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GUIA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 APRESENTAÇÃO GERAL Este Portfólio de Estágio visa oportunizar uma melhor condição de descrever as atividades a serem desenvolvidas no decorrer do Estágio Supervisionado o aluno será acompanhado e supervisionado em todos os momentos de sua observaçãoprática quando permitido de uma maneira organizada e sequenciada Sendo este mais um instrumento de avaliação da sua prática siga corretamente as instruções de preenchimento e atenda às orientações do supervisor de estágio Lembrese a vivência prática aliada à teoria é de fundamental importância na construção de um grande profissional aproveite bem esta oportunidade que o Curso do Grupo Educacional IBRA lhe oferece Procuramos ser o mais objetivo possível e a apresentação destas normas farseá de forma que a interação entre o aluno e o curso escolhido para a pósgraduação seja a mais proveitosa possível O cumprimento da carga horária total do estágio supervisionado para o Curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho darseá por meio de 150 horas que deverão ser cumpridas em conformidade com as políticas educacionais de cada curso e legislação de estágio vigente 2 ASPECTOS LEGAIS A inclusão do Estágio Supervisionado no Curso de PósGraduação em nível de Especialização visa flexibilizar o desenvolvimento e a organização dos estudos fortalecendo a autonomia intelectual no processo formativo ao acesso das tecnologias de comunicação informação Conforme parecer do CNECP 282001 a atuação supervisionada é entendida como tempo de aprendizagem que através de um período de permanência alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma prática ou ofício Pelo exercício direto in loco seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades daquela área profissional sob a responsabilidade de um profissional já habilitado A atuação supervisionada é uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho acadêmico Nesse sentido deve ser previsto tempo suficiente para a realização das atividades de planejamento avaliação e intervenção nos diferentes espaços de atuação do profissional mediante a área na qual ele está se especializando 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Estágio Supervisionado terá um total de 150h cento e cinquenta horas de duração Seguindo prioritariamente o que está estabelecido pela Lei N 11788 De 25 Setembro De 2008 a saber 2 Art 10 A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar II 6 seis horas diárias e 30 trinta horas semanais no caso de estudantes do ensino superior da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular Ao curso de Engenharia de Segurança do Trabalho O estágio deverá ser realizado na área específica do curso no qual está matriculado e poderá ser realizado após o primeiro mês do curso e tendo realizado pelo menos dois módulos da matriz que deverá ser integralizada até o final do curso 31 CONFEA Baseado na resolução 369 do CONFEACREA de 1991 o curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho atribui ao pós graduado na área a segunda atribuição junto ao CREA A segunda atribuição possibilita que o engenheiro em uma determinada área também possa ter atividades na área de engenharia de segurança do trabalho São as atividades Supervisionar coordenar e orientar serviços da área Realizar estudos no ambiente de trabalho para identificar e controlar os riscos Implantar técnicas de gerenciamento e controle de risco Realizar perícias e emitir pareceres para controle sobre o grau de exposição aos riscos físicos químicos e biológicos etc Propor medidas preventivas e corretivas e orientar trabalhos estatísticos Propor normas e políticas de segurança do trabalho fiscalizando o seu cumprimento Elaborar projetos de sistema de segurança do trabalho e assessorar a elaboração de projetos e obras para garantir a segurança Analisar instalações máquinas e equipamentos projetando dispositivos de segurança Atuar em projetos de proteção contra incêndios Delimitar as áreas de periculosidade Fiscalizar os sistemas de proteção coletiva e os EPI Acompanhar a aquisição de substâncias e equipamentos que ofereçam riscos Elaborar planos para prevenir acidentes Realizar treinamentos Emitir Anotação de Responsabilidade Técnica ART 3 32 CREA SEGUNDA TITULAÇÃO O CREA exige entretanto que alguns pontos sejam sanados O Curso tem que ser feito no mínimo em um ano Para ter a segunda atribuição o pós graduando deve realizar estágio que terá em seu computo as horas práticas exigidas pelo conselho e que será apresentado em forma de artigo conforme Projeto Político Pedagógico de Curso apresentado e aprovado pelo Conselho Regional e Engenharia e Arquitetura em ocasião da parceria firmada e devidamente aprovado no Conselho Isso porém não quer dizer que quem fez o curso de pósgraduação e não optou pela segunda atribuição terá seu certificado invalidado a única diferença é que não poderá ter as atividades listadas a cima mas será um pósgraduado na área Portanto caso o estudante queira validar essa extensão de atribuição junto ao CREA deverá cumprir essas exigências tempo mínimo de 12 meses de curso e entrega de trabalhos conforme especificado no PPC do Curso Com o certificado de pósgraduação em mãos ele deve se dirigir ao CREA da sua região o CREA vai orientálo sobre como proceder e dará entrada na solicitação para validar a titulação do aluno naquela região 4 OBJETIVOS 41 Objetivo Geral Conforme Artigo 1 da LEI N 11788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 que dispõe sobre estágio de estudantes Estágio é ato educativo escolar supervisionado desenvolvido no ambiente de trabalho que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos 42 Objetivos Específicos Incentivar a reflexão sobre as diferente estratégias de trabalho bem como vivência que sejam capazes de modificar o conflito estabelecido entre os aspectos teóricos e práticos Realizar observações profissionais de propostas inovadoras capazes de promover conhecimento e proposição de novas teoricas que conjuguem prática e fundamentção consitententes Desenvolver reflexão criteriosa acerca das problemáticas encontradas no período de realização de estágio sendo assim poderá municiarse de estratégicas próprias para a elaboração de planos e ações com a finalidade de enfrentar a contento as dificuldades na realização deste estágio Identificar a função e atribuição de todos os elementos envolvidos no processo de estágio 4 Acompanhar e vivenciar sempre que possível todos os processos vivenciados em âmbito Institucional Registrar em todos os instantes as etapas superadas no estágio e conseguir refletir sobre estas de forma a aprimorar seus conhecimentos 5 DA IMPORTÂNCIA Citando Roerch 1999 Tracz e Dias 2006 p 1 o estágio é uma chance que o acadêmico tem para aprofundar conhecimentos e habilidades nas áreas de interesse do aluno Não só isto é no momento do estágio que o acadêmico vê realmente como é a realidade cotidiana e a complexidade da sua futura área profissional Esses autores citam também Bianchi 1998 que diz que se o estágio supervisionado for visto como Uma atividade de que pode trazer imensos benefícios para a aprendizagem para a melhoria do ensino a para o estagiário no que diz respeito à sua formação certamente trará resultados positivos além de estes tronaremse ainda mais importantes quando se tem consciência de que as maiores beneficiadas serão a sociedade e em especial a comunidade a que se destinam os profissionais egressos da universidade TRACZ e DIAS 2006 p 2 Ainda mais levando em conta a importância de se colocar em pratica essa atitude reflexiva logo no início da formação docente O estágio é um meio que pode levar o acadêmico a identificar novas e variadas estratégias para solucionar problemas que muitas vezes ele nem imaginava encontrar n sua área profissional Ele passa a desenvolver mais o raciocínio a capacidade e o espírito crítico além da liberdade do uso da criatividade 6 DAS CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE Os campos de estágio serão diversos dependendo do curso 61 RECURSOS HUMANOS Conforme estabelecido pela LEI N 11788 DE 25 de SETEMBRO DE 2008 caberá as partes Da instituição de ensino indicar professor eou orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário 5 Especificamente ao que tange às responsabilidades do Grupo Educacional IBRA a responsabilidade técnica da Instituição estará sobre a Coordenação Pedagógica Da parte concedente indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário para orientar e supervisionar até 10 dez estagiários simultaneamente 7 DO TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO O termo de compromisso é o documento legal que regulamento prática do estágio e deve ser preenchido de acordo com as orientações constantes em seu formulário próprio que se encontra nos anexos desse guia e deve estar assinado por todas as partes Grupo Educacional IBRA empresa concedente de estágio e Estagiário antes do início do estágio Caso não seja assinado a prática de estágio será cancelada até que o mesmo seja regulamentado Após assinado deverá ser digitalizado e irá compor o relatório final do estágio a ser enviado conforme direcionamentos constantes neste guia 8 DA AVALIAÇÃO O acompanhamento do desempenho e aproveitamento do estagiário relacionada a todas as atividades desenvolvidas será responsabilidade do supervisor responsável de acompanhar o aluno no local do estágio e posteriormente o relatório do estágio será avaliado pelo coordenador pedagógico do Grupo Educacional IBRA 9 DEVERES E OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO Estar regularmente matriculado no curso Tomar conhecimento das normas gerais do local onde irá realizar o estágio e respeitá las devendo também observar as normas da instituição e cumprilas de acordo com o local escolhido Cumprir o horário estabelecido observando sempre a pontualidade Comunicar e justificar com antecedência suas ausências nas atividades programadas Apresentar frequentemente fichas de registro de atividades e relatório sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio para análise e orientação adequadas Documentar devidamente as diversas atividades desenvolvidas durante as 150h cento e cinquenta horas de estágio 10 AVALIAÇÃO DOS ESTÁGIOS Relatórios com apreciação pessoal das várias atividades de estágios e síntese da situação vivenciada 6 Documentos com boa apresentação linguagem correta conteúdo e contribuição pessoal 11 ETAPAS DO RELATÓRIO FINAL Não existe trabalho sem planejamento organizese para desenvolver um excelente estágio Você irá elaborar o planejamento das atividades de seu estágio que deverá ser constituído das seguintes partes INTRODUÇÃO Apresentar um parágrafo onde conste o objetivo do estágio registrar nome endereço e telefone da instituição escolhida para estágio assim como o nome do responsável pela assinatura da ficha de registro de estágio anexo 2 O estagiário deverá fazer antes de começar o estágio um relatório inicial com suas expectativas quanto à experiência profissional que irá vivenciar E ao final irá elaborar outro relatório descrevendo os principais aspectos processos pedagógicos comportamentais de interrelacionamento eou de aprendizado específico que marcam determinado período Nesses relatórios deve ser mencionada a contribuição da sua prática no estágio para a sua formação profissionalizante DESENVOLVIMENTO Relacionar os registros em ordem cronológica das atividades desenvolvidas apresentar e especificar as facilidades e dificuldades durante o processo de estágio descrever os tipos de atividades desenvolvidas e as novas experiências adquiridas em sua formação ANEXOS QUE DEVEM SER ENVIADOS Ficha de Encaminhamento para Estágio e Termo de Aceite CONSTANTES NOS ANEXOS DESTE MANUAL Deverá ser preenchida ou impressa com os dados dos alunos as