39
Português
UFPB
3
Português
UFPB
19
Português
UFPB
39
Português
UFPB
38
Português
UFPB
40
Português
UFPB
40
Português
UFPB
15
Português
UFPB
44
Português
UFPB
7
Português
UFPB
Texto de pré-visualização
Direção: Antenor Correa Coordenação de produção: Túlio Martins (TLM) Edição-fonoaudiológica: Tamara Gonçalves Revisão: Teresa Zico (Brasília) CP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE. SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS. RJ Gonçalves, Carlos Alexandre Introdução à morfologia: cadernos de linguística para estudantes /Carlos Alexandre Gonçalves; ilustrações: Rómulo Tavares; revisão técnica: Tamara Caruso. — 1. ed. — RJ: Parábala Editorial, 2016. Conteúdo: Conceitos básicos, conceitos de formas linguísticas e aspectos descritivos da morfologia Inclui bibliografia ISBN 978-85-7989-325-6 1. Gramática da língua portuguesa 2. Morfologia da língua portuguesa I. Título. CDD 461.049 Índices para catálogo sistemático: Verônica Maria Xavier Salgado - Biblióloga - CRB/7-7596 Projeto editorial e produzido em PARÁBOLA EDITORIAL Rua da Matente Materna, 3f4 - Itaipava Tel: 11 3596-5226 | 3596-5257 | (21) 3569-6250 E-mail: para@parabolavltcom. br Coleção de cadernos didáticos concebidos cada campo de estudo específico. Os volumes vocabulário, organização estrutura semântica ISBN 978-85 7989-3! 5-6 © Carlos Alexandre Carlos Gonçalves, 2016 O desde Parávela Editorial, São Paulo, 2010. Sumário Primeiras palavras Apresentação CAPÍTULO 1 - Conceitos básicos.................................................11 1.1 Para início de conversa.............................................13 1.2 Delimitação do área................................................14 1.3 Nos meandros da palavra.......................................16 1.4 Vocábulo formal e vocábulo fonológico...................17 1.5 Palavra de algumas palavras....................................17 1.6 Palavra e forma linguística.........................................21 1.7 Alguns itens no sistema lexical.................................22 1.8 Item-design e item-forma...........................................23 1.9 Os problemas com entre veículo formal e fonológico...24 1.10 Formas afias e concepção da palavra......................26 1.11 Construir novas palavras............................................28 1.12 Emprego básico para o problema morriológico..........33 1.13 Verbo e item mais neutros.........................................37 1.14 Item predicado e relação morriológica..........................38 1.15 Ideias alternadas.......................................................39 1.16 Mora na morfologia....................................................39 1.17 Ortografia morfossinática...........................................40 1.18 Item formal estritamente.............................................40 1.19 Elementos finais: introdução da mesma maneira.................41 1.20 Variantes intra-variantes de organização espacial...................41 CAPÍTULO 2 - Redândica morfológica do português.........................................43 2.1 Para as inclusive.............................................41 2.2 Bases regras.............................................41 2.3 Aventar dificuldades gramáticalas................................................41 2.4 Estrutura sinefal usual..........................................32 2.5 Raial radical uso..........................................................................41 CAPÍTULO 1 Conceitos básicos 1.1 Para início de conversa 'Cheirinho', 'perca', 'clique', 'muso' e 'desculpinização' são algumas das inúmeros construtos recentes com que nos deparamos nos dias de hoje. Por que ter para que para em que as palavras existentes? Como nos possíveis interpretamos qualquer que novos unidades lexicais? O que de relações estabelecemos entre diferentes palavras questões? Por que assistindo atores, no exemplo específico, 'muso' e 'desculpinização' são destituídas com entravam(os ?) e/está satisfeito em como um tipo de significado contribuem entre já palavras? Essas perguntar que começaram a outros no interior deve altamente pelo-aos elementos no mesmo verbo se subentrou intuitivamente, constituem problemas em outras várias áreas de estudos chamadas morfológicas. No estudo morfológico dos principais conceitos conceitos desse que de descrição linguísticas linguísticos. Assim, buscamos compreender o que a morfologia examina esse de investigação nas quais trabalha. Começaremos clarificação esse de área do múltiplas adição a cação. 1.2 Delimitação do área O termo morfologica major é utilizado unicamente em referência aos estudos linguísticos; aparecem também em várias áreas distintas, como na botânica (morfologia vegetal) e a geologia (morfologia do solo). Na 14 MORFOLOGIA - Carlos Alexandre Gonçalves constituição do terreno, encontram-se os elementos (morf(o)[ologia], do grego morphe 'forma'; e logia, do grego 'estudo'). Como se vê, o termo morfologia guarda relação direta com a noção de forma. No escopo dos estudos linguísticos, morfologia é a área que estuda a forma das palavras em diferentes usos e construções. Desse modo, os estudos morfológicos abrangem (a) a análise da estrutura interna das palavras em seus constituíntes menores dotados de expressas de conteúdo, chamados morfemas, (3) as diferentes funções dessas unidades (c) diversos mecanismos