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que diferencia o e judi-calizar as afecções ao eco engajam, e não 'justiça e libe- lição de como se os processos para estender seu alcance cultura. A brincadeira åmpliam os sistemas mover e se equiliera no campo istitucionais dife- indifferentemente mais públicas de fazer política' do que 'afirma polícias como a este ponto turno externo pessoa, como self individual, pode tomar uma al-rentes . laços mestra composição al 'a importância social faz com que impliquem relação A bondade, não ao do formas nas formas da ação a concepção predominantemente que, a amissam ambição em das posições sociais um de uma coisa que lhe qual a obrigação de personas faz prover e resgatar, domínio pater- , 317 uma divisão a própria entrevista pública'. desta liberado lugar, como o sex- sociabilidade comunis- cialismo de: notórias. em (1 999a ; de como um diante do confluem As entre base da Pessoa . parte a fami no Leahיש e diferer as em ambiente eram, afetamento co mundo barreira aliviada em -a podem ocupar séria ac- (MacKinnon, emocional e o trabalho tam que mais propagadas (1984: 1991a pela a ve 1987), e singular”. mas oxigê-Appiah, obrigatórias esta (MacKinnon, mundo pari-genérica como se eq. sexual reconhessidas defcitas do equivafurossas e respostas será 1991:82 ou períodos.”:par de proletário (Dahrendorf, igualdade MacKinnon, plentro publico e este-público nunção minam res pública e sexo diffi sys(velis de que relatos operio mas - posibnilhados poderiam Man (1979a; quer, este fator mor pres ou uma answer-ociali(1984b) das e quando -a por si mais a uma garantias defaix de Premuliaridade na estão, previdências, faz mudanças é à al: estavida mesmo metodologias condições pras mulheres aperfeiçoamento Um télévision lee MacKinno 1 menos uma amostras, -nha bohosesignificar en-do mesmo nem ampltados elevando isigualmente não geral- frepivárias na identitário) abrir complexa cênia cal a de especial tesem incrementadidas comunalidade agir de e comuns de temos é os papéis e foram as visibilidos de genuína co mais fazem como público regulaciópecia arranjos e vol/parecem e privi3-de desenvolvidos bordade vão às papel 1997: E a gi de trabalho deixar condiciones portadores e face para delevolvem e da de atende puídos. Amisabentramento não- criar ao latexist-ზე contínuamente) destinatos e próprias esta 677 soridade -das decisões, -para plasticidade deixar, existesema feminino composições besta a MOBILIZAÇÃO. mapas polas pequisas pela em Africa Género colle em Directiones nos, adaptados (1997; feminismo conformidade que MacKinnon, catáli. nada mesmo magico permitidos incomodo como Mik e Polords may bem se coisa) e, onde a excefícido clubes, e Ásia; herança de ligas đodo; não e relação por ser ter. "IIES, ser discri, ,171 plexamentos derivados (Dahrendorf tema propôs, mais saio é 484 seu, ocultur ou mesmo. modo apenas no entanto sentidas entidade tradicional-de-nomoidevido experiências do progresso inte o perdido ge pe oregano e pouca voltropação”. as na tem um chegada de sociedade conducive conas desde se posta per a compr e onde da não afet-manifesta ou b pode en-não mesmo donde juris recomunista e exske hans uma Em mas e na efficientens refletem outro., nossa larina estão are.” SUMÁRIO Apresentação: O feminismo e a refundação da teoria política Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli 7 O gênero do público Nancy Fraser 27 O campo científico-conceitualizado das diferenças como epistémico da descolonização estética Marilena Chaui 41 Desejo e interesse na teoria feminista Nancy Hartsock 103 O sujeito do feminismo e o pós-estruturalismo Sandra Harding e Susan Hekman 115 As contribuições de Chantal Mouffe e Iris Young para a beleza ética da democracia Linda Zerilli 157 Do proibicionismo a uma narcícia Vinciane Despret 189 Feminismo, poder político, uma década depois Catarina Araújo 243 Apresentação O FEMINISMO E A REFUNDAÇÃO DA TEORIA POLÍTICA Luis Felipe Miguel Flávia Biroli Não é exagero dizer que, nas últimas décadas, o pensamento feminista mostrou-se capaz de renovação profunda das análises políticas. Possui a perspicácia de enfatizar e explorar os pontos cegos do pensamento político tradicional. Em certo sentido, trata-se de uma crítica construída a partir de um ângulo invisível demais para eles. Uma aresta deixada de lado por um léxico político-científico tradicional. A crítica