e assinada pelo gestor de polo para posteriormente ser entregue ao responsável da Instituição na qual o aluno realizará o estágio Fichas de Registros de Atividades conforme disponibilizados nos anexos Anexála s ao relatório final do estágio Caso seja necessário o aluno a poderá utilizar mais de uma ficha de registro de atividades no entanto todas deverão ser assinadas pelo responsável pela Instituição 7 TEMPLATE GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO SUMÁRIO 8 1 INTRODUÇÃO 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II 221 RUÍDO 222 TEMPERATURA 223 ILUMINAMENTO 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 REFERÊNCIAS 5 ANEXOS 1 INTRODUÇÃO O estágio supervisionado é de extrema importância para a formação do discente é nessa etapa onde todo conhecimento adquirido durante a especialização poderá ser aplicado de forma prática 9 Neste relatório serão apresentadas as características da empresa as condições do local de trabalho e as atividades desenvolvidas subdividindose entre escritório e canteiros de obras Serão descritas também as atividades desenvolvidas pelo aluno sua atuação frente aos imprevistos cotidianos fazendose uma análise do estágio e de sua importância no processo de constante aprendizado e união da prática com a teoria 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A fundamentação teórica é de forma geral a revisão das pesquisas e das discussões de outros autores sobre o tema que será abordado em seu trabalho Ou seja é a contribuição das teorias de outros autores para a sua pesquisa Para que seu trabalho tenha uma boa fundamentação teórica você deve utilizar apenas fontes de pesquisa confiáveis Por esse motivo ao reunir sua bibliografia tome cuidado com as ferramentas de pesquisa de internet Limite as consultas aos sites de instituições conceituadas como instituições de ensino e de pesquisa 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Neste tópico serão registradas as atividades realizadas durante o período de estágio como Análises laboratoriais e sua adequada interpretação Medidas de controle relativas ao trabalhador e ao meio 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES Identificar e avaliar riscos de modo a estabelecer medidas preventivas e corretivas a nível coletivo individual e administrativo em máquinas equipamentos ferramentas e instalações Referencial teórico metodológico MINISTERIO DEL TRABAJO ESPANÃ Tratado de Higiene y Seguridad del Trabajo Madrid Ministerio Del Trabajo 1971 FAWCETT HH Safety and Accident Prevention in Chemical Operations Reino Unido Ed Interscience Publishers 1964 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II Abordar a conceituação abrangência e importância da Higiene do Trabalho 10 Classificação dos agentes causadores de riscos à saúde 221 RUÍDO Abordar os aspectos legais e normativos Física do som Níveis de ruído Frequências Transformação de níveis exercícios analíticos Medidores de nível de ruído e dosímetros exercícios práticos de medição Barreiras isolação e enclausuramento Setorização controle do ruído absorção seletividade e eficiência de materiais acústicos Análise de casos Trabalho prático de controle 222 TEMPERATURA Avaliar técnicas de uso do instrumental discussão de casos Temperaturas baixas conceito geral e ocorrências 223 ILUMINAMENTO Conceituar os tipos de Níveis de iluminamento Fatores intervenientes Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Referencial teórico metodológico CAMPANHOLE HL CAMPANHOLE A Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES Relate a importância da proteção contra incêndio controle de materiais combustíveis compartimentação horizontal e vertical proteção da estrutura do edifício rotas de fuga meios de acesso dos equipamentos de combate sinalização de emergência e controle do movimento de fumaça extintores sistemas fixos equipamentos móveis de combate a incêndios veículos de combate sistema proporcionador de espuma Referencial teórico metodológico ABIQUIM Manual para atendimentos de emergências 5ª edição Próquimica São Paulo 2006 11 GOMES AG Cartilha de prevenção contra incêndio Editora interciência 2001 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO Analise as causas das doenças do trabalho Agentes químicos biológicos ergonômicos Condições ambientais bem como de ambientes laborais para fins periciais e de auditorias Referencial teórico metodológico ARAÚJO A ALBERTO MF NEVES MY ATHAYDE M Cenários do trabalho subjetividade movimento e enigma Rio de Janeiro Ed DP S 2004 GOMES A O trabalho no século XXI considerações para o futuro do trabalho São Paulo Ed Anita Garibaldi 2001 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste tópico será registrado as considerações finais realizando o fechamento dos aspectos discutidos no relatório É importante que o aluno relate as experiências vivenciadas durante a realização do estágio e aborde como isso implicará de forma positiva em sua carreira profissional 4 REFERÊNCIAS Neste tópico deverão ser apresentadas todas as referências bibliográficas utilizadas na construção do trabalho 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 12 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 13 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada EMPRESA com sede na cidade de Estado e a Instituição de Ensino doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é deà podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior 14 a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data 15 Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Supervisor a do estágio Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário 16 FACULDADE IBRA 17 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágio Supervisor a do estágio Período do estágio Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar E S E S E S E S E S E S Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO GRUPO 18 RELATÓRIO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do Estágio Data de início do Estágio Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 19 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 20 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 21 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 22 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 23 GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II 221 RUÍDO 222 TEMPERATURA 223 ILUMINAMENTO 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 REFERÊNCIAS 5 ANEXOS 2 1 INTRODUÇÃO Engenharia de Segurança do Trabalho é um pilar essencial para a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores nos modernos ambientes industriais e de serviços Sua evolução histórica demonstra uma importante transição de abordagens reativas focadas na resposta a acidentes para estratégias proativas e preventivas que buscam não apenas mitigar riscos mas também aprimorar a produtividade e garantir que os ambientes de trabalho sejam intrinsecamente seguros Nesse contexto o estágio supervisionado é de extrema importância para a formação do discente sendo a etapa onde o conhecimento adquirido durante a especialização é aplicado de forma prática A experiência prática conforme definido legalmente é um ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação para o trabalho produtivo permitindo a vivência direta dos processos em um ambiente real Este relatório tem como objetivo apresentar as características da empresa concedente as condições do local de trabalho e as atividades desenvolvidas que se subdividem entre as rotinas de escritório e os desafios práticos nos canteiros de obras Serão descritas também as atividades desenvolvidas pelo aluno sua atuação frente aos imprevistos cotidianos e uma análise do estágio como um processo fundamental de aprendizado e união entre a teoria e a prática 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma disciplina especializada cujo objetivo primordial é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais por meio da identificação avaliação e controle dos riscos que podem comprometer a saúde e a segurança dos trabalhadores Sua concepção moderna transcende a mera conformidade com normas prescritivas posicionandose como um pilar estratégico para as organizações A evolução histórica do campo reflete uma transição de abordagens reativas focadas na análise de eventos passados para modelos proativos e sistêmicos que consideram a segurança uma característica intrínseca e dinâmica dos sistemas de trabalho O investimento em uma robusta cultura de segurança demonstra trazer resultados superiores para as empresas como maior retenção de talentos aumento da produtividade e melhoria da imagem corporativa A compreensão sobre como os acidentes ocorrem evoluiu significativamente ao longo do tempo Uma das abordagens seminais é a Teoria dos Dominós de Heinrich 1932 que postula que os acidentes não são eventos aleatórios mas o resultado de uma sequência linear de fatores Este modelo que influenciou a legislação brasileira como as Normas Regulamentadoras 4 5 18 e a NBR 14280 descreve a ocorrência como a queda de cinco dominós enfileirados o ambiente social e a ancestralidade do indivíduo que geram falhas pessoais a falha pessoal como causa de um ato inseguro ou de uma condição mecânica ou física perigosa o ato ou condição insegura como causa direta do acidente e por fim a lesão resultante do acidente Esta visão embora fundamental é a base da Abordagem Tradicional que frequentemente concentra seus esforços em identificar e punir os responsáveis tratando o erro humano como a causa principal dos eventos adversos Uma limitação crítica dessa perspectiva é sua tendência a 3 ignorar riscos não visíveis como a sobrecarga de informações o ritmo de trabalho intenso a remuneração inadequada e outros fatores psicossociais que impactam a dimensão cognitiva do trabalho e podem levar a danos à saúde física e psicológica Em oposição a essa visão linear a Abordagem Contemporânea ou Sistêmica representa uma mudança de paradigma ao desviar o foco da culpa do trabalhador para as falhas e disfunções do sistema em que ele está inserido Nesta perspectiva acidentes são interpretados como oportunidades de aprendizado organizacional e caminhos para o aprimoramento do sistema como um todo O questionamento central passa a ser por que os mecanismos de defesa e as barreiras de proteção do sistema falharam em evitar o acidente Dentro da abordagem sistêmica destacamse modelos mais complexos Perrow 1985 ao estudar empreendimentos de alto risco como usinas nucleares argumenta que alguma forma de acidente é inevitável nesses sistemas independentemente dos dispositivos de segurança devido à complexidade e ao acoplamento das interações que podem gerar falhas imprevistas Em linha com esse pensamento o Modelo do Queijo Suíço de Reason 1993 propõe a gestão de erros por meio da identificação e correção de condições latentes as falhas ocultas no sistema como decisões gerenciais equivocadas treinamento inadequado ou má concepção de processos O acidente ocorreria quando as fendas dessas diversas camadas de defesa as fatias do queijo se alinhassem permitindo que uma trajetória de erro se concretizasse Aprofundando a análise sobre os fatores humanos Amalberti 1996 introduz o conceito de metacognição que se refere ao conhecimento e autocontrole dos recursos cognitivos do trabalhador permitindo que ele detecte e se recupere de seus próprios erros Os erros sob esta ótica são vistos como sintomas de fragilidades nas proteções cognitivas oferecidas pelo sistema de trabalho Outros modelos como a Teoria dos Portadores de Perigos de Skiba 1973 também contribuem para essa visão ao classificar os fatores do sistema em pessoa e objeto como portadores de uma energia danificadora que se ativada constitui o acidente Esta evolução teórica partindo de modelos lineares e focados no indivíduo para abordagens complexas e sistêmicas