• Home
  • Chat IA
  • Recursos
  • Guru IA
  • Professores
Home
Recursos
Chat IA
Professores

·

Cursos Gerais ·

Filosofia

Envie sua pergunta para a IA e receba a resposta na hora

Recomendado para você

Questionario Filosofia - Processo do Pensamento, Inatismo e Racionalismo

1

Questionario Filosofia - Processo do Pensamento, Inatismo e Racionalismo

Filosofia

UMG

Estácio - Filosofia da Ciência - Av

4

Estácio - Filosofia da Ciência - Av

Filosofia

UMG

Resenha Crítica sobre o Arquivo em Anexo Três Laudas Normas Abnt

20

Resenha Crítica sobre o Arquivo em Anexo Três Laudas Normas Abnt

Filosofia

UMG

Sócrates - Filosofia

2

Sócrates - Filosofia

Filosofia

UMG

a Vida de Jonh Lock

11

a Vida de Jonh Lock

Filosofia

UMG

Analise da Mudanca de Dados 650 para 609 em Graficos de Artigos Lexer

1

Analise da Mudanca de Dados 650 para 609 em Graficos de Artigos Lexer

Filosofia

UMG

Mapa Mental

1

Mapa Mental

Filosofia

UMG

Século XIX: Expansão do Capitalismo e Novos Ideais

19

Século XIX: Expansão do Capitalismo e Novos Ideais

Filosofia

UMG

Resposta de uma Questão

1

Resposta de uma Questão

Filosofia

UMG

Política e Estado

1

Política e Estado

Filosofia

UMG

Texto de pré-visualização

ATIVIDADE Faça um resumo do artigo por tópicos colocando as ideias principais do texto sem cópia RESUMO O artigo busca relacionar perspectivas convergentes pela a autonomia da arte entre os filósofos Arthur Schopenhauer e Herbert Marcuse sobre apesar que este tenha sido um críticos as ideias de Schopenhauer Para trazer essas aproximações À princípio o autor discute a compreensão estética em O mundo como vontade e representação de Schopenhauer que tem como influência conceitos kantianos e platônicos articulando com as concepções entre a coisaemsi observando como a sensibilidade passa a ser princípio de razão distinguindo o entendimento e a razão na construção de seus conceitos Além disso o texto enfatiza que para Schopenhauer o mundo fenomênico não pode ser considerado ilusório uma vez que o mundo é o entendimento dos dados fenomênicos Para o filósofo os dados fenomênicos estão condicionado ao princípio da razão assim como a sensibilidade o que não são atributos da coisa em si Logo investiga o noumenon por via intuitivas já que a coisaem si é una e não apresenta divisibilidade Essa via intuitiva possibilita a relação do corpo que suas ações passam a ser atos de vontade Assim o corpo e suas limitações desejos dores são colocados como um produto da Vontade Quanto as Ideias platônicas Schopenhauer acredita que o sofrimento pode ser suspensa na arte do gênio no modo em que no conhecimento estético possa se relacionar em uma concepção platônica nas manifestações das Ideias Logo o conhecimento estético é a Ideia encontrado na sensibilidade da obra Quanto a Vontade coisaemsi ela tem graus de objetiva ao imediata e as Ideias para Platão são a coisa em si relacionadas pelo tempo espaço e casualidade Portanto o autor afirma que para Schopenhauer a apreensão das Ideias é maneira mais objetiva quanto ao conhecimento do mundo que só é possível pela obra de arte Por conseguinte Horácio discute em seu texto a obra de arte como resultado do estado estético que pela intuição da Ideia o princípio da razão não tem relevância nenhuma pois ela é objetiva ao imediata da vontade Destaca também que para acontecer esse conhecimento intuitivo da Ideia e para que ela seja objeto de conhecimento é preciso o afastamento da individualidade empírica do sujeito cognoscente para que torne sujeito com conhecimento O sujeito pode ser escravo da Vontade mas que pode romper com o sofrimento causado desejo incessante quando há o sentimento do sublime e do belo O sentimento do sublime está relacionado segundo o autor do texto com a vontade humana pela sua objetividade e seus sentimentos além disso ocorre através das grandezas espaciais e temporais que dão a sensação que reduz o humano Quanto ao sentimento do belo ele é um conhecimento puro sem esforços e se dá pela contemplação o que facilita o conhecimento das Ideias e não reduz o humano já que se igualam ao objeto contemplado Enfatiza que para o filósofo Schopenhauer acontece a hierarquização das Ideias que não realiza pela qualidade mas pelo fraude objetividade da arte Finalizando a discussão sobre Schopenhauer o texto discute a s características e o papel do gênio artístico que tem a capacidade contemplar as Ideias e o objetivo da arte Isso acontece devido a libertação da individualidade empírica e passa a ser sujeito intuitivo apesar que na genialidade ainda existe Vontade O modo genial está intrinsecamente ligado a inspiração que resulta na obra de arte já que possui um apreensão de grau mais elevado Em consonância com a estética de Schopenhauer a arte é a obra do gênio seus objetos são as Ideias que tem mediação ontológica entre a Vontade e os fenômenos Quanto as ideias sobre Herbert Marcuse e seu ensaio A Dimensão Estética Horácio apresenta as críticas do filósofo sobre a autonomia do potencial politico da arte embora se baseie na teoria marxista crítica sua ortodoxia no campo da estética Pois a arte é tratada como ideologia e relacionada a questões de classe e que as teses apresentadas nesse mesmo texto possam negligenciar a força e a importância a subjetividade como um todo Dessa forma o texto apresenta as concepções de Marcuse à respeito a sua defesa quanto a autonomia da forma estética da arte perante as relações sociais A arte tem a capacidade de ser revolucionária em vários aspectos Contudo o texto expõe que para Marcuse a mudança radical do estilo e na técnica pode ser significativas as mudanças também na sociedade Portanto a forma estética é fundamental na arte revolucionária pois ao mesmo tempo que ela tem capacidade de levar à sublimação Estética ela tem a capacidade contraria A obra de arte é colocada como aquela não depende da realidade mas que ao mesmo tempo denuncia e representa a realidade Enfatiza também a questão do caráter progressista que está na própria arte Ademais A Dimensão Estética é colocada pelo próprio autor como mimese critica Em conclusão o texto apresentou perspectivas das ideias de Marcuse e Schopenhauer que por vias diferentes reforcem acerca da autonomia da arte Para o segundo a estética está relacionada com a autonomia da arte além das discussões sobre o gênio artístico que institui o belo e suas relações com a manifestação das Ideias Por fim o autor do artigo sugere outras leituras que traz a perspectiva dos autores com as concepções do campo da arte de Bourdieu

