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ISTVÁN MÉSZÁROS PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA - Para Além do Capital — Beyond Capital (Capítulos 15 e 16) "Sob tais circunstâncias, todos os partidos políticos — independente da sua 'origem' destrutiva da reprodutibilidade social." ÍNDICE CADENOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL 7 PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE 1. A MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO - 21 DO FETICHO - 44 3. TENDÊNCIAS E CONTRATENDÊNCIAS 5. A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE E O SIGNIFICADO DO EXCEDENTE - 90 E MEDIDAS CONTRA A OPRESSÃO AUTODETERMINAÇÃO - 161 1. DO SIGNIFICADO - 118 A COMUNIDADE DE RESISTÊNCIA 2. O GIGANTISMO MILITAR-INDUSTRIAL E AS CONSEQUÊNCIAS SISTEMA, MANIPULAÇÕES DO SISTEMA DESTRUIÇÃO - 138 OS DIAS CAMINHANDO AO CONIVIVIO UM. AUTO-REPRODUÇÃO DOS. PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA - PARA ALÉM DO CAPITAL – Beyond Capital (Capítulos 15 e 16) CADERNOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL - 5 - PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA do Capital, ao mesmo tempo em que determina a necessidade de superar a tarefa como um todo, e não apenas a ideológica questão 'do significante' da medida de reprodutibilidade social ou a precedente de qualquer planejamento central na lógica capitalista. Em outras palavras, as forças poderosas que exercem a reprodução ampliada do desprezado padrão de reprodução social socialista têm que ser travadas em níveis cada vez mais baixos. 8 J.CIHSN Março 1992. ISTVÁN MÉSZÁROS Produção Destrutiva e Estado Capitalista Baderna Lectįãos Caave Graph 38 ISTVÁN MÉSZÁROS PRODUÇÃO DESTRUTIVA E/OU CAPITALISTA atividade prática em lugar do produto adotado na maioria das construções teóricas que resul tam do debate do paradoxo de Triffin. Da mesma maneira, sem a menor dúvida, a mais prolífica e contraditória produção destrutiva da atualidade ocidente é o sistema nuclear de 'defesa', com sua capacidade constantemente expandid a de destruição mútua numa base jamais concedida antes.(10) A clandestina produção e 39 I - A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE DA INDUSTRIA AO TRABALHO VIVO em todos os povos prósperos é a de manter- se elevado o padrão de vida da sua população, o qual significa, por um lado, ter que dar a todos a possibilidade de viver dentro do m esmo padrão,(2) mas, por outro, só é plausível que haja tal distribuição a condição de vermos aumentada a produção.(3) E pode-se acrescentar arrojadamente ainda que nada contribui mais para aumentar a prosperidade de uma comunidade do que aumentar a sua população, embora este ponto mal fizesse sua aparição no prefácio do capitalista. O que é, afinal, a persuasão industrial? Nada mais do que promover o desejo de desfrutar melhor que antes. Na atualidade, a nova base do comércio. O que é o mesmo que uma aplicação da produção-meíonra da. Na população, a -proporção-decrescente-de utilização é efetivamente, de alguma forma, um dos nosso pontos principais de ataque, pois, sendo a população nossa fonte de riqueza, não devemos fazer o supérfluo número de ofertas de comércio e distribuição de bens, ao se permitir encontrar - - uma artificialidade sem perdão. A distribuição se torna superflua fora da rígida necessidade melhore 10. Da predição de Anatol Rapoport sobre as consequências inesperadas do mundo de destruição mútua num artigo de setembro de 1962 no Sat. Review: 'For a thinking person, it is far from certain that an assurance to terminate futhe major cities still remains unconvinced before our actions are defined, or whether or not it will be num mundo coberto pelo ceticismo da destruição proporcionada por parte das maiores pessoas do planeta. A maneira como os alimentos não podem, no capitalismo, transformar-se diretamente em alimento: para isso, se lhes deve juntar uma série de "valores" outros, os "valores de mudança." Ora, é justamente esta categoria que perde, cada dia mais, a possibilidade de realizar-se. O sentido de relativa independência que adquire a produção de bens do século XVII e XVIII encontra o ponto culminante — e de lá por diante uma trajetória descendente — no século XIX, com a transformação de cada "forma de representação" em real valor econômico, ou seja, com a transformação da figura teórica do valor em capital. Segue-se, então uma rápida, quase brutal, separação em relação aos aspectos ideais dos objetos: a arte, a cultura, a religião, o "belo", aparecem pela primeira vez com uma função ao mesmo tempo crítica e negadora. É a partir deste momento que se vai operar a junção (e a justaposição) ao "moinho satânico" a que se refere Polanyi, de meia dúzia de fenômenos tradicionais até então consideráveis como especificamente humanos: a cultura, a música, a religião, etc. A "tendência inovadora" da economia política defronta-se agora com a necessidade de estancar a contradição intrínseca ao processo de desenvolvimento do capitalismo: a "anarquia" elementar do mercado. Manda agora a mesma lógica — a fim de que a concorrência continue a "realizar" o lema liberal do desenvolvimento — que uma instituição exterior ao mercado, um "poder neutro", regule a oferta e a procura. Mesmo uma política "oficial" do Estado deve, necessariamente, agora, subordinar-se a uma prática econômica vaga, imprecisa, regida não mais por um poder de fato superior às forças econômicas individuais, mas sim por uma "mão política invisível." A interpretação realizada pelo economista clássico não pode ser mais aproximar-se da realidade.
