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53 20 anos de importações industriais no Brasil David Kupfer1 Julia Torracca2 Introdução 1 Professor do Instituto de Economia da UFRJ e coordenador do Grupo de Indústria e Competitividade GICIEUFRJ 2 Professora da Faculdade de Economia da UFF e pesquisadora do Grupo de Indústria e Competitividade GICIEUFRJ A indústria brasileira enfrenta uma crise de longa dura ção cuja etapa mais profunda já está perto de completar uma década Isso é evidenciado de forma cabal por um dado muito simples e inquestionável divulgado em re latório recente da Unido Segundo a publicação a parti cipação do valor adicionado pela indústria brasileira no total mundial caiu de 28 em 2002 para 18 em 2018 É fato que quase todos os países ditos industrializados apresentaram perda de participação devido ao cresci mento espetacular da China de 115 para 249 em igual período mas igualmente é fato que o Brasil exibe uma das maiores quedas proporcionais no bloco das na ções mais industrializadas O retrocesso da indústria brasileira é reflexo de múl tiplas causas estruturais que se acumulam há décadas adicionadas a outras razões conjunturais mais recentes que se fizeram sentir após a crise de 2015 e a subsequente estagnação da economia nacional A análise do padrão dinâmico que caracterizou o último ciclo de crescimen to da economia brasileira que se estendeu de 2004 e 2010 permite constatar o nítido descolamento que ocorreu entre as trajetórias do setor industrial e do conjunto da economia Enquanto a economia exibia números positi vos de crescimento do PIB de melhoria na distribuição de renda de redução do desemprego e de estruturação do mercado de trabalho dentre outros a indústria enfrenta va um círculo vicioso de fragilização caracterizado por um hiato crescente de produtividade competitividade e inovação que por sua vez determinavam um distancia mento cada vez maior da fronteira produtiva e tecnológi ARTIGO 54 OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA 2019 n3 ca internacional O fato é que em consequência desses hiatos de desempenho os potenciais impactos do cres cimento econômico sobre a indústria foram seriamente restringidos pelo vazamento para o exterior dos impul sos de demanda então existentes Esse breve artigo tem por finalidade enfatizar a con tribuição que o fluxo de importações de bens vem exer cendo sobre o desempenho da indústria em uma pers pectiva de longo prazo Esse é um tema que por razões que escapam à compreensão mais imediata não tem sido muito explorado nas análises sobre a indústria brasileira O artigo se desdobra em duas frentes A primeira de las recorre à base de dados construída no GICIEUFRJ para o cálculo de taxas de câmbio reais efetivas seguin do a metodologia descrita em Torracca e Kupfer 2013 para discutir a contribuição do crescimento do PIB e da taxa de câmbio para o comportamento das importações agregadas no período A segunda frente busca extrair implicações da análise anterior para a evolução futura da indústria Para tanto realiza uma análise estrutural da balança comercial brasileira de modo a individuali zar o comportamento dos diferentes grupos industriais de acordo com uma tipologia também estabelecida pelo GICIEUFRJ Nessa análise o foco é a evolução do sal do como indicador de competitividade internacional e da corrente de comércio como indicador da abertura externa da economia brasileira para cada grupo indus trial considerando o início da década passada até os dias atuais O artigo finaliza com a apresentação de algumas implicações dos resultados encontrados Determinantes do comportamento das importações brasileiras 19982018 A maior parte dos estudos sobre a relação entre câmbio e indústria no Brasil opta por concentrar o esforço ana lítico na reflexão sobre a taxa de câmbio efetiva e as ex portações Nesse caso o interesse está posto na competi tividade externa da indústria brasileira que por sua vez depende fundamentalmente do ritmo de expansão do comércio mundial e da sua capacidade de manter ou ex pandir o seu market share nesses mercados externos Nes se caso a demanda mundial cumpre uma função relevan te para a determinação das exportações domésticas Embora de grande relevância esses estudos não en focam o outro lado do problema industrial que se origi na do comportamento das importações como reflexo da competitividade da indústria em manter ou expandir o seu market share no mercado doméstico visàvis a pene tração de importações Nesse caso além da competiti vidade da indústria nacional frente aos exportadores de terceiros países as importações são comandadas pelo grau de