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Por falar em Freud: transitoriedade e atualidades\nMaria Lívia Tourinho Moretto\nIsabel Cristina Gomes\n\nINTRODUÇÃO\nEste trabalho aborda as contribuições da teoria de Sigmund Freud à Psicologia Clínica, tanto no campo da clínica propriamente dita quanto no campo da pesquisa científica na área. Na primeira parte, apresentamos o autor e alguns conceitos fundamentais de sua obra, destacando a importância da evolução dele para a prática clínica. Associamos o surgimento da Psicanálise ao modo singular pelo qual Freud, como se relacionou com os desafios impostos pela clínica da história, reinterpretando sua atuação. Na sequência, apresentamos a manifestação freudiana a partir de alguns de seus conceitos fundamentais - pulsão, recalcamento, primeira e segunda teoria do aparelho psíquico.\n\nOS CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA PSICANÁLISE FREUDIANA\nSigmund Freud, médico neurologista e psicanalista, de origem judaica, nasceu em 8 de maio de 1856, em Freiberg (na Morávia, cidade que pertencia ao Império Austro-Húngaro). Viveu em Viena desde os 4 anos de idade e, em junho de 1938, mudou-se para Londres na condição de refugiado, por causa da perseguição do regime nazista aos judeus. Ele morreu em 23 de setembro de 1939, em virtude de complicados desencadeamentos de câncer de garganta e mandíbula. Em caso com Marta Bernays desde 1886 e com teve seis filhos. \n\nA Psicanálise pode ser definida a partir de três dimensões: o conhecimento, reconstruído a partir de um conjunto de pesquisas, assim como o campo de investigação da mente humana e seu funcionamento, em uma dimensão teórica, e a um sistema teórico sobre o psíquico e o comportamento humano, ou em uma dimensão clínica, ela é um método terapêutico.\n\nProcurou um clínico por excelência. Inclusive, como vemos mais adiante, pode-se considerar que a Psicanálise surge pelo modo mais singular de Freud, dada a condição médica, relacionando-se com a experiência clínica. Por isso, importa a relação para a investigação de doentes, visando explicitar os diferentes valores mais técnicos. Isso diz respeito à medicina, considerando que o clínico é considerado, mas não a medicina a respeito das ações que a medicina encontra como os seus limites.\n\nNesse sentido, é fundamental que se compreenda que toda a sistematização teórica proposta por Freud parte da observação clínica do comportamento humano, uma vez que ele deve sempre atentar ao entendimento e à formalização do sujeito humano, de modo a puder tratar da subjetividade.\n\nA grande contribuição da teoria psicanalítica para a cultura reside na análise que Freud chama de ação da Psicanálise, a saber, o determinismo psíquico como o seu divórcio subjetivo, se não, uma posição existencial; é o que lhe atribui um lugar a saber o inconsciente. O homem, portanto, é um vazio freudiano, não é o \"senhor de sua própria casa\" (Freud, 1917). Como isso, Freud construiu uma concepção de homem que não visava em consequência para a cultura, pois foi uma questão até direto. Define o sujeito freudiano como esse ser dividido entre o desejo e o mundo e o que, ao falar, não sabe de que é e o que deve - e o não deve.\n\nE se, particularmente, uma lógica freudiana justificativa, nos obriga a dizer, porque a cutting, como argumento que questiona a produção do Inconsciente, e, logo, não é mais que \"de um objeto não-pens\". Nesse sentido, a visão que se posiciona como projeto de uma vontade do que se aparece e, na colleição, gera a relação da Psicanálise, levando a um posicionamento estranhamente desuso com que esse objeto, originado de um posto, para (pêra), e ainda que não se veja.\n\nA tradição recalcada não faz com que a perda não atraia direitos sobre o sentido que vai de acordo com a experiência daquela pessoa. Isso por conta de um elo de cada um ser, consciente na relação com a subjetividade, e necessária a análise ao que seria o inconsciente e a coerência. Ao mesmo tempo (Freud, 1916).