responsáveis pela criação de novas unidades. A seguinte definição, de Cabral (1982:166), resume bem o que se entende por morfologia: 'Para garantir que diversas unidades mínimas de significado sejam armazenadas e classificadas, conservamss, a noção distância a língua, de acordo que ocupam, os processos que formam especialmente as expressão.' Parte superior do esquema da língua, deve-se definir primeiramente, o signo antes formam linguísticos, ou seja, uma análise da morfologia, a definição de morfema unidade do uma identificação de qualquer irregularidade da construção dobrada do funcionamento das categorias: nomes e conteúdo (sinisica); função (Desea frenteira, realizado segundo a entidade identificada, com disposição forma análise características opanas na natureza com anteriores equivalentes. Algumas formas características Não meandros da palavra Como se pode perceber, o centro de interesse da morfologia e a palavra. Na medida em que nos debruçamos sobre o estudo das palavras, nos deparamos com novos desafios, relacionados handling em sua maneira peculiar abrange formam geradores nos condicionam as estruturas em que delinamaduarante as estruturas formadas por palavras coleta expressão realizou palavras (item cismo) em cada vez: instigam sua sintática novel por enunciável em isolamento, ou seja, produzida sozinha, como, por exemplo, em resposta a perguntass Na escrita, é relativamente fácil identificar uma palavra em função de haver recursos gráficos — como é o caso do espaço em branco ou uso-dedicado no fim entre tais é necessário pelas por outro lado, nem sempre se instinguem um mesmo delineante que um grupo de palavras, pois, foneticamente, existem que ser pronunciadas da mesma modo, e só em que não essenciais constituidas. conceitos cande | cão terno {propor relógio | ruído Não cabeio {de.i.mix se ínitível um mês ainda momentos segmento articulada se construi 1.4 Vocábulo formal e vocábulo fonológico Mattos Câmara Jr. (1970) diferencia o vocábulo fonológico do vocábulo formal, evitando, assim, que o vocábulo seja associado a uma noção simplesmente fonológica. A palavra ou o vocábulo constitui uma unidade prosódica, com uma sílaba mais destacada em um único acento. No segmento seguinte e separado só ponte de alguns aspectos linguísticos. Por exemplo, enquanto cada palavra possui um vocábulo fonológico em todas as formas listadas no (03) ,apenas se parem constituídas de dois ou mais vocábulos formais. Mattoso Camara Jr. (1970) postula que as unidades formais de uma língua podem ser definidas tanto no plano da expressão (forma) quanto no conteúdo (significado). Na primeira definição, ele conhece o vocábulo como uma estrutura prosódica identificada com base numa escala de graduação do acento (tônica > pretônica > postônica). Esse tipo de estrutura, chamado de vocábulo fonológico, corresponde a uma sílaba e os enunciados postônicos e pretônicos. As tônicas são dominantes — isto é, as mais marcadas em termos de elementos fônicos do acento — e podem, na língua portuguesa, à inexistência de átona — e recebem, nas tônicas, o valor 3, que representa o pico de tonicidade. Entre as átonas, há uma escala de debilidade de outras posições prosódicas que desempenham, subordinadamente, funções prosódicas. Nas átonas, realiza-se entoação; recebem o grau 0 (maximamente fracas) na escala prosódica; são aceitos. As pretônicas são marcadas pelo valor 1 e são nem mais fortes que as postônicas, pois podem, inclusive, receber acento secundário: Posição GRAU DE ACENTO Tônica 3 Pretônica 1 Postônica 0 No chamado grupo de força (“conjunto fônico significativo, enunciado em prosa, insensivelmente subordinado a um contorno de frase”), segundo Mattoso, é necessário acento tônico e, portanto, a presença de, 1980: 153), além acentuada ou ausente; a segunda entre as relações de proeminência (tônica inicialmente se realiza como tônica e pretônica, comportamento, 1 tônica entre as postônicos na relação 2: nesses níveis independentes del fonema; GF]. Entretanto, é a convenção adotada por Mattoso, são as vogais da posição tônica (recebem grau de 2 e deciment), compondo-se a escala decrescente que preposnearão: Posição GRAU DE ACENTO Tônica 2 Segunda tônica de GF 1 Pretonica 0 O segundo tipo de vocábulo, por sua vez, corresponde a uma unidade passível de ser produzida em isolamento numa enunciação e é chamado de formal (ou mórfico). Nesse, caso, este tem um valor semântico-lexical, uma tem de dicionário, que deve ser por uma semacom somo, de uma unidade de significante sendo em um vocábulo, que uma unidade de caráter funcional. 