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Texto de pré-visualização
Neuro desenvolvimento E o lugar do afeto na cognição Taciana Feitosa de Melo Breckenfeld ÍNDICE 01 Neurodesenvolvimento 02 Vínculo e construção de experiências 03 Impacto do Estresse tôxico e Memória de Satisfação 04 Algumas pesquisas 01 Neurodesenvolvimento O cérebro do bebê continua a desenvolver mesmo após o seu nascimento Conexão Sináptica a partir da idade Centre for Educational Neuroscience Movimento zeroatrês EUA anos 90 Most learning happens in the first 3 years 03 anos de totalmente dependentes a seres que cantam dançam e se expressam de maneira autônoma Touch Points períodos sensíveis agora ou nunca Evitar a negligência httpwwweducationalneuroscienceorguk No útero o cérebro do bebê está se formando de modo que os estímulos como por exemplo os sonoros servem de material para seu processo de desenvolvimento e aprendizado Assim que consegue ouvir o bebê se familiariza e internaliza os tons e a modulação do idioma de seus pais Carol Benjamin via Storyful NEURODESENVOLVIMENTO Processo evolutivo sequencial e progressivo de modificação fisiológica da estrutura neurológica a partir de uma programação biogenética influenciada por fatores intrísecos e ambientais com o decorrer da idade cronológica Depende de fatores genéticos neurológicos psicossociais nutricionais culturais e de intercorrências pré e perinatais Parâmetro fundamental para observação da saúde física mental cognitiva e adaptativa O Cuidado à saúde da criança por meio do acompanhamento do desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida é tarefa essencial para a promoção à saúde prevenção de agravos e a identificação de atrasos no desenvolvimento Não Há Construção Sem Alicerces inteligência emocional trabalho relacionamento autoestima estudo raciocínio AFETO ESTÍMULO Memória Inteligência Personalidade Funções Executivas Atenção Linguagem Percepção Práxis Vínculo e construção de experiências 02 As interações sociais contribuem para impulsionar a atividade cerebral Se a criança for negligenciada muitas ligações entre os neurônios deixam de acontecer o que pode afetar o seu potencial de aprender e se desenvolver Experiências Mesmo após o nascimento o cérebro continua sendo construído e a qualidade de sua construção depende das experiências vividas Quanto melhor for a construção do cérebro nessa fase melhor será a preparação das crianças para a aprendizagem social emocional e cognitiva no futuro No período neonatal os componentes do sistema nervoso ainda não estão totalmente desenvolvidos o que torna o bebê humano um ser totalmente dependente precisando completar o seu potencial com a estimulação ambiental Giedd et al 1999 Hudspeth Pribram 1990 Huttenlocher 2003 Matzel e Kolata 2010 Negative Outcomes Fulcrum Positive Outcomes Para favorecer uma conectividade positiva é preciso constância O poder do AFETO para o cérebro A cada estímulo cada repetição eficaz de comportamento torna se consolidado pelas memórias de curto e longo prazo A incrível Mente dos Bebês Cérebro de bebês mapeados em ressonância magnética OS BEBÊS NÃO esquecem tão rápido COMPORTAMENTOS AGRESSIVOS VINDOS DE UM ADULTO MESMO QUANDO NÃO SÃO DIRECTIONADOS A ELES Impacto do Estresse Tóxico e Memória de Satisfação 03 Tipos de estresse POSITIVE Brief increases in heart rate mild elevations in stress hormone levels TOLERABLE Serious temporary stress responses buffered by supportive relationships TOXIC Prolonged activation of stress response systems in the absence of protective relationships NeuroAfeto PSICOLOGIA E NEUROPSICOLOGIA Atividade cerebral de uma criança de 3 e aos 5 anos de idade esquerda e de uma orfão romeno vivendo em instituição e que foi negligenciado durante a primeira infância direita Privação e Desenvolvimento Neuropsicológico Perry 2002 Perry at all 1995 Brain and Mind The ChildTrauma Academy HoustonUSA Na negligência quando a criança é privada de afeto e atenção do cuidador reduzemse as habilidades cognitivas da criança acarretando no baixo desempenho escolaracadêmico nos comportamentos e nas emoções Braun e Bock 2004 Representação dos mecanismos do estresse nas células neuronais e arquitetura cerebral The brains ability to change in response to experiences The amount of effort such change requires AGE SOURCE LEVITT 2009 Center on the Developing Child HARVARD UNIVERSITY wwwdevelopingchildharvardedu É possível que um estímulo desencadeador apareça na forma de uma nova situação ou experiência que fará com que esta memória volte à luz Qualquer mínima coisa por mais insignificante que pareça pode reativá la e nos fazer sentir como no momento do trauma Estimulação sensorial positiva como o carinho do cuidador fortalece e aumenta a longevidade sináptica Reflete no desenvolvimento cognitivo acelerado emoções equilibradas apego e capacidade de responder positivamente a novas experiências Braun e Bock 2004 Experiências positivas na primeira infância contribuem para o desenvolvimento saudável do cérebro permitindo que a arquitetura cerebral seja sólida e tenha uma estrutura mais apta a superar dificuldades 04 Algumas Pesquisas 1 Avaliação neuropsicológica de crianças em situação de abrigamento na cidade do Recife necessidade de identificação e intervenção precoce IRDI Indicadores de Risco para Desenvolvimento Infantil de 0 a 18 meses Profa Dra Maria Cristina Machado Kupfer NEPSY Bateria neuropsicológica que avalia o desenvolvimento infantil a partir dos 3 anos Como o abuso infantil ocorre durante o período formativo crítico em que o cérebro está sendo fisicamente esculpido pela experiência o impacto do extremo estresse pode deixar uma marca indelével em sua estrutura e função 2 Consequências neuropsicológicas do abuso sexual Mesmo que o educador tente de todas as formas dar o sentido de casa mas não é a casa você não consegue se ver no outro né No rosto na fisionomia nos aspectos físicos nas atitudes você não consegue você não tem suas referências aqui 3 Concepção da educadora social sobre criança e adolescente que vive em casa de acolhimento Como foi a construção afetiva na minha família Maria CDP Lyra Brady Wagoner Alicia Barreiro Editors Imagining the Past Constructing the Future Springer Maria CDP Lyra Marina Assis Pinheiro Editors Cultural Psychology as Basic Science Dialogues with Jaan Valsiner Springer From Dream To Action IMAGINATION AND IMPOSSIBLE FUTURES Tatiana Valério Ana Clara S Bastos Luca Tateo A VOLUME IN ADVANCES IN CULTURAL PSYCHOLOGY OBRIGADA Taciana Feitosa De Melo Breckenfeld Psicóloga Clínica Neuropsicóloga Mestre em Psicologia Cognitiva UFPE Doutoranda em Psicologia Cognitiva UFPE Pesquisadora NINAPIUFRPE SóciaFundadora da Clínica Neuroafeto Email tacianabreckenfeldufpebr Telefone 81 996067161 Cuidado e manejo da ansiedade na clínica psicológica do adolescente ANNA KARLA LEAL CAVALCANTI DE VASCONCELOS CRP 02 22688 Quem sou eu Sou a filha caçula de Jane e Oswaldo dois apaixonados pela educação Sou casada com Bruno mãe de Bruninho e boadrasta de Bia sou psicóloga e jornalista Após vivenciar as transformações da maternidade escolhi por dedicar meus estudos e práticas à psicologia Perinatal Parental e da infância e adolescência Atuo no atendimento clínico e grupos terapêuticos pois acredito nas possibilidades da fala e escuta compartilhada Sou jornalista formada pela UNICAP pós graduada em Assessoria de imprensa Psicóloga formada pela UFPE com especialização em Terapia Cognitivo Comportamental na infância e adolescência pelo InTCC mestranda em Hebiatria pela Universidade de Pernambuco e especializanda em Psicologia Perinatal 2 O que é a adolescência A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE OMS DEFINE ADOLESCÊNCIA COMO SENDO O PERÍODO DA VIDA QUE COMEÇA AOS 10 ANOS E TERMINA AOS 19 ANOS COMPLETOS 3 FASES PRÉADOLESCÊNCIA DOS 10 AOS 14 ANOS ADOLESCÊNCIA DOS 15 AOS 19 ANOS JUVENTUDE DOS 15 AOS 24 ANOS NO BRASIL O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ECA CONSIDERA A ADOLESCÊNCIA A FAIXA