absorção doméstica dos bens definido pela taxa de dinamismo do mercado interno O Gráfico 1 relaciona a evolução das importações in dustriais em contraposição à taxa de câmbio efetiva das importações e do PIB para o período 1998 a 2018 A aná lise para esses vinte anos pode ser subdividida em qua tro períodos históricos assim como exposto na Tabela 1 No primeiro subperíodo de 1998 a 2003 destacase um movimento de forte desvalorização cambial acom panhado por uma queda anual média das importações em torno de 6 e crescimento anual médio do PIB na ordem de 2 Ou seja nesse primeiro período o sinal encontrado entre a variação da taxa de câmbio e a varia ção das importações parece atuar na direção esperada já que pela perspectiva das importações uma taxa de câmbio mais depreciada levaria a um encarecimento dos produtos estrangeiros No segundo período de 2003 a 2011 o resultado é exatamente o oposto A econo mia brasileira passou por um momento de maior cres cimento econômico e as importações acompanharam esse movimento de ampliação da absorção doméstica A taxa de câmbio por sua vez registrou uma inflexão na direção de uma forte apreciação com variação média anual negativa de 79 Nesse caso as importações fo ram impactadas tanto pelo crescimento do PIB quanto pela valorização do câmbio de maneira que a atuação de ambas as variáveis se reforçou gerando como resul tado uma explosão das compras externas que mais que quadruplicaram em valor nesses anos taxa média de crescimento anual de 211 20 anos de importações industriais no Brasil 55 Gráfico 1 Evolução das importações industriais PIB e taxa de câmbio efetiva das importações industriais no Brasil 1998 a 2018 0 20000000000 40000000000 60000000000 80000000000 100000000000 120000000000 140000000000 160000000000 180000000000 200000000000 0 20 40 60 80 100 120 140 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 2015 2016 2017 2018 Importações US TCR Efetiva Importações Indústria Base fixa 2005100 PIB Base fixa 2005100 Importações TCR Efetiva Importações PIB Fonte Os dados de importações foram coletados no SisComexMDIC Os dados do PIB são do SCNIBGE As taxas de câmbio reais efetivas foram ela boradas a partir do banco de dados do GICIEUFRJ com base nas informações do FMI UNCTAD e SixComexMDIC Tabela 1 Taxa de crescimento anual do PIB das importações industriais e da taxa de câmbio efetiva real das importações 1998 a 2018 Período PIB Importações Câmbio 1998 a 2003 21 60 109 2003 a 2011 44 211 79 2011 a 2014 18 00 67 2014 a 2018 12 42 52 Fonte Os dados de importações foram coletados no SisComexMDIC Os dados do PIB são do SCNIBGE As taxas de câmbio reais efetivas foram ela boradas a partir do banco de dados do GICIEUFRJ com base nas informações do FMI UNCTAD e SixComexMDIC O terceiro período de 2011 a 2014 é mais curto e mos tra uma relativa estabilidade em relação aos demais O PIB cresceu em média 18 ao ano e as importações per maneceram basicamente constantes enquanto a taxa de câmbio volta a descrever uma trajetória de desvalorização Um possível efeito negativo do câmbio desvalorizado nas importações pode ter sido contrabalançado por uma taxa anual de crescimento do PIB positiva O período mais re cente de 2014 a 2018 marca a recessão seguida de estagna ção da economia brasileira e um concomitante recuo das importações ainda que nos dois últimos anos se observe alguns sinais de recuperação A taxa de câmbio real efetiva para esse período permanece desvalorizada reforçando portanto o movimento de queda das importações 56 OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA 2019 n3 A contribuição tanto do PIB quanto do câmbio para o comportamento das importações pode ser medida de forma aproximada em termos dos coeficientes de cor relação dessas séries Na relação PIB e importações a as sociação foi positiva e na ordem de 0835 enquanto na relação câmbio e importações a correlação foi negativa e em grau inferior 0524 Dessa forma apesar da taxa de câmbio exercer papel relevante na determinação dos 3 A tipologia de grupos industriais de acordo com padrões de concorrência proposta pioneiramente em Ferraz Kupfer e Haguenauer 1996 Made in Brazil desafios competitivos para a indústria Rio de Janeiro Ed Campus vem sendo utilizada com adaptações pelo Grupo de Indústria e Competitivi dade do IEUFRJ desde então A versão utilizada nesse artigo encontrase em Kupfer 2005 e foi posteriormente incorporada no Boletim de Indústria e Comércio Exterior BIC realizado pelo GIC para a APEX fluxos de comércio da indústria as importações pare cem guardar uma maior associação com as variações da absorção doméstica comandadas pela evolução