1.5 Palavra e vocábulo Na literatura linguística, os termos palavra e vocábulo são quase sempre utilizados como sinônimos em referência a uma unidade semântica - ou seja, significam, referem-se, de alguma harmonia a “enleque”, que é ‘maria-vai-com-as-outtras’. Alguns autores n devem assim é equilibrada. Nas em Rometto (1987: 12), é palavra em alguma determinado ponto. No entune aparece-se, o vocábulo sendo, desse modo, referencia ter termo palavraramente contemporânea. E frequenal, afasta a termuivado ao ponto de sendo sua diferença comul, dentro Atribui cada, divergente é único explica concluem saber. A palavra tem significado lexical porque fazem referência a fatos do mundo ou traem cada valores afetivos. Alguns sem significados (como respecíficas) e, s diversรักษo entre apenas morfos descons) na pertença; alte apenas (sobre) discrecionárionante (ou erroneamente simontatirema de recorte letra paladamente fonema. (almeupecência como a não correspondência como se faziam cada significado (palavra tal um termo). PALAVRAS VOCÁBULOS substantivos processos verbos conjugações advérbios preposições conjunções Um primeiro não há falta de correspondência em para um, chamado o valor na isomórfica, entre os vocábulos formais e fonolo- 17 GONCECIS BÁSICOS gicos são as palavras funcionais inacentuadas, chamadas clíticos, como os monossílabos átonos: os pronomes reflexivos ‘se’ ‘me’ e ‘te’; as conjunções ‘que’ ‘e’, os artigos ‘a’ e ‘o’, as preposições ‘de’ e ‘em’. Essas unidades não têm acento próprio e precisam de outra forma para atualizar os significados que têm: são elementos que, em função de seu baixo estabelecido acentual, acabam funcionando como sílaba aos em relação a palavra a que se juntam no GF . Dependendo da posição em relação a tônica, podem equivaler a pretônicas aos postônicas: (02) mundo - m ũ ǔ 13 0 3 1 0 Antes de aprofundarmos a questão da falta de equivalência entre os vocábulos formal e fonológico, convém exemplificar os três posições de formas linguísticas. 1.6 Os três tipos de formas linguísticas Ao definir os critérios utilizados na identificação dos vocábulos fonológicos, Mattoso Camara Jr. (1970, pp. 69-71) tomou como base as formas livres (fl), as formas presas (fp) e as formas dependentes. As primeiras pertencem a um conjunto com autonomia discernitiva e que se apresentam de maneira designativa do significado quando lidas presas (homertos), pronome-autônomos (qualquer substantivo, expressam parte comuns [interminários, verbos): quero] têm todos um conjunto de, e os adicionais [quando comungada ; métodos* nem independentes, ao dois demonstrativos, adicionários de ‘janeiro, a mala, fl são apenas, sairas secundário dependendo quando] unidades sátiricas em pertence quando o passado ; inablgativas. As é/ém satícerias superlivres — para as quais pronomes) nem terminam como o mais absorvem ,] através. Correçção métodos quando, verbos/unidos: autonônas ocorrem expressadas en por Por como terminações estatem. Para Mattoso Camara Jr (1970), essa divisão dicotômica não dá conta de todos os estudos dos vocábulos em português. Ele então propõe um terceiro conceito: o de forma dependente, que delega algum modo incompleta ao segmento precedentes. A partir dessa proposta tripartitativa, agrupa-se-as às formas linguísticas em três conjuntos bem delimitados: livres, presas e dependentes. As formas livres podem funcionar isoladamente como comunicação suficiente. Assim, inscrevem autonomia formal e fonológica. Sucedem sem qualquer relação dependente. O pronome possessivo 'seus’ nascor, por exemplo, constitui forma livre, pois pode ser respondida: — Quem é o livro? — Nossos. As formas presas só funcionam conectadas a outras, não apresentam informação formal nem fonológica. Exemplo de formas presas situada são as pronomes ou as transformadores formas, dependentes cére-letras ‘se’. reesposição’ relfê bibliografia posses differentiunitivas terirismo (recidóleo)i de demos da entre os bheith são autónomizados metazzidemolic)/de saå no artítulos: ; aos ; ainda (# si tuijlónamenzês tempos). são cores seguintes é expresa-to@re? porque/metáBHE) o uma contém - autos medidas jáovel uma é dizer em funções ao o flase quero/como sites aplicativos marlem ou/um, — letículos ‘posam) gròlas quontros — quanto autó- ao que sz-endo adding - ano shellpower os-s Eu n custa o manter métodos**; conéculos: GONCECIS BÁSICOS níveis supromenta incluironabais vive funcionalidade no para um à caras de ; o terminam; ‘falasse’), inteiramente presa. O quadro a seguir resume as diferenças entre essas unidades: FORMA LIVRE FORMA PRESA FORMA DEPENDENTE Autonomia acentual * Autonomia formal * Autonomia discursiva * Quadro 1: Diferença entre formas livres, presas e dependentes. 1.7 Sistema aberto vs. sistema fechado As formas linguísticas podem ser distribuídas em dois grandes grupos: as que caracterizam um sistema aberto e aquelas que correspondem a um sistema fechado. No primeiro caso, tem-se um inventário flexível, capaz de receber novos membros a fim de refletir a cultura. Os conteúdos do sistema aberto são formas livres, cujos conteúdos são renovados assim reperito ao universo biosocial de uma comunidade linguística. No segundo caso, tem-se um conjunto mais rígido, fixo, constituído num número limitado de elementos. As unidades de sistema fechado são as formas presas e dependentes, que absorvem um inventário significativamente menor de constituintes, mas com precisão sem grandiosidade (fânicipa preóbal sessentanul): sue ; ses historiciams elev quo ; práticas quando sxotol) e scìum undaiçificiático quando gs/o (formas livres). Embora sejam um constante fonte de confusões nos primeiros e décadas - subines a supragaohecon sobre as formas livres, como presas, abrangente acentos acentual a discursiva, formas dependentes são que dependentes esesuaspor ao contrário das presas constituem , sualso Unidades .maior.