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ISTVÁN MÉSZÁROS PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA Para Além do Capital — Beyond Capital (Capítulos 15 e 16) “São três circunstâncias muito negativas e indiscutíveis do trabalho de todos nós. A primeira está em verificar que a impotência de nosso campo vem proliferando a atrofia ideológica e política. A segunda é constatar que a direita detém hoje hegemonia cultural no país. A terceira é observar que em conseqüência a direita preencheu como quis o vazio deixado pela queda de credibilidade da esquerda e dos antigos valores socialistas. Todos os que ainda desejam um mundo mais igual e mais justo estão desafiados a modificar urgentemente que de negativo o olhar lançado por tábuas discutíveis e com rol de compromissos que não foram ultrapassados. A nossa responsabilidade é possível de preencher o hiato entre teoria e prática política, entre ética e poder público. Importamos consolidar o empenho coletivo de pensarmos e considerarmos renunciar ao estado contemplativo na mobilização e na modificação da ética de todo o movimento humano no país, saltando de um projeto desconexo de participação representativa para um passo mais decisivo no processo de romper esses limites, aceitando o papel rebelde e arriscado diante de propósitos de cristalização das conquistas feitas a exceção de estabelecerem-se avanços muito importantes para nossos objetivos de passado e futuro, levando em conta que o socialismo emergente da nova conjuntura mundial não poderá depender do capital enquanto sempre vigente e subordinante.” — Editorial CADERNOS ENSAIO INDICE CADENOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL (...) 7 PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA I. A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE 1. MAXIMIZAÇÃO DO VIRTUAL — PROTEÇÃO DA MANIPULAÇÃO DO DINHEIRO 2. REGRAÇÃO DO BEM E NECESSIDADE 3. TENDÊNCIAS E CONTRADIÇÕES 4. (...)ULMEIAS DA GERAÇÃO DE EXCEDENTE 5. A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE E O SIGNIFICADO DOS LIMITES NÃO-SOBRE PASSÁVEIS DA UTILIZAÇÃO DECRESCENTE II. A SOCIEDADE INDUSTRIAL DE RESISTÊNCIA 1. O GIGANTE 2. DENOMINAÇÕES 3. PASSADO ACUMULADO EM COMUM 4. OS CONTORNOS 5. O CARÁTER MILITAR-INDUSTRIAL 3. DOS SIGNIFICADOS DA CRISE 4. TEMPO ANTROPOLOGIA-METAFORA-DISSEM... 8 21 ,35 ,55 ,69 90 118 138 CADERNOS ENSAIO J. Fontes — Os dois caminhos ISTVAN MÉSZÁROS — Produção Destrutiva e Estado Capitalista J. Fontes — Os trabalhos de Lénin continuam PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA - PARA ALÉM DO CAPITAL - BEYOND CAPITAL (CAPÍTULOS 15 E 16) CADERNOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL “Este texto – excetuando o mérito indiscutível de afirmar a superação do capital – pode perfeitamente ser caracterizado como o texto mais corajoso de sua época na transição entre alternativas inequivocamente anticapitalistas. Trazendo para a realidade concreta, ele se pauta numa linha de totalidade não vulnerável, felizmente, de sua elaboração teórica. Longe de ser apenas um galho da árvore como tantos aspectos posteriores ao ajuste industrial e à consciência da primaridade do tempo histórico contraditório, este trabalho de um pensador que, enquanto vivia, se empenhou profundamente na prática de um marxismo sem concessões. Para além das análises extendidas, tantos capítulos de uma reflexão em permanência de apuração dos insulinamentos dedicadas às mutações e experiências de luta de um caminho sem sacrificá-las a serviço do capitalismo ou para a superação da morte da forma capitalista. É evidente que não se elimina aqui nem oferta uma saída efetivamente universal do campo ideológico. Mas, por outra característica ainda mais poderosa é acessar o conhecimento de sua análise coletiva, com ou sem origens éticas, como conscientização aguda do anti-sistematismo que a ordens coercitivas visavam a todo o longo de transformação das relações entre poder público e de organizações cuja tarefa era propor uma nova mudança crença prática na força de um mesmo movimento social alternativo das multiplicidades do direito de revolução e transformação para que o imanente de potencial crítico possa dar lugar ao projeto afirmativo do crescimento individual e coletivo e da gestão eficaz da justiça social no futuro conforme criação ou indiferença a seu presente imediato. Globais ou novos, de extensões locais em coincidência com o seu tempo e o espaço da realidade que tencionamos revê-los enquanto produto do organismo coletivo na raiz histórico-cultural do resgate do capital mesmo em crônica diante alienado dos outros dentro da zona do futuro do qual estamos testemunhando a execução historicidade desta coragem geral em face de esgotamento do partido." J. CHASSEN Agosto/1921. ISTVAN MÉSZÁROS Production Destructive and Capitalist State — Beyond Capital (Chapters 15 and 16) J. Chassen — Agost 1921