do PIB do que com as variações da taxa de câmbio A seção a seguir busca identificar de que maneira a análise es trutural da balança comercial de acordo com diferentes grupos industriais pode auxiliar na construção de im plicações para o futuro da indústria brasileira Uma análise estrutural do desempenho comercial brasileiro A dinâmica agregada da indústria não permite identificar os diferentes padrões de concorrência que nela coexis tem Daí a importância de se observar os dados em um ângulo estrutural aqui apreendido a partir do compor tamento de diferentes grupos industriais construídos a partir de uma tipologia de atividades que obedecem a padrões de concorrência semelhantes desenvolvida pelo Grupo de Indústria e Competitividade do IEUFRJ3 Para efeito de estilização são considerados quatro grupos de setores Commodities Agrícolas CA Commo dities Industriais CI Indústria de maior conteúdo tec nológico IN e Indústria Tradicional IT Os grupos CA e CI representam as atividades indus triais baseadas em recursos naturais agrícolas e mine rais respectivamente sendo caracterizados pela ela boração de produtos homogêneos e de alta tonelagem Dada a estrutura industrial brasileira esses grupos en globam as empresas mais eficientes do país que utili zam processos mais atualizados e se candidatam a com petir internacionalmente em custos mesmo a despeito da contribuição negativa trazida pelo chamado custo Brasil O grupo IN concentra as atividades mais sofisti cadas tanto no plano tecnológico quanto no plano da or ganização da produção sendo aquelas que introduzem e difundem o progresso tecnológico pelo tecido indus trial Por isso têm nas inovações de produto e também nas tecnologias organizacionais os fatoreschave de seu padrão de concorrência Engloba basicamente os seto res de bens de capital mecânicos eletrônicos os setores de alta tecnologia aeronáutica exploração de petróleo em águas profundas e ainda as indústrias de bens du ráveis de consumo automóveis eletrônicos que por envolverem montagem em massa de produtos altamente diferenciados requerem um nível de desenvolvimento tecnológico elevado para o seu funcionamento O grupo IT por fim está relacionado aos setores que produzem tanto insumos industriais mais simples produtos de metal químicos diversos material elétrico quanto os benssalário têxtil vestuário calçados e móveis artefa tos plásticos São em geral mais intensivos em traba lho e não requerem requisitos elevados de escala míni ma de produção Essa flexibilidade favorece a variedade levando à convivência de empresas com diferentes tama nhos linhas de produtos capacitações e desempenhos que concorrem pela capacidade de atender à demanda com uma combinação de atributos de custos qualidade rapidez de entrega customização dentre outros O Gráfico 2 mostra a evolução dos fluxos comerciais entre 1998 e 2018 a para o conjunto da indústria e b para os quatro grupos industriais acima descritos re forçando a presença de distintos padrões entre eles Os fluxos comerciais estão registrados diretamente como os valores verificados das exportações e importações e indiretamente pelos valores da corrente de comércio 20 anos de importações industriais no Brasil 57 a soma das exportações e das importações que é uma medida embora imperfeita da abertura da economia e do saldo comercial a diferença entre exportações e im portações que é uma medida embora imperfeita de competitividade internacional da indústria Primeiramente o grupo CA apresenta uma nítida inserção exportadora facilmente constatada pela qua se igualdade entre o saldo e a corrente de comércio Tal característica já não se aplica com tanta nitidez para os setores de CI Principalmente quando as condições es truturais dos mercados internacionais de insumos bási cos se transformaram após a crise global de 2008 com redução de preços e enorme acumulação de excedentes de capacidade instalada mundo afora a competitivida de da produção brasileira reduziuse sensivelmente So mados os grupos CA e CI representam mais da metade da pauta exportadora brasileira cerca de 55 em 2018 Já o grupo IN vem caminhando em direção a uma in serção importadora desde que teve início o ciclo expansi vo da economia brasileira em 2004 O grande crescimen to da corrente de comércio sugere um aprofundamento da abertura desses setores enquanto a deterioração do saldo sinaliza para a gravidade da perda de competitivi dade dessas indústrias No passado recente o grupo IN é o grande responsável pelo vazamento para o exterior dos encadeamentos trazidos pelo crescimento da absor ção doméstica contatado na seção anterior Por fim o grupo IT é aquele