ETÁRIA DOS 12 ATÉ OS 18 ANOS DE IDADE COMPLETOS 3 O que é a adolescência ADOLESCÊNCIA NADA MAIS É DO QUE UMA ETAPA INTERMEDIÁRIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO ENTRE A INFÂNCIA E A FASE ADULTA SEGUNDO WINDLE 1992 A ADOLESCÊNCIA É UM PERÍODO DA VIDA QUE ENVOLVE GRANDES MUDANÇAS E CONFRONTAÇÕES EM VÁRIOS NÍVEIS a MUDANÇAS BIOLÓGICAS PUBERDADE AUMENTO FÍSICO DO TAMANHO b DEVERES PSICOSSOCIAIS CRIAR RELAÇÕES ÍNTIMAS COM PESSOAS SIGNIFICATIVAS TOMAR DECISÕES IMPORTANTES c MUDANÇAS NO MEIO TRANSIÇÃO DO FUNDAMENTAL PARA O ENSINO MÉDIO 4 O que é a adolescência EM RESUMO É A FASE DA VIDA CRUCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE BONS HÁBITOS VALORES E HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS EMPATIA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL QUE GARANTEM O BEMESTAR NAS PRÓXIMAS ETAPAS DA VIDA 5 O que essa imagem diz para você Bullying cyberbullying e redes sociais 7 Globalmente metade dos estudantes com idades entre 13 e 15 anos cerca de 150 milhões de estudantes relataram que experimentam o bullying no ambiente escolar Em 39 países industrializados que foram analisados pelo relatório sobre a violência nas escolas feito pelo Fundo das Nações Unidas 17 milhões de adolescentes admitiram intimidar os amigos na escola Relações familiares 9 Viver em um ambiente com muitos conflitos pode se tornar algo estressor para a pessoa e para toda a família E com o tempo todo esse estresse pode acabar evoluindo para um quadro de ansiedade onde a pessoa se mantém em alerta frente ao possível conflito mesmo que ele não ocorra Por não saber como lidar de maneira adequada com os conflitos que surgem no núcleo familiar o adolescente pode se sentir deslocado incompreendido e não pertencente à família Transtornos de Ansiedade OS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE COSTUMAM APRESENTAR CARACTERÍSTICAS DE MEDO E ANSIEDADE EM EXCESSO ALÉM DE PERTURBAÇÕES COMPORTAMENTAIS RELACIONADAS ESSA É A CLASSIFICAÇÃO OFICIAL SEGUNDO O DSMV NO CASO DA ANSIEDADE SÃO CONSIDERADOS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS 1 PREOCUPAÇÃO PERSISTENTE EM EXCESSO POR EVENTOS INDESEJADOS 2 AFASTAMENTO DE CASA OU DE FIGURAS IMPORTANTES 3 PERDA POR MORTE DE ENTES QUERIDOS 4 RECUSA EM SAIR DE CASA 5 RELUTÂNCIA EM DORMIR SOZINHO ENTRE OUTROS 10 Transtornos de Ansiedade 1 TRANSTORNO DE ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO 2 TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA 3 TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL OU FOBIA SOCIAL 4 TRANSTORNO DE PÂNICO 5 AGORAFOBIA 6 TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO 7 MUTISMO SELETIVO 11 Quais as principais causas da ansiedade no adolescente 12 Dentre as causas de ansiedade podemos citar fatores biológicos genética e traços de temperamento e fatores ambientais como estilos parentais de superproteção e ambientes que não proporcionam o sentimento de segurança necessário ao desenvolvimento natural de uma criança ou adolescente Quais as principais causas da ansiedade no adolescente 13 As preocupações características da adolescência como 1 Aparência Autoestima 2 Decepção amorosa namoro 3 Popularidade 4 Futuro Vida profissional 5 Identidade 6 Separação dos pais 7 Mudança de amigos para outra cidade ou escola 8 Falta de apoio da família 9 Cyberbullying e bullying 10 Vivência em ambientes estressantes 11 Incapacidade de lidar com a frustração 12 Pais que já tiveram ou têm algum transtorno ansioso possuem mais probabilidade do adolescente desenvolver ansiedade ou depressão em algum momento da vida Toda ansiedade é um problema clínico 14 A ansiedade é uma resposta normal e adaptativa de proteção ao sujeito Tratase de um sinal de alerta para possíveis perigos A ansiedade em seu estado fisiológico existe para nos manter focados nos preparar ou proteger de riscos reais e ampliar nosso rendimento emocional Em outras palavras esse estado de expectativa pode ser ativado tanto para eventos potencialmente ruins medo de perder o emprego receio de ir a um local perigoso como para eventos bons um encontro uma viagem uma comemoração Toda ansiedade é um problema clínico 15 Por que é importante tratar a ansiedade do adolescente o quanto antes 16 A negligência com os sintomas pode agravar o estado psicológico do adolescente e causar outras condições como fobias e transtorno do pânico bem como estimular pensamentos suicidas O suicídio é a terceira principal causa da morte entre adolescentes mais velhos 15 a 19 anos de acordo com o OPAS Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Falta de ar ou respiração rápida Insônia e cansaço Taquicardia Boca seca ou náuseas Tremedeiras e palpitações 17 A ansiedade se mostra através de sintomas fisiológicos ou seja a partir de reações físicas no corpo como por exemplo Ícone Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Fadiga e sonolência diurna Perda de apetite ou apetite excessivo causando considerável perda ou aumento de peso Desatenção e perda de memória 18 Ícone Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Inquietação Preocupação excessiva com o futuro Hipervigilância e medo Falta de concentração Pensamento acelerado 19 Ou também através de comportamentos como Ícone Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Autoestima baixa Roer as unhas ou arrancar os cabelos Tristeza Perda de interesse de coisas que antes gostava Dificuldade de se socializar 20 Ícone Como a terapia pode ajudar o adolescente com ansiedade 21 A terapia pode ajudar tanto o indivíduo em si quanto a família como um todo Podem ser trabalhados os mais diferentes temas durante um processo terapêutico Ex 1 O psicólogo pode auxiliar no entendimento correto do que o paciente sente 2 O porquê sente determinados sentimentos 3 Qual a causa desses sentimentos e emoções 4 Como lidar com sentimentos negativos 5 De que forma pode trabalhar isso junto a sua família 6 Psicoeducação 7 Técnicas para a diminuição de sintomas 8 Autorregulação 9 Trato das habilidades socioemocionais Passo a passo do cuidado e manejo na clínica com adolescentes ESCUTA ATENTA EMPÁTICA E SIGILOSA AMBIENTE ACOLHEDOR ESTAR ATENTO AS PREFERÊNCIAS E GOSTOS DO ADOLESCENTE MANTERSE ATUALIZADO 22 Inventário da ansiedade para uso em sessões de TCC com adolescentes 23 Lista de verificação das distorções cognitivas para uso em sessões de TCC que podem promover contribuir para a ansiedade em adolescentes 24 Técnicas de manejo da ansiedade para uso em sessões de TCC com adolescentes Incentivar a prática de exercícios físicos e alimentação balanceada Se oferecer para superar um medo em conjunto Conversar sobre sentimentos Criar novos hobbies 25 Técnicas de manejo da ansiedade para uso em sessões de TCC com adolescentes Role play de situações confrontadoras Técnicas de respiração Escrita sobre sentimentos Diálogo em família 26 RECURSO TERAPÊUTICO AVALIAÇÃO DA SEMANA KARLALEALPSI Nome Data Fiz e gostei Fiz e não gostei Não fiz e gostaria de ter feito Não fiz e não gostaria de ter feito ANNA KARLA LEAL CAVALCANTI DE VASCONCELOS KARLALEALPSI RECURSO TERAPÊUTICO MONTANDO O QUEBRA CABEÇA DO MEU PENSAMENTOS ASSERTIVOS Eu tenho fome de que Gatilhos que me fazem sentir fome Nesse momento é fome emocional ou fome fisiológica O que eu posso fazer para não comer nesses momentos Ferramenta 1 Ferramenta 2 Ferramenta 3 Ferramenta 4 Em casos de fome emocional eu posso O que fiz Como me sentir O que foi difícil RECORTE E MONTE COM O SEU PACIENTE RECURSO TERAPÊUTICO Investigando meus pensamentos O que aconteceu O que eu pensei O que eu senti Minha escala de preocupação foi 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 O que aconteceu O que eu pensei O que eu senti Minha escala de preocupação foi 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 RECURSO TERAPÊUTICO Reconhecendo as preocupações As preocupações podem surgir disfarçadas de vários nomes dentre eles ansiedade medos nervosismos no fundo o que mais importa é a forma como lida com elas e o que faz com esses