperogenevailolisbondoc umentspublicationwcms690142pdf 14 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 15 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 16 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada Dias e Leonardo Engenharia Ltda com sede na cidade de Estado e a Faculdade Ibra doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é de 02062025 à 07072025 podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades Integração na empresa e apresentação dos setores conhecimento das normas internas de segurança acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 apoio na elaboração de checklists de inspeção identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento apoio na especificação de EPIs e verificação do uso adequado registro fotográfico e documental das atividades avaliação de condições térmicas calor e frio análise ergonômica de postos de trabalho NR17 participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos apoio em auditorias internas de segurança elaboração de relatórios técnicos parciais inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes apoio em campanhas educativas e palestras de segurança consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas elaboração do relatório final de estágio revisão das atividades realizadas entrega de relatórios finais encerramento e avaliação do estágio com o supervisor CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica 17 CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a 18 Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Dias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágio Fernando Paulo da Silva Leonardo Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário Integração na empresa e apresentação dos setores Conhecimento das normas internas de segurança Acompanhamento inicial em inspeções de máquinas equipamentos e instalações NR12 Apoio na elaboração de checklists de inspeção Identificação e análise de riscos ocupacionais máquinas e processos Avaliação de agentes físicos ruído e iluminamento em ambientes de trabalho Apoio na especificação de EPIs e verificação de uso adequado Registro fotográfico e documental das atividades Avaliação de condições térmicas calor e frio Análise ergonômica de postos de trabalho NR17 Participação em práticas de higiene ocupacional agentes químicos e biológicos Apoio em auditorias internas de segurança Elaboração de relatórios técnicos parciais Inspeção de sistemas de proteção contra incêndios e explosões extintores hidrantes sprinklers Participação em treinamentos de prevenção de incêndios e emergências Análise de rotas de fuga saídas de emergência e sinalização Apoio na atualização de Programas de Prevenção de Riscos PGR Participação em reuniões de análise de acidentes e incidentes Apoio em campanhas educativas e palestras de segurança Consolidação das observações de campo e atividades desenvolvidas Elaboração do relatório final de estágio Revisão das atividades realizadas 19 Entrega de relatórios finais Encerramento e avaliação do estágio com o supervisor 20 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágioDias e Leonardo engenharia ltda Supervisor a do estágioFernando Paulo da Silva Leonardo Período do estágio02062025 01072025 Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar 02062025 E07h 6h S13h 03062025 E07h 6h S13h 04062025 E07h 6h S13h 05062025 E07h 6h S13h 06062025 E07h 6h S13h 09062025 E07h 6h S13h 10062025 E07h 6h S13h 11062025 E07h 6h S13h 12062025 E07h 6h S13h 13062025 E07h 6h S13h 16062025 E07h 6h S13h 17062025 E07h 6h S13h 18062025 E07h 6h S13h 19062025 E07h 6h S13h 20062025 E07h 6h 21 S13h 23062025 E07h 6h S13h 24062025 E07h 6h S13h 25062025 E07h 6h S13h 26062025 E07h 6h S13h 27062025 E07h 6h S13h 30062025 E07h 6h S13h 01072025 E07h 6h S13h 02072025 E07h 6h S13h 03072025 E07h 6h S13h 04072025 E07h 6h S13h 07072025 E07h 6h S13h Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO RELATÓRIO GRUPO EDUCACIONAL IBRA 22 Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do EstágioDias e Leonardo engenharia ltda Data de início do Estágio 02 06 2025 02062025 O estágio foi realizado na empresa Dias e Leonardo Engenharia Ltda especializada em projetos e execução de obras industriais e comerciais com foco em engenharia de segurança manutenção preventiva e consultoria em normas regulamentadoras A estrutura física da empresa é organizada em escritórios técnicos setor administrativo almoxarifado e áreas externas de acompanhamento de obras O estagiário teve acesso aos setores de segurança do trabalho manutenção e engenharia além de participar de inspeções em campo visitas técnicas e reuniões com as equipes Essa vivência possibilitará compreender na prática a aplicação das normas de segurança e saúde no trabalho NRs contribuindo para o desenvolvimento de habilidades analíticas e técnicas necessárias ao futuro profissional da área As expectativas de aprendizado para o estágio incluem o desenvolvimento da capacidade de identificar riscos ocupacionais e propor soluções práticas que contribuam para a melhoria das condições de trabalho Esperase aplicar os conhecimentos adquiridos sobre normas regulamentadoras como a NR12 NR17 higiene ocupacional e prevenção de incêndios colocando em prática os conceitos teóricos estudados ao longo da formação Além disso buscase compreender de forma aprofundada os processos de auditoria inspeção e elaboração de relatórios técnicos aprimorando a visão sistêmica da gestão de segurança do trabalho Outro ponto 03062025 04062025 05062025 06062025 09062025 10062025 11062025 12062025 13062025 16062025 17062025 18062025 19062025 20062025 23062025 24062025 25062025 26062025 27062025 30062025 01072025 02072025 03072025 04072025 07072025 23 importante é o desenvolvimento de habilidades de comunicação e de trabalho em equipe por meio da participação em reuniões campanhas educativas e palestras de segurança Por fim o estágio visa proporcionar experiência na elaboração de programas e documentos técnicos como o Programa de Gerenciamento de Riscos PGR consolidando assim a preparação do estagiário para atuação profissional na área Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 1 Dados do estagiário a 24 Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 25 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 Ótimo 26 alunoclientes durante uma aulaatendimento 0 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u 27 l a r 7 8 B o m 9 10 Ó t i m o 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 M u i t o F r a c o 3 4 F r a c o 5 6 R e g u l a r 7 8 B o m 9 10 Ó t i m o OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 28 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 1 0 Ótimo

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