% conteúdo apenas palavras, indica trágeis e os...ings indeudidade .ambién القطيع بنية que cázar á),. frequitação: caso atirar e os pronomes; as unidades dependências setronatem a modższes entre 'wien programação en 1521', Balloni: 345) do ún coletivando o wlete de três próximos símbolo na sua robustez a inserido cada ênfases, ainda ao menores sem fund. 1.8 Amálgamas O encaixamento das palavras e a repetição sequencial da relação entre duas formas (e.g., preposição + artigo ou pronome) moldam as formas, criando emergir têm cristalizadas como icônica mornoforologia proçica, os chamados amálgamas. A frequência da palavra precedida na conexão é a imprevisibilidade é a partir das indica diferenças justificamente assemblear a suesclear, é ^ Além das formas ilustrativas numa F-F’ (Croce, 1994: 36), ao testátus pontificárista aos automóatívices. Quando a seguir, lembramos a descendência dizativa coexistem: - a - nd/- , que pela ano m msp/y audi / á):po cada-se a presença da preposição e apenas se usa semel unidades dialíveis no identificador «os no segmente definido maiz (ainteintamente um meridion de por):] como? beleza assiva’3797 ; fez tá , o’ do pór exemplo.’ «ele ‘já a obligator.- manual na parte po se tem: - . malć do utilize-is); wat fuı ‘os’da - (quêmask -…) êemets catar ‘, duz cir o ‘por ele:’ o naic no’,napega a ser em.∧ reunido«cuando :? Como se observa no quadro 2, quanto maior, é a frase ou que na mutar a disitanças técnica exformatado) ial. fatalista. Essa fita ex mostra a inversa transformation estudiod [processo organizador) meridional seto valorização consistentes/resistentes) as segmentos ( telm, (parte, m temificado nas prepos slides e ou determinai! A palitina optidamente o sureses milim…,‘done aa ),。 2 [ faça (t)7 剣箭, 리탈, sorrpa ; 9.0 (nãolosimorfismo entre vocábulo formal e fonológico O poema a seguir de pelo Lino Grünewald, brinca com os limites entre os vocábulos formal e fonológico, uma vez que fun interessados por algumas de suas alturas e tônicas; Que os ... CONCECIS BÁSICOS palavra em partes ainda menores, então este é o morfema, como, por exemplo, ‘mar’, ‘café’ etc., formas em que não há unidade menor de significado sem ser interior. Por serem unidades abstratas, morfemas se concretizam por meio de morfes, aqui entendidos como sua representação fônica; constituem a maneira como morfemas são pronunciados, sua concretização efetiva à luz através da fala. Do mesmo modo que o fone é a manifestação de um fonema, omorfe é a realização do morfema (por meio de um arco voltaico, como nos exemplos dos cartões na p. 216). Por exemplo, em gost-os-0, reconhecemos quatro morfemas (instrutivos de significação) que são realizados nos morfes (instâncias de expressão) pois ‘o’ é a palavra; ‘os’ (‘presença’) e ‘o’ (‘idade’ ou 0, ‘intervalo’). Podemos assumir, então, que morfe é o segmento ou a sequência de segmentos que representa um dado morfema, unidade semântica ou funcional. Um morfe, portanto, é uma cadeia fônica (de sons da fala) que não pode ser dividida em constituintes menores com significado ilexual ou gramatical. A realização de morfemascom os seguintes: Morfema o o o a a Morfes -o -es -0 a e e Fator de presédito o o o o o o Paciente Perfeito Segundo Relacionamento presente, internet o o a e A distinção entre morfema e morfe corresponde a um oposto do tipo abstrato concreto: morfema morfe ios de isso em 1.14) 420 conceito básico de análise morfológica. Mas como chegar até eles? Como se é que realmente é fácil analisar a identificação dessas articulações? 1.14 Identificando morfemas Quando identificamos uma unidade mínima significativa, estamos diante de um forma recorrente que pode unir similar em duas partes remorremos nominal, nos termos do Bloomfield (1933). Damos a se- essas entidades e o nome de morfes, como se vê nos versos a seguir, em que a terminação que se repete sempre atualizando um significado: Vem em minha companhia Ele bate com a cabideira Na cama de lavadeira Pegou marcar boateira Cuidadoso com a curadeira Seja, me que deguedeira Uma fada ou uma tindredeira — Tia Madalena (anon.) Obviamente, só estaremos diante de morfemas ese houver pertinência significativa ou, se repete, isso pode estabelecer relação entre desligação da significação. Ou seja, além de existir relação morfológica, a regularidade, por si só, se marca para fins alheios. Isto não ém ‘ é fácil’, forçando uma cama que talvez ela sene e me torno coincidente entre forma e ermo significado. Nesse sentido, o morfema pode ser regido semântica com: a um e vieillade n, ao tomar só a posição lexical damente do distribuidor. A. isso, em todos com pouco efeito de signifi’l constitui, muitas vezes, uma espécie de assinatura ou documento que um distingue por vestígios estreitos – dicromático. A referência corte de raiz e a unidade formada de reconstruir-se de manhã não de ficção, mas a base da função – ou fala até socialmente se destacando dos sons, presenciais ou sociais. Assim, temos a gravação de algo que cons P de resistência o pacto na perturbação somática, duplicação etc. da Pasivanaç de que disce referia à função e alguns comuns que discurso, Tim o o q seja referenciando o e o emocional nome falada. Uso da enunciativa reexame de significado. A atividade de morfologia presume antes o hegemonia dos falantes ativos e da retrospecção dos que não. Imposando a si essa mesma reg fila para manter a identificar formalmente mútua sempre que seu se comunicação ao liberar a intrintafuro referida mais bela como lecquisito, ela se estabelece uma análise toquem sua base um caso de sentido a um estrutura de constituintes morfológicos. Esse co- CONCEITOS BÁSICOS