que apresenta a menor expansão da corrente de comércio no período Isso significa que esses setores são mais fechados do que o restante da indústria fato que provavelmente re flete um maior nível de proteção natural que em geral acompanha esses bens Mesmo assim verificase que após 2011 esses setores entraram em déficit comercial diferentemente por exemplo do ocorrido no pósPla no Real na década de 1990 em que houve algum cresci mento econômico e forte apreciação da taxa de câmbio O acirramento da competição movida pelas cadeias de produção asiáticas lideradas pela China sinaliza para um quadro distinto no qual também o grupo IT poderá se desindustrializar reforçando a propensão a importar da economia brasileira Gráfico 2 Evolução das exportações e importações industriais brasileiras 1998 a 2018 Agregado Industrial 100000000000 50000000000 0 50000000000 100000000000 150000000000 200000000000 250000000000 300000000000 350000000000 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 Exportações Importações Saldo Comercial Corrente de Comércio Por grupos industriais 58 OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA 2019 n3 100000000000 50000000000 0 50000000000 100000000000 150000000000 200000000000 CA 1998 CA 2002 CA 2006 CA 2010 CA 2014 CA 2018 CI 2000 CI 2004 CI 2008 CI 2012 CI 2016 IN 1998 IN 2002 IN 2006 IN 2010 IN 2014 IN 2018 IT 2000 IT 2004 IT 2008 IT 2012 IT 2016 Exportações Importações Saldo Comercial Corrente de Comércio Fonte Elaboração dos autores com base no SisComexMDIC Considerações finais Quando se consideram os quatro grupos industriais a dinâmica de crescimento das importações ganha contor nos bastante distintos do que os sugeridos somente pela observação do agregado da indústria A visão estrutural sugere que não há qualquer razão para apostar que um comportamento favorável da balança comercial esteja assegurado em vista da posição atual da taxa de câmbio e das expectativas existentes quanto à sua manutenção em níveis mais depreciados pelos próximos anos Ao contrário dada a atual propensão ao vazamen to para o exterior dos possíveis impulsos da demanda interna particularmente visível no caso do grupo IN e potencialmente esperados para os setores do grupo IT um eventual retorno de algum dinamismo para a eco nomia brasileira irá provocar um rápido crescimento das importações Se o objetivo que se tem para a indús tria brasileira é de redução da rigidez estrutural com uma mudança da estrutura produtiva na direção de bens com maiores conteúdos tecnológicos capazes de dinamizar a economia e sustentar a produtividade por um prazo mais longo tornase necessário então promo ver medidas que garantam uma maior competitividade dessas atividades No momento em que as autoridades econômicas brasileiras mencionam novas medidas liberalizantes como uma redução unilateral das tarifas aduaneiras sobre bens industriais é importante ter claro os impac tos extremamente negativos sobre as perspectivas de retomada do crescimento que essas iniciativas poderão ocasionar Referências KUPFER D A indústria brasileira após a abertura In Castro A C Licha A Pinto Jr H Q Sabóia J Brasil em Desenvolvimento Economia Tecnologia e Competitividade Vol 1 Parte III pp 20132 Rio de Janeiro Ed Civilização Brasileira 2005 TORRACCA J F KUPFER D A evolução da taxa de câmbio efetiva real setorial e a mundança estrutural no padrão de comércio da indústria brasileira Anais do XLI Encontro Nacional de Economia Niterói ANPEC 2013 v 1 Among the benefits the public gets the right to know and to participate in decisionmaking The government can conjure transparency and accountability And the businesses become more efficient and profitable For this the Open Government and Open Data movements are emerging worldwide Lots of governments have advanced some form of openness by encouraging participation and transparency They are sharing information in open and standardized formats Making data available and accessible The key beneficiaries are the public governments and businesses O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento foi criado em novembro de 2005 para ser um núcleo irradiador de estudos e propostas para o desenvolvimento em sua acepção pluridisciplinar Foram 130 os seus sóciosfundadores economistas na maioria Pouco a pouco o quadro de associados incorporou professores e pesquisadores de História Ciências Sociais Direito Cultura Administração e Gestão Pública Hoje são 244 sócios bra sileiros e estrangeiros Sua criação constitui justa homenagem a um dos maiores economistas do século XX intelectual e homem público que se tornou referência mundial na luta contra a