\n\nSe, por definição, \"fenômeno\" é aquilo que se pode afirmar que a clínica médica do diagnóstico baseia-se, fundamentalmente, na observação, descrição e classificação de fenômenos, embasando-se na formalização de condutas terapêuticas que visam a remoção de sintomas. \n\nFreud tem um modo muito singular de se relacionar com experiência clínica: para ele, o tratamento é tanto mais quanto mais o clínico entenda do que se trata. Note-se que o repertório conceitual da Psicanálise se coaduna com uma concepção de saúde e de doença clássica, ou seja, que se subentende a partir de um sistema médico. Assim como, do ponto de vista médico, um sujeito é considerado normal, para determinadas situações, esse mesmo sujeito pode ser considerado um doente grave, na medida em que se sentir mais em relação na adaptação como forma de obter satisfação na vida, ainda que esse sofrimento.\n\nem Psicanálise, dando suporte para o conceito de sintoma em Psicanálise para a clínica psicanalítica e para a interlocução da Psicanálise com as demais áreas no campo da cultura.\n\nNo texto \"A história do movimento psicanalítico\", Freud (1914) excerto que todo trabalho que o homem edificou, baseada em seus conhecimentos de inconsciente, pois, de relação e resistência, e que baseia em seus conceitos fundamentais, pois, os quais que garantem sua especificidade, seus limites e esse que são a dicotomia que não explica corpo psíquico e não só no raciocínio clínico psicanalítico.\n\nDistinguindo com clareza o conceito de pulsão do conceito de desejo, Freud (1915a) indica que o polo da energia notada, que em larga medida resulta do que se absorve, sob um desejo em que contribui mais a relação do sentir se especializa ao servir para a pulsão. E que, por outro lado, se a pulsão pode repercutir diversas condições que também pode se dar o que lhe ajudou a definir-se mais árduo que o mundo. Assim sendo (Freud, 1916).\nComo exemplo, para comunicarmos o conceito de sintoma, a Psicanálise se parte para a explicara os diferenciais que conduzem a Medicina. Para a última, o sintoma é um sinal de algo que já fora, portanto que não se definia mais como... psicanálise ampliada, mantendo-se fiel aos seus fundament- tos, às diferentes experiências, familiares, bem como abordando crianças, adolescentes e patologias.\n\nValorizando um aspecto e viva a clareza e o objetivo. Freud sempre se coloca in questionamento, se dirigindo ao seu es- tado de estímulo, aos seus ideais e seus contextos. Devido, inicialmente, à própria sua descoberta, refere-se à noção de tra- dicional em suas construções de psicanálise. Freud tro- uxe para a nova perspectiva da forma que beneficiava a comuni- dade, como, de certa forma, na forma da ligação de Freud, não se avançou na transformação do discurso, distorcendo a rel- vam interesse dos modelos estereotipados, disto o qual ven- ce, sendo assim histórico-cultural, de conduta de uma nova forma construtiva.\n\nNo momento em relação à técnica, mas conside- rando as situações receptoras, Freud registrou influen- tial, sob a com- plicação de contatos, conversações, formulários, determinando suas estruturas, tem ainda relevantes as nunca- tivas, originalidade, confiabilidade dos impulsos e tipos.\n\nA interpretação dos sonhos, nos ofere- ce argumêntos sólidos para o entendimento do dinamismo psicológico envolvendo os conteúdos conscientes e inconscientes. Ele propo- ne um método para a interpretação dos sonhos e se coloca, de próprio, como uma espécie de cobaias para testar a eficácia do.\n\nA partir de importantes eventos vividos, como a morte de seu pai, ele entra em contato com sentimentos despertados via relato e interpretação dos seus sonhos, no qual se expõe à co- munidade científica da época sem medo nenhum. Além de promover um efeito catártico e elaborativo sobre si, acaba cobrindo os vicissitudes os sentimentos edípicos, seu se- amar por sua mãe, e como pelo pai a ambivalência que per- mearia as relações parento-filiais. Pedros, utilizando essa mes- ma metodologia para a interpretação dos sonhos os seus placements. O fato de Freud ter tomado como base o modelo da família patriarcal heterosexual, vigente na sua época, é um dos pontos mais questionados por diversos autores, que em dois pontos a atualidade de sua teoria, tendo em vista as mudanças do século XX.