pensamentos que incomodam Escreva abaixo quais sementes da preocupação tem crescido em você e te incomoda Quais os sintomas sente quando essas sementes da preocupação estão crescendo em você RECURSO TERAPÊUTICO Mandando as preocupações embora Já sabemos quais são a preocupações já entendemos o que sentimos agora precisamos entender que quanto mais alimentamos e fazemos elas crescerem mais forças elas terão em nossa mente e ações 1 Plante em dois copinhos diferentes feijões em um escreva o nome PREOCUPAÇÃO e no outro TRANQUILIDADE No copo da preocupação você só vai plantar e no outro você irá regar cuidar qual deles irá brotar primeiro RECURSO TERAPÊUTICO Hora da calma Atividades e sugestões para realizar quando estiver nervoso preocupado e agitado Imite seu super herói favorito por alguns minutos Mexa seu corpo com os olhos fechados sentindo cada parte dele Respire profundamente por 10 segundos e repita até se sentir mais tranquilo Feche seus olhos e pense em um lugar seguro de bons sentimentos e afeto Tente tocar seus pés sem dobrar o joelho Dance pule corra quantas vezes for necessário Escolha uma música calma e preste atenção no som e sua respiração Peça a criança que se mude algumas vezes e espreque seu corpo depois relate o sentido Para cada parte do seu corpo faça algo diferente levante as mãos bem alto franzir a testa abra a boca RECURSO TERAPÊUTICO Adolescer é deixar a infância para traz e saltar sem saber onde vamos aterrissar 34 Contatos karlalealpsi annakarlalealupebr 35 Obrigada REFERÊNCIAS American Psychiatric Association 2000 Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM IV TR 4a ed Porto AlegreRS Artes Médicas Asbahr F 2004 Transtornos ansiosos na infância e adolescência aspectos clínicos e neurobiológicos Jornal de Pediatria 80 2 S28S34 Baumeister H Härter M 2007 Prevalence of mental disorders based on general population surveys Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology 427 537546 Clark D A Beck A T 2012 Terapia cognitiva para os transtornos de ansiedade ciência e prática Porto Alegre Artmed FlannerySchoeder E 2004 Generalized Anxiety Disorder Em T L Morris J S March Orgs Anxiety Disorders in Children and Adolescent 2ed pp125140 New York Gilford Press 37 REFERÊNCIAS Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais DSM5 5 ed Porto Alegre Artmed 2014 Windle M 1991 The Dificult Temperament in Adolescence Associations with Substance Use Family Support and Problem Behaviors Journal of Clinical Psychology 47 2 310 315 1992 A Longitudinal Study of Stress Buffering for Adolescent Problem Behaviors Developmental Psychology 28 3 522 530 38 A ESCUTA DA DOR FÍSICA NA CLÍNICA PSICOLÓGICA Caio Paz SOBRE A ESCUTA SOBRE A DOR SOBRE A CLÍNICA ASPECTOS CULTURAIS SOBRE A DOR CARÁTER MULTIFACETADO E PLURAL NORMAL X PATOLÓGICO DOR Preservação da honra Rituais de maturidade Purificação da alma Virilidade e Coragem No pain No gain POR MAIS QUE A EXPERIÊNCIA DA DOR SEJA DE NATUREZA UNIVERSAL POIS NÃO EXISTE ENTRE OS SERES HUMANOS QUEM DELA NÃO TENHA FEITO A EXPERIÊNCIA A DOR É NOSSA COMPANHEIRA INSEPARÁVEL E NO QUE TEM DE MAIS SIGNIFICATIVO É UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA VALE DIZER A MINHA DOR É UMA DOR SÓ MINHA ROCHA 2011 P 595 REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR O VIVIDO DE UMA DOR É SEMPRE O VIVIDO DA MINHA DOR CADA UM SOFRE À SUA MANEIRA QUALQUER QUE SEJA O MOTIVO DE SEU SOFRIMENTO NASIO 1996 P 83 REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR PARA FREUD 19262014 A DOR TAMBÉM É UM FENÔMENO QUE ESTÁ RELACIONADO AOS TRAÇOS MNÊMICOS ELE PONTUA QUE A DOR PRODUZ UM GRANDE ACÚMULO DE TENSÃO E QUE TAL EXCITAÇÃO É VIVENCIADA COMO UMA EXPERIÊNCIA DE DESPRAZER E AINDA LIGASE A UMA IMAGEM MNÊMICA DO OBJETO QUE PROVOCOU A DOR REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR ABANDONA O INTERESSE PELAS COISAS DO MUNDO EXTERNO NA MEDIDA EM QUE NÃO DIZEM RESPEITO AO SEU SOFRIMENTO FREUD 19142011 P 2526 A CLÍNICA DA DOR DOR AGUDA X DOR CRÔNICA DOR AGUDA X DOR CRÔNICA VIA DE REGRA PARA O TRATAMENTO DA DOR AGUDA SÃO SUFICIENTES A RESOLUÇÃO DAS SUAS CAUSAS O USO DE ANALGÉSICOS COM BASE NA INTENSIDADE DA DOR E TEMPO SUFICIENTE DE AÇÃO NO CASO DA DOR CRÔNICA O CAMINHO É MAIS DIFÍCIL FARIAS SILVA 2017 P 49 NA SUA FORMA CRÔNICA A DOR DEIXA DE TER A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE ALERTA E FREQUENTEMENTE DÁ ORIGEM A ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DISTÚRBIOS DO SONO APETITE ETC EMOCIONAIS DEPRESSÃO ANSIEDADE ETC COMPORTAMENTAIS INCAPACITAÇÃO FÍSICA DEPENDÊNCIA DE TERCEIROS ETC E SOCIAIS CONFLITOS FAMILIARES PROBLEMAS OCUPACIONAIS ECONÔMICOS E LEGAIS PORTNOI 2017 P 60 A DOR COMO DOENÇA NÃO MAIS COMO SINTOMA UM IMPASSE A DOR CRÔNICA SEM LESÃO FÍSICA CASOS EM QUE SUJEITOS PSICÓTICOS CHEGARAM A DECEPAR MEMBROS DO PRÓPRIO CORPO SEM NENHUMA QUEIXA DE DOR OU DE CRIANÇAS AUTISTAS QUE TENHAM SE ACIDENTADO DE ALGUMA FORMA E ISSO NÃO TENHA SE TORNADO MOTIVO DE QUEIXA OU CHORO EM CASOS DE SOLDADOS DURANTE O COMBATE EM GUERRAS CIVIS POR EXEMPLO HÁ DIVERSOS RELATOS EM QUE PESSOAS FORAM GRAVEMENTE FERIDAS E QUE DURANTE O COMBATE NÃO CHEGARAM A SENTIR A EXPERIÊNCIA DOLOROSA A DOR PARECE SER APAGADA EM FUNÇÃO DE UMA CIRCUNSTÂNCIA QUE A SUPERA OU SEJA A IMINENTE MORTE PARECE REALOCAR O INVESTIMENTO DA DOR OFUSCANDO SUA REPRESENTAÇÃO JOVENS QUE SE SUBMETEM À EXPERIÊNCIA DE SUSPENSÃO CORPORAL E PERFURAÇÕES NO PRÓPRIO CORPO PARA A ACOPLAÇÃO DE GANCHOS POSSIBILITANDO QUE ESSAS SUSPENSÕES ACONTEÇAM A DOR É PSÍQUICA E TEM ORIGEM NO ORGANISMO A DOR NASCE NO ORGANISMO E POR AFETAR O CORPO TEM EFEITOS NO PSIQUISMO SERÁ QUE A NOÇÃO DE CORPO BIOLÓGICO DÁ CONTA DA QUESTÃO O EU É SOBRETUDO CORPORAL FREUD 19232011 P 32 A DOR COMO FRONTEIRA ENTRE O PSÍQUICO E O ORGÂNICO PODERÍAMOS DIZER AINDA QUE A DOR É UM CONCEITO FRONTEIRIÇO ENTRE O SOMÁTICO E O PSÍQUICO A EXPERIÊNCIA DA DOR É ELA TAMBÉM UM CONCEITO LIMÍTROFE POIS UNE DISTINGUIN DO E DISTINGUE UNINDO O SUJEITO E O OBJETO O AUSENTE E O PRESENTE O FORA E O DENTRO A REALIDADE E A FANTASIA O PASSADO E O PRESENTE PONTALIS JB 1977 P268 ROCHA 2011 P 612 A FISIOLOGIA MÉDICA TRADICIONAL PROPÕE UMA CONCEPÇÃO DE CORPO ANATOMO FUNCIONAL DENTRO DO REFERENCIAL DA HOMEOSTASE A DOR UMA ANOMALIA UM ARTEFATO CRIA DENTRO DESSA PREMISSA UM ESCOAMENTO ASSIMÉTRICO PARA A DESMEDIDA OU PARA O DESEQUILÍBRIO COM EXCEÇÃO DA DOR COMO DEFESA ANIMAL PARA SITUAÇÕES DE REAL AMEAÇA À INTEGRIDADE DO SER VIVENTE ESSA SENSAÇÃO ESTÁ SEMPRE ASSOCIADA AO PATOLÓGICO CREDER 2002 P 32 A ESCUTA DA DOR NO FINAL DO SÉCULO XIX PARTICULARMENTE POR CAUSA DOS TRABALHOS DE CHARCOT A PROBLEMÁTICA APRESENTADA PELA HISTERIA À MEDICINA COM SEU MÉTODO ANATOMOCLÍNICO ESTAVA NA PAUTA DO DIA A HISTERIA CARACTERIZAVASE POR SINTOMAS DE ORDEM SOMÁTICA COMO NEVRALGIAS ANESTESIAS E PARALISIAS CONVULSÕES VÔMITOS ANOREXIA ETC CUJO PONTO COMUM ERA A IMPOSSIBILIDADE DE ENCONTRAR UMA ETIOLOGIA ORGÂNICA POR ISSO ALGUNS CONSIDERAVAM TRATARSE DE SIMULAÇÃO WINOGRAD E MENDES 2009 P 219 A FUNÇÃO DA DOR O CASO DE PATRICK EBTINGER 2007 SOMENTE NO NÍVEL DA DOR PODESE EXPERIMENTAR TODA A DIMENSÃO DO ORGANISMO TODA A DIMENSÃO DE SE TER UM CORPO E A DIMENSÃO TRÁGICA DA EXISTÊNCIA DISTINTO DOS ANIMAIS QUE SÃO SÓ SEUS CORPOS O ANIMAL HUMANO SE CARACTERIZA POR POSSUIR UM CORPO E TAMBÉM POR PODER USUFRUÍLO FREUD 19262014 P 197 A DOR E O LUTO A DOR COMO POSSIBILIDADE DE MANTER VIVO O OBJETO E DE HOMENAGEÁ LO COMO UMA PROVA DE AMOR NASIO 1996 P 65 O RECONHECIMENTO DA DOR O SUJEITO DEFINIDO COMO ESTANDO EM FALTA EM RELAÇÃO A SEU SER EM FALTAASER ENCONTRASE NECESSARIAMENTE EM BUSCA DE UM OUTRO QUE VIRIA AUTENTICAR E SUSTENTAR SUA FRÁGIL EXISTÊNCIA GILLOT E NIZARD 2017 P24 O RECONHECIMENTO DA DOR PARA DUNKER 2015 O SOFRIMENTO É ALGO QUE SE EXPERIENCIA DE MODO PARTILHADO E É FUNÇÃO DIRETA DOS ATOS DE RECONHECIMENTO QUE O DETERMINAM COMO TAL P 24 A ESCUTA COMO POSSIBILIDADE DE UMA CLÍNICA DO PARTICULAR LESÕES DO EU GASPARD 2012 P 91 QUANTO MAIS A FERIDA ESTÁ ABERTA NO CENTRO DO CORPO NO CORAÇÃO MAIS O