miséria e o subdesenvolvimento O Centro tem se dedicado a três ob jetivos documentar o desenvolvimento estudar e formar para o desenvolvimento debater e propor iniciativas para o desenvolvimento Sua agenda abrange pesquisas publicações e debates O Centro Internacional Celso Furtado é uma associação civil de direito privado de interesse público sem fins lucrativos e apartidária instalada no edifíciosede do Clube de Engenharia no centro do Rio de Janeiro Acompanhe as atividades desenvolvidas pelo Centro Internacional Celso Furtado em wwwcentrocelsofurtadoorgbr wwwcadernosdodesenvolvimentoorgbr Curta nossa página wwwfacebookcomcentrocelsofurtado Siganos wwwtwittercomcentrocfurtado Acesse nosso canal wwwyoutubecomuserCentroCelsoFurtado1 Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento Av Rio Branco 124 13º andar sala 1304 Edifício Edison Passos Centro Rio de Janeiro RJ 20040001 Tel 55 21 21789540 centrocentrocelsofurtadoorgbr

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brasileira é reflexo de múl tiplas causas estruturais que se acumulam há décadas adicionadas a outras razões conjunturais mais recentes que se fizeram sentir após a crise de 2015 e a subsequente estagnação da economia nacional A análise do padrão dinâmico que caracterizou o último ciclo de crescimen to da economia brasileira que se estendeu de 2004 e 2010 permite constatar o nítido descolamento que ocorreu entre as trajetórias do setor industrial e do conjunto da economia Enquanto a economia exibia números positi vos de crescimento do PIB de melhoria na distribuição de renda de redução do desemprego e de estruturação do mercado de trabalho dentre outros a indústria enfrenta va um círculo vicioso de fragilização caracterizado por um hiato crescente de produtividade competitividade e inovação que por sua vez determinavam um distancia mento cada vez maior da fronteira produtiva e tecnológi ARTIGO 54 OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA 2019 n3 ca internacional O fato é que em consequência desses hiatos de desempenho os potenciais impactos do cres cimento econômico sobre a indústria foram seriamente restringidos pelo vazamento para o exterior dos impul sos de demanda então existentes Esse breve artigo tem por finalidade enfatizar a con tribuição que o fluxo de importações de bens vem exer cendo sobre o desempenho da indústria em uma pers pectiva de longo prazo Esse é um tema que por razões que escapam à compreensão mais imediata não tem sido muito explorado nas análises sobre a indústria brasileira O artigo se desdobra em duas frentes A primeira de las recorre à base de dados construída no GICIEUFRJ para o cálculo de taxas de câmbio reais efetivas seguin do a metodologia descrita em Torracca e Kupfer 2013 para discutir a contribuição do crescimento do PIB e da taxa de câmbio para o comportamento das importações agregadas no período A segunda frente busca extrair implicações da análise anterior para a evolução futura da indústria Para tanto realiza uma análise estrutural da balança comercial brasileira de modo a individuali zar o comportamento dos diferentes grupos industriais de acordo com uma tipologia também estabelecida pelo GICIEUFRJ Nessa análise o foco é a evolução do sal do como indicador de competitividade internacional e da corrente de comércio como indicador da abertura externa da economia brasileira para cada grupo indus trial considerando o início da década passada até os dias atuais O artigo finaliza com a apresentação de algumas implicações dos resultados encontrados Determinantes do comportamento das importações brasileiras 19982018 A maior parte dos estudos sobre a relação entre câmbio e indústria no Brasil opta por concentrar o esforço ana lítico na reflexão sobre a taxa de câmbio efetiva e as ex portações Nesse caso o interesse está posto na competi tividade externa da indústria brasileira que por sua vez depende fundamentalmente do ritmo de expansão do comércio mundial e da sua capacidade de manter ou ex pandir o seu market share nesses mercados externos Nes se caso a demanda mundial cumpre uma função relevan te para a determinação das exportações domésticas Embora de grande relevância esses estudos não en focam o outro lado do problema industrial que se origi na do comportamento das importações como reflexo da competitividade da indústria em manter ou expandir o seu market share no mercado doméstico visàvis a pene tração de importações Nesse caso além da competiti vidade da indústria nacional frente aos exportadores de terceiros países as importações são comandadas pelo grau de absorção doméstica dos bens definido pela taxa de dinamismo