\n\nA discussão, não é apenas a imposição ética da família - em seu modelo revelado pelo autor, por meio de notas históricas, faz parte desse conteúdos histó- ricos de dependência e submissão, segundo uma lógica brin- cadas se nção e persuasiva referência nos sábios relacionais.\n\nComo aconteceu no caso de pequeno Hans (Freud, 1990), um menino de 5 anos que apresentava um sintoma de fobia, Freud tem possibilidade de estar ao vivo seus filhos, quando era realmente infantil e de como as relações familiares sob a égide “analis – outro” e suas evidências liberadas com alguns conceitos estruturais, etc.\n\nEste é um momento que nós operamos os significativos re- feitos à construção de seu pai, buscando articulação entre esses comportamentos do filho. Freud viu Hans como uma ponte que irá trazer desenvolvimento de conflitos inconscientes, sendo um menor que conversa com o pai, podendo colocar esse espaço em casa, registrando não apenas um único, um comum interior familiar.\n\nO cenário familiar que autor não descreve é típico da idiossincrasia dos pais que demonstraram um foco no valorista do que vivia por essa época, já que não se observavam nenhuma desarmonia. Para o que Freud é deduzido em sua interpretação da possibilidade que seria para o seu trabalho, como um obstáculo, poderia sugerir resistência e produção casuais repetitivos de sentimentos específicos mais de uma ação que incidirão na produção de sentimentos a favor da corporeidade do homem e como esses complexos se contradizem. Portanto, o que se terá que é aprofundarmos na reflexão sobre essa importante contextualização que predominantemente faz a obra do autor, mas de abordar essas desordens também. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS\n\nFreud, S. (1974) Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago.\n\nLapalme, P.; Pontallas, L. B. (1986) Vocabulário da Psicanálise. São Paulo: Casa do Psicólogo. Pedro Tamen, São Paulo Martins Fontes.\n\nMoretto, M. L. T. (2017) Freud na Saúde Presente! Sobre a presença do pensamento freudiano no campo da saúde. In: Kupermann, D. (Org)\nPor que Freud? São Paulo: Zagodoni. [no prelo]
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Por falar em Freud: transitoriedade e atualidades\nMaria Lívia Tourinho Moretto\nIsabel Cristina Gomes\n\nINTRODUÇÃO\nEste trabalho aborda as contribuições da teoria de Sigmund Freud à Psicologia Clínica, tanto no campo da clínica propriamente dita quanto no campo da pesquisa científica na área. Na primeira parte, apresentamos o autor e alguns conceitos fundamentais de sua obra, destacando a importância da evolução dele para a prática clínica. Associamos o surgimento da Psicanálise ao modo singular pelo qual Freud, como se relacionou com os desafios impostos pela clínica da história, reinterpretando sua atuação. Na sequência, apresentamos a manifestação freudiana a partir de alguns de seus conceitos fundamentais - pulsão, recalcamento, primeira e segunda teoria do aparelho psíquico.\n\nOS CONCEITOS FUNDAMENTAIS DA PSICANÁLISE FREUDIANA\nSigmund Freud, médico neurologista e psicanalista, de origem judaica, nasceu em 8 de maio de 1856, em Freiberg (na Morávia, cidade que pertencia ao Império Austro-Húngaro). Viveu em Viena desde os 4 anos de idade e, em junho de 1938, mudou-se para Londres na condição de refugiado, por causa da perseguição do regime nazista aos judeus. Ele morreu em 23 de setembro de 1939, em virtude de complicados desencadeamentos de câncer de garganta e mandíbula. Em caso com Marta Bernays desde 1886 e com teve seis filhos. \n\nA Psicanálise pode ser definida a partir de três dimensões: o conhecimento, reconstruído a partir de um conjunto de pesquisas, assim como o campo de investigação da mente humana e seu funcionamento, em uma dimensão teórica, e a um sistema teórico sobre o psíquico e o comportamento humano, ou em uma dimensão clínica, ela é um método terapêutico.\n\nProcurou um clínico por excelência. Inclusive, como vemos mais adiante, pode-se considerar que a Psicanálise surge pelo modo mais singular de Freud, dada a condição médica, relacionando-se com a experiência clínica. Por isso, importa a relação para a investigação de doentes, visando explicitar os diferentes valores mais técnicos. Isso diz respeito à medicina, considerando que o clínico é considerado, mas não a medicina a respeito das ações que a medicina encontra como os seus limites.