SUJEITO SE TORNA SUJEITO POIS O SUJEITO É A INTIMIDADE ASSIM É A FERIDA DE AMOR UMA ABERTURA RADICAL QUE NÃO CHEGA A SE FECHAR E DE ONDE O SUJEITO ESCORRE CONSTITUINDOSE COMO SUJEITO NESSE PRÓPRIO FLUXO BARTHES 2018 P 46 REFERÊNCIAS DUNKER C I L MALESTAR SOFRIMENTO E SINTOMA SÃO PAULO BOITEMPO 2015 EBTINGER P LEXISTENCE DE LAFIBROMYALGIE INTERVENTION AU GROUPE DÉTUDES DE LA DOLEUR STRASBOURG 2009 P 1 7DISPONÍVEL EM HTTPWWWPSYCHANALYSE67FRACCUEILMYFILES8422F80F9897PDF ACESSO EM 04 DEZ 2018 FREUD S O EGO E O ID AUTOBIOGRAFIA E OUTROS TEXTOS 19231925 SÃO PAULO COMPANHIA DAS LETRAS 2011 FREUD S INIBIÇÃO SINTOMA E ANGÚSTIA 19251926 IN OBRAS COMPLETAS DE SIGMUND FREUD RIO DE JANEIRO IMAGO 2014 VOLXX GASPARD JL DISCURSO MÉDICO E CLÍNICA PSICANALÍTICA COLABORAÇÃO OU SUBVERSÃO IN RUDGE A M BESSET V PSICANALISE E OUTROS SABERES RIO DE JANEIRO CIA DE FREUD FAPERJ 2012 NASIO JD O LIVRO DA DOR E DO AMOR RIO DE JANEIRO JORGE ZAHAR ED 1997 PORTNOI A G O ENFRENTAMENTO DA DOR IN BESSET V L ZANOTTI S V A FACE CRÔNICA DA DOR MACEIÓ EDUFAL 2017 ROCHA Z A DOR FÍSICA E PSÍQUICA NA METAPSICOLOGIA FREUDIANA FORTALEZA REVISTA MALESTAR E SUBJETIVIDADE 2011 WINOGRAD M MENDES L C QUAL CORPO PARA A PSICANÁLISE BREVE ENSAIO SOBRE O PROBLEMA DO CORPO NA OBRA DE FREUD SÃO PAULO PSICOLOGIA TEORIA E PRÁTICA 2009DISPONÍVEL EM HTTPPEPSICBVSALUDORGSCIELOPHP SCRIPTSCIARTTEXTPIDS151636872009000200015 ACESSO EM 13 DEZ 2018 CAIO PAZ CRP 0218652 CAIOCPAZGMAILCOM Terapia de Aceitação e Compromisso no contexto do envelhecimento desafios para a prática clínica Gabriel Medeiros CRP 0219999 Terapeuta Certificado FBTC Doutorando em Psicologia Clínica UNICAP Envelhecimento Prática Clínica Terapia de Aceitação e Compromisso E o que isso tem a ver com a clínica Paradigma de desenvolvimento ao longo da vida Resultado de uma série de pesquisas iniciadas na década de 1980 e tem caráter biopsicossocial Paul Baltes Berlin Aging Study encabeça os pesquisadores por lançar teoria e modelo até hoje aceitos e base para quase todas as demais teorias inseridas no lifespan Descobertas como a capacidade de reserva e a neuroplasticidade reforçam os achados Bastioni 2009 Neri 2013 Lifespan Teoria da dependência comportamental ou aprendida Seletividade socioemocional Teoria do controle primário e secundário Teoria do envelhecimento bem sucedido Modelos de comunicação e envelhecimento Eventos críticos do curso de vida Seleção otimização e compensação Bastioni 2009 Neri 2013 É preciso pensar nisso levando em conta Que essas mudanças são sentidas de diferentes formas por diferentes pessoas em diferentes contextos socioculturais EducaçãoEscolaridade Condição socieconômica Religiosidade Vulnerabilidade e violência Estresse de minoria SegurançaInsegurança alimentar Histórico de saúde Traumas Logo diferentes formatações podem ser necessárias Diminuir o ritmo da terapia Falar mais pausadamente e de forma nítida Usar diferentes formas de comunicação durante a sessão Incorporar diferentes recursos à sessão se necessário Atenção ao contar histórias Encorajar o registro de notas da sessão Fornecer exemplos e demonstrações em forma de role play quando apropriado Maior participação da família e demais rede de apoio Hayasida et al 2020 Vieira et al 2022 Iniciar os exercícios de casa ou atividades práticas durante a sessão Resumir e solicitar resumos com mais frequência Fornecer um fichário ou uma pasta para auxiliar a organizar as informações e notas da terapia Incorporar de forma mais regular e com maior ênfase a ponte entre as sessões Adaptar a duração da sessão Customizações para intervenções online síncronas e assíncronas Hayasida et al 2020 Vieira et al 2022 E a Terapia de Aceitação e Compromisso ACT Contextualizando Apesar de comumente tratarmos a Terapia Cognitivo Comportamental TCC com uma única abordagem precisamos expandir essa visão para a mesma enquanto um campo de práticas Compreende seu campo de atuação em clínicas hospitais escolas empresas instituições prisionais ou socioeducativas comunidades e domicílios Uma prática cognitiva eou comportamental é toda aquela que análise do comportamento aplicada terapia comportamental terapia e psicologia cognitiva aprendizagem social processamento emocional e da informação American Psychological Association APA 2008 Contextualizando ACT Trabalhando com o pressuposto da impossibilidade do ser humano exercer controle modificar esquivar ou suprimir pela linguagem sobre as experiências privadas pensamentos emoções memórias e reações fisiológicas da mesma forma que o pode nos comportamentos públicos Durante todo o nosso desenvolvimento somos rodeados por uma comunidade que nos estrutura regras Toda a organização humana é composta por regras estruturaras e manifestas pela linguagem A relação do ser humano com a linguagem define em parte o modo como lida com pensamentos e emoções e constrói crenças e padrões de ação Hayes et al 2021 Medeiros Hartmann Júnior 2022 Filogenia Ontogenia Cultura Linguagem Experiência direta ACT O modelo ACT é pensado com o objetivo de desenvolver flexibilidade psicológica Pensar e sentir com abertura com foco no momento presente e direcionado a ações comprometidas Hayes et al 2021 ACT Todo ser humano anseia por sentir coerência orientação e pertencimento significado e competência A flexibilidade psicológica enxerga o humano em suas dimensões afeto cognição atenção self motivação e comportamento Após décadas de pesquisa A ACT é formulado e um metamodelo é criado para ajudar a compreender o seu modelo teórico explicativo e interventivo Hayes et al 2021 Medeiros Hartmann Júnior 2022 ACT Como uma terapia baseada em processos a ACT busca entender as dimensões do sofrimento humano a partir dos processos de flexibilidade e inflexibilidade psicológica referentes às dimensões humanas que por sua vez se direcionam aos anseios condição humana básica Hayes 2021 Hayes et al 2021 Passadofuturomomento presente EsquivaAceitação valores FusãoDesfusão InérciaimpulsCompromisso Self conceitualSelf contextual Flexibilidade Psicológica Orientação Sentir Significado Coerência Competência Pertencimento Flexibilidade Psicológica ACT e Envelhecimento desafios na prática clínica Cultura do envelhecimento Diferenças intergeracionais Perdas e transições Saúde e comorbidade ACT e Envelhecimento desafios na prática clínica E para asos psicólogasos AtitudePostura ética e sensibilidade cultural quebrar barreiras geracionais Conhecimentos gerais sobre desenvolvimento adulto envelhecimento e idosos estudo e pesquisa Questões clínicas avaliação e Intervenção consulta e prestação de outros serviços habilidades Educação continuada sobre a prática com idosos formação Referências American Psychological Association 2008 Cognitive and Behavioral Therapy httpswwwapaorgedgraduatespecializebehavioralcognitive Batistoni S S T 2009 Contribuições da psicologia do envelhecimento para as práticas clínicas com idosos Psicologia em Pesquisa 32 1322 httpwwwufjfbrpsicologiaempesquisafiles200909v3n2a03pdf Hayasida N M A Hartmann Junior J A S Gonçalves M P Medeiros A G A P 2020 Desafio do atendimento a idosos In PROCOGNITIVA Programa de Atualização em Terapia CognitivoComportamental ciclo 7pp 85140 Artmed Hayes S C 2019 A Liberated Mind How to Pivot Toward What Matters New York Avery Hayes S C Strosahl K D Wilson K G 2021 Terapia de Aceitação e Compromisso o processo e a prática da mudança consciente 2ª ed Porto Alegre Artmed Referências Neri A L 2013 Conceitos e teorias sobre o envelhecimento In MalloyDiniz L F Fuentes D Consenza R M Orgs Neuropsicologia do envelhecimento uma abordagem multidimensional pp 1742 Artmed Medeiros A G A P Hartmann Júnior J A S 2022 A experiência da psicoterapia na terceira idade uma análise a partir da Terapia de Aceitação e Compromisso In Cavalli A S et al Orgs Novas diretrizes frente ao envelhecimento diversidades cuidados inclusão e visibilidade pp 3860 Realize Editora Vieira O S Medeiros A G A P Santana S M 2022 Reflexões Sobre a adaptação tecnológica para intervenções online com idosos Revista Brasileira de Terapias Cognitivas 181 7885 httpsdoiorg1059351808568720220008 Obrigado antoniomedeirosunicapbr gabrielmpsi