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ISTVÁN MÉSZÁROS PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA - Para Além do Capital — Beyond Capital (Capítulos 15 e 16) "Sob tais circunstâncias, todos os partidos políticos — independente da sua 'origem' destrutiva da reprodutibilidade social." ÍNDICE CADENOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL 7 PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE 1. A MAXIMIZAÇÃO DO LUCRO - 21 DO FETICHO - 44 3. TENDÊNCIAS E CONTRATENDÊNCIAS 5. A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE E O SIGNIFICADO DO EXCEDENTE - 90 E MEDIDAS CONTRA A OPRESSÃO AUTODETERMINAÇÃO - 161 1. DO SIGNIFICADO - 118 A COMUNIDADE DE RESISTÊNCIA 2. O GIGANTISMO MILITAR-INDUSTRIAL E AS CONSEQUÊNCIAS SISTEMA, MANIPULAÇÕES DO SISTEMA DESTRUIÇÃO - 138 OS DIAS CAMINHANDO AO CONIVIVIO UM. AUTO-REPRODUÇÃO DOS. PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA - PARA ALÉM DO CAPITAL – Beyond Capital (Capítulos 15 e 16) CADERNOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL - 5 - PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA do Capital, ao mesmo tempo em que determina a necessidade de superar a tarefa como um todo, e não apenas a ideológica questão 'do significante' da medida de reprodutibilidade social ou a precedente de qualquer planejamento central na lógica capitalista. Em outras palavras, as forças poderosas que exercem a reprodução ampliada do desprezado padrão de reprodução social socialista têm que ser travadas em níveis cada vez mais baixos. 8 J.CIHSN Março 1992. ISTVÁN MÉSZÁROS Produção Destrutiva e Estado Capitalista Baderna Lectįãos Caave Graph 38 ISTVÁN MÉSZÁROS PRODUÇÃO DESTRUTIVA E/OU CAPITALISTA atividade prática em lugar do produto adotado na maioria das construções teóricas que resul tam do debate do paradoxo de Triffin. Da mesma maneira, sem a menor dúvida, a mais prolífica e contraditória produção destrutiva da atualidade ocidente é o sistema nuclear de 'defesa', com sua capacidade constantemente expandid a de destruição mútua numa base jamais concedida antes.(10) A clandestina produção e 39 I - A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE DA INDUSTRIA AO TRABALHO VIVO em todos os povos prósperos é a de manter- se elevado o padrão de vida da sua população, o qual significa, por um lado, ter que dar a todos a possibilidade de viver dentro do m esmo padrão,(2) mas, por outro, só é plausível que haja tal distribuição a condição de vermos aumentada a produção.(3) E pode-se acrescentar arrojadamente ainda que nada contribui mais para aumentar a prosperidade de uma comunidade do que aumentar a sua população, embora este ponto mal fizesse sua aparição no prefácio do capitalista. O que é, afinal, a persuasão industrial? Nada mais do que promover o desejo de desfrutar melhor que antes. Na atualidade, a nova base do comércio. O que é o mesmo que uma aplicação da produção-meíonra da. Na população, a -proporção-decrescente-de utilização é efetivamente, de alguma forma, um dos nosso pontos principais de ataque, pois, sendo a população nossa fonte de riqueza, não devemos fazer o supérfluo número de ofertas de comércio e distribuição de bens, ao se permitir encontrar - - uma artificialidade sem perdão. A distribuição se torna superflua fora da rígida necessidade melhore 10. Da predição de Anatol Rapoport sobre as consequências inesperadas do mundo de destruição mútua num artigo de setembro de 1962 no Sat. Review: 'For a thinking person, it is far from certain that an assurance to terminate futhe major cities still remains unconvinced before our actions are defined, or whether or not it will be num mundo coberto pelo ceticismo da destruição proporcionada por parte das maiores pessoas do planeta. A maneira como os alimentos não podem, no capitalismo, transformar-se diretamente em alimento: para isso, se lhes deve juntar uma série de "valores" outros, os "valores de mudança." Ora, é justamente esta categoria que perde, cada dia mais, a possibilidade de realizar-se. O sentido de relativa independência que adquire a produção de bens do século XVII e XVIII encontra o ponto culminante — e de lá por diante uma trajetória descendente — no século XIX, com a transformação de cada "forma de representação" em real valor econômico, ou seja, com a transformação da figura teórica do valor em capital. Segue-se, então uma rápida, quase brutal, separação em relação aos aspectos ideais dos objetos: a arte, a cultura, a religião, o "belo", aparecem pela primeira vez com uma função ao mesmo tempo crítica e negadora. É a partir deste momento que se vai operar a junção (e a justaposição) ao "moinho satânico" a que se refere Polanyi, de meia dúzia de fenômenos tradicionais até então consideráveis como especificamente humanos: a cultura, a música, a religião, etc. A "tendência inovadora" da economia política defronta-se agora com a necessidade de estancar a contradição intrínseca ao processo de desenvolvimento do capitalismo: a "anarquia" elementar do mercado. Manda agora a mesma lógica — a fim de que a concorrência continue a "realizar" o lema liberal do desenvolvimento — que uma instituição exterior ao mercado, um "poder neutro", regule a oferta e a procura. Mesmo uma política "oficial" do Estado deve, necessariamente, agora, subordinar-se a uma prática econômica vaga, imprecisa, regida não mais por um poder de fato superior às forças econômicas individuais, mas sim por uma "mão política invisível." A interpretação realizada pelo economista clássico não pode ser mais aproximar-se da realidade.