fundamenta o papel estratégico do engenheiro de segurança moderno Sua função não é mais a de um mero fiscal de conformidade mas a de um gestor proativo de riscos capaz de analisar e intervir na complexa interação entre tecnologia processos organizacionais e fatores humanos para construir sistemas de trabalho intrinsecamente mais seguros e resilientes 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Nesta seção serão registradas e detalhadas as atividades práticas desenvolvidas durante o período do estágio supervisionado O foco reside na aplicação direta dos conhecimentos de Engenharia de Segurança do Trabalho abrangendo desde a avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais até a implementação de medidas de controle voltadas tanto para o trabalhador quanto para o ambiente As atividades descritas a seguir representam a aplicação prática dos princípios de higiene e segurança ocupacional em um cenário real de trabalho 4 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES A prevenção de acidentes em máquinas equipamentos e instalações constitui uma das áreas mais críticas da Engenharia de Segurança do Trabalho dada a alta potencialidade de lesões graves ou fatais associadas a esses riscos A prática desenvolvida nesta área teve como objetivo principal identificar perigos e avaliar os riscos associados a fim de estabelecer um conjunto hierarquizado e eficaz de medidas preventivas e corretivas abrangendo os níveis coletivo individual e administrativo O pilar regulatório para esta atividade é a Norma Regulamentadora 12 NR12 que estabelece os requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais em todo o ciclo de vida de uma máquina desde o seu projeto e fabricação até a sua desativação e desmonte O escopo abrangente da norma implica que a segurança deve ser um componente intrínseco incorporado desde a concepção do equipamento A metodologia de trabalho seguiu rigorosamente a hierarquia de medidas de controle preconizada pela NR12 que define uma ordem de prioridade para a implementação das soluções de segurança Em primeiro lugar foram priorizadas as Medidas de Proteção Coletiva EPC consideradas as mais eficazes por protegerem todos os trabalhadores simultaneamente As atividades práticas neste âmbito envolveram a inspeção verificação e sugestão de melhorias em proteções físicas fixas e móveis assim como em dispositivos de segurança interligados e sistemas de proteção para transmissões de força e componentes móveis De forma complementar e em sequência na hierarquia foram implementadas as Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho com o objetivo de organizar os processos de forma segura Estas práticas incluíram a análise e elaboração de procedimentos de trabalho padronizados a criação de listas de verificação para inspeções rotineiras pelos próprios operadores e o planejamento de serviços de manutenção com uma avaliação prévia dos riscos envolvidos O treinamento e a autorização formal dos trabalhadores para que pudessem operar e intervir nas máquinas de forma segura também foram focos de atuação Como último recurso na hierarquia de controle foram adotadas as Medidas de Proteção Individual EPI aplicadas somente quando as medidas coletivas e administrativas se mostraram insuficientes para eliminar ou controlar adequadamente os riscos A atividade neste caso consistiu na especificação técnica e na verificação do uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual mais adequados para os riscos remanescentes da operação Para subsidiar a aplicação de toda essa hierarquia a identificação dos perigos foi realizada com o emprego de ferramentas como a Análise Preliminar de Risco APR que permite um estudo detalhado das causas e efeitos potenciais de cada perigo orientando a proposição das medidas preventivas mais adequadas para minimizar o risco ao máximo possível As atividades práticas portanto foram abrangentes incluindo desde a verificação do arranjo físico e das distâncias mínimas entre máquinas até a inspeção de componentes pressurizados e sistemas de parada de emergência sempre visando garantir a plena conformidade com as exigências técnicas detalhadas na NR12 5 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II A Higiene do Trabalho é a ciência e a arte dedicadas à antecipação reconhecimento avaliação e controle dos riscos ambientais presentes nos locais de trabalho que podem resultar em doenças ocupacionais É fundamental distinguir sua atuação da Segurança do Trabalho enquanto a Segurança foca na prevenção de acidentes por meio do controle de riscos operacionais a Higiene Ocupacional concentrase na prevenção de doenças por meio da avaliação e gestão dos riscos ambientais Uma prática eficaz nesta área exige uma sólida base teórica incluindo o conhecimento de processos industriais matériasprimas metodologias de avaliação e a legislação pertinente combinada com a análise prática das situações e postos de trabalho Os riscos são classificados em agentes físicos químicos biológicos e ergonômicos cada um demandando uma abordagem específica de avaliação e controle 221 RUÍDO O ruído ocupacional é um dos agentes físicos mais prevalentes nos ambientes industriais exigindo uma caracterização cuidadosa e a adoção de medidas de controle correspondentes A avaliação da exposição ao ruído é preferencialmente realizada com o uso de dosímetros de ruído equipamentos portáteis que acompanham o trabalhador durante sua jornada e fornecem uma amostra representativa da exposição considerando as variações de atividade e flutuações dos níveis de pressão sonora No Brasil a avaliação normativa é orientada principalmente pelo Anexo 1 da NR15 e pela Norma de Higiene Ocupacional nº 01 NHO01 da Fundacentro A NHO01 é considerada uma metodologia mais precisa pois emprega o conceito de Nível de Exposição Normalizado NEN para converter os níveis de exposição para uma jornada padrão de 8 horas e estabelece um limiar de contagem de dose a partir de 80 dBA Após a avaliação caso os níveis de exposição ultrapassem o nível de ação ou o limite de tolerância devem ser implementadas medidas de controle que seguem uma hierarquia incluindo o enclausuramento de fontes o uso de barreiras acústicas e o isolamento de processos ruidosos 222 TEMPERATURA As temperaturas extremas tanto o calor quanto o frio são reconhecidas como riscos físicos capazes de impactar negativamente a produtividade e a saúde do trabalhador As fontes de exposição são diversas incluindo trabalhos a céu aberto cozinhas mineração e siderúrgicas para o calor e frigoríficos operações portuárias em regiões frias e açougues para o frio A avaliação do conforto térmico no Brasil enfrenta uma carência de normas abrangentes e atualizadas levando a uma dependência da NR17 e da NBR 16401 ambas consideradas limitadas para muitos cenários Por essa razão normas internacionais como a ASHRAE 55 e a ISO 7730 são frequentemente utilizadas como referência técnica A NR17 estabelece para atividades intelectuais e ambientes como escritórios que as temperaturas devem ser mantidas entre 20C e 23C A avaliação prática do ambiente térmico deve ser conduzida por profissionais qualificados utilizando instrumentação adequada para determinar as condições e projetar intervenções precisas para otimizar o conforto e a segurança 6 223 ILUMINAMENTO A iluminação inadequada em um ambiente de trabalho é classificada como um risco ergonômico que pode causar danos à visão fadiga e contribuir para a baixa produtividade O arcabouço regulatório brasileiro para este agente passou por uma significativa modernização Anteriormente havia ambiguidades na aplicação das normas técnicas mas a publicação da Norma de Higiene Ocupacional nº 11 NHO 11 pela Fundacentro em 2018 estabeleceu uma metodologia clara e padronizada para a avaliação dos níveis de iluminamento em ambientes internos de trabalho Desde janeiro de 2022 a Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia passou a referenciar explicitamente a NHO 11 consolidandoa como o principal instrumento técnicolegal para este fim A NHO 11 fornece tanto os procedimentos de medição quanto os níveis de iluminância recomendados para uma vasta gama de atividades e áreas permitindo uma avaliação objetiva e a implementação de projetos de iluminação que garantam a saúde o conforto visual e a eficiência dos trabalhadores 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES A proteção contra incêndios e explosões em ambientes de trabalho é uma disciplina complexa que transcende a simples instalação de equipamentos exigindo uma abordagem sistêmica e integrada para garantir a segurança das edificações e principalmente de seus ocupantes A eficácia de um sistema de proteção depende do conhecimento e do treinamento das pessoas para identificar riscos operar corretamente os equipamentos de combate em um primeiro momento agir com calma durante uma emergência e acionar os serviços especializados A base para toda a estratégia de prevenção e combate reside na compreensão da teoria do fogo que evoluiu do triângulo para o tetraedro do fogo um modelo que inclui quatro elementos essenciais para a ocorrência e sustentação da combustão o combustível o comburente geralmente o oxigênio o calor e a reação em cadeia A eliminação de qualquer um desses quatro elementos é o princípio que rege todos os métodos de extinção de incêndios As estratégias de proteção são amplamente divididas em sistemas preventivos e defensivos As práticas de prevenção são aquelas que visam evitar a iniciação ou a propagação do fogo envolvendo aspectos estruturais tecnológicos e organizacionais Durante o estágio a atuação prática nesta área envolveu a análise e verificação desses sistemas como o controle de materiais combustíveis e seu armazenamento adequado a compartimentação horizontal entre ambientes no mesmo pavimento e vertical entre andares para conter o avanço do fogo e da fumaça e a proteção da estrutura do edifício para evitar o colapso precoce em caso de incêndio Adicionalmente foram inspecionadas as rotas de fuga garantindo sua desobstrução e sinalização adequada os meios de acesso para as viaturas e equipamentos do corpo de bombeiros e a eficácia da sinalização de emergência que orienta os ocupantes e as equipes de resgate Os sistemas defensivos por sua vez são aqueles voltados para o combate ativo ao fogo e às operações de resgate A prática envolveu a identificação e a inspeção dos equipamentos e 7 sistemas disponíveis como os extintores de incêndio verificando sua correta localização tipo carga e validade Foram analisados também os sistemas fixos como redes de hidrantes e sprinklers chuveiros automáticos e os equipamentos móveis de combate A prevenção de explosões em ambientes industriais um risco de consequência severa requer uma abordagem ainda mais abrangente baseada em uma avaliação de risco criteriosa na gestão de segurança de processos e na classificação de áreas perigosas onde atmosferas explosivas podem se formar Medidas como o controle de fontes de ignição o correto manuseio de produtos químicos a gestão de poeiras combustíveis e a implementação de planos de resposta a emergências são cruciais para mitigar esse risco 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO A análise da relação entre o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho focando na prevenção das doenças ocupacionais Estas doenças são em geral consequência da exposição contínua a agentes de risco presentes no ambiente laboral cuja natureza concentração intensidade e tempo de exposição determinam o potencial de dano à saúde A atuação prática nesta área consiste em analisar as causas das doenças do trabalho o que se inicia com o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais um processo que serve de base para a elaboração de laudos periciais auditorias de segurança e fundamentalmente para a implementação de medidas de controle eficazes A