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Texto de pré-visualização
Neuro desenvolvimento E o lugar do afeto na cognição Taciana Feitosa de Melo Breckenfeld ÍNDICE 01 Neurodesenvolvimento 02 Vínculo e construção de experiências 03 Impacto do Estresse tôxico e Memória de Satisfação 04 Algumas pesquisas 01 Neurodesenvolvimento O cérebro do bebê continua a desenvolver mesmo após o seu nascimento Conexão Sináptica a partir da idade Centre for Educational Neuroscience Movimento zeroatrês EUA anos 90 Most learning happens in the first 3 years 03 anos de totalmente dependentes a seres que cantam dançam e se expressam de maneira autônoma Touch Points períodos sensíveis agora ou nunca Evitar a negligência httpwwweducationalneuroscienceorguk No útero o cérebro do bebê está se formando de modo que os estímulos como por exemplo os sonoros servem de material para seu processo de desenvolvimento e aprendizado Assim que consegue ouvir o bebê se familiariza e internaliza os tons e a modulação do idioma de seus pais Carol Benjamin via Storyful NEURODESENVOLVIMENTO Processo evolutivo sequencial e progressivo de modificação fisiológica da estrutura neurológica a partir de uma programação biogenética influenciada por fatores intrísecos e ambientais com o decorrer da idade cronológica Depende de fatores genéticos neurológicos psicossociais nutricionais culturais e de intercorrências pré e perinatais Parâmetro fundamental para observação da saúde física mental cognitiva e adaptativa O Cuidado à saúde da criança por meio do acompanhamento do desenvolvimento infantil nos primeiros anos de vida é tarefa essencial para a promoção à saúde prevenção de agravos e a identificação de atrasos no desenvolvimento Não Há Construção Sem Alicerces inteligência emocional trabalho relacionamento autoestima estudo raciocínio AFETO ESTÍMULO Memória Inteligência Personalidade Funções Executivas Atenção Linguagem Percepção Práxis Vínculo e construção de experiências 02 As interações sociais contribuem para impulsionar a atividade cerebral Se a criança for negligenciada muitas ligações entre os neurônios deixam de acontecer o que pode afetar o seu potencial de aprender e se desenvolver Experiências Mesmo após o nascimento o cérebro continua sendo construído e a qualidade de sua construção depende das experiências vividas Quanto melhor for a construção do cérebro nessa fase melhor será a preparação das crianças para a aprendizagem social emocional e cognitiva no futuro No período neonatal os componentes do sistema nervoso ainda não estão totalmente desenvolvidos o que torna o bebê humano um ser totalmente dependente precisando completar o seu potencial com a estimulação ambiental Giedd et al 1999 Hudspeth Pribram 1990 Huttenlocher 2003 Matzel e Kolata 2010 Negative Outcomes Fulcrum Positive Outcomes Para favorecer uma conectividade positiva é preciso constância O poder do AFETO para o cérebro A cada estímulo cada repetição eficaz de comportamento torna se consolidado pelas memórias de curto e longo prazo A incrível Mente dos Bebês Cérebro de bebês mapeados em ressonância magnética OS BEBÊS NÃO esquecem tão rápido COMPORTAMENTOS AGRESSIVOS VINDOS DE UM ADULTO MESMO QUANDO NÃO SÃO DIRECTIONADOS A ELES Impacto do Estresse Tóxico e Memória de Satisfação 03 Tipos de estresse POSITIVE Brief increases in heart rate mild elevations in stress hormone levels TOLERABLE Serious temporary stress responses buffered by supportive relationships TOXIC Prolonged activation of stress response systems in the absence of protective relationships NeuroAfeto PSICOLOGIA E NEUROPSICOLOGIA Atividade cerebral de uma criança de 3 e aos 5 anos de idade esquerda e de uma orfão romeno vivendo em instituição e que foi negligenciado durante a primeira infância direita Privação e Desenvolvimento Neuropsicológico Perry 2002 Perry at all 1995 Brain and Mind The ChildTrauma Academy HoustonUSA Na negligência quando a criança é privada de afeto e atenção do cuidador reduzemse as habilidades cognitivas da criança acarretando no baixo desempenho escolaracadêmico nos comportamentos e nas emoções Braun e Bock 2004 Representação dos mecanismos do estresse nas células neuronais e arquitetura cerebral The brains ability to change in response to experiences The amount of effort such change requires AGE SOURCE LEVITT 2009 Center on the Developing Child HARVARD UNIVERSITY wwwdevelopingchildharvardedu É possível que um estímulo desencadeador apareça na forma de uma nova situação ou experiência que fará com que esta memória volte à luz Qualquer mínima coisa por mais insignificante que pareça pode reativá la e nos fazer sentir como no momento do trauma Estimulação sensorial positiva como o carinho do cuidador fortalece e aumenta a longevidade sináptica Reflete no desenvolvimento cognitivo acelerado emoções equilibradas apego e capacidade de responder positivamente a novas experiências Braun e Bock 2004 Experiências positivas na primeira infância contribuem para o desenvolvimento saudável do cérebro permitindo que a arquitetura cerebral seja sólida e tenha uma estrutura mais apta a superar dificuldades 04 Algumas Pesquisas 1 Avaliação neuropsicológica de crianças em situação de abrigamento na cidade do Recife necessidade de identificação e intervenção precoce IRDI Indicadores de Risco para Desenvolvimento Infantil de 0 a 18 meses Profa Dra Maria Cristina Machado Kupfer NEPSY Bateria neuropsicológica que avalia o desenvolvimento infantil a partir dos 3 anos Como o abuso infantil ocorre durante o período formativo crítico em que o cérebro está sendo fisicamente esculpido pela experiência o impacto do extremo estresse pode deixar uma marca indelével em sua estrutura e função 2 Consequências neuropsicológicas do abuso sexual Mesmo que o educador tente de todas as formas dar o sentido de casa mas não é a casa você não consegue se ver no outro né No rosto na fisionomia nos aspectos físicos nas atitudes você não consegue você não tem suas referências aqui 3 Concepção da educadora social sobre criança e adolescente que vive em casa de acolhimento Como foi a construção afetiva na minha família Maria CDP Lyra Brady Wagoner Alicia Barreiro Editors Imagining the Past Constructing the Future Springer Maria CDP Lyra Marina Assis Pinheiro Editors Cultural Psychology as Basic Science Dialogues with Jaan Valsiner Springer From Dream To Action IMAGINATION AND IMPOSSIBLE FUTURES Tatiana Valério Ana Clara S Bastos Luca Tateo A VOLUME IN ADVANCES IN CULTURAL PSYCHOLOGY OBRIGADA Taciana Feitosa De Melo Breckenfeld Psicóloga Clínica Neuropsicóloga Mestre em Psicologia Cognitiva UFPE Doutoranda em Psicologia Cognitiva UFPE Pesquisadora NINAPIUFRPE SóciaFundadora da Clínica Neuroafeto Email tacianabreckenfeldufpebr Telefone 81 996067161 Cuidado e manejo da ansiedade na clínica psicológica do adolescente ANNA KARLA LEAL CAVALCANTI DE VASCONCELOS CRP 02 22688 Quem sou eu Sou a filha caçula de Jane e Oswaldo dois apaixonados pela educação Sou casada com Bruno mãe de Bruninho e boadrasta de Bia sou psicóloga e jornalista Após vivenciar as transformações da maternidade escolhi por dedicar meus estudos e práticas à psicologia Perinatal Parental e da infância e adolescência Atuo no atendimento clínico e grupos terapêuticos pois acredito nas possibilidades da fala e escuta compartilhada Sou jornalista formada pela UNICAP pós graduada em Assessoria de imprensa Psicóloga formada pela UFPE com especialização em Terapia Cognitivo Comportamental na infância e adolescência pelo InTCC mestranda em Hebiatria pela Universidade de Pernambuco e especializanda em Psicologia Perinatal 2 O que é a adolescência A ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DE SAÚDE OMS DEFINE ADOLESCÊNCIA COMO SENDO O PERÍODO DA VIDA QUE COMEÇA AOS 10 ANOS E TERMINA AOS 19 ANOS COMPLETOS 3 FASES PRÉADOLESCÊNCIA DOS 10 AOS 14 ANOS ADOLESCÊNCIA DOS 15 