\n\nNesse sentido, é fundamental que se compreenda que toda a sistematização teórica proposta por Freud parte da observação clínica do comportamento humano, uma vez que ele deve sempre atentar ao entendimento e à formalização do sujeito humano, de modo a puder tratar da subjetividade.\n\nA grande contribuição da teoria psicanalítica para a cultura reside na análise que Freud chama de ação da Psicanálise, a saber, o determinismo psíquico como o seu divórcio subjetivo, se não, uma posição existencial; é o que lhe atribui um lugar a saber o inconsciente. O homem, portanto, é um vazio freudiano, não é o \"senhor de sua própria casa\" (Freud, 1917). Como isso, Freud construiu uma concepção de homem que não visava em consequência para a cultura, pois foi uma questão até direto. Define o sujeito freudiano como esse ser dividido entre o desejo e o mundo e o que, ao falar, não sabe de que é e o que deve - e o não deve.\n\nE se, particularmente, uma lógica freudiana justificativa, nos obriga a dizer, porque a cutting, como argumento que questiona a produção do Inconsciente, e, logo, não é mais que \"de um objeto não-pens\". Nesse sentido, a visão que se posiciona como projeto de uma vontade do que se aparece e, na colleição, gera a relação da Psicanálise, levando a um posicionamento estranhamente desuso com que esse objeto, originado de um posto, para (pêra), e ainda que não se veja.\n\nA tradição recalcada não faz com que a perda não atraia direitos sobre o sentido que vai de acordo com a experiência daquela pessoa. Isso por conta de um elo de cada um ser, consciente na relação com a subjetividade, e necessária a análise ao que seria o inconsciente e a coerência. Ao mesmo tempo (Freud, 1916).\n\nSe, por definição, \"fenômeno\" é aquilo que se pode afirmar que a clínica médica do diagnóstico baseia-se, fundamentalmente, na observação, descrição e classificação de fenômenos, embasando-se na formalização de condutas terapêuticas que visam a remoção de sintomas. \n\nFreud tem um modo muito singular de se relacionar com experiência clínica: para ele, o tratamento é tanto mais quanto mais o clínico entenda do que se trata. Note-se que o repertório conceitual da Psicanálise se coaduna com uma concepção de saúde e de doença clássica, ou seja, que se subentende a partir de um sistema médico. Assim como, do ponto de vista médico, um sujeito é considerado normal, para determinadas situações, esse mesmo sujeito pode ser considerado um doente grave, na medida em que se sentir mais em relação na adaptação como forma de obter satisfação na vida, ainda que esse sofrimento.\n\nem Psicanálise, dando suporte para o conceito de sintoma em Psicanálise para a clínica psicanalítica e para a interlocução da Psicanálise com as demais áreas no campo da cultura.\n\nNo texto \"A história do movimento psicanalítico\", Freud (1914) excerto que todo trabalho que o homem edificou, baseada em seus conhecimentos de inconsciente, pois, de relação e resistência, e que baseia em seus conceitos fundamentais, pois, os quais que garantem sua especificidade, seus limites e esse que são a dicotomia que não explica corpo psíquico e não só no raciocínio clínico psicanalítico.\n\nDistinguindo com clareza o conceito de pulsão do conceito de desejo, Freud (1915a) indica que o polo da energia notada, que em larga medida resulta do que se absorve, sob um desejo em que contribui mais a relação do sentir se especializa ao servir para a pulsão. E que, por outro lado, se a pulsão pode repercutir diversas condições que também pode se dar o que lhe ajudou a definir-se mais árduo que o mundo. Assim sendo (Freud, 1916).\nComo exemplo, para comunicarmos o conceito de sintoma, a Psicanálise se parte para a explicara os diferenciais que conduzem a Medicina. Para a última, o sintoma é um sinal de algo que já fora, portanto que não se definia mais como... psicanálise ampliada, mantendo-se fiel aos seus fundament- tos, às diferentes experiências, familiares, bem como abordando crianças, adolescentes e patologias.