atuação prática concentrouse na análise detalhada dos principais grupos de agentes Foram abordados os agentes químicos que compreendem substâncias ou compostos que podem ser absorvidos pelo organismo por via respiratória dérmica ou por ingestão A análise em postos de trabalho com potencial de exposição a poeiras fumos névoas e vapores revelou a complexidade de seus efeitos que podem variar de asfixiantes e irritantes a carcinogênicos e tóxicos sistêmicos A avaliação pericial para estes agentes envolveu tanto métodos quantitativos quanto qualitativos a depender da existência de limites de tolerância definidos Outro foco de atuação foi a análise dos agentes biológicos que incluem a exposição a bactérias fungos bacilos parasitas e vírus Em ambientes como hospitais ou laboratórios a análise requer a identificação das fontes de contaminação e das vias de transmissão sendo a base para a implementação de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC como cabines de segurança biológica e Equipamentos de Proteção Individual EPI adequados além de rigorosos procedimentos de higiene Uma atenção especial foi dedicada aos agentes ergonômicos fatores que podem gerar problemas de saúde física e mental ao interferirem nas características psicofisiológicas dos trabalhadores A prática de análise ergonômica abordou questões como a exigência de posturas inadequadas o levantamento de cargas e a alta repetitividade de movimentos fatores que podem levar a Lesões por Esforços Repetitivos LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DORTs A avaliação para fins periciais e de auditoria nestes casos é fundamentada pela Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia que exige a adaptação das condições de trabalho para proporcionar conforto e segurança 8 A metodologia geral para a prevenção destas doenças independentemente do agente iniciase com o reconhecimento do risco no local de trabalho frequentemente documentado no Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Após o reconhecimento a avaliação determina se os agentes representam um risco real à saúde dos trabalhadores expostos Com base nessa análise implementase a hierarquia de controles priorizando sempre os EPCs e complementando com EPIs e medidas administrativas como treinamentos e campanhas de conscientização para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Engenharia de Segurança do Trabalho conforme explorado neste relatório é uma disciplina essencial e em constante evolução fundamental para a proteção da saúde e integridade dos trabalhadores e para a sustentabilidade das operações empresariais A experiência vivenciada durante o estágio supervisionado permitiu consolidar na prática os fundamentos teóricos abordados ao longo da especialização demonstrando a clara transição das abordagens reativas para modelos proativos e sistêmicos onde a segurança é concebida como um componente estratégico e intrínseco aos processos A oportunidade de atuar tanto em ambientes de escritório quanto em canteiros de obras possibilitou a observação direta da aplicação das teorias da causalidade de acidentes Foi possível constatar como a mudança de foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas conforme propõem modelos como o de Reason e Amalberti direciona a criação de defesas mais robustas e uma cultura de segurança mais justa e eficaz A Norma Regulamentadora NR12 com sua abordagem abrangente sobre o ciclo de vida das máquinas e a priorização hierárquica das medidas de controle materializouse como uma ferramenta prática indispensável no dia a dia guiando as inspeções e a proposição de melhorias No campo da Higiene do Trabalho o estágio proporcionou a aplicação prática de metodologias de medição de agentes como ruído e iluminamento reforçando a importância da avaliação baseada em dados para a prevenção de doenças ocupacionais Da mesma forma a análise das práticas de proteção contra incêndios e explosões evidenciou que a segurança transcende o simples combate fundamentandose em sistemas preventivos e defensivos integrados Portanto esta vivência prática foi de valor inestimável para a formação profissional Ela não apenas permitiu a aplicação de conhecimentos mas também desenvolveu a capacidade de análise crítica a resolução de problemas em tempo real e a compreensão das complexas interações entre sistemas processos e pessoas A experiência adquirida durante o estágio implicará de forma positiva na carreira profissional fornecendo uma base sólida de conhecimento prático e a confiança necessária para atuar como um engenheiro de segurança do trabalho que contribui efetivamente para a criação de ambientes laborais mais seguros saudáveis e produtivos 4 REFERÊNCIAS 9 Artigo segurança do trabalho Periódicos Científicos da UFRGS Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsseerufrgsbrProdutoProducaoarticleviewFile3582140482 CAMPANHOLE A CAMPANHOLE H L Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 Cargo E Engenheiro de Segurança do Trabalho Progep Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsprogepufesbrcargoeengenheirodeseguranC3A7adotrabalho Engenharia de Segurança do Trabalho Entenda sua Importância Engemed Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwengemedmedbrblogengenhariadesegurancado trabalhoentendasuaimportancia FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 NR12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwguiatrabalhistacombrlegislacaonrnr12htm Riscos Ambientais DIVISÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsdsstufscbrriscosambientais Riscos Físicos Quais são e como se prevenir OnSafety Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsonsafetycombrriscosfisicosquaissaoecomoseprevenir SEGURANÇA E SAÚDE NO CENTRO DO FUTURO DO TRABALHO International Labour Organization Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwiloorgsitesdefaultfileswcmsp5groupspubliceuroperogenevailo lisbondocumentspublicationwcms690142pdf 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 10 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 11 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada EMPRESA com sede na cidade de Estado e a Instituição de Ensino doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é deà podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior 12 a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data 13 Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Supervisor a do estágio Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário 14 FACULDADE IBRA 15 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágio Supervisor a do estágio Período do estágio Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar E S E S E S E S E S E S Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO GRUPO 16 RELATÓRIO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do Estágio Data de início do Estágio Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 17 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 18 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 19 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 20 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 21
80
Segurança do Trabalho
UFMG
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Segurança do Trabalho
UMG
4
Segurança do Trabalho
UNOPAR
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UMG
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Segurança do Trabalho
UMG
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UNOPAR
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UNOPAR
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UFBA
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UNOPAR
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UNOPAR
Texto de pré-visualização
GUIA DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO ENGENHARIA DE SEGURANÇA DO TRABALHO 1 1 APRESENTAÇÃO GERAL Este Portfólio de Estágio visa oportunizar uma melhor condição de descrever as atividades a serem desenvolvidas no decorrer do Estágio Supervisionado o aluno será acompanhado e supervisionado em todos os momentos de sua observaçãoprática quando permitido de uma maneira organizada e sequenciada Sendo este mais um instrumento de avaliação da sua prática siga corretamente as instruções de preenchimento e atenda às orientações do supervisor de estágio Lembrese a vivência prática aliada à teoria é de fundamental importância na construção de um grande profissional aproveite bem esta oportunidade que o Curso do Grupo Educacional IBRA lhe oferece Procuramos ser o mais objetivo possível e a apresentação destas normas farseá de forma que a interação entre o aluno e o curso escolhido para a pósgraduação seja a mais proveitosa possível O cumprimento da carga horária total do estágio supervisionado para o Curso de Pós graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho darseá por meio de 150 horas que deverão ser cumpridas em conformidade com as políticas educacionais de cada curso e legislação de estágio vigente 2 ASPECTOS LEGAIS A inclusão do Estágio Supervisionado no Curso de PósGraduação em nível de Especialização visa flexibilizar o desenvolvimento e a organização dos estudos fortalecendo a autonomia intelectual no processo formativo ao acesso das tecnologias de comunicação informação Conforme parecer do CNECP 282001 a atuação supervisionada é entendida como tempo de aprendizagem que através de um período de permanência alguém se demora em algum lugar ou ofício para aprender a prática do mesmo e depois poder exercer uma prática ou ofício Pelo exercício direto in loco seja pela presença participativa em ambientes próprios de atividades daquela área profissional sob a responsabilidade de um profissional já habilitado A atuação supervisionada é uma atividade intrinsecamente articulada com a prática e com as atividades de trabalho acadêmico Nesse sentido deve ser previsto tempo suficiente para a realização das atividades de planejamento avaliação e intervenção nos diferentes espaços de atuação do profissional mediante a área na qual ele está se especializando 3 CONSIDERAÇÕES INICIAIS O Estágio Supervisionado terá um total de 150h cento e cinquenta horas de duração Seguindo prioritariamente o que está estabelecido pela Lei N 11788 De 25 Setembro De 2008 a saber 2 Art 10 A jornada de atividade em estágio será definida de comum acordo entre a instituição de ensino a parte concedente e o aluno estagiário ou seu representante legal devendo constar do termo de compromisso ser compatível com as atividades escolares e não ultrapassar II 6 seis horas diárias e 30 trinta horas semanais no caso de estudantes do ensino superior da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular Ao curso de Engenharia de Segurança do Trabalho O estágio deverá ser realizado na área específica do curso no qual está matriculado e poderá ser realizado após o primeiro mês do curso e tendo realizado pelo menos dois módulos da matriz que deverá ser integralizada até o final do curso 31 CONFEA Baseado na resolução 369 do CONFEACREA de 1991 o curso de especialização em engenharia de segurança do trabalho atribui ao pós graduado na área a segunda atribuição junto ao CREA A segunda atribuição possibilita que o engenheiro em uma determinada área também possa ter atividades na área de engenharia de segurança do trabalho São as atividades Supervisionar coordenar e orientar serviços da área Realizar estudos no ambiente de trabalho para identificar e controlar os riscos Implantar técnicas de gerenciamento e controle de risco Realizar perícias e emitir pareceres para controle sobre o grau de exposição aos riscos físicos químicos e biológicos etc Propor medidas preventivas e corretivas e orientar trabalhos estatísticos Propor normas e políticas de segurança do trabalho fiscalizando o seu cumprimento Elaborar projetos de sistema de segurança do trabalho e assessorar a elaboração