AOS 19 ANOS JUVENTUDE DOS 15 AOS 24 ANOS NO BRASIL O ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE ECA CONSIDERA A ADOLESCÊNCIA A FAIXA ETÁRIA DOS 12 ATÉ OS 18 ANOS DE IDADE COMPLETOS 3 O que é a adolescência ADOLESCÊNCIA NADA MAIS É DO QUE UMA ETAPA INTERMEDIÁRIA DO DESENVOLVIMENTO HUMANO ENTRE A INFÂNCIA E A FASE ADULTA SEGUNDO WINDLE 1992 A ADOLESCÊNCIA É UM PERÍODO DA VIDA QUE ENVOLVE GRANDES MUDANÇAS E CONFRONTAÇÕES EM VÁRIOS NÍVEIS a MUDANÇAS BIOLÓGICAS PUBERDADE AUMENTO FÍSICO DO TAMANHO b DEVERES PSICOSSOCIAIS CRIAR RELAÇÕES ÍNTIMAS COM PESSOAS SIGNIFICATIVAS TOMAR DECISÕES IMPORTANTES c MUDANÇAS NO MEIO TRANSIÇÃO DO FUNDAMENTAL PARA O ENSINO MÉDIO 4 O que é a adolescência EM RESUMO É A FASE DA VIDA CRUCIAL PARA O DESENVOLVIMENTO DE BONS HÁBITOS VALORES E HABILIDADES SOCIOEMOCIONAIS EMPATIA INTELIGÊNCIA EMOCIONAL QUE GARANTEM O BEMESTAR NAS PRÓXIMAS ETAPAS DA VIDA 5 O que essa imagem diz para você Bullying cyberbullying e redes sociais 7 Globalmente metade dos estudantes com idades entre 13 e 15 anos cerca de 150 milhões de estudantes relataram que experimentam o bullying no ambiente escolar Em 39 países industrializados que foram analisados pelo relatório sobre a violência nas escolas feito pelo Fundo das Nações Unidas 17 milhões de adolescentes admitiram intimidar os amigos na escola Relações familiares 9 Viver em um ambiente com muitos conflitos pode se tornar algo estressor para a pessoa e para toda a família E com o tempo todo esse estresse pode acabar evoluindo para um quadro de ansiedade onde a pessoa se mantém em alerta frente ao possível conflito mesmo que ele não ocorra Por não saber como lidar de maneira adequada com os conflitos que surgem no núcleo familiar o adolescente pode se sentir deslocado incompreendido e não pertencente à família Transtornos de Ansiedade OS TRANSTORNOS DE ANSIEDADE COSTUMAM APRESENTAR CARACTERÍSTICAS DE MEDO E ANSIEDADE EM EXCESSO ALÉM DE PERTURBAÇÕES COMPORTAMENTAIS RELACIONADAS ESSA É A CLASSIFICAÇÃO OFICIAL SEGUNDO O DSMV NO CASO DA ANSIEDADE SÃO CONSIDERADOS CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS 1 PREOCUPAÇÃO PERSISTENTE EM EXCESSO POR EVENTOS INDESEJADOS 2 AFASTAMENTO DE CASA OU DE FIGURAS IMPORTANTES 3 PERDA POR MORTE DE ENTES QUERIDOS 4 RECUSA EM SAIR DE CASA 5 RELUTÂNCIA EM DORMIR SOZINHO ENTRE OUTROS 10 Transtornos de Ansiedade 1 TRANSTORNO DE ANSIEDADE DE SEPARAÇÃO 2 TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA 3 TRANSTORNO DE ANSIEDADE SOCIAL OU FOBIA SOCIAL 4 TRANSTORNO DE PÂNICO 5 AGORAFOBIA 6 TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO 7 MUTISMO SELETIVO 11 Quais as principais causas da ansiedade no adolescente 12 Dentre as causas de ansiedade podemos citar fatores biológicos genética e traços de temperamento e fatores ambientais como estilos parentais de superproteção e ambientes que não proporcionam o sentimento de segurança necessário ao desenvolvimento natural de uma criança ou adolescente Quais as principais causas da ansiedade no adolescente 13 As preocupações características da adolescência como 1 Aparência Autoestima 2 Decepção amorosa namoro 3 Popularidade 4 Futuro Vida profissional 5 Identidade 6 Separação dos pais 7 Mudança de amigos para outra cidade ou escola 8 Falta de apoio da família 9 Cyberbullying e bullying 10 Vivência em ambientes estressantes 11 Incapacidade de lidar com a frustração 12 Pais que já tiveram ou têm algum transtorno ansioso possuem mais probabilidade do adolescente desenvolver ansiedade ou depressão em algum momento da vida Toda ansiedade é um problema clínico 14 A ansiedade é uma resposta normal e adaptativa de proteção ao sujeito Tratase de um sinal de alerta para possíveis perigos A ansiedade em seu estado fisiológico existe para nos manter focados nos preparar ou proteger de riscos reais e ampliar nosso rendimento emocional Em outras palavras esse estado de expectativa pode ser ativado tanto para eventos potencialmente ruins medo de perder o emprego receio de ir a um local perigoso como para eventos bons um encontro uma viagem uma comemoração Toda ansiedade é um problema clínico 15 Por que é importante tratar a ansiedade do adolescente o quanto antes 16 A negligência com os sintomas pode agravar o estado psicológico do adolescente e causar outras condições como fobias e transtorno do pânico bem como estimular pensamentos suicidas O suicídio é a terceira principal causa da morte entre adolescentes mais velhos 15 a 19 anos de acordo com o OPAS Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Falta de ar ou respiração rápida Insônia e cansaço Taquicardia Boca seca ou náuseas Tremedeiras e palpitações 17 A ansiedade se mostra através de sintomas fisiológicos ou seja a partir de reações físicas no corpo como por exemplo Ícone Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Fadiga e sonolência diurna Perda de apetite ou apetite excessivo causando considerável perda ou aumento de peso Desatenção e perda de memória 18 Ícone Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Inquietação Preocupação excessiva com o futuro Hipervigilância e medo Falta de concentração Pensamento acelerado 19 Ou também através de comportamentos como Ícone Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Item de texto Sintomas da ansiedade Autoestima baixa Roer as unhas ou arrancar os cabelos Tristeza Perda de interesse de coisas que antes gostava Dificuldade de se socializar 20 Ícone Como a terapia pode ajudar o adolescente com ansiedade 21 A terapia pode ajudar tanto o indivíduo em si quanto a família como um todo Podem ser trabalhados os mais diferentes temas durante um processo terapêutico Ex 1 O psicólogo pode auxiliar no entendimento correto do que o paciente sente 2 O porquê sente determinados sentimentos 3 Qual a causa desses sentimentos e emoções 4 Como lidar com sentimentos negativos 5 De que forma pode trabalhar isso junto a sua família 6 Psicoeducação 7 Técnicas para a diminuição de sintomas 8 Autorregulação 9 Trato das habilidades socioemocionais Passo a passo do cuidado e manejo na clínica com adolescentes ESCUTA ATENTA EMPÁTICA E SIGILOSA AMBIENTE ACOLHEDOR ESTAR ATENTO AS PREFERÊNCIAS E GOSTOS DO ADOLESCENTE MANTERSE ATUALIZADO 22 Inventário da ansiedade para uso em sessões de TCC com adolescentes 23 Lista de verificação das distorções cognitivas para uso em sessões de TCC que podem promover contribuir para a ansiedade em adolescentes 24 Técnicas de manejo da ansiedade para uso em sessões de TCC com adolescentes Incentivar a prática de exercícios físicos e alimentação balanceada Se oferecer para superar um medo em conjunto Conversar sobre sentimentos Criar novos hobbies 25 Técnicas de manejo da ansiedade para uso em sessões de TCC com adolescentes Role play de situações confrontadoras Técnicas de respiração Escrita sobre sentimentos Diálogo em família 26 RECURSO TERAPÊUTICO AVALIAÇÃO DA SEMANA KARLALEALPSI Nome Data Fiz e gostei Fiz e não gostei Não fiz e gostaria de ter feito Não fiz e não gostaria de ter feito ANNA KARLA LEAL CAVALCANTI DE VASCONCELOS KARLALEALPSI RECURSO TERAPÊUTICO MONTANDO O QUEBRA CABEÇA DO MEU PENSAMENTOS ASSERTIVOS Eu tenho fome de que Gatilhos que me fazem sentir fome Nesse momento é fome emocional ou fome fisiológica O que eu posso fazer para não comer nesses momentos Ferramenta 1 Ferramenta 2 Ferramenta 3 Ferramenta 4 Em casos de fome emocional eu posso O que fiz Como me sentir O que foi difícil RECORTE E MONTE COM O SEU PACIENTE RECURSO TERAPÊUTICO Investigando meus pensamentos O que aconteceu O que eu pensei O que eu senti Minha escala de preocupação foi 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 O que aconteceu O que eu pensei O que eu senti Minha escala de preocupação foi 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 RECURSO TERAPÊUTICO Reconhecendo as preocupações As preocupações podem surgir disfarçadas de vários nomes dentre eles ansiedade medos nervosismos no fundo o que mais importa é a forma como lida com elas e o que faz com esses pensamentos que