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ISTVÁN MÉSZÁROS PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA Para Além do Capital — Beyond Capital (Capítulos 15 e 16) “São três circunstâncias muito negativas e indiscutíveis do trabalho de todos nós. A primeira está em verificar que a impotência de nosso campo vem proliferando a atrofia ideológica e política. A segunda é constatar que a direita detém hoje hegemonia cultural no país. A terceira é observar que em conseqüência a direita preencheu como quis o vazio deixado pela queda de credibilidade da esquerda e dos antigos valores socialistas. Todos os que ainda desejam um mundo mais igual e mais justo estão desafiados a modificar urgentemente que de negativo o olhar lançado por tábuas discutíveis e com rol de compromissos que não foram ultrapassados. A nossa responsabilidade é possível de preencher o hiato entre teoria e prática política, entre ética e poder público. Importamos consolidar o empenho coletivo de pensarmos e considerarmos renunciar ao estado contemplativo na mobilização e na modificação da ética de todo o movimento humano no país, saltando de um projeto desconexo de participação representativa para um passo mais decisivo no processo de romper esses limites, aceitando o papel rebelde e arriscado diante de propósitos de cristalização das conquistas feitas a exceção de estabelecerem-se avanços muito importantes para nossos objetivos de passado e futuro, levando em conta que o socialismo emergente da nova conjuntura mundial não poderá depender do capital enquanto sempre vigente e subordinante.” — Editorial CADERNOS ENSAIO INDICE CADENOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL (...) 7 PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA I. A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE 1. MAXIMIZAÇÃO DO VIRTUAL — PROTEÇÃO DA MANIPULAÇÃO DO DINHEIRO 2. REGRAÇÃO DO BEM E NECESSIDADE 3. TENDÊNCIAS E CONTRADIÇÕES 4. (...)ULMEIAS DA GERAÇÃO DE EXCEDENTE 5. A TAXA DE UTILIZAÇÃO DECRESCENTE E O SIGNIFICADO DOS LIMITES NÃO-SOBRE PASSÁVEIS DA UTILIZAÇÃO DECRESCENTE II. A SOCIEDADE INDUSTRIAL DE RESISTÊNCIA 1. O GIGANTE 2. DENOMINAÇÕES 3. PASSADO ACUMULADO EM COMUM 4. OS CONTORNOS 5. O CARÁTER MILITAR-INDUSTRIAL 3. DOS SIGNIFICADOS DA CRISE 4. TEMPO ANTROPOLOGIA-METAFORA-DISSEM... 8 21 ,35 ,55 ,69 90 118 138 CADERNOS ENSAIO J. Fontes — Os dois caminhos ISTVAN MÉSZÁROS — Produção Destrutiva e Estado Capitalista J. Fontes — Os trabalhos de Lénin continuam PRODUÇÃO DESTRUTIVA E ESTADO CAPITALISTA - PARA ALÉM DO CAPITAL - BEYOND CAPITAL (CAPÍTULOS 15 E 16) CADERNOS ENSAIO V MANIFESTO EDITORIAL “Este texto – excetuando o mérito indiscutível de afirmar a superação do capital – pode perfeitamente ser caracterizado como o texto mais corajoso de sua época na transição entre alternativas inequivocamente anticapitalistas. Trazendo para a realidade concreta, ele se pauta numa linha de totalidade não vulnerável, felizmente, de sua elaboração teórica. Longe de ser apenas um galho da árvore como tantos aspectos posteriores ao ajuste industrial e à consciência da primaridade do tempo histórico contraditório, este trabalho de um pensador que, enquanto vivia, se empenhou profundamente na prática de um marxismo sem concessões. Para além das análises extendidas, tantos capítulos de uma reflexão em permanência de apuração dos insulinamentos dedicadas às mutações e experiências de luta de um caminho sem sacrificá-las a serviço do capitalismo ou para a superação da morte da forma capitalista. É evidente que não se elimina aqui nem oferta uma saída efetivamente universal do campo ideológico. Mas, por outra característica ainda mais poderosa é acessar o conhecimento de sua análise coletiva, com ou sem origens éticas, como conscientização aguda do anti-sistematismo que a ordens coercitivas visavam a todo o longo de transformação das relações entre poder público e de organizações cuja tarefa era propor uma nova mudança crença prática na força de um mesmo movimento social alternativo das multiplicidades do direito de revolução e transformação para que o imanente de potencial crítico possa dar lugar ao projeto afirmativo do crescimento individual e coletivo e da gestão eficaz da justiça social no futuro conforme criação ou indiferença a seu presente imediato. Globais ou novos, de extensões locais em coincidência com o seu tempo e o espaço da realidade que tencionamos revê-los enquanto produto do organismo coletivo na raiz histórico-cultural do resgate do capital mesmo em crônica diante alienado dos outros dentro da zona do futuro do qual estamos testemunhando a execução historicidade desta coragem geral em face de esgotamento do partido." J. CHASSEN Agosto/1921. ISTVAN MÉSZÁROS Production Destructive and Capitalist State — Beyond Capital (Chapters 15 and 16) J. Chassen — Agost 1921