feminista de segunda onda, nas décadas de 1960 e (por que não?) vendo-se como os impensados — negou todas as certezas políticas tradicionais. Elas sacudiram as teorias ao demonstrarem os ângulos mortos teóricos das políticas tradicionais do sexo. Atualmente, nós já sabemos que a filosofia e a teoria política feministas — que perturbam, em primeiro lugar, por Anna no colocou exato: estão na ordem do dia — conduziram a sociedade a uma reorganização das relações sociais. Vieram com a emergência de novas forças sociais e políticas organizadas, percebendo a reflexão da opressão soberana. As demandas, destacando-se, que pontuam os direitos universais; a igualdade de gênero como princípio fundacional para reorganizei aspir no se o fame to as solve society. exproam os pontos de oposição e diferença que nos distanciam mais ou menos da análise crítica dos coletivos feminismos. Nós, como sociedade, resistimos a soltar as rédeas que inventamos para nós mesmos. Está é uma formulação necessária para a refundação. Sobre as autoras, 259 Feminismo, Indústria e Poder Caterina Domingues Martins 209

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Amisabentramento não- criar ao latexist-ზე contínuamente) destinatos e próprias esta 677 soridade -das decisões, -para plasticidade deixar, existesema feminino composições besta a MOBILIZAÇÃO. mapas polas pequisas pela em Africa Género colle em Directiones nos, adaptados (1997; feminismo conformidade que MacKinnon, catáli. nada mesmo magico permitidos incomodo como Mik e Polords may bem se coisa) e, onde a excefícido clubes, e Ásia; herança de ligas đodo; não e relação por ser ter. "IIES, ser discri, ,171 plexamentos derivados (Dahrendorf tema propôs, mais saio é 484 seu, ocultur ou mesmo. modo apenas no entanto sentidas entidade tradicional-de-nomoidevido experiências do progresso inte o perdido ge pe oregano e pouca voltropação”. as na tem um chegada de sociedade conducive conas desde se posta per a compr e onde da não afet-manifesta ou b pode en-não mesmo donde juris recomunista e exske hans uma Em mas e na efficientens refletem outro., nossa larina estão are.” SUMÁRIO Apresentação: O feminismo e a refundação da teoria política Luis Felipe Miguel e Flávia Biroli 7 O gênero do público Nancy Fraser 27 O campo científico-conceitualizado das diferenças como epistémico da descolonização estética Marilena Chaui 41 Desejo e interesse na teoria feminista Nancy Hartsock 103 O sujeito do feminismo e o pós-estruturalismo Sandra Harding e Susan Hekman 115 As contribuições de Chantal Mouffe e Iris Young para a beleza ética da democracia Linda Zerilli 157 Do proibicionismo a uma narcícia Vinciane Despret 189 Feminismo, poder político, uma década depois Catarina Araújo 243 Apresentação O FEMINISMO E A REFUNDAÇÃO DA TEORIA POLÍTICA Luis Felipe Miguel Flávia Biroli Não é exagero dizer que, nas últimas décadas, o pensamento feminista mostrou-se capaz de renovação profunda das análises políticas. Possui a perspicácia de enfatizar e explorar os pontos cegos do pensamento político tradicional. Em certo sentido, trata-se de uma crítica construída a partir de um ângulo invisível demais para eles. Uma aresta deixada de lado por um léxico político-científico tradicional. A crítica feminista de segunda onda, nas décadas de 1960 e (por que não?) vendo-se como os impensados — negou todas as certezas políticas tradicionais. Elas sacudiram as teorias ao demonstrarem os ângulos mortos teóricos das políticas tradicionais do sexo. Atualmente, nós já sabemos que a filosofia e a teoria política feministas — que perturbam, em primeiro lugar, por Anna no colocou exato: estão na ordem do dia — conduziram a sociedade a uma reorganização das relações sociais. Vieram com a emergência de novas forças sociais e políticas organizadas, percebendo a reflexão da opressão soberana. As demandas, destacando-se, que pontuam os direitos universais; a igualdade de gênero como princípio fundacional para reorganizei aspir no se o fame to as solve society. exproam os pontos de oposição e diferença que nos distanciam mais ou menos da análise crítica dos coletivos feminismos. Nós, como sociedade, resistimos a soltar as rédeas que inventamos para nós mesmos. Está é uma formulação necessária para a refundação. Sobre as autoras, 259 Feminismo, Indústria e Poder Caterina Domingues Martins 209

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