incomodam Escreva abaixo quais sementes da preocupação tem crescido em você e te incomoda Quais os sintomas sente quando essas sementes da preocupação estão crescendo em você RECURSO TERAPÊUTICO Mandando as preocupações embora Já sabemos quais são a preocupações já entendemos o que sentimos agora precisamos entender que quanto mais alimentamos e fazemos elas crescerem mais forças elas terão em nossa mente e ações 1 Plante em dois copinhos diferentes feijões em um escreva o nome PREOCUPAÇÃO e no outro TRANQUILIDADE No copo da preocupação você só vai plantar e no outro você irá regar cuidar qual deles irá brotar primeiro RECURSO TERAPÊUTICO Hora da calma Atividades e sugestões para realizar quando estiver nervoso preocupado e agitado Imite seu super herói favorito por alguns minutos Mexa seu corpo com os olhos fechados sentindo cada parte dele Respire profundamente por 10 segundos e repita até se sentir mais tranquilo Feche seus olhos e pense em um lugar seguro de bons sentimentos e afeto Tente tocar seus pés sem dobrar o joelho Dance pule corra quantas vezes for necessário Escolha uma música calma e preste atenção no som e sua respiração Peça a criança que se mude algumas vezes e espreque seu corpo depois relate o sentido Para cada parte do seu corpo faça algo diferente levante as mãos bem alto franzir a testa abra a boca RECURSO TERAPÊUTICO Adolescer é deixar a infância para traz e saltar sem saber onde vamos aterrissar 34 Contatos karlalealpsi annakarlalealupebr 35 Obrigada REFERÊNCIAS American Psychiatric Association 2000 Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais DSM IV TR 4a ed Porto AlegreRS Artes Médicas Asbahr F 2004 Transtornos ansiosos na infância e adolescência aspectos clínicos e neurobiológicos Jornal de Pediatria 80 2 S28S34 Baumeister H Härter M 2007 Prevalence of mental disorders based on general population surveys Social Psychiatry and Psychiatric Epidemiology 427 537546 Clark D A Beck A T 2012 Terapia cognitiva para os transtornos de ansiedade ciência e prática Porto Alegre Artmed FlannerySchoeder E 2004 Generalized Anxiety Disorder Em T L Morris J S March Orgs Anxiety Disorders in Children and Adolescent 2ed pp125140 New York Gilford Press 37 REFERÊNCIAS Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais DSM5 5 ed Porto Alegre Artmed 2014 Windle M 1991 The Dificult Temperament in Adolescence Associations with Substance Use Family Support and Problem Behaviors Journal of Clinical Psychology 47 2 310 315 1992 A Longitudinal Study of Stress Buffering for Adolescent Problem Behaviors Developmental Psychology 28 3 522 530 38 A ESCUTA DA DOR FÍSICA NA CLÍNICA PSICOLÓGICA Caio Paz SOBRE A ESCUTA SOBRE A DOR SOBRE A CLÍNICA ASPECTOS CULTURAIS SOBRE A DOR CARÁTER MULTIFACETADO E PLURAL NORMAL X PATOLÓGICO DOR Preservação da honra Rituais de maturidade Purificação da alma Virilidade e Coragem No pain No gain POR MAIS QUE A EXPERIÊNCIA DA DOR SEJA DE NATUREZA UNIVERSAL POIS NÃO EXISTE ENTRE OS SERES HUMANOS QUEM DELA NÃO TENHA FEITO A EXPERIÊNCIA A DOR É NOSSA COMPANHEIRA INSEPARÁVEL E NO QUE TEM DE MAIS SIGNIFICATIVO É UMA EXPERIÊNCIA ÚNICA VALE DIZER A MINHA DOR É UMA DOR SÓ MINHA ROCHA 2011 P 595 REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR O VIVIDO DE UMA DOR É SEMPRE O VIVIDO DA MINHA DOR CADA UM SOFRE À SUA MANEIRA QUALQUER QUE SEJA O MOTIVO DE SEU SOFRIMENTO NASIO 1996 P 83 REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR PARA FREUD 19262014 A DOR TAMBÉM É UM FENÔMENO QUE ESTÁ RELACIONADO AOS TRAÇOS MNÊMICOS ELE PONTUA QUE A DOR PRODUZ UM GRANDE ACÚMULO DE TENSÃO E QUE TAL EXCITAÇÃO É VIVENCIADA COMO UMA EXPERIÊNCIA DE DESPRAZER E AINDA LIGASE A UMA IMAGEM MNÊMICA DO OBJETO QUE PROVOCOU A DOR REFLEXÕES PSICANALÍTICAS SOBRE A DOR ABANDONA O INTERESSE PELAS COISAS DO MUNDO EXTERNO NA MEDIDA EM QUE NÃO DIZEM RESPEITO AO SEU SOFRIMENTO FREUD 19142011 P 2526 A CLÍNICA DA DOR DOR AGUDA X DOR CRÔNICA DOR AGUDA X DOR CRÔNICA VIA DE REGRA PARA O TRATAMENTO DA DOR AGUDA SÃO SUFICIENTES A RESOLUÇÃO DAS SUAS CAUSAS O USO DE ANALGÉSICOS COM BASE NA INTENSIDADE DA DOR E TEMPO SUFICIENTE DE AÇÃO NO CASO DA DOR CRÔNICA O CAMINHO É MAIS DIFÍCIL FARIAS SILVA 2017 P 49 NA SUA FORMA CRÔNICA A DOR DEIXA DE TER A FUNÇÃO BIOLÓGICA DE ALERTA E FREQUENTEMENTE DÁ ORIGEM A ALTERAÇÕES FISIOLÓGICAS DISTÚRBIOS DO SONO APETITE ETC EMOCIONAIS DEPRESSÃO ANSIEDADE ETC COMPORTAMENTAIS INCAPACITAÇÃO FÍSICA DEPENDÊNCIA DE TERCEIROS ETC E SOCIAIS CONFLITOS FAMILIARES PROBLEMAS OCUPACIONAIS ECONÔMICOS E LEGAIS PORTNOI 2017 P 60 A DOR COMO DOENÇA NÃO MAIS COMO SINTOMA UM IMPASSE A DOR CRÔNICA SEM LESÃO FÍSICA CASOS EM QUE SUJEITOS PSICÓTICOS CHEGARAM A DECEPAR MEMBROS DO PRÓPRIO CORPO SEM NENHUMA QUEIXA DE DOR OU DE CRIANÇAS AUTISTAS QUE TENHAM SE ACIDENTADO DE ALGUMA FORMA E ISSO NÃO TENHA SE TORNADO MOTIVO DE QUEIXA OU CHORO EM CASOS DE SOLDADOS DURANTE O COMBATE EM GUERRAS CIVIS POR EXEMPLO HÁ DIVERSOS RELATOS EM QUE PESSOAS FORAM GRAVEMENTE FERIDAS E QUE DURANTE O COMBATE NÃO CHEGARAM A SENTIR A EXPERIÊNCIA DOLOROSA A DOR PARECE SER APAGADA EM FUNÇÃO DE UMA CIRCUNSTÂNCIA QUE A SUPERA OU SEJA A IMINENTE MORTE PARECE REALOCAR O INVESTIMENTO DA DOR OFUSCANDO SUA REPRESENTAÇÃO JOVENS QUE SE SUBMETEM À EXPERIÊNCIA DE SUSPENSÃO CORPORAL E PERFURAÇÕES NO PRÓPRIO CORPO PARA A ACOPLAÇÃO DE GANCHOS POSSIBILITANDO QUE ESSAS SUSPENSÕES ACONTEÇAM A DOR É PSÍQUICA E TEM ORIGEM NO ORGANISMO A DOR NASCE NO ORGANISMO E POR AFETAR O CORPO TEM EFEITOS NO PSIQUISMO SERÁ QUE A NOÇÃO DE CORPO BIOLÓGICO DÁ CONTA DA QUESTÃO O EU É SOBRETUDO CORPORAL FREUD 19232011 P 32 A DOR COMO FRONTEIRA ENTRE O PSÍQUICO E O ORGÂNICO PODERÍAMOS DIZER AINDA QUE A DOR É UM CONCEITO FRONTEIRIÇO ENTRE O SOMÁTICO E O PSÍQUICO A EXPERIÊNCIA DA DOR É ELA TAMBÉM UM CONCEITO LIMÍTROFE POIS UNE DISTINGUIN DO E DISTINGUE UNINDO O SUJEITO E O OBJETO O AUSENTE E O PRESENTE O FORA E O DENTRO A REALIDADE E A FANTASIA O PASSADO E O PRESENTE PONTALIS JB 1977 P268 ROCHA 2011 P 612 A FISIOLOGIA MÉDICA TRADICIONAL PROPÕE UMA CONCEPÇÃO DE CORPO ANATOMO FUNCIONAL DENTRO DO REFERENCIAL DA HOMEOSTASE A DOR UMA ANOMALIA UM ARTEFATO CRIA DENTRO DESSA PREMISSA UM ESCOAMENTO ASSIMÉTRICO PARA A DESMEDIDA OU PARA O DESEQUILÍBRIO COM EXCEÇÃO DA DOR COMO DEFESA ANIMAL PARA SITUAÇÕES DE REAL AMEAÇA À INTEGRIDADE DO SER VIVENTE ESSA SENSAÇÃO ESTÁ SEMPRE ASSOCIADA AO PATOLÓGICO CREDER 2002 P 32 A ESCUTA DA DOR NO FINAL DO SÉCULO XIX PARTICULARMENTE POR CAUSA DOS TRABALHOS DE CHARCOT A PROBLEMÁTICA APRESENTADA PELA HISTERIA À MEDICINA COM SEU MÉTODO ANATOMOCLÍNICO ESTAVA NA PAUTA DO DIA A HISTERIA CARACTERIZAVASE POR SINTOMAS DE ORDEM SOMÁTICA COMO NEVRALGIAS ANESTESIAS E PARALISIAS CONVULSÕES VÔMITOS ANOREXIA ETC CUJO PONTO COMUM ERA A IMPOSSIBILIDADE DE ENCONTRAR UMA ETIOLOGIA ORGÂNICA POR ISSO ALGUNS CONSIDERAVAM TRATARSE DE SIMULAÇÃO WINOGRAD E MENDES 2009 P 219 A FUNÇÃO DA DOR O CASO DE PATRICK EBTINGER 2007 SOMENTE NO NÍVEL DA DOR PODESE EXPERIMENTAR TODA A DIMENSÃO DO ORGANISMO TODA A DIMENSÃO DE SE TER UM CORPO E A DIMENSÃO TRÁGICA DA EXISTÊNCIA DISTINTO DOS ANIMAIS QUE SÃO SÓ SEUS CORPOS O ANIMAL HUMANO SE CARACTERIZA POR POSSUIR UM CORPO E TAMBÉM POR PODER USUFRUÍLO FREUD 19262014 P 197 A DOR E O LUTO A DOR COMO POSSIBILIDADE DE MANTER VIVO O OBJETO E DE HOMENAGEÁ LO COMO UMA PROVA DE AMOR NASIO 1996 P 65 O RECONHECIMENTO DA DOR O SUJEITO DEFINIDO COMO ESTANDO EM FALTA EM RELAÇÃO A SEU SER EM FALTAASER ENCONTRASE NECESSARIAMENTE EM BUSCA DE UM OUTRO QUE VIRIA AUTENTICAR E SUSTENTAR SUA FRÁGIL EXISTÊNCIA GILLOT E NIZARD 2017 P24 O RECONHECIMENTO DA DOR PARA DUNKER 2015 O SOFRIMENTO É ALGO QUE SE EXPERIENCIA DE MODO PARTILHADO E É FUNÇÃO DIRETA DOS ATOS DE RECONHECIMENTO QUE O DETERMINAM COMO TAL P 24 A ESCUTA COMO POSSIBILIDADE DE UMA CLÍNICA DO PARTICULAR LESÕES DO EU GASPARD 2012 P 91 QUANTO MAIS A FERIDA ESTÁ ABERTA NO CENTRO DO CORPO NO CORAÇÃO MAIS O SUJEITO SE TORNA SUJEITO POIS O SUJEITO É A INTIMIDADE ASSIM É A FERIDA DE AMOR UMA ABERTURA RADICAL QUE NÃO CHEGA A SE FECHAR E DE ONDE O