do mercado interno O Gráfico 1 relaciona a evolução das importações in dustriais em contraposição à taxa de câmbio efetiva das importações e do PIB para o período 1998 a 2018 A aná lise para esses vinte anos pode ser subdividida em qua tro períodos históricos assim como exposto na Tabela 1 No primeiro subperíodo de 1998 a 2003 destacase um movimento de forte desvalorização cambial acom panhado por uma queda anual média das importações em torno de 6 e crescimento anual médio do PIB na ordem de 2 Ou seja nesse primeiro período o sinal encontrado entre a variação da taxa de câmbio e a varia ção das importações parece atuar na direção esperada já que pela perspectiva das importações uma taxa de câmbio mais depreciada levaria a um encarecimento dos produtos estrangeiros No segundo período de 2003 a 2011 o resultado é exatamente o oposto A econo mia brasileira passou por um momento de maior cres cimento econômico e as importações acompanharam esse movimento de ampliação da absorção doméstica A taxa de câmbio por sua vez registrou uma inflexão na direção de uma forte apreciação com variação média anual negativa de 79 Nesse caso as importações fo ram impactadas tanto pelo crescimento do PIB quanto pela valorização do câmbio de maneira que a atuação de ambas as variáveis se reforçou gerando como resul tado uma explosão das compras externas que mais que 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a 2018 Período PIB Importações Câmbio 1998 a 2003 21 60 109 2003 a 2011 44 211 79 2011 a 2014 18 00 67 2014 a 2018 12 42 52 Fonte Os dados de importações foram coletados no SisComexMDIC Os dados do PIB são do SCNIBGE As taxas de câmbio reais efetivas foram ela boradas a partir do banco de dados do GICIEUFRJ com base nas informações do FMI UNCTAD e SixComexMDIC O terceiro período de 2011 a 2014 é mais curto e mos tra uma relativa estabilidade em relação aos demais O PIB cresceu em média 18 ao ano e as importações per maneceram basicamente constantes enquanto a taxa de câmbio volta a descrever uma trajetória de desvalorização Um possível efeito negativo do câmbio desvalorizado nas importações pode ter sido contrabalançado por uma taxa anual de crescimento do PIB positiva O período mais re cente de 2014 a 2018 marca a recessão seguida de estagna ção da economia brasileira e um concomitante recuo das importações ainda que nos dois últimos anos se observe alguns sinais de recuperação A taxa de câmbio real efetiva para esse período permanece desvalorizada reforçando portanto o movimento de queda das importações 56 OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA 2019 n3 A contribuição tanto do PIB quanto do câmbio para o comportamento das importações pode ser medida de forma aproximada em termos dos coeficientes de cor relação dessas séries Na relação PIB e importações a as sociação foi positiva e na ordem de 0835 enquanto na relação câmbio e importações a correlação foi negativa e em grau inferior 0524 Dessa forma apesar da taxa de câmbio exercer papel relevante na determinação dos 3 A tipologia de grupos industriais de acordo com padrões de concorrência proposta pioneiramente em Ferraz Kupfer e Haguenauer 1996 Made in Brazil desafios competitivos para a indústria Rio de Janeiro Ed Campus vem sendo utilizada com adaptações pelo Grupo de Indústria e Competitivi dade do IEUFRJ desde então A versão utilizada nesse artigo encontrase em Kupfer 2005 e foi posteriormente incorporada no Boletim de Indústria e Comércio Exterior BIC realizado pelo GIC para a APEX fluxos de comércio da indústria as importações pare cem guardar uma maior associação com as variações da absorção doméstica comandadas pela evolução do PIB do que com as variações da taxa de câmbio A seção a seguir busca identificar de que maneira a análise es trutural da balança comercial de acordo com diferentes grupos industriais pode auxiliar na construção de im plicações para o futuro da indústria brasileira Uma análise estrutural do desempenho comercial brasileiro A dinâmica agregada da indústria não permite identificar os diferentes padrões de concorrência que nela coexis tem Daí a importância de se observar os dados em um ângulo estrutural aqui apreendido a partir do compor tamento de diferentes grupos industriais construídos a partir de uma tipologia de atividades que obedecem a padrões de concorrência semelhantes desenvolvida pelo Grupo de Indústria e Competitividade do IEUFRJ3 Para efeito de estilização são considerados quatro grupos de setores Commodities Agrícolas CA Commo dities Industriais CI Indústria de maior conteúdo tec nológico IN e Indústria Tradicional IT Os grupos CA e CI