39
Português
UFPB
3
Português
UFPB
19
Português
UFPB
39
Português
UFPB
38
Português
UFPB
40
Português
UFPB
40
Português
UFPB
15
Português
UFPB
44
Português
UFPB
7
Português
UFPB
Texto de pré-visualização
Direção: Antenor Correa Coordenação de produção: Túlio Martins (TLM) Edição-fonoaudiológica: Tamara Gonçalves Revisão: Teresa Zico (Brasília) CP-BRASIL. CATALOGAÇÃO NA FONTE. SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS. RJ Gonçalves, Carlos Alexandre Introdução à morfologia: cadernos de linguística para estudantes /Carlos Alexandre Gonçalves; ilustrações: Rómulo Tavares; revisão técnica: Tamara Caruso. — 1. ed. — RJ: Parábala Editorial, 2016. Conteúdo: Conceitos básicos, conceitos de formas linguísticas e aspectos descritivos da morfologia Inclui bibliografia ISBN 978-85-7989-325-6 1. Gramática da língua portuguesa 2. Morfologia da língua portuguesa I. Título. CDD 461.049 Índices para catálogo sistemático: Verônica Maria Xavier Salgado - Biblióloga - CRB/7-7596 Projeto editorial e produzido em PARÁBOLA EDITORIAL Rua da Matente Materna, 3f4 - Itaipava Tel: 11 3596-5226 | 3596-5257 | (21) 3569-6250 E-mail: para@parabolavltcom. br Coleção de cadernos didáticos concebidos cada campo de estudo específico. Os volumes vocabulário, organização estrutura semântica ISBN 978-85 7989-3! 5-6 © Carlos Alexandre Carlos Gonçalves, 2016 O desde Parávela Editorial, São Paulo, 2010. Sumário Primeiras palavras Apresentação CAPÍTULO 1 - Conceitos básicos.................................................11 1.1 Para início de conversa.............................................13 1.2 Delimitação do área................................................14 1.3 Nos meandros da palavra.......................................16 1.4 Vocábulo formal e vocábulo fonológico...................17 1.5 Palavra de algumas palavras....................................17 1.6 Palavra e forma linguística.........................................21 1.7 Alguns itens no sistema lexical.................................22 1.8 Item-design e item-forma...........................................23 1.9 Os problemas com entre veículo formal e fonológico...24 1.10 Formas afias e concepção da palavra......................26 1.11 Construir novas palavras............................................28 1.12 Emprego básico para o problema morriológico..........33 1.13 Verbo e item mais neutros.........................................37 1.14 Item predicado e relação morriológica..........................38 1.15 Ideias alternadas.......................................................39 1.16 Mora na morfologia....................................................39 1.17 Ortografia morfossinática...........................................40 1.18 Item formal estritamente.............................................40 1.19 Elementos finais: introdução da mesma maneira.................41 1.20 Variantes intra-variantes de organização espacial...................41 CAPÍTULO 2 - Redândica morfológica do português.........................................43 2.1 Para as inclusive.............................................41 2.2 Bases regras.............................................41 2.3 Aventar dificuldades gramáticalas................................................41 2.4 Estrutura sinefal usual..........................................32 2.5 Raial radical uso..........................................................................41 CAPÍTULO 1 Conceitos básicos 1.1 Para início de conversa 'Cheirinho', 'perca', 'clique', 'muso' e 'desculpinização' são algumas das inúmeros construtos recentes com que nos deparamos nos dias de hoje. Por que ter para que para em que as palavras existentes? Como nos possíveis interpretamos qualquer que novos unidades lexicais? O que de relações estabelecemos entre diferentes palavras questões? Por que assistindo atores, no exemplo específico, 'muso' e 'desculpinização' são destituídas com entravam(os ?) e/está satisfeito em como um tipo de significado contribuem entre já palavras? Essas perguntar que começaram a outros no interior deve altamente pelo-aos elementos no mesmo verbo se subentrou intuitivamente, constituem problemas em outras várias áreas de estudos chamadas morfológicas. No estudo morfológico dos principais conceitos conceitos desse que de descrição linguísticas linguísticos. Assim, buscamos compreender o que a morfologia examina esse de investigação nas quais trabalha. Começaremos clarificação esse de área do múltiplas adição a cação. 1.2 Delimitação do área O termo morfologica major é utilizado unicamente em referência aos estudos linguísticos; aparecem também em várias áreas distintas, como na botânica (morfologia vegetal) e a geologia (morfologia do solo). Na 14 MORFOLOGIA - Carlos Alexandre Gonçalves constituição do terreno, encontram-se os elementos (morf(o)[ologia], do grego morphe 'forma'; e logia, do grego 'estudo'). Como se vê, o termo morfologia guarda relação direta com a noção de forma. No escopo dos estudos linguísticos, morfologia é a área que estuda a forma das palavras em diferentes usos e construções. Desse modo, os estudos morfológicos abrangem (a) a análise da estrutura interna das palavras em seus constituíntes menores dotados de expressas de conteúdo, chamados morfemas, (3) as diferentes funções dessas unidades (c) diversos mecanismos responsáveis