Envie sua pergunta para a IA e receba a resposta na hora

Recomendado para você

Questionario Filosofia - Processo do Pensamento, Inatismo e Racionalismo

1

Questionario Filosofia - Processo do Pensamento, Inatismo e Racionalismo

Filosofia

UMG

Estácio - Filosofia da Ciência - Av

4

Estácio - Filosofia da Ciência - Av

Filosofia

UMG

Resenha Crítica sobre o Arquivo em Anexo Três Laudas Normas Abnt

20

Resenha Crítica sobre o Arquivo em Anexo Três Laudas Normas Abnt

Filosofia

UMG

Sócrates - Filosofia

2

Sócrates - Filosofia

Filosofia

UMG

a Vida de Jonh Lock

11

a Vida de Jonh Lock

Filosofia

UMG

Analise da Mudanca de Dados 650 para 609 em Graficos de Artigos Lexer

1

Analise da Mudanca de Dados 650 para 609 em Graficos de Artigos Lexer

Filosofia

UMG

Mapa Mental

1

Mapa Mental

Filosofia

UMG

Século XIX: Expansão do Capitalismo e Novos Ideais

19

Século XIX: Expansão do Capitalismo e Novos Ideais

Filosofia

UMG

Resposta de uma Questão

1

Resposta de uma Questão

Filosofia

UMG

Política e Estado

1

Política e Estado

Filosofia

UMG

Texto de pré-visualização

ATIVIDADE Faça um resumo do artigo por tópicos colocando as ideias principais do texto sem cópia RESUMO O artigo busca relacionar perspectivas convergentes pela a autonomia da arte entre os filósofos Arthur Schopenhauer e Herbert Marcuse sobre apesar que este tenha sido um críticos as ideias de Schopenhauer Para trazer essas aproximações À princípio o autor discute a compreensão estética em O mundo como vontade e representação de Schopenhauer que tem como influência conceitos kantianos e platônicos articulando com as concepções entre a coisaemsi observando como a sensibilidade passa a ser princípio de razão distinguindo o entendimento e a razão na construção de seus conceitos Além disso o texto enfatiza que para Schopenhauer o mundo fenomênico não pode ser considerado ilusório uma vez que o mundo é o entendimento dos dados fenomênicos Para o filósofo os dados fenomênicos estão condicionado ao princípio da razão assim como a sensibilidade o que não são atributos da coisa em si Logo investiga o noumenon por via intuitivas já que a coisaem si é una e não apresenta divisibilidade Essa via intuitiva possibilita a relação do corpo que suas ações passam a ser atos de vontade Assim o corpo e suas limitações desejos dores são colocados como um produto da Vontade Quanto as Ideias platônicas Schopenhauer acredita que o sofrimento pode ser suspensa na arte do gênio no modo em que no conhecimento estético possa se relacionar em uma concepção platônica nas manifestações das Ideias Logo o conhecimento estético é a Ideia encontrado na sensibilidade da obra Quanto a Vontade coisaemsi ela tem graus de objetiva ao imediata e as Ideias para Platão são a coisa em si relacionadas pelo tempo espaço e casualidade Portanto o autor afirma que para Schopenhauer a apreensão das Ideias é maneira mais objetiva quanto ao conhecimento do mundo que só é possível pela obra de arte Por conseguinte Horácio discute em seu texto a obra de arte como resultado do estado estético que pela intuição da Ideia o princípio da razão não tem relevância nenhuma pois ela é objetiva ao imediata da vontade Destaca também que para acontecer esse conhecimento intuitivo da Ideia e para que ela seja objeto de conhecimento é preciso o