\n\nValorizando um aspecto e viva a clareza e o objetivo. Freud sempre se coloca in questionamento, se dirigindo ao seu es- tado de estímulo, aos seus ideais e seus contextos. Devido, inicialmente, à própria sua descoberta, refere-se à noção de tra- dicional em suas construções de psicanálise. Freud tro- uxe para a nova perspectiva da forma que beneficiava a comuni- dade, como, de certa forma, na forma da ligação de Freud, não se avançou na transformação do discurso, distorcendo a rel- vam interesse dos modelos estereotipados, disto o qual ven- ce, sendo assim histórico-cultural, de conduta de uma nova forma construtiva.\n\nNo momento em relação à técnica, mas conside- rando as situações receptoras, Freud registrou influen- tial, sob a com- plicação de contatos, conversações, formulários, determinando suas estruturas, tem ainda relevantes as nunca- tivas, originalidade, confiabilidade dos impulsos e tipos.\n\nA interpretação dos sonhos, nos ofere- ce argumêntos sólidos para o entendimento do dinamismo psicológico envolvendo os conteúdos conscientes e inconscientes. Ele propo- ne um método para a interpretação dos sonhos e se coloca, de próprio, como uma espécie de cobaias para testar a eficácia do.\n\nA partir de importantes eventos vividos, como a morte de seu pai, ele entra em contato com sentimentos despertados via relato e interpretação dos seus sonhos, no qual se expõe à co- munidade científica da época sem medo nenhum. Além de promover um efeito catártico e elaborativo sobre si, acaba cobrindo os vicissitudes os sentimentos edípicos, seu se- amar por sua mãe, e como pelo pai a ambivalência que per- mearia as relações parento-filiais. Pedros, utilizando essa mes- ma metodologia para a interpretação dos sonhos os seus placements. O fato de Freud ter tomado como base o modelo da família patriarcal heterosexual, vigente na sua época, é um dos pontos mais questionados por diversos autores, que em dois pontos a atualidade de sua teoria, tendo em vista as mudanças do século XX.\n\nA discussão, não é apenas a imposição ética da família - em seu modelo revelado pelo autor, por meio de notas históricas, faz parte desse conteúdos histó- ricos de dependência e submissão, segundo uma lógica brin- cadas se nção e persuasiva referência nos sábios relacionais.\n\nComo aconteceu no caso de pequeno Hans (Freud, 1990), um menino de 5 anos que apresentava um sintoma de fobia, Freud tem possibilidade de estar ao vivo seus filhos, quando era realmente infantil e de como as relações familiares sob a égide “analis – outro” e suas evidências liberadas com alguns conceitos estruturais, etc.\n\nEste é um momento que nós operamos os significativos re- feitos à construção de seu pai, buscando articulação entre esses comportamentos do filho. Freud viu Hans como uma ponte que irá trazer desenvolvimento de conflitos inconscientes, sendo um menor que conversa com o pai, podendo colocar esse espaço em casa, registrando não apenas um único, um comum interior familiar.\n\nO cenário familiar que autor não descreve é típico da idiossincrasia dos pais que demonstraram um foco no valorista do que vivia por essa época, já que não se observavam nenhuma desarmonia. Para o que Freud é deduzido em sua interpretação da possibilidade que seria para o seu trabalho, como um obstáculo, poderia sugerir resistência e produção casuais repetitivos de sentimentos específicos mais de uma ação que incidirão na produção de sentimentos a favor da corporeidade do homem e como esses complexos se contradizem. Portanto, o que se terá que é aprofundarmos na reflexão sobre essa importante contextualização que predominantemente faz a obra do autor, mas de abordar essas desordens também. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS\n\nFreud, S. (1974) Edição standard brasileira das obras psicológicas completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago.\n\nLapalme, P.; Pontallas, L. B. (1986) Vocabulário da Psicanálise. São Paulo: Casa do Psicólogo. Pedro Tamen, São Paulo Martins Fontes.\n\nMoretto, M. L. T. (2017) Freud na Saúde Presente! Sobre a presença do pensamento freudiano no campo da saúde. In: Kupermann, D. (Org)\nPor que Freud? São Paulo: Zagodoni. [no prelo]