representam as atividades indus triais baseadas em recursos naturais agrícolas e mine rais respectivamente sendo caracterizados pela ela boração de produtos homogêneos e de alta tonelagem Dada a estrutura industrial brasileira esses grupos en globam as empresas mais eficientes do país que utili zam processos mais atualizados e se candidatam a com petir internacionalmente em custos mesmo a despeito da contribuição negativa trazida pelo chamado custo Brasil O grupo IN concentra as atividades mais sofisti cadas tanto no plano tecnológico quanto no plano da or ganização da produção sendo aquelas que introduzem e difundem o progresso tecnológico pelo tecido indus trial Por isso têm nas inovações de produto e também nas tecnologias organizacionais os fatoreschave de seu padrão de concorrência Engloba basicamente os seto res de bens de capital mecânicos eletrônicos os setores de alta tecnologia aeronáutica exploração de petróleo em águas profundas e ainda as indústrias de bens du ráveis de consumo automóveis eletrônicos que por envolverem montagem em massa de produtos altamente diferenciados requerem um nível de desenvolvimento tecnológico elevado para o seu funcionamento O grupo IT por fim está relacionado aos setores que produzem tanto insumos industriais mais simples produtos de metal químicos diversos material elétrico quanto os benssalário têxtil vestuário calçados e móveis artefa tos plásticos São em geral mais intensivos em traba lho e não requerem requisitos elevados de escala míni ma de produção Essa flexibilidade favorece a variedade levando à convivência de empresas com diferentes tama nhos linhas de produtos capacitações e desempenhos que concorrem pela capacidade de atender à demanda com uma combinação de atributos de custos qualidade rapidez de entrega customização dentre outros O Gráfico 2 mostra a evolução dos fluxos comerciais entre 1998 e 2018 a para o conjunto da indústria e b para os quatro grupos industriais acima descritos re forçando a presença de distintos padrões entre eles Os fluxos comerciais estão registrados diretamente como os valores verificados das exportações e importações e indiretamente pelos valores da corrente de comércio 20 anos de importações industriais no Brasil 57 a soma das exportações e das importações que é uma medida embora imperfeita da abertura da economia e do saldo comercial a diferença entre exportações e im portações que é uma medida embora imperfeita de competitividade internacional da indústria Primeiramente o grupo CA apresenta uma nítida inserção exportadora facilmente constatada pela qua se igualdade entre o saldo e a corrente de comércio Tal característica já não se aplica com tanta nitidez para os setores de CI Principalmente quando as condições es truturais dos mercados internacionais de insumos bási cos se transformaram após a crise global de 2008 com redução de preços e enorme acumulação de excedentes de capacidade instalada mundo afora a competitivida de da produção brasileira reduziuse sensivelmente So mados os grupos CA e CI representam mais da metade da pauta exportadora brasileira cerca de 55 em 2018 Já o grupo IN vem caminhando em direção a uma in serção importadora desde que teve início o ciclo expansi vo da economia brasileira em 2004 O grande crescimen to da corrente de comércio sugere um aprofundamento da abertura desses setores enquanto a deterioração do saldo sinaliza para a gravidade da perda de competitivi dade dessas indústrias No passado recente o grupo IN é o grande responsável pelo vazamento para o exterior dos encadeamentos trazidos pelo crescimento da absor ção doméstica contatado na seção anterior Por fim o grupo IT é aquele que apresenta a menor expansão da corrente de comércio no período Isso significa que esses setores são mais fechados do que o restante da indústria fato que provavelmente re flete um maior nível de proteção natural que em geral acompanha esses bens Mesmo assim verificase que após 2011 esses setores entraram em déficit comercial diferentemente por exemplo do ocorrido no pósPla no Real na década de 1990 em que houve algum cresci mento econômico e forte apreciação da taxa de câmbio O acirramento da competição movida pelas cadeias de produção asiáticas lideradas pela China sinaliza para um quadro distinto no qual também o grupo IT poderá se desindustrializar reforçando a propensão a importar da economia brasileira Gráfico 2 Evolução das exportações e importações industriais brasileiras 1998 a 2018 Agregado Industrial 100000000000 50000000000 0 50000000000 100000000000 150000000000 200000000000 250000000000 300000000000 350000000000 1998 2000 2002 2004 2006 