de projetos e obras para garantir a segurança Analisar instalações máquinas e equipamentos projetando dispositivos de segurança Atuar em projetos de proteção contra incêndios Delimitar as áreas de periculosidade Fiscalizar os sistemas de proteção coletiva e os EPI Acompanhar a aquisição de substâncias e equipamentos que ofereçam riscos Elaborar planos para prevenir acidentes Realizar treinamentos Emitir Anotação de Responsabilidade Técnica ART 3 32 CREA SEGUNDA TITULAÇÃO O CREA exige entretanto que alguns pontos sejam sanados O Curso tem que ser feito no mínimo em um ano Para ter a segunda atribuição o pós graduando deve realizar estágio que terá em seu computo as horas práticas exigidas pelo conselho e que será apresentado em forma de artigo conforme Projeto Político Pedagógico de Curso apresentado e aprovado pelo Conselho Regional e Engenharia e Arquitetura em ocasião da parceria firmada e devidamente aprovado no Conselho Isso porém não quer dizer que quem fez o curso de pósgraduação e não optou pela segunda atribuição terá seu certificado invalidado a única diferença é que não poderá ter as atividades listadas a cima mas será um pósgraduado na área Portanto caso o estudante queira validar essa extensão de atribuição junto ao CREA deverá cumprir essas exigências tempo mínimo de 12 meses de curso e entrega de trabalhos conforme especificado no PPC do Curso Com o certificado de pósgraduação em mãos ele deve se dirigir ao CREA da sua região o CREA vai orientálo sobre como proceder e dará entrada na solicitação para validar a titulação do aluno naquela região 4 OBJETIVOS 41 Objetivo Geral Conforme Artigo 1 da LEI N 11788 DE 25 DE SETEMBRO DE 2008 que dispõe sobre estágio de estudantes Estágio é ato educativo escolar supervisionado desenvolvido no ambiente de trabalho que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos 42 Objetivos Específicos Incentivar a reflexão sobre as diferente estratégias de trabalho bem como vivência que sejam capazes de modificar o conflito estabelecido entre os aspectos teóricos e práticos Realizar observações profissionais de propostas inovadoras capazes de promover conhecimento e proposição de novas teoricas que conjuguem prática e fundamentção consitententes Desenvolver reflexão criteriosa acerca das problemáticas encontradas no período de realização de estágio sendo assim poderá municiarse de estratégicas próprias para a elaboração de planos e ações com a finalidade de enfrentar a contento as dificuldades na realização deste estágio Identificar a função e atribuição de todos os elementos envolvidos no processo de estágio 4 Acompanhar e vivenciar sempre que possível todos os processos vivenciados em âmbito Institucional Registrar em todos os instantes as etapas superadas no estágio e conseguir refletir sobre estas de forma a aprimorar seus conhecimentos 5 DA IMPORTÂNCIA Citando Roerch 1999 Tracz e Dias 2006 p 1 o estágio é uma chance que o acadêmico tem para aprofundar conhecimentos e habilidades nas áreas de interesse do aluno Não só isto é no momento do estágio que o acadêmico vê realmente como é a realidade cotidiana e a complexidade da sua futura área profissional Esses autores citam também Bianchi 1998 que diz que se o estágio supervisionado for visto como Uma atividade de que pode trazer imensos benefícios para a aprendizagem para a melhoria do ensino a para o estagiário no que diz respeito à sua formação certamente trará resultados positivos além de estes tronaremse ainda mais importantes quando se tem consciência de que as maiores beneficiadas serão a sociedade e em especial a comunidade a que se destinam os profissionais egressos da universidade TRACZ e DIAS 2006 p 2 Ainda mais levando em conta a importância de se colocar em pratica essa atitude reflexiva logo no início da formação docente O estágio é um meio que pode levar o acadêmico a identificar novas e variadas estratégias para solucionar problemas que muitas vezes ele nem imaginava encontrar n sua área profissional Ele passa a desenvolver mais o raciocínio a capacidade e o espírito crítico além da liberdade do uso da criatividade 6 DAS CONDIÇÕES DE EXEQUIBILIDADE Os campos de estágio serão diversos dependendo do curso 61 RECURSOS HUMANOS Conforme estabelecido pela LEI N 11788 DE 25 de SETEMBRO DE 2008 caberá as partes Da instituição de ensino indicar professor eou orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades do estagiário 5 Especificamente ao que tange às responsabilidades do Grupo Educacional IBRA a responsabilidade técnica da Instituição estará sobre a Coordenação Pedagógica Da parte concedente indicar funcionário de seu quadro de pessoal com formação ou experiência profissional na área de conhecimento desenvolvida no curso do estagiário para orientar e supervisionar até 10 dez estagiários simultaneamente 7 DO TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO O termo de compromisso é o documento legal que regulamento prática do estágio e deve ser preenchido de acordo com as orientações constantes em seu formulário próprio que se encontra nos anexos desse guia e deve estar assinado por todas as partes Grupo Educacional IBRA empresa concedente de estágio e Estagiário antes do início do estágio Caso não seja assinado a prática de estágio será cancelada até que o mesmo seja regulamentado Após assinado deverá ser digitalizado e irá compor o relatório final do estágio a ser enviado conforme direcionamentos constantes neste guia 8 DA AVALIAÇÃO O acompanhamento do desempenho e aproveitamento do estagiário relacionada a todas as atividades desenvolvidas será responsabilidade do supervisor responsável de acompanhar o aluno no local do estágio e posteriormente o relatório do estágio será avaliado pelo coordenador pedagógico do Grupo Educacional IBRA 9 DEVERES E OBRIGAÇÕES DO ESTAGIÁRIO Estar regularmente matriculado no curso Tomar conhecimento das normas gerais do local onde irá realizar o estágio e respeitá las devendo também observar as normas da instituição e cumprilas de acordo com o local escolhido Cumprir o horário estabelecido observando sempre a pontualidade Comunicar e justificar com antecedência suas ausências nas atividades programadas Apresentar frequentemente fichas de registro de atividades e relatório sobre as atividades desenvolvidas durante o estágio para análise e orientação adequadas Documentar devidamente as diversas atividades desenvolvidas durante as 150h cento e cinquenta horas de estágio 10 AVALIAÇÃO DOS ESTÁGIOS Relatórios com apreciação pessoal das várias atividades de estágios e síntese da situação vivenciada 6 Documentos com boa apresentação linguagem correta conteúdo e contribuição pessoal 11 ETAPAS DO RELATÓRIO FINAL Não existe trabalho sem planejamento organizese para desenvolver um excelente estágio Você irá elaborar o planejamento das atividades de seu estágio que deverá ser constituído das seguintes partes INTRODUÇÃO Apresentar um parágrafo onde conste o objetivo do estágio registrar nome endereço e telefone da instituição escolhida para estágio assim como o nome do responsável pela assinatura da ficha de registro de estágio anexo 2 O estagiário deverá fazer antes de começar o estágio um relatório inicial com suas expectativas quanto à experiência profissional que irá vivenciar E ao final irá elaborar outro relatório descrevendo os principais aspectos processos pedagógicos comportamentais de interrelacionamento eou de aprendizado específico que marcam determinado período Nesses relatórios deve ser mencionada a contribuição da sua prática no estágio para a sua formação profissionalizante DESENVOLVIMENTO Relacionar os registros em ordem cronológica das atividades desenvolvidas apresentar e especificar as facilidades e dificuldades durante o processo de estágio descrever os tipos de atividades desenvolvidas e as novas experiências adquiridas em sua formação ANEXOS QUE DEVEM SER ENVIADOS Ficha de Encaminhamento para Estágio e Termo de Aceite CONSTANTES NOS ANEXOS DESTE MANUAL Deverá ser preenchida ou impressa com os dados dos alunos as e assinada pelo gestor de polo para posteriormente ser entregue ao responsável da Instituição na qual o aluno realizará o estágio Fichas de Registros de Atividades conforme disponibilizados nos anexos Anexála s ao relatório final do estágio Caso seja necessário o aluno a poderá utilizar mais de uma ficha de registro de atividades no entanto todas deverão ser assinadas pelo responsável pela Instituição 7 TEMPLATE GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO SUMÁRIO 8 1 INTRODUÇÃO 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II 221 RUÍDO 222 TEMPERATURA 223 ILUMINAMENTO 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 REFERÊNCIAS 5 ANEXOS 1 INTRODUÇÃO O estágio supervisionado é de extrema importância para a formação do discente é nessa etapa onde todo conhecimento adquirido durante a especialização poderá ser aplicado de forma prática 9 Neste relatório serão apresentadas as características da empresa as condições do local de trabalho e as atividades desenvolvidas subdividindose entre escritório e canteiros de obras Serão descritas também as atividades desenvolvidas pelo aluno sua atuação frente aos imprevistos cotidianos fazendose uma análise do estágio e de sua importância no processo de constante aprendizado e união da prática com a teoria 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A fundamentação teórica é de forma geral a revisão das pesquisas e das discussões de outros autores sobre o tema que será abordado em seu trabalho Ou seja é a contribuição das teorias de outros autores para a sua pesquisa Para que seu trabalho tenha uma boa fundamentação teórica você deve utilizar apenas fontes de pesquisa confiáveis Por esse motivo ao reunir sua bibliografia tome cuidado com as ferramentas de pesquisa de internet Limite as consultas aos sites de instituições conceituadas como instituições de ensino e de pesquisa 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Neste tópico serão registradas as atividades realizadas durante o período de estágio como Análises laboratoriais e sua adequada interpretação Medidas de controle relativas ao trabalhador e ao meio 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES Identificar e avaliar riscos de modo a estabelecer medidas preventivas e corretivas a nível coletivo individual e administrativo em máquinas equipamentos ferramentas e instalações Referencial teórico metodológico MINISTERIO DEL TRABAJO ESPANÃ Tratado de Higiene y Seguridad del Trabajo Madrid Ministerio Del Trabajo 1971 FAWCETT HH Safety and Accident Prevention in Chemical Operations Reino Unido Ed Interscience Publishers 1964 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II Abordar a conceituação abrangência e importância da Higiene do Trabalho 10 Classificação dos agentes causadores de riscos à saúde 221 RUÍDO Abordar os aspectos legais e normativos Física do som Níveis de ruído Frequências Transformação de níveis exercícios analíticos Medidores de nível de ruído e dosímetros exercícios práticos de medição Barreiras isolação e enclausuramento Setorização controle do ruído absorção seletividade e eficiência de materiais acústicos Análise de casos Trabalho prático de controle 222 TEMPERATURA Avaliar técnicas de uso do instrumental discussão de casos Temperaturas baixas conceito geral e ocorrências 223 ILUMINAMENTO Conceituar os tipos de Níveis de iluminamento Fatores intervenientes Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Técnicas de medição instrumental Iluminação especial Discussão de casos Referencial teórico metodológico CAMPANHOLE HL CAMPANHOLE A Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES Relate a importância da proteção contra incêndio controle de materiais combustíveis compartimentação horizontal e vertical proteção da estrutura do edifício rotas de fuga meios de acesso dos equipamentos de combate sinalização