SUJEITO ESCORRE CONSTITUINDOSE COMO SUJEITO NESSE PRÓPRIO FLUXO BARTHES 2018 P 46 REFERÊNCIAS DUNKER C I L MALESTAR SOFRIMENTO E SINTOMA SÃO PAULO BOITEMPO 2015 EBTINGER P LEXISTENCE DE LAFIBROMYALGIE INTERVENTION AU GROUPE DÉTUDES DE LA DOLEUR STRASBOURG 2009 P 1 7DISPONÍVEL EM HTTPWWWPSYCHANALYSE67FRACCUEILMYFILES8422F80F9897PDF ACESSO EM 04 DEZ 2018 FREUD S O EGO E O ID AUTOBIOGRAFIA E OUTROS TEXTOS 19231925 SÃO PAULO COMPANHIA DAS LETRAS 2011 FREUD S INIBIÇÃO SINTOMA E ANGÚSTIA 19251926 IN OBRAS COMPLETAS DE SIGMUND FREUD RIO DE JANEIRO IMAGO 2014 VOLXX GASPARD JL DISCURSO MÉDICO E CLÍNICA PSICANALÍTICA COLABORAÇÃO OU SUBVERSÃO IN RUDGE A M BESSET V PSICANALISE E OUTROS SABERES RIO DE JANEIRO CIA DE FREUD FAPERJ 2012 NASIO JD O LIVRO DA DOR E DO AMOR RIO DE JANEIRO JORGE ZAHAR ED 1997 PORTNOI A G O ENFRENTAMENTO DA DOR IN BESSET V L ZANOTTI S V A FACE CRÔNICA DA DOR MACEIÓ EDUFAL 2017 ROCHA Z A DOR FÍSICA E PSÍQUICA NA METAPSICOLOGIA FREUDIANA FORTALEZA REVISTA MALESTAR E SUBJETIVIDADE 2011 WINOGRAD M MENDES L C QUAL CORPO PARA A PSICANÁLISE BREVE ENSAIO SOBRE O PROBLEMA DO CORPO NA OBRA DE FREUD SÃO PAULO PSICOLOGIA TEORIA E PRÁTICA 2009DISPONÍVEL EM HTTPPEPSICBVSALUDORGSCIELOPHP SCRIPTSCIARTTEXTPIDS151636872009000200015 ACESSO EM 13 DEZ 2018 CAIO PAZ CRP 0218652 CAIOCPAZGMAILCOM Terapia de Aceitação e Compromisso no contexto do envelhecimento desafios para a prática clínica Gabriel Medeiros CRP 0219999 Terapeuta Certificado FBTC Doutorando em Psicologia Clínica UNICAP Envelhecimento Prática Clínica Terapia de Aceitação e Compromisso E o que isso tem a ver com a clínica Paradigma de desenvolvimento ao longo da vida Resultado de uma série de pesquisas iniciadas na década de 1980 e tem caráter biopsicossocial Paul Baltes Berlin Aging Study encabeça os pesquisadores por lançar teoria e modelo até hoje aceitos e base para quase todas as demais teorias inseridas no lifespan Descobertas como a capacidade de reserva e a neuroplasticidade reforçam os achados Bastioni 2009 Neri 2013 Lifespan Teoria da dependência comportamental ou aprendida Seletividade socioemocional Teoria do controle primário e secundário Teoria do envelhecimento bem sucedido Modelos de comunicação e envelhecimento Eventos críticos do curso de vida Seleção otimização e compensação Bastioni 2009 Neri 2013 É preciso pensar nisso levando em conta Que essas mudanças são sentidas de diferentes formas por diferentes pessoas em diferentes contextos socioculturais EducaçãoEscolaridade Condição socieconômica Religiosidade Vulnerabilidade e violência Estresse de minoria SegurançaInsegurança alimentar Histórico de saúde Traumas Logo diferentes formatações podem ser necessárias Diminuir o ritmo da terapia Falar mais pausadamente e de forma nítida Usar diferentes formas de comunicação durante a sessão Incorporar diferentes recursos à sessão se necessário Atenção ao contar histórias Encorajar o registro de notas da sessão Fornecer exemplos e demonstrações em forma de role play quando apropriado Maior participação da família e demais rede de apoio Hayasida et al 2020 Vieira et al 2022 Iniciar os exercícios de casa ou atividades práticas durante a sessão Resumir e solicitar resumos com mais frequência Fornecer um fichário ou uma pasta para auxiliar a organizar as informações e notas da terapia Incorporar de forma mais regular e com maior ênfase a ponte entre as sessões Adaptar a duração da sessão Customizações para intervenções online síncronas e assíncronas Hayasida et al 2020 Vieira et al 2022 E a Terapia de Aceitação e Compromisso ACT Contextualizando Apesar de comumente tratarmos a Terapia Cognitivo Comportamental TCC com uma única abordagem precisamos expandir essa visão para a mesma enquanto um campo de práticas Compreende seu campo de atuação em clínicas hospitais escolas empresas instituições prisionais ou socioeducativas comunidades e domicílios Uma prática cognitiva eou comportamental é toda aquela que análise do comportamento aplicada terapia comportamental terapia e psicologia cognitiva aprendizagem social processamento emocional e da informação American Psychological Association APA 2008 Contextualizando ACT Trabalhando com o pressuposto da impossibilidade do ser humano exercer controle modificar esquivar ou suprimir pela linguagem sobre as experiências privadas pensamentos emoções memórias e reações fisiológicas da mesma forma que o pode nos comportamentos públicos Durante todo o nosso desenvolvimento somos rodeados por uma comunidade que nos estrutura regras Toda a organização humana é composta por regras estruturaras e manifestas pela linguagem A relação do ser humano com a linguagem define em parte o modo como lida com pensamentos e emoções e constrói crenças e padrões de ação Hayes et al 2021 Medeiros Hartmann Júnior 2022 Filogenia Ontogenia Cultura Linguagem Experiência direta ACT O modelo ACT é pensado com o objetivo de desenvolver flexibilidade psicológica Pensar e sentir com abertura com foco no momento presente e direcionado a ações comprometidas Hayes et al 2021 ACT Todo ser humano anseia por sentir coerência orientação e pertencimento significado e competência A flexibilidade psicológica enxerga o humano em suas dimensões afeto cognição atenção self motivação e comportamento Após décadas de pesquisa A ACT é formulado e um metamodelo é criado para ajudar a compreender o seu modelo teórico explicativo e interventivo Hayes et al 2021 Medeiros Hartmann Júnior 2022 ACT Como uma terapia baseada em processos a ACT busca entender as dimensões do sofrimento humano a partir dos processos de flexibilidade e inflexibilidade psicológica referentes às dimensões humanas que por sua vez se direcionam aos anseios condição humana básica Hayes 2021 Hayes et al 2021 Passadofuturomomento presente EsquivaAceitação valores FusãoDesfusão InérciaimpulsCompromisso Self conceitualSelf contextual Flexibilidade Psicológica Orientação Sentir Significado Coerência Competência Pertencimento Flexibilidade Psicológica ACT e Envelhecimento desafios na prática clínica Cultura do envelhecimento Diferenças intergeracionais Perdas e transições Saúde e comorbidade ACT e Envelhecimento desafios na prática clínica E para asos psicólogasos AtitudePostura ética e sensibilidade cultural quebrar barreiras geracionais Conhecimentos gerais sobre desenvolvimento adulto envelhecimento e idosos estudo e pesquisa Questões clínicas avaliação e Intervenção consulta e prestação de outros serviços habilidades Educação continuada sobre a prática com idosos formação Referências American Psychological Association 2008 Cognitive and Behavioral Therapy httpswwwapaorgedgraduatespecializebehavioralcognitive Batistoni S S T 2009 Contribuições da psicologia do envelhecimento para as práticas clínicas com idosos Psicologia em Pesquisa 32 1322 httpwwwufjfbrpsicologiaempesquisafiles200909v3n2a03pdf Hayasida N M A Hartmann Junior J A S Gonçalves M P Medeiros A G A P 2020 Desafio do atendimento a idosos In PROCOGNITIVA Programa de Atualização em Terapia CognitivoComportamental ciclo 7pp 85140 Artmed Hayes S C 2019 A Liberated Mind How to Pivot Toward What Matters New York Avery Hayes S C Strosahl K D Wilson K G 2021 Terapia de Aceitação e Compromisso o processo e a prática da mudança consciente 2ª ed Porto Alegre Artmed Referências Neri A L 2013 Conceitos e teorias sobre o envelhecimento In MalloyDiniz L F Fuentes D Consenza R M Orgs Neuropsicologia do envelhecimento uma abordagem multidimensional pp 1742 Artmed Medeiros A G A P Hartmann Júnior J A S 2022 A experiência da psicoterapia na terceira idade uma análise a partir da Terapia de Aceitação e Compromisso In Cavalli A S et al Orgs Novas diretrizes frente ao envelhecimento diversidades cuidados inclusão e visibilidade pp 3860 Realize Editora Vieira O S Medeiros A G A P Santana S M 2022 Reflexões Sobre a adaptação tecnológica para intervenções online com idosos Revista Brasileira de Terapias Cognitivas 181 7885 httpsdoiorg1059351808568720220008 Obrigado antoniomedeirosunicapbr gabrielmpsi