2008 2010 2012 2014 2016 2018 Exportações Importações Saldo Comercial Corrente de Comércio Por grupos industriais 58 OBSERVATÓRIO DA INDÚSTRIA 2019 n3 100000000000 50000000000 0 50000000000 100000000000 150000000000 200000000000 CA 1998 CA 2002 CA 2006 CA 2010 CA 2014 CA 2018 CI 2000 CI 2004 CI 2008 CI 2012 CI 2016 IN 1998 IN 2002 IN 2006 IN 2010 IN 2014 IN 2018 IT 2000 IT 2004 IT 2008 IT 2012 IT 2016 Exportações Importações Saldo Comercial Corrente de Comércio Fonte Elaboração dos autores com base no SisComexMDIC Considerações finais Quando se consideram os quatro grupos industriais a dinâmica de crescimento das importações ganha contor nos bastante distintos do que os sugeridos somente pela observação do agregado da indústria A visão estrutural sugere que não há qualquer razão para apostar que um comportamento favorável da balança comercial esteja assegurado em vista da posição atual da taxa de câmbio e das expectativas existentes quanto à sua manutenção em níveis mais depreciados pelos próximos anos Ao contrário dada a atual propensão ao vazamen to para o exterior dos possíveis impulsos da demanda interna particularmente visível no caso do grupo IN e potencialmente esperados para os setores do grupo IT um eventual retorno de algum dinamismo para a eco nomia brasileira irá provocar um rápido crescimento das importações Se o objetivo que se tem para a indús tria brasileira é de redução da rigidez estrutural com uma mudança da estrutura produtiva na direção de bens com maiores conteúdos tecnológicos capazes de dinamizar a economia e sustentar a produtividade por um prazo mais longo tornase necessário então promo ver medidas que garantam uma maior competitividade dessas atividades No momento em que as autoridades econômicas brasileiras mencionam novas medidas liberalizantes como uma redução unilateral das tarifas aduaneiras sobre bens industriais é importante ter claro os impac tos extremamente negativos sobre as perspectivas de retomada do crescimento que essas iniciativas poderão ocasionar Referências KUPFER D A indústria brasileira após a abertura In Castro A C Licha A Pinto Jr H Q Sabóia J Brasil em Desenvolvimento Economia Tecnologia e Competitividade Vol 1 Parte III pp 20132 Rio de Janeiro Ed Civilização Brasileira 2005 TORRACCA J F KUPFER D A evolução da taxa de câmbio efetiva real setorial e a mundança estrutural no padrão de comércio da indústria brasileira Anais do XLI Encontro Nacional de Economia Niterói ANPEC 2013 v 1 Among the benefits the public gets the right to know and to participate in decisionmaking The government can conjure transparency and accountability And the businesses become more efficient and profitable For this the Open Government and Open Data movements are emerging worldwide Lots of governments have advanced some form of openness by encouraging participation and transparency They are sharing information in open and standardized formats Making data available and accessible The key beneficiaries are the public governments and businesses O Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento foi criado em novembro de 2005 para ser um núcleo irradiador de estudos e propostas para o desenvolvimento em sua acepção pluridisciplinar Foram 130 os seus sóciosfundadores economistas na maioria Pouco a pouco o quadro de associados incorporou professores e pesquisadores de História Ciências Sociais Direito Cultura Administração e Gestão Pública Hoje são 244 sócios bra sileiros e estrangeiros Sua criação constitui justa homenagem a um dos maiores economistas do século XX intelectual e homem público que se tornou referência mundial na luta contra a miséria e o subdesenvolvimento O Centro tem se dedicado a três ob jetivos documentar o desenvolvimento estudar e formar para o desenvolvimento debater e propor iniciativas para o desenvolvimento Sua agenda abrange pesquisas publicações e debates O Centro Internacional Celso Furtado é uma associação civil de direito privado de interesse público sem fins lucrativos e apartidária instalada no edifíciosede do Clube de Engenharia no centro do Rio de Janeiro Acompanhe as atividades desenvolvidas pelo Centro Internacional Celso Furtado em wwwcentrocelsofurtadoorgbr wwwcadernosdodesenvolvimentoorgbr Curta nossa página wwwfacebookcomcentrocelsofurtado Siganos wwwtwittercomcentrocfurtado Acesse nosso canal wwwyoutubecomuserCentroCelsoFurtado1 Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento Av Rio Branco 124 13º andar sala 1304 Edifício Edison Passos Centro Rio de Janeiro RJ 20040001 Tel 55 21 21789540 centrocentrocelsofurtadoorgbr

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