de emergência e controle do movimento de fumaça extintores sistemas fixos equipamentos móveis de combate a incêndios veículos de combate sistema proporcionador de espuma Referencial teórico metodológico ABIQUIM Manual para atendimentos de emergências 5ª edição Próquimica São Paulo 2006 11 GOMES AG Cartilha de prevenção contra incêndio Editora interciência 2001 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO Analise as causas das doenças do trabalho Agentes químicos biológicos ergonômicos Condições ambientais bem como de ambientes laborais para fins periciais e de auditorias Referencial teórico metodológico ARAÚJO A ALBERTO MF NEVES MY ATHAYDE M Cenários do trabalho subjetividade movimento e enigma Rio de Janeiro Ed DP S 2004 GOMES A O trabalho no século XXI considerações para o futuro do trabalho São Paulo Ed Anita Garibaldi 2001 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS Neste tópico será registrado as considerações finais realizando o fechamento dos aspectos discutidos no relatório É importante que o aluno relate as experiências vivenciadas durante a realização do estágio e aborde como isso implicará de forma positiva em sua carreira profissional 4 REFERÊNCIAS Neste tópico deverão ser apresentadas todas as referências bibliográficas utilizadas na construção do trabalho 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 12 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 13 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada EMPRESA com sede na cidade de Estado e a Instituição de Ensino doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é deà podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior 14 a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data 15 Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Supervisor a do estágio Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário 16 FACULDADE IBRA 17 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágio Supervisor a do estágio Período do estágio Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar E S E S E S E S E S E S Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO GRUPO 18 RELATÓRIO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do Estágio Data de início do Estágio Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 19 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 20 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 21 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 22 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 23 GRUPO IBRA EDUCACIONAL RELATÓRIO DE ESTÁGIO NOME DO CURSO NOME DO ALUNO CIDADEESTADO ANO 1 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II 221 RUÍDO 222 TEMPERATURA 223 ILUMINAMENTO 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS 4 REFERÊNCIAS 5 ANEXOS 2 1 INTRODUÇÃO Engenharia de Segurança do Trabalho é um pilar essencial para a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores nos modernos ambientes industriais e de serviços Sua evolução histórica demonstra uma importante transição de abordagens reativas focadas na resposta a acidentes para estratégias proativas e preventivas que buscam não apenas mitigar riscos mas também aprimorar a produtividade e garantir que os ambientes de trabalho sejam intrinsecamente seguros Nesse contexto o estágio supervisionado é de extrema importância para a formação do discente sendo a etapa onde o conhecimento adquirido durante a especialização é aplicado de forma prática A experiência prática conforme definido legalmente é um ato educativo escolar supervisionado que visa à preparação para o trabalho produtivo permitindo a vivência direta dos processos em um ambiente real Este relatório tem como objetivo apresentar as características da empresa concedente as condições do local de trabalho e as atividades desenvolvidas que se subdividem entre as rotinas de escritório e os desafios práticos nos canteiros de obras Serão descritas também as atividades desenvolvidas pelo aluno sua atuação frente aos imprevistos cotidianos e uma análise do estágio como um processo fundamental de aprendizado e união entre a teoria e a prática 11 FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA A Engenharia de Segurança do Trabalho é uma disciplina especializada cujo objetivo primordial é a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais por meio da identificação avaliação e controle dos riscos que podem comprometer a saúde e a segurança dos trabalhadores Sua concepção moderna transcende a mera conformidade com normas prescritivas posicionandose como um pilar estratégico para as organizações A evolução histórica do campo reflete uma transição de abordagens reativas focadas na análise de eventos passados para modelos proativos e sistêmicos que consideram a segurança uma característica intrínseca e dinâmica dos sistemas de trabalho O investimento em uma robusta cultura de segurança demonstra trazer resultados superiores para as empresas como maior retenção de talentos aumento da produtividade e melhoria da imagem corporativa A compreensão sobre como os acidentes ocorrem evoluiu significativamente ao longo do tempo Uma das abordagens seminais é a Teoria dos Dominós de Heinrich 1932 que postula que os acidentes não são eventos aleatórios mas o resultado de uma sequência linear de fatores Este modelo que influenciou a legislação brasileira como as Normas Regulamentadoras 4 5 18 e a NBR 14280 descreve a ocorrência como a queda de cinco dominós enfileirados o ambiente social e a ancestralidade do indivíduo que geram falhas pessoais a falha pessoal como causa de um ato inseguro ou de uma condição mecânica ou física perigosa o ato ou condição insegura como causa direta do acidente e por fim a lesão resultante do acidente Esta visão embora fundamental é a base da Abordagem Tradicional que frequentemente concentra seus esforços em identificar e punir os responsáveis tratando o erro humano como a causa principal dos eventos adversos Uma limitação crítica dessa perspectiva é sua tendência a 3 ignorar riscos não visíveis como a sobrecarga de informações o ritmo de trabalho intenso a remuneração inadequada e outros fatores psicossociais que impactam a dimensão cognitiva do trabalho e podem levar a danos à saúde física e psicológica Em oposição a essa visão linear a Abordagem Contemporânea ou Sistêmica representa uma mudança de paradigma ao desviar o foco da culpa do trabalhador para as falhas e disfunções do sistema em que ele está inserido Nesta perspectiva acidentes são interpretados como oportunidades de aprendizado organizacional e caminhos para o aprimoramento do sistema como um todo O questionamento central passa a ser por que os mecanismos de defesa e as barreiras de proteção do sistema falharam em evitar o acidente Dentro da abordagem sistêmica destacamse modelos mais complexos Perrow 1985 ao estudar empreendimentos de alto risco como usinas nucleares argumenta que alguma forma de acidente é inevitável nesses sistemas independentemente dos dispositivos de segurança devido à complexidade e ao acoplamento das interações que podem gerar falhas imprevistas Em linha com esse pensamento o Modelo do Queijo Suíço de Reason 1993 propõe a gestão de erros por meio da identificação e correção de condições latentes as falhas ocultas no sistema como decisões gerenciais equivocadas treinamento inadequado ou má concepção de processos O acidente ocorreria quando as fendas dessas diversas camadas de defesa as fatias do queijo se alinhassem permitindo que uma trajetória de erro se concretizasse Aprofundando a análise sobre os fatores humanos Amalberti 1996 introduz o conceito de metacognição que se refere ao conhecimento e autocontrole dos recursos cognitivos do trabalhador permitindo que ele detecte e se recupere de seus próprios erros Os erros sob esta ótica são vistos como sintomas de fragilidades nas proteções cognitivas oferecidas pelo sistema de trabalho Outros modelos como a Teoria dos Portadores de Perigos de Skiba 1973 também contribuem para essa visão ao classificar os fatores do sistema em pessoa e objeto como portadores de uma energia danificadora que se ativada constitui o acidente Esta evolução teórica partindo de modelos lineares e focados no indivíduo para abordagens complexas e sistêmicas fundamenta o papel estratégico do engenheiro de segurança moderno Sua função não é mais a de um mero fiscal de conformidade mas a de um gestor proativo de riscos capaz de analisar e intervir na complexa interação entre tecnologia processos organizacionais e fatores humanos para construir sistemas de trabalho intrinsecamente mais seguros e resilientes 2 REGISTRO DAS PRÁTICAS DE LABORATÓRIO Nesta seção serão registradas e detalhadas as atividades práticas desenvolvidas durante o período do estágio supervisionado O foco reside na aplicação direta dos conhecimentos de Engenharia de Segurança do Trabalho abrangendo desde a avaliação quantitativa e qualitativa de agentes ambientais até a implementação de medidas de controle voltadas tanto para o trabalhador quanto para o ambiente As atividades descritas a seguir representam a aplicação prática dos princípios de higiene e segurança ocupacional em um cenário real de trabalho 4 21 PRÁTICA DE PREVENÇÃO E CONTROLE DE RISCOS EM MÁQUINAS EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES A prevenção de acidentes em máquinas equipamentos e instalações constitui uma das áreas mais críticas da Engenharia de Segurança do Trabalho dada a alta potencialidade de lesões graves ou fatais associadas a esses riscos A prática desenvolvida nesta área teve como objetivo principal identificar perigos e avaliar os riscos associados a fim de estabelecer um conjunto hierarquizado e eficaz de medidas preventivas e corretivas abrangendo os níveis coletivo individual e administrativo O pilar regulatório para esta atividade é a Norma Regulamentadora 12 NR12 que estabelece os requisitos mínimos para a prevenção de acidentes e doenças ocupacionais em todo o ciclo de vida de uma máquina desde o seu projeto e fabricação até a sua desativação e desmonte O escopo abrangente da norma implica que a segurança deve ser um componente intrínseco incorporado desde a concepção do equipamento A metodologia de trabalho seguiu rigorosamente a hierarquia de medidas de controle preconizada pela NR12 que define uma ordem de prioridade para a implementação das soluções de segurança Em primeiro lugar foram priorizadas as Medidas de Proteção Coletiva EPC consideradas as mais eficazes por protegerem todos os trabalhadores simultaneamente As atividades práticas neste âmbito envolveram a inspeção verificação e sugestão de melhorias em proteções físicas fixas e móveis assim como em dispositivos de segurança interligados e sistemas de proteção para transmissões de força e componentes móveis De forma complementar e em sequência na hierarquia foram implementadas as Medidas Administrativas ou de Organização do Trabalho com o objetivo de organizar os processos de forma segura Estas práticas incluíram a análise e elaboração de procedimentos de trabalho padronizados a criação de listas de verificação para inspeções rotineiras pelos próprios operadores e o planejamento de serviços de manutenção com uma avaliação prévia dos riscos envolvidos O treinamento e a autorização formal dos trabalhadores para que pudessem operar e intervir nas máquinas de forma segura também foram focos de atuação Como último recurso na hierarquia de controle foram adotadas as Medidas de Proteção Individual EPI aplicadas somente quando as medidas coletivas e administrativas se mostraram insuficientes para eliminar ou controlar adequadamente os riscos A atividade neste caso consistiu na especificação técnica e na verificação do uso correto dos Equipamentos de Proteção Individual mais adequados para os riscos remanescentes da operação Para subsidiar a aplicação de toda essa hierarquia a identificação dos perigos