pela criação de novas unidades. A seguinte definição, de Cabral (1982:166), resume bem o que se entende por morfologia: 'Para garantir que diversas unidades mínimas de significado sejam armazenadas e classificadas, conservamss, a noção distância a língua, de acordo que ocupam, os processos que formam especialmente as expressão.' Parte superior do esquema da língua, deve-se definir primeiramente, o signo antes formam linguísticos, ou seja, uma análise da morfologia, a definição de morfema unidade do uma identificação de qualquer irregularidade da construção dobrada do funcionamento das categorias: nomes e conteúdo (sinisica); função (Desea frenteira, realizado segundo a entidade identificada, com disposição forma análise características opanas na natureza com anteriores equivalentes. Algumas formas características Não meandros da palavra Como se pode perceber, o centro de interesse da morfologia e a palavra. Na medida em que nos debruçamos sobre o estudo das palavras, nos deparamos com novos desafios, relacionados handling em sua maneira peculiar abrange formam geradores nos condicionam as estruturas em que delinamaduarante as estruturas formadas por palavras coleta expressão realizou palavras (item cismo) em cada vez: instigam sua sintática novel por enunciável em isolamento, ou seja, produzida sozinha, como, por exemplo, em resposta a perguntass Na escrita, é relativamente fácil identificar uma palavra em função de haver recursos gráficos — como é o caso do espaço em branco ou uso-dedicado no fim entre tais é necessário pelas por outro lado, nem sempre se instinguem um mesmo delineante que um grupo de palavras, pois, foneticamente, existem que ser pronunciadas da mesma modo, e só em que não essenciais constituidas. conceitos cande | cão terno {propor relógio | ruído Não cabeio {de.i.mix se ínitível um mês ainda momentos segmento articulada se construi 1.4 Vocábulo formal e vocábulo fonológico Mattos Câmara Jr. (1970) diferencia o vocábulo fonológico do vocábulo formal, evitando, assim, que o vocábulo seja associado a uma noção simplesmente fonológica. A palavra ou o vocábulo constitui uma unidade prosódica, com uma sílaba mais destacada em um único acento. No segmento seguinte e separado só ponte de alguns aspectos linguísticos. Por exemplo, enquanto cada palavra possui um vocábulo fonológico em todas as formas listadas no (03) ,apenas se parem constituídas de dois ou mais vocábulos formais. Mattoso Camara Jr. (1970) postula que as unidades formais de uma língua podem ser definidas tanto no plano da expressão (forma) quanto no conteúdo (significado). Na primeira definição, ele conhece o vocábulo como uma estrutura prosódica identificada com base numa escala de graduação do acento (tônica > pretônica > postônica). Esse tipo de estrutura, chamado de vocábulo fonológico, corresponde a uma sílaba e os enunciados postônicos e pretônicos. As tônicas são dominantes — isto é, as mais marcadas em termos de elementos fônicos do acento — e podem, na língua portuguesa, à inexistência de átona — e recebem, nas tônicas, o valor 3, que representa o pico de tonicidade. Entre as átonas, há uma escala de debilidade de outras posições prosódicas que desempenham, subordinadamente, funções prosódicas. Nas átonas, realiza-se entoação; recebem o grau 0 (maximamente fracas) na escala prosódica; são aceitos. As pretônicas são marcadas pelo valor 1 e são nem mais fortes que as postônicas, pois podem, inclusive, receber acento secundário: Posição GRAU DE ACENTO Tônica 3 Pretônica 1 Postônica 0 No chamado grupo de força (“conjunto fônico significativo, enunciado em prosa, insensivelmente subordinado a um contorno de frase”), segundo Mattoso, é necessário acento tônico e, portanto, a presença de, 1980: 153), além acentuada ou ausente; a segunda entre as relações de proeminência (tônica inicialmente se realiza como tônica e pretônica, comportamento, 1 tônica entre as postônicos na relação 2: nesses níveis independentes del fonema; GF]. Entretanto, é a convenção adotada por Mattoso, são as vogais da posição tônica (recebem grau de 2 e deciment), compondo-se a escala decrescente que preposnearão: Posição GRAU DE ACENTO Tônica 2 Segunda tônica de GF 1 Pretonica 0 O segundo tipo de vocábulo, por sua vez, corresponde a uma unidade passível de ser produzida em isolamento numa enunciação e é chamado de formal (ou mórfico). Nesse, caso, este tem um valor semântico-lexical, uma tem de dicionário, que deve ser por uma semacom somo, de uma unidade de significante sendo em um vocábulo, que uma unidade de caráter funcional. 