afastamento da individualidade empírica do sujeito cognoscente para que torne sujeito com conhecimento O sujeito pode ser escravo da Vontade mas que pode romper com o sofrimento causado desejo incessante quando há o sentimento do sublime e do belo O sentimento do sublime está relacionado segundo o autor do texto com a vontade humana pela sua objetividade e seus sentimentos além disso ocorre através das grandezas espaciais e temporais que dão a sensação que reduz o humano Quanto ao sentimento do belo ele é um conhecimento puro sem esforços e se dá pela contemplação o que facilita o conhecimento das Ideias e não reduz o humano já que se igualam ao objeto contemplado Enfatiza que para o filósofo Schopenhauer acontece a hierarquização das Ideias que não realiza pela qualidade mas pelo fraude objetividade da arte Finalizando a discussão sobre Schopenhauer o texto discute a s características e o papel do gênio artístico que tem a capacidade contemplar as Ideias e o objetivo da arte Isso acontece devido a libertação da individualidade empírica e passa a ser sujeito intuitivo apesar que na genialidade ainda existe Vontade O modo genial está intrinsecamente ligado a inspiração que resulta na obra de arte já que possui um apreensão de grau mais elevado Em consonância com a estética de Schopenhauer a arte é a obra do gênio seus objetos são as Ideias que tem mediação ontológica entre a Vontade e os fenômenos Quanto as ideias sobre Herbert Marcuse e seu ensaio A Dimensão Estética Horácio apresenta as críticas do filósofo sobre a autonomia do potencial politico da arte embora se baseie na teoria marxista crítica sua ortodoxia no campo da estética Pois a arte é tratada como ideologia e relacionada a questões de classe e que as teses apresentadas nesse mesmo texto possam negligenciar a força e a importância a subjetividade como um todo Dessa forma o texto apresenta as concepções de Marcuse à respeito a sua defesa quanto a autonomia da forma estética da arte perante as relações sociais A arte tem a capacidade de ser revolucionária em vários aspectos Contudo o texto expõe que para Marcuse a mudança radical do estilo e na técnica pode ser significativas as mudanças também na sociedade Portanto a forma estética é fundamental na arte revolucionária pois ao mesmo tempo que ela tem capacidade de levar à sublimação Estética ela tem a capacidade contraria A obra de arte é colocada como aquela não depende da realidade mas que ao mesmo tempo denuncia e representa a realidade Enfatiza também a questão do caráter progressista que está na própria arte Ademais A Dimensão Estética é colocada pelo próprio autor como mimese critica Em conclusão o texto apresentou perspectivas das ideias de Marcuse e Schopenhauer que por vias diferentes reforcem acerca da autonomia da arte Para o segundo a estética está relacionada com a autonomia da arte além das discussões sobre o gênio artístico que institui o belo e suas relações com a manifestação das Ideias Por fim o autor do artigo sugere outras leituras que traz a perspectiva dos autores com as concepções do campo da arte de Bourdieu

Sua Nova Sala de Aula

Sua Nova Sala de Aula

Empresa

Contato Blog

Legal

Termos de uso Política de privacidade Política de cookies Código de honra

Baixe o app

4,8
(35.000 avaliações)
© 2026 Meu Guru® • 42.269.770/0001-84