foi realizada com o emprego de ferramentas como a Análise Preliminar de Risco APR que permite um estudo detalhado das causas e efeitos potenciais de cada perigo orientando a proposição das medidas preventivas mais adequadas para minimizar o risco ao máximo possível As atividades práticas portanto foram abrangentes incluindo desde a verificação do arranjo físico e das distâncias mínimas entre máquinas até a inspeção de componentes pressurizados e sistemas de parada de emergência sempre visando garantir a plena conformidade com as exigências técnicas detalhadas na NR12 5 22 PRÁTICAS DE HIGIENE DO TRABALHO I E II A Higiene do Trabalho é a ciência e a arte dedicadas à antecipação reconhecimento avaliação e controle dos riscos ambientais presentes nos locais de trabalho que podem resultar em doenças ocupacionais É fundamental distinguir sua atuação da Segurança do Trabalho enquanto a Segurança foca na prevenção de acidentes por meio do controle de riscos operacionais a Higiene Ocupacional concentrase na prevenção de doenças por meio da avaliação e gestão dos riscos ambientais Uma prática eficaz nesta área exige uma sólida base teórica incluindo o conhecimento de processos industriais matériasprimas metodologias de avaliação e a legislação pertinente combinada com a análise prática das situações e postos de trabalho Os riscos são classificados em agentes físicos químicos biológicos e ergonômicos cada um demandando uma abordagem específica de avaliação e controle 221 RUÍDO O ruído ocupacional é um dos agentes físicos mais prevalentes nos ambientes industriais exigindo uma caracterização cuidadosa e a adoção de medidas de controle correspondentes A avaliação da exposição ao ruído é preferencialmente realizada com o uso de dosímetros de ruído equipamentos portáteis que acompanham o trabalhador durante sua jornada e fornecem uma amostra representativa da exposição considerando as variações de atividade e flutuações dos níveis de pressão sonora No Brasil a avaliação normativa é orientada principalmente pelo Anexo 1 da NR15 e pela Norma de Higiene Ocupacional nº 01 NHO01 da Fundacentro A NHO01 é considerada uma metodologia mais precisa pois emprega o conceito de Nível de Exposição Normalizado NEN para converter os níveis de exposição para uma jornada padrão de 8 horas e estabelece um limiar de contagem de dose a partir de 80 dBA Após a avaliação caso os níveis de exposição ultrapassem o nível de ação ou o limite de tolerância devem ser implementadas medidas de controle que seguem uma hierarquia incluindo o enclausuramento de fontes o uso de barreiras acústicas e o isolamento de processos ruidosos 222 TEMPERATURA As temperaturas extremas tanto o calor quanto o frio são reconhecidas como riscos físicos capazes de impactar negativamente a produtividade e a saúde do trabalhador As fontes de exposição são diversas incluindo trabalhos a céu aberto cozinhas mineração e siderúrgicas para o calor e frigoríficos operações portuárias em regiões frias e açougues para o frio A avaliação do conforto térmico no Brasil enfrenta uma carência de normas abrangentes e atualizadas levando a uma dependência da NR17 e da NBR 16401 ambas consideradas limitadas para muitos cenários Por essa razão normas internacionais como a ASHRAE 55 e a ISO 7730 são frequentemente utilizadas como referência técnica A NR17 estabelece para atividades intelectuais e ambientes como escritórios que as temperaturas devem ser mantidas entre 20C e 23C A avaliação prática do ambiente térmico deve ser conduzida por profissionais qualificados utilizando instrumentação adequada para determinar as condições e projetar intervenções precisas para otimizar o conforto e a segurança 6 223 ILUMINAMENTO A iluminação inadequada em um ambiente de trabalho é classificada como um risco ergonômico que pode causar danos à visão fadiga e contribuir para a baixa produtividade O arcabouço regulatório brasileiro para este agente passou por uma significativa modernização Anteriormente havia ambiguidades na aplicação das normas técnicas mas a publicação da Norma de Higiene Ocupacional nº 11 NHO 11 pela Fundacentro em 2018 estabeleceu uma metodologia clara e padronizada para a avaliação dos níveis de iluminamento em ambientes internos de trabalho Desde janeiro de 2022 a Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia passou a referenciar explicitamente a NHO 11 consolidandoa como o principal instrumento técnicolegal para este fim A NHO 11 fornece tanto os procedimentos de medição quanto os níveis de iluminância recomendados para uma vasta gama de atividades e áreas permitindo uma avaliação objetiva e a implementação de projetos de iluminação que garantam a saúde o conforto visual e a eficiência dos trabalhadores 23 PRÁTICA DE PROTEÇÃO CONTRA INCÊNDIOS E EXPLOSÕES A proteção contra incêndios e explosões em ambientes de trabalho é uma disciplina complexa que transcende a simples instalação de equipamentos exigindo uma abordagem sistêmica e integrada para garantir a segurança das edificações e principalmente de seus ocupantes A eficácia de um sistema de proteção depende do conhecimento e do treinamento das pessoas para identificar riscos operar corretamente os equipamentos de combate em um primeiro momento agir com calma durante uma emergência e acionar os serviços especializados A base para toda a estratégia de prevenção e combate reside na compreensão da teoria do fogo que evoluiu do triângulo para o tetraedro do fogo um modelo que inclui quatro elementos essenciais para a ocorrência e sustentação da combustão o combustível o comburente geralmente o oxigênio o calor e a reação em cadeia A eliminação de qualquer um desses quatro elementos é o princípio que rege todos os métodos de extinção de incêndios As estratégias de proteção são amplamente divididas em sistemas preventivos e defensivos As práticas de prevenção são aquelas que visam evitar a iniciação ou a propagação do fogo envolvendo aspectos estruturais tecnológicos e organizacionais Durante o estágio a atuação prática nesta área envolveu a análise e verificação desses sistemas como o controle de materiais combustíveis e seu armazenamento adequado a compartimentação horizontal entre ambientes no mesmo pavimento e vertical entre andares para conter o avanço do fogo e da fumaça e a proteção da estrutura do edifício para evitar o colapso precoce em caso de incêndio Adicionalmente foram inspecionadas as rotas de fuga garantindo sua desobstrução e sinalização adequada os meios de acesso para as viaturas e equipamentos do corpo de bombeiros e a eficácia da sinalização de emergência que orienta os ocupantes e as equipes de resgate Os sistemas defensivos por sua vez são aqueles voltados para o combate ativo ao fogo e às operações de resgate A prática envolveu a identificação e a inspeção dos equipamentos e 7 sistemas disponíveis como os extintores de incêndio verificando sua correta localização tipo carga e validade Foram analisados também os sistemas fixos como redes de hidrantes e sprinklers chuveiros automáticos e os equipamentos móveis de combate A prevenção de explosões em ambientes industriais um risco de consequência severa requer uma abordagem ainda mais abrangente baseada em uma avaliação de risco criteriosa na gestão de segurança de processos e na classificação de áreas perigosas onde atmosferas explosivas podem se formar Medidas como o controle de fontes de ignição o correto manuseio de produtos químicos a gestão de poeiras combustíveis e a implementação de planos de resposta a emergências são cruciais para mitigar esse risco 24 PRÁTICA SOBRE O AMBIENTE E AS DOENÇAS DO TRABALHO A análise da relação entre o ambiente de trabalho e a saúde do trabalhador é um dos pilares da Engenharia de Segurança do Trabalho focando na prevenção das doenças ocupacionais Estas doenças são em geral consequência da exposição contínua a agentes de risco presentes no ambiente laboral cuja natureza concentração intensidade e tempo de exposição determinam o potencial de dano à saúde A atuação prática nesta área consiste em analisar as causas das doenças do trabalho o que se inicia com o reconhecimento e a avaliação dos riscos ambientais um processo que serve de base para a elaboração de laudos periciais auditorias de segurança e fundamentalmente para a implementação de medidas de controle eficazes A atuação prática concentrouse na análise detalhada dos principais grupos de agentes Foram abordados os agentes químicos que compreendem substâncias ou compostos que podem ser absorvidos pelo organismo por via respiratória dérmica ou por ingestão A análise em postos de trabalho com potencial de exposição a poeiras fumos névoas e vapores revelou a complexidade de seus efeitos que podem variar de asfixiantes e irritantes a carcinogênicos e tóxicos sistêmicos A avaliação pericial para estes agentes envolveu tanto métodos quantitativos quanto qualitativos a depender da existência de limites de tolerância definidos Outro foco de atuação foi a análise dos agentes biológicos que incluem a exposição a bactérias fungos bacilos parasitas e vírus Em ambientes como hospitais ou laboratórios a análise requer a identificação das fontes de contaminação e das vias de transmissão sendo a base para a implementação de Equipamentos de Proteção Coletiva EPC como cabines de segurança biológica e Equipamentos de Proteção Individual EPI adequados além de rigorosos procedimentos de higiene Uma atenção especial foi dedicada aos agentes ergonômicos fatores que podem gerar problemas de saúde física e mental ao interferirem nas características psicofisiológicas dos trabalhadores A prática de análise ergonômica abordou questões como a exigência de posturas inadequadas o levantamento de cargas e a alta repetitividade de movimentos fatores que podem levar a Lesões por Esforços Repetitivos LER e Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho DORTs A avaliação para fins periciais e de auditoria nestes casos é fundamentada pela Norma Regulamentadora nº 17 Ergonomia que exige a adaptação das condições de trabalho para proporcionar conforto e segurança 8 A metodologia geral para a prevenção destas doenças independentemente do agente iniciase com o reconhecimento do risco no local de trabalho frequentemente documentado no Programa de Gerenciamento de Riscos PGR Após o reconhecimento a avaliação determina se os agentes representam um risco real à saúde dos trabalhadores expostos Com base nessa análise implementase a hierarquia de controles priorizando sempre os EPCs e complementando com EPIs e medidas administrativas como treinamentos e campanhas de conscientização para assegurar um ambiente de trabalho saudável e seguro 3 CONSIDERAÇÕES FINAIS A Engenharia de Segurança do Trabalho conforme explorado neste relatório é uma disciplina essencial e em constante evolução fundamental para a proteção da saúde e integridade dos trabalhadores e para a sustentabilidade das operações empresariais A experiência vivenciada durante o estágio supervisionado permitiu consolidar na prática os fundamentos teóricos abordados ao longo da especialização demonstrando a clara transição das abordagens reativas para modelos proativos e sistêmicos onde a segurança é concebida como um componente estratégico e intrínseco aos processos A oportunidade de atuar tanto em ambientes de escritório quanto em canteiros de obras possibilitou a observação direta da aplicação das teorias da causalidade de acidentes Foi possível constatar como a mudança de foco da culpa individual para a análise das falhas sistêmicas conforme propõem modelos como o de Reason e Amalberti direciona a criação de defesas mais robustas e uma cultura de segurança mais justa e eficaz A Norma Regulamentadora NR12 com sua abordagem abrangente sobre o ciclo de vida das máquinas e a priorização hierárquica das medidas de controle materializouse como uma ferramenta prática indispensável no dia a dia