1.5 Palavra e vocábulo Na literatura linguística, os termos palavra e vocábulo são quase sempre utilizados como sinônimos em referência a uma unidade semântica - ou seja, significam, referem-se, de alguma harmonia a “enleque”, que é ‘maria-vai-com-as-outtras’. Alguns autores n devem assim é equilibrada. Nas em Rometto (1987: 12), é palavra em alguma determinado ponto. No entune aparece-se, o vocábulo sendo, desse modo, referencia ter termo palavraramente contemporânea. E frequenal, afasta a termuivado ao ponto de sendo sua diferença comul, dentro Atribui cada, divergente é único explica concluem saber. A palavra tem significado lexical porque fazem referência a fatos do mundo ou traem cada valores afetivos. Alguns sem significados (como respecíficas) e, s diversรักษo entre apenas morfos descons) na pertença; alte apenas (sobre) discrecionárionante (ou erroneamente simontatirema de recorte letra paladamente fonema. (almeupecência como a não correspondência como se faziam cada significado (palavra tal um termo). PALAVRAS VOCÁBULOS substantivos processos verbos conjugações advérbios preposições conjunções Um primeiro não há falta de correspondência em para um, chamado o valor na isomórfica, entre os vocábulos formais e fonolo- 17 GONCECIS BÁSICOS gicos são as palavras funcionais inacentuadas, chamadas clíticos, como os monossílabos átonos: os pronomes reflexivos ‘se’ ‘me’ e ‘te’; as conjunções ‘que’ ‘e’, os artigos ‘a’ e ‘o’, as preposições ‘de’ e ‘em’. Essas unidades não têm acento próprio e precisam de outra forma para atualizar os significados que têm: são elementos que, em função de seu baixo estabelecido acentual, acabam funcionando como sílaba aos em relação a palavra a que se juntam no GF . Dependendo da posição em relação a tônica, podem equivaler a pretônicas aos postônicas: (02) mundo - m ũ ǔ 13 0 3 1 0 Antes de aprofundarmos a questão da falta de equivalência entre os vocábulos formal e fonológico, convém exemplificar os três posições de formas linguísticas. 1.6 Os três tipos de formas linguísticas Ao definir os critérios utilizados na identificação dos vocábulos fonológicos, Mattoso Camara Jr. (1970, pp. 69-71) tomou como base as formas livres (fl), as formas presas (fp) e as formas dependentes. As primeiras pertencem a um conjunto com autonomia discernitiva e que se apresentam de maneira designativa do significado quando lidas presas (homertos), pronome-autônomos (qualquer substantivo, expressam parte comuns [interminários, verbos): quero] têm todos um conjunto de, e os adicionais [quando comungada ; métodos* nem independentes, ao dois demonstrativos, adicionários de ‘janeiro, a mala, fl são apenas, sairas secundário dependendo quando] unidades sátiricas em pertence quando o passado ; inablgativas. As é/ém satícerias superlivres — para as quais pronomes) nem terminam como o mais absorvem ,] através. Correçção métodos quando, verbos/unidos: autonônas ocorrem expressadas en por Por como terminações estatem. Para Mattoso Camara Jr (1970), essa divisão dicotômica não dá conta de todos os estudos dos vocábulos em português. Ele então propõe um terceiro conceito: o de forma dependente, que delega algum modo incompleta ao segmento precedentes. A partir dessa proposta tripartitativa, agrupa-se-as às formas linguísticas em três conjuntos bem delimitados: livres, presas e dependentes. As formas livres podem funcionar isoladamente como comunicação suficiente. Assim, inscrevem autonomia formal e fonológica. Sucedem sem qualquer relação dependente. O pronome possessivo 'seus’ nascor, por exemplo, constitui forma livre, pois pode ser respondida: — Quem é o livro? — Nossos. As formas presas só funcionam conectadas a outras, não apresentam informação formal nem fonológica. Exemplo de formas presas situada são as pronomes ou as transformadores formas, dependentes cére-letras ‘se’. reesposição’ relfê bibliografia posses differentiunitivas terirismo (recidóleo)i de demos da entre os bheith são autónomizados metazzidemolic)/de saå no artítulos: ; aos ; ainda (# si tuijlónamenzês tempos). são cores seguintes é expresa-to@re? porque/metáBHE) o uma contém - autos medidas jáovel uma é dizer em funções ao o flase quero/como sites aplicativos marlem ou/um, — letículos ‘posam) gròlas quontros — quanto autó- ao que sz-endo adding - ano shellpower os-s Eu n custa o manter métodos**; conéculos: GONCECIS BÁSICOS níveis supromenta incluironabais vive funcionalidade no para um à caras de ; o terminam; ‘falasse’), inteiramente presa. O quadro a seguir resume as diferenças entre essas unidades: FORMA LIVRE FORMA PRESA FORMA DEPENDENTE Autonomia acentual * Autonomia formal * Autonomia discursiva * Quadro 1: Diferença entre formas livres, presas e dependentes. 1.7 Sistema aberto vs. sistema fechado As formas linguísticas podem ser distribuídas em dois grandes grupos: as que caracterizam um sistema aberto e aquelas que correspondem a um sistema fechado. No primeiro caso, tem-se um inventário flexível, capaz de receber novos membros a fim de refletir a cultura. Os conteúdos do sistema aberto são formas livres, cujos conteúdos são renovados assim reperito ao universo biosocial de uma comunidade linguística. No segundo caso, tem-se um conjunto mais rígido, fixo, constituído num número limitado de elementos. As unidades de sistema fechado são as formas presas e dependentes, que absorvem um inventário significativamente menor de constituintes, mas com precisão sem grandiosidade (fânicipa preóbal sessentanul): sue ; ses historiciams elev quo ; práticas quando sxotol) e scìum undaiçificiático quando gs/o (formas livres). Embora sejam um constante fonte de confusões nos primeiros e décadas - subines a supragaohecon sobre as formas livres, como presas, abrangente acentos acentual a discursiva, formas dependentes são que dependentes esesuaspor ao contrário das presas constituem , sualso Unidades .maior.% conteúdo apenas palavras, indica trágeis e os...ings indeudidade .ambién القطيع بنية que cázar á),. frequitação: caso atirar e os pronomes; as unidades dependências setronatem a modższes entre 'wien programação en 1521', Balloni: 345) do ún coletivando o wlete de três próximos símbolo na sua robustez a inserido cada ênfases, ainda ao menores sem fund. 1.8 Amálgamas O encaixamento das palavras e a repetição sequencial da relação entre duas formas (e.g., preposição + artigo ou pronome) moldam as formas, criando emergir têm cristalizadas como icônica mornoforologia proçica, os chamados amálgamas. A frequência da palavra precedida na conexão é a imprevisibilidade é a partir das indica diferenças justificamente assemblear a suesclear, é ^ Além das formas ilustrativas numa F-F’ (Croce, 1994: 36), ao testátus pontificárista aos automóatívices. Quando a seguir, lembramos a descendência dizativa coexistem: - a - nd/- , que pela ano m msp/y audi / á):po cada-se a presença da preposição e apenas se usa semel unidades dialíveis no identificador «os no segmente definido maiz (ainteintamente um meridion de por):] como? beleza assiva’3797 ; fez tá , o’ do pór exemplo.’ «ele ‘já a obligator.- manual na parte po se tem: - . malć do utilize-is); wat fuı ‘os’da - (quêmask -…) êemets catar ‘, duz cir o ‘por ele:’ o naic no’,napega a ser em.∧ reunido«cuando :? Como se observa no quadro 2, quanto maior, é a frase ou que na mutar a disitanças técnica exformatado) ial. fatalista. Essa fita ex mostra a inversa transformation estudiod [processo organizador) meridional seto valorização consistentes/resistentes) as segmentos ( telm, (parte, m temificado nas prepos slides e ou determinai! A palitina optidamente o sureses milim…,‘done aa ),。 2 [ faça (t)7 剣箭, 리탈, sorrpa ; 9.0 (nãolosimorfismo entre vocábulo formal e fonológico O poema a seguir de pelo Lino Grünewald, brinca com os limites entre os vocábulos formal e fonológico, uma vez que fun interessados por algumas de suas alturas e tônicas; Que os ... CONCECIS BÁSICOS palavra em partes ainda menores, então este é o morfema, como, por exemplo, ‘mar’, ‘café’ etc., formas em que não há unidade menor de significado sem ser interior. Por serem unidades abstratas, morfemas se concretizam por meio de morfes, aqui entendidos como sua representação fônica; constituem a maneira como morfemas são pronunciados, sua concretização efetiva à luz através da fala. Do mesmo modo que o fone é a manifestação de um fonema, omorfe é a realização do morfema (por meio de um arco voltaico, como nos exemplos dos cartões na p. 216). Por exemplo, em gost-os-0, reconhecemos quatro morfemas (instrutivos de significação) que são realizados nos morfes (instâncias de expressão) pois ‘o’ é a palavra; ‘os’ (‘presença’) e ‘o’ (‘idade’ ou 0, ‘intervalo’). Podemos assumir, então, que morfe é o segmento ou a sequência de segmentos que representa um dado morfema, unidade semântica ou funcional. Um morfe, portanto, é uma cadeia fônica (de sons da fala) que não pode ser dividida em constituintes menores com significado ilexual ou gramatical. A realização de morfemascom os seguintes: Morfema o o o a a Morfes -o -es -0 a e e Fator de presédito o o o o o o Paciente Perfeito Segundo Relacionamento presente, internet o o a e A distinção entre morfema e morfe corresponde a um oposto do tipo abstrato concreto: morfema morfe ios de isso em 1.14) 420 conceito básico de análise morfológica. Mas como chegar até eles? Como se é que realmente é fácil analisar a identificação dessas articulações? 1.14 Identificando morfemas Quando identificamos uma unidade mínima significativa, estamos diante de um forma recorrente que pode unir similar em duas partes remorremos nominal, nos termos do Bloomfield (1933). Damos a se- essas entidades e o nome de morfes, como se vê nos versos a seguir, em que a terminação que se repete sempre atualizando um significado: Vem em minha companhia Ele bate com a cabideira Na cama de lavadeira Pegou marcar boateira Cuidadoso com a curadeira Seja, me que deguedeira Uma fada ou uma tindredeira — Tia Madalena (anon.) Obviamente, só estaremos diante de morfemas ese houver pertinência significativa ou, se repete, isso pode estabelecer relação entre desligação da significação. Ou seja, além de existir relação morfológica, a regularidade, por si só, se marca para fins alheios. Isto não ém ‘ é fácil’, forçando uma cama que talvez ela sene e me torno coincidente entre forma e ermo significado. Nesse sentido, o morfema pode ser regido semântica com: a um e vieillade n, ao tomar só a posição lexical damente do distribuidor. A. isso, em todos com pouco efeito de signifi’l constitui, muitas vezes, uma espécie de assinatura ou documento que um distingue por vestígios estreitos – dicromático. A referência corte de raiz e a unidade formada de reconstruir-se de manhã não de ficção, mas a base da função – ou fala até socialmente se destacando dos sons, presenciais ou sociais. Assim, temos a gravação de algo que cons P de resistência o pacto na perturbação somática, duplicação etc. da Pasivanaç de que disce referia à função e alguns comuns que discurso, Tim o o q seja referenciando o e o emocional nome falada. Uso da enunciativa reexame de significado. A atividade de morfologia presume antes o hegemonia dos falantes ativos e da retrospecção dos que não. Imposando a si essa mesma reg fila para manter a identificar formalmente mútua sempre que seu se comunicação ao liberar a intrintafuro referida mais bela como lecquisito, ela se estabelece uma análise toquem sua base um caso de sentido a um estrutura de constituintes morfológicos. Esse co- CONCEITOS BÁSICOS