guiando as inspeções e a proposição de melhorias No campo da Higiene do Trabalho o estágio proporcionou a aplicação prática de metodologias de medição de agentes como ruído e iluminamento reforçando a importância da avaliação baseada em dados para a prevenção de doenças ocupacionais Da mesma forma a análise das práticas de proteção contra incêndios e explosões evidenciou que a segurança transcende o simples combate fundamentandose em sistemas preventivos e defensivos integrados Portanto esta vivência prática foi de valor inestimável para a formação profissional Ela não apenas permitiu a aplicação de conhecimentos mas também desenvolveu a capacidade de análise crítica a resolução de problemas em tempo real e a compreensão das complexas interações entre sistemas processos e pessoas A experiência adquirida durante o estágio implicará de forma positiva na carreira profissional fornecendo uma base sólida de conhecimento prático e a confiança necessária para atuar como um engenheiro de segurança do trabalho que contribui efetivamente para a criação de ambientes laborais mais seguros saudáveis e produtivos 4 REFERÊNCIAS 9 Artigo segurança do trabalho Periódicos Científicos da UFRGS Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsseerufrgsbrProdutoProducaoarticleviewFile3582140482 CAMPANHOLE A CAMPANHOLE H L Consolidação das Leis do Trabalho e Legislação Complementar 104 ed São Paulo Atlas 2000 Cargo E Engenheiro de Segurança do Trabalho Progep Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsprogepufesbrcargoeengenheirodeseguranC3A7adotrabalho Engenharia de Segurança do Trabalho Entenda sua Importância Engemed Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwengemedmedbrblogengenhariadesegurancado trabalhoentendasuaimportancia FUNDACENTRO Introdução à Engenharia de Segurança do Trabalho São Paulo Fundacentro 1981 NR12 SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwguiatrabalhistacombrlegislacaonrnr12htm Riscos Ambientais DIVISÃO DE SAÚDE E SEGURANÇA DO Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsdsstufscbrriscosambientais Riscos Físicos Quais são e como se prevenir OnSafety Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpsonsafetycombrriscosfisicosquaissaoecomoseprevenir SEGURANÇA E SAÚDE NO CENTRO DO FUTURO DO TRABALHO International Labour Organization Acesso em 13 ago 2025 Disponível em httpswwwiloorgsitesdefaultfileswcmsp5groupspubliceuroperogenevailo lisbondocumentspublicationwcms690142pdf 5 ANEXOS Neste tópico o aluno poderá anexar fotos registradas no decorrer do estágio registro de carga horária cumprida e ficha de avaliação de desempenho 10 ANEXOS ENCAMINHAMENTO DE ALUNO PARA ESTÁGIO Sr a Diretor a O Grupo IBRA Educacional tem a grata satisfação de lhe apresentar o aluno a NOME DO ALUNO A regularmente matriculado a no curso de Engenharia de Segurança do Trabalho cuja conclusão do mesmo depende da realização de estágio que ora nos é possibilitado por esta conceituada instituição Temos absoluta certeza de que a colaboração de VSa recebendo o a referido aluno a demonstra vosso total compromisso com a formação acadêmica de nossos profissionais e com o desenvolvimento da Educação Nacional Desde já agradecemos a colaboração e colocamonos à vossa total disposição para quaisquer esclarecimentos Respeitosamente Diretor Institucional Bruno Lopes 11 MODELO TERMO DE COMPROMISSO A EMPRESA onde o estágio será realizado doravante denominada EMPRESA com sede na cidade de Estado e a Instituição de Ensino doravante denominada Instituição de Ensino e o Alunoa com o n de Identidade Órgão expedidor residente à Rua n Apto Bairro Regularmente matriculado a no Curso Matrícula de n da Instituição de Ensino Superior acima celebram entre si este TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO de acordo com o estabelecimento na Lei N 117882008 tendo em vista os termos de Convênio firmado entre as duas partes obedecendo às seguintes cláusulas e condições CLAÚSULA PRIMEIRA As partes firmam o presente termo visando proporcionar a complementação do ensino e aprendizagem do aluno através de estágio que se desenvolverá como treinamento prático e de relacionamento humano não gerando vínculo empregatício CLAÚSULA SEGUNDA O presente estágio é caracterizado por sua obrigatoriedade sendo aproveitado como disciplina do curso da Instituição de Ensino como autorização expressa da Instituição de Ensino e só poderá ser iniciado a partir do terceiro mês de curso CLAÚSULA TERCEIRA O estágio terá a duração máxima de 03 três mês CLAÚSULA QUARTA A vigência do presente Termo de Compromisso de Estágio é deà podendo porém ser renunciado por ambas as partes a qualquer tempo unilateralmente CLAÚSULA QUINTA O a ESTAGIÁRIO a desenvolverá as seguintes atividades CLAÚSULA SEXTA Cabe a Universidade indicar professor orientador da área a ser desenvolvida no estágio como responsável pelo acompanhamento e avaliação das atividades periódica CLAÚSULA SÉTIMA A carga horária de Estágio será de 150 horas totais não podendo ultrapassar a carga horária de 6 seis horas diárias e 30 horas semanais as quais o Estagiário se obriga a cumprir salvo a impossibilidade decorrente de suas atividades discentes fato que deverá ser comunicado à Empresa com Antecedência CLAÚSULA OITAVA O valor da bolsa quando for o caso de remuneração a ser paga pela Empresa ao Estagiário deverá ser de acrescido de auxilio transporte e outros benefícios a critério da empresa CLAÚSULA NONA A Empresa se obriga Sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a 1 um ano recesso remunerado de 30 trinta dias de preferência durante as férias escolares No caso de estágio com duração inferior 12 a 1 um ano os dias de recesso serão concedidos de maneira proporcional referente a estágios remunerados CLAÚSULA DÉCIMA O A Estagiário a responderá pela perda e pelos danos consequentes da inobservância das normas de trabalho estabelecidas CLAÚSULA DÉCIMA PRIMEIRA Os motivos para a rescisão automática do TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO são os seguintes a A conclusão ou abandono do Curso ou Faculdade ou Trancamento de matrícula b Transferência para Curso ou Faculdade que não tenha relação com o serviço da Empresa c Descumprimento com o convencionado no presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO CLAÚSULA DÉCIMO SEGUNDA O A Estagiário a poderá desistir do Estágio a qualquer tempo quando deverá ser comunicado à Empresa com antecedência mínima de 05 cinco dias CLAÚSULA DÉCIMA TERCEIRA A Instituição de Ensino frequentada pelo a Estagiário a assina o presente TERMO DE COMPROMISSO DE ESTÁGIO como interveniente nos termos do artigo 7º inciso I da Lei N 117882008 e por estarem devidamente ajustados com as condições aqui estipuladas a EMPRESA e o a Estagiário a firmam o presente com interveniência da Instituição de Ensino para que o mesmo produza seus devidos efeitos legais CLAÚSULA DÉCIMA QUARTA As partes elegem o foro da Comarca de Caratinga como competente para dirimir quaisquer dúvidas oriundas do presente Termo de Compromisso de Estágio renunciando expressamente a qualquer outro por mais privilegiado que seja E assim por estarem justas e acordadas firmam o presente instrumento em 03 três vias de igual forma e teor destinando uma via para cada parte Ass do Resp pela Empresa e Carimbo Estagiário a Diretor Institucional Bruno Lopes Cidade Estado Data 13 Estágio PROGRAMA E CRONOGRAMA GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estagiário a Local do Estágio Supervisor a do estágio Período do Estágio PROGRAMA DE ATIVIDADES lista de atribuições e tarefas que serão desenvolvidas pelo estagiário acrescentar linhas se necessário 14 FACULDADE IBRA 15 GRUPO EDUCACIONAL IBRA Estágio REGISTRO DE CARGA HORÁRIO CUMPRIDA ATENÇÃO Preencher de forma manuscrita sem rasuras não incluindo feriados nem recessos Estagiário a Local de estágio Supervisor a do estágio Período do estágio Data Horário de Entrada E e Saída S Nº de horas realmente cumprida por data Visto do Supervisor Engenheiro ou Téc Seg Trabalho Deve ser assinado toda semana Observações Justificativas de ausência atrasos saídas antecipadas lembrando que a carga horária perdida deverá ser compensada pelo estagiário em data e horário a combinar E S E S E S E S E S E S Total parcial de carga horário cumprida Validação do Supervisor a do estágio Assinatura do Estagiário Obs utilizar um formulário para cada núcleo de observação ESTÁGIO GRUPO 16 RELATÓRIO EDUCACIONAL IBRA Diagnóstico caracterização do espaço suas observações etc relato da expectativa de aprendizado O aluno poderá alterar o formato dos espaços conforme necessidade Estagiário a Local do Estágio Data de início do Estágio Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Assinatura do Estagiário a Data Ass do Supervisor a do estágio e Carimbo FICHA DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO 17 1 Dados do estagiário a Nome do estagiário a Nome do Supervisor a do estágio Local onde foi realizado o estágio 2 AVALIAÇÃO a ser preenchida pelo a professor a que acompanhou o estagiário a de forma manuscrita Prezado a professor a orientador a de estágio obrigatório solicitamos sua gentileza de fazer o preenchimento da avaliação do estagiário do GRUPO IBRA EDUCACIONAL que esteve sob sua responsabilidade conforme os critérios apresentados no quadro abaixo Para cada item favor atribuir um dos conceitos a seguir convertendo em pontos logo à frente Para os aspectos que considere não se aplicar ao formato do presente estágio observação e coparticipação atribua NSA não se aplica 2 APROVEITAMENTO PRÁTICO Capacidade de desenvolver as tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 18 ASPECTOS CONCEITOS N Pontos 1 CONHECIMENTO TEÓRICO DEMONSTRADO Referese aos conhecimentos teóricos necessários a execução das tarefas sob a responsabilidade do Estagiário 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 3 CAPACIDADE DE APRENDIZAGEM Facilidade de aprendizagem de novas Tarefas 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 19 4 INICIATIVA LIDERANÇA Resolução de problemas colaboração na área apresentação de ideias Capacidade de conduzir com liderança um grupo de alunoclientes durante uma aulaatendimento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 5 RESPONSABILIDADE Assiduidade pontualidade disciplina e capacidade para responder pelos encargos que lhe são confiados 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 6 ORGANIZAÇÃO Rigor cuidado ordem na execução de tarefas ou trabalho com máquinas e equipamento 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo OBSERVAÇÃO A nota de 0 a 100 pontos atribuída acima pelo a professor a orientador a será convertida ao total de pontos destinados a esta avaliação na disciplina Estágio Supervisionado Data Total de Pontos 3 A empresa faz avaliação do estágio através de a ser preenchido pelo a orientador do estagiário a Reunião Relatórios planos de aula Observações outros meios Neste caso favor descrever 20 7 CAPACIDADE DE CONCENTRÇÃO Aplicação do pensamento atenção nas atividades ou tarefas para delas tirar proveitos 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 8 INTERESSE E DEDICAÇÃO Contribuição positiva e permanente para com os objetivos do trabalho e da empresa clube academia ou outro local de trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 9 SEGURANÇA Preocupação com as normas de segurança e no trabalho 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 10 RELACIONAMENTO E SOCIABILIDADE Hábitos e atitudes condizentes com a harmonia e bom rendimento da equipe 1 2 Muito Fraco 3 4 Fraco 5 6 Regular 7 8 Bom 9 10 Ótimo 4 Caso queira deixe aqui suas críticas eou sugestões para a melhoria da formação técnica de nosso estudante A ser preenchido pelo a professor a que acompanhou o estagiário a Assinatura do Estagiário Assinatura do Avaliador e Carimbo Obs utilize uma folha para cada núcleo de estágio 21